Capital da União Europeia, Bruxelas é certamente uma das cidades com melhor qualidade de vida do mundo! Portanto, se você quer saber onde ficar em Bruxelas, recomendo o Sofitel Le Louise. Uma excelente opção de hospedagem, elegante, muito bem localizado e considerado um dos melhores da cidade. Aproveite para ler também sobre atrações em Bruxelas.
O hotel 5 estrelas projetado pelo arquiteto francês Antoine Pinto fica na movimentada região da Avenue Louise. Ou seja, uma área com ótimos restaurantes, lojas de luxo e também antiquários.
O design foi inspirado no sofisticado estilo de vida francês, com toques do surrealismo belga. Enquanto isso, a decoração moderna mistura tons quentes, como magenta, vermelho e marrom, a peças delicadas como a parede branca “rendada” e imponentes lustres de cristal.
O Sofitel Le Louise fica na Avenue de la Toison d´Or, vizinho à lojas como Tiffany, Apple, Hermès e Louis Vuitton. Além disso, ele está distante apenas 15 Km do aeroporto de Bruxelas. Enquanto isso, a estação de metrô fica a dois minutos de caminhada. A Grand-Place, certamente o principal ponto turístico da cidade, está a 15 minutos de metrô. Enquanto isso, o Museu Magritte está a 10 minutos a pé. Já para uma caminhada ao ar livre sob os laranjais, o Park Egmont está a 160m. Ou seja, agora você já sabe onde ficar em Bruxelas!
Este elegante hotel em Bruxelas fica em um prédio de 6 andares e conta com 169 quartos. Todos com vista para o jardim ou para a cidade. Os quartos das categorias Superior e Luxury têm banheira/chuveiro com efeito chuva, além de cama king size My Bed com penas e mini bar gratuito, cofre, máquina de café Nespresso e produtos de banho Hermès, o hotel oferece wi-fi gratis em toda a propriedade e é Pet Friendly.
Como todos os hotéis da rede Sofitel, os quartos são confortáveis e práticos, oferecendo uma boa estação de trabalho. A suíte Prestige tem 50m² e acomoda até três pessoas, com a configuração de quarto e sala de estar separados.
O Crystal Lounge é comandado pelo chef Adwin Fontein há seis anos. Ele, que é apaixonado por novas descobertas, criou um cardápio com pratos de culinária internacional, desde à cozinha mediterrânea até opções asiáticas. Portanto, uma verdadeira viagem de sensações e sabores.
Crystal Lounge no Sofitel Le Louise
Aliás, o bar do restaurante foi eleito um dos melhores de Bruxelas. No balcão de 12 metros estão expostas bebidas mundialmente conhecidas e as 32 garrafas de cristal criadas pela famosa fábrica Val Saint Lambert, exclusivamente para o Sofitel Le Louise. O menu é composto por coquetéis inovadores, cervejas renomadas e os clássicos espumantes.
O restaurante conta ainda com um charmoso terraço, que é um convite para um drinque à noite ou um delicioso almoço em uma região tranquila de Bruxelas. Nas noites de quinta-feira a tranquilidade dá lugar aos agitos dos djs residentes, levando diversão e boa música ao topo do Sofitel Le Louise.
Le Petit Déjeuner do Sofitel Le Louise – onde ficar em Bruxelas
O café da manhã é servido no sistema buffet. Os pães, queijos, frios, cereais e frutas ficam nas estações, enquanto as bebidas quentes são servidas à mesa. Tudo muito gosto e com grande variedade. Nos meses mais quentes é possível tomar o café no agradável jardim. Impossível resistir aos queijos bélicos, muito saboroso!
Jardim para tomar caféDetalhes do café da manhãCafé da manhã no jardim
Serviços
Na academia o hóspede encontra aparelhos modernos, ideais para manter a forma longe de casa, ou podem relaxar na sauna. No serviço de spa é possível escolher entre massagens relaxantes ou o banho turco.
Destaque para o time de concierges do hotel que muito me ajudaram e me deram sugestões relevantes do que fazer na cidade.
Time ótimo do concierge
E uma vez em Bruxelas, vale a pena dar um pulinho até a romântica Bruges. Você já conhece a capital da Bélgica? Nos conte como foi a sua experiência! Finalmente, se está planejando ir pra lá, certamente já sabe que onde ficar em Bruxelas.
Na Costa Sudeste da África, as Ilhas Maurício são um destino paradisíaco! Não é à toa que o arquipélago de Maurício é chamado de Pérola do Índico. Com água azul-turquesa e areia branquinha, é o lugar ideal para quem quer relaxar e desfrutar de cenários belíssimos, privilegiados pela natureza, como corais, recifes e piscinas naturais. Além dos hotéis e resorts que oferecem uma super estrutura, há muito o que fazer nas Ilhas Maurício.
Localizada no sudeste da costa da África, a cerca de 2 mil quilômetros do continente, a rota mais comum e fácil para os brasileiros é via Joanesburgo, com duração de 8 horas e meia de voo saindo de São Paulo. Em seguida, mais 4 horas de voo até chegar nas Ilhas Maurício.
Uma boa dica de passeio nas Ilhas Maurício é ir até à capital do país: Port Louis. Chegando lá, o programa mais interessante é visitar o mercado, aberto todos os dias de 09 às 17h. Por lá, vende-se de tudo um pouco, desde comida e especiarias até roupas e acessórios.
O Mercado da cidadeComidas; especiarias; artesanato
No Water Front há diversas lojas com artesanatos, acessórios, produtos típicos africanos e também alguns restaurantes. O difícil é ir embora de mãos vazias! A boa notícia é que os preços são bem razoáveis para nós brasileiros.
Há também o Jardim Botânico, conhecido como Pamplemousse Gardens, com 37 hectares. Foi inaugurado em 1770 e é considerado o mais antigo jardim botânico do Hemisfério Sul.
Conheça mais das Ilhas Maurício no nosso vídeo do Youtube! Aproveite e se inscreva no canal:
A Ilha dos Cervos
Meu passeio preferido nas Ilhas Maurício foi até à exclusivíssima Îles aux Cerfs, que tem acesso só de barco e e. Muito procurada pelos amantes do golfe, ela conta com dois restaurantes e oferece um day pass para quem quer passar o dia. Por 110 euros dá para almoçar no restaurante ou na areia da praia. No menu: lagosta e vinho. Quem se aventurar, pode passar a noite em um dos “bangalôs bolha” construídos no meio do bosque e que proporcionam um contato intenso com a natureza.
Almoço na ilha dos cervos – O que fazer nas Ilhas MaurícioOs bangalôs no meio da ilha
No caminho, até à ilha, vale a pena parar para mergulhar para ver peixes e corais. Também há uma impressionante queda d’água e quem tiver sorte pode flagrar os macaquinhos que ficam pulando de galho em galho à beira do rio. A maioria dos hotéis oferecem este passeio. Imperdível!
Nas Ilhas Maurício, vale também conhecer o templo Gran Bassan, um dos mais populares de peregrinação da religião hindu, fora da Índia. Se der sorte, pode estar rolando alguma cerimônia como eu flagrei, daquelas que a gente fica até arrepiado, tamanha é a energia no ar.
One&Only Le Saint Géran – Depois de um ano fechado para uma reforma multi milionária, o resort está de volta com várias mudanças. Na paradisíaca Flacq Beach, com 5 restaurantes e um super spa, o hotel oferece experiências únicas aos hóspedes, como passeios de barco e de helicóptero. Leia aqui a nossa experiência completa neste resort.
