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  • O que fazer em Midtown Manhattan: um guia atualizado da região mais vibrante de Nova York

    O que fazer em Midtown Manhattan: um guia atualizado da região mais vibrante de Nova York

    Acabo de voltar de Nova York e aproveitei a viagem para atualizar um dos roteiros mais clássicos da cidade. Para quem está pesquisando o que fazer em Midtown Manhattan, a região reúne alguns dos endereços mais famosos de NYC, como a Times Square, o Rockefeller Center e a Grand Central Terminal. Mas vai muito além dos cartões-postais: entre observatórios com vistas incríveis, excelentes restaurantes, rooftops e novidades que surgiram nos últimos anos, Midtown continua sendo um dos melhores lugares para explorar em Manhattan — mesmo para quem já conhece bem a cidade. Neste guia, compartilho o que vale a pena incluir no seu roteiro.

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    Onde fica Midtown Manhattan?

    Localizada no coração de Manhattan, Midtown ocupa a região central da ilha e concentra alguns dos principais pontos turísticos, hotéis, teatros, escritórios e lojas de Nova York. Além de ser uma das áreas mais movimentadas da cidade, é também uma das mais práticas para explorar, graças à excelente oferta de transporte público e à proximidade de atrações como Times Square, Bryant Park, Grand Central Terminal e Central Park.

    O que fazer em Midtown Manhattan

    Bryant Park

    Escondido entre os arranha-céus, o Bryant Park é um dos espaços públicos mais agradáveis de Midtown. Durante o verão, recebe apresentações ao ar livre, sessões de cinema e atividades culturais. Já no inverno, ganha uma charmosa pista de patinação e um dos mercados de Natal mais tradicionais da cidade.

    📍 Bryant Park, New York, NY 10018

    Central Park

    Poucos lugares representam tão bem Nova York quanto o Central Park. Em contraste com os arranha-céus que o cercam, o parque oferece lagos, jardins, trilhas e alguns dos cenários mais bonitos da cidade. Quem está em Midtown pode começar o passeio pela entrada da Grand Army Plaza, próxima ao Plaza Hotel. É ali que ficam o The Pond e a Gapstow Bridge, dois dos cartões-postais mais bonitos do parque. A partir daí, vale seguir sem pressa e deixar que o Central Park revele seus caminhos, pontes escondidas e recantos tranquilos. Não importa quantas vezes você visite Nova York: sempre existe um novo motivo para voltar ao Central Park.

    📍 Grand Army Plaza, 59th Street & 5th Avenue

    Chrysler Building

    Mesmo sem observatório aberto ao público, o Chrysler Building continua sendo um dos edifícios mais elegantes de Manhattan. Inaugurado em 1930, é considerado uma das maiores obras-primas da arquitetura art déco e merece uma parada para ser admirado de perto.

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    Chrysler Building

    📍 405 Lexington Avenue, New York, NY 10174

    Grand Central Terminal

    Muito mais do que uma estação ferroviária, a Grand Central Terminal é um dos edifícios mais bonitos de Nova York. Vale admirar o famoso teto estrelado do Main Concourse, explorar seus corredores históricos e observar o movimento constante de passageiros que passam por ali todos os dias. Mesmo quem não pretende pegar um trem deveria incluí-la no roteiro. Além disso, nos últimos anos, a estação também se tornou um destino gastronômico. Foi aqui que conheci a Grand Brasserie, instalada no Vanderbilt Hall, o antigo grande salão de espera da estação. Falaremos dela mais abaixo!

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    Grand Central Terminal NY

    📍 89 E 42nd Street, New York, NY 10017

    MoMA

    O Museum of Modern Art (MoMA) abriga uma das coleções de arte moderna e contemporânea mais importantes do mundo, com obras de artistas como Van Gogh, Picasso, Monet, Dalí e Andy Warhol. Mesmo para quem não costuma visitar museus, é uma parada que vale a pena incluir no roteiro. Uma dica que pouca gente conhece é que o museu oferece visitas guiadas em português, uma ótima forma de explorar o acervo com mais profundidade e entender melhor as histórias por trás das obras.

    📍 11 W 53rd Street, New York, NY 10019

    New York Public Library

    Ao lado do Bryant Park está uma das bibliotecas mais bonitas do mundo. A New York Public Library impressiona pela arquitetura monumental, pelas escadarias de mármore e pela famosa Rose Main Reading Room, uma das salas de leitura mais fotografadas de Nova York.

    📍 476 Fifth Avenue, New York, NY 10018

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    Main Reading Room

    Times Square/Broadway

    Nenhuma visita a Nova York está completa sem uma passagem pela Times Square. Com seus telões luminosos, lojas temáticas e energia contagiante, ela continua sendo um dos lugares mais emblemáticos da cidade. É também o coração do Theater District, onde estão alguns dos principais musicais da Broadway. Nesta última viagem, aproveitei para assistir a dois espetáculos que estão entre os mais comentados da temporada: Buena Vista Social Club, inspirado na história e na música do lendário grupo cubano, e Two Strangers (Carry a Cake Across New York), musical britânico que conquistou o público com sua história leve, divertida e emocionante. Mesmo para quem já visitou a cidade outras vezes, incluir um musical no roteiro continua sendo uma das experiências mais especiais de Nova York.

    📍 Broadway & Seventh Avenue, entre as ruas 42 e 47

    One Times Square

    Muito além do edifício que abriga a famosa bola da virada de Ano Novo, o One Times Square passou por uma grande revitalização e se transformou em uma nova atração da cidade. O espaço agora conta com experiências imersivas, exposições interativas e instalações que contam a história da Times Square e de uma das celebrações mais famosas do mundo. Uma ótima forma de conhecer de perto um dos endereços mais simbólicos de Nova York.

    📍 1475 Broadway, New York, NY 10036

    Rockefeller Center e Top of the Rock

    Um dos complexos mais famosos de Nova York, o Rockefeller Center reúne lojas, restaurantes, estúdios de televisão, obras de arte e atrações históricas. No topo do edifício fica o Top of the Rock, observatório que oferece uma das vistas mais bonitas de Manhattan, com o Empire State Building de um lado e o Central Park do outro. Uma das novidades é o The Beam, experiência inspirada na icônica foto dos operários almoçando suspensos sobre Manhattan durante a construção do Rockefeller Center nos anos 1930. Sentados em uma viga metálica, os visitantes são elevados a cerca de 260 metros de altura, com os pés suspensos e vista panorâmica para a cidade. Confesso que a hora em que a estrutura começa a subir dá um frio na barriga — mas a vista e as fotos fazem valer a experiência.

    O ingresso Beam Combo, que inclui a entrada para o Top of the Rock e a experiência The Beam, custa a partir de US$ 73. Além disso, durante o inverno, a famosa árvore de Natal e a pista de patinação do Rockfeller Center transformam a região em um dos cenários mais encantadores da cidade.

    📍 45 Rockefeller Plaza, New York, NY 10111

    St. Patrick’s Cathedral

    Em plena Quinta Avenida, a St. Patrick’s Cathedral impressiona pela arquitetura neogótica e pelos vitrais que contrastam com os arranha-céus ao redor. Considerada a principal igreja católica de Nova York, recebe milhões de visitantes todos os anos e oferece um momento de tranquilidade em meio ao ritmo acelerado de Midtown.

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    Interior da Catedral

    📍 5th Avenue entre as ruas 50 e 51

    SUMMIT One Vanderbilt

    Uma das atrações mais concorridas de Nova York atualmente, o SUMMIT One Vanderbilt combina observatório, arte imersiva e experiências sensoriais em um único espaço. As salas espelhadas criadas pelo artista Kenzo Digital se tornaram um dos cenários mais fotografados da cidade, enquanto as vistas panorâmicas oferecem uma perspectiva impressionante de Manhattan.

    📍 45 E 42nd Street, New York, NY 10017

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    Onde comer em Midtown Manhattan

    Benoit

    Assinado pelo chef Alain Ducasse, o Benoit traz o charme das tradicionais brasseries parisienses para Manhattan. O ambiente elegante e acolhedor é o cenário ideal para clássicos franceses como steak frites, escargots e profiteroles.

    📍 60 W 55th Street, New York, NY 10019

    BG Restaurant

    Escondido no último andar da Bergdorf Goodman, o BG Restaurant oferece uma das vistas mais bonitas para o Central Park. Um ótimo endereço para um almoço elegante durante um dia de compras pela Quinta Avenida.

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    Bar do BG Restaurant

    📍 754 Fifth Avenue, 7º andar, New York, NY 10019

    Fauchon

    Fundada em Paris em 1886 por Auguste Fauchon, a icônica casa francesa de gastronomia escolheu a borda norte do Bryant Park para sua nova flagship em Nova York. Muito mais do que um restaurante, o espaço reúne padaria artesanal, confeitaria, boutique gourmet e café em um ambiente que combina o charme parisiense com a energia de Manhattan. Entre pães artesanais, viennoiseries impecáveis, cafés preparados com esmero e clássicos franceses como o croque monsieur, a experiência transporta os clientes para Paris sem sair de Midtown. Antes de ir embora, vale reservar alguns minutos para explorar a lojinha, repleta de chás, chocolates, macarons e os famosos produtos da marca.

    📍 1114 Avenue of the Americas, New York, NY 10036

    Giulietta

    Uma das novidades de Midtown, o Giulietta é a nova aposta de Mark Barak, nome por trás do grupo La Pecora Bianca. Localizado ao lado da Grand Central Terminal, o restaurante combina o glamour da Nova York de meados do século com a atmosfera descontraída da costa italiana. No cardápio, massas artesanais, pizzas napolitanas, burrata da Puglia e pratos como o famoso spaghetti de lagosta Fra Diavolo. Vale também sentar no belo bar para experimentar os coquetéis da casa durante o happy hour.

    📍 200 Park Ave, New York, NY 10166

    Grand Brasserie

    Localizada no Vanderbilt Hall, o antigo grande salão de espera da Grand Central Terminal, a Grand Brasserie trouxe o charme das tradicionais brasseries francesas para um dos endereços mais icônicos de Nova York. O amplo salão, com cerca de 400 lugares e projeto assinado pelo renomado escritório Rockwell Group, combina a elegância dos bistrôs parisienses com a energia vibrante de Midtown. No cardápio, brilham clássicos da culinária francesa como escargots na manteiga, omelete de lagosta, steak frites, confit de pato e linguado ao meunière, além de um raw bar dedicado a ostras e frutos do mar. Outro diferencial é o horário de funcionamento: aberta do café da manhã até a madrugada, a Grand Brasserie funciona bem para praticamente qualquer momento do dia, seja um café antes dos passeios, um almoço entre atrações ou um jantar antes da Broadway.

    📍 89 E 42nd Street, New York, NY 10017

    Santi

    À frente do Santi está Michael White, chef responsável pelo premiado Marea, um dos restaurantes italianos mais celebrados de Nova York. Em seu novo projeto em Midtown, White aposta em uma cozinha italiana sofisticada e contemporânea, com destaque para massas artesanais, frutos do mar e ingredientes de altíssima qualidade. O ambiente elegante e o serviço impecável fazem do Santi uma excelente escolha para um jantar especial na região.

    📍 11 E 53rd Street, New York, NY 10022

    Starchild Rooftop

    No topo do CIVILIAN Hotel, a poucos passos da Broadway, o Starchild oferece uma das vistas mais interessantes de Midtown. Inspirado no glamour da Nova York dos anos 1970, o rooftop combina coquetéis criativos, música e uma atmosfera vibrante, especialmente ao entardecer. É uma ótima parada para um drinque antes ou depois de assistir a um musical na Broadway.

    📍 305 W 48th Street, New York, NY 10036

    The Modern

    Dentro do MoMA está o The Modern, um dos restaurantes mais premiados de Nova York, com duas estrelas Michelin e vista para o jardim de esculturas do museu. No almoço, o menu executivo é uma ótima oportunidade para conhecer a cozinha da casa. Já quem prefere uma experiência mais descontraída pode optar pelo Bar Room at The Modern, que funciona no mesmo espaço, com ambiente mais casual, pratos à la carte e a mesma vista privilegiada.

    📍 9 W 53rd Street, New York, NY 10019

    Tonchin

    Considerado por muitos um dos melhores endereços para ramen em Nova York, o Tonchin nasceu em Tóquio antes de conquistar Manhattan. Além dos famosos noodles preparados artesanalmente, o restaurante oferece pequenos pratos japoneses contemporâneos em um ambiente moderno e descontraído.

    📍 13 W 36th Street, New York, NY 10018

    Midtown Manhattan continua sendo um dos melhores pontos de partida para explorar Nova York. Além de concentrar alguns dos cartões-postais mais famosos da cidade, a região ganhou nos últimos anos novos restaurantes, observatórios e experiências que fazem cada visita ser diferente da anterior. Seja a sua primeira viagem ou a décima, sempre há algo novo para descobrir por aqui. Depois de revisitar Midtown nesta última viagem, saí com a certeza de que ela continua sendo uma das áreas mais interessantes — e completas — de Manhattan.

    Por Renata Araújo. Junho de 2026.
    Fotos: Renata Araújo e Divulgação

  • Hotel de luxo em Cartagena: Sofitel Legend Santa Clara, dentro da Cidade Amuralhada

    Hotel de luxo em Cartagena: Sofitel Legend Santa Clara, dentro da Cidade Amuralhada

    Existem hotéis que servem apenas como base para conhecer um destino. No Sofitel Legend Santa Clara, tive a sensação oposta. Localizado dentro da Cidade Amuralhada de Cartagena, o hotel ocupa o antigo Convento de Santa Clara, construído em 1621, e combina mais de quatro séculos de história com uma estrutura completa de hotelaria de luxo. São 124 quartos e suítes distribuídos entre as alas colonial e republicana, dois restaurantes, dois bares, spa, academia e a maior piscina do Centro Histórico da cidade. Ao longo dos séculos, o edifício também funcionou como hospital, escola de medicina, escola de belas artes e até prisão feminina antes de ser restaurado e transformado em hotel. Foi justamente essa combinação entre patrimônio histórico, gastronomia e localização privilegiada que mais me interessou durante a estadia.

