Fui conhecer a Brasserie Margaux, novo restaurante francês no Morumbi, e me transportei diretamente para uma típica brasserie parisiense. À frente do menu está Laurent Suaudeau, discípulo direto de Paul Bocuse e um dos nomes mais relevantes da gastronomia francesa no Brasil — o que, por si só, já diz bastante sobre a proposta da casa. A cozinha segue uma linha clássica, com técnica apurada e atenção especial aos molhos, trazendo consistência a pratos tradicionais que chegam à mesa bem executados.
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Uma brasserie contemporânea
Localizada no rooftop do Morumbi Shopping, a Brasserie Margaux ocupa um espaço amplo, dividido entre salão, varanda e bar. O projeto aposta em uma estética inspirada nas brasseries francesas, mas com leitura contemporânea, sem excessos. É um ambiente que equilibra conforto e identidade e funciona bem tanto para um almoço mais despretensioso quanto para um jantar mais longo.
Fachada do restaurante francês no Morumbi
Renata Araújo na Brasserie Margaux
Bar da casa com alma francesa
Ambiente inspirado nas brasseries francesas
Renata Araújo no charmoso bar
A experiência no restaurante francês no Morumbi: técnica, equilíbrio e constância
O cardápio segue uma linha tradicional, sem releituras desnecessárias. Durante a minha visita, os pratos vieram muito bem executados, com precisão e equilíbrio. Nas entradas, aparecem clássicos como, por exemplo, os moules com fritas, servidos com molho cremoso e baguette, e o steak tartare com batatas fritas, preparado com filet mignon. O Malakoff au fromage, à base de queijo emmental com geleia de amora, também surge como uma opção interessante.
Steak tartare com batatas fritas
Renata Araújo explorando a gastronomia francesa
Malakoff Au Fromage
Carpaccio de salmão gravlax
Nos principais, o boeuf bourguignon se destaca pela textura da carne, macia e no ponto certo, acompanhada por um molho profundo, daqueles que sustentam o prato. Já a casserole de fruits de mer traz uma proposta mais leve, com camarões e mariscos combinados a um delicado aioli de manjericão.
Boeuf bourguignon
Os molhos certamente são um destaque da casa
Menu clássico feito para os brasileiros
Gnocci à la Parisienne
A sobremesa acompanha essa lógica. Os profiteroles, com sorvete e calda de chocolate chegam equilibrados, com doçura na medida certa. A carta de vinhos, com cerca de 80 rótulos, conta também com boas opções em taça — o que permite explorar diferentes harmonizações.
Laurent Suaudeau: a base clássica que sustenta o projeto
Laurent chegou ao Brasil em 1979, inicialmente para uma breve temporada no restaurante Le Saint-Honoré, no antigo Hotel Méridien, no Rio de Janeiro. O plano mudou rapidamente quando, ainda muito jovem, assumiu a cozinha após a saída do chef responsável — a pedido do próprio Bocuse. O que seria temporário se tornou definitivo. Desde então, ele construiu uma trajetória sólida entre Rio e São Paulo, marcada pela formação de profissionais e pela valorização da cozinha francesa clássica. No Margaux, essa base aparece de forma clara, especialmente no cuidado com os molhos — um detalhe que define o nível de uma boa brasserie.
Renata Araújo e o chef Laurent Suaudeau
Renata Araújo, Laurent Suaudeau, Caroline Putnoki e Reggie Oliveira
Um novo momento gastronômico no Morumbi
A abertura da Brasserie Margaux acompanha um movimento interessante na região, com a criação de um novo polo gastronômico no Morumbi Shopping. Nesse cenário, o restaurante se posiciona como uma opção consistente de cozinha francesa em São Paulo. A casa faz parte do Attivo Group, responsável por restaurantes já conhecidos como Kitchin, Aima e La Serena, além de uma operação recente em Miami.
Aberto na década de 1950, o Miramar by Windsor é um dos hotéis mais tradicionais de Copacabana e soube se atualizar ao longo dos anos, sem perder sua identidade mais clássica. De frente para a praia, com uma localização privilegiada na Avenida Atlântica, o hotel reúne quartos confortáveis, piscina no rooftop com vista estonteante, digna de cartão-postal — daquelas que fazem a gente olhar com mais calma — e o restaurante Alloro, com clássicos da culinária italiana reinterpretados com sofisticação. De fato, o Miramar é uma ótima opção para quem quer se hospedar na região com conforto e praticidade.
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Lobby e chegada ao Miramar
Logo na entrada, o Miramar já mostra essa combinação entre clássico e contemporâneo. O lobby tem uma estética elegante, com presença de mármore, espelhos e elementos em preto e dourado, mas sem exageros. Um ambiente mais intimista, onde também fica um pequeno bar, com drinques e opções mais práticas, como aperitivos, pizzas e toasts. O atendimento na chegada costuma ser ágil, e essa primeira impressão já ajuda a entender o ritmo do hotel: discreto, mas eficiente.
Lobby do Miramar By Windsor
Fachada do Miramar by Windsor
Detalhes do bar ao fundo no lobby
Miramar by Windsor – hotel de luxo em Copacabana
O Miramar conta com 200 apartamentos e suítes, distribuídos em diferentes categorias, que variam entre vista parcial e frente mar. As acomodações seguem uma linha clássica contemporânea, com projeto da arquiteta Paola Ribeiro. Materiais como mármore, madeira e espelhos aparecem com equilíbrio, criando um ambiente confortável e bem resolvido. Além disso, todas são bem equipadas, com mesa de trabalho, cafeteira, frigobar, roupões, chinelos e camas confortáveis, enquanto os banheiros são espaçosos.
Duda Vétere no quarto da categoria Superior
Banheiro da Categoria Superior
Vista do rooftop para a praia de Copacabana
A categoria Superior, por exemplo, tem cerca de 25 m² e oferece vista lateral para o mar. É uma opção prática e funcional, com tudo o que é necessário para uma estadia confortável em Copacabana. Já a categoria Luxo, com aprox. 39 m², se destaca pela vista direta para a praia, com janelas amplas que valorizam ainda mais o cenário. Os ambientes são mais espaçosos e algumas unidades contam com banheira, o que torna a experiência mais completa, especialmente para estadias mais longas ou ocasiões especiais.
Renata Araújo e a vista da Suíte Miramar By Windsor
Quarto da categoria Luxo
Mesa de trabalho
O banheiro da suíte Luxo
Piscina no rooftop do hotel cinco estrelas em Copacabana
No 16º andar do hotel, a piscina de borda infinita do Miramar é, sem dúvida, um dos grandes destaques. É aquele tipo de lugar onde a gente chega e, sem perceber, acaba ficando mais tempo do que imaginava. A vista se abre para toda a orla de Copacabana e acompanha o ritmo da praia ao longo do dia. Ao redor, há várias espreguiçadeiras, um bar e serviço de comidas leves — dá para pedir desde um sanduíche ou uma pizza até um drinque e ficar ali sem pressa. No mesmo andar, ficam ainda a sauna e a sala fitness
Vista para a orla de Copacabana
Duda Vétere na piscina do rooftop do hotel
Que tal um bloody mary no bar da piscina?
E, para quem preferir dar um mergulho no mar, basta atravessar a rua. O hotel oferece serviço de praia com cadeiras, guarda-sóis e toalhas, o que facilita bastante a rotina e permite alternar entre o rooftop e a areia sem esforço. Além disso, entre 11h30 e 12h30 é servido aos clientes salada de frutas e, no alto verão, uma toalha gelada, com aroma suave e refrescante, para amenizar o calor.
A gastronomia é um dos pontos que complementam bem a experiência no Miramar. No térreo, o Alloro funciona como restaurante principal, com ambiente elegante e ao mesmo tempo descontraído, com grandes janelas voltadas para a orla de Copacabana. À frente da cozinha está a jovem e talentosa chef carioca Juliana Magioli, que assumiu o restaurante em 2025 após uma longa passagem pelo Cipriani, no Copacabana Palace. Essa bagagem aparece no menu, que traz uma leitura mais contemporânea da culinária italiana, com massas feitas na casa, frutos do mar e pratos bem executados, sem excessos. O couvert já dá o tom, com pane carasau — pão típico italiano, fino e crocante — servido com grana padano, manteiga noisette de ervas e o grissini cacio e pepe.
Nas massas, destaque para pratos como, por exemplo, o Caramelle alla norma e scampi, que combina recheio de berinjela, tomate e ricota com lagostins grelhados, e o Culurgiones com camarões, recheado com batata, pecorino e hortelã, finalizado com bisque. São receitas que mostram esse cuidado na construção dos sabores, sem pesar. Vale lembrar que o Alloro é aberto também para não hóspedes.
Renata Araújo no Alloro
Um cardápio novo e com clássicos italianos no Alloro
Renata Araújo e Duda Vétere com a chef Juliana Magioli
Bife de ancho com texturas de cebola e molho demi-glace no Alloro Miramar
O café da manhã também é servido ali, no Alloro, e segue a mesma linha do hotel: completo e bem executado. O buffet reúne frios, pães, frutas, itens quentes como ovos mexidos, bacon e waffle, além de sucos, iogurtes e até espumante. Há também uma estação com preparo na hora de omeletes e tapiocas. Tudo isso com as janelas voltadas para a orla — um daqueles momentos em que o café da manhã ganha outro ritmo, com vista para o mar e o movimento constante da praia logo à frente.
Café da manhã no Alloro
Buffet de café da manhã
Café da manhã com vista para a praia de Copacabana
Ambiente do Alloro
Variedade de pães no café da manhã
Um clássico renovado em Copacabana
Aberto na década de 1950, o Miramar by Windsor soube se atualizar ao longo dos anos sem perder sua identidade. Com localização privilegiada, boa estrutura e um excelente restaurante, segue como uma opção consistente para quem quer se hospedar em Copacabana com conforto e praticidade.
Perfeito para curtir a praia com conforto
Localização privilegiada e um ótimo serviço
Certamente um hotel de luxo em Copacabana imperdível
O Spicy Fish, restaurante asiático em Ipanema, recebe na próxima segunda-feira, 11 de maio, uma noite especial em parceria com o Jojo Ramen, um dos melhores restaurantes de ramen em São Paulo. O evento celebra os 10 anos da casa paulistana e marca a primeira vinda ao Rio de Janeiro do ramen master japonês Takeshi Koitani, consultor do Jojo desde a inauguração da primeira unidade. Tradicional no Japão, o ramen — ou lámen — é um prato preparado à base de caldo, macarrão e diferentes toppings, conhecido pela complexidade dos preparos e profundidade de sabor. Nos últimos anos, o prato ganhou cada vez mais espaço no Brasil, e o Jojo Ramen se tornou uma das principais referências na popularização da receita em São Paulo.
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Jantar Spicy Fish x Jojo Ramen
O jantar acontece a partir das 19h e terá duas receitas exclusivas criadas por Takeshi Koitani e servidas em edição limitada. Entre elas, o Iekei Yokohama Ramen (R$ 67), preparado com futomen, caldo à base de porco e frango, chashu de lombo defumado, ajitama, espinafre e nori; e o Wagyu Kaki Ramen (R$ 120), feito com hossomen de farinha especial de Hokkaido, caldo de boi e frango, shoyu dare, wagyu rosbife, pasta de ostra, arare e cebolinha.
A noite será comandada pelo chef executivo Meguru Baba ao lado de Takeshi Koitani, com recepção das sócias Simone Xirata e Yasmin Yonashiro. A conexão entre o Jojo e o Spicy Fish vem desde a inauguração da casa carioca, que completa cinco anos em 2025.
Wagyu Kaki Ramen
O chef executivo Meguru Baba e as sócias Simone Xirata e Yasmin Yonashiro
As comemorações pelos 10 anos do Jojo já começaram nesta semana em São Paulo, onde nossa editora-chefe Renata Araújo participou de um jantar especial promovido pela casa paulistana, reunindo convidados, parceiros e nomes importantes da gastronomia japonesa. Agora, a celebração desembarca no Rio de Janeiro com uma noite inédita no Spicy Fish.
Renata Araújo e Yasmin Yonashiro
Um brinde aos 10 anos do Jojo, em São paulo
Discurso de comemoração de 10 anos
Renata Araújo no Jojo Ramen, em São Paulo
Jantar com apresentação da cultura japonesa
Idealizado por Simone Xirata e Yasmin Yonashiro, o Jojo nasceu com a proposta de apresentar ao público brasileiro o ramen em sua forma mais autêntica. O restaurante ficou conhecido por valorizar processos tradicionais japoneses, como caldos cozidos por mais de 20 horas e macarrão artesanal, além da colaboração direta com o renomado ramen master Takeshi Koitani.
Renata Araújo no jantar da casa paulistana
O famoso ramen do Jojo
Simone Xirata na preparação dos pratos
Culinária asiática no Jojo Ramen
Portanto, se você aprecia a culinária oriental e quer aproveitar uma experiência exclusiva no Rio de Janeiro, a noite promete ser uma ótima oportunidade para conhecer de perto o trabalho de um dos principais nomes do ramen japonês e celebrar os 10 anos de uma das casas mais importantes do segmento no Brasil.
Reservas e informações: (21) 99787-8313
End: Rua Maria Quitéria, 99 — Ipanema
Por Duda Vétere. Maio de 2026. Fotos: Renata Araújo, Lais Acsa e Divulgação
Se hospedar em um hotel que já apareceu nas telonas do cinema é uma experiência que vai além de uma simples estadia — é quase como entrar em cena. Ao redor do mundo, alguns endereços icônicos fazem parte da lista de hotéis que já foram cenários de filmes, reunindo história, sofisticação e o imaginário de produções que marcaram época. Neste post, apresento 9 dessas propriedades que tive a oportunidade de conhecer de perto — lugares onde conforto e identidade se encontram com o glamour do cinema.
