Tive um jantar esplêndido no Kinoshita, japonês com estrela Michelin na Vila Nova Conceição. Com ambiente refinado, ele carrega uma estrela há seis anos, e é especializado na cozinha Kappô, estilo tradicional de gastronomia japonesa, que valoriza a precisão dos cortes, ingredientes sazonais e apresentação irretocável. Portanto, você pode optar pelo menu à la carte ou então o omakase, para uma experiência gastronômica mais completa!
Japonês com estrela Michelin na Vila Nova Conceição
O restaurante Kinoshita mantém uma tradição de culinária japonesa desde os anos 70, quando era um dos lugares mais icônicos no bairro da Liberdade, reduto oriental na cidade de São Paulo. Fundada pelo imigrante Toshio Kinoshita, a casa passou por uma transformação e atualmente funciona na Vila Nova Conceição sob nova direção. Mas certamente preservando a memória da imigração japonesa no Brasil, e trazendo tendências contemporâneas da gastronomia japonesa. O ambiente é elegante, com muito vidro e madeira, e além do balcão, há também a Krug Room, uma simpática sala reservada, ideal para pequenos grupos.
Sala Krug RoomAmbiente interno do KinoshitaO Kinoshita mantém sua estrela Michelin há 6 anos
Nosso jantar foi harmonizado com saquês especiais, que combinaram muito bem com o Menu do Imperador, oferecido na ocasião. Foram 9 passos, entre pratos quentes e os melhores cortes da estação. Começamos com o Moru Kai Wagyu, um mexilhão confit com gordura de wagyu, vinagre de jerez, pesto shissô e flor de sal. Teve seleção de sushis, tempurá de camarão, sashimis, temakis, yaimons (grelhados), entre outras iguarias. Além disso, o menu omakase do Kinoshita muda sazonalmente.
Impecável o Kinoshita, em SP Moru Kai WagyDe fato, pratos delicados e surpreendentesTempurá de CamarãoCertamente um dos melhores japoneses de SP
De fato, este japonês com estrela Michelin na Vila Nova Conceição é um dos melhores restaurantes de culinárias nipônica de São Paulo! Já conhece?
Segunda maior cidade da Andaluzia, no sul da Espanha, Málaga é um convite irrecusável para se sentar à beira mar e aproveitar os longos dias de sol e bom tempo. Ela é considerada a capital da Costa del Sol, em um recorte que abraça o Mediterrâneo ao longo de 14 quilômetros. Além disso, ainda guarda o título de cidade natal de um dos artistas mais aclamados da arte mundial: Pablo Picasso. Mas não fica por aí. Enquanto intima os visitantes a diferentes programas com vista para o oceano, convoca também muitos momentos à mesa. Málaga reúne sabores que misturas influências árabes e judaicas, sempre exaltando os produtos locais, como queijos, azeites ou vinhos. Uma costa exuberante, sol e muitos pescados. A seguir, um roteiro sobre o que fazer em Málaga para viver o melhor da cidade espanhola, que respira boa comida e expira arte!
La Malagueta, La Misericordia, San Andrés, San Julián, El Palo, Pedregalejo… e a lista de praias continua. Se há algo emblemático, que caracteriza a cidade de Málaga, é a sua costa marcada por estações balneares. Há desde opções bastante requisitadas pelos turistas até as mais reservadas, como, por exemplo, a praia de nudismo de Guadalmar. Mas nem só de sol e pé na areia se faz um roteiro malagueño. Em um rápido passeio pela orla da cidade, é possível ver como a arquitetura e o comércio se misturam à identidade também urbana e histórica de Málaga.
Praia de Málaga
Imponente, o monumento das Pérgolas de la Victoria é, de cara, as boas vindas do Paseo de Sancha, que fica a poucos metros do bem-preservado Teatro Romano local. Antes de fazer um desvio até os tempos antigos, porém, siga pelo calçadão até chegar a um agradável centro comercial aberto, construído à beira do Mediterrâneo. Seja para uma caminhada despretensiosa no fim de tarde ou para embarcar em um dos passeios que mostram a beleza da Costa del Sol de outra perspectiva, o Muello Uno é uma visita a considerar no roteiro. Principalmente se houver fãs de marcas estrangeiras entre os viajantes.