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    Localização

    Uma das grandes vantagens do Sofitel Legend Santa Clara certamente é a localização. O hotel fica dentro da Cidade Amuralhada, a poucos minutos de caminhada de alguns dos principais restaurantes, bares, igrejas e atrações históricas de Cartagena. Ideal para deixar de lado qualquer transporte e explorar a cidade caminhando pelas ruas coloridas do centro histórico. Ao mesmo tempo, por estar localizado em uma extremidade da muralha, o hotel consegue manter uma atmosfera mais tranquila do que outras áreas mais movimentadas da cidade.

    A história por trás do Santa Clara

    Antes mesmo de entrar no quarto, eu já estava observando os claustros, os pátios internos e os corredores que fazem parte da história de Cartagena há mais de 400 anos. Poucos hotéis contam a história de uma cidade tão bem quanto o Sofitel Legend Santa Clara. O edifício foi construído em 1621 para abrigar o Convento das Clarissas e acompanhou boa parte da evolução de Cartagena. Com o passar dos séculos, deixou de ser convento e passou a funcionar como hospital, escola de medicina, escola de belas artes e até prisão feminina.

    Entre 1992 e 1995, o prédio passou por um cuidadoso processo de restauração até reabrir como hotel. Hoje, faz parte da coleção Sofitel Legend, reservada a algumas das propriedades históricas mais importantes da marca no mundo. O mais interessante é que essa história não está apenas nas placas ou nos livros. Ela aparece o tempo todo nos claustros, nos jardins, nos corredores e nos espaços de convivência do hotel.

    Arquitetura: entre o colonial e o republicano

    O hotel está dividido em duas áreas principais. A ala colonial ocupa a parte mais antiga do antigo convento e concentra boa parte dos elementos históricos da propriedade. É ali que estão os claustros, os pátios internos e vários dos ambientes que ajudam a contar a história do edifício.

    Já a ala republicana foi construída em 1867 e apresenta uma linguagem arquitetônica diferente, mais leve e contemporânea. É nela que estão a piscina e parte das acomodações. Essa mistura de épocas faz parte do charme do Santa Clara e ajuda a explicar por que ele é tão diferente de outros hotéis da cidade.

    A piscina: um refúgio entre um passeio e outro

    Cartagena é uma cidade para ser explorada a pé. Entre as ruas coloridas da Cidade Amuralhada, os cafés, igrejas, galerias e restaurantes, é fácil passar horas caminhando sob o calor caribenho. Por isso, a piscina do Sofitel Legend Santa Clara acabou se tornando um dos espaços que mais aproveitei durante a estadia. Localizada na ala republicana, ela é considerada a maior piscina dentro do Centro Histórico de Cartagena. Mais do que um atrativo do hotel, funciona quase como uma pausa estratégica no meio do dia. Depois de algumas horas explorando a cidade, era sempre bom voltar para um mergulho antes de seguir para o próximo programa.

    Quartos e suítes

    O Sofitel Legend Santa Clara conta com 124 quartos e 15 suítes distribuídos entre as alas colonial e republicana. Os quartos localizados na área colonial preservam elementos arquitetônicos que ajudam a reforçar a história do edifício, enquanto as acomodações da ala republicana apresentam uma linguagem mais contemporânea. Independentemente da categoria, a proposta é combinar o charme histórico da propriedade com o conforto esperado de um hotel de luxo. Os quartos contam com camas confortáveis, banheiros amplos, amenities de alto padrão e vistas que variam entre os jardins internos, a piscina, o Centro Histórico e o Mar do Caribe. Uma característica interessante é justamente esse equilíbrio entre passado e presente. Em nenhum momento a história do edifício compromete o conforto da estadia.

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    As suítes inspiradas na arte colombiana

    Entre as acomodações, um dos destaques são as suítes inspiradas em alguns dos artistas mais importantes da Colômbia. A mais conhecida delas é a Suíte Presidencial Fernando Botero. Decorada com obras do artista, ela foi concebida com participação de sua própria filha no projeto de interiores. O próprio Botero visitou o espaço e deixou sua assinatura emoldurada na parede. Além disso, o hotel também abriga suítes dedicadas a Ana Mercedes Hoyos, Enrique Grau e ao casal Jim e Olga de Amaral, reforçando a conexão da propriedade com a arte e a cultura colombianas.

    Gastronomia do hotel de luxo em Cartagena

    A gastronomia é um dos pilares da experiência no Sofitel Legend Santa Clara. O dia começa no Jardín Santa Clara, restaurante onde é servido o café da manhã. Foi um dos que mais gostei em Cartagena, tanto pela variedade quanto pela qualidade dos ingredientes. Frutas tropicais, pães, viennoiseries, pratos quentes preparados na hora e especialidades colombianas fazem parte da experiência. Ao longo do dia, o Jardín Santa Clara também funciona para almoço e jantar, com uma proposta que valoriza ingredientes locais e combina referências mediterrâneas e caribenhas.

    Restaurante 1621

    Entre todos os espaços gastronômicos do hotel, o 1621 é provavelmente o mais emblemático. O restaurante ocupa o antigo refeitório das freiras Clarissas, mantendo uma ligação direta com a história do edifício. Hoje, o espaço abriga uma das experiências gastronômicas mais sofisticadas de Cartagena. Sob comando do chef Dominique Oudin, o menu combina técnicas francesas com ingredientes colombianos, especialmente produtos vindos do Caribe e da região andina. Mesmo para quem não está hospedado no hotel, vale considerar uma reserva para jantar ali.

    Bares: El Coro e Botika

    O Sofitel Legend Santa Clara também conta com dois bares bastante diferentes entre si. O El Coro Lounge Bar ocupa o antigo coro das noviças do convento. Com mais de quatro séculos de história, é um dos ambientes mais interessantes do hotel para um drinque no fim do dia. A programação inclui música ao vivo e ritmos caribenhos como salsa e son cubano.

    Já o Botika Bar tem uma proposta mais contemporânea. Localizado em uma área com vista para o Mar do Caribe, é conhecido pela carta de coquetéis e pelo uso de técnicas modernas de mixologia, incluindo a clarificação de drinks.

    Spa e bem-estar

    O Sofitel Spa ocupa uma área de aproximadamente 800 metros quadrados e é considerado um dos mais completos de Cartagena. O espaço conta com salas de tratamento, hammam, jacuzzi, áreas de relaxamento e terapias realizadas com produtos Sisley. Depois de dias intensos explorando Cartagena, é uma opção interessante para desacelerar antes de seguir viagem.

    Vale a pena se hospedar no Sofitel Legend Santa Clara?

    Cartagena tem excelentes hotéis, mas poucos conseguem fazer parte da própria narrativa da cidade. O Sofitel Legend Santa Clara não é apenas um lugar para dormir. Sua história, arquitetura e localização ajudam a entender melhor o destino e tornam a experiência muito mais rica. Para quem busca um hotel de luxo em Cartagena, especialmente dentro da Cidade Amuralhada, é uma das hospedagens mais interessantes da cidade — não apenas pelo conforto, mas pela oportunidade de viver alguns dias dentro de um edifício que acompanha a história local há mais de quatro séculos.

    Duda Vétere viajou conectada e assegurada com O Meu Chip.

    Texto e fotos por Duda Vétere. Junho de 2026.

  • Côt Parrilla: novo restaurante no Leblon traz conceito de parrilla asiática ao Rio

    Côt Parrilla: novo restaurante no Leblon traz conceito de parrilla asiática ao Rio

    O Leblon acaba de ganhar um novo endereço gastronômico que já vem despertando curiosidade entre os cariocas. O Côt Parrilla aposta em um conceito ainda pouco explorado no Rio de Janeiro: a combinação entre a tradicional parrilla e sabores inspirados na culinária asiática, especialmente a coreana. Fomos conhecer a novidade e experimentar alguns dos destaques do cardápio. Instalado na esquina da General San Martin com a Cupertino Durão, o restaurante nasceu da ideia de dois amigos de longa data de unir a tradição da brasa a referências da gastronomia asiática. O resultado é uma casa onde a parrilla ocupa o centro da experiência e os pratos foram pensados para compartilhar.

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    O que é a parrilla asiática do Côt?

    A proposta do Côt é combinar a técnica da parrilla, tão tradicional em países como Argentina e Uruguai, com ingredientes, molhos e temperos inspirados em diferentes cozinhas asiáticas. A influência coreana aparece com mais força no cardápio, refletindo um movimento que vem ganhando cada vez mais espaço na cena gastronômica internacional. À frente da cozinha está a chef Mariana Rabello, que traz passagens por nomes importantes da gastronomia carioca, como Roberta Sudbrack e Pedro de Artagão. No Côt, ela também coloca em prática aprendizados adquiridos ao lado de Itamar Araújo, chef-executivo do Elena, criando um cardápio que transita por diferentes referências asiáticas sem abrir mão da identidade da casa.

    Ambiente do novo restaurante no Leblon

    O restaurante ocupa o imóvel onde funcionou o Le Coin por quase quatro décadas, em uma esquina bastante conhecida do Leblon. Logo na entrada, a parrilla chama atenção e se torna a grande protagonista do salão. O projeto ocupa dois andares e aposta em diferentes texturas e materiais para criar uma atmosfera contemporânea e descontraída. No segundo piso, o destaque fica para o bar, enquanto o salão oferece diferentes configurações para casais, grupos e encontros mais informais.

    O que esperar do cardápio

    O menu foi pensado para compartilhar e faz um passeio por diferentes referências da culinária asiática. As seções incluem crus, izakaya, kushiyaki e parrilla, além de sandos, noodles, pratos de arroz, acompanhamentos e sobremesas. Para ajudar o cliente a navegar por esse universo, o cardápio traz algumas preparações típicas da culinária coreana. É o caso dos banchan, pequenos acompanhamentos servidos para compartilhar, e do Bo Ssam, barriga de porco acompanhada por folhas, picles e molhos, montada à mesa.

    A brasa aparece em boa parte dos preparos, seja nos cortes de carne, seja em opções como as asinhas de frango marinadas com barbecue coreano, gergelim e togarashi. Entre os acompanhamentos, vale ficar de olho no arroz de kimchi, na salada de pepino com chilli crunch e nas batatas fritas com kewpie, sweet chilli, teriyaki e nori.

    Das entradas a sobremesas

    Adoramos o steak tartare coreano com pera asiática, gema e nori crocante, que tem tiras mais longas e forte presença do óleo de gergelim. Também provamos a gyoza de porco ao molho ponzu e o milho assado com manteiga de missô, duas pedidas que traduzem bem o encontro entre a brasa e os sabores asiáticos. Entre os principais, a costela cozida por 16 horas chamou atenção pela textura extremamente macia, praticamente desmanchando ao toque do garfo.

    Vale deixar espaço para a sobremesa. O menu reúne opções como, por exemplo, fondant de chocolate com chantilly de mascarpone, banana assada com doce de leite e crumble, ovos nevados com framboesa e amêndoas caramelizadas e um crepe de maçã servido com caramelo salgado e sorvete de baunilha.

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    Côt à Mesa: opção para grupos

    Para quem visita o restaurante em grupo, uma das sugestões é o Côt à Mesa, um menu servido por valor fixo que reúne alguns dos principais pratos da casa. A seleção inclui entradas, acompanhamentos, cortes preparados na parrilla e sobremesa, funcionando como uma forma prática de conhecer diferentes sabores do cardápio em uma única refeição. Entre os itens servidos estão kimchi da casa, arroz de kimchi, fraldinha, chorizo, flat iron e galbi, a tradicional costela marinada ao estilo coreano.

    Drinques autorais e clássicos

    A carta de bebidas combina coquetéis autorais e clássicos. Entre os destaques está o Hirê, preparado com saquê, pera, yuzu, frutas vermelhas e espumante, uma opção leve e refrescante. Como boa fã de Bloody Mary, aproveitei para testar a versão da casa — e ela foi mais do que aprovada. O restaurante também oferece uma seleção de clássicos, além de saquês, vinhos e destilados que ajudam a complementar a refeição.

    Vale a visita?

    A gastronomia coreana desperta cada vez mais interesse ao redor do mundo, e o Côt Parrilla aproveita esse movimento para apresentar uma combinação ainda pouco comum no Rio de Janeiro. Mais do que seguir uma tendência, a casa aposta em uma identidade própria, construída a partir da união entre a brasa e os sabores do Oriente.

    Saí de lá já pensando no que pedir na próxima visita — sempre um bom sinal quando se trata de um restaurante novo!

    Por Duda Vétere e Renata Araújo. Junho de 2026.
    Fotos: Duda Vétere, Renata Araújo, Rodrigo Azevedo

  • Cruzeiro pelo Rio Hudson: uma perspectiva diferente de Nova York

    Cruzeiro pelo Rio Hudson: uma perspectiva diferente de Nova York

    Depois de incontáveis visitas a Nova York e de passar dez dias na cidade nesta viagem, achei que já a tinha visto de praticamente todos os ângulos possíveis. Caminhei por diferentes bairros, visitei museus, subi em observatórios e explorei novos hotéis e restaurantes. Ainda assim, uma das experiências que mais me marcou aconteceu longe das ruas de Manhattan.Foi a bordo de um jantar-cruzeiro pelo Rio Hudson ao entardecer. Nova York é uma cidade que costuma ser observada de baixo para cima. Dos mirantes, a tendência é admirar sua grandiosidade do alto. Mas existe algo de especial em vê-la a partir da água, da mesma forma que muitos imigrantes a enxergaram pela primeira vez ao chegar aos Estados Unidos.

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    Jantar, música ao vivo e vistas privilegiadas

    A embarcação da City Cruises parte do Pier 61, no Chelsea Piers, e durante cerca de três horas percorre as águas que cercam Manhattan. O programa combina gastronomia, música ao vivo e uma sequência de vistas que ajudam a entender por que o skyline nova-iorquino continua sendo um dos mais reconhecidos do mundo.

    O jantar é servido à mesa e oferece diferentes opções de entrada, prato principal e sobremesa. A carta inclui vinhos, espumantes, cervejas e coquetéis disponíveis para compra. Enquanto isso, uma banda ao vivo – capaz de animar até cantando Michel Teló, rs – embala a navegação e cria uma atmosfera animada, sem competir com a principal atração da noite: a paisagem.