Praia do hotel One&Only
Agora que você já sabe o que fazer nas Ilhas Maurício, é só colocar na sua listinha este destino incrível e aproveitar 😉
Se você está com viagem marcada para o Egito e não sabe onde ficar no Cairo, leia este post até o final. Localizado no prestigiado complexo First Place, na margem oeste do Rio Nilo, o Four Seasons Hotel Cairo at The First Residence é um luxuoso empreendimento no coração do Cairo e oferece tudo que os hóspedes estrangeiros precisam.
O hotel conta com 262 quartos, incluindo 50 suítes com vistas para a cidade e belas paisagens, além da Grande Pirâmide e do Rio Nilo. Ele foi o primeiro da rede Four Seasons no Oriente Médio e é um dos maiores do Cairo.
Fiquei no Four Seasons Hotel Cairo FR no começo e no final da minha viagem. Apesar de rápida, minha estadia foi excelente! Conheci duas suítes maravilhosas! A segunda, apesar de menor que a primeira, era ainda mais aconchegante.
O serviço muito amável também chamou a atenção. Espero poder te ajudar na escolha de onde ficar no Cairo.
Os quartos
O hotel conta com três categorias de quartos e oito de suítes. Todos confortáveis e com decoração contemporânea. Eles oferecem tudo que os viajantes mais exigentes precisam: secador, cofre, cafeteira, ferro de passar e ótimos equipamentos de som e vídeo.
A Premium Suite fica no quinto andar e tem vista para a cidade e o Jardim Botânico ou para a piscina do hotel. Ela conta com dois ambientes, sendo uma sala super espaçosa com direito à mesa de jantar e uma pequena cozinha. Ela pode variar de 100 a 116m2 e tem capacidade para três adultos e uma criança ou dois adultos e duas crianças. O sofá pode virar uma cama.
Há também uma sala de estar com mesa de trabalho e wi-fi que funciona super bem. O quarto do casal tem cama king size mais do que confortável, que leva a excelência Four Seasons.
O banheiro todo em mármore era bem espaçoso, com duas pias, banheira e ótimo chuveiro. Os produtos eram da L’Occitane, roupões e pantufas bem confortáveis.
Banheiro
As flores no quarto sempre dão um tom mais alegre e adoro!
Four Seasons Executive Suite
Com 78m² ela também é divida em dois ambientes, sendo que a sala é um pouco menor, mas ainda assim, confortável e espaçosa. Ela também tem capacidade para três adultos e uma criança ou dois adultos e duas crianças. A Executive Suite pode ficar do 5o ao 18o andar e ter vista para a piscina ou para o rio Nilo.
O closet era bem grande e prático! Achei a decoração ainda mais moderna do que a da Premium Suite e as cores em tons pastel bem elegantes.
Detalhes do quarto
Ela conta também com sistema de som da marca Boose, aparelho de DVD e TV de LCD de 32 polegadas.
Resumo das suítes
Em resumo: as suítes do Four Seasons Executive Suite são tão aprazíveis que a gente fica com a vontade de passar horas e horas ali. E foi o que fiz na minha última noite no Cairo. Depois de chegar de avião de Hurghada e passar o dia fazendo turismo, cheguei no quarto e dele não saí. Pedi um room service com típicos pratos árabes que estava ótimo e dormi um sono de princesa. Muito carinho por este hotel que me recebeu tão bem e enorme pena de ter aproveitado tão pouco. Ou seja, agora não restam dúvidas de onde ficar no Cairo.
O restaurante Aura, à beira da piscina, atende muito bem aos hóspedes de qualquer nacionalidade. O Aura é um dos mais renomados restaurantes do Cairo e serve pratos da culinária Shami sírio-libanesa. No menu, opções de gastronomia internacional. Ele abra para almoço e jantar.
O bar da piscina, com um visual contemporâneo e moderno depois da instalação de um balcão em mármore azul e iluminado à noite, tem ótimo ambiente para um drinque antes ou depois do jantar.
Bar da piscina – Onde ficar no Cairo
Café da manhã
A tradição do chá
O hotel conta ainda com lugar especial para tomar chá, a bebida mais popular do Egito, o Tea Lounge. A sexta-feira é o dia dedicado à família e aos amigos no Cairo. Pensando nisso, o Four Seasons Hotel Cairo at The First Residence apresenta um novo estilo de brunch, servido das 13 às 18h no Tea Lounge. Os pratos têm inspirações que vão desde o Sudeste Asiático ao Mediterrâneo, com opções de frutos do mar e culinárias locais. Para o clima ficar ainda mais amistoso, o brunch é embalado com música ao vivo.
Dentro do shopping que fica no mesmo complexo do hotel, há a brasserie La Gourmandise que oferece pratos mediterrâneos e típicos franceses.
Detalhes do Four Seasons Hotel Cairo FR
Para atender com excelência seus hóspedes, o hotel oferece um fitness center que funciona 24h horas por dia, sauna, hidromassagem, piscina externa, três opções de restaurantes e lounges, serviço de spa com massagens, tratamentos faciais e corporais e salão de beleza. No Complexo First Residence o hóspede ainda encontra um mall com três andares de lojas de grifes conhecidas internacionalmente.
Piscina
Mall
A reforma
O hotel foi totalmente reformado e a decoração agora é inspirada no Império Francês com mobiliário suave, novos papéis de parede, tapetes e cortinas que vão do chão ao teto e que emolduram as vistas panorâmicas da cidade. Os pisos dos corredores são de mármore e também foram feitas melhorias na área do átrio com a inclusão de uma segunda recepção para uma melhor experiência no check-in e concierge.
Lobby florido
Conclusão
Em uma cidade confusa e gigantesca como o Cairo, nada melhor do que ter uma estadia tranquila em um hotel de uma marca renomada como o Four Seasons. Recomendo muito a quem estiver planejando uma vigam ao Egito e agradeço mais uma vez à Hórus Viagens pela organização e eficiência no meu roteiro, escolhendo sempre os melhores hotéis.
Já imaginou se hospedar em um Hotel boutique perto da Champs Élysees? Fiquei recentemente no Lancaster Paris, da Leading Hotels of the World e adorei! Ele é um oásis de tranquilidade no meio do agitado coração de Paris um um charmoso casarão histórico.
Localizado na Rue de Berri, a poucos metros da Champs-Élysées, o hotel 5 estrelas é uma graça! Apesar de estar ao lado de uma das avenidas mais movimentadas de Paris, ele é tranquilo e silencioso.
O hotel boutique perto da Champs Élysees fica no 8éme arrondissement, um bairro de cultura, luxo e alta gastronomia. Ele está apenas a 100m da famosa avenida, o reduto das lojas de luxo e ótimos restaurantes. Nos arredores o hóspede pode encontrar as marcas Chanel, Hermés, Prada, Yves Saint Laurent, Dior e a tradicional Ladurée, famosa por seus macarons e chocolates.
O prédio foi construído em 1899 como a residência de um nobre espanhol. Em 1930, Émile Wolf o transformou em um hotel de luxo com 45 quartos e 11 suítes. Tudo muito sofisticado e sem ostentação. Na decoração estão harmoniosamente peças do século XIX, móveis Luís XV e XVI e peças da coleção pessoal de Émile Wolf, compradas em leilões. Tudo isso muito bem equilibrado com mobiliário contemporâneo. Nas paredes estão as pinturas de Boris Pastoukoff, um artista que morou no hotel na década de 1930 e pagava suas despesas com suas obras.
Por lá já passaram celebridades como Grace Kelly, Elizabeth Taylor, Jane Fonda e Greta Garbo. Já a cantora alemã Marlene Dietrich (1901 – 1992), morou no Lancaster por três anos, o que fez a propriedade ficar ainda mais conhecida.