2. Visitar a casa natal de Picasso – ou um dos 40 museus que a cidade abriga
A este ponto, o fato de o pintor e escultor Pablo Picasso ter nascido em Málaga já é uma informação amplamente conhecida. O que poucas pessoas sabem é que, além da cidade abrigar obras emblemáticas do artista espanhol – assim como os museus de Barcelona e Paris -, a capital da Costa del Sol também transformou em museu a casa onde Picasso nasceu e morou durante a sua infância. Sob o nome de “Museo Casa Natal”, o espaço mantém a configuração original do imóvel. Por lá, estão os primeiros pincéis, telas e esboços de um dos principais nomes do cubismo.
Museu Picasso
E, se a ideia for conhecer Málaga ainda em 2023, é possível aproveitar uma programação diversificada em torno da vida e carreira do pintor. São experiências gastronômicas e áudio-guias gratuitos nos espaços culturais que levam o seu nome. O mote da Picasso Celebración é os 50 anos da morte do malaqueño. Mas, se a ideia for explorar outros movimentos culturais, Málaga se orgulha de hospedar um total de 40 museus. Entre eles, por exemplo, o moderno Centro Cultural Pompidou, o primeiro fora da França. Portanto, atrações artísticas não hão de faltar.
3. Provar as típicas sardinhas em um Chiringuito local
Poucas coisas retratam tão bem a experiência malagueña quanto sentar em um dos bares de praia distribuídos ao longo da costa e assistir ao ritual de preparação das sardinhas. Certamente um dos pratos mais típicos da região. O peixe tradicional das águas do Mediterrâneo – assado em sal grosso, dentro de pequenas embarcações coloridas fixas na areia -, chama a atenção de qualquer visitante com olfato atento. E como o que não falta em Málaga são lugares pé na areia, basta escolher o “chiringuito” – como são chamados – com a melhor vista e desfrutar o sabor do litoral espanhol.
4. Fazer uma das muitas trilhas que recortam a província
Quem pensa que Málaga se resume a praias, surpreende-se quando descobre que 80% do seu território é composto por montanhas, como aquelas que formam o Parque Natural dos Montes, localizado dentro dos limites da cidade. Ao todo, são 5 mil hectares de área natural e protegida. Ou seja, destino ideal para trilhas e caminhadas com vista panorâmica.
Há para todos os estilos. Seja com baixa dificuldade e poucos quilômetros (Molino del viento), em rota circular que passa por um ecomuseu (Lagar de Torrijos) ou em terreno plano, com direito a observação de aves raras (Miradouro del Cochino). E o clima ajuda. Em apenas 71 dias, dos 365 por ano, a chuva costuma atrapalhar os planos de quem passa por Málaga.
5. Experimentar os diferentes queijos de cabra produzidos na região
Quem gosta de queijos franceses certamente vai se encantar também por Málaga. Afinal, é um dos principais produtores de queijo de cabra da Europa. As possibilidades são muitas, todas feitas por 20 queijarias locais, a partir de leite de cabra puro. Queijos frescos, meia cura, com muitos dias de maturação, do tipo azul, brie, curtidos em azeite, com alecrim, vinho, tomilho… ou o que mais a criatividade dos produtores ditar.
Queijo pinsapo
A procedência e qualidade é garantida pelo selo Sabor a Málaga. Uma iniciativa local que reúne cerca de 600 produtores, todos dedicados a produtos autóctones, feitos essencialmente por pessoas que vivem na província. Entre os mais afamados estão os das marcas El Pinsapo, AGAMMA (Agrupación de Ganaderos de los Montes de Málaga) e La Cañada del Capitán. Boa parte deles pode ser encontrada no tradicional mercado central Atarazanas, que é uma atração à parte.