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Na capital alemã, o Adlon Kempinski ganhou destaque no cinema ao servir de cenário para o thriller psicológico Desconhecido (2011), estrelado por Liam Neeson e Diane Kruger — com cenas que exploram o clima sofisticado e levemente enigmático do hotel. Inaugurado em 1907, o Adlon rapidamente se tornou um dos endereços mais emblemáticos da Europa, recebendo desde membros da realeza até nomes como Charles Chaplin e Marlene Dietrich. Destruído durante a Segunda Guerra Mundial, foi reconstruído e reaberto em 1997, mantendo sua proposta de elegância clássica com infraestrutura contemporânea.
Localizado na Pariser Platz, em frente ao Portão de Brandemburgo, o hotel combina localização estratégica com uma experiência que une conforto e identidade — com quartos amplos, gastronomia bem executada e serviço atento. Um endereço que atravessa diferentes momentos da história — e também do cinema.
Renata Araújo e a espetacular vista do Adlon Kempinski
A fachada do hotel que foi palco do filme Desconhecidos
O Beverly Wilshire, em Beverly Hills, ficou mundialmente conhecido ao servir de cenário para Pretty Woman (Uma Linda Mulher, 1990), estrelado por Julia Roberts e Richard Gere — é ali que se passa boa parte da história, incluindo as cenas mais emblemáticas da personagem Vivian durante sua estadia no hotel. Inaugurado em 1928 e hoje sob a bandeira Four Seasons, o hotel ocupa um dos endereços mais estratégicos de Los Angeles, no cruzamento da Wilshire Boulevard com a Rodeo Drive, uma das ruas mais associadas ao luxo na cidade.
Com 395 quartos, incluindo suítes de design contemporâneo, o Beverly Wilshire combina tradição e renovação constante. Entre os destaques está o restaurante CUT, do chef Wolfgang Puck, além da piscina e do spa. Um endereço que traduz bem o estilo sofisticado de Beverly Hills — dentro e fora das telas.
A imponente fachada do Beverly Wilshire
Richard Gere e Julia Roberts em Pretty Woman
Renata Araújo no lobby do luxuoso hotel em LA
A renomada steakhouse CUT, no Beverly Wilshire
Detalhes da fachada do hotel
THE Blvd, restaurante do Beverly Wilshire em Beverly Hills.
A decoração de Natal do Beverly Wilshire sempre impecavel
O Fontainebleau, em Miami Beach, é um dos hotéis mais associados ao cinema e ao entretenimento nos Estados Unidos. Ao longo das décadas, serviu de cenário para diferentes produções, como Goldfinger (1964), da franquia 007, Scarface (1983), com Al Pacino e Michelle Pfeiffer, e O Guarda-Costas (1992), estrelado por Whitney Houston e Kevin Costner. O hotel também aparece em O Mensageiro Trapalhão (1960), com Jerry Lewis, que retrata os bastidores da rotina no próprio local. Inaugurado em 1954, o Fontainebleau rapidamente se tornou um dos endereços mais emblemáticos de Miami, frequentado por celebridades de diferentes gerações — de Elvis Presley a nomes mais recentes da música e do entretenimento.
Após um amplo projeto de renovação no início dos anos 2000, o hotel foi reaberto com uma proposta que combina a arquitetura original com uma estrutura contemporânea. Hoje, reúne diversas opções de restaurantes, bares e lounges, além de piscinas, spa e a famosa boate LIV, um dos pontos mais movimentados da vida noturna de Miami Beach. Um lugar que traduz bem a energia da cidade — dentro e fora das telas.
Sean Connery em Goldfinger, no Fontainebleau
A vista do hotel em Miami
Lobby do Fontainebleau Miami Beach
Renata Araújo no bar do Mirabella
A sala de estar em tons de azul
Renata Araújo na Suíte Trésor Bay View do Fontainebleau
Em Marrakech, o La Mamounia serviu de cenário para produções recentes como a série Inventando Anna (2022) e também para Sex and the City 2 (2010). Embora a história do filme se passe em Abu Dhabi, as gravações aconteceram no Marrocos — e o hotel aparece como pano de fundo para algumas das cenas mais marcantes. Fundado em 1923, o La Mamounia ocupa um espaço histórico cercado por jardins e muralhas que remontam ao século XII, a poucos minutos da praça Jemaa el-Fna. Ao longo dos anos, recebeu líderes políticos, artistas e nomes importantes da cultura internacional, consolidando sua reputação como um dos endereços mais tradicionais da cidade.
A decoração combina elementos da arquitetura marroquina com influências art déco, em ambientes marcados por grandes colunas, mosaicos e portas de madeira trabalhada. Além dos quartos e suítes, o hotel conta com riads privativos — casas tradicionais que oferecem uma experiência mais reservada, com pátios internos e serviço personalizado. Um refúgio que traduz a atmosfera de Marrakech e que, não por acaso, também conquistou espaço nas telas.
Uma das suítes do La Mamounia, espetacular
Renata Araujo no La Mamounia Spa
Jardins do La Mamounia
Os detalhes na decoração impecável do hotel em Marrakech
A série ”Inventing Anna” tem trechos filmados no hotel
Em Paris, o Hôtel Plaza Athénée ganhou destaque ao aparecer na temporada final de Sex and the City (2004), como o endereço onde Carrie Bradshaw se hospeda durante sua temporada na cidade, ao lado do personagem de Mikhail Baryshnikov. O hotel também surge no filme Alguém Tem que Ceder (Something’s Gotta Give, 2003), com Jack Nicholson e Diane Keaton.
Localizado no elegante Triângulo Dourado, na Avenue Montaigne — uma das mais associadas à alta-costura parisiense — o Plaza Athénée faz parte da Dorchester Collection e é um dos endereços mais tradicionais da cidade. Entre os destaques está sua oferta gastronômica, que já contou com restaurantes estrelados pelo Guia Michelin, além de um spa e serviço que segue o padrão clássico da hotelaria francesa. Um hotel que traduz bem o estilo parisiense — e que também ganhou seu lugar nas telas.
Suite no Plaza Athénee em Paris
Renata Araújo na icônica fachada
Tudo é lindo, lustres, móveis, louças no hotel de luxo em Paris
O último episódio de ”Sex and the City” foi gravado no hotel
O hotel ocupa os 14 andares mais altos da torre Shinjuku Park, que tem 52 andares, e fica próximo ao famoso cruzamento de Shibuya. Além disso, oferece uma vista 360º da cidade! Em termos de gastronomia, o hotel conta com 6 restaurantes e 2 bares, como, por exemplo, o sofisticado New York Grill & New York Bar e o japonês Kozue. No longa de Sofia Coppola, “Encontros e Desencontros”, muitas cenas foram filmadas no bar do hotel Park Hyatt Tokyo, onde os personagens Bob e Charlotte estão hospedados.
Projetado pelo arquiteto vencedor do prêmio Pritzker, o falecido Kenzo Tange e o designer de interiores, John Morford, os 177 quartos, incluindo 23 suítes, são decorados com obras de arte originais, com madeiras e tecidos, e levam um conceito de residência.
O The Plaza já foi palco de inúmeros filmes e séries, e ficou mundialmente famoso em Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York, onde Kevin McCallister se hospeda e vive suas aventuras pelo hotel. Além disso, ele aparece em produções como Friends e Noivas em Guerra, reforçando seu status como um dos hotéis mais icônicos do mundo. A arquitetura em estilo chateau, inspirada na Renascença Francesa, preserva o glamour de tempos passados, sem deixar de lado o conforto e a modernidade. Com a catmosfera elegante, clássica e atemporal, o hotel de luxo em NY segue é referência em hospitalidade de alto padrão, além de um ícone da hospedagem nova-iorquina.
Renata Araújo na icônica entrada do hotel
The Plaza Nova York
Recepção do The Plaza
O hotel mais famoso de Nova York fica no coração de Manhattan e abriga 282 quartos para hóspedes, em oito categorias, e 184 residências privadas. Além disso, proporciona experiências gastronômicas memoráveis, como, por exemplo, o The Palm Court, famoso por seu tradicional chá da tarde, há mais de 115 anos, que encanta turistas e locais.
Renata Araújo tomou café da manhã no The Palm Court
Em Londres, o The Ritz ficou conhecido por aparecer em Um Lugar Chamado Notting Hill (Notting Hill, 1999), estrelado por Julia Roberts e Hugh Grant. É no hotel que se passa a divertida cena da coletiva de imprensa, quando o personagem de Grant se infiltra entre os jornalistas para se aproximar da atriz. Inaugurado em 1906 por César Ritz, o hotel ocupa um endereço tradicional em Piccadilly e mantém até hoje a estética clássica que o tornou referência na hotelaria europeia. Sua arquitetura em estilo Luís XVI, assinada por Charles Frederic Mewes — também responsável pelo Ritz de Paris —, reflete a influência francesa que marcou o projeto original.
Com cerca de 130 quartos e suítes, o hotel preserva uma atmosfera mais tradicional, com salões, espaços para eventos e serviços que seguem o padrão clássico britânico. Um endereço que atravessa décadas com elegância — e que também teve seu momento nas telas.
O restaurante do The Ritz em Londres
Não resisti a esta foto na portaria do The Ritz London!
Em Nova York, o Waldorf Astoria é um dos hotéis mais associados ao cinema clássico americano. Localizado na Park Avenue, o edifício inaugurado em 1931 já serviu de cenário para diferentes produções, como Perfume de Mulher (Scent of a Woman, 1992), na famosa cena do tango entre Al Pacino e Gabrielle Anwar, além de Sr. e Sra. Smith (2005) e da série Sex and the City. Durante décadas, o hotel ocupou um quarteirão inteiro de Manhattan e chegou a ser o mais alto do mundo até 1963, consolidando sua presença na paisagem — e também no imaginário da cidade.
Após permanecer fechado por vários anos, o Waldorf Astoria reabriu em julho de 2025, depois de uma renovação completa que preservou seu estilo art déco original, ao mesmo tempo em que atualizou os espaços. O projeto reduziu o número de quartos e incorporou residências privadas, mantendo o endereço como um dos mais emblemáticos de Nova York — agora em uma nova fase.
Lobby do Waldorf Astoria
Renata Araújo no Peacock Alley, restaurante do hotel
Ambiente moderno e sofisticado
Por Duda Vétere e Renata Araújo. Abril 2020. Atualizado em Abril de 2026.
Alta gastronomia com raízes profundas e olhar atual: assim é o Madame Olympe, de Claude Troisgros, no Leblon — que agora apresenta seu segundo menu degustação, reforçando a conexão entre técnica, sensibilidade e narrativa. Em menos de um ano de funcionamento, o restaurante conquistou sua primeira estrela Michelin, reconhecimento que reforça a consistência de uma proposta que resgata o espírito do lendário Olympe, casa que marcou época nos anos 80 no Rio. O nome é uma homenagem à sua mãe, Olympia — uma italiana forte e inspiradora, que teve papel essencial em sua formação como chef. Estive na abertura para convidados, em agosto de 2025 e retorno com um menu que mostra como essa cozinha evoluiu sem perder a essência: sofisticada, intuitiva e com alma familiar. Com apenas 20 lugares, o ambiente segue íntimo e preciso — uma mesa onde tradição e modernidade se encontram no mesmo prato. “Foi uma escolha de coração”, disse Claude, em um bate-papo descontraído. “Queria voltar a uma cozinha de degustar, como aprendi com meus pais e avós. Mas com a presença feminina e a energia da Jessica, que traz uma nova camada ao que já era forte.”
Renata Araújo no Madame Olympe
Alta gastronomia no Madame Olympe: Beterraba Azul
Interior do Madame Olympe
A chef Jessica Trindade, braço direito de Claude há quase 20 anos, comanda o dia a dia da cozinha. Para ela, que estagiou no Olympe aos 19 anos, estar à frente do Madame hoje é fechar um ciclo e abrir outro, com a mesma emoção e ainda mais responsabilidade.
Chef Claude Troisgros e Jessica Trindade
Jéssica Trindade, Renata Araújo, Claude Troisgros e Duda Vétere
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Madame Olympe no Leblon: nova fase da gastronomia de Claude Troisgros
O restaurante marca um novo momento na trajetória de Claude no Rio. A proposta? Reviver o espírito do icônico Olympe — que funcionou por 17 anos no Jardim Botânico e encerrou as atividades durante a pandemia —, mas com olhar renovado. Claude relembra: “Desde que o Olympe acabou, eu não tinha mais uma bandeira de alta gastronomia. Comecei bistrôs, como o Chez Claude e a Cantina, mas sentia falta de uma cozinha mais elaborada, mais sofisticada.”
O Madame Olympe ocupa o espaço onde funcionava o Mesa do Lado, projeto temporário do chef que explorava uma experiência sensorial com sons, luzes e sabores. E Claude reforça: “O Madame Olympe é a bandeira, é a mesa do chef. Chez Claude é o lado mais descontraído, a Cantina tem a herança italiana da minha mãe e da minha avó. Aqui, a gente retoma a cozinha intuitiva, com técnicas apuradas e muita personalidade.”
Renata Araújo e o chef Claude Troisgros
Onça: Pratos com personalidade e técnicas apuradas
Alta gastronomia repensada: menu enxuto, ingredientes protagonistas
Em maio de 2025, a chef Jessica Trindade passou por uma imersão em cozinhas europeias, incluindo o Maison Troisgros, em Roanne. O menu degustação traz oito passos sazonais, com pratos autorais que surpreendem pela delicadeza e clareza de sabores. Para quem prefere uma experiência mais curta, há também a opção com quatro etapas, mantendo a essência da proposta. Nada é excessivo — cada criação tem um propósito, uma história.