Os quartos são confortáveis e com decoração clássica. As grandes janelas permitem que a luz do sol entre e ilumine o ambiente. O hóspede pode escolher entre a vista para Rue de Berri ou para os charmosos jardins da propriedade, com íris azuis e amarelas. Os aposentos do hotel traduzem bem a elegância parisiense. As suítes da cobertura oferecem um pátio privativo com uma espetacular vista para a Torre Eiffel.
O quarto 401 é carinhosamente chamado de “Ange Bleu” (Anjo Azul) em homenagem à atriz e cantora alemã. Oficialmente chamado de Suíte Marlène Dietrich, ele tem 85m² e acomoda até três hóspedes. O quarto é decorado em tons de violeta – cor preferida da artista – e lá também estão o seu porta-retrato e piano.
A minha suíte, de número 606, não tinha vista para Torre, mas para os jardins, que com neve ficaram ainda mais românticos.
Minha varanda com neve
Ela tinha dois ambientes, com uma sala bem confortável e dois banheiros com chuveiros. Um luxo só!
O ambiente da salaUm dos banheiros
Todos os quartos têm serviço de wi-fi gratuito e produtos de toalete da marca Clarins. O hotel ainda oferece uma sauna e academia. Toda a delicadeza e ambiente aconchegante fazem com que o hóspede se sinta em casa. Um detalhe que faz toda a diferença são as flores colocadas nas portas dos quartos. Elas são colhidas no próprio jardim do hotel e representam mais um simpático jeito de dar boas-vindas a quem ali se instala.
O restaurante do hotel foi recentemente reformado e reaberto, em agosto de 2017, com o nome Monsieur Restaurant e conta com uma Estrela Michelin. A cada mês o menu visita uma região da França. A inspiração do novo restaurante veio de uma hipotética história de amor onde Marlène Dietrich descobre a maravilhosa culinária francesa. Monsieur seria um de seus muitos amigos (amantes) que traz a ela, uma vez por mês, diversas especialidades regionais de suas viagens.
O café da manhã também é servido no restaurante, bem no estilo francês, com queijos e pães maravilhosos e serviço atento.
Café da manhã
No bar Le Marlène o hóspede também pode escolher entre tomar o café da manhã, um leve almoço, chá da tarde ou um drinque de frente para o pátio. Ele funciona das 7h até a meia-noite.
O bar
O jardim de inverno e o iglu
Durante o inverno, simpáticos “iglus” são instalados no pátio. Uma opção simpática e aconchegante para uma refeição ou um chocolate quente. Ainda tive sorte de pegar dias de neve no hotel. Vai dizer que não ficou um verdadeiro cenário de filme?
Uma graça este iglu!
Concierge Clefs D´Or
Uma eficiente equipe está à disposição para indicar os melhores programas de Paris e de toda a França. No Lancaster Paris cada hóspede é único. O Concierge Clefs D´Or auxilia a otimizar o tempo do hóspede reservando lugares nas atrações mais cobiçadas da cidade.
Jardim
O Lancaster, hotel boutique perto da Champs Élysees, é uma excelente opção de hospedagem para quem busca algo mais intimista em plena Cidade Luz, com um atendimento bem carinhoso.
A última coisa que desejamos perder em uma viagem – além do passaporte, claro – é a saúde. Mas, infelizmente imprevistos acontecem e eu, que costumo ser super saudável, fiquei doente em NYC e acionei o seguro viagem. Vale lembrar que estava um frio do cão e nevando. Não deu outra, um vírus me pegou.
Para a quantidade de viagens que faço e mudanças de temperaturas às quais sou submetida, posso dizer que é raríssimo eu ficar doente e ir ao médico. Era Janeiro e eu fui para Nova Iorque para cobrir o Grammy, o maior evento da música, no Madison Square Garden. Meu marido foi embora logo depois e eu ainda fiquei alguns dias sozinha.
Estava frio, mas nem tão congelante assim, 1, 2, graus. Mas em uma segunda-feira que eu estava indo almoçar com uma amiga, começou a nevar e claro que parei no Central Park para tirar fotos. Ainda fiz este vídeo que você pode ver no nosso Canal no Youtube. Se a cidade já é impactante em qualquer época do ano, com neve, fica ainda mais deslumbrante!
E por ser uma cidade aprazível de se caminhar, sempre faço muita coisa andando. Também peguei muito frio e vento na fila, na porta do teatro, quando fui ver Waitress, um dos musicais da Broadway que recomendo! Mas, por outro lado, fiquei doente em NYC e acionei o seguro viagem.
No dia seguinte, comecei a tossir e sentir a garganta. Fui na farmácia e comprei um kit básico de remédios. Mas vi que não estava melhorando. Em 24hs eu viajaria para Paris. Nem pensei duas vezes, às sete da manhã mandei um email para a GTA Seguros, com quem sempre fecho cobertura, a cada viagem internacional.
Eles me responderam em dois minutos e me ligaram em 10. Detalhe: era um sábado! Fiquei muito impressionada com a agilidade. Perguntei se era possível a visita de um médico, já que eu não queria sair do conforto do meu hotel, o Mandarin Oriental NYC para ir à clínica.
Minha vista no MO NYC
Eles disseram que em duas horas chegaria um médico.
A médica em NYC
Uma hora depois, toca a campainha no meu quarto e era a médica, muito simpática e solícita. Expliquei que pegaria um avião em algumas horas e tinha medo de piorar. Ela me examinou e o diagnóstico foi faringite, uma infecção de garganta. Ela me receitou um antibiótico e mandou a receita para a farmácia mais perto. Tudo muito prático! Me arrastei até lá – o dia estava gélido – cerca de menos dois graus e ventando – e comprei o remédio, que já estava lá me esperando com o meu nome.
Vale lembrar que comprar certos medicamentos nos EUA sem receita é impossível e que uma consulta médica custa bem caro!
A partida
Em algumas horas, eu estava no JFK, na business class da American Airlines, rumo a Paris. Claro que não foi o melhor voo da minha vida, mas estava medicada e torcendo para que melhorasse logo. E pensando: gente, aconteceu comigo – fiquei doente em NYC e acionei o seguro viagem.
Em Paris, meu amigo Daniel, do @dicas_de_paris estava me esperando no aeroporto às 6 da manhã! Ele me deixou no Península, um dos melhores hotéis da cidade e meu quarto estava pronto! Ufa! Nunca fiquei tão feliz de um early check in dar certo! Me joguei naquele cama king size maravilhosa e dormi um sono profundo em um silêncio absoluto!
Acordei, pedi room service e voltei a dormir. No dia seguinte e nos outros, fui melhorando aos poucos. Claro que me resguardei, não bebi álcool e nem fiz muito esforço. Sobrevivi e cinco dias depois já estava bem melhor e pronta para a minha aventura no Egito!
Então, a lição que fica desta minha experiência- fiquei doente em Nova Iorque e tive que acionar o seguro- é: CONTRATE SEMPRE UM SEGURO VIAGEM ANTES DE UMA VIAGEM INTERNACIONAL. E você pode fazer isso aqui, é só clicar no link.
Contrate um seguro viagem para curtir sua viagem tranquila!
Fomos convidados pelo Turismo do Marrocos e pela Royal Air Maroc para conhecer Marrakech e o Sul do Marrocos. Uma viagem incrível que certamente vocês já viram em alguns posts por aqui! Mas hoje vou contar todos os detalhes do nosso Roteiro de 7 dias no Marrocos, assim, se você estiver planejando uma viagem para o país, já pode se inspirar com as nossas dicas ?
São muitas as opções de roteiros pelo Marrocos, pois há muito o que conhecer pelo país. Nosso trajeto foi percorrer de 4×4 o Deserto, atravessando o Alto Atlas, e passando por diversas cidades e pequenas vilas até chegar em Marrakech. Fizemos tudo isto com o Grupo Xaluca, que além de hotéis também oferece passeios e excursões.