    E ela muda o tempo todo. Primeiro surgem os edifícios de Midtown refletindo a luz dourada do fim de tarde. Depois aparecem as pontes, os arranha-céus de Lower Manhattan e a movimentação constante das embarcações que cruzam o porto de Nova York.

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    O encontro com a Estátua da Liberdade no cruzeiro pelo Rio Hudson

    Mas há um momento em que tudo parece parar. Quando o barco se aproxima da Estátua da Liberdade, os passageiros naturalmente abandonam suas mesas e seguem para os decks externos. Foi exatamente o que aconteceu comigo.

    Já visitei Nova York diversas vezes e já vi a Lady Liberty em outras ocasiões. Ainda assim, observá-la daquele ângulo, cercada pela água e iluminada pelos últimos raios de sol do dia, teve um impacto diferente. Ou seja, por alguns minutos, ninguém parece se preocupar com o jantar ou com a música. Todos olham para a mesma direção. É difícil encontrar uma imagem que represente melhor Nova York.

    Aproveite para ver o nosso reels também sobre o Cruzeiro pelo Rio Hudson!

    Um olhar para a nova orla de Manhattan

    Outro detalhe que merece atenção é o próprio trajeto. O passeio passa por uma região que vem se transformando rapidamente nos últimos anos. Hudson River Park, Little Island, Pier 57 e Chelsea Piers mostram como a cidade voltou a olhar para sua orla e a incorporar esses espaços ao cotidiano de moradores e visitantes.

    Portanto, para quem já conhece Nova York, é também uma oportunidade de observar a evolução da cidade para além dos cartões-postais mais famosos.

    Vale a pena o cruzeiro pelo Rio Hudson?

    Para quem planeja fazer o passeio, uma dica certamente prática: mesmo nos meses mais quentes, vale levar uma camada extra de roupa e se prepare para ficar descabelada, rs. O vento nos decks externos pode ser surpreendentemente forte, especialmente próximo à Estátua da Liberdade e às áreas mais abertas do rio. O jantar-cruzeiro é apenas uma das experiências operadas pela City Cruises. A empresa também oferece brunches, almoços, happy hours, passeios ao pôr do sol e saídas especiais em datas comemorativas, incluindo Natal e Réveillon. (Aliás, este foi meu terceiro cruzeiro na ilha).

    Em uma cidade que está sempre criando novas atrações, poucas experiências conseguem reunir gastronomia, entretenimento e uma perspectiva tão privilegiada de seus principais cartões-postais. Depois de mais uma viagem a Nova York, foi justamente a vista a partir da água que me fez enxergar a cidade de um jeito diferente.

    Serviço

    City Cruises New York

    Embarque: Pier 61, Chelsea Piers

    Duração: aproximadamente 3 horas

    Inclui: jantar servido à mesa, música ao vivo e navegação pelo Rio Hudson

    Outras experiências: brunch cruises, lunch cruises, sunset cruises, happy hours e cruzeiros temáticos

    Bebidas alcoólicas: cobradas à parte

    Reservas: cityexperiences.com

    Texto e fotos: Renata Araújo

    Renata Araújo viajou para NYC a convite do NYC Tourism e da United Airlines

  • Hotel de luxo no Caribe colombiano: Sofitel Barú Cartagena

    Hotel de luxo no Caribe colombiano: Sofitel Barú Cartagena

    A península de Barú fica ao sul de Cartagena e é conhecida pelas praias de areia clara e pelo mar em tons de azul-turquesa. O acesso pode ser feito tanto por carro quanto por barco — e, na nossa experiência, o trajeto de catamarã, em cerca de 50 minutos saindo da cidade histórica, já faz parte da transição entre dois cenários muito diferentes do Caribe colombiano. Nós já tínhamos visitado o Sofitel Barú Cartagena em 2024, e voltamos agora para revisitar o hotel em outro momento. O que encontramos foi um resort pé na areia que combina a elegância da hotelaria francesa com a paisagem do Caribe colombiano e que segue como uma das principais referências da região.

    O hotel, inaugurado em 2021, conta com 187 quartos, cinco piscinas distribuídas pela propriedade, três restaurantes, além de uma seleção de bares e lounges espalhados por diferentes áreas. A estrutura ainda inclui spa e academia, em um projeto amplo, bem distribuído e integrado ao ambiente natural da ilha.

    Aliás, se você tem planos de viajar de viajar para a Colômbia, não esqueça de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho!

    Localização do melhor hotel da Ilha Barú

    A Ilha de Barú, na verdade, é uma península localizada ao sul de Cartagena. Ela é conectada ao continente por uma ponte, o que facilita o acesso por terra, além das rotas marítimas que partem diretamente da cidade. É uma região conhecida pelas praias de areia clara e pelo mar em tons de azul-turquesa, que ao longo dos anos passou de destino mais rústico para uma das áreas mais procuradas do litoral colombiano. O acesso ao Sofitel Barú Cartagena pode ser feito de duas formas: por barco, em uma travessia de aproximadamente 50 minutos a partir de Cartagena, ou por carro, em cerca de 1h30, dependendo do ponto de saída e do trânsito na região. Na prática, a chegada pelo mar acaba sendo a mais utilizada por quem busca uma experiência mais integrada ao cenário do Caribe desde a saída da cidade.

    Arquitetura e projeto do hotel pé na areia em Cartagena

    O Sofitel Barú Cartagena tem uma arquitetura marcada pela integração com a paisagem. Em vez de se impor ao entorno, o projeto se abre para o ambiente natural da ilha, com áreas amplas, circulação fluida e espaços ao ar livre que conectam diferentes pontos do hotel. A identidade colombiana aparece de forma consistente na decoração, com obras de artistas locais e elementos feitos à mão. Os interiores assinados por Marcela Villegas trazem uma leitura contemporânea do Caribe, combinando materiais naturais e linhas mais limpas, enquanto as tapeçarias de Eloin Rivera reforçam esse diálogo com o artesanato regional. O resultado é um hotel que não tenta competir com o cenário externo — pelo contrário, ele se organiza para se integrar a ele.

    As acomodações do Sofitel Baru

    O Sofitel Barú Cartagena está distribuído em dez torres e conta com 187 quartos, incluindo 23 suítes localizadas nos andares superiores das torres 4 a 1. Ficamos na categoria Signature King, Beach Front Room, de frente para o mar, que combina decoração contemporânea com fibras naturais, texturas artesanais e tapeçarias inspiradas na paisagem caribenha. Acordar ali com a luz natural entrando pela varanda e a vista direta do Caribe é um dos pontos mais marcantes da experiência. O quarto é amplo, com uma distribuição muito confortável entre cama king-size, poltrona, mesa de trabalho e uma pequena área de estar junto à varanda. Há também um espaço com cafeteira Nespresso, além de bons armários para organização da estadia. O banheiro segue a mesma proposta de conforto, com bom espaço, roupões e uma seleção de amenities da Loccitane.

    As piscinas do hotel de luxo na Ilha Barú

    O Sofitel Barú Cartagena conta com cinco piscinas externas distribuídas ao longo da propriedade, com design moderno e paisagismo bem cuidado, rodeadas por árvores tropicais. Elas não estão concentradas em um único ponto, o que cria uma dinâmica interessante ao longo do dia: algumas áreas mais movimentadas, outras mais tranquilas e espaços que atendem tanto famílias quanto casais. Essa distribuição faz com que o hotel seja naturalmente mais fluido, sem aquela concentração excessiva de hóspedes em um mesmo ambiente.

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    A praia do Sofitel Barú

    A praia em frente ao hotel é um dos pontos mais gostosos da estadia. O mar é calmo e a água morna — daquele tipo que a gente simplesmente não tem vontade de sair. No fim do dia, a única dúvida acaba sendo entre ficar na praia ou ir para a piscina. E, na prática, o dia vai passando assim, entre os dois, sem muita pressa ou decisão. O serviço de praia funciona direto na areia, com drinques, cervejas e petiscos disponíveis ao longo do dia. Também aparecem algumas cortesias, como limonada de coco e outras bebidas geladas, que deixam tudo ainda mais leve.

    A gastronomia do melhor hotel da Ilha Barú

    A gastronomia é um dos pontos mais consistentes do Sofitel Barú . A variedade dos bares e restaurantes do hotel é ideal para quem não tem nem intenção de sair dele. Afinal, o hóspede consegue mesclar, tanto o ambiente, quanto o menu. O Calablanca concentra o café da manhã e funciona ao longo do dia. O restaurante mistura culinária colombiana, mediterrânea e internacional, com pratos como peixe frito com patacón, arepas, bandeja paisa e opções de frutos do mar. O forno de pizza à lenha também é um dos destaques.

    Enquanto isso, o Humo, um dos nossos favoritos, tem uma proposta de robata grill com influências asiáticas e internacionais e um menu que muda conforme a sazonalidade dos ingredientes. É um dos lugares mais concorridos do hotel, então vale reservar com antecedência. Já o Bahía fica à beira-mar e tem uma proposta mais leve, com foco em frutos do mar e no conceito surf & turf. Funciona muito bem para almoços longos ou jantares mais informais.

    O El Manglito, food truck na área da praia, foi uma das surpresas da estadia. Tem um cardápio mais descontraído, com tacos, quesadillas e drinks, perfeito para comer sem sair da areia.

    Os bares do Sofitel Barú

    Os bares do hotel estão espalhados por diferentes áreas e ajudam a criar ritmos diferentes ao longo do dia. O Lobby Lounge Bar funciona como ponto de chegada, com vista para a baía, enquanto o La Pérgola, no rooftop, é mais animado, com música ao vivo e coquetelaria artesanal no fim da tarde. Já o La Plage e o L’Ilot ficam mais conectados à praia e às piscinas, funcionando praticamente o dia todo. Os bares do Casablanca e do Bahía acompanham os restaurantes e ajudam a manter a circulação entre gastronomia e áreas externas.

    SPA

    Definitivamente, o spa do Sofitel Barú foi um dos momentos mais relaxantes da estadia. O espaço tem cerca de 283 m² e é totalmente dedicado ao bem-estar, com sauna seca, sauna úmida, salas de tratamento e rituais completos. Fizemos uma massagem que foi excelente — não só pelo tratamento em si, mas também pela estrutura e pela sensação de pausa completa dentro do hotel. Os tratamentos incluem técnicas ayurvédicas e produtos da linha Éccora, com ingredientes naturais e foco em relaxamento profundo.

    Experiências no Hotel de luxo no Caribe colombiano

    Além da estrutura do hotel, o Sofitel Barú Cartagena também oferece uma programação variada de experiências ao longo da estadia. Entre elas estão degustação de café, aulas de mixologia, atividades náuticas, passeios de barco e até sessões de cinema ao ar livre. O hotel também organiza experiências fora da propriedade, como passeios de bicicleta e visitas ao aviário local.

    Durante a nossa estadia, uma das experiências que vivemos foi a degustação de café, que ajuda a conectar o hóspede com a produção local e com a cultura colombiana de forma mais direta. Mas o ponto alto foi o jantar privativo na praia — uma mesa montada na areia, à beira-mar, com luz de velas e menu degustação de cinco tempos. Um cenário completamente aberto, com o som do mar e um serviço totalmente dedicado, reforçando essa proposta do hotel de usar a própria paisagem como parte da experiência gastronômica.

    Veja aqui como foi parte da nossa experiência em 2024 no Sofitel Barú

    Em comemoração aos 60 anos da marca de hotelaria francesa Sofitel, fui a única jornalista brasileira convidada para um jantar a quatro mãos do melhor hotel da Isla Barú. O chef executivo do hotel, Patrice Guauss recebeu o renomado cozinheiro Alain Roux, proprietário do Roux Water Side Inn, restaurante premiadíssimo nos arredores de Londres. O chef francês radicado na Inglaterra tem também um pequeno hotel de doze quartos e uma escola de culinária. Mas o que mais impressiona é o fato do Roux Water Side Inn ser o restaurante com três estrelas com mais tempo de existência fora da França: 39 anos!! 

    Portanto, tivemos um belíssimo e elegante jantar sob as estrelas, literalmente pé na areia no agradável Sofitel Baru, um refúgio de luxo nesta parte da Colômbia. Certamente foi uma experiência única e inesquecível, poder celebrar os 60 anos da marca Sofitel em um lugar tão especial como o Sofitel Baru. A combinação da culinária francesa com o cenário paradisíaco do Caribe Colombiano tornou a noite ainda mais especial. A hospitalidade e o serviço impecável do hotel fizeram com que os convidados se sentissem verdadeiramente mimados durante toda a estadia.

    Conclusão

    O Sofitel Barú Cartagena hoje funciona como um resort completo à beira-mar, com uma estrutura ampla, mas bem distribuída ao longo da propriedade. É um hotel que se adapta bem a diferentes tipos de viagem — casais, famílias e estadias mais longas — com uma combinação equilibrada entre conforto, gastronomia e localização.

    Mais do que um hotel na praia, é um ponto de encontro com o próprio ritmo do Caribe colombiano.

    Por Duda Vétere. Atualizado em Junho de 2026.
    Fotos: Duda Vétere, Renata Araújo

  • Como é fazer um cruzeiro na Colômbia pelo Rio Magdalena, entre Barranquilla e Cartagena

    Como é fazer um cruzeiro na Colômbia pelo Rio Magdalena, entre Barranquilla e Cartagena

    Confesso que, antes de embarcar no AmaMelodia, não sabia exatamente o que esperar, afinal, era a minha primeira experiência em um cruzeiro fluvial. Depois de sete noites navegando pelo Rio Magdalena, posso dizer que foi também uma das formas mais interessantes que já encontrei de conhecer um país. No itinerário Magic of Colombia, da AmaWaterways, viajamos de Barranquilla a Cartagena passando por cidades coloniais, comunidades ribeirinhas, áreas de natureza preservada e lugares que dificilmente conheceríamos de outra forma, como Mompox e Palenque. Ao longo do caminho, descobrimos uma Colômbia muito diferente daquela que costuma aparecer nos roteiros mais tradicionais. E talvez essa tenha sido a maior surpresa da viagem. Em vez de dias inteiros apenas navegando, cada parada trazia uma nova história, cenário ou conexão com a cultura local. O fato de o AmaMelodia receber no máximo 64 hóspedes também faz toda a diferença: a atmosfera é intimista, o serviço extremamente personalizado e o ritmo muito mais próximo de um hotel boutique flutuante do que de um grande cruzeiro.

