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  • Instagram do You Must Go! chega aos 100 mil seguidores: os bastidores dessa conquista

    Instagram do You Must Go! chega aos 100 mil seguidores: os bastidores dessa conquista

    O You Must Go! nasceu como um blog de viagens e, ao longo dos anos, se transformou em uma plataforma de conteúdo sobre turismo e hotelaria de luxo, gastronomia e lifestyle. Além do site, publicamos diariamente no Instagram @youmustgoblog, que se consolidou como uma referência para quem busca inspiração e informação na hora de viajar, escolher hotéis e descobrir restaurantes. Recentemente, alcançamos a marca de 100 mil seguidores — um crescimento construído de forma totalmente orgânica. Mais do que um número, essa conquista representa uma comunidade e um trabalho que acontece muito além do que aparece na tela.

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    O trabalho por trás do feed

    Quem acompanha o Instagram do You Must Go! talvez não imagine tudo o que envolve cada publicação. Todos os dias, postamos novos reels, carrosséis e dicas sobre turismo e hotelaria de luxo, gastronomia e lifestyle. Manter essa frequência exige planejamento, organização e um trabalho diário que vai muito além do post em si.

    Instagramdo You Must Go!

    Grande parte desse conteúdo nasce nas viagens que fazemos pelo Brasil e pelo exterior, mas também no Rio de Janeiro, onde moramos e acompanhamos de perto a movimentação da cidade. Visitamos hotéis e restaurantes, conhecemos novidades, cobrimos eventos e participamos de press trips — viagens organizadas por destinos, hotéis, companhias aéreas e órgãos de turismo para que jornalistas possam conhecer um lugar em profundidade e compartilhar esse olhar com seus leitores.

    Todo esse material passa por um longo processo até chegar ao Instagram. Há pesquisa, apuração, produção, edição e um cuidado constante com cada detalhe. Das imagens e vídeos às capas, legendas, tipografia e identidade visual, tudo segue um padrão editorial que construímos ao longo dos anos. Sou extremamente criteriosa com esse processo e gosto de acompanhar cada etapa de perto.

    Ao longo dos anos, o universo digital mudou — e o You Must Go! também evoluiu. Com a força que os vídeos ganharam nas redes sociais, aprendi a editar para que os Reels refletissem a identidade do nosso trabalho. Hoje, conto com a parceria de fotógrafos e filmmakers em diferentes projetos, além de uma agência especializada em estratégia digital, que nos ajuda a analisar resultados e pensar no crescimento do Instagram. Ainda assim, cada publicação continua passando pelo nosso olhar editorial e pela curadoria que sempre fizeram parte da essência do You Must Go!.

    Quando um post viraliza

    Mesmo com todo esse planejamento, continua sendo imprevisível saber quando algum post vai impactar mais gente e ter um alcance maior. Foi exatamente o que aconteceu com o vídeo do show da Shakira. Aquela imagem era apenas um story. Mas a cena era tão impressionante, com a multidão ocupando toda a Avenida Atlântica e a Praia de Copacabana, que resolvi transformá-la em um Reel. Quando gravei aquela multidão durante o show, da janela da minha suíte no Copacabana Palace, sabia que estava registrando um momento único, mas não imaginava que aquele Reel acabaria viralizando, ultrapassando a marca de 6 milhões de visualizações e gerando mais de 400 mil comentários.

    O mesmo aconteceu com outras publicações. Nossa seleção de cafés da manhã em São Paulo já está se aproximando das 100 mil visualizações, enquanto o roteiro de restaurantes em Miami já ultrapassou a marca de 40 mil. O luxuoso hotel Zendaya, em Búzios e tantos outros vídeos publicados ao longo do ano também mostram que existe um público cada vez maior em busca de informação de qualidade para planejar viagens e descobrir novos lugares.

    Mais do que os números, o que realmente me alegra é perceber que esse trabalho ajuda as pessoas. Recebo diariamente mensagens de seguidores que escolheram um hotel, reservaram um restaurante ou decidiram visitar um destino a partir das nossas recomendações. É essa troca que dá sentido ao trabalho que fazemos todos os dias.

    Um vídeo para marcar essa conquista

    Chegar aos 100 mil seguidores foi um marco importante para o You Must Go! — e eu quis celebrar esse momento de um jeito que tivesse a nossa cara. Um vídeo simbólico, mas cheio de significado. Gravado na praia do Leblon, um dos lugares onde mais me sinto em casa, ele foi a forma que encontrei de agradecer a todos que fizeram parte dessa caminhada. Escolhi um dia de céu azul, com o mar ao fundo, um cenário que sempre teve tudo a ver comigo e também com a essência do You Must Go!.

    A repercussão e as centenas de mensagens de carinho que recebi de leitores, seguidores, parceiros e amigos me emocionaram. Ler cada comentário me fez perceber que essa marca vai muito além dos números: ela representa uma comunidade que acompanha o nosso trabalho, confia nas nossas recomendações e faz parte dessa história todos os dias.

    Uma mesa para celebrar

    A conquista dos 100 mil seguidores também merecia uma celebração fora das telas. Para marcar esse momento, reuni amigos, jornalistas, parceiros e parte da equipe do You Must Go! para um almoço na Casa Magnólia, em Ipanema. Foi uma tarde para agradecer e brindar ao caminho percorrido até aqui.

    Aberta há poucos meses, o chef Thiago Gonçalves nos recebeu com muito carinho, com suas receitas de memória afetiva, que resgatam os clássicos dos botequins cariocas. Portanto, não faltaram pastéis, risoles, brie empanado, vinagrete de polvo e salada de batata. Nos principais, fizeram sucesso o arroz de polvo, o bacalhau, o filé au poivre e o filé ao molho de mostarda, que foi a minha escolha. Tudo acompanhado de bons drinques, chope bem tirado e muitas conversas ao longo da tarde.

    Obrigada por fazer parte dessa história

    Os 100 mil seguidores representam um marco importante, mas são apenas mais um capítulo dessa história. Continuarei fazendo o que sempre acreditei: viajar, conhecer novos lugares, contar boas histórias e compartilhar apenas aquilo que realmente vale a pena. Obrigada a todos que acompanham o You Must Go! e ajudam a escrever essa trajetória todos os dias.

    Obrigada, Ymgoer!

    Por Renata Araújo. Julho de 2026.
    Fotos: Renata Araújo, Duda Vétere

  • O que fazer em Cartagena, a cidade mais colorida da Colômbia: passeios, restaurantes e hotéis

    O que fazer em Cartagena, a cidade mais colorida da Colômbia: passeios, restaurantes e hotéis

    Cartagena é um daqueles destinos que conseguem unir história, cultura, gastronomia e o clima descontraído do Caribe em um só lugar. Localizada na costa norte da Colômbia, a cerca de 1h30 de voo de Bogotá e 3h de Miami, a cidade é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1984 e encanta pela arquitetura colonial preservada, pelas ruas coloridas da Cidade Amuralhada e sua atmosfera vibrante. Estivemos recentemente por lá e reunimos neste guia os principais passeios, além de dicas de restaurantes e hotéis de luxo para planejar uma viagem completa a Cartagena, um dos destinos mais visitados do país.

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    Como chegar a Cartagena

    Na costa norte da Colômbia, às margens do Mar do Caribe, Cartagena é uma das principais portas de entrada para quem deseja explorar o litoral colombiano. O Aeroporto Internacional Rafael Núñez fica a cerca de 15 minutos da Cidade Amuralhada, facilitando bastante o deslocamento até o centro histórico. Saindo do Brasil, não há voos diretos para Cartagena. As conexões mais comuns são via Bogotá, Panamá ou Lima, dependendo da companhia aérea e da cidade de origem. Da capital colombiana para Cartagena, por exemplo, o voo dura aproximadamente 1h30.

    Além de ser um destino completo por si só, Cartagena é um excelente ponto de partida para explorar outras regiões do Caribe colombiano. San Andrés costuma ser uma das opções mais procuradas, com seu mar de sete cores e praias de águas cristalinas. Já quem prefere uma experiência mais tranquila e exclusiva pode seguir para Barú, ilha localizada a cerca de uma hora da cidade, também com mar paradisíaco e atmosfera mais reservada.

    O que fazer em Cartagena

    A melhor forma de conhecer Cartagena é caminhando. Grande parte das atrações está concentrada na Cidade Amuralhada, onde ruas estreitas, praças históricas, igrejas centenárias e casarões coloniais convidam a passeios sem pressa. Reserve pelo menos um dia inteiro para explorar essa região, mas saiba que é fácil voltar mais de uma vez — especialmente para descobrir novos restaurantes, tomar um café ou simplesmente apreciar o movimento das ruas.

    Explore a Cidade Amuralhada

    Principal cartão-postal de Cartagena, a Cidade Amuralhada é o coração histórico do destino e ponto de partida para qualquer roteiro. Fundada em 1533 pelos espanhóis, a cidade rapidamente se tornou um dos portos mais importantes da América, responsável pelo escoamento de ouro, prata e outras riquezas rumo à Europa. Para protegê-la dos constantes ataques de piratas, foi construído um extenso sistema de fortificações, com cerca de 11 quilômetros de muralhas, considerado um dos mais importantes do continente.

    Declarada Patrimônio Mundial da UNESCO em 1984, a região preserva um dos conjuntos coloniais mais bem conservados da América Latina. Hoje, caminhar por suas cerca de 160 ruas é mergulhar na história de Cartagena, entre casarões coloridos, varandas floridas por buganvílias, pequenas praças, igrejas centenárias, cafés e lojas. Mais do que seguir um roteiro fechado, vale reservar tempo para explorar a cidade sem pressa. Em Cartagena, muitas das melhores descobertas acontecem justamente ao virar uma esquina.

    Torre do Relógio: a principal porta de entrada da cidade

    Um dos principais símbolos de Cartagena, a Torre do Relógio marca a entrada da Cidade Amuralhada pela Plaza de los Coches. Construída no século XIX sobre um antigo portal colonial, ela funciona como um verdadeiro cartão de visitas para quem chega ao centro histórico e costuma ser o ponto de partida para explorar a região a pé.

    As igrejas históricas

    A Cidade Amuralhada reúne sete igrejas históricas, reflexo da importância religiosa durante o período colonial. Entre elas, destacam-se a Catedral de Santa Catalina de Alejandría, cuja construção começou em 1575, e a Igreja de Santo Domingo, considerada a mais antiga da cidade. Ambas impressionam pela arquitetura e ajudam a contar parte da história de Cartagena.

    Museus em Cartagena

    Quem deseja conhecer um pouco mais da história e da cultura colombiana também encontra boas opções de museus dentro da Cidade Amuralhada. O Museo del Oro Zenú apresenta a riqueza da cultura indígena Zenú por meio de peças em ouro e cerâmica. Já o Museo Histórico de Cartagena ocupa o antigo Palácio da Inquisição e reúne exposições sobre diferentes períodos da história da cidade. Para quem se interessa por joias, o Museo de la Esmeralda explica a tradição colombiana na extração e lapidação da pedra preciosa, enquanto o Museo de Arte Moderno reúne obras de artistas colombianos e latino-americanos.

    La Serrezuela

    Mesmo para quem não pretende fazer compras dentro de shopping, vale incluir o La Serrezuela no roteiro. Inaugurado em 2019, o espaço ocupa a antiga Plaza de Toros de Cartagena, cuja estrutura original foi preservada e integrada a um elegante centro de compras, gastronomia e entretenimento. O projeto manteve a arquitetura histórica da arena e incorporou boutiques de marcas internacionais e colombianas, restaurantes, cafés e áreas culturais. Além das lojas, o edifício chama atenção pela beleza da restauração e se tornou um dos endereços mais interessantes da cidade para passear, fazer uma pausa para um café ou apreciar a vista dos terraços.

    Visite o Castelo San Felipe de Barajas

    Construído pelos espanhóis no século XVII, o Castelo San Felipe de Barajas é considerado a maior fortaleza militar erguida na América durante o período colonial. Localizado sobre o morro de San Lázaro, foi projetado para proteger Cartagena dos frequentes ataques de piratas e de outras potências europeias interessadas nas riquezas que passavam pelo porto. Além de sua importância histórica, o castelo impressiona pela engenharia militar, com um complexo sistema de túneis, passagens subterrâneas e mirantes que oferecem uma das vistas mais bonitas da cidade. Reserve pelo menos duas horas para a visita e, se possível, prefira os horários de menor calor, já que boa parte do percurso é feita ao ar livre.