Saímos de São Paulo rumo à Casablanca à bordo do 787 da Royal Air Maroc. A capital econômica e a maior cidade do país é um destino muito usado para quem está de passagem ou em conexão e precisa esperar o avião por algumas horas, o que foi o nosso caso. Chegamos em Casablanca por volta de 11am e tínhamos um voo para Errachidia somente à noite, então passamos o dia conhecendo a cidade. Aproveite para ler aqui o nosso roteiro de 1 dia em Casablanca.
Uma das maiores mesquitas do mundo em Casablanca, primeira parada do Roteiro de 7 dias no MarrocosMuito linda a arquitetura e os detalhes
À noite pegamos um avião pequeno, destes com hélice, para ir até Errachidia. Chegando lá, nossos carros 4×4 já estavam a postos nos esperando para continuar a viagem, afinal, este ainda não era o nosso destino final do dia. Percorremos 1 hora de estrada até chegar em Arfoud, cidade considerada o “pré-deserto”, mais precisamente no nosso hotel, o Kasbah Hôtel Xaluca Arfoud. No dia seguinte, acordaríamos cedo para começar a nossa aventura para o Deserto!
O aeroporto de ErrachidiaA piscina do hotel em Arfoud
Depois de um bom café da manhã, saímos de 4×4 em direção a Merzouga, uma pequena aldeia berbere no deserto do Saara, a 40 km de Arfoud. Pelo caminho, passamos pelas pistas do Rali Dakar (a mais longa e mais dura prova de rali), por pedras fósseis, e também pudemos conhecer mais sobre o modo de vida dos berberes, considerados os ‘povos originais’ dessa região, e o seu estilo nômade. Visitamos as “tendas”, vimos a cozinha, e claro, tomamos um chá (é costume no Marrocos servir chá sempre que chega visita). As paisagens que mudam a cada instante são impressionantes!
No caminho para Merzouga – Roteiro de 7 dias no MarrocosOnde os berberes ”vivem”
Depois de almoçar em um restaurante improvisado no meio do oásis, seguimos caminho até chegar nas dunas alaranjadas de Merzouga. Demais! Passeamos de dromedário pelo deserto e subimos uma duna para assistir um pôr do sol inesquecível. Dormimos em um acampamento de luxo, Auberge La Belle Étoile, onde tivemos um jantar delicioso e uma noite muito especial, que você pode ver em mais detalhes clicando aqui.
Pôr do sol no Deserto do Saara – Roteiro de 7 dias no MarrocosCenário deslumbrante nas dunas
Dia 3 – Alto Atlas e Boumalne Dades
Após assistir o nascer do sol no Deserto e tomar um café, continuamos nosso passeio de 4×4 pelas dunas de Erg Chebbi. No caminho, visitamos a aldeia abandonada de Merdani e também a aldeia Khamlia, onde vivem cerca de 200 pessoas.
Nascer do sol no Acampamento do Deserto – Roteiro de 7 dias no MarrocosAldeia abandonada de Merdani, usada por nômadesAldeia Kahmlia
Em seguida, chegamos em Rissani, cidade que, segundo o nosso motorista, já foi considerada o maior mercado do Marrocos. Foi lá que começamos a ver muitas mulheres cobrindo todo o corpo com a burca, somente com os olhos de fora. Passeamos pelo souk, que fica bem no centro, e que tem tudo o que você possa imaginar. Desde especiarias variadas, carnes, legumes e roupas, até animais como ovelhas e jumentos.
Continuamos nossa viagem pelo Alto Atlas (a cadeia de montanhas do sul do Marrocos) com lindíssimas paisagens. Ao longo do caminho, fizemos paradas para ver as antigas cidades berberes de Tinejdad e Tinghir. Seguimos até às portas do Vale do Todra, onde ficam as Gargantas de Todra, um desfiladeiro com grandes paredes rochosas que parecem que estão nos engolindo! Anoiteceu e dormimos em Boumalne Dadès, no Hotel Xaluca Dades.
Pela estradaAs gargantas de Todras e Dades – Roteiro de 7 dias no Marrocos
Dia 4 – Ouarzazate
No dia seguinte, seguimos estrada até Ouarzazate, a cidade do cinema. Não, este nome não é por acaso! A cidade tem o maior estúdio de cinema do pais e é considerada a Hollywood do Marrocos. Lá já foram gravados filmes como Gladiador, A Múmia e mais recentemente, cenas da série Game of Thrones. Você pode ver mais detalhes destas obras no Museu do Cinema, que reúne algumas peças. Bem em frente fica o Kasbah Taourirt, construído no século XVIII, onde viveu uma grande família rica da época. Seu interior é um verdadeiro labirinto, e pudemos conhecer um pouco mais da tradicional arquitetura marroquina.
Entrada do MuseuPeças que foram usadas em filmesA vista de dentro do Kasbah TaourirtO Kasbah visto de fora
Uma parada imperdível é ir até Ait Ben Haddou, a uns 30 minutos de Ouarzazate, e visitar o Ksar Ait Ben Haddou, Patrimônio Mundial da UNESCO. Ksar é um conjunto de construções em barro, madeira e palha, cercados por uma muralha. Dentro desta muralha, encontramos casas, mesquitas e vendedores locais com artesanato típico. É uma delícia se perder pelas ruelas até chegar ao topo e admirar esta vista linda! ?
A vista do Ksar Ait Ben HaddouA caminho da subida do KsarKsar Ait Ben Haddou
Dia 5 e 6 – Marrakech
Chegou o dia de irmos para Marrakech, capital cultural e turística do Marrocos. A viagem de Ouarzazate até lá foi longa, de aproximadamente 6 horas (com paradas no caminho). Marrakech é conhecida como a “Cidade Vermelha” por conta da cor predominante em sua arquitetura. Destino fervilhante e badalado, há muito o que fazer nesta cidade rodeada por palmeiras e muralhas fortificadas. Ficamos 1 dia e meio e não vejo a hora de voltar para poder explorar mais!
Mesquita Ben Youssef, no centro de MarrakechPôr do sol na praça em Marrakech
Dia 7 – Volta para Casablanca – Brasil
Hora de dar tchau ? Fomos de Marrakech até Casablanca de carro, umas 2 horas, e pegamos o nosso voo de volta para São Paulo. Foi uma viagem repleta de cultura e história, para um país com muitos contrastes e riquezas naturais. Se você ainda não conhece o Marrocos, coloque na sua wishlist! E qualquer dúvida, é só perguntar para a gente 🙂
Viagem inesquecível este Roteiro de 7 dias no Marrocos!
Dicas essenciais para o Marrocos
Moeda
O dinheiro local é o Dirham Marroquino. Lá eles também usam o dólar e o euro, mas preferi levar em dólar. Chegando no Aeroporto, troquei uma certa quantia por dirhams e foi o que mais usei na viagem. Na maioria dos casos, principalmente nos souks, os vendedores não tem troco em dólar. Prefira o dirham marroquino. Os hotéis também costumam ter câmbios, então se quiser você pode ir trocando aos poucos ao longo da viagem.
Roupa
O Marrocos é um país muçulmano, então não leve roupas com decotes, shorts, e vestidos muito curtos. Na minha viagem não tive nenhum problema com olhares e também não precisei usar lenços. Mas como estava frio, fiquei sempre de calça, cachecol e uma blusa. Não tem problema se a manga for curta e os braços ficarem de fora, ok?
Clima
Principalmente nas cidades mais perto do Deserto, o clima é bem seco. Então vá prevenida e leve um soro fisiológico ou aquele descongestionante nasal. Meu nariz e minha garganta sofreram, viu!