6. Ficar hospedado no hotel de luxo que serviu de hospital de campanha e sede da Justiça local
A primeira versão do Gran Hotel Miramar – então Hotel Príncipe de Asturias – inaugurou ainda em 1926. Mas foi só 90 anos depois, que o empreendimento abriu ao público com a configuração atual, sedimentada na hotelaria de luxo. Com uma arquitetura suntuosa e única em Málaga, o edifício de estilo barroco, com influência grega e renascentista, chegou a servir de hospital durante a Guerra Civil espanhola, em 1936. Além disso, funcionou também, por 20 anos, como sede do Palácio da Justiça local.
Hoje, o único hotel cinco estrelas de luxo da cidade, funciona com 190 quartos divididos em sete tipologias, que se dividem entre opções com vistas para o mar, para o jardim impactante da propriedade ou para a área urbana de Málaga. Entre elas, por exemplo, está a Suíte Royal com 80 metros quadrados. Além de sala, quarto e banheiro, inclui um terraço privativo com jacuzzi. Para se hospedar no ícone malagueño, as diárias vão desde os 325 euros, nos quartos mais simples, até os 2.380 euros, na alta temporada do Verão europeu.
7. Visitar um autêntico bar de tapas e uma recomendação Michelin
Ir a Málaga e não provar a cozinha local é imperdoável. A típica Ajoblanco, sopa fria à base de amêndoas, pão, alho e azeite, e os Boquerones fritos al limón, como eles chamam as anchovas empanadas, são apenas dois clássicos que encabeçam uma lista variada de sabores. Portanto, uma boa oportunidade de provar diferentes receitas e viver uma experiência tradicional é visitar um bar de tapas local. O La Tranca é um desses lugares que exala o DNA espanhol, com muito sabor, energia e música.
Restaurante La Tranca
As Croquetas e o Tinto de Verano são palavras de ordem para começar. Mas, imperdível mesmo são as empanadas, com recheios variados, como espinafre, carne, queijo e cebola e queijo com jamón. Mas, se a ideia for experimentar os ingredientes regionais sob a criatividade da cozinha de autor, o Google Maps deve apontar para o La Cosmo. Bar e restaurante liderado pelo chef Dani Carnero, o espaço é apresentado no Guia Michelin como uma das opções Bib Gourmand (categoria para boas experiências com bom preço), que “aposta em um conceito de cozinha mais direta e fluida”, com destaque para “as tradições da cozinha de Málaga e os seus sabores do mar”.
Portanto, estas foram as minhas dicas de o que fazer em Málaga, para você incluir no seu roteiro!
Por Jéssica Germano, jornalista, especialista em Jornalismo Digital e mestre em Comunicação e Mídia, em Portugal há cinco anos. Fotos: Jéssica Germano, Ivan Drazic, Johnell Pannell, Jaroslaw Mil, Harris Vo
Um pedacinho da Itália em plena São Paulo! Este é o Empório Fasano nos Jardins, que fui conhecer nesta minha última ida à São Paulo e fiquei impressionada. Aberto há pouco menos de um ano, ele fica em um prédio de três andares com mais de mil metros quadrados, e reúne salumeria, rotisseria, padaria, lojinha e adega com mais de mil rótulos. Além disso, conta com um charmoso café no terraço, onde também é possível almoçar, jantar ou combinar um happy hour. Ou seja, ele oferece uma ampla seleção de produtos gourmet e especialidades italianas, como, por exemplo, massas frescas, azeites, vinhos, queijos, carnes, café moído na hora, entre outros. Certamente uma experiência gastronômica única em SP. Portanto, vale uma ida ao Empório seja para presentear alguém, comprar para si mesmo ou então comer por lá.
A decoração elegante e clássica do Empório, seguindo o padrão Fasano, deixa o ambiente ainda mais charmoso e acolhedor. Com investimento de R$15 milhões, ao todo são mais de 4.500 itens, todos submetidos ao crivo do próprio empresário Gero Fasano, e com curadoria do chef e enólogo Danio Braga. No térreo, é possível escolher frutas e hortaliças cultivadas por pequenos produtores, carnes e cortes premium, assim como uma grande variedade de lacticínios. Além disso, há também uma gama de produtos importados, como queijos vindos de diversas regiões do mundo, presuntos e embutidos diversos que podem ser cortados e degustados ali mesmo.