    Ao longo dos sete dias, alternamos passeios de observação de fauna e flora, caminhadas por cidades coloniais, visitas a comunidades locais e momentos de descanso no navio. Foi uma viagem em que o percurso teve tanto protagonismo quanto os destinos — e é justamente isso que a torna tão especial.

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    Como é viajar a bordo do AmaMelodia

    Antes de falar sobre as paradas ao longo do Rio Magdalena, vale contar um pouco sobre o AmaMelodia, o navio que seria nossa casa durante os sete dias seguintes. Com capacidade para apenas 64 hóspedes distribuídos em 32 cabines, ele está muito longe da escala dos grandes cruzeiros marítimos. O tamanho reduzido da embarcação muda completamente a dinâmica da viagem. Em poucos dias, a tripulação já sabia nossos nomes, preferências e até qual bebida costumávamos pedir durante o happy hour. O atendimento é extremamente próximo e personalizado, criando uma atmosfera muito mais parecida com a de um hotel boutique do que com a de um navio tradicional. Certamente a atenção e o carinho de toda a equipe do Ama fez a diferença.

    A cabine era espaçosa, com cerca de 22 m², com uma cama king-size super confortável — daquelas que fazem você dormir em poucos minutos depois de um dia inteiro de passeios —, uma mesa de apoio, televisão, dois armários grandes e bastante espaço para organizar roupas e malas. Detalhe importante, já que seriam sete dias a bordo! Desfiz minha mala logo no primeiro dia e pendurei todos os vestidos nos cabides. Ou seja, sem aquela sensação de viver dentro da mala durante a viagem. Aliás, todas as cabines do AmaMelodia contam com varanda, um detalhe que faz bastante diferença em uma viagem como essa. E ainda uma varanda francesa, com portas de vidro do chão ao teto, que valorizavam ainda mais a vista durante nossa navegação pelo Rio Magdalena. O banheiro também tinha um bom espaço, com duas pias, uma grande bancada para organizar os itens pessoais, amenities e um ótimo chuveiro.

    A estrutura do Cruzeiro da AmaWaterways na Colômbia

    Como o AmaMelodia recebe poucos hóspedes, toda a operação gastronômica acontece em um único restaurante. Os menus mudavam diariamente e combinavam pratos inspirados na culinária colombiana com opções internacionais. Ao longo da semana, porém, a experiência ia muito além do salão principal. Em um dos dias, tivemos um café da manhã caribenho servido ao ar livre no deck, enquanto navegávamos pelo Rio Magdalena. Em outro, um almoço barbecue trouxe ainda mais variedade à programação gastronômica. Pequenos detalhes como esses ajudavam a quebrar a rotina e deixavam cada dia diferente do anterior.

    Aliás, todas as refeições estão incluídas na tarifa, assim como bebidas não alcoólicas. Durante o almoço e o jantar, vinho e cerveja também são servidos sem custo adicional. Já no fim da tarde, entre 18h e 19h, acontece o Sip & Sail, um happy hour diário com drinques e outras bebidas incluídas.

    No Luna Deck ficam a piscina, as espreguiçadeiras e algumas das áreas de convivência mais agradáveis do navio. A piscina não é grande, mas era perfeita para se refrescar depois dos passeios e aproveitar um pouco a navegação pelo Rio Magdalena. Por ali, também aconteciam algumas atividades, como aulas de alongamento e yoga. Já no lounge, onde fica o bar principal, acontecem as palestras sobre a cultura colombiana e os destinos que fazem parte do roteiro Magic of Colombia,

    Outro recurso que usamos bastante durante a viagem foi o aplicativo da AmaWaterways. Toda a programação diária fica disponível ali: horários das excursões, informações sobre os destinos, atividades a bordo e detalhes da reserva. Parece um detalhe simples, mas ajudava bastante a organizar os dias e acompanhar tudo o que aconteceria ao longo da semana.

    Mas o que realmente diferencia este roteiro não está dentro do navio. Está do lado de fora. Ao contrário dos cruzeiros marítimos, em que muitas vezes passamos dias inteiros navegando, aqui praticamente todos os dias traziam uma nova parada, um novo passeio ou uma oportunidade de conhecer um pedaço diferente da Colômbia.

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    Dia 1: embarque em Barranquilla e primeiras impressões

    Nosso embarque aconteceu em Barranquilla, cidade localizada na foz do Rio Magdalena e ponto de partida do roteiro Magic of Colombia. Como chegamos já no fim da tarde, fomos direto para o AmaMelodia e aproveitamos as primeiras horas para conhecer o navio e nos instalar na cabine. Na nossa primeira noite a bordo, aconteceu a tradicional apresentação da tripulação. Capitão, guias, equipe do restaurante, bar e demais áreas do navio se reuniram para dar as boas-vindas aos hóspedes e apresentar um panorama do que nos aguardava nos dias seguintes, além das instruções de segurança obrigatórias.

    Também foi nosso primeiro contato com a gastronomia do navio. Depois do jantar, aproveitamos para explorar um pouco mais as áreas comuns e descansar. Afinal, no dia seguinte começariam as primeiras excursões e a descoberta daquela Colômbia que viemos conhecer.

    Dia 2: Usiacurí e a tradição da iraca

    O primeiro dia completo de viagem começou ainda em Barranquilla. Podiamos escolher entre um tour panorâmico pela cidade ou uma visita a Usiacurí, um pequeno município localizado a cerca de uma hora de distância. Nós optamos pela segunda opção. Com pouco mais de 13 mil habitantes, Usiacurí é conhecida principalmente pelo trabalho artesanal feito com a iraca, uma fibra vegetal utilizada na produção de bolsas, chapéus, luminárias, cestos e peças decorativas. A tradição é passada de geração em geração há mais de 90 anos e hoje representa cerca de 70% da economia local.

    Ao caminhar pelas ruas da cidade, o artesanato está por toda parte. Muitas casas têm portas e janelas decoradas com desenhos inspirados na própria iraca, enquanto pequenas oficinas familiares mantêm viva uma técnica que faz parte da identidade da região. Segundo os moradores, já existem mais de 50 tipos diferentes de tramas e técnicas de tecelagem. Durante nosso passeio, também participamos de um workshop de palma de iraca. O que parecia relativamente simples quando observado nas mãos dos artesãos se revelou muito mais complicado na prática, rs. É um trabalho manual impressionante, que exige muita paciência, precisão e anos de prática.

    Outro personagem importante da história local é Julio Flórez, um dos maiores representantes do romantismo na América Latina. Sua antiga residência, hoje transformada em museu, ajuda a contar um pouco da relação entre o poeta e a cidade.

    De volta ao AmaMelodia, começamos a perceber uma das características mais marcantes da viagem: o ambiente intimista criado pelo tamanho reduzido do navio. Como éramos os primeiros brasileiros a navegar no AmaMelodia, a curiosidade era grande dos dois lados, e as conversas com a tripulação e os guias passaram a fazer parte da rotina desde os primeiros dias.

    Naquela noite, seguimos navegando pelo Rio Magdalena rumo a Mompox. Eu ainda não fazia ideia, mas a cidade acabaria sendo uma das maiores surpresas da viagem.

    Dia 3: navegando pelo Rio Magdalena e nossa chegada a Mompox

    O terceiro dia começou com um passeio de barco pelas áreas alagadas próximas ao Rio Magdalena. Ao longo do percurso, observamos aves, búfalos, pescadores e pequenas comunidades que vivem às margens do rio, uma ótima introdução à paisagem que nos acompanharia durante boa parte da viagem. Foi também uma oportunidade de entender melhor a importância do Magdalena para a região. Em muitos trechos, o rio continua sendo a principal via de transporte e uma fonte essencial de sustento para as comunidades locais.

    De volta ao AmaMelodia, seguimos navegando rumo a Mompox. E foi durante esse trajeto que começamos a observar uma das cenas mais marcantes da viagem: moradores acenando da margem, crianças brincando na água e pequenas embarcações cruzando o caminho do navio.

    Chegamos a Mompox no fim da tarde. Fundada em 1540 às margens do Rio Magdalena, a cidade preserva boa parte de sua arquitetura colonial e parece ter encontrado um ritmo próprio, muito diferente do restante do país. Naquela noite, aproveitamos para caminhar um pouco pelo centro histórico e acabamos encontrando uma celebração local chamada Mompox Midnight. A atmosfera lembrava uma grande festa de rua, com apresentações de cúmbia, música, dança e barracas espalhadas pelas ruas da cidade. Foi nosso primeiro contato com Mompox — e um belo aperitivo para o dia seguinte.

    Dia 4: um dia inteiro em Mompox

    Se a noite anterior serviu como introdução, foi no quarto dia que realmente conhecemos Mompox. A programação começou cedo — bem cedo mesmo. Antes do nascer do sol, embarcamos em uma nova excursão de barco para observar a fauna e a flora da região. O horário pode parecer desafiador, mas valeu a pena. Além da luz bonita do amanhecer, foi um dos melhores momentos para observar aves e outros animais que habitam os arredores da cidade.

    De volta à terra firme, seguimos para um passeio guiado de tuk-tuk pelo centro histórico. Mompox é uma das cidades coloniais mais bem preservadas da Colômbia e foi declarada Patrimônio Mundial da UNESCO. Caminhar por suas ruas é quase como voltar no tempo. Igrejas centenárias, casarões coloniais, praças tranquilas e o Rio Magdalena sempre presente ao fundo ajudam a compor um cenário que parece pouco afetado pela passagem dos séculos.

    Foi também em Mompox que conhecemos de perto a famosa tradição da filigrana, técnica artesanal que utiliza finíssimos fios de metal para criar peças extremamente delicadas. Durante um workshop, tivemos a oportunidade de observar o trabalho dos artesãos e entender melhor por que a cidade se tornou uma referência nesse tipo de joalheria.

    Mas, para mim, uma das melhores partes de Mompox não estava necessariamente nos passeios programados. Como o AmaMelodia permaneceu atracado na cidade por dois dias, tivemos tempo para explorá-la sem pressa. Caminhar sem destino pelas ruas, sentar em um café, observar a rotina local e simplesmente absorver a atmosfera do lugar acabou sendo tão interessante quanto. Mais do que uma lista de atrações, a cidade convida o visitante a desacelerar. E, em um roteiro cheio de descobertas, foi ali que sentimos a viagem mudar de ritmo.

    Dia 5: Santa Bárbara de Pinto e a vida às margens do Rio Magdalena

    Depois de dois dias em Mompox, voltamos a navegar pelo Rio Magdalena. A manhã começou de uma forma diferente: com um café da manhã caribenho servido ao ar livre no deck do AmaMelodia. Enquanto navegávamos, uma das partes mais interessantes era justamente observar a vida acontecendo nas margens do rio. Pequenas comunidades, casas simples, pescadores em suas embarcações e famílias inteiras acenando para o navio ajudavam a reforçar uma sensação que nos acompanhou durante toda a viagem: a de estar conhecendo uma Colômbia que dificilmente encontraríamos em um roteiro tradicional.

    A programação daquele dia também trouxe um mergulho na cultura local. Antes da chegada a Santa Bárbara de Pinto, um grupo folclórico subiu a bordo para apresentar ritmos tradicionais da região, incluindo a cúmbia, uma das expressões culturais mais importantes da Colômbia. Além da apresentação, os músicos explicaram os instrumentos utilizados e, claro, nos convidaram para dançar.

    Chegamos a Santa Bárbara de Pinto durante a tarde. A pequena cidade, às margens do Magdalena, oferece um retrato bastante autêntico da vida no interior colombiano. Durante a visita guiada, conhecemos artesãos que produzem redes de pesca manualmente, vimos a confecção artesanal de tabaco e aprendemos um pouco mais sobre as tradições que continuam sendo transmitidas entre gerações. O mais interessante foi perceber como o turismo ainda é algo relativamente recente por ali. A presença do AmaMelodia ajuda a gerar renda para a comunidade e cria oportunidades para que visitantes conheçam tradições que dificilmente chegariam aos roteiros convencionais pelo país.

    Dia 6: Calamar, Palenque e uma das histórias mais fascinantes da Colômbia

    O penúltimo dia de navegação começou em Calamar, uma pequena cidade fundada em 1848 e conhecida por sua forte herança cultural. A visita aconteceu de uma forma divertida: exploramos a cidade em uma “paola”, espécie de táxi-bicicleta bastante comum na região. Além de conhecer alguns dos principais pontos locais, também assistimos a apresentações folclóricas que ajudam a preservar a influência africana presente na cultura colombiana.

    Mas foi durante a tarde que aconteceu uma das visitas mais marcantes de toda a viagem. Seguimos para San Basilio de Palenque, considerado o primeiro povoado livre das Américas. Fundado no século XVII por africanos escravizados que conseguiram escapar durante o período colonial, o local preserva até hoje tradições, costumes e uma identidade cultural única, reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Além disso, Palenque não teme delegacia nem presença da polícia estatal. A segurança e a ordem social são mantidas pela própria comunidade através da Guardia Cimarrona, uma guarda comunitária e desarmada que resolve conflitos e protege o patrimônio local.

    A visita teve um significado ainda mais especial porque um dos nossos guias, Erick, nasceu em Palenque. Caminhar pelas ruas ao seu lado tornou tudo mais pessoal. Era impossível não perceber o orgulho com que ele contava a história de sua comunidade e compartilhava aspectos da cultura local. Palenque foi um dos lugares que mais nos fizeram refletir durante a viagem. A influência africana aparece na música, na gastronomia, nas tradições locais e até no idioma falado pela comunidade, considerado um dos grandes patrimônios culturais da região. Mais do que um passeio, foi uma oportunidade de compreender um capítulo fundamental da história da Colômbia e das Américas.

    De volta ao navio, participamos do tradicional coquetel do capitão, seguido pelo jantar de despedida. Depois de quase uma semana juntos, passageiros e tripulação já se conheciam pelo nome, tornando aquele momento ainda mais especial.

    Dia 7: Cartagena, a grande despedida

    Acordar em Cartagena foi uma mudança de cenário considerável depois de tantos dias navegando por pequenas cidades e comunidades ribeirinhas. Patrimônio Mundial da UNESCO, Cartagena é uma das cidades mais visitadas da Colômbia e encerra o roteiro de forma perfeita. O AmaMelodia permanece atracado próximo ao centro histórico, facilitando bastante os deslocamentos para os passeios.