    Aproveite para ler também:

    Descubra a Cartagena de Gabriel García Márquez

    Poucos escritores retrataram Cartagena de forma tão marcante quanto Gabriel García Márquez, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1982. A cidade serviu de cenário e inspiração para diversas obras do autor, que viveu ali por muitos anos e costumava percorrer as ruas da Cidade Amuralhada em busca de histórias e personagens. Embora a residência onde morou, de frente para o mar, não seja aberta à visitação, ela continua sendo um dos endereços mais fotografados da cidade. Outro ponto de interesse é o Claustro de La Merced, que integra a Universidad de Cartagena e abriga as cinzas do escritor desde 2016.

    Mesmo para quem nunca leu suas obras, caminhar por Cartagena é entender por que a cidade exerceu tanta influência sobre um dos maiores nomes da literatura latino-americana.

    Conheça Getsemaní

    A poucos minutos caminhando da Cidade Amuralhada, Getsemaní é um dos bairros mais vibrantes de Cartagena. Antigamente uma região residencial de perfil mais popular, passou por um intenso processo de revitalização e hoje reúne ateliês, galerias, bares, cafés, restaurantes e uma cena cultural bastante ativa. Suas ruas coloridas ganharam fama pelos murais de arte urbana, que transformaram o bairro em uma verdadeira galeria a céu aberto. A Plaza de la Trinidad é o principal ponto de encontro da região, especialmente no fim da tarde, quando moradores e visitantes se reúnem para aproveitar o clima descontraído, apresentações musicais e a gastronomia local.

    Se a Cidade Amuralhada preserva o passado colonial de Cartagena, Getsemaní revela um lado mais contemporâneo, criativo e boêmio da cidade — e merece algumas horas, tanto durante o dia quanto a noite.

    Cartagena além da Cidade Amuralhada

    Embora o centro histórico concentre boa parte das atrações, Cartagena é mais do que isso. A região de Bocagrande reúne hotéis, restaurantes, bares e uma movimentada orla à beira-mar. Além disso, é também dali que partem muitos passeios de barco rumo às Ilhas do Rosário e a Barú.

    Outro bairro que merece destaque é Castillogrande, conhecido pelos edifícios residenciais de alto padrão, pelo calçadão à beira-mar e pelo ambiente mais tranquilo. Já Manga preserva belas construções republicanas e uma marina que revela outro lado da cidade. Mesmo que a Cidade Amuralhada seja o grande destaque de Cartagena, explorar seus bairros mais modernos ajuda a compreender como a cidade cresceu sem perder sua conexão com o Caribe.

    Quantos dias ficar e quando ir a Cartagena

    Cartagena pode ser visitada durante todo o ano, já que as temperaturas permanecem elevadas em qualquer estação, com médias entre 27°C e 31°C. O período mais seco, entre dezembro e abril, costuma ser considerado a melhor época para conhecer a cidade, com dias ensolarados e menor incidência de chuvas. Entre maio e novembro, as pancadas são mais frequentes, normalmente concentradas no fim da tarde, mas dificilmente comprometem os passeios.

    Para conhecer a cidade com calma, o ideal é reservar três ou quatro dias. Esse período permite explorar a Cidade Amuralhada, visitar o Castelo San Felipe de Barajas, caminhar por Getsemaní e aproveitar a cena gastronômica local. Se a ideia for incluir um passeio de barco às Ilhas do Rosário ou estender a viagem até Barú, vale considerar pelo menos cinco dias no roteiro.

    Além disso, Cartagena é uma cidade para ser explorada a pé, especialmente na Cidade Amuralhada. Por isso, vale escolher uma hospedagem bem localizada e reservar tempo para caminhar sem pressa entre as principais atrações, restaurantes e cafés.

    Onde comer em Cartagena

    A gastronomia se tornou um dos grandes atrativos de Cartagena. Entre restaurantes premiados, cozinhas autorais e clássicos da culinária caribenha, a cidade oferece boas opções para diferentes estilos de viagem.

    Celele

    48º colocado noThe World’s 50 Best Restaurants 2025 e 5º lugar noLatin America’s 50 Best Restaurants 2025, o Celele é um dos grandes nomes da gastronomia colombiana contemporânea. Comandado pelo chef Jaime Rodríguez, o restaurante apresenta uma cozinha caribenha contemporânea baseada na biodiversidade e na cultura gastronômica do Caribe colombiano. O menu valoriza ingredientes nativos e pequenos produtores locais, traduzindo as influências indígenas, africanas, árabes, espanholas e holandesas que moldaram a culinária da região. Já estivemos por lá e contamos todos os detalhes aqui.

    End: Cra. 10C #29-200, Getsemaní

    1621

    Localizado dentro do Sofitel Legend Santa Clara, o 1621 ocupa o antigo refeitório das freiras Clarissas e é o restaurante mais emblemático do hotel. O ambiente preserva a atmosfera histórica do antigo convento e propõe uma das refeições mais sofisticadas de Cartagena. Sob comando do chef Dominique Oudin, o menu combina técnicas francesas com ingredientes colombianos, especialmente produtos do Caribe e da região andina. Mesmo para quem não está hospedado no Sofitel, o restaurante é aberto ao público e vale a reserva para um jantar mais elegante e especial.

    End: Sofitel Legend Santa Clara – Calle del Torno 39-29

    Jardín Santa Clara

    Também no Sofitel Legend Santa Clara e aberto ao público, o Jardín Santa Clara é uma ótima opção para qualquer hora do dia. É ali que é servido o café da manhã do hotel — considerado um dos melhores de Cartagena (e nós concordamos) — com frutas tropicais, pães, viennoiseries, pratos preparados na hora e especialidades colombianas. No almoço e no jantar, o restaurante aposta em um menu que combina referências mediterrâneas e caribenhas, sempre valorizando ingredientes locais. O ambiente, cercado pelos jardins do antigo convento, é um convite para uma refeição sem pressa.

    Juan del Mar

    Na charmosa Plaza San Diego, o Juan del Mar é um dos restaurantes mais conhecidos de Cartagena. Instalado em um casarão de estilo republicano, tem mesas na calçada, música ao vivo e aquele clima caribenho animado, tanto no salão quanto na praça. O cardápio combina frutos do mar, peixes, pratos com toque cartagenero e pizzas gourmet de massa fina. Entre os destaques, estão as garras de caranguejo azul salteadas na manteiga de alho assado e o arroz cremoso de camarões.

    End: Plaza San Diego – Calle de la Iglesia 34-60

    Onde beber em Cartagena

    Alquímico

    O bar, 11º colocado no The World’s 50 Best Bars 2025, é hoje um dos mais premiados do mundo e parada obrigatória para quem visita Cartagena. Instalado em uma bela mansão colonial na Cidade Amuralhada, ocupa três andares — o último deles um rooftop bastante disputado. A casa também se destaca pelo compromisso com a sustentabilidade: muitos dos ingredientes utilizados nos coquetéis vêm de uma fazenda própria, valorizando produtos colombianos e pequenos produtores locais. Com DJs, ambiente vibrante e uma carta de drinques extremamente criativa, é daqueles lugares para incluir no roteiro mesmo que a ideia seja apenas tomar um coquetel antes ou depois do jantar.

    End: Calle del Colegio 34-24, Cidade Amuralhada

    La Movida

    Também na Cidade Amuralhada, o La Movida é outro bar bastante recomendado em Cartagena. A casa mistura restaurante, bar e clima de lounge, com ambiente elegante e animado, especialmente à noite. É uma boa opção para começar com drinques e seguir no mesmo lugar depois do jantar.

    End: Calle del Colegio 34-37, Cidade Amuralhada

    Onde ficar em Cartagena

    A melhor região para se hospedar em Cartagena depende do estilo da viagem. Quem deseja explorar a cidade a pé, estar perto dos principais restaurantes e mergulhar na atmosfera histórica deve escolher a Cidade Amuralhada, onde estão alguns dos hotéis mais charmosos do destino. Já Bocagrande reúne hotéis modernos à beira-mar, além de edifícios residenciais, restaurantes e um perfil mais urbano. Para uma primeira visita, nossa recomendação é se hospedar na Cidade Amuralhada. Além do charme da arquitetura colonial, é ali que estão concentradas as principais atrações turísticas e gastronômicas de Cartagena.

    Casa San Agustín

    Para quem busca uma hospedagem mais intimista, o Casa San Agustín é uma das melhores opções de Cartagena. O hotel ocupa três casarões coloniais cuidadosamente restaurados e preserva elementos originais da arquitetura, combinando história e elegância de forma bastante acolhedora. Com poucas acomodações e serviço altamente personalizado, a propriedade aposta em um ambiente tranquilo, ideal para quem prefere hotéis de charme. Um dos destaques é a piscina, construída ao redor de um trecho preservado do antigo aqueduto da cidade, além do restaurante Alma, conhecido por sua cozinha colombiana contemporânea.

    End: Calle de la Universidad 36-44, Cidade Amuralhada

    Sofitel Legend Santa Clara

    Instalado em um antigo convento do século XVII, o Sofitel Legend Santa Clara é um dos hotéis mais icônicos de Cartagena. O edifício, que já abrigou o Convento das Clarissas, preserva grande parte de sua arquitetura original e combina história, conforto e sofisticação em plena Cidade Amuralhada. Os quartos são amplos e elegantes, enquanto as áreas comuns revelam pátios coloniais, jardins tropicais e uma piscina cercada por palmeiras, um verdadeiro refúgio após um dia de passeios pelo centro histórico. Outro destaque é a gastronomia. O hotel abriga dois dos restaurantes mais conhecidos de Cartagena: o 1621, instalado no antigo refeitório das freiras Clarissas, e o Jardín Santa Clara, ambos abertos também para não hóspedes.

    End: Calle del Torno 39-29, Cidade Amuralhada

    Cartagena também reúne outros hotéis de luxo, como, por exemplo, o Four Seasons Hotel and Residences Cartagena, inaugurado recentemente em um conjunto de edifícios históricos restaurados entre Getsemaní e a Cidade Amuralhada. Outro clássico da hotelaria local é o Hotel Charleston Santa Teresa, instalado em um antigo convento do século XVII e conhecido pela piscina com vista para o centro histórico. Já o Bastión Luxury Hotel é uma excelente opção boutique dentro da Cidade Amuralhada, enquanto o Hyatt Regency Cartagena, em Bocagrande, agrada quem prefere uma estrutura mais contemporânea e quartos voltados para o mar.

    Conclusão

    Portanto, mais do que um destino histórico, com belas paisagens e praias, Cartagena é uma cidade para ser vivida. Reserve um tempo para caminhar sem roteiro pela Cidade Amuralhada, fazer uma pausa em um café, experimentar a culinária local, tomar um drinque e observar o movimento das praças ao fim da tarde. São esses pequenos momentos que revelam a verdadeira essência da cidade e fazem com que tanta gente queira voltar.

    Texto e fotos por Duda Vétere e Renata Araújo. Julho de 2026.

  • Hotéis de luxo em Midtown Manhattan: onde ficar perto das principais atrações de Nova York

    Hotéis de luxo em Midtown Manhattan: onde ficar perto das principais atrações de Nova York

    Em uma cidade tão dinâmica quanto Nova York, escolher bem a localização do hotel faz toda a diferença. Midtown Manhattan é uma das regiões mais estratégicas para se hospedar, já que concentra algumas das principais atrações da cidade, como Times Square, Rockefeller Center, Grand Central Terminal e a Quinta Avenida, além de ótimos restaurantes, teatros e lojas. Ou seja, é um bairro que permite viver a cidade de um jeito muito prático, fazendo muitos passeios a pé e economizando tempo nos deslocamentos. A seguir, você encontra nossa curadoria de hotéis de luxo em Midtown, todos testados e aprovados por mim ao longo de diferentes viagens a Nova York.

    Aliás, se você está planejando sua próxima viagem não esqueça de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você nos ajuda a monetizar nosso trabalho.