Mais de 4.500 itens no Empório FasanoRenata Araújo e Danio BragaHá também ótimas opções de sobremesas no Fasano
Já na rotisseria, uma variedade de pratos, incluindo receitas clássicas do Fasano, ficam pré-finalizados ou então prontos para consumo. Do lado oposto, pães variados e doces deliciosos saem da padaria. No primeiro andar fica a adega, um verdadeiro paraíso para os amantes de vinho. Os especialistas Manoel Beato e Dânio Braga selecionaram mais de 7.200 rótulos em mais de 6.000 garrafas distribuídas pelo espaço. Quem quiser pode degustar uma taça de vinho enquanto petisca um embutido, por exemplo. É possível também acompanhar de pertinho a produção das mozzarellas, e ver como é feita a famosa burrata com creme de leite fresco do Fasano.
Preparação da famosa burrataProvei o delicioso presunto cruDiversas opções de vinhos no Empório Fasano
Vinhos & Cafés
Enquanto isso, no último andar ficam expostos os produtos da linha Fasano Casa, que reúne objetos de decoração e design, itens colecionáveis, e uma variedade de peças exclusivas, como, por exemplo, velas, mantas, pijamas, poltronas e louças.
E por último, mas não menos importante, o Caffè e Panetteria, onde os clientes podem se sentar no salão ou na agradável área externa, e desfrutar de pães artesanais, doces, saladas, sanduíches e algumas massas. Aliás, outra novidade deste projeto é o café da própria marca, que é torrado e moído em uma máquina autêntica italiana.
Ótima escolha de principalAmbiente agradável do Empório FasanoCafé moído na horaAutêntica máquina italiana de café
Portanto, uma parada obrigatória para os amantes da culinária italiana, dos vinhos e de produtos gourmet em São Paulo. Certamente um lugar único no Brasil quando se fala de gastronomia e varejo juntos.
Você sabia que nesta quinta-feira, 18 de maio é comemorado o Dia Internacional dos Museus? Visitar uma instituição de arte é um programa cultural que muitos viajantes adoram, inclusive nós, e tanto aqui no Brasil como no exterior o que não faltam são boas opções. Certamente repletas de histórias que, de alguma maneira, impactam nas nossas vidas. Portanto, para celebrar esta data, reunimos alguns influenciadores de viagem para contar quais os museus mais incríveis que eles já foram!
“Esse museu é sensacional pois preserva instantes de felicidade na história do terceiro país mais pobre do mundo. É todo mantido por doações, super bem cuidado. Uma história notável de sorte, entusiasmo e orgulho superando a devastação da guerra civil e do Ebola. Uma incrível coleção de trens construídos na Grã-Bretanha que sobreviveu 40 anos escondida em uma oficina ferroviária”, conta Eduardo Alves, do MapaMundi. O museu sobreviveu por pouco na década de 70 e foi lar de 10 mil refugiados na década de 90. Reaberto em 2005, além das várias locomotivas e carruagens preservadas, existem também inúmeras exposições de fotografias antigas, bilhetes, mapas e horários. A coleção já foi declarada patrimônio histórico do povo de Serra Leoa e não pode sair do país.
Eduardo Alves em Serra LeoaNational Railway Museum
Eternizado nas cenas do filme “Curtindo a Vida Adoidado”, o Art Institute of Chicago tem um dos maiores acervos do mundo, principalmente do período impressionista. São mais de 5.000 anos de história em mais de 300 mil peças de arte asiática, africana, europeia e americana, representadas em pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e arte decorativa. “É uma tarefa dificílima escolher apenas um dentre tantos museus que adoro pelo mundo. Imediatamente pensei no Art Institute of Chicago que muito me encantou durante uma recente visita à cidade”, conta Fernanda Fehring, colunista e consultora de viagens. Entre os principais nomes expostos no museu, por exemplo, estão Vincent van Gogh, Pablo Picasso e Claude Monet. Além disso, o prédio onde o museu funciona desde 1893 é uma atração à parte, construído em estilo Beaux-Arts. Há também um restaurante e café.