    Pela manhã, fizemos um tour pela cidade amuralhada, explorando ruas coloridas, igrejas históricas, praças e casarões coloniais que ajudaram a transformar Cartagena em um dos destinos mais emblemáticos do Caribe.

    À tarde, optamos por visitar Getsemaní, um dos bairros mais vibrantes da cidade. Repleto de murais, cafés, galerias e espaços culturais, o bairro mostra uma Cartagena mais contemporânea e criativa, sem perder suas raízes históricas.

    Naquela noite, tivemos também o jantar especial Bolívar Dining Experience, um menu degustação servido em um espaço reservado do navio. Foi uma maneira agradável de encerrar oficialmente a viagem antes do desembarque na manhã seguinte.

    Dia 8: desembarque

    Depois do café da manhã, chegou a hora de nos despedirmos do AmaMelodia. Sete noites podem parecer muito tempo antes do embarque, mas passaram surpreendentemente rápido. Talvez porque cada dia trouxesse uma descoberta diferente. Talvez porque o Rio Magdalena tenha revelado uma Colômbia que não esperávamos encontrar. O fato é que desembarcamos em Cartagena com a sensação de termos conhecido um lado do país que permanece fora do radar da maioria dos viajantes.

    Vale a pena?

    Embora seja mais conhecida por seus cruzeiros fluviais na Europa, a AmaWaterways também opera roteiros na África, no Sudeste Asiático e, agora, na América do Sul. Atualmente, a companhia conta com uma frota de mais de 30 embarcações e já anunciou planos de expansão para os próximos anos. Na Colômbia, porém, a proposta assume um caráter um pouco diferente. Mais do que uma viagem focada no navio, o roteiro pelo Rio Magdalena funciona quase como uma expedição cultural, com embarcações menores, clima mais descontraído e uma conexão muito mais próxima com os destinos visitados. E para viabilizar a operação ao longo do Rio Magdalena, a AmaWaterways construiu os atracadouros utilizados durante a viagem e vem trabalhando junto às comunidades visitadas em iniciativas ligadas à educação, infraestrutura e desenvolvimento local.

    Depois de sete noites navegando pela Colômbia, ficou claro que o diferencial desta viagem não está apenas no conforto do navio, mas na forma como ela aproxima os viajantes da cultura local, das comunidades e da história do país. Para nós, essa foi a grande descoberta do Rio Magdalena: uma Colômbia menos conhecida, mais autêntica e surpreendentemente diversa.

    Texto e fotos por Duda Vétere. Junho de 2026.

  • Copa do Mundo 2026 em Nova York: bares e lugares para assistir aos jogos

    Copa do Mundo 2026 em Nova York: bares e lugares para assistir aos jogos

    Quem estiver em Nova York nas próximas semanas vai perceber rapidamente que a Copa do Mundo também chegou por aqui. Embora os jogos aconteçam no vizinho estado de Nova Jersey, no MetLife Stadium, a cerca de 30 minutos de Manhattan, bares, restaurantes e espaços públicos da cidade, como, por exemplo, o Rockfeller Center, prepararam transmissões especiais e programações temáticas para o torneio. Aproveitei estes dias em Nova York para reunir alguns dos endereços mais interessantes para acompanhar as partidas e viver um pouco da atmosfera que toma conta da região durante a competição.

    Aliás, se você tem planos de viajar para Nova York, não esqueça de conferir aqui nossa seleção dos melhores hotéis e de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho

    Rockefeller Center: o principal ponto de encontro da Copa em Nova York

    Se existe um lugar para estar durante a Copa do Mundo em Nova York, provavelmente é o Rockefeller Center. O complexo foi escolhido para receber a NYNJ World Cup 26 & Telemundo Fan Village, principal experiência oficial para torcedores em Manhattan durante o torneio. Além das transmissões ao vivo dos jogos, o espaço contará com experiências interativas ligadas ao futebol, programação cultural, lojas oficiais da FIFA e ativações espalhadas por uma das áreas mais emblemáticas da cidade. O famoso The Rink, tradicional pista de patinação do Rockefeller Center, será transformado em um campo de futebol temporário durante o evento.

    Outro destaque é o Top of the Rock, observatório que ganhou o título de “NYNJ World Cup 2026 Viewpoint”. Com vistas panorâmicas para Manhattan, ele passa a integrar oficialmente as experiências da Copa na região. Para quem estiver visitando Nova York durante o torneio, vale acompanhar a programação especial do complexo.

    Football Factory

    Tradicional ponto de encontro dos apaixonados por futebol em Nova York, o Football Factory é uma das referências da cidade quando o assunto é assistir a grandes competições internacionais. Localizado em Midtown Manhattan, próximo ao Empire State Building, o espaço costuma reunir torcedores de diferentes nacionalidades para acompanhar partidas da Premier League, Champions League, Copa do Mundo e Eurocopa. O ambiente é descontraído, com diversas telas espalhadas pelo salão e clima de arquibancada.

    Endereço: 6 West 33rd Street, Midtown Manhattan.

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    Um dos endereços mais tradicionais para assistir futebol em Nova York.

    Mustang Harry’s

    A poucos passos da Penn Station, o Mustang Harry’s é um dos bares esportivos mais conhecidos de Nova York. O gastropub irlandês funciona há mais de três décadas e preparou uma programação especial para a Copa do Mundo 2026. O espaço conta com dois andares, mais de 25 televisões, telões de grande formato e sistema de som distribuído por todo o bar. Durante o torneio, haverá transmissões dos jogos ao longo do dia, além de cardápio temático e promoções especiais. A localização é estratégica para quem pretende assistir às partidas antes ou depois de seguir para o MetLife Stadium, em Nova Jersey.

    Endereço: 352 7th Avenue, Manhattan.

    Clinton Hall

    Conhecido pela enorme seleção de cervejas artesanais e pelo ambiente descontraído, o Clinton Hall é uma ótima opção para quem procura assistir aos jogos em clima mais informal. A unidade da 51st Street costuma atrair moradores e turistas que buscam boa gastronomia, mesas ao ar livre e uma atmosfera animada nos dias de grandes eventos esportivos.

    Endereço: 230 E 51st St, Manhattan.

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    O Clinton Hall combina atmosfera casual com a energia típica dos bares esportivos nova-iorquinos

    Rivercrest

    Localizado em Astoria, no Queens, o Rivercrest combina clima de bairro, boas cervejas artesanais e um ambiente perfeito para acompanhar os jogos sem o movimento intenso de Manhattan. Com diversas telas e uma clientela fiel, é uma boa alternativa para quem deseja explorar uma das regiões mais agradáveis e gastronômicas da cidade.

    Endereço: 33-15 Ditmars Boulevard, Astoria, Queens.

    Onde assistir aos jogos da Copa em NYC
    Uma boa desculpa para explorar o Queens enquanto acompanha os jogos da Copa.

    FancyFree

    No Brooklyn, o FancyFree aposta em uma atmosfera acolhedora, boa seleção de drinques e cardápio que vai além dos tradicionais petiscos de pub. É um daqueles lugares que misturam moradores locais e visitantes, criando um ambiente descontraído para acompanhar os jogos da Copa sem abrir mão da experiência de bairro que faz parte do charme nova-iorquino.

    Endereço: 71 Lafayette Avenue, Brooklyn.

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    Um pub de esquina com o charme despretensioso que faz tanta gente gostar do Brooklyn

    Ralph’s Sports Bar

    Para quem estiver em Staten Island, o Ralph’s Sports Bar é uma opção clássica para acompanhar os jogos. O espaço reúne decoração temática, cardápio tradicional americano e diversas telas espalhadas pelo salão.

    Endereço: 1571 Richmond Road, Staten Island.

    Telões espalhados pelo salão garantem que nenhum lance passe despercebido

    Platform by JBF x NYC Tourism

    Além das transmissões da Copa, o espaço Platform by JBF, no Pier 57, recebe uma programação gastronômica especial inspirada nos confrontos do torneio. A proposta reúne chefs convidados para criar experiências que celebram diferentes culturas representadas na competição. Uma maneira interessante de combinar futebol e gastronomia durante a estadia em Nova York.

    Endereço: Pier 57 — 25 11th Avenue, Manhattan.

    Five Borough Winners Special

    Outra iniciativa criada especialmente para a Copa é o Five Borough Winners Special, programa oficial que reúne centenas de bares e restaurantes espalhados pelos cinco distritos de Nova York. Entre 11 de junho e 19 de julho, os estabelecimentos participantes oferecem menus promocionais por US$ 26, além de copos colecionáveis criados especialmente para o torneio. A ação é uma boa oportunidade para conhecer novos endereços enquanto acompanha a movimentação da cidade durante a Copa do Mundo.

    Nova York vive a Copa de perto

    Mesmo sem receber partidas dentro de seus limites, Nova York se transformou em uma das cidades mais interessantes nos EUA para acompanhar a Copa do Mundo 2026. A proximidade com o MetLife Stadium, em Nova Jersey, somada à diversidade cultural da cidade e à quantidade de bares, restaurantes e eventos temáticos, cria uma atmosfera única para quem deseja viver o torneio de perto.

    Copa do Mundo 2026 em Nova York: bares e lugares para assistir aos jogos
    Nova York e Nova Jersey compartilham o protagonismo de uma Copa que já movimenta toda a região

    Se você estiver na cidade nas próximas semanas, vale incluir pelo menos um desses endereços no roteiro. Afinal, poucas experiências combinam tão bem com Nova York quanto assistir a uma Copa do Mundo cercado por torcedores de todas as partes do planeta.

    Por Renata Araújo. Junho de 2026.
    Fotos: Renata Araújo e Divulgação

  • Onde assistir aos jogos da Copa 2026 no Rio: bares e restaurantes para torcer

    Onde assistir aos jogos da Copa 2026 no Rio: bares e restaurantes para torcer

    A Copa do Mundo 2026 já começou e o Rio de Janeiro entra no clima da competição. O próximo jogo da Seleção Brasileira, que disputará pelas oitavas de final, será contra a Noruega no dia 5 de julho, às 17h. Para quem quer assistir aos jogos da Copa no Rio fora de casa, diversos bares e restaurantes da cidade preparam transmissões especiais, telões e programações temáticas. A seguir, reunimos alguns endereços para você torcer pelo Brasil durante o Mundial!

    Aliás, se você está planejando sua próxima viagem não esqueça de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você nos ajuda a monetizar nosso trabalho.

    Restaurantes para assistir os jogos da Copa no Rio

    Balcão 201

    Na Rua Dias Ferreira, o gastrobar comandado pelo chef João Paulo Frankenfeld, transmite os jogos do Brasil no telão. Além disso, a casa combina coquetelaria autoral, petiscos e sanduíches, com destaques como o Sanduíche de Pastrami Defumado (R$78) e a Língua com Molho de Parmesão (R$53), além de drinques clássicos e chope para acompanhar as partidas.

    End: Rua Dias Ferreira, 113 – Leblon

    Bar do Zeca Pagodinho

    O Bar do Zeca também entra na torcida com a transmissão dos jogos da Seleção Brasileira em todas as suas unidades. Além da decoração temática, a casa lança pratos e drinques exclusivos inspirados no Brasil e nos países-sede da Copa, como o Sonho do Hexa, o Arriba Brasil e o Brasileirinho. Para completar a experiência, o samba aquece o público antes das partidas e volta a embalar a comemoração após o apito final. Aliás, haverá dose dupla de bebidas selecionadas durante o jogo do Brasil contra a Noruega, no dia 5 às 17h, nas unidades do Vogue Square e Flamengo. Enquanto isso, no Norte Shopping e ParkJacarepaguá a promoção começa assim que a casa abre. É importante lembrar, também, que os clientes que permanecerem no bar durante a transmissão da partida ganham 10% de desconto na feijoada, servida das 12h às 16h.

    End: Av. das Américas, 8585 – Barra da Tijuca / Estrada de Jacarepaguá, 6069 – Anil / NorteShopping, 3º piso – Cachambi / Praia do Flamengo, 20 – Flamengo

    Beco do Rato

    O Beco do Rato, tradicional reduto do samba na Lapa, preparou uma programação especial para os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Com transmissão em um telão de 142 polegadas, o espaço vai unir futebol, música e a atmosfera característica da casa, com atrações como o grupo Nó na Madeira e Galocantô.

    End: Rua Joaquim Silva, 11 – Lapa

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    Grupo Galocantô

    Braseiro Labuta

    Durante a Copa, o Braseiro Labuta, localizado no centro do Rio, irá transmitir os jogos do Brasil. Considerado uma das melhores casas de brasa da cidade, com diferentes cortes e acompanhamentos para compartilhar, certamente é uma ótima oportunidade para unir duas paixões nacionais: futebol e churrasco.

    End: Rua do Senado, 65 – Centro

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    Copa do Mundo no Braseiro Labuta

    Brota

    O Brota também entra no clima da Copa com uma TV instalada durante todo o mês para a transmissão dos jogos. Além disso, durante as partidas do Brasil, a casa oferece dose dupla de drinques e Brotinhas temáticas, criadas pela chef Roberta Ciasca (um sabor por semana – R$ 28,00 cada). Entre os sabores especiais estão a Brasileira, com creme de milho e espinafre, a Mexicana, com feijão vermelho, abacate e pico de galo, e a Alemã, preparada com sauerkraut (conserva de repolho).

    End: Rua Conde de Irajá, 98 – Botafogo

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    Brotinhas temáticas

    Caju Gastrobar

    Para celebrar a Copa do Mundo, o Caju Gastrobar promove a ação Arena Caju, que combina transmissão dos jogos com um menu especial inspirado em países participantes da competição. Durante o campeonato, as unidades de Copacabana e Botafogo oferecem seis combos temáticos, cada um composto por um petisco tradicional de um país e bebidas selecionadas por um valor fechado. Logo, na unidade de Copacabana, os torcedores poderão acompanhar as partidas em um telão de três metros, além das televisões distribuídas pelo salão. Já a unidade de Botafogo conta com duas televisões para quem quiser assistir aos jogos enquanto aproveita os combos criados para a ocasião.