    Hotéis de luxo em Midtown Manhattan

    AKA Central Park

    Localizado na 58th Street, o AKA Central Park é um hotel-residência que combina a liberdade de um apartamento completo com os serviços de um hotel de luxo. As suítes são amplas e contam com cozinha totalmente equipada, sala de estar e ambientes pensados para estadias prolongadas. A estrutura inclui academia Technogym, sala de cinema, lavanderia, business center, além do aconchegante a.lounge e do a.café. A poucos passos do MoMA, do Columbus Circle e de excelentes restaurantes, é uma ótima opção para quem busca conforto, praticidade e mais autonomia durante a estadia.

    End: 42 W 58th St, New York

    Baccarat Hotel & Residences New York

    Inaugurado em 2015, o Baccarat Hotel New York é um dos hotéis mais sofisticados de Midtown Manhattan e leva para a hotelaria o requinte da tradicional marca francesa de cristais. Com apenas 114 quartos e suítes, combina design contemporâneo, obras de arte e mais de 15 mil peças de cristal Baccarat, criando uma atmosfera elegante sem excessos. A experiência se completa com o Spa de La Mer, a piscina coberta e o Grand Salon, famoso pelo tradicional chá da tarde servido em cristais da marca. Depois de me hospedar no Baccarat, entendi por que ele segue como uma das grandes referências da hotelaria de luxo em Nova York.

    End: 28 W 53rd St, New York

    Lotte New York Palace

    Instalado em um edifício histórico de 1882, o Lotte New York Palace é um dos hotéis mais tradicionais de Manhattan e combina o charme da arquitetura clássica com uma estrutura moderna. São 909 quartos e suítes, incluindo o exclusivo The Towers, uma espécie de hotel dentro do hotel, com acomodações mais amplas e serviços personalizados. Entre os destaques estão o spa, a academia, o elegante Gold Room, o restaurante Villard e o bar Trouble’s Trust, além do famoso pátio interno, um dos cenários mais emblemáticos do hotel.

    End: 455 Madison Ave, New York

    Aliás, aproveite para ler também:

    Hotel Knickerbocker

    Inaugurado em 1906, o The Knickerbocker Hotel foi o primeiro hotel de luxo da Times Square e, depois de uma cuidadosa restauração, voltou a figurar entre os principais hotéis de luxo de Midtown Manhattan. Integrante da coleção The Leading Hotels of the World, reúne 330 quartos e suítes com decoração contemporânea, excelente isolamento acústico e muito conforto — um diferencial importante para quem se hospeda em uma das regiões mais movimentadas da cidade. Na gastronomia, abriga o Charlie Palmer Steak IV, o café Jake’s at The Knick, o Martini Lounge, inspirado na lenda de que o famoso drinque teria surgido ali, e o disputado St. Cloud Rooftop, com vista privilegiada para a Times Square e um dos rooftops mais desejados de Manhattan.

    End: 6 Times Sq, New York

    Park Lane New York

    De frente para o Central Park, o Park Lane New York combina design contemporâneo, atmosfera vibrante e uma das vistas mais bonitas de Manhattan. Após uma completa renovação concluída em 2021, o hotel ganhou novos interiores assinados pelo renomado estúdio Yabu Pushelberg e passou a oferecer 610 acomodações elegantes, muitas delas voltadas para o parque. Entre os destaques estão o rooftop Darling, no 47º andar, exclusivo para hóspedes durante o dia e um dos endereços mais disputados da cidade ao entardecer, além do Harry’s New York Bar e do elegante Rose Lane. Além disso, o hotel de luxo em Midtown também faz parte da coleção L.V.X. da Preferred Hotels & Resorts.

    End: 36 Central Park S South, New York

    The Plaza

    Inaugurado em 1907, o The Plaza é provavelmente o hotel mais famoso de Nova York. Sua arquitetura inspirada nos castelos franceses e os interiores clássicos preservam o glamour que tornou o endereço uma referência na cidade há mais de um século. Além dos elegantes quartos e suítes, o hotel abriga o tradicional Palm Court, famoso pelo chá da tarde, o sofisticado Champagne Bar, o Guerlain Spa e boutiques de luxo, proporcionando uma experiência que vai muito além da hospedagem.

    End: 768 5th Ave, New York

    The Peninsula New York

    Com mais de um século de história, o The Peninsula New York combina não só tradição, mas também elegância e serviços impecáveis em um dos endereços mais cobiçados de Manhattan. Após uma ampla renovação, o hotel passou a oferecer 219 quartos e suítes com design assinado pelo Bill Rooney Studio, tecnologia de ponta, banheiros em mármore e janelas com isolamento acústico. Entre os destaques estão o premiado spa, a piscina coberta com vista para a cidade, academia completa, serviço de carro para trajetos curtos e os espaços gastronômicos Clement e Gotham Lounge, que reforçam a experiência sofisticada no coração de Manhattan.

    End: 700 5th Ave, New York

    Texto e fotos por Renata Araújo. Atualizado em Julho de 2026.

     

  • Fasano Rio é eleito o melhor hotel do Brasil pela Travel + Leisure em 2026

    Fasano Rio é eleito o melhor hotel do Brasil pela Travel + Leisure em 2026

    Existem hotéis que naturalmente acabamos voltando. E o Fasano Rio é um deles. Ao longo dos anos, acompanhei diferentes momentos da propriedade — entre hospedagens, almoços no Gero e diversos eventos. Neste ano, inclusive, escolhi o hotel para celebrar meu aniversário, quando fiquei na Deluxe Suite, a mesma onde já ficaram Madonna e Beyoncé. Agora, poucos meses depois dessa experiência, veio um reconhecimento que ajuda a explicar por que o Fasano continua ocupando um lugar tão especial na hotelaria brasileira: ele foi eleito o melhor hotel do Brasil no Travel + Leisure World’s Best Awards 2026, ranking elaborado a partir da votação dos leitores da revista norte-americana.

    Aliás, se você está planejando sua próxima viagem não esqueça de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você nos ajuda a monetizar nosso trabalho.

    Como funciona o ranking da Travel + Leisure

    O Travel + Leisure World’s Best Awards chega à sua 31ª edição reunindo a opinião de mais de 661 mil leitores da publicação, que avaliam hotéis, resorts, cidades, ilhas, companhias aéreas, spas e outras experiências de viagem ao redor do mundo. Em 2026, o Fasano Rio conquistou a segunda posição entre os melhores hotéis da América Central e do Sul, atrás apenas do Sofitel Panamá.

    melhor hotel do brasil
    Visual do Fasano Rio

    Entre os empreendimentos brasileiros, o Fasano liderou o ranking. O Rosewood São Paulo foi o outro representante do país na lista, ocupando a 11ª colocação.

    Um clássico que atravessa gerações

    O reconhecimento chega em um momento especialmente interessante para a hotelaria de luxo no Rio de Janeiro. Nos últimos anos, a cidade recebeu novos empreendimentos e importantes redes internacionais, ampliando a oferta de hospedagens de alto padrão. Ainda assim, o Fasano preserva uma característica que sempre me chamou atenção: a capacidade de permanecer atual sem abrir mão da própria identidade.

    Inaugurado em 2007, o hotel foi o primeiro projeto de Philippe Starck no Brasil. Inspirado na atmosfera da Bossa Nova e no estilo de vida de Ipanema das décadas de 1950 e 1960, reúne elementos que continuam definindo sua personalidade, como o design atemporal, o serviço discreto e a localização privilegiada em frente à praia.

    Foi essa mesma impressão que tive durante minha última hospedagem. Mesmo depois de tantas visitas ao longo dos anos, o Fasano continua transmitindo uma elegância muito própria. O atendimento segue preciso e acolhedor, o rooftop permanece com uma das vistas mais bonitas de Ipanema e o Gero continua sendo um restaurante ao qual volto sempre com prazer.

    Aproveite para ler também:

    O que a Travel + Leisure destacou

    Na publicação do ranking, a revista ressalta justamente alguns dos atributos que fazem parte da identidade do hotel: o projeto assinado por Philippe Starck, a icônica piscina com vista panorâmica para a Praia de Ipanema, a estrutura de spa e academia e a gastronomia, representada pelo Gero, pelo Fasano Caffè e pelo bar do rooftop.

    Mais do que celebrar um prêmio, o resultado mostra como o Fasano segue relevante em um mercado que mudou bastante nos últimos anos. Em vez de acompanhar tendências passageiras, manteve uma proposta muito bem definida desde a inauguração. Talvez seja essa consistência que faça do hotel um dos endereços mais emblemáticos da hotelaria brasileira — e um lugar para o qual continuo voltando.

    Julho de 2026.

  • Onde comer pizza no Rio de Janeiro

    Onde comer pizza no Rio de Janeiro

    Se você está procurando onde comer pizza no Rio de Janeiro, chegou ao lugar certo. Dos sabores mais tradicionais às combinações mais criativas, a cidade reúne pizzarias para diferentes estilos e ocasiões — das casas clássicas às novidades que vêm conquistando espaço na cena gastronômica carioca. E como 10 de julho é celebrado como o Dia Mundial da Pizza, aproveitamos a data para reunir nesta seleção algumas das nossas favoritas. Agora é só seguir a leitura e escolher a próxima parada.

    Aliás, se você tem planos de viajar para o Rio de Janeiro, não esqueça de conferir aqui nossa seleção dos melhores hotéis e de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho.

    9 Lugares para comer pizza no Rio

    Baduk

    Combinando sabores do Oriente Médio e da Itália, o Baduk oferece as ”Pizzas do Oriente”, afinal as duas culinárias são certamente cheias de sabores. Dessa forma, entre as opções estão o Lahmaçun de cordeiro (R$ 42), clássico de origem turca, o Manakish de queijo, mel e nozes (R$ 48) e o Manoushe de queijo de cabra, tomate e zhoug picante de ervas (R$ 48). Aliás, também vale destacar, que elas são servidas abertas, sendo assim, podem ser consumidas em fatias ou enroladas.

    End: Rua Rainha Guilhermina, 95 – Leblon

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    Manoushe

    Cantina da Praça

    No Dia Mundial da Pizza, nada melhor do que celebrar na Cantina da Praça, que oferece um ambiente descontraído e rústico, ou seja, perfeito para uma noite especial, sem dúvidas. As pizzas artesanais, servidas todos os dias, de 18h às 23h, são feitas com farinha italiana 00 e fermentação longa, resultando em uma massa leve e aerada com uma casquinha crocante. Portanto, entre elas, destaque para a Marguerita (R$ 68), com molho de tomate da casa, mix de mozzarellas, fatias de tomate temperadas, orégano e manjericão; a Pesto (R$ 76), preparada com molho pesto, mix de mozzarellas, rúcula, tomate-cereja e parmesão; e a Pepperoni (R$ 78), que leva molho de tomate da casa, mix de mozzarellas, pepperoni e orégano.

    End: R. Jangadeiros, 28 – Ipanema

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    Pizza Marguerita

    Capricciosa

    Uma pizzaria reconhecida pelos sabores incríveis e assadas no forno à lenha. Assim, com lojas espalhadas pela cidade, a Capricciosa celebra a data com quatro novos sabores especiais que estarão disponíveis a partir de 10 de julho. Portanto, entre os lançamentos, estão a Nduja (R$ 86 individual/ R$ 138 família), coberta por muçarela fior di latte, tomate pelati, stracciatella e grana padano, a Mortadella e pistacchio (R$ 84 individual e R$ 135 família), que vem com muçarela de búfala, mortadela, rúcula selvagem, pistache e raspas de limão siciliano. Além disso, também há a Burrata Pomodorini (R$ 82 individual/ R$ 131 família) com base de tomate “pelati”, tomate “pachino”, tomate amarelo confit e burrata; e a clássica combinação de Brie e parma (R$ 88 individual/ R$ 140 família) que traz muçarela fior di latte, queijo brie, presunto de parma e mel picante.    