Assim que você desembarca no aeroporto, há um estande de operadora de celular que oferece, de graça, um chip com poucos dados. Para poder usar internet no Marrocos, comprei um chip ali mesmo, da Orange, de 6GB por US$14. Fiquei 1 semana com ele, funcionou perfeitamente e foi a quantidade exata, pois o pacote terminou no momento em que entrei no avião para voltar ? O nosso chip da Easysim4u ainda não pega no país, então essa é a melhor alternativa.
Bebidas alcoólicas
No Marrocos não é permitido a venda e o consumo de álcool na rua. Você não vai ver alguém sentado no bar tomando uma cerveja. Se quiser comprar ou tomar alguma bebida, somente em grandes redes de supermercado, restaurantes de hotéis ou em hotéis.
Já ouviu falar em mala-cápsula? Sabe aquelas viagens de fim de semana ou até mesmo um bate-volta numa ponte aérea? Então, nada mais prático que ir com uma pequena mala com uma muda de roupa ideal. Essas peças podem ser produzidas tanto entre si como nos acessórios! Vamos te ajudar com 5 dicas para fazer uma mala-cápsula:
·Uma das peças mais coringas de uma mala prática pequena é a boa calça de alfaiataria preta. Aquela que te veste perfeitamente com a modelagem que vai bem tanto com um sapato mais clássico, como sapatilha ou scarpin, como com um tênis fashionista branquinho.
Calça de Alfaiataria PretaPode ser usada com scarpin também!
Outro investimento bacana para uma mala pequena é a camisa jeans, que pode ser usada durante o dia para as horas de trabalho e a noite pode ser produzida com uma saia de couro e um max brinco.
Se a saia que fica bem em você é a de modelo lápis, aproveite! Esta saia pode ser usada durante o dia para as reuniões com um sapato mocassin e à noite com uma regata mais sensual estilo lingerie e uma sandália de salto.
Para a mala cápsula de viagens curtas, gosto sempre de ter um casaquinho de botões por perto. Pode ser um com detalhe com pérolas ou o clássico cardigan preto. Este casaquinho não pesa nada na mala e é ideal para aquele friozinho de ar condicionado, inclusive o do avião.
Casaquinho básico preto
Tenha na sua mala bate-volta um saquinho de acessórios que vão fazer a diferença, como um colar para ser usado à noite e um outro mais comprido para looks mais de trabalho. Outra dica é a boa e velha amiga echarpe, que pode ser usada nas horas que o visual pede uma cor. Deixe sempre uma na bolsa!
Looks com echarpe
Aproveite para conferir também a minha matéria sobre armário-cápsula no Caderno Ela, do Jornal O Globo!
O You Must Go passou o final de semana em um resort em São Paulo, o Club Med Lake Paradise, na região do Alto Tietê, a uma hora da capital. Ideal para uma escapada no final de semana para descansar e compartilhar momentos agradáveis em família ou com amigos. Com pouco mais de 1 ano, o hotel oferece todo o lado divertido e alegre que a marca tem como carro-chefe numa área ampla e repleta de natureza.
Quando você chega, não tem como não se apaixonar pelas margens do belo lago e com a decoração assinada pelo renomado arquiteto francês Marc Hertrich, que tem um glamour sofisticado luxuoso.
O Club Med oferece três piscinas, sendo uma fechada e aquecida para adultos, uma aberta para mergulhos, e outra mais animada para atividades e música. São 372 quartos e suítes com ar condicionado, cama king size, frigobar, banheiro e um ótimo atendimento. Tudo isso sem falar na gastronomia, com café da manhã, almoço e jantar com receitas deliciosas, menu japonês, massa caseira, doces franceses e até uma área dedicada para os veganos e fitness.
Uma das piscinasDelícia de café da manhãUm dos restaurantes
Atividades no resort
Esta nova unidade do Club Med Lake Paradise é realmente perfeita para quem adora esportes náuticos, curtem com os filhos um bom passeio de canoa, e também para quem gosta de golfe, já que há um campo profissional com 18 buracos. O hotel oferece uma aula de cortesia para os curiosos.
O You Must Go experimentou de tudo! Aulas de vela, stand up paddle e caiaque, tudo no lago, e ainda aulas de fitness e arborismo. Tudo muito bem administrado.
Stand up Paddle
Como o Club Med é famoso pela recreação infantil, as crianças têm espaço garantido. O “Baby Welcome”, tem kit para bebês de 4 meses a 2 anos, com todo o material necessário, como berço, colchonete, troca fraldas, banheira, carrinhos de bebê emergenciais, fraldários nas áreas comuns, além de alimentação e mobiliário adaptados. E ainda, uma fofura, o Mini Club para os pequenos de 4 a 10 anos. Tudo isso com diversão supervisionada pelos famosos GOs do Club Med.
372 quartos com banheiro, telefone, TV a cabo, ar condicionado, secador de cabelo, cofre, frigobar.
Atividades Esportivas: escola de trapézio voador, escola de fitness, aulas de iniciação ao golfe, escola de tênis, escola de vela, escola de escalada, tirolesa, basquetebol, futebol, voleibol, marcha esportiva, sala de ginástica e de cardio-training, caiaque, stand uppaddle, slackline, corrida, golfe (com custo extra), aluguel de bicicletas (com custo extra).
Gastronomia: restaurante principal, restaurante Loch, restaurante centro de convenções, bar principal, bar da piscina e lanchonete.
Serviços com custos extras: Boutique, aluguel de sala de reuniões, excursões, salão de cabeleireiro, SPA, fotografia e lavanderia.
Com investimento de R$ 20 milhões, a marca Club Med pretende com esse movimento mostrar claramente o interesse da rede em expandir cada vez mais sua operação no Brasil.
Club Med Lake
Mais informações: Telefone: 11 4810 3550 – Central de Reservas – 4002-2582 / [email protected]
Para além do Congresso Nacional e a vocação política da cidade, a capital do país reserva boas experiências gastronômicas. Esqueça a fama política e a ideia de que se trata de um lugar totalmente planejado. À mesa, é possível descobrir uma Brasília cheia de sabores e surpresas, que vão de comidinhas para acompanhar um bom vinho até menus degustação. A seguir, 5 restaurantes em Brasília para você conhecer.
Perto de completar dois anos, o restaurante localizado na 302 Sul faz jus ao nome. Portanto, não espere encontrar no cardápio a casadinha tão amada pela maioria dos brasilienses de filé com risoto. Se aventure pelo saboroso nhoque de banana-da-terra com ragu de linguiça artesanal, que pode vir tanto como entrada para compartilhar, quanto como principal. O conceito de cozinha de autor, sem rótulos definidos, aliás, é uma das bandeiras levantadas e bem fincadas por André Castro, chef e empresário responsável pela iniciativa.
Ambiente do Authoral, um dos 5 restaurantes em Brasília
Guarde, então, espaço para boas surpresas. O tijolo de língua em molho ferrugem de tâmaras, acompanhado de canjiquinha cremosa e farofa de cebola com erva-doce, é uma delas e faz parte da seção do cardápio batizadas de “Pra corajosos”. A recompensa para quem se aventurar acerta em cheio no paladar.
Mesmo sob a patente da grife Fasano, a unidade brasiliense consegue surpreender. Uma das razões é a autonomia que possui em relação à matriz, que o permite manter a renomada excelência em atendimento e ingredientes, mas também abre espaço para inovação em receitas sazonais. Quem responde pelas novidades e pontos fora da curva é o chef Ronny Peterson, ex-pupilo de Salvatore Loi, que está há quase 20 anos no grupo. É da cabeça dele que saem combinações como o cupim assado à perfeição e servido em crosta de pão com risoto de alho poró e a pescada em molho de vôngole, ambos parte do menu de almoço Mezzogiorno (R$ 112 com couvert, entrada e também sobremesa) em dias específicos.