    End: Rua General Polidoro, 171 Loja A – Botafogo / Praça Demétrio Ribeiro, 97 – Loja C – Copacabana

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    Ambiente do Caju Gastrobar

    Cantô Gastrô & Lounge

    O Cantô Gastrô & Lounge, restaurante do resort urbano Grand Hyatt Rio de Janeiro, além de transmitir todos os jogos, das 12h ás 23h, também preparou um menu especial para a celebração. Portanto, o chef Hugo Souza, apresenta opções como a Croqueta de Rabada, Fish and Chips e Croqueta Espanhola (R$75 + 10% cada). Enquanto no capítulo dos drinques, destaque para o Paixão Canarinho e o Gin Nordés (R$ 55 + 10%).

    End: Avenida Lúcio Costa, 9600 – Barra da Tijuca

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    Ambiente do Cantô Gastrô & Lounge

    Chanchada

    O clima de Copa certamente ganha ainda mais emoção em um dos bares mais badalados da cidade. Além da exibição dos jogos, o Chanchada promove ações especiais para os torcedores. Portanto, o cliente ganha uma cartela que vai marcando o consumo e que vale durante toda a Copa, logo, a cada 30 chopes, o torcedor ganha uma camisa.

    End: Rua General Polidoro, 164B – Botafogo

    Churrascaria Palace

    Para quem quer acompanhar os jogos da Copa do Mundo com cortes de carnes especiais, a Churrascaria Palace contará com telão e uma nova TV instalada especialmente para a transmissão das partidas. Além disso, a casa aposta em seu tradicional rodízio (R$278), com cortes como picanha borboleta, assado de tira, paleta de cordeiro e cowboy steak. Para completar a experiência, o restaurante também oferece bufê com frutos do mar, ostras, queijos e comida japonesa, além de chope gelado para acompanhar a torcida.

    End: Rua Rodolfo Dantas, 16 – Copacabana

    Conserva Bar

    Além de uma super TV voltada para a calçada, o Conserva promete desconto de 10% para moradores do Leme e de Copacabana, nos dias dos jogos, basta apresentar o comprovante de residência. Aliás, vale a pena destacar também as criações da chef Rose Pimentel, como o Paio pra Dentro (R$ 27), Polvo à campanha com maçã verde (R$ 56) e o Bem Bolado (R$38).

    End: Avenida Prado Junior, 281 – Copacabana

    Curadoria

    Em clima de Copa, a Curadoria da Barra da Tijuca, no shopping Vogue Square, está com um um telão de 4 metros por 2 metros exclusivamente para transmitir os jogos do mundial de futebol. Já na unidade de Botafogo, três televisores irão transmitir ao vivo os jogos do campeonato. Além de chope Brahma gelado (R$12,90), a casa oferece como carro-chefe o Pastrami Curadoria, com sete dias de cura e um toque especial da casa. A carne é a estrela de vários pratos do menu, como o Sanduíche de Pastrami, servido no pão de leite com maionese e picles da casa, mostarda l’ancienne e queijo meia cura (R$55).

    End: Av. das Américas, 8585 – Barra da Tijuca /  Rua da Matriz, 54 – Botafogo

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    Sanduíche de Pastrami

    Guadalupe

    O bar em Botafogo propõe uma viagem gastronômica pelos países do torneio com a edição limitada “Tacos do Mundo”, reunindo nove receitas exclusivas inspiradas em seleções participantes do torneio. Entre as opções, vale destacar o Taco Churrasco (R$ 26), que representa o Brasil e traz picanha fatiada na brasa, vinagrete carioca, farofa de alho e catupiry tostado. Logo, os lançamentos serão divididos ao longo do campeonato.

    End: Rua Real Grandeza, 193 – Botafogo

    La Carioca Cevicheria

    A La Carioca Cevicheria também entra no clima da Copa do Mundo com transmissão dos jogos em suas unidades do Leblon, Ipanema e Jardim Botânico. Além disso, a casa lança opções temáticas para o período, como o drink Hexa Sour e a Causita da Copa, preparada com croquetes de causa peruana e camarões grelhados. Já nos dias de jogos da Seleção Brasileira, os clientes poderão aproveitar promoções em chope, caipirinha e mix de chicharróns.

    End: Rua Maria Angélica, 113 – Jardim Botânico / Rua Garcia D’Ávila, 173 – Ipanema / Av. Delfim Moreira, 117 – Quiosque na praia do Leblon

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    Sìsì Cucina 

    No Leblon, o Sìsì Cucina, restaurante italiano comandado pelo chef Pedro Siqueira, transmite os jogos da Copa em uma TV instalada especialmente para o período. Além disso, a casa lança a pizza Braseiro (R$ 71), preparada com linguiça de pernil fresca, linguiça calabresa defumada, fiore di latte, vinagrete de cheiro-verde e molho de tomate da casa.

    End: Rua Dias Ferreira 617, Lojas A e B – Leblon     

    Suru Bafo

    Na Lapa, o Suru Bafo é uma das opções para quem quer assistir aos jogos da Copa em clima de rua e muita animação. Para isso, a casa instalará uma TV de 75 polegadas na calçada, onde os torcedores poderão acompanhar as partidas enquanto aproveitam chope gelado e coquetéis autorais. Além disso, o cardápio assinado pela chef Yandara Karuna reúne clássicos de churrasco, como cupim, costela suína e linguiça, além de petiscos como pão de alho, croquetes e frango frito crocante, ideais para compartilhar durante os jogos.

    End: Rua da Lapa, 128 – Lapa

    Tijolada

    Em Ipanema, o Tijolada, bar do chef Thomas Troisgros e de sua esposa Diana Litewski, transmite o primeiro jogo do Brasil na fase de grupos, no dia 13/06. Além da exibição da partida, o DJ Papagaio anima o público antes, durante o intervalo e após o apito final. Já no cardápio, a casa aposta em petiscos, pratos clássicos, PFs e drinques bem executados, em sintonia com a proposta descontraída e boêmia do bar.

    End: Rua Visconde de Pirajá, 630 (loja C) – Ipanema

    Junho de 2026.
    Fotos: Renata Araújo,

  • EAST Miami: hotel de luxo na Brickell para quem quer explorar a cidade além das praias

    EAST Miami: hotel de luxo na Brickell para quem quer explorar a cidade além das praias

    O EAST Miami é um daqueles hotéis que ajudam a entender como a cidade mudou nos últimos anos. Integrado ao Brickell City Centre, um dos complexos mais sofisticados de Miami, ele combina design contemporâneo, tecnologia, gastronomia e uma localização privilegiada no coração da Brickell. Membro da Preferred Hotels & Resorts, o hotel reflete perfeitamente a energia da nova Miami: urbana, cosmopolita e conectada. Voltei a me hospedar por lá recentemente e encontrei uma experiência que continua ideal para quem quer explorar a cidade além das praias, entre bons restaurantes, compras, rooftops e a atmosfera vibrante da região.

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    Localização do EAST Miami

    Cercada por arranha-céus, restaurantes disputados, rooftops e novos empreendimentos, a região da Brickell se consolidou como um dos endereços mais dinâmicos da cidade. O EAST ocupa uma posição privilegiada dentro do Brickell City Centre, complexo inaugurado em 2016 que reúne lojas, restaurantes como o italiano Casa Tua Cucina e o japonês Pubbelly Sushi, bares, cinema e experiências de lifestyle em um único lugar. Além disso, nos arredores do hotel também há outras excelentes opções gastronômicas, como, por exemplo, o LPM Restaurant & Bar, Felice e Claudie.

    A localização também facilita explorar outros bairros da cidade. Coconut Grove fica a poucos minutos de carro, enquanto Wynwood e o Design District podem ser visitados facilmente ao longo da viagem. Para quem busca uma Miami mais urbana, contemporânea e conectada à vida local, é difícil encontrar uma base melhor.

    O conceito do hotel de luxo na Brickell

    Inaugurado em 2016, o EAST Miami surgiu praticamente junto com a transformação da Brickell em um dos bairros mais sofisticados da cidade. O hotel faz parte do ambicioso projeto da Swire Properties, grupo asiático responsável pelo desenvolvimento do Brickell City Centre e por seu primeiro grande investimento nas Américas. Com arquitetura assinada pelo premiado escritório Arquitectonica e interiores desenvolvidos pela Clodagh Design, de Nova York, o hotel aposta em uma combinação de tecnologia, design contemporâneo e lifestyle urbano. A influência asiática aparece de forma sutil em diferentes aspectos da experiência, do serviço à atmosfera dos ambientes.

    Logo na chegada, outro detalhe ajuda a reforçar a identidade do hotel: as obras de arte espalhadas pelos espaços comuns. Fotografias, peças contemporâneas e referências à cultura pop aparecem de forma descontraída pelo lobby, criando uma atmosfera muito mais próxima de uma galeria urbana do que de um hotel convencional. É o tipo de detalhe que faz você parar algumas vezes durante a estadia apenas para observar melhor o ambiente.

    São 352 quartos, oito suítes e 89 residências totalmente equipadas, que oferecem cozinha, lavanderia e acesso a toda a estrutura do hotel. Essa combinação faz do EAST uma excelente opção tanto para estadias curtas quanto para viagens mais longas em família. A arquitetura privilegia luz natural, grandes áreas envidraçadas e vistas panorâmicas para o skyline da Brickell e para a Biscayne Bay. Em muitos momentos, a sensação é de estar observando Miami de um ponto de vista privilegiado.

    Quartos com algumas das melhores vistas da Brickell

    Fiquei hospedada na categoria Urban King, e uma das coisas que mais me chamou atenção foi justamente a sensação de amplitude. Com entre 28 e 33 m², a acomodação aproveita muito bem o espaço e ganha ainda mais dimensão graças às janelas do chão ao teto e à varanda privativa, que emolduram o skyline da Brickell. A vista urbana acaba se tornando parte da experiência. Ao longo do dia, é interessante acompanhar o movimento da região entre os arranha-céus e, à noite, ver a cidade iluminada de um ponto privilegiado.

    A decoração segue a mesma linha contemporânea do restante do hotel, com mobiliário funcional, tons neutros e tecnologia integrada de forma discreta. A cama king size é extremamente confortável e o quarto conta ainda com escrivaninha, máquina de café e TV. A varanda é outro diferencial. Em uma cidade vertical como Miami, ter um espaço externo privativo para tomar um café pela manhã ou simplesmente observar a cidade faz bastante diferença na experiência da hospedagem. Mas existe uma acomodação no EAST que merece um capítulo à parte.

    A suíte presidencial do EAST Miami

    O EAST Miami possui oito suítes, mas a Presidential Suite certamente ocupa um lugar especial dentro do hotel. São 148 metros quadrados distribuídos entre sala de estar, sala de jantar, cozinha completa e três varandas com vista panorâmica para a Biscayne Bay e o skyline da Brickell. A sensação é quase a de um apartamento suspenso sobre a cidade. Visitei a suíte durante minha hospedagem e é impossível não ficar impressionada com a vista. Em uma cidade conhecida pelos arranha-céus e pela arquitetura contemporânea, ela oferece uma perspectiva privilegiada de tudo o que está acontecendo ao redor.

    A cozinha completa, a área social integrada e as amplas varandas reforçam essa proposta mais residencial, ideal para estadias prolongadas ou para quem gosta de receber amigos e familiares durante a viagem. Não por acaso, artistas como Bad Bunny costumam se hospedar por ali quando passam por Miami. E basta olhar pela janela uma única vez para entender o motivo.

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    Piscinas, academia e wellness

    Embora não possua spa tradicional, o EAST investe bastante em bem-estar. O hotel conta com quatro diferentes experiências aquáticas: piscina principal, piscina de raia, piscina de mergulho frio e jacuzzi. Cercada pelos arranha-céus da Brickell, a área oferece uma agradável combinação entre atmosfera urbana e clima tropical.

    A academia BEAST (Body by EAST) funciona 24 horas por dia e conta com equipamentos modernos, mas o que mais me chamou atenção foi a programação de aulas oferecida aos hóspedes. Yoga, HIIT e diferentes modalidades de treinamento funcional ajudam a criar uma experiência muito mais conectada ao estilo de vida da região.

    Foi um dos aspectos que mais gostei da hospedagem. Em vez de apostar apenas em tratamentos de spa, o hotel investe em uma proposta de wellness mais dinâmica e alinhada ao perfil de quem gosta de manter a rotina ativa mesmo durante a viagem.

    Sugar: o rooftop mais disputado da Brickell

    Poucos lugares representam tão bem a vida social da Brickell quanto o Sugar. Localizado no 40º andar do EAST Miami, o rooftop se tornou um dos endereços mais concorridos da cidade, atraindo tanto hóspedes quanto turistas e moradores. Com inspiração asiática, jardins suspensos, alta coquetelaria e uma vista panorâmica para o skyline de Miami e a Biscayne Bay, ele vai muito além de um simples bar de hotel.

    O ambiente muda ao longo do dia. No fim da tarde, o pôr do sol transforma o espaço em um dos melhores pontos para observar a cidade. À noite, o Sugar ganha uma atmosfera mais vibrante, com música, coquetéis autorais e um público que mistura viajantes, executivos da região e moradores da Brickell. Durante minha estadia, foi um daqueles lugares que me fizeram entender por que o EAST se tornou tão conectado ao lifestyle da cidade. Mais do que um rooftop, o Sugar acabou se consolidando como um dos principais pontos de encontro de Miami.

    Mesmo para quem não está hospedado no hotel, ele costuma aparecer entre as recomendações mais frequentes para quem busca uma vista impressionante acompanhada de bons drinques e uma atmosfera cosmopolita.

    Gastronomia: Quinto, Tea Room e Domain

    A proposta gastronômica do EAST acompanha perfeitamente a personalidade do hotel: cosmopolita, descontraída e conectada à cidade. O principal restaurante é o Quinto, um dos endereços gastronômicos mais conhecidos da Brickell. Com forte influência sul-americana e foco em preparações na brasa, o restaurante reúne hóspedes e moradores locais em um ambiente vibrante e bastante movimentado ao longo do dia.

    É ali também que é servido o café da manhã do hotel. Durante minha estadia, aproveitei para jantar no restaurante e a experiência continua excelente. Carnes, frutos do mar, vegetais preparados na parrilla e uma boa seleção de vinhos reforçam a identidade da casa, sempre com um clima descontraído e muito agradável.