No segundo menu degustação do Madame Olympe, a conexão entre cozinha e arte se torna ainda mais evidente — uma construção que vai além do sabor e se estende à forma como cada prato é apresentado. O percurso de oito etapas chega à mesa acompanhado por ilustrações criadas pela própria chef Jessica Trindade, que funcionam quase como uma introdução sensorial a cada momento da experiência. A refeição começa com os pães da casa, com o sensacional croissant rolls, biscoito de polvilho ao curry e focaccia crisp, e o snack que já antecipa a delicadeza técnica da cozinha: a cavaquinha com siri, ovas e pimenta vermelha levemente adocicada e defumada.
O couvert e a Cavaquinha com Siri
Ilustrações criativas que acompanham os pratos
Antes da sobremesa, Queijos do Brasil
Em seguida, surgem pratos que provocam o olhar antes mesmo do paladar — como uma criação que remete visualmente a uma ostra, mas surpreende ao revelar outras camadas de sabor. Entre os destaques, a vieira na brasa com purê de azedinha, beurre blanc e rabanete negro traz um equilíbrio preciso entre acidez e untuosidade, enquanto o clássico peixe com banana aparece em releitura, com peixe do dia, escama feita com a casca da fruta e molho de castanha de caju — um prato que traduz bem a identidade da casa, entre técnica francesa e ingredientes brasileiros. Já o filé mignon envolto em nori, servido com couve de Bruxelas e arroz de altitude ao jus de poulet, reforça essa mistura de referências com elegância.
Renata Araújo com a vieira na brasa com purê de azedinha
A sobremesa segue a mesma linha de leveza e construção narrativa, com os ovos nevados acompanhados de sorvete de kefir, baunilha brasileira, tamarindo e suspiro, encerrando o percurso de forma delicada e equilibrada. Para finalizar, o café vem acompanhado de um mochi de paçoca, em uma leitura brasileira de uma tradição oriental, que fecha a experiência com um gesto simbólico.
Ovos nevados acompanhados de sorvete de kefir
Renata Araújo e Duda Vétere no Madame Olympe
Café acompanhado de mochi de paçoca
Harmonização e ambiente: um convite à experiência sensorial
A harmonização é opcional e apresenta uma seleção refinada de vinhos de mínima intervenção, curadoria de Camila Cecchi e Haroldo Nunes. Os rótulos respeitam a natureza de cada prato e expandem a experiência sem competir com os sabores.
Harmonização no jantar no Madame Olympe
Sommelier Haroldo no Madame Olympe
O ambiente, assinado por Ricardo Hachiya e Luiza Fernandes, foge de ostentações. A iluminação de Monica Lobo valoriza a textura dos materiais, enquanto a escultura luminosa de Thomaz Velho — feita em papel de arroz — abraça o teto com suavidade. O sofá de entrada, desenhado por Luan Del Savio, antecipa a atmosfera fluida da noite. Quem conheceu o Mesa do Lado, não vai nem perceber que está no mesmo lugar.
Interior do novo restaurante no Leblon
Detalhes do Madame Olympe
Outro destaque sutil: os uniformes, criados pela Oficina (masculino) e Andrea Marques (feminino), são elegantes sem serem formais, reforçando a identidade visual da casa com discrição e estilo.
Um restaurante novo no Leblon que olha para frente com raízes profundas
O Madame Olympe representa mais que um novo capítulo na carreira de Claude Troisgros. É também um símbolo da maturidade de uma cozinha que entende suas raízes, mas escolhe evoluir com leveza. Em suas palavras: “Quis resgatar a verdade. Um menu mais curto, uma cozinha limpa, muito sabor. E liberdade.”
Equipe do Madame Olympe
Sem horário fixo para reservas e com foco na experiência integral — da iluminação ao prato final —, o novo restaurante do Claude Troisgros no Leblon já nasce com alma de clássico. Um endereço que celebra o sabor, a sensibilidade e o tempo certo das coisas.
Ver Claude Troisgros — um dos chefs precursores e mais relevantes da alta gastronomia no Brasil — voltar ao Leblon com esse espírito renovado é um privilégio para a cidade. Mais do que inaugurar um novo restaurante, o Madame Olympe marca a retomada de uma cozinha que alia técnica, memória afetiva e inovação, conduzida por um nome que ajudou a moldar o paladar brasileiro. Uma conquista para quem valoriza a boa mesa e para um bairro que é referência gastronômica no Rio.
Serviço
Endereço: Rua Conde Bernadotte, Leblon – Rio de Janeiro
Funcionamento: Jantar, de terça-feira à sábado, de 18h30 às 00hs. Reservas pelo whatsapp (21)994830075 (sem horário fixo)
Capacidade: 20 lugares
Menu: Degustação – 8 etapas, R$540 (harmonização opcional por mais R$420), 4 etapas R$ 440 (e harmonização opcional por mais R$280).
Por Renata Araújo. Agosto de 2025. Atualizado em Abril de 2026. Fotos: Renata Araújo e Tomás Rangel
A história gastronômica de Chicago começa fora dos restaurantes. Nas cozinhas improvisadas dos imigrantes que chegaram à cidade no início do século XX, carregando receitas na memória e adaptando ingredientes ao que encontravam pelo caminho. Italianos que transformaram a pizza em algo completamente novo. Comunidades asiáticas que trouxeram precisão e técnica. Influências que, com o tempo, deixaram de ser apenas herança para se tornar identidade.
Esse talvez seja um dos traços mais reveladores da cidade. A gastronomia nunca ocupou o lugar de ornamento. Comer, ali, sempre esteve mais próximo de permanência, trabalho, deslocamento e reinvenção. Antes de ser reconhecida por guias e rankings, Chicago já se explicava por aquilo que servia — ou, mais precisamente, pela forma como cada comunidade encontrou seu lugar dentro dela.
Hoje, essa base aparece sofisticada, premiada e internacionalmente legitimada. Mas o que impressiona não é apenas a excelência — embora ela esteja ali, consolidada em restaurantes estrelados, nomes recorrentes no Guia Michelin, no World’s 50 Best e entre os premiados pelo James Beard Awards. O que realmente distingue Chicago é a forma como essa sofisticação não apaga a origem. A cidade segue reconhecível mesmo nos endereços mais ambiciosos.
Nesse contexto, Chicago figura hoje entre os principais destinos gastronômicos do mundo — resultado de uma relevância construída ao longo do tempo, e não por tendência.
Uma cidade moldada por fluxo — de pessoas, de culturas e de histórias
Aliás, se você está planejando sua próxima viagem não esqueça de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você nos ajuda a monetizar nosso trabalho.
Alta gastronomia sem ruptura com a cidade
Em Chicago, a alta gastronomia não parece construída para se separar do entorno, mas para reinterpretá-lo. O Alinea talvez seja o exemplo mais evidente dessa vocação. Com três estrelas Michelin e presença frequente entre os restaurantes mais celebrados do mundo, a casa de Grant Achatz transforma a refeição em percurso, conceito e encenação. Nada ali acontece de forma apenas gustativa. Há técnica, claro, mas também intenção coreográfica, surpresa calculada e uma busca constante por deslocar o comensal do conforto.
No Alinea, a sobremesa é finalizada sobre a mesa
É justamente por isso que o Alinea exige abertura. Não apenas apetite ou curiosidade, mas disposição para entrar em uma lógica própria, onde forma, textura e expectativa importam tanto quanto sabor. Ainda que, em alguns momentos, privilegie mais a construção intelectual do que a resposta imediata, o restaurante traduz uma Chicago que não teme o experimental — e que não precisa suavizá-lo para se afirmar.
Uma cozinha orientada por ideia e execução, não apenas por sabor
O Boka, por outro lado, revela outra faceta igualmente forte da cena local. Menos interessado em ruptura e mais comprometido com equilíbrio, o restaurante trabalha com uma sofisticação silenciosa, apoiada em ingredientes sazonais, serviço preciso e uma fluidez que aproxima o refinamento da naturalidade. Se o Alinea tensiona a experiência, o Boka a organiza. E talvez seja justamente nessa diferença que Chicago se mostre tão convincente: a cidade comporta leituras muito distintas de excelência sem parecer contraditória.
Ingredientes sazonais e uma cozinha que privilegia o equilíbrio no Boka
Essa consistência se amplia em nomes como Smyth e Ever, mas o ponto mais interessante não está apenas na soma de restaurantes premiados. Está no fato de que Chicago não depende de um único endereço para sustentar sua relevância. A cidade construiu um ecossistema — e isso, em matéria de gastronomia, costuma dizer mais do que qualquer estrela isolada.
Bairros onde a comida ainda tem sotaque
Em Chicago, os bairros não organizam apenas o espaço urbano — organizam também a forma como a cidade se alimenta. Em Chinatown, a presença asiática não se reduz a um circuito reconhecível, mas se mantém viva na continuidade de técnicas, ingredientes e modos de preparo. Em muitos casos, o que se vê é menos adaptação e mais permanência.
Chinatown revela uma das camadas mais consistentes da cidade
Já em Pilsen e Little Village, a influência mexicana revela outra camada da cidade. Não se trata apenas da força de uma tradição, mas da capacidade de mantê-la pulsante, atual e integrada à dinâmica urbana. A cozinha mexicana em Chicago ocupa um lugar central — não como herança distante, mas como prática cotidiana.
Pilsen: um bairro onde a identidade mexicana se revela na arquitetura, no comércio e no ritmo das ruasLa Chaparrita, taqueria em Little Village
Comer na cidade, nesse sentido, é atravessar diferentes formas de pertencimento. Cada bairro estabelece um ritmo próprio, uma relação distinta com a comida, que vai do familiar ao experimental sem ruptura evidente.
Entre tradição popular e reinvenção
Poucas cidades americanas conseguiram transformar heranças imigrantes em símbolos tão reconhecíveis sem esvaziá-las por completo. A deep dish pizza é o exemplo mais evidente. Nascida a partir de uma matriz italiana, mas rapidamente adaptada ao contexto local, ela deixou de ser apenas uma variação para se tornar uma afirmação de identidade. Alta, substanciosa, quase mais próxima de uma torta, ela traduz uma cidade que nunca evitou o excesso — desde que ele viesse acompanhado de intenção.
Renata Araújo com a famosa deep dish pizza
Ao lado dela, o Chicago-style hot dog e o Italian beef sandwich falam de rotina, de deslocamento e de uma cidade moldada pelo fluxo constante. São expressões menos formais, mas igualmente reveladoras de uma cultura construída no cotidiano.
Chicago-style hot dog — direto, prático e parte da rotina urbana.Italian beef sandwich: tradição que se mantém viva no cotidiano de Chicago
O mais interessante é que Chicago não opõe essas camadas. O sofisticado e o popular coexistem sem disputa — e essa ausência de hierarquia rígida talvez seja uma das razões pelas quais sua cena gastronômica pareça tão consistente.
Se os bairros explicam Chicago em escala ampla, os mercados ajudam a sintetizar essa mesma lógica em poucos metros.
Espaços como o Time Out Market e o Eataly não funcionam apenas como pontos gastronômicos, mas como sínteses da cidade — lugares onde diferentes referências convivem sem que essa mistura se torne dispersa. Há curadoria, há contemporaneidade, mas também uma continuidade clara com a forma como Chicago sempre se relacionou com a comida.
Praça de alimentação do Time Out
Essa dinâmica se estende à cena de bares e coquetelaria, que acompanha o mesmo nível de criatividade com menos formalidade e mais fluidez.
Eventos como o Taste of Chicago reforçam essa dimensão coletiva. A gastronomia, ali, não se restringe ao restaurante — ela ocupa o espaço urbano, atravessa públicos e se transforma em experiência compartilhada.
Taste of Chicago, um dos principais eventos gastronômicos da cidade
Quando a ficção encontra o lugar certo
Não por acaso, uma das séries mais premiadas dos últimos anos tem Chicago como cenário — e a gastronomia como eixo central, refletindo a intensidade, o rigor técnico e a pressão que estruturam essa cena. The Bear ajudou a projetar para o grande público algo que a cidade já carregava havia muito tempo: uma relação visceral com cozinha, ritmo e trabalho. A série dramatiza essa realidade, mas não a inventa.
O tour inspirado na produção percorre restaurantes e bairros que aparecem ou influenciaram a narrativa, conectando ficção e território. Mas o interesse maior está menos na curiosidade televisiva e mais no reconhecimento de que Chicago oferece um cenário coerente para esse tipo de história — uma cidade onde comida, disciplina e identidade estão profundamente entrelaçadas.
Mr. Beef, o restaurante que inspirou The BearParte do tour inclui endereços que aparecem — ou inspiraram — The Bear
A cidade pela mesa
Em endereços como o Little Goat, da chef Stephanie Izard, essa informalidade ganha contornos mais autorais, em uma leitura contemporânea do diner americano que mantém a proximidade, mas amplia repertório — um exemplo de como o cotidiano e a criatividade seguem caminhando juntos na cidade.
Pratos de brunch que revisitam o repertório clássico dos diners americanos
Chicago não construiu sua relevância gastronômica de forma linear — e talvez seja exatamente isso que a sustenta. A cidade se formou a partir de encontros: entre culturas, técnicas, deslocamentos e tentativas de permanência. E segue evoluindo a partir dessa mesma lógica, sem romper completamente com o que a trouxe até aqui.
Uma cidade que evolui sem romper com a própria base
Entre herança e reinvenção, Chicago se revela à mesa de forma gradual. Ao longo da cidade, a gastronomia deixa de ser apenas expressão cultural e passa a funcionar como estrutura — um reflexo direto das transformações, dos encontros e das permanências que moldaram esse território.