Ao contrário do que muitos pensam, Miami não tem só praias e shoppings. A cena cultural pode surpreender! Nossa editora-chefe, Renata Araújo, conheceu o Rubell há pouco tempo e ficou encantada! “Esta instituição de arte contemporânea mais tradicional me seduziu por completo. Ele abriu uma nova extensão no final de 2019, e conta com uma das maiores coleções de arte contemporânea do mundo. Além disso, o museu tem ainda um ótimo restaurante de culinária basca contemporânea, o Luke. Portanto, um programa completo”, diz Renata. Localizado no animado bairro de Wynwood, ao todo são 7.400 obras de mais de 1.000 artistas, como, por exemplo, a japonesa Yayoi Kusama e o americano Keith Haring. Além disso, exibe obras de artistas renomados como Jeff Koons e Damien Hirst. São seis antigos edifícios industriais conectados em um único nível, além de 40 galerias, biblioteca e também uma ótima livraria.
Renata no museu de arte contemporânea em MiamiYayoi Kusama no Rubell
“Os museus de Paris são meus favoritos no mundo, e dentre eles destaco o Musée du Luxembourg, que tem um tamanho ideal, as melhores exposições, com curadoria de arte excepcional e montagens incomparáveis. Se eu só puder escolher um museu no mundo, será ele o meu eleito. Se puder escolher mais um, então o Musée Maillol, ali perto, completa a dupla vencedora”, diz Fernanda Fehring. O Musée du Luxembourg foi o primeiro museu francês a abrir ao público, em 1750. Perto do Palácio e dos Jardins de Luxemburgo, seus espaços foram totalmente redesenhados pelo arquiteto Shigeru Ban para acomodar o restaurante/salão de chá Angelina e as oficinas educativas do museu.
”Quem gosta de esculturas não pode deixar de visitar o Museu Rodin, em sua viagem a Paris”. Quem diz é Nathalia Gomes, do Kids2gether. Foi o próprio escultor Auguste Rodin que doou ao Estados Francês suas obras e coleções para que fossem expostas no Hotel Biron, onde residia desde 1908. Criado em 1917, ao todo são 6.500 esculturas, como trabalhos em mármore, bronze e terracota, ecerca de 10.000 desenhosentre estampas, aquarelas e gravuras. “De fato, é um passeio imperdível em Paris, especialmente na primavera ou no verão, quando os jardins do museu estarão em sua plena forma e beleza. Mas a grande atração é o jardim. Isso porque há dezenas de esculturas espalhados pela área, vários bancos e muitas plantas. Isso porque ele tem as principais obras do escultor francês Auguste Rodin. Ele é pequeno, fácil de visitar e tem um jardim lindo”, conta Nathalia.
Além disso, o museu conta ainda com uma parte fechada, uma galeria, com livros e réplicas das obras, e uma lojinha bem legal. Também há uma cafeteria e restaurante.
Nathalia e os filhos no Museu RodinO belíssimo prédio com o jardim
Não é propriamente um museu, mas um Memorial do Holocausto, onde há informações, documentos e testemunhos de todo lugar do mundo de sobreviventes e pessoas não judias que ajudaram a salvar judeus arriscando suas vidas. “Uma crueldade registrada pelos próprios nazistas com fotos do sofrimento alheio. Um lugar de profunda reflexão e que gosto de divulgar para que essa atrocidade jamais aconteça de novo. A saída do memorial representa a vida, a natureza, o recomeço. Certamente é impossível não se emocionar”, conta Ju Nakad, do NaTripdaJu. Ele fica no topo do Monte da Recordação, em Jerusalém, e ocupa uma área de 4.200 metros quadrados. Criado em 1953 e remodelado em 2005, todas as galerias incluem objetos originais e material audiovisual que ajudam a entender o tratamento desumano que todas essas pessoas receberam.