    Já o Domain, localizado no lobby, funciona como café, wine bar e ponto de encontro tanto para hóspedes quanto para moradores da região. É daqueles espaços que permanecem movimentados durante todo o dia, seja para um café especial pela manhã, uma reunião informal ou uma taça de vinho no fim da tarde. O hotel abriga ainda o Tea Room, lounge inspirado em Hong Kong que complementa a experiência com coquetelaria criativa e pequenos pratos de influência asiática. Portanto, mais do que restaurantes dentro de um hotel, os três espaços ajudam a transformar o EAST em um verdadeiro centro de lifestyle na Brickell.

    Para quem o EAST Miami faz sentido?

    O EAST não é necessariamente o hotel ideal para quem sonha acordar de frente para o mar em South Beach. Mas para quem gosta de explorar restaurantes, fazer compras, descobrir rooftops, caminhar por bairros urbanos e viver uma Miami mais contemporânea, ele continua sendo uma das melhores opções da Brickell. A localização integrada ao Brickell City Centre, a excelente oferta gastronômica, a programação de wellness, as vistas impressionantes e a atmosfera cosmopolita fazem com que a experiência vá muito além da hospedagem.

    Entre skyline, rooftop, bons restaurantes e uma cidade que continua se reinventando, ele traduz muito bem a nova fase de Miami: dinâmica, sofisticada e cheia de possibilidades além das praias.

    Texto e fotos por Renata Araújo. Atualizado em Junho de 2026.

  • Terminal BTG Pactual, em Guarulhos, ganha novo menu de alta gastronomia

    Terminal BTG Pactual, em Guarulhos, ganha novo menu de alta gastronomia

    A expressão ‘comida de aeroporto’ — até então usada como sinônimo de uma refeição sem graça — definitivamente não será mais a mesma para os viajantes que embarcarem pelo Terminal BTG Pactual, em Guarulhos (SP). O espaço privativo, voltado para passageiros da aviação comercial, passa a oferecer um novo menu de alta gastronomia pensado para quem busca uma experiência de embarque mais confortável e personalizada. O lançamento foi apresentado em primeira mão durante um jantar para convidados no Oteque, no Rio de Janeiro, evento do qual participamos para conhecer alguns dos pratos que chegam ao terminal a partir deste mês.

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    Experiência VIP no Aeroporto de Guarulhos

    Localizado no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, o Terminal BTG Pactual é o primeiro da América Latina a oferecer um atendimento totalmente privativo para passageiros da aviação comercial. Com uma estrutura de 2.400 m², o terminal reúne check-in, raio-x, imigração e alfândega exclusivos, além de transporte particular até a aeronave. A proposta é transformar a experiência de embarque e desembarque em algo mais fluido, confortável e discreto — principalmente para quem busca praticidade sem abrir mão de conforto.

    Os passageiros têm acesso a lounges privativos, enquanto a gastronomia passa a ocupar um papel central na experiência do espaço. A carta de drinques, por exemplo, é assinada por Ricardo Miyazaki, eleito o melhor bartender de São Paulo. Além disso, o projeto arquitetônico é da Perkins & Will, com interiores assinados pelo escritório Pascali Semerdjian. Já a curadoria artística é da Galeria Simões de Assis, que leva ao terminal peças exclusivas disponíveis para aquisição.

    Novo menu do Terminal BTG aposta em pratos leves e sofisticados

    O novo cardápio do terminal foi desenvolvido pelo chef Alberto Landgraf, à frente do Oteque, em Botafogo, restaurante com uma estrela Michelin. A proposta da cozinha foi pensada especialmente para o contexto de viagem: pratos leves, equilibrados e com ingredientes frescos. Ou seja, evitando combinações excessivamente pesadas ou muito exóticas antes de um voo.

    “Quando pensei no menu para o Terminal BTG Pactual, tentei me colocar muito no lugar do passageiro, porque eu também sou um viajante. Quis criar pratos leves, saborosos e que tornassem a experiência da viagem mais confortável desde o momento em que a pessoa pisa no terminal”, afirmou o chef durante o evento de apresentação. Nas entradas, o menu traz opções como o Crudo de Peixe, acompanhado de leite de castanha-do-Pará, óleo de kombu preto e rabanete, além da pupunha preparada com ingredientes sazonais.

    Nos pratos principais, o destaque vai para o Robalo Confit com alho-poró, creme de cúrcuma e trigo sarraceno, seguido do Entrecôte servido com legumes assados, emulsão de salsa e demi-glace. As opções também contemplam preparos vegetarianos, como, por exemplo, a Burrata com tomate confit, rúcula e vinagrete balsâmico, assim como o Rigattoni ao creme de cogumelos e óleo de porcini.

    Para finalizar, sobremesas como o bolo de chocolate meio amargo com creme anglaise e feuilletine e o sorvete de morango com compota e caramelo salgado reforçam a proposta sofisticada da experiência.

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    Jantar no Oteque apresentou o menu em primeira mão

    Os pratos estarão disponíveis para passageiros do Terminal BTG Pactual com o serviço já incluso no valor da reserva, que custa US$ 590 e permite permanência máxima de quatro horas. Além disso, o terminal comporta até 20 passageiros por hora.

    Por Renata Busch. Junho de 2026.
    Fotos: Renata Busch e Divulgação

  • 10 shows imperdíveis na Broadway: o que assistir em Nova York em 2026

    10 shows imperdíveis na Broadway: o que assistir em Nova York em 2026

    Quem visita Nova York dificilmente deixa de passar pela Broadway — e sou dessas que jamais deixaria. Frequento aquelas calçadas desde os 15 anos e, até hoje, não consigo imaginar uma viagem à cidade sem entrar em pelo menos um teatro. Musicais ou peças, tanto faz: é ali, sob as marquises iluminadas da Times Square, que surgem muitas das produções que mais tarde ganham montagens internacionais, adaptações para o cinema e milhões de fãs ao redor do mundo. Dos clássicos que seguem lotando plateias, como Chicago, Hamilton e The Book of Mormon, aos sucessos mais recentes, como Buena Vista Social Club e Maybe Happy Ending, a Broadway continua se reinventando sem perder seu encanto. Por isso, reunimos alguns dos espetáculos que merecem entrar no roteiro de quem visita Nova York em 2026.

    Aliás, se você tem planos de viajar para Nova York, não esqueça de conferir aqui nossa seleção dos melhores hotéis e de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho

    Shows imperdíveis na Broadway

    Buena Vista Social Club

    Um dos espetáculos mais celebrados das últimas temporadas da Broadway, Buena Vista Social Club leva ao palco a história e a música do lendário grupo cubano que conquistou o mundo no fim dos anos 1990. A produção transporta o público para Havana por meio de apresentações ao vivo, coreografias vibrantes e uma narrativa que homenageia os artistas responsáveis por transformar o álbum em um fenômeno internacional. Assisti ao musical em minha última viagem a Nova York e saí impressionada com a energia da montagem e a qualidade dos músicos em cena.

    O espetáculo foi um dos grandes destaques da temporada de 2025, conquistando cinco prêmios Tony, incluindo Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Coreografia, Melhor Orquestração e Melhor Desenho de Som. Uma excelente opção para quem busca uma experiência cultural que vai além dos musicais tradicionais da Broadway. Em cartaz no Gerald Schoenfeld Theatre.

    Chicago

    Certamente, uma das peças mais tradicionais da Broadway. Chicago volta no ano de 1920. Velma e Roxie, ambas artistas, que cometem assassinatos dos seus parceiros e vão presas. Então, Billy Flynn, um charmoso advogado, passa a ajudá-las a provarem sua inocência. Para isso, eles usam a coluna sensacionalista sobre assassinatos dos jornais. Assim, a fama só cresce e as artistas começam a competir pelo sucesso de suas histórias. Em cartaz no Ambassador Theatre.

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    De fato, um show imperdível na Broadway, e clássico!

    Hadestown

    Em cartaz no Walter Kerr Theatre, Hadestown é uma adaptação que desafia o gênero do mito grego antigo de Orfeu e Eurídice. Originalmente, o musical saiu da mente da cantora e compositora Anaïs Mitchell, que transformou sua ideia em um álbum conceitual de ópera folclórica em 2010. Depois de se aproximar da diretora indicada ao Tony Award, Rachel Chavkin, em 2012, ambas desenvolveram o musical de palco com Mitchell adicionando 15 novas músicas e diálogos. O espetáculo tem duração de 2h e 25min, incluindo 1 intervalo.

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    Hadestown, um espetáculo!

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    Hamilton

    Em cartaz no Richard Rodgers Theatre, o fenômeno musical narra a história política americana em formato hip-hop. Com um elenco multiétnico, Hamilton conta sobre a busca pela independência dos Estados Unidos, e sua fundação, por jovens revolucionários. O show quebrou recordes no Tony Awards, sendo indicado para 16 prêmios e vencendo 11, incluindo de Melhor Musical! Aliás, quem se interessar pode ver também o longa ”Hamilton”, no streaming da Disney.

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    Hamilton

    Harry Potter e a Criança Amaldiçoada

    Atualmente em cartaz no Lyric Theatre, a peça baseada na história original de J.K. Rowling, Jack Thorne e John Tfany tem sido um grande sucesso! 19 anos depois de salvarem o mundo dos bruxos, Harry, Rony e Hermione voltam para uma nova aventura. Harry é um funcionário sobrecarregado do Ministério da Magia, marido e pai de três crianças em idade escolar. Desta vez, eles estão acompanhados por uma nova geração de estudantes recém-chegados à Hogwarts. A duração do espetáculo é de três horas e meia.

    Maybe Happy Ending

    Entre as produções mais emocionantes atualmente em cartaz na Broadway, Maybe Happy Ending conquistou público e crítica com uma história delicada, original e surpreendente. O musical acompanha dois robôs aposentados que vivem sozinhos em um futuro próximo e acabam desenvolvendo uma relação capaz de levantar reflexões sobre amor, memória, solidão e o passar do tempo. Também assisti ao espetáculo recentemente e entendi rapidamente por que ele se tornou um dos maiores sucessos da temporada. Em 2025, foi o grande vencedor do Tony Awards, levando seis estatuetas, entre elas Melhor Musical, Melhor Ator para Darren Criss, Melhor Livro, Melhor Trilha Original, Melhor Direção e Melhor Cenografia. Sensível e visualmente impecável, é uma ótima escolha para quem procura uma produção contemporânea e diferente dos grandes clássicos da Broadway. Em cartaz no Belasco Theatre.

    Moulin Rouge! The Musical

    O espetáculo é baseado no filme Moulin Rouge – Amor em Vermelho, de 2001. A história acontece no bairro de Montmarte, em Paris, na virada do século, em um mundo de glamour, aristocratas e boêmios. Assim, Christian, um inocente e fracassado poeta, se vê apaixonado por Satine, dançarina e cantora da boate Moulin Rouge. O ponto alto do espetáculo, certamente, são as músicas populares, queridas pelo público. Mas o cenário super luxuoso colabora para o show de 2h45min ser sensacional. Em cartaz no Al Hirschfeld Theatre.

    Moulin Rouge na Broadway

    Pequena Loja de Horrores

    O musical, que mistura terror com comédia, baseado no filme cult Little Shop of Horrors (1960), retorna como grande sucesso no Westside Theatre. Seymour, um órfão que trabalha em uma floricultura, é secretamente apaixonado por sua colega Audrey. Um dia, após um eclipse solar, Seymour encontra uma planta carnívora muito estranha e descobre que ela tem um apetite peculiar: sangue humano.

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    The Book of Mormon

    Aclamado pela crítica, este musical da Broadway, em cartaz no Eugene O’Neill Theatre, é realmente hilário e original. É uma paródia à religião dos Mormons, muito popular nos EUA. Já venceu diversos Tony Awards como de Melhor Musical, Melhor Direção, Melhor Livro, entre outros.

    shows em ny
    Musical The Book of Mormon

    Two Strangers

    Também assisti a Two Strangers (Carry a Cake Across New York), musical que recebeu oito indicações ao Tony Awards 2026, incluindo Melhor Musical. A trama acompanha Dougal e Robin, dois completos desconhecidos que passam três dias juntos em Nova York e acabam descobrindo afinidades onde menos esperavam. Com humor, emoção e uma trilha sonora irresistível, o espetáculo conquistou público e crítica ao mostrar que, mesmo em uma cidade de milhões de habitantes, os encontros mais improváveis podem mudar tudo. Os protagonistas Sam Tutty e Christiani Pitts também foram reconhecidos pela premiação, com indicações nas categorias de atuação. Em cartaz no Longacre Theatre.

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    Two Strangers, um dos destaques da Broadway

    Portanto, estas foram algumas dicas de shows imperdíveis na Broadway, que merecem entrar no seu roteiro! Conta nos comentários o seu preferido!

    Por Duda Vetere e Renata Araújo. Março de 2022. Atualizado em Junho de 2026.

    Fotos: Renata Araújo e Divulgação

  • VEJA RIO Comer & Beber 2026: conheça os vencedores da edição que celebra 30 anos do guia

    VEJA RIO Comer & Beber 2026: conheça os vencedores da edição que celebra 30 anos do guia

    Quais são os restaurantes, bares e cafés que mais se destacaram no Rio este ano? A resposta foi revelada nesta terça-feira (3), durante a cerimônia do Prêmio VEJA RIO Comer & Beber 2026, realizada no Belmond Copacabana Palace. A noite de celebração de uma das mais relevantes premiações da gastronomia carioca marcou os 30 anos do guia, que acaba de chegar às bancas com 513 endereços entre restaurantes, bares, cafeterias, padarias e comidinhas espalhados pela capital, Serra, Litoral e Niterói. Ao todo, 35 categorias contemplaram desde cafeterias, padarias e hamburguerias até restaurantes, bares, quiosques e alguns dos profissionais que mais vêm movimentando a cena gastronômica da cidade.

    Para o You Must Go, a edição teve um significado particular. Além de colunista da VEA RIO, nossa editora-chefe Renata Araújo participou mais uma vez do júri, ao lado de outros especialistas do setor, empresários, personalidades e jornalistas. Já nossa editora-assistente Duda Vétere integrou a equipe responsável pela redação dos tradicionais “tijolinhos”, como são conhecidos os textos que apresentam os estabelecimentos selecionados para o guia.