Inaugurado na década de 1950, o Fontainebleau é um dos principais exemplos de hotel clássico em Miami. Ao longo dos anos, já recebeu artistas e grandes personalidades, além de servir de cenário para filmes de Hollywood — uma trajetória que ajuda a explicar por que se tornou parte da identidade de Miami. Hoje, o Fontainebleau Miami Beach mantém essa herança combinada a uma estrutura completa de resort urbano à beira-mar, com boa oferta gastronômica, área de lazer ampla e um perfil que funciona especialmente bem para famílias.
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Localização
O Fontainebleau fica em Mid Beach, na altura da 44th Street, em uma região mais tranquila do que South Beach. A praia é mais vazia e o calçadão em frente ao hotel é agradável para caminhar. Por outro lado, não é uma localização prática para fazer programas a pé — para restaurantes, compras ou passeios, o deslocamento de carro ou Uber acaba sendo necessário. Em cerca de 15 a 20 minutos, você chega a áreas como Design District, Wynwood e Midtown.
Renata Araújo e a vista da suíte do Fontainebleau
A vista do hotel em Miami
Lojinhas no Fontainebleau Miami Beach
A história de um dos hotéis mais tradicionais de Miami
O hotel nasceu da visão de Ben e Bernice Novack, inspirados por um palácio francês. Em 1954, o arquiteto Morris Lapidus deu forma ao projeto, que se destacou na época por romper padrões tradicionais, com curvas marcantes e elementos pensados para o impacto visual. Um dos exemplos mais conhecidos é a chamada “escadaria para lugar nenhum”, criada para que os hóspedes descessem ao lobby como parte de uma entrada quase cenográfica.
Nos anos 1960, o Fontainebleau se consolidou como ponto de encontro de celebridades, com nomes como Frank Sinatra frequentando o hotel. Ao mesmo tempo, passou a aparecer em produções de cinema, como Goldfinger, e mais tarde em filmes como Scarface e O Guarda-Costas. Nos anos 2000, o hotel passou por uma grande renovação e reabriu em 2008, mantendo sua identidade original, mas adaptado aos padrões atuais.
O lobby do Fontainebleau Miami nos anos 60
A famosa ”escadaria para lugar nenhum”
Noite com Frank Sinatra no Fontainebleau
”Jardim de Versailles” do Fontainebleau Miami em 1960
Estrutura do Fontainebleau Miami Beach
O Fontainebleau tem uma estrutura ampla, com acesso direto à praia, spa, academia e uma área de lazer pensada para passar o dia inteiro no hotel. Logo na chegada, o lobby já dá o tom da experiência. Projetado por Morris Lapidus, é um espaço marcante, com pisos de mármore branco e preto, detalhes dourados, os famosos lustres rosados e a icônica “escadaria para lugar nenhum”. O Bleau Bar, integrado ao ambiente, funciona como ponto de encontro ao longo do dia e da noite, com vista para a área externa.
Renata Araújo no Fontainebleau Miami
Lobby do Fontainebleau Miami Beach
Na parte de lazer, o hotel conta com uma grande área de piscinas: são 11 ao todo, incluindo uma piscina principal de formato livre e outras menores distribuídas ao redor, cercadas por cabanas e espreguiçadeiras.
Espreguiçadeiras ao redor das piscinas
Renata Araújo no Fontainebleau
Uma das enormes piscinas do Fontainebleau
Além disso, O Fontainebleau abriga o LIV, uma das casas noturnas mais conhecidas de Miami, com programação frequente de DJs e artistas internacionais. Ou seja, é um hotel que está sempre movimentado, com gente circulando, encontros no lobby e vida ativa nas áreas comuns — o que faz parte da própria proposta do Fontainebleau.
Quartos e suítes: conforto com perfil de apartamento
O Fontainebleau conta com mais de 1.500 quartos e suítes — sendo 769 quartos e 735 suítes — distribuídos em diferentes categorias e torres, com perfis que atendem desde famílias até quem busca uma estadia mais dinâmica dentro do hotel. Fiquei hospedada em uma Suíte Trésor Bay View, com cerca de 93 m². O espaço funciona como um apartamento: sala, cozinha completa equipada, lavadora e secadora, além de dois banheiros. Para quem viaja em família ou pretende ficar mais dias, essa configuração faz diferença. No geral, os quartos seguem uma linha contemporânea, com base neutra — paredes claras, tons de azul, roupas de cama em branco, móveis em madeira clara — e alguns toques inspirados no design dos anos 1960.
Renata Araújo na Suíte Trésor Bay View do Fontainebleau
O quarto do Fontainebleau, seguindo uma linha contemporânea
Para quem busca um hotel em Miami Beach com boa oferta gastronômica, o Fontainebleau é uma ótima opção. São 9 bares e restaurantes, uma variedade que permite alternar bem as experiências ao longo da estadia — algo que faz diferença em um hotel desse porte. Entre os principais restaurantes, por exemplo, está o Hakkasan, de culinária cantonesa contemporânea, indicado no Guia Michelin. O ambiente é mais escuro, com iluminação baixa e clima mais sofisticado, enquanto no menu, encontramos pratos clássicos como dim sum, frutos do mar e o tradicional pato laqueado.
Hakkasan, culinária cantonesa contemporânea
Renata Araújo no Hakkasan
Excelente restaurante no Fontainebleau
A clássica gyoza
Outros restaurantes de especialidades são o Mirabella, do chef Michael White, que aposta na gastronomia mediterrânea italiana, e a steakhouse Prime 54, focada em cortes de carne de alta qualidade.
Renata Araújo no bar do Mirabella
Ambiente do Mirabella, no hotel classico em miami: Fontainebleau
Steakhouse Prime 54 no hotel classico em miami
Além disso, o hotel conta ainda com o Vida, onde é servido o café da manhã (com opções buffet e à la carte), e o La Côte, à beira da piscina, que costuma ser mais movimentado no almoço, com uma atmosfera mais descontraída. Há também opções mais rápidas para o dia a dia, cafés e pontos de apoio que facilitam a rotina dentro do hotel.
Buffet de café da manhã
Renata Araújo no Vida
Café da manhã no Vida
Spa e academia: estrutura completa para equilibrar o ritmo
Dentro da proposta de resort urbano, o Fontainebleau também tem uma estrutura dedicada ao bem-estar. O Lapis Spa é amplo e segue uma linha mais contemporânea, com circuito de águas, diferentes salas de tratamento e uma atmosfera pensada para desacelerar. Um contraste interessante com o ritmo mais agitado do hotel. Já a academia é grande, bem equipada e com variedade de aparelhos.
Espaço de beleza do spa
Academia do Fontainebleau Miami
Renata Araújo no Lapis spa
De fato, o Fontainebleau é um hotel que faz sentido para quem busca estrutura completa, boa oferta gastronômica e um endereço que carrega a história de Miami.
Por Renata Araújo. Março de 2026. Fotos: Renata Araújo e Divulgação.
A chef Monique Gabiatti — também à frente do Polvo Bar e Belisco — abriu, em janeiro de 2025, o Polvo Marisqueria, em Botafogo. Estive por lá logo na abertura e, ao voltar agora, a sensação é de uma cozinha mais madura e segura, que evolui com consistência. Inspirado nas tradicionais casas de mariscos espanholas, o restaurante nasceu com uma proposta que valoriza a proximidade com o mar, inclusive por meio de parcerias com pescadores da costa fluminense. Não à toa, Monique foi eleita Chef Revelação pelo Prêmio Rio Show de Gastronomia 2025, consolidando um momento importante da sua trajetória. Na prática, isso se reflete em um trabalho ainda mais preciso: geladeira de maturação, brasa e insumos locais selecionados entram em cena para compor um menu que percorre entradas, principais e sobremesas, sempre com foco na frescura e na identidade dos ingredientes. Assim, o Polvo Marisqueria se firma — cada vez mais — como destino certo para quem busca bons restaurantes em Botafogo.
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Restaurante de peixes e frutos do mar em Botafogo
Enquanto o Polvo Bar, a poucos passos dali, tem um clima mais descontraído, com mesas na calçada e chopp gelado, o Polvo Marisqueria segue por um caminho mais confortável e tranquilo, instalado em uma charmosa casa de esquina de dois andares. A decoração traz referências ao universo marítimo, com conchas, esculturas de pescadores em barro e elementos que remetem ao polvo. No primeiro piso, uma cozinha aberta — ainda que discreta — aproxima o salão do preparo dos pratos. Já no segundo andar, o ambiente se repete com mais mesas, mantendo a mesma atmosfera leve e despretensiosa.
Renata Araújo no Polvo Marisqueria
O primeiro andar do restaurante em Botafogo
Renata Araújo e a chef Monique Gabiatti
Geladeira de maturação dos peixes
Monique Gabiatti no Polvo Marisqueria
O que provar no Polvo Marisqueria
No menu, as entradas seguem bem variadas, com foco especial nos crudos, conchas e nas opções quentes que chegam da brasa ou da fritura. Entre os destaques mais recentes, o Peixe do dia com salsa (R$61) chama atenção pela combinação menos óbvia, com salsa cremosa à base de tucupi e cambuci, enquanto o Atum com coalhada de castanha (R$65) segue uma linha mais delicada, com contraste entre a untuosidade do peixe e a acidez dos acompanhamentos. Ainda para compartilhar, o Salpicão de caranguejo (R$72) é leve e fresco, servido com emulsão de abacate e ovas, enquanto a Tostada de atum (R$36) traz uma leitura mais informal, com tortilha crocante, salada russa e guanciale.
Duda Vétere com a Tostada de Atum
Sashimi de peixe maturado (do dia)
Salpicão de Caranguejo
Atum maturado com coalhada de castanha de caju
Das opções quentes, o Taquinho de polvo (R$47) continua como um dos acertos da casa, com nori, arroz tostado e o toque agridoce do barbecue japonês. Já a Espetada Terra & Mar (R$59) combina lula e barriga de porco com hommus de feijão e salsa criolla. Vale mencionar também os vôngoles à Bulhão Pato (R$68), preparados de forma clássica, com alho, azeite, vinho branco e coentro.
Nos principais, os arrozes ganham ainda mais protagonismo e aparecem como um dos pontos altos do menu. O arroz de polvo segue como uma das receitas mais tradicionais da casa, mas o arroz de lagostim (R$110) também brilha, com caldo rico de mariscos, tomates em diferentes texturas e finalização fresca de coentro. Além deles, o menu ainda traz opções como o espaguete ao vôngole (R$89), finalizado com bottarga da casa, e preparos na brasa como o polvo e lula à la plancha (R$190, para 2 pessoas), mantendo a proposta de uma gastronomia local com toque autoral.
O saboroso Arroz de Polvo
Renata Araújo com o arroz de lagostim
Polvo e Lulinhas a la Plancha
Para encerrar, as sobremesas seguem uma linha clássica, com boas execuções. O creme catalana de doce de leite (R$39) aparece mais estruturado e menos óbvio, finalizado com queijo tulha, enquanto o tiramichurros (R$37) combina o contraste entre o quente do churros e o creme de tiramisù com caramelo de café. Já a mousse de chocolate (R$35) é mais direta, com textura leve e finalização com flor de sal e azeite.
Para beber, há uma seleta carta de vinhos portugueses, espanhóis e brasileiros, com rótulos jovens de ótimo custo-benefício. Assim como drinques, incluindo autorais, que valorizam a brasilidade como o Iracema (R$35) com tiquira guaaja, manjericão, gengibre, maracujá e tônica.
Tiramichurros, Mousse de Chocolate e Creme Catalana de Doce de Leite
Variedade da carta de vinhos
Chardonnay Garbo
Vinho espanhol
Vinho branco Vivalti La Vendemmia Macerato
Portanto, se você ainda não conhece este restaurante de peixes e frutos do mar em Botafogo, já coloca na sua lista!
Endereço: Rua Dezenove de Fevereiro, 194 – Botafogo
Por Duda Vétere e Renata Araújo. Fevereiro de 2025. Atualizado em Abril de 2026. Fotos: Duda Vétere, Renata Araújo e Taís Barros
Botafogo segue consolidando sua vocação gastronômica no Rio — um bairro onde diferentes propostas convivem e ajudam a renovar constantemente a cena local. Desde fevereiro, esse movimento ganhou mais um capítulo com a abertura do Giancarlo, novo restaurante italiano em Botafogo que resgata o clima das antigas cantinas, mas com uma leitura contemporânea e, sobretudo, carioca. Fomos conhecer a casa e a proposta fica clara: boa execução, ambiente descontraído e uma experiência pensada sem excessos. À frente do projeto estão Edu Araújo e Jonas Aisengart (também por trás de endereços como Guadalupe, Dainer, Quartinho, Chanchada e Pope), com cozinha assinada por Matheus Zanchini, ex-Borgo Mooca, em SP. No Giancarlo, o chef trabalha a partir de clássicos italianos, com toques modernos e uma abordagem mais flexível.
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Ambiente com clima de cantina e alma de botequim
O salão, com pé-direito alto, arcos e tons terrosos, remete às cantinas italianas mais clássicas — mas com uma leitura mais leve e atual. A ambientação mistura peças garimpadas em antiquários com detalhes que revelam cuidado e personalidade. Logo na entrada, um desses sinais aparece nos puxadores das portas, em formato de gravatinha, como a massa farfalle — um detalhe sutil, mas que já indica o tom da casa.