    End: Rua Maria Angélica, 37 – Jardim Botânico / Rua Vinícius de Moraes, 134 – Ipanema

    Ella Pizzaria

    Para celebrar a data, a Ella Pizzaria preparou o Menu Especial (R$ 137), disponível exclusivamente nos dias 9 e 10 de julho, que inclui entrada, prato principal e sobremesa. Para começar, o cliente pode escolher entre a bruschetta Caprese – com queijo scamorza, tomate cereja assado, leve toque de molho de tomate, manjericão e grana padano, a bruschetta Funghi – com creme de cogumelos, cebola roxa, amêndoas, gergelim e brotos ou a bruschetta Gorgonzola Doce – com gorgonzola, lâminas de pera, fios de mel, crocante de castanha e broto. Já como principal, o destaque é a premiada Pizza de Lombo, preparada com molho de tomate, lombo canadense, queijo scamorza defumado, crocante de presunto parma e geleia de pimenta. Para encerrar a experiência, a sobremesa é a Panqueca de Doce de Leite. Além disso, a casa apresenta dois sabores novos de pizza: Calábria (R$86), que combina linguiça de pernil, pesto, scarmoza fresca, tomate-cereja amarelo, picles de funcho e brotos de rúcula, e a Sardenha (R$92), preparada com molho de tomate da casa, scarmoza de búfala, tomates-cereja amarelos e vermelhos, aliche e brotos.

    End: Rua Pacheco Leão, 102 – Jardim Botânico

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    Menu Especial do Ella Pizzaria

    Ferro e Farinha

    A premiada pizzaria é parada obrigatória para celebrar a data. O cardápio reúne desde clássicos até criações autorais que traduzem a personalidade da marca. Entre as receitas tradicionais, por exemplo, destaca-se a Domenico, uma releitura da clássica marguerita preparada com molho de tomate, fior di latte, Grana Padano, manjericão assado e azeite. Aliás, a casa também aposta em sabores exclusivos, como a Scampi, que combina creme de alho, camarões, muçarela e ervas frescas e a Atlantic Smoke, feita com salmão defumado e queijos especiais. Já para quem busca opções vegetarianas, o restaurante oferece receitas como a Pearl Necklace, com stracciatella, alho e tomate, e a Lucky Star, que leva couve, molho de tomate e Grana Padano.

    End: Shopping Leblon – Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon

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    Mamma Jamma

    Autêntica pizzaria rústica, a Mamma Jamma oferece redondas feitas com molho de tomate natural e mussarela de cura especial, e os sabores vão desde a clássica marguerita até geléia de damasco e presunto de parma. Sendo assim, a marca comemora a pizza não só no dia 10, mas durante o mês de julho todo com dois sabores especiais. A Pizza Dolce Marmellata (R$119) é elaborada com Queijo Flor de Carola, da queijaria La Porta, comandada por Gabriela La Porta, mozzarella de cura especial e geleia de damasco. Aliás, a criação estará disponível nas casas e também via delivery. Enquanto na linha de sobremesas, a Pizza Tiramisù (R$43), que não será vendida para a viagem, une massa de longa fermentação, creme de tiramisù, toque de café e finalização com cacau.

    Para conferir todos os endereços, clique aqui!

    Páreo

    O Páreo, no Jockey Club, oferece não só uma das vistas mais deslumbrantes do Rio, mas também receitas preparadas com massa de fermentação natural todos os dias no período da noite. Entre as opções do cardápio, destacam-se as pizzas especiais, por exemplo, a Jockey Club (R$ 78), feita com muçarela, presunto de Parma e raspas de alho-poró. Além disso, a casa oferece a Toscana (R$ 78), que combina mozzarella defumada, linguiça calabresa ralada, molho de tomate e azeitonas pretas; a Favorita (R$ 78), preparada com mozzarella de búfala defumada, tomate-cereja e folhas de manjericão; e, por fim, a Grande Prêmio (R$ 78), que leva mozzarella de búfala, shiitake refogado no vinho e parmesão.

    End: Rua Mário Ribeiro, 410 – Jockey Club Brasileiro 

    Puli Trattoria

    Diretamente do forno clássico italiano estilo napolitano, as pizzas do Puli Trattoria são, sem dúvidas, ideais para quem busca sabor sem abrir mão da leveza. Para comemorar a data, o cardápio traz opções como a Caprese (R$ 72), com molho de tomate italiano, mozzarella, mozzarella de búfala, tomate, pesto de azeitona e basílico; e a Calabresa Especial (R$ 70), com calabresa fatiada, mozzarella, cebola roxa marinada em vinho tinto, catupiry e orégano. Aliás, vale destacar a Puli (R$ 80), assinatura da casa, que leva molho de tomate italiano, stracciatella (servida fria), rúcula, tomate picado, grana padano e azeite trufado;

    End: Rua Marquês de São Vicente, 90 (Villa 90) – Gávea

    Talho Capixaba

    Para comemorar o Dia Mundial da Pizza, as casas do Talho são uma boa opção. Afinal, o restaurante oferece uma linha de pizzas de fermentação natural com novos deliciosos sabores. Entre as novidades, destacam-se a Presunto Cru com Tomate Seco (R$72), com molho de tomate, fior di latte, presunto cru, rúcula, tomate seco e parmesão e a de Cogumelo (R$68), preparada com molho de tomate, fior di latte, shiitake, portobello, tapenade de azeitona e manjericão. Aliás, as pizzas são acompanhadas de azeite aromatizado ou molho pesto, ambos preparados no Talho, perfeitos para aproveitar as bordas leves e aeradas.

    End: Rua Barão da Torre, 354 – Ipanema / Rua Marquês de São Vicente, 10 – Gávea /  Avenida Ataulfo de Paiva, 1022 – lojas A e B – Leblon

    Depois dessas dicas, certamente você já sabe onde comer pizza no Rio de Janeiro. Portanto, vá sem medo em uma dessas pizzarias, desfrute de uma boa gastronomia e nos conte como foi sua experiência!

    Atualizado em julho de 2026
    Fotos: Duda Vétere, Guilherme Fonseca, Rafael Mollica, Virna Santólia, Renata Araújo e divulgação

  • Rio recebe a primeira edição latino-americana do Chefs Week

    Rio recebe a primeira edição latino-americana do Chefs Week

    O Rio de Janeiro vive um momento de destaque no cenário gastronômico internacional. Nos últimos anos, sediou a cerimônia do Guia Michelin Rio de Janeiro & São Paulo e recebeu o Latin America’s 50 Best Restaurants, reforçando sua vocação para grandes encontros do setor. Agora, recebe mais um evento de projeção internacional. Entre os dias 25 de julho e 2 de agosto, acontece a primeira edição latino-americana do Chefs Week, que reúne chefs brasileiros e portugueses em uma programação dedicada à gastronomia, ao vinho, à cultura e ao turismo gastronômico. As atividades acontecem no Rio de Janeiro, em Niterói e na Serra Fluminense, com a cidade do Porto como convidada internacional.

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    O que esperar do Chefs Week Rio de Janeiro

    Ao longo de nove dias, o Chefs Week promove uma programação que inclui banquetes, wine experiences, masterclasses, fóruns, harmonizações, roteiros gastronômicos e atividades voltadas à cultura fluminense. Entre os locais confirmados estão o Belmond Copacabana Palace e vinícolas da Serra Fluminense, que receberão encontros entre chefs, produtores de vinho, jornalistas especializados, empresários, acadêmicos e representantes do setor do turismo.

    Chefs portugueses confirmados

    Entre os destaques da delegação portuguesa está Vítor Matos, chef que soma seis Estrelas Michelin conquistadas por seu trabalho nos restaurantes Antiqvvm, Blind, 2Monkeys, Oculto e Schistó. Além disso, também participam João Oliveira, do restaurante Vista, no Algarve (1 Estrela Michelin); Pedro Lemos, do restaurante Pedro Lemos, no Porto (1 Estrela Michelin); Marlene Vieira, do restaurante Marlene, em Lisboa (1 Estrela Michelin), considerada uma das principais representantes da gastronomia portuguesa contemporânea; e o chef e restaurateur Vítor Sobral, referência da cozinha portuguesa.

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    Brasil também terá chefs estrelados

    O Brasil será representado por alguns dos principais nomes da gastronomia nacional. Entre os confirmados estão Thomas Troisgros, do Oseille; João Paulo Frankenfeld, da Casa 201; e Alberto Morisawa, do Mee, no Copacabana Palace, todos com 1 Estrela Michelin. Ao lado dos convidados portugueses, os chefs participam de diferentes momentos da programação, que inclui jantares, harmonizações e outras atividades voltadas ao intercâmbio gastronômico entre os dois países.

    Menu Chefs Week

    Com a proposta de possibilitar o público a descobrir diferentes interpretações da cozinha contemporânea brasileira e internacional, o evento conta com o Menu Chefs Week. Dessa forma, mais de 40 restaurantes irão preparar cardápios exclusivos para o roteiro gastronômico espalhado pelas cidades do Rio e Niterói. Portanto, entre as casas participantes, estão endereços renomados como o Babbo, Giappo, Mercearia da Praça, Escama, Càm O’n Thai Food e diversos outros. É importante lembrar que o almoço e jantar harmonizados com Vinhos de Portugal têm preço fixo (R$250), com entrada, prato principal e sobremesa (bebidas não incluídas). 

    Logo, os cardápios oferecem pratos variados para todos os gostos. O Nam Thai preparou duas opções de entrada, sendo Vieiras com chili ou Ceviche, seguido por Camarão tamarindo ou Mignon com brócolis de principal, e Kulfi choclate belga de sobremesa. Já no Maska o menu conta com Karaage de couve flor, de entrada, o Tagliata de carne com Gnocchi triplo burro de principal, e Bolo chocolatudo com sorvete de amendoim e calda de cacau. Enquanto isso, o Ophelia apresenta o Patê en croute; a Lasanha de Pato com molho mornay, redução de beterraba e Demi glace; e Fondant de chocolate com sorvete de baunilha. Reservas e informações podem ser acessadas aqui.

    Experiências no Copacabana Palace

    Durante dois dias, o icônico Copacabana Palace será palco do Banquete dos Chefs, jantares que propõem uma experiência imersiva com não só alta gastronomia, mas também grandes vinhos, produtos de excelência, música ao vivo e um ambiente a altura do evento. No dia 28 de julho, ás 19h, o menu será preparado por quatro grandes nomes da gastronomia em um menu a oito mãos concebido exclusivamente para o Chefs Week Rio de Janeiro. Afinal, estarão presentes os chefs Pedro Lemos, Vítor Matos, João Paulo Frankenfeld e Jéssica Trindade. Já no dia 29 de julho, também às 19h, o público poderá mergulhar em uma experiência de alto nível dedicada à ligação histórica, cultural e gastronômica entre Portugal e o Rio de Janeiro. Portanto, o jantar será preparado pelos chefs João Oliveira, Marlene Vieira, Thomas Troisgros e Alberto Morisawa. Reservas e informações podem ser acessadas aqui.

    Além das experiências gastronômicas, o Copacabana Palace também receberá especialistas internacionais para Masterclasses Exclusivas no dia 30 de julho, ao longo do dia. Vale ressaltar que serão 10 masterclasses seguidas pelo Copa Wine Experience, um encontro no exclusivo Luxury Lounge Chefs Week, que vai reunir produtores de referência, convidados, sommeliers e profissionais do setor para uma experiência de degustação com alguns dos maiores vinhos do mundo, em um coquetel gastronômico preparado por chefs convidados e com música ao vivo. Reservas e informações podem ser acessadas aqui.

    Primeira edição latino-americana no Rio de Janeiro

    Realizado pela primeira vez na América Latina, o Chefs Week reúne gastronomia, vinho, turismo e cultura em uma programação distribuída entre Rio de Janeiro, Niterói e Serra Fluminense. A edição brasileira reforça o protagonismo do estado no cenário gastronômico internacional e amplia o calendário de grandes eventos dedicados ao setor.

    A programação completa e as informações sobre reservas e ingressos serão divulgadas pelos organizadores nas próximas semanas.