Ju Nakad no Yad VashemYad Vashem
End: Jerusalem, 9103401, Israel
Itália
Turim: Museu Egípcio
“O museu que eu adoro é o Museu Egípcio de Turim! Dá para viajar no tempo e mergulhar na riqueza da antiga civilização egípcia. Cada artefato conta uma história intrigante e revela segredos de uma era extraordinária. E são milhares de objetos! De fato, a experiência me transportou para além das pirâmides e templos, conectando-me com a grandiosidade da humanidade. É demais, tem uma coleção maior do Egito do que as coleções de museus famosos como o Louvre e o British Museu”, explica Marcio Cimatti, do A Janela Laranja. O Museu Egípcio de Turim é segundo maior museu do mundo dedicado ao Egito Antigo, perdendo apenas para o museu do Cairo. Abrigados em um palácio do século 17, são cerca de 6.500 obras expostas e 26.500 em reserva. Ou seja, uma verdadeira aula para quem aprecia a história do Egito antigo.
Marcio Cimatti no Museu Egípcio de Turim
End: Via Accademia delle Scienze, 6, 10123 Torino TO
Para Tavinhu Furtado, do Maior Viagem, o Museu Nacional de Antropologia da Cidade do México é um dos mais impressionantes que já visitou. “Fora o belíssimo prédio, o acervo é espetacular, como as salas dedicadas aos povos astecas e maias. Um dos maiores destaques é a Pedra do Sol, mais popularmente conhecida como Calendário Asteca. A pedra, com mais de 25 toneladas, foi encontrada durante escavações no Zócalo da Cidade do México”, conta Tavinhu. Inaugurado em 1964, conta com um dos maiores acervos do mundo sobre as sociedades pré-hispânicas. São 22 salas de exposição e uma área total de quase 8 hectares. Ao todo, o museu é dividido em duas partes: Arqueologia e Etnografia. No primeiro, estão artefatos de povos maias e astecas, ocupando 11 salas em todo primeiro andar. Já o segundo, Etnografia, remete ao estilo de vida dos povos nos dias de hoje e antepassados.
Tavinhu e a Pedra do SolMuseu Nacional de Antropologia na Cidade do México
End: Av. P.º de la Reforma s/n, Polanco, Bosque de Chapultepec I Secc, Miguel Hidalgo, 11560 Ciudad de México
“Esse museu certamente foi um dos mais incríveis que visitei porque ele é totalmente diferente de tudo que já vi quando falamos de museu. Ele fica na cidade de Goreme, na Capadócia. É totalmente a céu aberto e foi declarado patrimônio da Humanidade pela Unesco. Lá é possível encontrar igrejas esculpidas e escavadas em pedras além de afrescos bizantinos que ainda mantém sua pintura original. Ou seja, é muito interessante e surpreendente”, conta Nathalia Tosto, influenciadora de viagem. Portanto, o complexo monástico em Goreme reúne igrejas que foram esculpidas entre os anos de 900 e 1200! Uma das mais importantes, por exemplo, é o Convento de Freiras, uma rocha esculpida de sete andares com notáveis túneis, corredores, escadas e câmaras. Imperdível!
Nathalia Tosto no Goreme Open Air MuseumAs pinturas certamente são de cair o queixo
Quer saber onde tomar um bom negroni no Rio? Então leia este post até o final, pois reunimos dicas preciosas de quem entende do assunto: chefs, restaurateurs, jornalistas e mixologistas contam seus lugares preferidos na cidade para tomar um negroni. O clássico drinque italiano se tornou uma paixão entre os brasileiros, e originalmente é feito com Campari, gin e vermute, mas já ganhou diferentes versões pelos balcões da cidade. Portanto, leia abaixo todos os detalhes para você montar o seu roteiro com os melhores negronis do Rio!