Duda Vétere no Giancarlo
Ambiente do Giancarlo, em Botafogo
Referência a cantinas italianas
Detalhes do restaurante em Botafogo: os puxadores da porta em formato de Farfalle
Quadros com referências italianas
A entrada do banheiro segue essa mesma linha, com uma cortina feita de massas, enquanto o próprio banheiro surpreende com desenhos coloridos no teto, feitos pelos filhos dos sócios, trazendo um aspecto afetivo que dialoga com a proposta do restaurante. Afinal, Giancarlo é o nome do filho do chef Matheus Zanchini. Já no bar, outro detalhe chama atenção: o desenho no teto, criado pelo próprio Jonas Aisengart, reforçando essa ideia de um espaço construído com identidade e proximidade.
Ambientação vintage
Teto do bar criado por Jonas Aisengart
Cortina feita de massas no corredor do banheiro
Teto do banheiro com desenhos feitos pelos filhos dos sócios
Menu descomplicado, para compartilhar e explorar aos poucos
No novo italiano em Botafogo, a lógica é simples: ir pedindo, dividindo e experimentando. O menu não segue uma ordem engessada — a ideia é montar a refeição no seu ritmo, começando por entradas e seguindo como quiser, inclusive compartilhando também os principais. Nas entradas, os cicchetti — pequenos aperitivos tradicionais da culinária de Veneza — são um bom ponto de partida. O arancini alla milanese, com ragu de ossobuco e fonduta de grana padano, é um dos destaques. O gnocco fritti, versão italiana de pequenos pastéis recheados, acompanhado de mortadela italiana, também entra como uma escolha fácil de dividir à mesa. Já o porco à passarinho traz esse diálogo direto com o Rio, em uma leitura bem executada e cheia de personalidade.
Na ala dos crudos e carpaccios, a Salada Romanov merece atenção: lagosta pochê fatiada finamente, com salada de batata e bottarga — equilibrada e delicada, foi uma das minhas entradas preferidas no Giancarlo. Outra boa pedida é a Tartana, carne cruda levemente temperada, fonduta de gorgonzola e praliné salgado.
Gnocco Fritti, um dos destaques nas entradas
Duda Vétere no Giancarlo
Salada Romanov e Tartana, carne cruda temperada com fonduta de gorgonzola
Já nas massas e risotos, os clássicos aparecem com protagonismo. O Alfredo alla Giancarlo, feito com manteiga da casa e parmigiano maturado, é direto e bem resolvido. Ou seja, um clássico bem feito. Já o risotto alla milanese, com açafrão, reforça essa linha mais tradicional. As proteínas vêm separadas em campo e mare, com pedidas como, por exemplo, a milanesa, que segue o estilo italiano, com a carne mais alta e no ponto mais rosado por dentro, e o Polpo alla Luciana, tentáculos de polvo cozidos em baixa temperatura no molho pomodoro e manjericão. Além disso, o ossobuco, assado lentamente no próprio molho, também entra como opção mais robusta.
Duda Vétere com o clássico Alfredo do Giancarla
Risotto alla milanese
Alfredo alla Giancarlo com a Millanesa
Polpo alla Luciana
Para fechar, as sobremesas mantêm a proposta clássica. O Bomboloni al Luxardo, massa leve frita com morangos e chantilly, é leve e bem equilibrado. Já o cannoli, com creme intenso de chocolate, panna e chantilly, é daqueles que encerram a refeição sem erro.
Canoli clássico, Bomboloni al Luxardo, Tiramisu e Gelato de Zabaione
Sobremesas clássicas e bem feitas
Para diferentes momentos do dia
O bar de coquetelaria, com criações autorais, ganha destaque especialmente no período entre 15h e 18h, quando a casa serve uma carta de aperitivos com preço fixo (R$ 30). Entre as opções, clássicos como, por exemplo, Bebete Tônica, Aperol Spritz, Campari Tônica, Tinto di Verano, Milano Torino e Cynar Tônica, sempre acompanhados de snacks de cortesia — uma dinâmica que remete diretamente ao ritual italiano do aperitivo e cria um clima de fim de tarde que poderia facilmente estar em Roma. Além dos drinques, o Giancarlo também oferece chope, e a adega é abastecida com 100 rótulos do Velho Mundo. Há também o vinho da casa, idealizado por um produtor local, que abastece garrafas de 125, 250 e 500 ml.
Duda Vétere com o vinho da casa do Giancarlo
Carajillo e Espresso Martini
Bar do Giancarlo
As garrafinhas de vinho de 250ml do Giancarlo
Drinques do Giancarlo
A experiência se completa com café de torrefação própria, que vai do espresso ao affogato, reforçando a ideia de um lugar onde a permanência faz parte do programa.
Um novo capítulo na cena gastronômica de Botafogo
Sem tentar reinventar a cozinha italiana, o Giancarlo acerta ao apostar em referências afetivas, execução consistente e uma atmosfera que privilegia o encontro. Em um bairro que já se consolidou como um dos polos gastronômicos mais interessantes da cidade, o novo restaurante italiano em Botafogo surge como uma adição natural — daquelas que, aos poucos, entram para a rotina de quem valoriza boa comida, ambiente acolhedor e experiências que fazem sentido.
End: Rua Oliveira Fausto, 11, Botafogo.
Por Duda Vétere. Março de 2026. Fotos: Duda Vétere e Bruno Machado
O Dia das Mães, comemorado no segundo domingo de maio, é uma data emblemática e sempre um motivo a mais para planejar uma programação especial, seja com uma experiência inesquecível à mesa ou com um presente repleto de significados. No dia 10 de maio, restaurantes capricham em menus exclusivos e surpresas que prometem emocionar, enquanto cestas gourmet e mimos criativos garantem o sorriso das mães mais exigentes. Portanto, para te ajudar, preparamos uma seleção imperdível de dicas para você escolher onde brindar e o que oferecer neste Dia das Mães no Rio e São Paulo. Vem conferir e inspire-se!
Aliás, se você tem planos de viajar para o Brasil, não esqueça de conferir aqui nossa seleção dos melhores hotéis e de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho.
Dia das Mães no Rio de Janeiro: Restaurantes para comemorar
No Dia das Mães, o chef Michele Petenzi sugere opções de entrada, principal e sobremesa que destacam a cozinha italiana da casa. Para começar, vale destacar a polenta taragna pasticciata (R$49) servida com ragu alla bolognese e fonduta de parmesão. Enquanto como principal, o salmão alla piastra (R$ 109) vem com mousseline de baroa, legumes tostados e farofa de pistache. Entre as sobremesas, o entremet di ricotta (R$42) leva mousse de ricota, gel de laranja, crocante de amêndoas e sorvete de mel.
O sofisticado restaurante italiano Alloro al Miramar, situado no Miramar by Windsor, terá um menu especial elaborado pela chef Juliana Magioli, das 12h30 às 17h. Logo, entre as entradas, vale destacar o crudo de vieira com maionese de tinta de lula, bottarga e avelãs (R$125 + taxa). Já entre os principais, o cardápio traz sugestões que transitam entre o mar e a terra, como o risoto de mexilhão com fava e pecorino (R$135 + taxa); e o raviolone de baroa trufada com gema caipira, manteiga noisette e pinoli (R$118 + taxa). Para finalizar, estão entre as opções de sobremesa: torta mousse de frutas vermelhas com fondant de pistache (R$38 + taxa) e o choux recheado de creme de avelãs e calda de chocolate amargo (R$39 + taxa). Portanto, as reservas devem ser feitas por telefone (21) 2195-6213 ou e-mail.
De frente para o mar, o restaurante do Hotel Arpoador, apresenta seu novo menu sob o comando do chef Camilo Vanazzi, que assumiu recentemente a cozinha da casa. Logo, no Dia das Mães ele indica um prato muito especial: o belo Polvo com arroz negro (R$132), que vem com bacon, aioli de limão, páprica e picles de beterraba, uma receita inspirada nas suas memórias de infância.
Reduto da culinária italiana em Ipanema, o Babbo Osteria é o primeiro projeto solo do chef Elia Schramm. Resgatando receitas das nonnas em diálogo com técnicas francesas, os destaques para esta data tão especial são: Crochetta di Salsiccia (R$39), de linguiça toscana com mostarda dijon e o Ragú di Manzo (R$79), pappardelle fresca com ragú de carne cozida no vinho tinto por 12 horas.
A chef Jessica Trindade, a frente do refinado Chez Claude, criou um prato especial para celebrar as mães nesse fim de semana. Inspirada em suas memorias afetivas, a chef vai preparar o Risoni do Mar, feito com camarão, polvo, vieiras, mexilhões e peixe sobre um leito de Risoni (R$150).
End: Rua Conde de Bernadotte, 26 – loja Q e R – Leblon
No domingo, 10 de maio, o Copacabana Palace, A Belomond Hotel, oferece um brunch exclusivo para a data, servido à beira da piscina do hotel com música ao vivo (R$840 + 10% taxa de serviço) . Dessa forma, o buffet contará com uma grande variedade de receitas de sucesso da casa, entre saladas, pratos quentes, estações de risotos, queijos, frios e antepastos, além de sobremesas e massas fabricadas na própria cozinha do Copa e estações do estrelado restaurante MEE, com receitas exclusivas. Logo, as reservas podem ser feitas pelo e-mail do Copacabana Palace ou do Pérgula ou por telefone (21) 2548-7070.
De Diogo Teixeira e Daiana Rocha, a casa premiada na Barra da Tijuca, que ganhou também uma unidade em Botafogo, serve uma receita inspirada na mãe do anfitrião. O Bobó Dona Amélia (R$79) certamente é o prato ideal para comemorar a data, sendo composto por bobó de camarão, arroz branquinho e farofa de quiabo tostado.
O Emile, restaurante do Emiliano Rio, irá celebrar a data com um almoço especial, das 12h15 ás 15h, comandado pelo chef Bernabé Simón Padró. Dividido em 4 tempos, o mil-folhas de batata com tartar de filé-mignon curado e gema ralada inicia o almoço, dando sequência ao ceviche de peixe acompanhado com batata-doce e azeite de coentro, trazendo frescor e leve acidez ao percurso. Em seguida, o terceiro tempo fica por conta da costela bovina cozida a baixa temperatura, acompanhada de purê de abóbora, amaretto e cereais crocantes. Para encerrar, a sobremesa explora diferentes texturas de chocolate com avelã crocante, finalizadas com flor de sal e azeite de oliva.
Vale ressaltar que as bebidas não estão incluídas e as reservas podem ser feitas pelo WhatsApp (21) 99245-8915 ou pelo e-mail.
End: Av. Atlântica, 3.804 – Copacabana
Ceviche de peixe acompanhado com batata-doce e azeite de coentro
Renata Araújo no restaurante do Hotel Emiliano, em Copacabana
Costela bovina cozida acompanhada de purê de abóbora, amaretto e cereais crocantes
Chocolate com avelã crocante, finalizadas com flor de sal e azeite de oliva
Para celebrar a data com boa gastronomia, o Empório Farinha Pura reúne opções exclusivas. Nas entradas, vale destacar o Bagel Board (R$59), feito com cream cheese, salmão defumado, raspas de limão siciliano e endro. Entre os principais estão o Filé mignon com purê de abóbora assada e aspargos salteados (R$89) e a Feijoada de frutos do mar com arroz branco, couve e farofa de banana, servida na panela de barro (R$179 – serve duas pessoas). Enquanto isso, os grandes destaques para presentear ou complementar a comemoração são o Naked Cake de Morango (R$174,90) e a Torta de Caneca (R$99,90 -pequena / R$129,90 – grande)
End: Rua Voluntários da Pátria, 446, loja 1 – Cobal do Humaitá – Botafogo
Naked Cake de morango
Filé Mignon com purê de abóbora assada e aspargos salteados
Em um casarão de ar parisiense em Ipanema, a brasserie propõe a cozinha clássica do país com sotaque carioca, sem frescuras. Logo, para o Dia das Mães destacam-se: o Petit Tartare (R$ 56), steak tartare com fritas maison; o Poisson “Ferme du Pré” (R$ 88), peixe do dia glaceado ao beurre blanc com purê; o Le Cordon Bleu (R$ 68), frango crocante com presunto royale e queijo gruyère; e, de sobremesa, a Pain Tatin (R$ 37), uma rabanada francesa com compota de maçã e sorvete de baunilha.
Para celebrar o Dia das Mães, o Gero Rio oferece no domingo, 10 de maio, um menu especial criado por Luigi Moressa, chef executivo do Hotel Fasano Rio de Janeiro. O cardápio inclui, como entrada, flan de abóbora e radicchio com fonduta de queijo taleggio (R$ 105). Já o prato principal é codorna desossada e recheada com cogumelos porcini frescos, assada no forno e acompanhada de polenta taragna (R$ 185). Para a sobremesa, torta caprese ao limão siciliano com sorvete de zabaione (R$ 65), uma releitura da receita tradicional da Costa Amalfitana. Além disso, o menu tradicional do restaurante também estará disponível.
Endereço: Avenida Vieira Souto, 80 – Ipanema
Codorna desossada e recheada com cogumelos porcini frescos
No Jockey Club da Gávea, o Giappo é a aposta italiana do premiado chef Nao Hara. A casa, com lago de carpas na entrada e telas pintadas no teto, é um dos cenários mais cinematográficos da cidade para um almoço de Dia das Mães. Para a ocasião, o carpaccio de mignon levemente maçaricado, com pesto de rúcula e alcaparras (R$ 89); a inusitada Teia de Raviolis (R$ 85), de queijo de cabra e purê de cabotcha com manteiga de sálvia, mel e pimenta rosa; e o Tiramissú (R$ 55), em releitura com calda de cioccolato e sorvete de doce de leite.