    Julho de 2026.
    Fotos: Divulgação, Renata Araújo

  • Restaurante coreano no Rio: Ryu aposta na tradição servida à mesa na Barra da Tijuca

    Restaurante coreano no Rio: Ryu aposta na tradição servida à mesa na Barra da Tijuca

    A culinária sul-coreana conquistou espaço entre os brasileiros! Impulsionada pelo sucesso dos doramas, do K-pop e da cultura pop do país, ela ganhou novos admiradores nos últimos anos. E minha visita ao Ryu, na Barra da Tijuca, mostrou que essa curiosidade vai muito além das telas: ela também passa pelos sabores, costumes e histórias que chegam à mesa. Referência quando o assunto é restaurante coreano no Rio, a casa aposta em receitas tradicionais e em pequenos rituais que tornam a gastronomia uma porta de entrada para conhecer um pouco mais da cultura do país.

    E se você tem planos de ir para o Rio de Janeiro, não esqueça de conferir aqui nossa seleção dos melhores hotéis e de reservar com o Booking.com, nosso parceiro. Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho!

    Um pedacinho da Coreia na Barra da Tijuca

    Inaugurado em 2019, o Ryu nasceu com a proposta de oferecer uma experiência fiel à culinária sul-coreana. Essa preocupação aparece em diferentes detalhes da casa, da mesa comunitária de seis metros, inspirada no costume de compartilhar as refeições, aos jokgarak, os tradicionais hashis de metal usados no país. Aos poucos, a visita deixa de ser apenas uma refeição e se transforma em uma oportunidade de conhecer um pouco mais da cultura coreana.

    O próprio nome, criado a partir do alfabeto coreano (hangul), foi inspirado na simbologia da água e traduz a filosofia que guia o restaurante: servir com simplicidade, cuidado e constância. Aos poucos, a visita deixa de ser apenas uma refeição e se transforma em uma oportunidade de conhecer um pouco mais da cultura coreana.

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    Dos clássicos às descobertas no cardápio: O que pedir no Ryu

    Recebida pela simpática Clara Shin, que comanda o restaurante ao lado do marido, Gyu Lee, aproveitei para conhecer alguns dos pratos mais tradicionais da culinária sul-coreana. O cardápio é amplo, mas vale começar pelas entradas, que já dão uma boa ideia da riqueza de sabores e técnicas dessa cozinha. Entre elas, está o famoso kimchi, um dos maiores símbolos da gastronomia coreana. Preparado com acelga chinesa fermentada e uma combinação de temperos, ele tem sabor marcante, levemente picante e acompanha diversas refeições no país. Os mandu, as tradicionais guiozas coreanas, também chamaram minha atenção. Experimentei a versão recheada com camarão, de massa delicada e recheio bem equilibrado.

    Outro clássico é o Korean Fried Chicken (KFC), um dos pratos mais populares da culinária coreana, e que vem até com luvas, como é feito em Seul, para você nao se lambuzar. Diferentemente do frango frito americano, ele ganha uma casquinha fina e extremamente crocante, envolvida com gojuchang, a pasta de pimenta coreana. Difícil comer um só.

    Entre os principais, o bibimbap é uma ótima escolha para quem quer experimentar um dos pratos mais tradicionais da Coreia. Servido com arroz, carne, vegetais e ovo, ele é finalizado à mesa, quando todos os ingredientes são misturados antes da primeira garfada. O resultado é um prato colorido e equilibrado. Mas a minha maior surpresa foi o Japchae. Preparado com massa translúcida de batata-doce, legumes e camarões, ele lembra um yakisoba à primeira vista. A textura é completamente diferente: leve, macia e com uma elasticidade característica que absorve muito bem os sabores do molho.

    Para fechar a refeição, as sobremesas seguem a mesma proposta de apresentar sabores típicos do país. Uma das mais curiosas é o Peixinho Dourado, bolinho coreano em formato de peixe, recheado com Nutella e servido com sorvete.

    Soju, café coreano e um empório para a Coreia para casa

    As descobertas não ficaram somente nos pratos. Também experimentei o soju, destilado típico coreano à base de arroz e batata-doce, que vem em diferentes sabores, como maçã verde. Daquelas bebidas que parecem um suquinho! Outra grata surpresa foi o café gelado preparado com o Maxim, uma das marcas de café mais populares da Coreia do Sul.

    Antes de ir embora, vale dar uma olhada no pequeno empório do restaurante, que reúne doces, snacks e outros produtos importados da Coreia. Um convite para prolongar a experiência em casa.

    Para quem mora na Zona Sul, chegar ao finalzinho da Barra já é quase uma viagem. Mas, dessa vez, valeu cada quilômetro. Instalado dentro de um centro comercial, o Ryu é daqueles lugares que a gente precisa conhecer antes para encontrar. E em breve, o restaurante ganhará um novo espaço no mesmo complexo, com ambiente renovado, mas sem perder a essência que a tornou uma referência da culinária sul-coreana na cidade.

    Portanto, além de experimentar novos sabores, voltei para casa conhecendo um pouco mais da cultura sul-coreana e entendendo por que ela desperta tanta curiosidade mundo afora.

    Endereço: Avenida das Américas 12600, Bloco 5 Loja 104 – Barra da Tijuca

    Por Duda Vétere. Julho de 2026.
    Fotos: Duda Vétere, Rafael Molica e Clara Shin

  • Loews Regency New York: um clássico hotel de luxo no Upper East Side

    Loews Regency New York: um clássico hotel de luxo no Upper East Side

    Em uma cidade onde a hotelaria se reinventa constantemente, alguns endereços atravessam o tempo sem perder a relevância. É o caso do Loews Regency New York, um clássico hotel de luxo no Upper East Side, inaugurado em 1963, na elegante Park Avenue, que combina localização estratégica, quartos espaçosos, serviço consistente e uma atmosfera sempre movimentada. Depois de me hospedar ali em diferentes momentos, continuo encontrando a mesma entrega cuidadosa — uma consistência que faz do Loews Regency uma excelente opção para quem busca conforto, praticidade e a segurança de saber exatamente o que vai encontrar a cada nova estadia.

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    Localização privilegiada no Upper East Side

    Um dos grandes diferenciais do Loews Regency é justamente seu endereço. No Upper East Side, o hotel está em uma região elegante e predominantemente residencial, mas sem abrir mão da praticidade. Em cerca de 10 minutos de caminhada, chega-se ao Central Park e às lojas da Madison Avenue e da Quinta Avenida. A Bloomingdale’s, por exemplo, fica a aproximadamente 8 minutos a pé. Já o MoMA pode ser alcançado em cerca de 15 minutos, enquanto o Columbus Circle está a aproximadamente 20 minutos de caminhada. Ou seja, uma localização ideal para quem gosta de explorar a cidade sem pressa.

    Ao longo das minhas hospedagens, esse sempre foi um dos aspectos que mais valorizei no Loews Regency. Dá para sair para passear, fazer compras ou jantar sem depender de transporte o tempo todo e, no fim do dia, voltar para uma região mais tranquila, sem abrir mão da energia de Manhattan.

    Um hotel com alma em NY

    Este clássico hotel de luxo no Upper East Side é daqueles que têm vida própria. Desde cedo, o lobby e o The Regency Bar & Grill recebem hóspedes e moradores da cidade para cafés da manhã de negócios, encontros e reuniões. Ao longo do dia, o restaurante e as áreas comuns seguem movimentados e, no fim da tarde, o bar se torna um dos pontos de encontro para o happy hour. É aquele tipo de hotel que realmente faz parte da rotina de Nova York, e essa atmosfera az toda a diferença.

    Gosto de hotéis que têm personalidade e refletem o ritmo da cidade onde estão inseridos, e o Loews Regency faz isso muito bem. Mesmo sendo um hotel grande, com 379 quartos e 58 suítes, mantém um ambiente acolhedor e um serviço atencioso, sem perder a elegância.

    Quartos espaçosos para os padrões de Nova York

    Quem costuma viajar para Nova York sabe que encontrar quartos espaçosos nem sempre é uma tarefa fácil. É justamente nesse ponto que o Loews Regency se destaca. Todas as acomodações contam com decoração contemporânea em tons neutros, inspirada nas cores do Central Park, e pensadas para oferecer conforto tanto em viagens de lazer quanto de negócios. Na minha visita mais recente ao Loews, voltei a me hospedar na categoria Luxury King, onde já havia ficado anos atrás. Com cerca de 28 m², o quarto continua oferecendo um espaço bastante generoso para os padrões de Manhattan, com cama king size, mesa de trabalho com cadeira ergonômica, minibar, cortinas blackout e banheiro em mármore com banheira. Outro ponto que continua fazendo diferença é o silêncio, mesmo em uma cidade que nunca para.

    Logo na chegada, encontrei no quarto um mimo de boas-vindas com doces, macarons e um delicado táxi amarelo de chocolate. Um detalhe simples, mas que traduz bem a hospitalidade do Loews Regency.

    Signature Suites: apartamentos de luxo em Manhattan

    Além disso, também conheci algumas das exclusivas Signature Suites do clássico hotel de luxo no Upper East Side. Um dos destaques é a Uptown Bohemian One-Bedroom Suite, assinada pelo renomado Meyer Davis Studio. Com impressionantes 126 m², a acomodação foi inspirada nos lofts do SoHo e combina mobiliário contemporâneo, obras de arte cuidadosamente selecionadas e ambientes que remetem a um elegante apartamento nova-iorquino. A ampla sala de estar integrada à cozinha, a varanda com acesso pelo quarto e pela sala, o lavabo e o espaçoso banheiro com pia dupla, chuveiro independente e banheira de imersão reforçam essa proposta residencial.

    Já a Nate Berkus 1-Bedroom Apartment, com cerca de 92 m², aposta em uma estética sofisticada, com obras de arte, sala de jantar, varanda e vista para a Park Avenue, recriando a atmosfera de um elegante apartamento nova-iorquino. Algumas das Signature Suites, aliás, já receberam empresários, artistas e celebridades internacionais, entre elas a cantora Anitta, e mostram como o hotel consegue unir design, conforto e a sensação de estar em um sofisticado apartamento no coração de Manhattan.

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    The Regency Bar & Grill: um clássico da gastronomia nova-iorquina

    Muito além do restaurante do hotel, o The Regency Bar & Grill é um endereço conhecido entre os próprios nova-iorquinos. O ambiente elegante, mas descontraído, faz dele uma boa escolha tanto para um café da manhã mais demorado quanto para um almoço de negócios, um jantar ou um drinque no fim da tarde. O cardápio de cozinha americana contemporânea acompanha essa versatilidade e agrada tanto hóspedes quanto moradores do bairro.

    O restaurante também é conhecido pelo famoso Power Breakfast, um clássico de Nova York que há décadas reúne empresários, executivos e personalidades para reuniões logo pela manhã. Mais do que um café, faz parte da identidade do hotel e ajuda a explicar por que o Loews Regency continua tão conectado ao dia a dia da cidade.

    Sant Ambroeus: uma parada que sempre vale a pena

    Outro endereço que faz parte da experiência no Loews é o Sant Ambroeus Coffee Bar, localizado no térreo do hotel, com entrada independente pela Rua 61. Inspirado nos tradicionais cafés de Milão, é uma ótima opção para um cappuccino, um doce ou um lanche rápido entre um compromisso e outro. Nos meses mais quentes, a charmosa barraquinha de sorvetes montada na calçada acaba se tornando um convite irresistível para uma pausa durante o passeio.

    Estrutura completa para uma estadia confortável

    O Loews Regency oferece uma estrutura completa para quem pretende passar alguns dias em Nova York, seja a lazer ou a trabalho. O hotel de luxo em Upper East Side conta com academia e o renomado Julien Farel Restore Salon & Spa, um dos mais conhecidos da cidade, que reúne salão de beleza, massagens, tratamentos estéticos e diversos serviços de bem-estar em um único espaço.

    Além disso, durante a estadia, também vale destacar a equipe de concierge do Loews. Sempre preparada para ajudar com reservas em restaurantes, ingressos para espetáculos da Broadway, exposições, transporte e outras recomendações personalizadas. É mais um detalhe que reforça a sensação de estar em um hotel que conhece bem a cidade e sabe cuidar dos seus hóspedes.

    Conclusão

    A Loews Hotels & Co. é uma das mais tradicionais redes hoteleiras dos Estados Unidos. Com mais de 60 anos de história, tem propriedades em destinos como Miami, Orlando, Chicago, Los Angeles e San Francisco. No Loews Regency New York, essa experiência se traduz em um serviço consistente, conforto e atenção aos detalhes. Características que continuam fazendo deste hotel de luxo no Upper East Side uma escolha segura para quem visita Nova York.