Ambiente de um dos restaurantes em BrasíliaCupim com risoto de alho poró
Do viés italiano tradicional, continuam fixos entre os doces o aveludado tiramisù e os crocantes cannolis com recheio de mousse de chocolate ao leite e branco. Mangiare!
A importadora de vinhos, presente em 20 estados brasileiros, dispensa apresentações. O charmoso restô se mistura a imponente adega no endereço do Lago Sul. O comando da operação, batizada de La Table – com sotaque francês –, é duplo. São os chefs Alexandre Aroucha e Leônidas Neto que regem a cozinha, com espaço para clássicos bem feitos e também combinações contemporâneas. No menu fixo, pode-se encontrar, por exemplo, uma rabada de Kobe Beef escoltada por pamonha cremosa, enquanto nas segundas à noite, é dia de menu harmonizado inédito. Em três etapas, a opção de prato principal pode ser um magret de pato com purê de beterraba e molho de chocolate amargo 75%, ao passo que em outra semana a sobremesa servida possa ser um Suspiro limeño peruano.
Ambiente rústico em um dos restaurantes em BrasíliaDetalhes dos pratos
A seção doce, inclusive, merece destaque: é um show à parte. A escolha sem vinhos sai a R$ 128. Se houver brinde acompanhando, há um acréscimo que varia entre R$ 75 a R$ 90.
Lago
Recém-aberta, a casa é a terceira empreitada do jovem e premiado chef Marcelo Petrarca. Depois do fenômeno do Bloco C, na Asa Sul, o também empresário atravessou a primeira ponte e atracou no comércio da QI 5 do Lago Sul, conquistando o público mais exigente. Com projeto arquitetônico que não deixa a desejar a nenhum endereço do eixo Rio-SP, o lugar segue pela linha de comida afetiva, com toque refinado.
Fachada
Uma mesa coletiva próxima ao bar moderno e louça em pedra-sabão são outros dois pontos que falam alto no restaurante. Do cardápio, fazem bonito entre os principais o clássico filé Wellington e o agridoce cannelloni de burrata com goiabada cremosa da casa. Ao final, peça para ver a bem montada carta de chás, que pode acompanhar sobremesas como o bolo úmido de chocolate com calda de brigadeiro ou o profiteroles de matchá.
Com sotaque e influência peruana, a casa já recebeu diferentes prêmios, como de melhor restaurante da cidade e melhor cozinha estrangeira.Nascido no Peru, o chef Marco Espinoza materializa a herança andina com técnicas modernas em receitas que impactam pela harmonia de sabores ainda pouco costumeiros por aqui. Fusão é a palavra de ordem no estabelecimento da QI 17 do Lago Sul, como se pode notar em receitas que levam ingredientes brasileiros, como açaí e caju, mas não poupam itens como quinoa e ají amarillo. Vai pela primeira vez? Não deixe de provar o trio de ceviches autorais – com possibilidade de escolha do comensal –, nem o Atun Fusion, com o pescado selado e apresentado com suco de maça e caramelo e servido com purê rústico de grão de bico cítrico.
Assim como em Nova York, Londres nos oferece muitas opções de musicais que atendem a todos os gostos. As produções estão sempre se reinventando e trazendo novas adaptações para a cidade. Entre março e abril, muitos espetáculos estão fazendo sua estreia, e nós do You Must Go!, listamos cinco novos musicais em Londres, imperdíveis na sua próxima visita à terra da Rainha.
O espetáculo Off-Broadway que descobriu talentos como Britney Spears e Natalie Portman, chega ao West End para uma temporada de 14 semanas. O musical conta a história de Tina Denmark, uma menina que é tão talentosa quanto diabólica e que faz de tudo para ser a atriz principal da peça de sua escola. Sua mãe, Judy Denmark, é uma dona de casa que tenta convencer a filha a desistir da ideia de ser famosa e acaba ela própria se tornando um sucesso na Broadway. Tina não desiste do sucesso e arma muitas maldades pelo caminho.
Esta é a grande estreia de março! “Tina” é uma homenagem a uma das artistas mais influentes do século XX e ganhadora de 11 Grammy Awards. O musical conta a história da vida musical da cantora e seu conturbado casamento com Ike Turner, que também foi seu companheiro de trabalho por dezesseis anos. Tina Turner, considerada a Rainha do Rock’n’Roll, é interpretada pela atriz, cantora e dançarina Adrienne Warren.
O espetáculo é dirigido por Phyllida Lloyde, do premiado “MAMMA MIA!” e o público poderá assistir “Tina” de 21 de março a 20 de outubro no Aldwych Theatre.
Um dos novos musicais em Londres e um clássico! Em “Chicago”, Velma e Roxie são duas assassinas rivais que estão presas na mesma cadeia. Roxie Hart é uma cantora que sempre sonhou com a fama e o glamour até que foi presa por matar seu namorado. Velma Kelly, que era a sensação de um nightclub, assassinou o marido e a irmã após pegá-los na cama juntos. As duas estão presas em Cook County Jail e o advogado Billy Flyn arma um verdadeiro espetáculo midiático para libertá-las. Roxie e Velma passam então a disputar entre si o topo das notícias nos jornais.
“Chicago” foi vencedor do Tony Award com melhor representação e melhor coreografia pela montagem na Broadway e chega a Londres com Cuba Gooding Jr. no papel de Billy Flyn. O musical fica em cartaz de 26 de março a 23 de junho no Phoenix Theatre.
O musical, baseado no filme australiano de Baz Luhrmann, chega a Londres para uma temporada entre 29 de março a 21 de julho no Piccadilly Theatre. Ele conta a história de Scott Hastings, um campeão da dança de salão que decide ir contra a federação de dança e cria os seus próprios passos. Fran é uma dançarina iniciante que o procura para substituir a antiga parceira de Scott e os dois disputam o Pan Pacific, o concurso mais importante de Dança de Salão. Nos papéis de Scott e Fran estão Jonny Labey e Zizi Strallen.
Com músicas de Andersson e Björn Ulvalus, ex-integrantes do ABBA, “Chess” é um espetáculo que foi lançado em West End em 1986 e agora volta a Londres com apresentações entre 26 de abril e 02 de junho. O musical conta a história da disputa pelo amor de uma mulher entre um jogador americano e um soviético durante o Campeonato Mundial de Xadrex, no peíodo da Guerra Fria. A nova produção será exibida no London Coliseum e no elenco estão Michael Ball, Alexandra Burke, Cassidy Jason e Murray Head.
Com pouco mais de 1 ano, o Sant Ambroeus é uma ótima dica de restaurante em Palm Beach. Aberto para café da manhã, almoço, chá da tarde e jantar, o italiano abriu as portas no The Royal Poinciana Plaza, um shopping de luxo a céu aberto, super agradável para passear.
O projeto do Sant Ambroeus de Palm Beach é inspirado no Gran Caffé dos anos 50, na Itália, e a decoração, em tons de vermelho, mistura o clássico com toques contemporâneos. A ideia é que você realmente seja transportado para o país, tanto no ambiente quanto no cardápio, é claro. Além do salão principal, que acomoda até 174 pessoas, há também um balcão para tomar drinques e a parte de padaria/confeitaria.
No menu, encontramos os pratos tradicionais da culinária italiana, como Linguine alle Vongole, Spaghetti alla Carbonara eCutelèta alla Milanese, assim como algumas novas receitas inspiradas em ingredientes frescos da Flórida, como os peixes e frutos do mar. Para finalizar, além dos doces como tiramisú e profiteroles, há também os gelatos de diversos sabores.