O Grand Hyatt Rio de Janeiro fará um brunch especial em comemoração a data no dia 10 de maio, das 13h às 16h. Logo, o evento conta com buffet completo, recreação infantil para divertir os pequenos e muita música com Theo Bial, que apresenta clássicos da MPB, Bossa Nova e Jazz (R$508,50). Vale ressaltar que o menu é assinado pelo chef Carlos Volker e traz mesa de antepastos, queijos selecionados, charcutaria e pães artesanais, buffet de entradas e saladas, variedade de pratos quentes e sobremesas criadas pela chef pâtissier Paula Lopes. Além disso, também estão inclusos espumante, vinhos branco e tinto, cerveja, caipirinha e bebidas não alcoólicas.
É importante lembrar que o evento é aberto a não hóspedes e as reservas devem ser feitas antecipadamente através do link ou pelo telefone (21) 3797-9524 .
Para o Dia das Mães, o Gurumê em parceria com a Avatim, presenteará as clientes com hidratante corporal e um creme de mãos Rosas e Damasco da linha Sensore para reservas no dia 10 de maio. O restaurante também oferece um menu especial para o fim de semana do Dia das Mães (10 e 11/05). Algumas das opções são o mini ussuzukuri de barriga de salmão e o dumpling de camarão. Entre os principais, o clássico Combinado Gurumê com 40 peças, o risoto de camarão ao alho-poró e as versões Noodles Gurumê e vegetariano são excelentes opções. Para a sobremesa, Torta basca ou o choux cream. Além da carta de vinhos, a casa sugere o coquetel Sakura e o Nagi, sem álcool.
End: Rua Aníbal de Mendonça, 132 – Ipanema / Av. Ataulfo de Paiva, 270 – Rio Design Leblon / Estrada da Gávea, 889 – Fashion Mall
Combinado Gurumê de 40 peças
Hidratante corporal e um creme de mãos Rosas e Damasco da linha Sensore
O JW Marriott Hotel Rio de Janeiro prepara um brunch especial de Dia das Mães com vista para a orla de Copacabana. No dia 10 de maio, o hotel reúne opções clássicas e releituras contemporâneas em uma experiência sofisticada e acolhedora. O menu inclui pratos como bacalhau à portuguesa, saltimbocca romana, lasanha vegetariana e estações ao vivo com preparações personalizadas. Para completar, sobremesas como red velvet, brownie com cheesecake de doce de leite e mousse de chocolate branco fazem parte da celebração, que também contará com ativações especiais para a data.
O restaurante La Gare, no Vila da Santa Hotel Boutique & Spa, em Búzios (RJ), oferece no domingo (10/05) o Almoço Especial All Inclusive. Entre os destaques do menu, estão: Salada Fresca de Avocado, Tangerina e Camarões ao vinagrete Citron; Sinfonia do Mar com pasta de Gragnano ao molho pomodoro artesanal com camarões, polvo, lula e mariscos, glaceados em vinho branco e finalizados com pimenta biquinho, tomates-cereja e coentro; e a Banoffe feita de banana d’água grelhada com canela, cookie de chocolate, doce de leite e fouettè.
O menu especial de Dia das Mães do Ophelia, comandado pelo revolucionário chef Pedro Attayde, aposta em sabores tradicionais com um toque desobediente. Para começar, a sugestão é o Crudo de Vieiras (R$ 75), com lâminas de vieiras canadenses sobre base fresca de tangerina, manteiga noisette, picles de cebola roxa e brotos. Em seguida, como principal, a pedida é o Boeuf Wellington (R$ 280, para duas pessoas), criado especialmente para a ocasião. Logo, a versão da casa é preparada com filé mignon, farce de cogumelos, crepe de espinafre e massa folhada, servida com molho de mostarda e batatas salteadas com bacon, cebola e ervilhas. Para finalizar, a sobremesa é Madelaine (R$ 38) com caramelo de laranja e sorvete de baunilha.
Para este Dia das Mães, a chef Tati Lund preparou sugestões exclusivas que estarão disponíveis no almoço de sábado. Entre as criações, cabe destacar o Pintura da Natureza, que reúne vegetais da horta com hummus e granola de especiarias, além de uma combinação de majdra de lentilha francesa, quinoa, damasco e salada de ervas frescas. Além disso, a Cheesecake (R$40) com calda de frutas vermelhas, crosta de amêndoas com tâmaras e especiarias para adoçar o paladar.
Localizado no Jockey Club Brasileiro, e sob o comando do chef Marcones Deus, o restaurante preparou pratos especiais para a data. Entre as sugestões estão o Camarão com pupunha na brasa, servido com vinagrete de manga e caju e mix de folhas temperadas (R$ 89); o Mignon curado, acompanhado de requeijão de manteiga, banana grelhada, cebolinhas assadas e farofa crocante de cebola roxa (R$ 124); e o Salmão com pupunha e shiitake grelhados, servido com tomates assados e molho de agrião com iogurte (R$ 118). Para finalizar, o crème brûle de café (R$38) certamente finaliza perfeitamente a refeição.
End: Rua Mário Ribeiro, 410 / Jockey Club Brasileiro
Conhecido pela cozinha japonesa com pratos quentes de inspiração contemporânea, as unidades do Pato com Laranja prepararam uma experiência especial em suas unidades. Na Rua Dias Ferreira, a chef Andréa Tinoco assina um menu exclusivo que equilibra delicadeza e memória afetiva. A entrada traz folha de atum com burratina, beterraba e laranja (R$ 58). Já como principal, a lasanha de camarão com creme de alho-poró (R$ 96) resgata uma receita da avó materna da chef, reinterpretada em versão contemporânea. Para finalizar, torta de manga na massa folhada, com creme de especiarias e sorbet de maracujá (R$ 43). Na unidade da Barra da Tijuca, a sugestão da chef para a data é o filé mignon em crosta de castanha, servido com texturas de baroa (mousseline e mil-folhas), pétalas de cebola e demi-glace.
End: Rua Dias Ferreira, 410 – Leblon / Av. do Pepê, 780 – Barra da Tijuca
Para um Dia das Mães inesquecível, o Peixoto Sushi oferece combinados exclusivos com ingredientes frescos, para transformar a celebração em uma experiência gastronômica única. Entre as opções de delivery, o Combinado Mãe Clássica (R$230) oferece 42 peças, enquanto o Combinado Mãe Soberana (R$380) é composto por 55 peças. Já para a experiência no salão, os clientes que reservarem até quinta-feira, dia 07/05, poderão desfrutar do Especial Dia das Mães, um combinado exclusivo de 28 peças. Vale ressaltar, também, que o Peixoto Sushi enviará de presente uma foto personalizada, tanto para pedidos por delivery quanto no salão, feitos até a quinta-feira (07/05). Logo, o cliente deverá enviar sua foto junto com o pedido para receber essa lembrança especial.
O Posì, comandado pelo chef paulista Thiago Gonçalves, aposta em receitas autorais e clássicos do sul da Itália para esse Dia das Mães. Sendo assim, vale destacar, a Focaccia Straciatella e Figo (R$ 52), com figos caramelizados e raspas de limão e o Roastbeef Tonatto (R$ 56),com carne bovina selada com molho tonatto à base de atum confit artesanal, alcaparras fritas e batata palha.
O Quitéria, restaurante ao térreo do Hotel Ipanema Inn e aberto a todos, celebra o Dia das Mães com um prato especial, criado pelo chef David Cruz: Cavatelli, ragu de linguiça artesanal, stracciatella (R$ 85). Para finalizar, há ainda uma receita especial no menu regular da casa, inspirada na mãe do chef: Pudim de doce de leite (R$33), servido com cumaru e espuma de café.
No domingo, o já tradicional Brunch & Barbecue ocupa o jardim principal do Santa Teresa Hotel, combinando cortes selecionados preparados na brasa com um buffet variado e bebidas inclusas. Enquanto isso, no restaurante Térèze, a sugestão para o almoço é o menu servido em três etapas (R$ 490 + 13% por pessoa) com direito a criações do artista francês Jérôme Poignard. Entre os destaques estão o steak tartare no pão brioche com Grana Padano; robalo grelhado com purê de ervilhas e raspas de limão; e o entremet de maçã verde, tomilho e morango e sorbet de morango. Além disso, o o Le Spa oferece o Ritual Dia das Mães (R$ 1.160), pensado para ser compartilhado entre mães e filhos.
O final de semana do Dia das Mães terá um sabor especial no Signatures, restaurante-escola da maior instituição de gastronomia do mundo, Lee Cordon Bleu, até as 15h. Para a data, os head-chefs Yann Kamps e Philippe Brye assinam um menu dedicado a elas e também para os filhos, reforçando a gastronomia afetiva. Logo, entre os destaques das entradas estão as Vieiras e mousseline de abóbora tostada, edamame e chips de presunto cru. Já como prato principal, a Cavaquinha grelhada na manteiga de limão-siciliano, acompanhada de risoto de aspargos e crumble de parmesão Grana Padano. Para finalizar, o Jardim de Delícias: mousse de framboesa, biscuit, creme de pistache e calda de morango e hibisco. Cale ressaltar que o menu da criançada conta com pão de queijo recheado, clássica batata frita e para o principal há duas opções: Filé mignon ou Peixe do dia. (R$390 por adulto e R$120 por criança)
End: Rua da Passagem, 179 – Botafogo
Vieiras e mousseline de abóbora tostada, edamame e chips de presunto cru
Cavaquinha grelhada na manteiga de limão-siciliano, acompanhado de risoto de aspargos e crumble de parmesão Grana Padano
Carpaccio de palmito pupunha, camarões grelhados e molho vierge de ervas
O Sìsì Déli, marca do chef Pedro Siqueira, propõe um almoço especial com massas frescas artesanais e molhos prontos em porções que servem duas pessoas. Entre as opções de massa estão, por exemplo, o ravioli verde de ricota e espinafre (R$49), o pastelini de ricota temperada (R$63) e o rondeli de presunto, queijo e mascarpone (R$55). Logo, para aconpanhar, molhos como o tomate da casa (R$32), a crema de funghi (R$49) e o pesto Sìsì Speciale (R$45) completam a experiência.
End: Rua Arnaldo Quintela, 102 – Botafogo
Geladeira de massas
Preparação das deliciosas massas
Renata Araújo no Sìsì Cucina Leblon, na Dias Ferreira
Comandado pelo chef nova-iorquino Sei Shiroma, o Suibi leva o nome do restaurante que a família tocou em Nova York por mais de duas décadas. A cozinha japonesa mistura tradição e conforto familiar, ou seja, ideal para o Dia das Mães. Entre os destaques, estão o Salmon Kamameshi (R$ 79), finalizado na mesa, com salmão, cogumelo e gema mole; e o clássico Salmon Hollandaise (R$ 83), com molho hollandaise de shoyu, yuzu, ponzu e malá.
O menu do Talho Capixaba reúne sabores tradicionais e receitas da casa para este Dia das Mães . Entre as opções de entrada, destaque para os bolinhos de bacalhau (12 unidades – R$91,50). Já nos principais, o bacalhau com natas (R$332 – aproximadamente 1kg) e o bacalhau à lagareiro (R$460 – aproximadamente 1kg) seguem sendo os protagonistas. No entanto, para quem prefere carnes, o menu inclui o clássico bife Wellington (R$506 – 1,2kg). Vale ressaltar que o cardápio também inclui tortas e preparações que podem ser servidas como prato principal ou complemento da refeição. Além disso, especialmente para o Dia das Mães, a casa também preparou a Torta do Pomar (R$118 / R$225 / R$300) com massa de pão de ló de cacau, recheada com brigadeiro e geleia de frutas vermelhas feita na casa, finalizada com frutas frescas e bombons em formato de flor, elaborados com chocolate premium ao leite.
End: Avenida Ataulfo de Paiva, 1022, lojas A e B – Leblon / Rua Marquês de São Vicente, 10 – Gávea / Rua Barão da Torre, 354 – Ipanema
O novo catálogo de cestas e presentes para Dia das Mães do Empório Farinha Pura aposta em uma proposta ainda mais afetiva e autoral, com destaque para presentes artesanais pintadas à mão em parceria com a artista visual Pri Arttè. Entre os destaques está a Cesta de Café da Manhã, edição especial feita à mão (R$ 374,90), ideal para duas pessoas, com não só uma seleção de cássicos da casa, mas também uma bandeja exclusiva em madeira pinus com pintura manual pela artista Pri Arttè. Enquanto isso, as cestas Doce Momento (R$ 199,90) e O Sabor do Amor (R$ 219,90), são opções mais compactas, ideal para uma pessoa, com itens do mercado gourmet e brindes como chaveiros artesanais. Além das opções prontas, o cliente pode montar sua própria cesta personalizada, escolhendo os itens conforme o orçamento e preferência. Logo, as encomendas podem ser feitas até o dia 8 de maio, às 12h, com entregas para toda a Zona Sul do Rio de Janeiro e outras localidades sob consulta.
End: Rua Voluntários da Pátria, 446, loja 1 – Cobal do Humaitá – Botafogo
A padaria artesanal carioca em Botafogo reúne alguns de seus principais produtos de fermentação natural e itens selecionados do empório em duas opções de cestas para presentear nessa data tão especial. A primeira opção (R$211) inclui ecobag da marca, pão de fermentação natural, dupla de croissants, queijo Canastra, geleia, palmier e um pacote de café, compondo uma seleção pensada para um café da manhã ou brunch. Já a segunda cesta (R$374) traz uma proposta mais completa, com ecobag, massa fresca da casa, Copa Negra da P oroc Alado, baguete Slow, queijo parmesão, tiramisù e um rótulo de vinho, ideal para uma refeição especial. Logo, a taxa de entrega é única, no valor de R$15 e os pedidos devem ser feitos pelo telefone (21) 99919-6726.