    Salvar

    SalvarA jornalista Renata Araújo viajou conectada e assegurada com O Meu Chip.

    Texto e fotos por Renata Araújo. Julho de 2026.

    Salva

  • Suibi: restaurante japonês chega a Ipanema com cozinha autoral que foge do óbvio

    Suibi: restaurante japonês chega a Ipanema com cozinha autoral que foge do óbvio

    Quem conheceu o Suibi na Dias Ferreira, no Leblon, talvez se lembre do charme da pequena casa, com poucos lugares diante do sushibar. Agora, o restaurante japonês do chef Sei Shiroma, dono também da premiada pizzaria Ferro e Farinha, inicia uma nova fase em Ipanema, em um espaço mais amplo e sofisticado, à altura da evolução de sua cozinha. Inspirado no Suibi original, criado por seu pai em Nova York, onde funcionou por mais de duas décadas, o restaurante segue apostando em receitas autorais que fogem do lugar-comum da culinária japonesa. Fui conhecer o novo momento da casa e conto o que mudou.

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    Suibi agora em Ipanema

    Mais do que trocar de endereço, o Suibi encontrou uma casa que acompanha a evolução da sua cozinha. O restaurante deixou o Leblon para ocupar um espaço muito mais amplo em Ipanema. São cerca de 200 m² distribuídos entre salão interno e uma agradável varanda coberta. A mudança tornou a experiência mais confortável, principalmente nos dias de chuva. A nova unidade acomoda 40 pessoas no salão interno e outras 35 na varanda, preservando o clima acolhedor do Suibi, mas agora em um ambiente mais elegante e funcional. É uma mudança que faz sentido para um restaurante que amadureceu rapidamente e hoje ocupa um lugar de destaque entre os japoneses da cidade.

    Da cozinha do pai em Nova York ao Rio de Janeiro

    Muito antes de abrir a premiada pizzaria Ferro e Farinha e criar o Suibi no Rio, Sei Shiroma já vivia a gastronomia de perto. Filho de pai japonês e mãe chinesa, ele cresceu entre o salão e a cozinha do restaurante que a família comandou por mais de duas décadas em Manhattan. Foi ali, ainda criança, que começou a construir sua relação com a culinária japonesa, muito antes de imaginar que seguiria a mesma profissão. A homenagem ao antigo Suibi vai muito além do nome. As memórias da infância, as técnicas aprendidas ao longo dos anos e as frequentes viagens que Sei faz ao Japão aparecem em diferentes momentos do cardápio, que combina tradição e criatividade sem perder a identidade.

    O resultado é uma cozinha autoral, com pratos que fogem do óbvio e revelam um lado menos conhecido da gastronomia japonesa. Além disso,essa ligação com o Japão também aparece no novo espaço em Ipanema, que ganhou uma decoração mais contemporânea e diversos elementos garimpados pelo chef durante suas viagens ao país.

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    O que provar no Suibi

    O menu passeia por diferentes técnicas e preparos da culinária japonesa, sempre com um olhar autoral. A experiência pode começar pelas entradas, com sugestões como, por exemplo, o Surf and Turf Tartare (R$ 58), que combina shari crocante, atum e wagyu grelhado, ou o Tuna Tataki (R$ 59), servido com molho missô ponzu e gema curada em shoyu. Enquanto isso, os pratos frios também merecem atenção. Entre os ussuzukuris, o Salmon Hollandaise (R$ 83), com molho hollandaise de shoyu, yuzu ponzu e malá, continua sendo um dos clássicos da casa. Já as gyozas aparecem em versões criativas, como a de camarão com burrata (R$46) e a de wagyu (R$52), mostrando que o restaurante vai além das receitas tradicionais.

    Mas foi na cozinha quente que tive minha melhor surpresa. O Salmon Kamameshi (R$ 79), preparado em panela de ferro e finalizado na mesa, foi o destaque! O arroz com salmão e shiitake chega fumegante e tem aquele lado reconfortante que raramente associamos a um restaurante japonês. Vale dividir, principalmente se a ideia for provar diferentes preparos do menu. Além disso, outra sugestão é o Gyu Katsu Karê (R$ 79), de fraldinha à milanesa com curry da casa. Para completar, receitas como o Karaage (R$49), de frango marinado e empanado, e a Kaki Furai (R$49), com ostras empanadas servidas com maionese de ostras, reforçam essa proposta de uma cozinha que vai muito além dos combinados de sushi.

    Um ambiente que traduz a identidade do Suibi

    O novo endereço também ganhou uma decoração que conversa com a história do restaurante. Pôsteres e objetos trazidos por Sei Shiroma de suas viagens ao Japão aparecem de forma discreta, ao lado de madeira, iluminação aconchegante e uma estética contemporânea. Ou seja, um ambiente elegante, acolhedor e coerente com a proposta da casa.

    Coquetelaria criativa para acompanhar o menu

    A carta de drinques continua sendo um dos pontos altos do Suibi. Assinada por Vitória Kurihara, campeã brasileira do World Class, ela aposta em combinações criativas que dialogam com a cozinha e valorizam ingredientes japoneses e brasileiros. Entre as sugestões, por exemplo, estão o Hinodê Highball (R$42), que leva vodka, limão, concentrado de grapefruit e baunilha, finalizado com tônica, e o Ojisan, preparado com bourbon lavado em óleo de gergelim. Para quem gosta de harmonizar a refeição com um bom coquetel, vale explorar o menu com calma. Há opções refrescantes, cítricas e mais intensas, sempre com bastante personalidade.

    O Suibi cresceu, mas preservou aquilo que sempre o diferenciou. Uma cozinha japonesa autoral, construída a partir da história da família Shiroma e de referências que Sei continua buscando em suas viagens ao Japão. Portanto, a nova casa torna a experiência ainda mais completa e reforça o restaurante como um dos endereços mais interessantes para quem busca uma gastronomia japonesa que vai além dos clássicos combinados.

    Endereço: Rua Joana Angélica, 184 – Ipanema

    Por Renata Araújo. Julho de 2026

    Fotos: Renata Araújo e Rodrigo Azevedo

  • Fouquet’s New York: hotel de luxo em Tribeca une elegância parisiense e lifestyle nova-iorquino

    Fouquet’s New York: hotel de luxo em Tribeca une elegância parisiense e lifestyle nova-iorquino

    O Fouquet’s New York é um hotel de luxo em Tribeca que une a tradição da hotelaria francesa ao estilo de vida de um dos bairros mais exclusivos de Manhattan. Irmão do icônico Hôtel Barrière Fouquet’s Paris, ele traz para Nova York o legado de uma marca que começou na Brasserie Fouquet’s, na Champs-Élysées, e se tornou um dos grandes símbolos da hospitalidade francesa. O sofisticado hotel oferece uma experiência que combina elegância, gastronomia, design e uma localização privilegiada para quem deseja conhecer uma Nova York menos turística. Durante minha hospedagem, entendi por que ele desperta essa sensação tão particular. A fachada discreta, integrada à arquitetura de Tribeca, quase passa despercebida e preserva a identidade residencial do bairro. Mas basta atravessar a porta para encontrar um ambiente que remete a um elegante apartamento parisiense, onde cada detalhe foi pensado para acolher o hóspede.

    Foi justamente essa atmosfera que mais me conquistou: em vez da movimentação intensa típica de outras regiões de Manhattan, encontrei um refúgio sofisticado, com personalidade e a poucos minutos de alguns dos endereços mais vibrantes da cidade.

    Aliás, se você está planejando sua próxima viagem não esqueça de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você nos ajuda a monetizar nosso trabalho.

    Um endereço privilegiado em Tribeca

    Escolher o Fouquet’s também significa escolher um lado diferente de Nova York. Localizado em Tribeca, um dos bairros mais valorizados de Manhattan, o hotel está cercado por ruas tranquilas, edifícios históricos e um estilo de vida muito mais residencial. Não por acaso, é uma área escolhida por artistas, como Bradley Cooper, Taylor Swift, Justin Timberlake e Jessica Biel, e empresários e moradores que valorizam discrição e qualidade de vida. Mas, apesar disso, a poucos minutos de caminhada chegamos ao SoHo, com suas lojas, galerias, restaurantes e toda a movimentação característica da região. Já no sentido oposto, a orla do Rio Hudson se transforma em um ótimo programa, especialmente nos meses mais quentes, quando os parques, píeres e wine bars ao ar livre ganham vida.

    Você está hospedado em um endereço tranquilo, mas a poucos minutos de alguns dos lugares mais interessantes de Manhattan. Em vez da sensação de apenas visitar Nova York, tive a impressão de viver a cidade como uma moradora de Tribeca por alguns dias.

    Um lobby que mais parece uma sala de estar

    Logo na chegada, fica claro que o Fouquet’s foge do padrão dos grandes hotéis de luxo de Nova York. A entrada é discreta e preserva a arquitetura característica de Tribeca, sem chamar atenção para quem passa pela rua. Já o lobby reforça essa proposta de acolhimento. Em vez de um espaço grandioso, encontrei um ambiente elegante e intimista, pensado para que os hóspedes realmente permaneçam ali. Poltronas confortáveis, obras de arte, móveis de inspiração Art Déco e uma paleta de cores que mistura vermelho, verde e dourado, criam a sensação de estar na sala de um apartamento sofisticado. Um espaço que convida a tomar um café, ler um livro ou simplesmente desacelerar antes de sair para explorar a cidade. Ou seja, uma extensão natural da atmosfera residencial que o hotel propõe desde o primeiro momento.

    Quartos com clima de apartamento em Tribeca

    Essa atmosfera residencial continua nos quartos, que talvez sejam a melhor tradução da proposta do Fouquet’s New York. A decoração foge do padrão tradicional da hotelaria e privilegia ambientes que lembram um elegante apartamento em Tribeca, com móveis sofisticados, iluminação natural abundante, tecidos aconchegantes e detalhes que surpreendem pela sutileza.

    Um dos elementos que mais me chamou atenção foi o minibar, escondido dentro de um armário em tom rosé, como se fosse uma peça de decoração. É um detalhe pequeno, mas que resume bem a experiência: tudo ali parece ter sido pensado para acolher, não apenas para impressionar. Assinados por Martin Brudnizki, os quartos combinam referências do Art Déco francês com o espírito de Tribeca. A paleta de lavanda, verde e creme aparece de forma delicada, enquanto o papel de parede exclusivo reinventa a tradicional Toile de Jouy com cenas inspiradas no bairro. Mais do que um quarto de hotel, a sensação é de ter um endereço em Tribeca por alguns dias. E é esse o maior luxo do Fouquet’s: fazer você se sentir em casa em uma das regiões mais desejadas de Manhattan.

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    Uma tradição parisiense que começou à mesa

    Muito antes de se tornar um hotel de luxo, o nome Fouquet’s já fazia parte da história da gastronomia francesa. A tradicional Brasserie Fouquet’s foi inaugurada em Paris, na Champs-Élysées, em 1899, e se transformou em um dos endereços mais emblemáticos da cidade. Décadas depois, essa tradição deu origem ao Hôtel Barrière Fouquet’s Paris, que levou a identidade da famosa brasserie para a hotelaria de luxo. O Fouquet’s New York segue essa mesma proposta, transportando para Tribeca a elegância francesa que consagrou o endereço parisiense. O ambiente reproduz o clima das tradicionais brasseries parisienses, com painéis de madeira, iluminação suave, mobiliário elegante e grandes janelas que deixam a energia de Tribeca entrar de forma natural. É um espaço sofisticado, mas acolhedor, onde a gastronomia ocupa um papel central na experiência da hospedagem

    Brasserie Fouquet’s: um clássico parisiense em Tribeca

    O cardápio valoriza a culinária francesa por meio de clássicos como, por exemplo, sopa de cebola, steak tartare, escargots e sole meunière, preparados com ingredientes sazonais e harmonizados com uma criteriosa seleção de vinhos. Aos sábados e domingos, a casa também serve brunch à la carte, uma ótima opção para quem deseja aproveitar o fim de semana em um dos restaurantes mais parisienses de Tribeca.