O restaurante original abriu em Milão, em 1936, e rapidamente se tornou um ponto de encontro dos intelectuais da época. Foi para NYC em 1982, onde se instalou na Madison Avenue, e expandiu para outras regiões da cidade, como West Village, Southampton e Soho. Há também o coffee bar, que fica embaixo do hotel Loews Regency, em Midtown Manhattan, e é uma boa dica para quem quiser um café da manhã mais rápido.
É só escolher entre sanduíches, pãezinhos ou quem sabe até um dos deliciosos doces. Não há muitas mesas para sentar. Do lado de dentro, alguns balcões, muito comum em NYC, para você tomar um café ligeiro mesmo. Mas no verão, dá para aproveitar as mesinhas do lado de fora e comer com mais calma, observando o movimento de quem passa. Eles colocam também uma carrocinha de sorvete, que é um charme e ótima pedida.
The Breakers– Não apenas o melhor hotel de Palm Beach, mas considerado um dos melhores hotéis do mundo. Exemplo de conforto, sofisticação e paisagens belíssimas. Leia aqui a nossa experiência.
Sempre tive vontade de conhecer o Egito. Como estaria em Paris um pouco antes do Carnaval, decidi emendar e ir para algum lugar próximo da Europa que não estivesse muito frio. A terra da Cleópatra foi o destino escolhido e não poderia ter sido mais feliz! Fechei um roteiro com a Horus Viagens, agência especializada no país que foi nota 10! Então, quero compartilhar com você meus 10 dias de viagem no Egito.
O roteiro começou no Cairo, lógico. Como disse, estava em Paris e foram três horas e meia de voo. Primeira dica: escolha uma capital da Europa para ir antes e assim a viagem ficar mais curta. Pode ser Paris, Londres ou Roma, por exemplo. Decidi por 10 dias de viagem no Egito, contando com a ida e a volta para não fazer tudo correndo, já que há muito o que visitar.
Com seus quase 10 milhões de habitantes, o Cairo pode assustar no começo: trânsito caótico, muita gente na rua, muita poeira – de poluição e areia do deserto – e prédios inacabados. É curioso, mas os egípcios não ligam para morar em prédios incompletos e eles estão por toda parte. Mas depois de conhecer um pouco a cidade, você vai vendo como ela é interessante e exótica!
Cheguei à noite, então não vi nada direito. Dica importante: o visto é tirado na hora da chegada, no próprio aeroporto e custa U$25 por pessoa (em dinheiro). O visto não é tirado no Brasil. Se vierem com esse papo, é balela!
Cairo de noite, o primeiro dia em 10 dias de viagem no Egito
O aeroporto, assim como a cidade, é bem confuso e cheio. Mas lá estava meu guia da Horus Viagens, com uma plaquinha com meu nome. Aliás, contratar um GUIA NO EGITO É IMPRESCINDÍVEL! Na hora da chegada – e da partida – há bastante segurança no aeroporto e podem te fazer várias perguntas. Não se assuste!
Fui direto para o hotel Four Seasons First Residence, um dos melhores da cidade, onde fiquei em uma suíte deslumbrante, confortável e espaçosa. Jantei lá mesmo uma comida típica egípcia que estava uma delícia!
SuíteJantando na minha suíte
Dia 2 – Cairo
Primeiro dia de turismo dos 10 dias de viagem no Egito, então, vamos logo ao que interessa: partiu, pirâmides de Giza! Uma das 7 maravilhas do mundo antigo, elas ficam fora da cidade, cerca de uma hora de carro. Depois de um café da manhã maravilhoso no FS First Residence, fomos pra lá de van e com o guia da Horus Viagens. No caminho, alguns postos da polícia. Eles eram sempre informados que havia um casal visitantes brasileiros no carro, já que lá há uma polícia especial voltada para o turismo. Uma iniciativa que a gente agradece.
A primeira parada do dia foi Memphis, um museu ao céu aberto e onde fica a estátua de Ramsés II. De lá, fomos para o complexo de Sakara, onde fica a a primeira construção de pedra do mundo (Pirâmide escalonada de Sakara), construído há mais de três mil anos: um complexo de templos e tumbas da nobreza.
Estátua de Ramsés IIEm MemphisSakara, um dos passeios em 10 dias de viagem no EgitoComplexo de tumbas e templos
As pirâmides de Giza
Depois, chegou a hora de conhecer a cereja do bolo: as pirâmides de Giza ou Gizé – uma das sete maravilhas do mundo antigo. As três grandes pirâmides são um símbolo massivo do poder dos faraós da Quarta Dinastia. Ou seja, muitoooo depois – 2500 anos – da época de Cleópatra e Julio César. Os cerca de 150 metros da pirâmide de Quéops lhe garantiram o título de estrutura artificial mais alta do mundo por mais de 38 séculos. Realmente inacreditável vistos ao vivo!
Achei ótima essa ordem dos templos porque depois das pirâmides você de fato não vai achar graça em mais nada, rs.
Impressionante!
Confira o nosso vídeo com mais detalhes e aproveite para se inscrever no canal do Youtube:
Jantar no Four Seasons at Nile Plaza
Voltamos para o hotel e jantamos na outra unidade do Four Seasons na cidade, o FS Cairo at Nile Plaza, porque queria muito conhecer. Ele é mais novo que o First Residence, tem um restaurante chinês e um sushi bar em outro restaurante, o meu escolhido. Foi um jantar bem agradável!
Fomos de avião para Aswan, cerca de uma hora de voo pela Egyptair. Conhecida pelos egípcios como a cidade dos Núbios, não tem tantos monumentos como o Cairo e Luxor, mas a visita ao Templo de Philae, em uma ilha à beira do rio Nilo é inacreditável! O templo foi construído em homenagem à deusa Isis, do amor e da alegria e é um dos mais importantes no país.
Templo de PhilaeDetalhes do temploTemplo de Philae
O passeio de Feluka (pequenos barcos a vela) para ver o pôr do sol é um must!
Passamos uma noite no hotel Movenpick, o melhor da cidade, com uma piscina infinita e uma vista para o Nilo que deixa saudades. O hotel também fica em uma ilha, de acesso de barco (3 minutos de travessia). Almoçamos e jantamos no hotel, uma comida média.
Movenpick HotelNa piscina do hotel
Dica You Must Go: Aswan foi o lugar mais quente que visitei. Estava 35 graus no inverno!
Dia 4 – Aswan e check in no Cruzeiro
Chegou o grande dia de conhecer o navio que faria a travessia no rio Nilo! Confesso que eu estava super curiosa! Fizemos check out no hotel e fomos direto pro navio deixar as malas, conhecer a embarcação e almoçar. Nosso navio era da marca Amwaj. Eles não são luxuosos como os transatlânticos, mas atendem bem a demanda, até porque o percurso é bem curto. Passamos três noites no navio que tinha seis andares e tinha a melhor categoria. A cabine era confortável e as instalações gerais também. Destaque para o deck super simpático, com uma piscina média e sempre vazio!
O navio para LuxorDetalhes do café, lustre e o meu quartoPiscina do navioDelícia!
Obelisco Inacabado
Uma das atrações de Aswan. Por conta de uma rachadura, os obreiros pararam de construí-lo. Se tivesse sido terminado, seria o mais pesado do mundo, com mais de 1.200 toneladas e 42 metros de altura. Ele é considerado o maior da antiguidade e acredita-se que tenha sido encomendado por Hatshepsut provavelmente para celebrar seu 16o. ano de reinado.