O Rubaiyat Rio de Janeiro preparou uma cesta de café da manhã artesanal, composta por uma curadoria de itens preparados diariamente em sua padaria, como pães de fermentação natural, croissants e doces para o Dia das Mães. Logo, a proposta é transformar o despertar em um momento de conexão, unindo o sabor da assinatura Rubaiyat ao conforto de casa. Além disso, a experiência pode ser adquirida tanto na versão tradicional (R$290), como acompanhada de um buquê de flores (R$ 410). Portanto, é importante lembrar que os pedidos devem ser feitos até 8 de maio, pelo Whatsapp (21) 3204-999, com entregas programadas para o domingo de comemoração.
End: Rua Jardim Botânico, 971, Jardim Botânico
Presente gourmet do Rubaiyat
Dia das Mães na Serra do Rio: Restaurantes para comemorar
No domingo, a partir das 13h, o Bonaccia, restaurante italiano comandado pelo chef duas estrelas Michelin Rafa Costa e Silva, localizado na Casa Marambaia, serve um almoço aberto a não-hóspedes, mediante reserva. Sendo assim, com prato principal à la carte, há opções como ossobuco ao próprio molho, peixe grelhado com molho de limão, leitão com molho meloso de porco e galeto com molho rústico de tomate. Enquanto no buffet livre, ficam disponíveis estações de frios, queijos, antepastos, crudos, saladas, acompanhamentos e sobremesa. (R$395 por pessoa; incluso para hóspedes). Reservas pelo telefone (24) 99208-7009
Para o Dia das Mães, o Fuego Marambaia, localizado na Casa Marambaia, irá oferecer não só um menu especial, como também música ao vivo em voz e violão, em dois horários, 18h e 20h. A experiência inclui, também, trio de bruschettas com pão artesanal como entrada, risoto de cupim como principal e pudim de café na sobremesa. No entanto, o cardápio regular da casa também fica disponível. As reservas devem ser feitas pelo telefone (24) 97404-2177.
End: Rua Dr. Agostinho Goulão, 2.098 – Petrópolis
Risoto de Cupim
Duda Vétere no Fuego Marambaia
Espaço amplo, paredes de pedra e acabamentos em madeira
Para quem viajar para a Costa Verde Fluminense neste Dia das Mães, o Hotel Fasano Angra dos Reis contará com sugestões de pratos especiais no restaurante Fasano e programas de hospedagem para a data. No domingo, 10 de maio, a sugestão de entrada é o Carpaccio de atum com stracciatella (R$139), enquanto, para o prato principal, a opção para a data é um Tortellini de lagostim com creme de palmito e azeite de manjericão (R$198), ou um Robalo em crosta de ervas, gnocchi de ricota, legumes verdes salteados e molho de ervas (R$229). Já de sobremesa, vale destacar a Torta quente de maçã com sorvete de canela feito na casa e caramelo salgado (R$58). Além disso, o hotel oferece programas para descansar durante o final de semana inteiro: o programa Bem-Estar e o One More Night 3×2.
End: Rodovia Governador Mário Covas, Km 512 – Angra dos Reis, Rio de Janeiro
Instalada em um casarão histórico, a pousada Locanda Bela Vista preparou um almoço especial com receitas que valorizam ingredientes frescos e a cozinha artesanal da casa. Entre os destaques estão a Muzzarella em carrozza com concassé de tomate e manjericão (R$68), o Linguine al mare com ovas de capelim (R$120), o Salmão grelhado com musseline de batatas trufadas (R$110), e o Tornedor de mignon com espaguete de legumes (R$149). As reservas devem ser feitas pelo site da pousada.
O almoço especial de Dia das Mães do Locanda della Mimosa aposta em uma cozinha de base artesanal no restaurante comandado pelo chef Gerard Granja. Para a data, as sugestões são o Ravióli recheado de abóbora com queijo boursin ao molho de manteiga e sálvia (R$ 99), o Robalo grelhado ao molho de moqueca (R$169), e o Medalhão de filé mignon com rosti de batata e molho de vinho tinto (R$169). Logo, as reservas devem ser feitas por e-mail.
End: Alameda das Mimosas, 30 – Vale Florido – Petrópolis
A chef Vanesa Silva preparou uma receita exclusiva para celebrar o Dia das Mães, no dia 10 de maio: o Robalo ao Molho Chardonnay (R$ 225). Dessa forma, o prato é servido com mexilhões e ravioli de berinjela, além de pode ser apreciado tanto no amplo salão principal quanto na varanda.
End: Av. Magalhães de Castro, 12.000 – 4º andar – Shopping Cidade Jardim
A Forneria San Paolo oferece duas sugestões especiais para o Dia das Mães, criadas com consultoria do chef André Mifano e execução da Solimar Nunes, a Sol. Entre as opções está a Lasanha de Bacalhau (R$ 154), preparada com molho de nata e cebola e finalizada com tapenade de azeitonas. Outra sugestão é o Arroz de Pato (R$ 129), feito com arroz, linguiça calabresa, pato confitado desfiado e cogumelos, finalizado com rúcula. Para harmonizar, o Forneria San Paolo Sangiovese (R$ 169 a garrafa) é o vinho da casa que acompanha os dois pratos pela boa acidez e perfil gastronômico.
End: Shopping JK Iguatemi – Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Vila Olímpia
Sob o comando do chef Lomanto Oliveira, o menu de Dia das Mães do Gero Itaim, restaurante do Hotel Fasano Itaim, começa com entradas como a Salada de Beterraba (R$107) e o Creme de Açafrão (R$ 142). Já Nos principais, as massas frescas ganham destaque, como o Ravioli de Pera (R$ 156) e a Lasagnette (R$ 199), além do Medalhão de Filé Mignon (R$ 250). Para finalizar, o Tortino di Frutti di Bosque (R$ 58) encerra de forma frescas e equilibrada.
No domingo, 10 de maio, das 13h às 16h, o restaurante Cittadino recebe o tradicional almoço de Dia das Mães, servido no formato de brunch. O menu completo será divulgado em breve e contará com harmonização de vinhos e drinks, além de possíveis parcerias que irão complementar a experiência. A experiência também contará com harmonização de vinhos e drinks, elevando a celebração à altura da data, além de um Gift by Chandon, tornando o momento ainda mais especial (R$450). Portanto, vale ressaltar que para crianças de 6 a 12 anos o valor é R$ 225.
End: Av. das Nações Unidas, 13.301 – Vila Leopoldina
Para o Dia das Mães, o Gurumê em parceria com a Avatim, presenteará as clientes com hidratante corporal e um creme de mãos Rosas e Damasco da linha Sensore para reservas no dia 10 de maio. O restaurante também oferece um menu especial para o fim de semana do Dia das Mães (10 e 11/05). Algumas das opções são o mini ussuzukuri de barriga de salmão e o dumpling de camarão. Entre os principais, o clássico Combinado Gurumê com 40 peças, o risoto de camarão ao alho-poró e as versões Noodles Gurumê e vegetariano são excelentes opções. Para a sobremesa, Torta basca ou o choux cream. Além da carta de vinhos, a casa sugere o coquetel Sakura e o Nagi, sem álcool.
End: Rua Natingui, 1536 – Vila Madalena
Combinado Gurumê de 40 peças
Hidratante corporal e um creme de mãos Rosas e Damasco da linha Sensore
A Joya Boulangerie, padaria artesanal localizada na Vila Madalena, irá homenagear as mães com um brunch especial (R$252), servido apenas no domingo, dia 10 de maio. Elaborada com ingredientes frescos e artesanais pela chef Isabela Honda, a seleção dos produtos conta com bowl de pães e acompanhamentos, ovos cremosos, um croque madame ou croque monsieur, brioche folhado de baunilha e frutas vermelhas, iogurte grego com granola, duas bebidas à escolha e uma caixa com quatro bombons criados especialmente para a data. É importante lembrar que além de fazer parte do menu do dia, os bombons podem ser adquiridos à parte. Entre os bombons desta edição, estão os sabores baunilha e praliné de amêndoas, framboesa e pistache, café e caramelo, além de limão siciliano e chá earl grey.
O primeiro Dia das Mães da casa paulistana da secular pizzaria napolitana, a L`Antica Pizzeria da Michele, vai ter um cardápio elaborado especialmente para celebrar a data, de sexta a domingo. Entre as entradas estão a Salada de figo com presunto de Parma e vinho de Porto ou Tartar de atum com avocado e chip de mandioquinha. Já para o principal, a casa preparou três opções: Tortellini de galinha de Angola, Filé mignon grelhado com mousseline de batata ou Robalo ao forno servido com risoto de aspargos. Enquanto na sobremesa, Pastiera de grano com calda de baunilha ou Crosta de maçã verde servida com sorvete de baunilha.
Localizado no primeiro andar do Hotel Fasano São Paulo, o Nonno Ruggero aposta em um ambiente informal como interpretação de uma verdadeira trattoria italiana. Para o dia das mães, o menu fechado aposta em pratos como o Camarão à Provençal e o Fagottini de Pera e Brie. Além disso, o menu também inclui buffet de antepastos, saladas e sobremesas.
O tradicional Sunday Brunch de Dia das Mães do Palácio Tangará, no restaurante Pateo do hotel, reúne não só alta gastronomia, mas também música ao vivo cercada pela natureza exuberante. Portanto, o brunch será servido em três etapas, das 13h ás 16h, no domingo 10 de maio. Primeiramente, o salmão gravlax e tartar de filé mignon abrem as etapas em grande estilo. Em seguida, os principais incluem, por exemplo, tataki de atum com avocado, tangerina, ovas de salmão e togarashi e chorizo Angus acompanhado de batatas e jus de cebola. Para finalizar, entre os destaques da sobremesa está o choux craquelin de cumaru com sorvete de banana e mel de abelhas nativas.
É importante lembrar que a experiência inclui ainda espumante, vinho tinto, drinks selecionados, sucos naturais, refrigerantes, chás e cafés. Crianças de até cinco anos não pagam, e entre seis e 12 anos recebem 50% de desconto. Mais informações e reservas no site oficial do hotel ou pelo telefone (11) 4904-4001.
O Parigi reúne em seu cardápio pratos representativos das culinárias italiana e francesa para o Dia das Mães, no dia 10 de maio. Sob assinatura do chef Eric Berland, as novidades começam pela entrada de Massa Folhada com Frutos do Mar (R$ 160), em seguida, entre os principais, destaque para o Agnolotti Verde (R$ 152) e o Filé de Linguado (R$ 233). Enquanto a Torta della Nonna (R$ 56) traz massa crocante recheada com creme de baunilha, finalizada com raspas de limão e pinoli.
No dia 10 de maio, das 12h30 às 15h30, o Restaurante Neto no JW Marriott Hotel São Paulo celebra o Dia das Mães com um menu exclusivo do chef Carlos Leiva (R$320). O cardápio inclui entrada, prato principal e sobremesa à escolha, além da “Estação Famiglia” com seleção livre de queijos e aperitivos. As opções de entrada incluem cuscuz verde com ervilhas, edamame, nozes, maçã verde e hortelã; o ceviche de peixe branco marinado com cebola roxa, pimenta dedo-de-moça, batata-doce e goiaba. Já para o prato principal, há o Fiori di Melanzane, opção vegetariana preparada com berinjela grelhada, molho pomodoro, pesto de manjericão e fonduta de castanhas; e o Filetto, com filé grelhado, prosciutto, batatas ao murro, cogumelos assados e aspargos.
O valor do brunch inclui bebidas não alcoólicas, além do espumante da casa.
End: Av. das Nações Unidas, 14401 – Chácara Santo Antônio
No restaurante Song Qi – comandado pelos sócios Felipe Massa, Dudu Massa, Ruly Vieira, Riccardo Giraudi e Rodolfo Tamborrino – a proposta é um menu fechado, no valor de R$ 173 por pessoa. Começando por um Dim Sum de cogumelos de entrada; passando para o tradicional Pad Thai de camarão, coentro, ovo, castanhas e molho de ostra como principal; e finalizando com a Banana Crunch como sobremesa, feita com banana caramelizada e sorvete de baunilha. O menu estará disponível durante o almoço e jantar do dia 10/5 – e é recomendado reservar com antecedência.
Com uma proposta de unir tanto afeto quanto gastronomia, o Terraço Jardins, restaurante do Renaissance São Paulo Hotel, irá disponibilizar um menu especial de Dia das Mães dia 10 de maio, no formato de buffet (R$362). Primeiramente, a experiência começa na mesa de pães e antespastos e segue para as entradas e saladas, como salada de figo fresco e carpaccio de carne curada. Vale ressaltar a estação caiçara, com receitas como peixe marinado com leche de tigre de cambuci, mini tirashi de atum e vinagrete de polvo com limão-cravo. Já nos pratos quentes, ganham destaque o rosbife de filé mignon com molho de cebolas tostadas, o strogonoff de frango caipira com mandioquinha palha. Para encerrar, a estação de sobremesas conta com tiramisú de laranja Bahia, mil-folhas de Romeu e Julieta e crème brûlée de doce de leite.
É importante lembrar que o buffet inclui bebidas alcoólicas e não alcoólicas e as reservas podem ser feitas por telefone (11) 3069-2233, WhatsApp (11) 97607-6586 ou pelo link oficial do restaurante.
Para celebrar o Dia das Mães, o Terraço Itália oferece um almoço especial em três etapas e vista panorâmica de São Paulo, no dia 10 de maio. O menu reúne entradas como burrata cremosa e tartare de mignon, seguidas por pratos como paleta de Angus ao vinho Barolo e bacalhau alla Vicentina, além de sobremesas como tiramisù e panna cotta (R$349 por pessoa + 12% de taxa de serviço). Portanto, é importante lembrar que o menu à la carte também estará disponível durante o período.