    Do café da manhã ao jantar

    O dia começa no Élysée’s, onde é servido o café da manhã dos hóspedes durante a semana. Inspirado nas tradições gastronômicas do sul da França e da Itália, o restaurante acompanha o ritmo do hotel ao longo do dia, passando pelo almoço e jantar. No menu, pratos como burrata, branzino grelhado, massas artesanais e pizzas preparadas em forno a lenha refletem essa proposta mediterrânea. Nos dias de clima agradável, vale escolher uma mesa no pátio interno, cercado por oliveiras e trepadeiras, um refúgio surpreendentemente tranquilo em plena Manhattan.

    Um rooftop para aproveitar o verão em Nova York

    Nos meses mais quentes, o Le Vaux Rooftop se torna um dos espaços mais agradáveis do hotel. Inspirado nos jardins franceses de Vaux-le-Vicomte e Versalhes, o terraço, com vista para Tribeca e o Rio Hudson, combina mobiliário elegante, uma delicada paleta de lavanda e verde e vistas para os telhados de Tribeca. Durante o verão, uma das experiências mais interessantes é o High Iced Tea, releitura do tradicional chá da tarde, servido entre 16h e 18h. A experiência reúne chás gelados, pequenas criações gastronômicas e doces em um ambiente reservado exclusivamente para hóspedes.

    Coquetéis em clima de speakeasy

    Já para encerrar o dia, o Titsou Bar oferece uma atmosfera completamente diferente. Inspirado na Paris das décadas de 1920 e 1930, o speakeasy aposta em interiores Art Déco, iluminação à luz de velas e uma carta de coquetéis autorais e clássicos revisitados. O ambiente intimista faz dele uma excelente opção para quem busca um drinque em um endereço elegante e discreto, sem precisar sair do hotel.

    Spa e bem-estar no hotel de luxo em Tribeca

    Além da hospedagem, o Fouquet’s New York também investe em uma experiência completa de bem-estar. O Spa Diane Barrière oferece tratamentos com os produtos da francesa Biologique Recherche, além de piscina coberta, sauna, salas de tratamento e academia equipada. Uma estrutura pensada para quem deseja equilibrar os dias intensos explorando Nova York com momentos de descanso e relaxamento.

    Uma forma diferente de viver Nova York

    O Fouquet’s New York é uma ótima escolha para quem busca uma experiência que vai além da hospedagem. A combinação entre a tradição francesa da marca, a atmosfera residencial de Tribeca e uma localização que permite explorar Manhattan a pé, faz com que o hotel ofereça uma perspectiva diferente da cidade. Foi essa sensação que mais ficou comigo. Em vez de acompanhar o ritmo acelerado das áreas mais turísticas, pude conhecer uma Nova York mais tranquila, elegante e cheia de personalidade.

    O maior diferencial do Fouquet’s talvez seja esse: fazer com que você não se sinta apenas de passagem, mas como alguém que, por alguns dias, teve um endereço em um dos bairros mais exclusivos de Manhattan.

    A jornalista viajou conectada e assegurada pela O Meu Chip.

    Texto e fotos por Renata Araújo. Junho de 2026.

  • Como é voar na classe executiva da United: minha experiência na Polaris de São Paulo a Nova York

    Como é voar na classe executiva da United: minha experiência na Polaris de São Paulo a Nova York

    Quando recebi o convite do turismo de Nova York e da United para uma viagem à cidade, integrando um grupo de apenas quatro jornalistas brasileiros, fiquei curiosa para descobrir se a reputação da Polaris correspondia à realidade. Frequentemente apontada entre as classes executivas mais elogiadas dos Estados Unidos, a cabine combina privacidade, gastronomia a bordo, cama totalmente horizontal e acesso ao exclusivo Polaris Lounge em Newark. Depois de experimentar tudo isso na rota entre São Paulo e Nova York, entendi por que a Polaris conquistou tantos admiradores entre os viajantes frequentes e compartilho a seguir minhas impressões sobre a classe executiva da United.

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    Como foi voar na Polaris entre São Paulo e Nova York

    O voo diário entre São Paulo e Newark é uma das principais ligações da companhia entre o Brasil e os Estados Unidos. Para quem segue para Manhattan, Newark costuma ser uma alternativa bastante conveniente. Dependendo da região da ilha, o trajeto leva cerca de 30 a 40 minutos de carro, além da possibilidade de chegar de trem, combinando o AirTrain com o NJ Transit até a Penn Station. Em muitos casos, o deslocamento é tão rápido — ou até mais prático — do que desembarcar no JFK. Minha estreia na Polaris aconteceu a bordo de um Boeing 777-200. Assim que entrei na cabine, uma das primeiras coisas que percebi foi a sensação de espaço. A configuração 1-2-1 garante acesso direto ao corredor para todos os passageiros, mas o que mais me chamou atenção foi a privacidade. Mesmo em uma cabine com 50 assentos, o ambiente parecia tranquilo e bem distribuído.

    A proposta da Polaris vai além de oferecer um assento confortável. Quem viaja na classe executiva da United também conta com uma série de facilidades em solo, como check-in prioritário e, em aeroportos selecionados, acesso à Global Reception, um serviço exclusivo de atendimento que torna todo o processo de embarque mais ágil. Desde os primeiros momentos do voo, ficou claro que a experiência foi pensada para tornar uma viagem longa mais agradável, seja para quem pretende trabalhar, relaxar ou simplesmente chegar ao destino mais descansado. Foi também nesse primeiro contato que comecei a entender por que a classe executiva da United costuma ser tão elogiada por quem faz viagens frequentes entre Brasil e Estados Unidos.

    Uma cama de quase dois metros a 10 mil metros de altitude

    O assento da Polaris se transforma em uma cama totalmente horizontal com cerca de 1,98 metro de comprimento. Mas o conforto vai além da estrutura. A United desenvolveu toda a roupa de cama da cabine em parceria com a Saks Fifth Avenue, incluindo travesseiro, manta e edredom de excelente qualidade.

    São detalhes que parecem pequenos, mas fazem diferença quando o objetivo é chegar ao destino mais descansado. Depois do jantar, aproveitei para assistir a um filme no sistema de entretenimento e, em seguida, transformar o assento em cama para dormir durante boa parte das quase dez horas de viagem.

    Atendimento que faz diferença na classe executiva da United

    Se tivesse que destacar um dos pontos altos da experiência, provavelmente seria o atendimento. Desde o embarque até o pouso, a tripulação foi extremamente gentil, atenciosa e calorosa. Sem excessos ou formalidades desnecessárias, mas sempre presente quando necessário. Aquelas pequenas interações ao longo do voo acabam contribuindo para criar uma atmosfera acolhedora e tornam a viagem ainda mais agradável. É um aspecto que muitas vezes recebe menos atenção do que o assento ou a gastronomia, mas que tem um impacto enorme na percepção da experiência como um todo.

    Um momento que resume bem essa hospitalidade aconteceu no meu voo de volta ao Brasil. Alguns dos comissários eram brasileiros e, ao longo da viagem, conversamos sobre o You Must Go e minhas coberturas de viagem. Antes do desembarque, eles fizeram um convite inesperado: me chamaram para uma foto com toda a tripulação. Foi um gesto simples, mas que tornou a experiência ainda mais especial e reforçou a sensação de acolhimento que marcou os dois voos.

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    Gastronomia, vinhos e sabores brasileiros

    Além disso, a gastronomia também merece destaque. O serviço é completo e bem executado, com opções de entrada, prato principal e sobremesa, além de uma carta de bebidas bastante variada. A apresentação dos pratos é cuidadosa e reforça a proposta da cabine. Um detalhe interessante é que a companhia vem incorporando referências brasileiras aos menus servidos nos voos que partem do país. Entre as receitas já oferecidas estão pratos como moqueca de peixe branco com arroz de coco e filé mignon com gratinado de mandioca e molho de cachaça, valorizando ingredientes e sabores locais.

    Outro destaque fica para a carta de bebidas, que inclui vinhos selecionados, champagne Laurent-Perrier La Cuvée e uma seleção de coquetéis clássicos, como Old Fashioned, Espresso Martini e Negroni, além de destilados premium e opções sem álcool.

    Os detalhes que elevam a experiência

    Entre os diferenciais da viagem está o nécessaire comemorativo dos 100 anos da companhia. Além da elegante bolsa azul, o kit inclui máscara para dormir, meias, protetores de ouvido, escova e creme dental, lenços de papel e caneta. Os produtos de cuidados pessoais são assinados pela Perricone MD e incluem hidratante para as mãos, balm labial com vitamina C, face mist e creme para a região dos olhos. Pode parecer um mero detalhe, mas em voos longos esses itens ajudam bastante a minimizar os efeitos do ar seco da cabine.

    O sistema de entretenimento também contribui para tornar a viagem mais agradável. A tela individual oferece uma ampla seleção de filmes, séries, documentários e programas de TV, permitindo alternar facilmente entre trabalho, descanso e lazer ao longo do voo.

    O Polaris Lounge em Newark

    Os benefícios da Polaris não terminam quando o avião pousa. Na viagem de volta ao Brasil, tive a oportunidade de conhecer o Polaris Lounge em Newark, um espaço exclusivo para passageiros da classe executiva da United e que funciona como uma extensão natural da experiência a bordo.

    Logo ao entrar, fica evidente que a proposta vai além de uma sala VIP tradicional. O ambiente é amplo, elegante e pensado para quem deseja relaxar antes de um voo longo. Entre os diferenciais estão as áreas de descanso, suítes privativas com chuveiro, espaços voltados para bem-estar e um restaurante com serviço à la carte.

    Gostei especialmente da possibilidade de fazer uma refeição com calma antes do embarque. Em vez de recorrer ao buffet, é possível sentar-se no restaurante e escolher pratos preparados na hora, o que torna a experiência muito mais agradável. Portanto, para quem chega cedo ao aeroporto ou faz conexão, o lounge é um daqueles diferenciais que realmente agregam valor à viagem. Depois de conhecê-lo, entendi por que muitos passageiros consideram o Polaris Lounge uma das melhores extensões da experiência oferecida pela cabine.

    Vale lembrar que Newark é o principal hub da United na costa leste dos Estados Unidos e concentra diferentes salas VIP da companhia. Além do exclusivo Polaris Lounge, destinado aos passageiros da classe executiva em voos internacionais de longa distância, o aeroporto também conta com diversos United Clubs espalhados pelos terminais.

    Vale a pena voar na classe executiva da United?

    Minha primeira experiência na Polaris deixou uma impressão bastante positiva. Entre a cama totalmente horizontal de quase dois metros, a roupa de cama desenvolvida com a Saks Fifth Avenue, a gastronomia bem executada, a seleção de vinhos, o atendimento caloroso da tripulação e o acesso ao Polaris Lounge, fica fácil entender por que a cabine conquistou tantos admiradores ao longo dos anos.

    Mais do que um assento confortável, a Polaris oferece uma experiência integrada que começa no aeroporto, continua durante o voo e se estende até o desembarque. Para quem viaja entre Brasil e Estados Unidos e busca mais conforto em voos de longa duração, é uma opção que certamente merece estar no radar.

    Texto e fotos por Renata Araújo. Junho de 2026.

  • O que fazer em Midtown Manhattan: um guia atualizado da região mais vibrante de Nova York

    O que fazer em Midtown Manhattan: um guia atualizado da região mais vibrante de Nova York

    Acabo de voltar de Nova York e aproveitei a viagem para atualizar um dos roteiros mais clássicos da cidade. Para quem está pesquisando o que fazer em Midtown Manhattan, a região reúne alguns dos endereços mais famosos de NYC, como a Times Square, o Rockefeller Center e a Grand Central Terminal. Mas vai muito além dos cartões-postais: entre observatórios com vistas incríveis, excelentes restaurantes, rooftops e novidades que surgiram nos últimos anos, Midtown continua sendo um dos melhores lugares para explorar em Manhattan — mesmo para quem já conhece bem a cidade. Neste guia, compartilho o que vale a pena incluir no seu roteiro.

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    Onde fica Midtown Manhattan?