Obelisco inacabado
Mercado de Aswan
De lá, fomos para o Old Bazaar de Aswan, que eu queria muito conhecer! Ele é famoso pela qualidade das especiarias, sem dúvidas as melhores do Egito. E como em todos os mercados no Egito, vale negociar. Ele é mais movimentado à noite, então, como fomos de dia, posso dizer que foi o lugar que mais chamamos atenção, porque quase não havia turistas. Não houve nenhum perrengue, mas dava para perceber que me olhavam bastante, mesmo eu estando vestida apropriadamente. Inclusive as jovens, certamente por curiosidade. Nada demais.
Mercado típicoMercado de Aswan
Voltamos para o navio e jantamos lá mesmo, não sem antes apreciar mais um pôr do sol magnífico no rio Nilo.
Mais um lindo pôr do sol
Dia 5 – Luxor
Templo de Kom Ombo
Acordamos já em Luxor e fomos visitar Kom Ombo, construído há mais de dois mil anos, durante a dinastia ptolemaica, é o único templo duplo egípcio, assim chamado por ser dedicado a duas divindades: um lado do templo é dedicado ao deus crocodilo Sobek, deus da fertilidade e criador do mundo; o outro lado é dedicado ao deus falcão Horus.
Templo de Kom OmboTemplo
Voltamos para o navio para almoçar e partimos para um divertido passeio de charrete em direção a mais um templo.
Templo de Edfu de charrete
Percebe-se que todos os turistas chegam ao templo de charrete em função do engarrafamento delas na entrada e na saída, rs. Achei legal o percurso porque a gente via bem de perto a vida dos egípcios, as casas e os pequenos mercados.
Eu e meu marido na charrete
O Templo de Edfu, dedicado a Hórus, é considerado o maior e mais bem preservado templo faraônico de todo o Egito, já que Edfu estabeleceu-se numa posição geográfica estratégica que acabou salvando a cidade da maioria das inundações do Nilo.
Templo de Edfu
Estima-se que tenha sido construído entre 237 e 57 a.C. As inscrições impressas – em ótimo estado aliás – deram informações importantes sobre a linguagem, os mitos e a religião durante esse período no país.
Templo de Edfu lindíssimo
Mais um lugar que deixa os turistas de queixo caído e rendem fotos lindíssimas!
Lindíssimo!
Comércio Marítimo
Neste dia, presenciei um dos momentos mais divertidos do cruzeiro: o comércio marítimo. Um barco com ambulantes se aproximou do navio e começou a gritar para chamar a atenção. Eles vendiam toalhas e afins e o engraçado é que jogavam os produtos a uma altura absurda para os passageiros avaliarem… O episódio também serviu como socialização, já que todo mundo acabou se falando e achando tudo muito pitoresco. Mas diga-se de passagem, não vendiam nada que valesse a pena comprar…
Este foi o dia mais intenso de turismo, já que visitamos três templos, com parada para o almoço no navio. Quem preferir fazer mais pausadamente poderia deixar para fazer um deles no dia seguinte, mas preferimos matar tudo num só dia. Nota-se a importância de Luxor e a quantidade de passeios que há para fazer.
Vale dos Reis
Um dos lugares mais impressionantes que visitei! São dezenas de tombas a serem exploradas e é impossível visitar todas em um só dia – então, o guia nos orienta a ver as mais importantes e impactantes. Para tirar fotos há que pagar extra, então, não tenho muitos registros.
TumbasVale dos Reis, parada imperdível em 10 dias de viagem no Egito
Entre os destaques do Vale dos Reis estão os dos faraós Ramsés VI (tumba 9), Ramsés III (11), Horemheb (57), a muito profunda de Amenhotep II, a bem escondida de Tutmés III (34) e, uma das melhores, a de Seti I, com seus mais de 120 metros de profundidade. Foi o lugar com mais turistas em toda a minha viagem.
Foi construído para ser o templo funerário de Hatshepsut, rainha que governou o Egito por 21 anos e uma das mulheres mais poderosas do país. Belo e imponente, tem três níveis de terraços, com colunas, estátuas e esculturas.
10 dias de viagem no Egito
Templo de Karnak
É o maior de todo o Egito. Segundo os estudiosos, sua construção demorou quase dois mil anos e não foi totalmente concluída. Dedicado ao deus sol, Amon-Rá, o complexo de templos já chegou a ter cerca de 80 mil trabalhadores. Naquela época, imensas avenidas o interligavam aos demais templos da região. Em Karnak, ainda restam mais de 130 colunas gigantescas esculpidas em pedra maciça, com mais de 20 metros de altura.
TemploImpressionante o tamanho!
Dia 7 – De Luxor para Hurghada
Depois de tanto turismo intenso, quase chegando ao final dos meus 10 dias de viagem no Egito, fiz check in no hotel Steigenberger. Em três hora de estrada, chegamos em Hugharda, ou seja, na praia! Era tudo que eu queria à essa altura do campeonato.
Nosso hotelHurghada
(Aqui, vale um adendo. O destino de praia mais conhecido no Egito se chama Sharm el Sheik. Mas por ser mais afastado, o pessoal da Horus Viagens sugeriu que fôssemos à Hurghada, uma praia acessível de carro desde Luxor e segundo eles, tão bonita quanto. Sugestão dada, sugestão acatada e muito bem-vinda).
Hurghada, uma ótima dica de praia no Egito
Durante o caminho, cenas bem reais que nos davam a impressão de estarmos em um filme. E mais uma vez, muita segurança. Fizemos check in no Steigenberger, um resort pé na areia, com paisagismo super bem cuidado, ótimos restaurantes e ampla área de lazer. Tudo que a gente precisava para dias de relax!
O hotelDias de relax no Egito
Nosso quarto era bem confortável, com vista para uma das belas piscinas. No primeiro dia aproveitamos o hotel e no segundo, fizemos um delicioso passeio de barco.
Detalhes do quarto e do hotel
Dia 8 – Paradise Island -Hurghada
Você pode reservar o barco no próprio hotel e os passeios costumam acontecer diariamente de 09h às 17h. Não queríamos passar tanto tempo fora e fomos agraciados pela Hórus Viagens com um barco só pra gente, da própria Paradise Island: um luxo!
Paradise IslandPasseio de barco pelo Mar Vermelho
A pequena ilha era muito simpática e o Mar Vermelho, impressionante de tão transparente! Foram momentos inesquecíveis dos meus 10 dias de viagem no Egito! Super recomendo Hurghada.
Incrível a transparência!Delícia de praia!
Só não estava muito calor, cerca de 21, 22, graus. Mas no verão, costuma fazer 45 graus! ?
Dia 9 – De Hurghada para o Cairo
Nossa viagem poderia ter terminado ali, mas ainda faltava ainda um dia de Cairo. Se você ainda se lembra do início deste post, passamos pela capital rapidamente e fomos direto para às Pirâmides e era necessário conhecer um pouco a cidade.
Cairo
Ela não deixa de ser caótica, mas vai se transformando aos poucos quando a gente se aproxima da Citadela, a cidade medieval, cheia de mesquitas e muito impressionante, patrimônio mundial da UNESCO.
Caótica CairoAs mesquitas de CitadelaMesquita Muhammad ali pasha
Infelizmente, por conta do horário do voo, não deu tempo de visitar o museu do Cairo, que tem um acervo muito importante. Depois da Citadela, fomos para o famoso mercado Khan el Khalili, sensacional! Dedique horas a ele, que vale muito a pena!
Detalhes do mercadoO mercado
Dia 10 – Cairo – Londres
Hora de ir embora! Fui primeiro para Londres, onde passei meu aniversário. Como disse antes, prefiro sempre picotar a viagem para não ficar muito cansativa.
Esse foi meu roteiro de 10 dias de viagem no Egito, organizado pela excelente Horus Viagens. Daqui para a frente farei posts mais detalhados, mas achei importante dar uma noção de itinerário para quem estiver planejando uma viagem pelo Egito. Qualquer dúvida, é só deixar seu comentário.