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Onde tomar um bom negroni no Rio
Na teoria, é simples: um terço de gim, um terço de vermute tinto e um terço de Campari. Mas um dos coquetéis mais vendidos do mundo, o negroni, tem lá seus segredos, e não é tão simples assim ter um drinque perfeito. Quem diz é a jornalista e apreciadora de Negroni, Marcella Sobral, que completa: “É preciso maestria na execução. Isso sem falar que é quase uma regra cada bar ter a sua receita particular da bebida. Puxa um pouco aqui, turbina um tanto acolá. Das versões no cardápio atualmente, gosto do negroni caccio & pepe, do NOSSO. O negroni de Daniel Estevan leva Bombay Saphire infusionado com pimenta do reino, Cinzano 1757 e Campari com infusão de grana padano.
Ou seja, tem um borogodó salgadinho que dá uma levantada no sabor”, conta Marcella. Quem também adora o Negroni do Nosso, aliás, é o restaurateur e empresário Eduardo Araujo, sócio do Café 18 do Forte, Pope e Quartinho Bar. “O Nosso, em Ipanema, tem um dos melhores bares de alta coquetelaria da cidade, com um negroni extremamente equilibrado“, conta Eduardo.
Marcella Sobral e seu negroniNegroni Cacio&Pepe, do Nosso, certamente um dos melhores do Rio
Os detalhes do NOSSO
Daniel Estevan, mixologista do NOSSO, é o atual Campeão do Campari Bartender Competition, portanto, alguém que entende muito de drinques no Rio de Janeiro. No gastrobar em Ipanema, ele procura levar diferentes formas de beber o drinque. “Eu, como camparista nato, tenho alguns tipos de Negronis no NOSSO: na linha clássica, o primeiro; temos também o Negroni Caccio Pepe, que tem um toque italiano, com queijo e pimenta; o Nosso Negroni que fica repousando em barril por pelo menos 18 dias; e também o Negroni na brasa, no qual é feito um processo no Campari, o mesmo processo do azeite espanhol, que é a defumação por imersão de carvão.
Portanto, ele fica com um toque mais suave, um pouco mais tostado, mais caramelizado e assim, os sabores de frutas mais secas aparecem com mais facilidade”, diz Daniel, que também assina a carta do recém inaugurado Katz-Sū.
Daniel EstevanChef Rafa Gomes
Para o chef Rafa Gomes, do restaurante Tiara, a coquetelaria do Daniel Estevan é super balanceada com a gastronomia, então tudo casa perfeitamente. Já o Katz-su tem um negroni bem equilibrado com um toque asiático e um preço acessível”, diz Rafa. Portanto, dicas preciosas de onde tomar um bom negroni no Rio.
Bocca del Capo
Outro restaurante que também tem uma boa variação de Negronis é o italiano Bocca del Capo, no Leblon. Cristiano Lanna, um dos sócios da casa, é quem cria a carta de drinques, e só no Bocca são nove tipos. “O mais icônico coquetel italiano era uma escolha óbvia para uma casa italiana, mas não quis ficar só no clássico, então trabalhei o menu em cima desse ícone, com o original e mais 8 variações de negroni. Algumas já são famosas, mas a maioria é autoral. Gosto de destacar o Nero, em que trocamos o gin por single malt defumado e acrescentamos marsala Fine IP, e o Belle Époque, com brandy e absinto além dos obrigatórios vermouth e Campari”, conta ele.
Nero, uma das versões de negroni do Bocca del CapoCristiano Lanna
Para o sous chef do Grupo T.T, Rafael Cavalieri, o Bocca del Capo é um dos melhores lugares para tomar um bom negroni no Rio. “Cristiano Lanna, além de cozinheiro com seus parceiros Erik Nako e Luiz Petit, é um mega estudioso da coquetelaria. Além de defumado, o Nero traz uísque single malte, vermute, vinho Marsala e Campari. E o Negroni Sour é uma versão mais leve e incrível para beber em um dia mais quente”, conta Rafa.