Vale ressaltar que as reservas podem ser feitas pelo site do Terraço Itália ou pelo WhatsApp (11) 2189-2940.
Endereço: Av. Ipiranga, 344 – 41º e 42º andares – Centro
Paleta de Angus ao vinho Barolo, com purê de batata trufado
Para celebrar o Dia das Mães, o recém-inaugurado The Westin São Paulo prepara um brunch especial no dia 10 de maio, das 12h às 16h. A experiência reúne mais de 50 opções entre buffet, pratos à la carte e cozinha ao vivo, com receitas que vão dos clássicos de brunch a sabores brasileiros. Entre os destaques estão a acarajé com vatapá, salmão grelhado e estação de ovos e tapiocas feitas na hora. Além disso, a programação conta com música ao vivo e um Bar de Flores para presentear as mães presentes (R$189 + taxa). Portanto as reservas devem ser feitas através do WhatsApp (11) 97152-0365.
O Dia das Mães da Trattoria conta com a culinária italiana clássica em um menu assinado pelo chef Sérgio Celestino. Primeiramente, o Vitello Tonnato (R$ 107) abre o menu de forma suave e equilibrada. Em seguida, entram o Gnocchi (R$ 138), com massa de batata dourada na panela e o Namorado em Crosta de Pistache (R$ 172), acompanhado de alcachofras salteadas. Já a sobremesa revisita o tradicional Cannoli (R$ 66), que ganha um contraponto ao combinar mascarpone, pistache e calda de frutas vermelhas.
End: Rua Iguatemi s/n – Itaim-Bibi
Gnocchi com massa de batata dourada
Presentes Gourmet para o Dia das Mães em São Paulo
A cesta do Mag Market, boulangerie de Tássia Magalhães, reúne clássicos da casa para quem quiser já começar o dia celebrando a data. Logo, a seleção conta com opções como: croissant, sourdough, bolo de limão com mirtilo, roll folhado de pesto e manjericão, éclair de café e laranja e cookies. Além disso, para acompanhar, manteiga, suco, palmiers e café especial, servidos com xícara (R$310).
End: R. Dr. Renato Paes de Barros, 433 – Itaim Bibi
No W São Paulo, o Dia das Mães ganha uma celebração especial com a campanha “Mom deserves W”, com opções que vão de momentos de relaxamento a celebrações em família.. No dia 10 de maio, o restaurante Baio Cozinha Sulista promove um brunch exclusivo, das 12h30 às 16h, com receitas inspiradas em memórias afetivas de mães e avós da equipe. O menu reúne pratos autorais, preparos na brasa, buffet de pães, queijos, sobremesas clássicas e até estação de bolinho de chuva. Além disso, a experiência inclui drinques especiais e um caderno de receitas com histórias das famílias dos colaboradores (R$ 328 + taxas por pessoa).
End: R. Funchal, 65 – Vila Olímpia
Renata Araújo no restaurante Baio
Ambiente do Baio pela manhã
Fotos: Renata Araújo, Duda Vétere e divulgação Abril de 2026.
A cena cultural de Miami ganha um novo capítulo — e desta vez com sotaque italiano. Depois de passar por cidades como Milão, Paris e Roma, a exposição “From the Heart to the Hands: Dolce&Gabbana” chega ao ICA Miami, marcando sua primeira temporada nos Estados Unidos. Estive lá para ver de perto essa imersão na marca italiana — e a sensação é de entrar em um universo onde moda, arte e identidade caminham juntos. A mostra ocupa o Institute of Contemporary Art, no Design District, um dos bairros mais interessantes da cidade hoje, que combina galerias, arquitetura contemporânea, lojas de grife e uma cena gastronômica cada vez mais relevante. A exposição Dolce&Gabbana em Miami, em cartaz até 14 de junho, é um programa que faz sentido incluir no roteiro, especialmente para quem quer viver a cidade além de South Beach.
Aliás, se você está planejando sua próxima viagem não esqueça de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você nos ajuda a monetizar nosso trabalho.
Dolce&Gabbana em Miami: exposição que revela o processo criativo da marca
Ao entrar na exposição, a sensação é de atravessar diferentes camadas do imaginário italiano. A proposta não é apenas apresentar peças icônicas, mas revelar o percurso entre ideia e criação — algo que a própria marca define como um caminho “do coração às mãos”. São mais de 300 peças entre criações de Alta Moda, Alta Sartoria e coleções recentes, organizadas em ambientes que ajudam a entender como Domenico Dolce e Stefano Gabbana constroem suas narrativas visuais. O foco está no fatto a mano, o feito à mão, que aparece não apenas como técnica, mas como linguagem. Bordados complexos, aplicações minuciosas e estruturas quase arquitetônicas mostram que, na Dolce&Gabbana, o luxo está profundamente ligado ao tempo e ao processo.
Renata Araújo na entrada da exposição Dolce&Gabbana em Miami
Tour por diferentes criações dos estilistas
Peças icônicas expostas em Miami
Exposição ”Do Coração às Mãos: Dolce&Gabbana”
Uma carta de amor à cultura italiana
Um dos pontos mais interessantes da exposição da Dolce&Gabbana em Miami é como ela traduz referências culturais em moda. Cada sala funciona quase como um capítulo: arte, arquitetura, música, ópera, tradições folclóricas e até paisagens regionais aparecem reinterpretadas nas peças. É um percurso que reforça a identidade da marca — uma estética que combina elegância, sensualidade e uma certa dose de humor e teatralidade.
Ao longo da exposição, fica claro que a Dolce&Gabbana não trabalha apenas com tendências, mas com símbolos. E isso torna a experiência ainda mais envolvente, especialmente para quem se interessa por moda com contexto cultural.
Salas imersivas que contam histórias
Atmosfera elegante, assim como a marca
Renata Araújo explorando a confecção das roupas
Abordagem não convencional da marca ao mundo do luxo
A temporada americana traz também novidades. Entre elas, as salas dedicadas a Roma, inspiradas na coleção de Alta Moda apresentada em 2025 na cidade. Esses ambientes têm um caráter quase cenográfico. As peças dialogam com referências eclesiásticas, simbologias imperiais e o imaginário cinematográfico da capital italiana — tudo reinterpretado com bordados manuais, filamentos metálicos, pérolas e drapeados esculturais. É um dos momentos mais impactantes da exposição, tanto pela riqueza visual quanto pela construção narrativa.
Além das peças, há instalações imersivas, vídeos e ambientes digitais que exploram temas como memória, transformação e o próprio gesto criativo.
Riqueza visual por toda a sala
Salas dedicadas à Roma
Peças reinterpretadas criativamente
Moda cinematográfica na exposição
Vale incluir no roteiro em Miami?
Para quem está planejando uma viagem a Miami até junho, a exposição da Dolce&Gabbana no ICA surge como uma alternativa cultural em um dos bairros mais vibrantes da cidade. O Design District, que respira arte e design, reúne uma concentração de lojas de luxo no melhor estilo Rodeo Drive, além de galerias, cafés e bons restaurantes — o tipo de lugar que convida a passar algumas horas sem pressa.
Renata Araújo e a arte do Design District nas ruas
Os prédios modernos de Design District
Renata Araújo e as intervenções artísticas do Design District
Lojas de grifes no Design District
Instalações contemporâneas em Design District
Portanto, especialmente para quem se interessa por moda, arte e processos criativos, a exposição D&G em Miami é uma experiência que une estética e conteúdo de forma consistente — e que traduz bem o universo Dolce&Gabbana sem parecer apenas uma vitrine.
Localizado nos jardins de um casarão histórico, construído entre os anos 1903 e 1905 em Botafogo, o Alba entra em um novo momento, agora sob o comando do chef italiano Michele Petenzi (ex-Alloro Miramar). Estivemos lá para conhecer de perto essa fase, e o ambiente ao ar livre, cercado de verde, continua sendo um dos grandes atrativos da casa — especialmente para almoços mais tranquilos ou encontros que pedem uma experiência sem pressa. Mas é na cozinha que essa mudança se revela com mais clareza. A proposta passa a valorizar uma gastronomia italiana mais fiel às origens, com foco em técnica, produto e consistência — um caminho que se reflete em todo o menu.
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Uma cozinha italiana direta, com técnica e origem no Alba
Estivemos no Alba em um almoço de equipe do YMG!, que, aliás, é formado 100% por mulheres, sabia?. Além desta que vos escreve e nossa editora-assistente Duda Vétere, as jornalistas Renata Busch e Aline Pacheco, e a administradora Valeria Baldner, compõem o nosso time. E o ambiente se mostrou ainda mais convidativo nesse contexto. Entre o verde do jardim e o ritmo mais descontraído, foi o cenário ideal para uma tarde sem pressa, daquelas em que a conversa se estende naturalmente à mesa.
Equipe YMG! no Alba: Renata Busch, Duda Vétere, Renata Araújo, Aline Pacheco e Valeria Baldner
Ambiente agradável do Alba, em Botafogo
No restaurante italiano em Botafogo, a escolha dos ingredientes pelo chef Michele Petenzi é parte central da experiência. Insumos como pecorino romano, grana padano de longa maturação, presunto de parma e culatello vêm diretamente da Itália, enquanto massas e pães são produzidos na própria casa. O resultado aparece em um cardápio que aposta em receitas clássicas executadas com precisão, sem excessos ou releituras desnecessárias.
O chef Michele Petenzi
O clássico italiano arancini no menu do Alba
Começamos pelas entradas, que de fato já mostram essa valorização do produto, como, por exemplo, a tábua Parma e Parma (R$109), com presunto de Parma italiano e Grana Padano. Outras sugestões clássicas são burrata tricolore (R$81), com geleia de tomate e rúcula, a piadina alla romagnola (R$59) — pão achatado típico da Emilia-Romagna — em diferentes recheios, como a caprese, com pesto, tomate grelhado e mozzarella de búfala, e o supplì all’amatriciana (R$49) bolinho com arroz, guanciale italiano, mozzarella e pecorino romano. Já a vellutata di ceci (R$48), uma releitura de homus com tomate cereja e zaatar, adiciona um toque mais contemporâneo ao menu do Alba.
Parma e Parma, Burrata Tricolore, Supplì All’amatriciana e Vellutata Di Ceci
Renata Araújo com o saboroso Supplì All’amatriciana
Pratos principais e sobremesas do restaurante italiano em Botafogo
No Alba, as massas seguem como protagonistas. O spaghettoni cacio e pepe (R$79), com massa artesanal da casa, é daqueles pratos simples na teoria, mas que exigem precisão — e aqui funciona bem. Enquanto isso, o tagliatelle con genovese di agnello (R$87) traz mais intensidade, com ragu de cordeiro, cebola e pecorino. O risotto limone e capesante con bottarga (R$129) também é uma boa pedida no Alba. Além das massas e risotos, o menu também abre espaço para outros preparos, como o pesce del giorno al beurre blanc (R$109), com purê de batata, e a tagliata di ancho con patatine fritte e salsa olandese (R$119).
Spaghettoni Cacio e Pepe
Risotto limone e capesante con bottarga
Rigatoni Alla Gricia
Massas muito saborosas no Alba
Tagliatelle con genovese di agnello
As sobremesas seguem a mesma linha, com receitas que combinam técnica e conforto. O Amore Mio (R$42), com merengue italiano, creme de baunilha e frutas vermelhas, é leve e equilibrado. Já o Limone (R$44), um entremet de limão siciliano com frutas vermelhas e calda de chocolate branco belga, traz acidez e frescor na medida certa. Além de ser belíssimo! Para quem prefere algo mais intenso, o Testure di cioccolato e nocciole (R$44) combina chocolate belga, praliné e sorvete de avelã em diferentes camadas.
Tiramisu, Amore Mio e Limone
Amore Mio
Testure Di Cioccolato e Nocciole
As bebidas
A carta de drinques acompanha essa nova fase, com referências italianas adaptadas ao clima carioca, que vão dos mais refrescantes aos mais intensos, como, por exemplo, o Oro Secreto (R$ 42) – preparado com bourbon, tamarindo, mel e salsa tartufo. Já a seleção de vinhos prioriza rótulos clássicos e bom custo-benefício, com curadoria de Gustavo Alves.
Ótimos vinhos no nosso almoço no Alba
Equipe YMG no almoço no Alba
Quem é o chef por trás da nova fase do Alba, em Botafogo
Natural da Lombardia, Michele Petenzi tem uma trajetória pouco convencional: é PhD em Química pela Universidade de Pavia e construiu sua formação gastronômica de forma autodidata, com passagens pela Itália e França — incluindo uma temporada no Mirazur, restaurante três estrelas Michelin. No Rio, já passou por casas como Satyricon, Quadrifoglio e Alloro al Miramar, mais recentemente. No Alba, assume uma cozinha que traduz suas referências com mais liberdade e identidade.
Equipe YMG! e o chef Michele Petenzi
Renata Araújo e o chef Michele Petenzi
Portanto, o Alba segue sendo um daqueles lugares em que o ambiente convida — o casarão histórico, o jardim, a atmosfera mais acolhedora. Mas agora, há uma coerência maior entre espaço e proposta. A experiência ficou mais centrada, com uma cozinha que sustenta o endereço. Um restaurante que une conforto e identidade — e que merece entrar (ou voltar) para o roteiro de quem busca autêntica gastronomia italiana em Botafofogo!
End: Rua Martins Ferreira, 60 – Botafogo
Por Duda Vétere. Atualizado em Março de 2026 Fotos: Duda Vétere e Rodrigo Azevedo