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    Os grandes destaques do VEJA RIO Comer & Beber 2026

    Entre os momentos mais marcantes da cerimônia esteve o anúncio de Jessica Trindade, do Madame Olympe, como Chef do Ano. À frente da cozinha do restaurante de Claude Troisgros, no Leblon, a chef vive um momento especial na carreira. Em menos de um ano de funcionamento, a casa conquistou uma estrela Michelin, e agora, Jessica se torna a primeira mulher a ocupar o posto de ”Chef do Ano” no Comer&Beber. Ovacionada no palco, ela recebeu o prêmio emocionada sob aplausos da plateia. A nova geração da gastronomia carioca também teve espaço de destaque. Pedro Attayde, à frente do Ophelia, Jurema e Jurema Brasa, recebeu o prêmio de Chef Revelação. Nos últimos anos, o chef vem acumulando projetos de sucesso e ajudando a movimentar a cena da cidade. Aliás, o Jurema também saiu da noite com o troféu de Melhor Cozinha de Bar.

    Outro reconhecimento importante foi para Fabio Dupin, eleito Restaurateur do Ano. Responsável pelo Grupo Pulse, o empresário vem construindo um dos portfólios mais movimentados da cidade, com casas como Spicy Fish, Posí Terrazza e Casa Magnólia, em Ipanema. E o ritmo de expansão segue acelerado: em breve, o grupo inaugura o espanhol La Candela, no antigo endereço do Gero, no Leblon, assim como o bar de black music Errare, na Gávea, e o francês Balcão Margot e o Forno Paradiso, no BarraShopping.

    Já Maíra Freire, do Libô e do Lasai, foi eleita Sommelière do Ano. Referência no universo dos vinhos, ela também se tornou a primeira brasileira a receber o Michelin Sommelier Award, em 2024.

    Os endereços que se destacaram à mesa

    Entre os restaurantes, alguns vencedores reafirmaram trajetórias já consolidadas. O Lasai voltou a conquistar o prêmio de Melhor Cozinha de Autor, reforçando a posição de Rafa Costa e Silva como um dos principais nomes da gastronomia brasileira. Com duas estrelas Michelin, a casa segue como uma das maiores referências da alta gastronomia no país. Já o Casa 201, comandado pelo chef João Paulo Frankenfeld, conquistou pela terceira vez o título de Melhor Restaurante Francês. Em uma casa no Jardim Botânico, o restaurante combina técnica francesa e hospitalidade carioca em uma experiência que se tornou uma das mais consistentes da cidade.

    O tradicional Gero, do Hotel Fasano, venceu na categoria italiana, enquanto o San Omakase foi escolhido como o Melhor Japonês. A Ferro e Farinha levou o prêmio de Melhor Pizzaria, confirmando o sucesso de suas pizzas de fermentação natural. Já o ORG, da chef Tati Lund, venceu como Melhor Vegetariano, reforçando a força da cozinha baseada em vegetais.

    O Mr. Lam foi eleito o Melhor Asiático, o Rufino venceu na categoria carnes e o Rudä, do chef Danilo Parah, foi escolhido como Melhor Restaurante Brasileiro. Fechando a lista, o clássico Satyricon, em Ipanema, conquistou o prêmio de Melhor Restaurante de Peixes e Frutos do mar e o Rancho Português foi reconhecido como o melhor representante da culinária portuguesa na cidade.

    Dos drinques ao brunch

    Nos bares, os vencedores mostram a diversidade da cena carioca atual. O Eleninha foi eleito o Melhor bar para ir a dois, enquanto o [111] Music Bar, em Copacabana, venceu na categoria Melhor Trilha Sonora, unindo boa coquetelaria a uma curadoria musical que vem chamando atenção na cidade. O Liz Cocktail & Wine conquistou o prêmio de Melhor Carta de Drinques e o Delirium Café venceu na categoria carta de cervejas. Já a Adega Pérola, um clássico de Copacabana conhecido pelos balcões repletos de petiscos, foi reconhecida como Melhor Bar Tradicional.

    Entre as categorias mais disputadas pelo público, o Empório Jardim foi escolhido como Melhor Brunch. Com filas frequentes nos fins de semana, a casa se consolidou como uma das principais referências da cidade para cafés da manhã e brunches. A Colher de Pau venceu como Melhor Doce, o ASA foi eleito o Melhor Açaí e o Mimo conquistou o prêmio de Melhor Café. O Bal.Clan levou o troféu de Melhor Hambúrguer, enquanto a The Slow Bakery foi reconhecida pelo Melhor Pão da cidade. Já Lucas Mariano, da Sorvetiño, recebeu o prêmio de Sorveteiro do Ano.

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    Endereços que valem a viagem

    Assim como acontece todos os anos, a premiação também destacou endereços que justificam uma viagem gastronômica. Na Serra, a Bonaccia Osteria, da Casa Marambaia, foi eleita a melhor representante da região. Em Niterói, o tradicional Gruta de Santo Antônio conquistou o prêmio da categoria. Já o Rocka, em Búzios, foi escolhido como o Melhor Restaurante do Litoral fluminense, mantendo seu lugar entre os destinos gastronômicos mais desejados do estado.

    Mais do que uma lista de vencedores

    Ao chegar aos 30 anos, o VEJA RIO Comer & Beber segue funcionando como um retrato da mesa carioca — reunindo desde clássicos da cidade até novos talentos que ajudam a renovar a cena local. Mais do que uma lista de vencedores, o guia continua sendo uma referência para quem gosta de descobrir bons endereços e acompanhar os movimentos da gastronomia no estado.

    A edição comemorativa já está disponível nas bancas.

    Junho de 2026. Fotos: Reginaldo Teixeira, Duda Vétere

    Veja abaixo como foi a edição de 2025 do Prêmio Veja Rio Comer e Beber 2025′

    Na seção Comidinhas, Dianna Macedo, da Dianna Bakery, foi reconhecida como confeiteira do ano, consolidando sua delicadeza técnica e criatividade nos doces. A Cirandaia manteve seu prestígio e garantiu novamente o título de melhor cafeteria, enquanto o tradicional Bibi Sucos foi eleito o endereço ideal para um suco fresco e bem tirado. O Guimas Brunch & Bar, versão matinal da casa clássica da Gávea, conquistou os jurados na sua estreia e foi escolhido o melhor brunch do Rio. Já a Slow Bakery confirmou sua excelência artesanal com o prêmio de melhor pão da cidade, enquanto na categoria bolo de chocolate, o clássico do Irajá Redux — servido ainda morno e com textura leve — levou o troféu. Para os amantes de sobremesas geladas, o Momo Gelato levou como melhor sorvete, e no universo dos sanduíches, o destaque foi o Bal Clan, que conquistou o troféu de melhor hambúrguer.

    Bares – Prêmio Veja Rio Comer e Beber 2025

    Na ala dos Bares, dez categorias reconheceram diferentes estilos e propostas que enriquecem a cena boêmia carioca. A mixologista Laura Paravato, do Blue Blazer, foi eleita bartender do ano, destacando-se pelo domínio técnico e criatividade nos coquetéis. O tradicional Cachambeer levou como melhor chope, enquanto o Libô, em Botafogo, se destacou como o melhor bar de vinhos, fruto da parceria entre a chef Roberta Ciasca e a curadoria precisa de Maíra Freire, primeira brasileira a receber o selo Michelin Sommelier, em 2024. Já a batida premiada da vez foi a do Bar do Momo, que também figura entre os favoritos do público. Uma das novidades da edição foi a criação da categoria petisco do mar, vencida pelo Polvo Bar, especializado em receitas autorais com frutos do mar, da chef Monique Gabiatti.

    O título de melhor boteco foi para o Bar da Frente, que alia tradição e personalidade. E o Balcão 201, no Leblon, sob comando do estrelado chef João Paulo Frankenfeld, foi eleito o melhor gastrobar. Na Ilha do Governador, com vista para a Baía de Guanabara, o Lá na Rosi encantou os jurados e levou o prêmio de melhor quiosque. Para fechar, o Fatchia, na Glória, brilhou com a melhor trilha sonora, unindo pizza napolitana a uma curadoria musical afinada.

    Restaurantes – Prêmio Veja Rio Comer e Beber 2025

    Na categoria Restaurantes, os prêmios revelam um panorama sofisticado e plural da gastronomia carioca — que valoriza tanto a tradição quanto a ousadia criativa. Cristiane Julião, nome por trás da Casa 201 e Balcão 201, foi eleita restauratrice do ano, em reconhecimento ao seu trabalho consistente à frente de duas casas premiadas. Já o título de chef do ano foi para o experiente Thomas Troisgros, que comanda o estrelado Oseille, o descontraído Toto e o bar Tijolada, enquanto Julia Lottus, do italiano Sult, foi celebrada como chef revelação, sinalizando a nova geração de talentos que desponta na cidade.

    Na seleção por especialidades, o elegante Elena, no Jardim Botânico, foi eleito o melhor asiático, e o Rufino, no Leblon, venceu na categoria melhor carne, com sua parrilla de acento argentino. A cozinha autoral do estrelado Lasai mais uma vez brilhou, enquanto a feijoada da Academia da Cachaça, um clássico carioca, levou o troféu na sua categoria. O Casa 201 foi reconhecido como o melhor francês do Rio, e o tradicional Gero, do grupo Fasano, conquistou o título de melhor italiano.

    Entre os japoneses, o San Omakase se destacou com seu balcão intimista e técnica refinada. Já o Satyricon reafirmou sua excelência em frutos do mar e venceu como melhor restaurante de peixes e frutos do mar. A melhor pizzaria da cidade foi a criativa Ferro e Farinha, enquanto o Rancho Português garantiu o prêmio na categoria melhor restaurante português. O Teva, por sua vez, foi escolhido como melhor vegetariano, confirmando a força da cozinha plant-based no Rio. E na categoria de harmonização com cervejas, o destaque foi o Proa, na Gávea, da chef Joana Carvalho, com o prato Conchiglioni com Polvo ao Molho Matriciana.

    Além disso, fora da capital, os endereços que “valem a viagem” também foram celebrados: o clássico Gruta de Santo Antônio, em Niterói; o autoral Angá, na Serra; e o badalado Rocka, em Búzios, todos reconhecidos por oferecerem experiências gastronômicas marcantes — mesmo fora do circuito habitual.

    Portanto, mais do que celebrar vencedores, o prêmio VEJA RIO Comer & Beber oferece um retrato saboroso do momento atual da gastronomia na cidade — com casas autorais, talentos em ascensão e endereços que se tornaram verdadeiros pontos de encontro. Para quem gosta de explorar novos sabores com identidade e consistência, essa lista é um excelente ponto de partida. Já conhece algum dos campeões deste ano? A lista completa com mais detalhes você encontra no site.

    Outubro de 2025.
    Fotos: Duda Vétere, Reginaldo Teixeira, Renata Araújo

    Abaixo, você confere a cobertura completa do Prêmio Veja Rio Comer e Beber 2024

    Na seção Comidinhas, Cirandaia conquistou o primeiro lugar em Cafeteria, So_Lo foi eleito o melhor brunch, o Medovik – que homenageia o doce típico da Rússia – faturou na categoria bolo e Momo Gelato levou o prêmio de melhor sorvete. O Teva Deli liderou o ranking dos vegetarianos, enquanto o Balcão venceu na categoria Kebab e o La Guapa foi eleito o melhor salgado.


    Nove categorias foram contempladas na seção Bares. O Rio Tap Beer House, pelo segundo ano, conquistou como melhor Carta de Cerveja e o Suru Bar, por escolha do júri, tem a melhor Carta de Drinques. Botica, em Botafogo, é o lugar para se visitar em busca de bons petiscos, assim como quem quer uma excelente feijoada deve ir ao Armazém Cardosão. Outro bicampeão é o Beco do Rato, eleita a melhor Roda de Samba do Rio de Janeiro. Na categoria quiosque, o vencedor da noite foi o Sel d’Ipanema, enquanto o Celeste faturou como melhor restaurante para se ir a dois.

    O prêmio de melhor dono de bar foi para Edu Araújo, que comanda algumas empreitadas de sucesso, como, por exemplo, Chanchada, Café 18 do Forte, Quartinho, Pope e Fatchia.

    Edu Araújo, o vencedor na categoria Dono de Bar

    Os melhores restaurantes do Rio

    Em Restaurantes, Elena, no JB, venceu na categoria asiático, o Rudä conquistou como melhor brasileiro e o Malta Beef Club ganhou o primeiro lugar para carnes. Rafa Costa e Silva foi premiado como melhor cozinha de autor, no Lasai, e o Gero faturou na categoria cozinha de hotel. A melhor gastronomia francesa é da Casa 201, a portuguesa é do Rancho Português e o Grado foi eleito como italiano campeão. Categoria estreante nessa edição do prêmio, o melhor omakasê foi para o San Omakase. O tradicional Satyricon foi a escolha para peixes e frutos do mar e Ferro e Farinha como pizzaria. De volta à premiação, as categorias sobremesas e menu executivo reconheceram o trabalho, respectivamente, do Koral e do Tiara.

    Categoria: Vale a Viagem

    No Vale a Viagem, a Gruta de Sto Antônio é o restaurante que faz valer a pena atravessar a ponte rumo a Niterói, enquanto o Sítio Gastronômico é o campeão para quem vai subir a serra. Em Búzios, o primeiro colocado é o Rocka, do chef Gustavo Rinkevich.

    Além disso, o prêmio reconheceu também o trabalho de causa social e elegeu o Refettorio Gastromotiva como vencedor, enquanto o Zazá Bistrô foi o melhor na categoria sustentabilidade.


    As personalidades do ramo gastronômico premiadas foram: Marcelo Torres, do grupo BestFork, o restaurateur do ano, João Paulo Frankenfeld, o chef do ano, pela Casa 201 e Eric Ueda, da Casa Ueda.

    Portanto, para se manter atualizado sobre as novidades dos melhores restaurantes do Rio de Janeiro, acompanhe e siga a gente no @youmustgoblog!

    Por Renata Busch. Novembro de 2024.

    Fotos: Reginaldo Teixeira, Renata Araújo, Duda Vétere, Lucas Teixeira