    Localizada no coração de Manhattan, Midtown ocupa a região central da ilha e concentra alguns dos principais pontos turísticos, hotéis, teatros, escritórios e lojas de Nova York. Além de ser uma das áreas mais movimentadas da cidade, é também uma das mais práticas para explorar, graças à excelente oferta de transporte público e à proximidade de atrações como Times Square, Bryant Park, Grand Central Terminal e Central Park.

    O que fazer em Midtown Manhattan

    Bryant Park

    Escondido entre os arranha-céus, o Bryant Park é um dos espaços públicos mais agradáveis de Midtown. Durante o verão, recebe apresentações ao ar livre, sessões de cinema e atividades culturais. Já no inverno, ganha uma charmosa pista de patinação e um dos mercados de Natal mais tradicionais da cidade.

    📍 Bryant Park, New York, NY 10018

    Central Park

    Poucos lugares representam tão bem Nova York quanto o Central Park. Em contraste com os arranha-céus que o cercam, o parque oferece lagos, jardins, trilhas e alguns dos cenários mais bonitos da cidade. Quem está em Midtown pode começar o passeio pela entrada da Grand Army Plaza, próxima ao Plaza Hotel. É ali que ficam o The Pond e a Gapstow Bridge, dois dos cartões-postais mais bonitos do parque. A partir daí, vale seguir sem pressa e deixar que o Central Park revele seus caminhos, pontes escondidas e recantos tranquilos. Não importa quantas vezes você visite Nova York: sempre existe um novo motivo para voltar ao Central Park.

    📍 Grand Army Plaza, 59th Street & 5th Avenue

    Chrysler Building

    Mesmo sem observatório aberto ao público, o Chrysler Building continua sendo um dos edifícios mais elegantes de Manhattan. Inaugurado em 1930, é considerado uma das maiores obras-primas da arquitetura art déco e merece uma parada para ser admirado de perto.

    o que fazer em midtown
    Chrysler Building

    📍 405 Lexington Avenue, New York, NY 10174

    Grand Central Terminal

    Muito mais do que uma estação ferroviária, a Grand Central Terminal é um dos edifícios mais bonitos de Nova York. Vale admirar o famoso teto estrelado do Main Concourse, explorar seus corredores históricos e observar o movimento constante de passageiros que passam por ali todos os dias. Mesmo quem não pretende pegar um trem deveria incluí-la no roteiro. Além disso, nos últimos anos, a estação também se tornou um destino gastronômico. Foi aqui que conheci a Grand Brasserie, instalada no Vanderbilt Hall, o antigo grande salão de espera da estação. Falaremos dela mais abaixo!

    o que fazer em midtown
    Grand Central Terminal NY

    📍 89 E 42nd Street, New York, NY 10017

    MoMA

    O Museum of Modern Art (MoMA) abriga uma das coleções de arte moderna e contemporânea mais importantes do mundo, com obras de artistas como Van Gogh, Picasso, Monet, Dalí e Andy Warhol. Mesmo para quem não costuma visitar museus, é uma parada que vale a pena incluir no roteiro. Uma dica que pouca gente conhece é que o museu oferece visitas guiadas em português, uma ótima forma de explorar o acervo com mais profundidade e entender melhor as histórias por trás das obras.

    📍 11 W 53rd Street, New York, NY 10019

    New York Public Library

    Ao lado do Bryant Park está uma das bibliotecas mais bonitas do mundo. A New York Public Library impressiona pela arquitetura monumental, pelas escadarias de mármore e pela famosa Rose Main Reading Room, uma das salas de leitura mais fotografadas de Nova York.

    📍 476 Fifth Avenue, New York, NY 10018

    o que fazer em Midtown Manhattan
    Main Reading Room

    Times Square/Broadway

    Nenhuma visita a Nova York está completa sem uma passagem pela Times Square. Com seus telões luminosos, lojas temáticas e energia contagiante, ela continua sendo um dos lugares mais emblemáticos da cidade. É também o coração do Theater District, onde estão alguns dos principais musicais da Broadway. Nesta última viagem, aproveitei para assistir a dois espetáculos que estão entre os mais comentados da temporada: Buena Vista Social Club, inspirado na história e na música do lendário grupo cubano, e Two Strangers (Carry a Cake Across New York), musical britânico que conquistou o público com sua história leve, divertida e emocionante. Mesmo para quem já visitou a cidade outras vezes, incluir um musical no roteiro continua sendo uma das experiências mais especiais de Nova York.

    📍 Broadway & Seventh Avenue, entre as ruas 42 e 47

    One Times Square

    Muito além do edifício que abriga a famosa bola da virada de Ano Novo, o One Times Square passou por uma grande revitalização e se transformou em uma nova atração da cidade. O espaço agora conta com experiências imersivas, exposições interativas e instalações que contam a história da Times Square e de uma das celebrações mais famosas do mundo. Uma ótima forma de conhecer de perto um dos endereços mais simbólicos de Nova York.

    📍 1475 Broadway, New York, NY 10036

    Rockefeller Center e Top of the Rock

    Um dos complexos mais famosos de Nova York, o Rockefeller Center reúne lojas, restaurantes, estúdios de televisão, obras de arte e atrações históricas. No topo do edifício fica o Top of the Rock, observatório que oferece uma das vistas mais bonitas de Manhattan, com o Empire State Building de um lado e o Central Park do outro. Uma das novidades é o The Beam, experiência inspirada na icônica foto dos operários almoçando suspensos sobre Manhattan durante a construção do Rockefeller Center nos anos 1930. Sentados em uma viga metálica, os visitantes são elevados a cerca de 260 metros de altura, com os pés suspensos e vista panorâmica para a cidade. Confesso que a hora em que a estrutura começa a subir dá um frio na barriga — mas a vista e as fotos fazem valer a experiência.

    O ingresso Beam Combo, que inclui a entrada para o Top of the Rock e a experiência The Beam, custa a partir de US$ 73. Além disso, durante o inverno, a famosa árvore de Natal e a pista de patinação do Rockfeller Center transformam a região em um dos cenários mais encantadores da cidade.

    📍 45 Rockefeller Plaza, New York, NY 10111

    St. Patrick’s Cathedral

    Em plena Quinta Avenida, a St. Patrick’s Cathedral impressiona pela arquitetura neogótica e pelos vitrais que contrastam com os arranha-céus ao redor. Considerada a principal igreja católica de Nova York, recebe milhões de visitantes todos os anos e oferece um momento de tranquilidade em meio ao ritmo acelerado de Midtown.

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    Interior da Catedral

    📍 5th Avenue entre as ruas 50 e 51

    SUMMIT One Vanderbilt

    Uma das atrações mais concorridas de Nova York atualmente, o SUMMIT One Vanderbilt combina observatório, arte imersiva e experiências sensoriais em um único espaço. As salas espelhadas criadas pelo artista Kenzo Digital se tornaram um dos cenários mais fotografados da cidade, enquanto as vistas panorâmicas oferecem uma perspectiva impressionante de Manhattan.

    📍 45 E 42nd Street, New York, NY 10017

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    Onde comer em Midtown Manhattan

    Benoit

    Assinado pelo chef Alain Ducasse, o Benoit traz o charme das tradicionais brasseries parisienses para Manhattan. O ambiente elegante e acolhedor é o cenário ideal para clássicos franceses como steak frites, escargots e profiteroles.

    📍 60 W 55th Street, New York, NY 10019

    BG Restaurant

    Escondido no último andar da Bergdorf Goodman, o BG Restaurant oferece uma das vistas mais bonitas para o Central Park. Um ótimo endereço para um almoço elegante durante um dia de compras pela Quinta Avenida.

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    Bar do BG Restaurant

    📍 754 Fifth Avenue, 7º andar, New York, NY 10019

    Fauchon

    Fundada em Paris em 1886 por Auguste Fauchon, a icônica casa francesa de gastronomia escolheu a borda norte do Bryant Park para sua nova flagship em Nova York. Muito mais do que um restaurante, o espaço reúne padaria artesanal, confeitaria, boutique gourmet e café em um ambiente que combina o charme parisiense com a energia de Manhattan. Entre pães artesanais, viennoiseries impecáveis, cafés preparados com esmero e clássicos franceses como o croque monsieur, a experiência transporta os clientes para Paris sem sair de Midtown. Antes de ir embora, vale reservar alguns minutos para explorar a lojinha, repleta de chás, chocolates, macarons e os famosos produtos da marca.

    📍 1114 Avenue of the Americas, New York, NY 10036

    Giulietta

    Uma das novidades de Midtown, o Giulietta é a nova aposta de Mark Barak, nome por trás do grupo La Pecora Bianca. Localizado ao lado da Grand Central Terminal, o restaurante combina o glamour da Nova York de meados do século com a atmosfera descontraída da costa italiana. No cardápio, massas artesanais, pizzas napolitanas, burrata da Puglia e pratos como o famoso spaghetti de lagosta Fra Diavolo. Vale também sentar no belo bar para experimentar os coquetéis da casa durante o happy hour.

    📍 200 Park Ave, New York, NY 10166

    Grand Brasserie

    Localizada no Vanderbilt Hall, o antigo grande salão de espera da Grand Central Terminal, a Grand Brasserie trouxe o charme das tradicionais brasseries francesas para um dos endereços mais icônicos de Nova York. O amplo salão, com cerca de 400 lugares e projeto assinado pelo renomado escritório Rockwell Group, combina a elegância dos bistrôs parisienses com a energia vibrante de Midtown. No cardápio, brilham clássicos da culinária francesa como escargots na manteiga, omelete de lagosta, steak frites, confit de pato e linguado ao meunière, além de um raw bar dedicado a ostras e frutos do mar. Outro diferencial é o horário de funcionamento: aberta do café da manhã até a madrugada, a Grand Brasserie funciona bem para praticamente qualquer momento do dia, seja um café antes dos passeios, um almoço entre atrações ou um jantar antes da Broadway.

    📍 89 E 42nd Street, New York, NY 10017

    Santi

    À frente do Santi está Michael White, chef responsável pelo premiado Marea, um dos restaurantes italianos mais celebrados de Nova York. Em seu novo projeto em Midtown, White aposta em uma cozinha italiana sofisticada e contemporânea, com destaque para massas artesanais, frutos do mar e ingredientes de altíssima qualidade. O ambiente elegante e o serviço impecável fazem do Santi uma excelente escolha para um jantar especial na região.

    📍 11 E 53rd Street, New York, NY 10022

    Starchild Rooftop

    No topo do CIVILIAN Hotel, a poucos passos da Broadway, o Starchild oferece uma das vistas mais interessantes de Midtown. Inspirado no glamour da Nova York dos anos 1970, o rooftop combina coquetéis criativos, música e uma atmosfera vibrante, especialmente ao entardecer. É uma ótima parada para um drinque antes ou depois de assistir a um musical na Broadway.

    📍 305 W 48th Street, New York, NY 10036

    The Modern

    Dentro do MoMA está o The Modern, um dos restaurantes mais premiados de Nova York, com duas estrelas Michelin e vista para o jardim de esculturas do museu. No almoço, o menu executivo é uma ótima oportunidade para conhecer a cozinha da casa. Já quem prefere uma experiência mais descontraída pode optar pelo Bar Room at The Modern, que funciona no mesmo espaço, com ambiente mais casual, pratos à la carte e a mesma vista privilegiada.

    📍 9 W 53rd Street, New York, NY 10019

    Tonchin

    Considerado por muitos um dos melhores endereços para ramen em Nova York, o Tonchin nasceu em Tóquio antes de conquistar Manhattan. Além dos famosos noodles preparados artesanalmente, o restaurante oferece pequenos pratos japoneses contemporâneos em um ambiente moderno e descontraído.

    📍 13 W 36th Street, New York, NY 10018

    Midtown Manhattan continua sendo um dos melhores pontos de partida para explorar Nova York. Além de concentrar alguns dos cartões-postais mais famosos da cidade, a região ganhou nos últimos anos novos restaurantes, observatórios e experiências que fazem cada visita ser diferente da anterior. Seja a sua primeira viagem ou a décima, sempre há algo novo para descobrir por aqui. Depois de revisitar Midtown nesta última viagem, saí com a certeza de que ela continua sendo uma das áreas mais interessantes — e completas — de Manhattan.

    Por Renata Araújo. Junho de 2026.
    Fotos: Renata Araújo e Divulgação