Guimas e Proa, na Gávea
A atriz Dedina Bernardelli é apaixonada por Negroni em suas diferentes versões, além de ser uma admiradora e curiosa da arte da coquetelaria. ”O drinque doProa é especial para mim, porque além de ser preparado com carinho, eles usam produtos da coquetelaria artesanal, que torna o Negroni tradicional muito mais especial. Só o fato do corante ser natural já muda tudo para mim que faço escolhas pela qualidade. The best!!”, conta Dedina. Já no bistrô Guimas, o sócio-fundador Chico Mascarenhas conta uma história engraçada sobre o drinque.
Dedina Bernardelli no ProaO Negroni do Guimas
“No começo do Guimas, um cliente pediu um Negroni. Eu estava no bar e não sabia o que era, mas tinha todos os ingredientes. O cliente pediu para fazer e me ensinou, passei a fazer e a tomar. O cliente tomou um porre e apagou em cima do prato”, conta Chico. No Guimas, o Negroni leva gin, campari, vermute tinto e rodela de laranja.
Boas opções em Ipanema, Copacabana e Leblon
Enquanto isso, o restauranter e empresário Eduardo Araujo também cita o Pope, em Ipanema, como um dos melhores lugares para tomar negroni no Rio. “Além do coquetel em seu formato clássico, o Pope possui algumas variações da bebida, como sbagliato, feito com espumante, trazendo leveza e elegância. E também gosto doFairmont, que apesar de uma carta altamente criativa, entrega um negroni clássico, porém muito bem executado”, diz Eduardo.
Negroni do PopeEduardo Araújo
Para Rafael Cavalieri, o Negroni é um clássico que pode parecer simples de fazer por ser três partes iguais de três bebidas, mas que tem muitas nuances e detalhes como temperatura e diluição. ”Tai Barbin é um craque em clássicos e também em releituras. No seu Liz bebe-se sempre de maneira impecável”, conta o sous chef do Grupo T.T. No Leblon, o Liz Cocktail & Co, do premiado mixologista Tai Barbin é um bar de coquetéis clássicos. ”Sempre respeitamos a receita e processos dos coquetéis clássicos.
No Negroni, clássico respeitamos cada etapa do processo. Além disso, também temos o Black Negroni, uma Receita autoral com gin, vermute Rosso, Amaro, campari e grãos de Café”, explica Tai. Quem também adora o Negroni do Liz é o mixologista do Coltivi, Yuri Evangelista. “Adoro ir ao Liz Cockitails para beber um Negroni. Quando se trata de drinques clássicos, é o melhor lugar. O Negroni é bem executado e vem com a diluição perfeita”, conta Yuri.
Black Negroni, do LizRafael CavalieriNegroni clássico do Liz
Ainda em Ipanema
O italiano Babbo Osteriaoferece três versões do drinque, super apreciadas pelo seu restaurateur e chef Elia Schramm, que costuma dizer que “Tá sempre no Negroni”. “Eu gosto do Negroni com um toque a mais de vermute, e para mim, um bom vermute na hora de preparar o drinque é muito importante. O meu segredo é fazer com o Antica Formula, que é outro patamar. No Babbo temos o clássico e o Negroni Bianco, com gin, licor artesanal de genciana, vermute bianco e bitters de lavanda e laranja. Outros lugares que indico para tomar um bom negroni no Rio é o Vian, que tem uma proposta que acho iradíssima, e o Izär, que tem uma versão de Negroni feita com Jerez que eles batizaram de Tarifa. É meu companheiro de alegrias ali na varanda do restaurante espanhol, na companhia do Joca, dono do lugar”, conta Elia.
Elia Schramm e o Negroni do BabboNegroni Bianco do BabboNegroni do Izär
O negroni do Izär
Portanto, o Negroni do Ízär é feito da forma clássica, de três partes iguais de cada bebida. Quem explica é Raí Mendes, chef de bar do grupo Trëma (Ízär, Rudä, Mäska,ÏT Ristorante e Brasserie Mimolette). “O diferencial é ser mexido e servido com gelos translúcidos, deixando o drinque super gelado e com uma diluição mais lenta, além de ser perfumado com casca de laranja”, diz Raí. Enquanto isso, o chef Pepe López, do Izär, sugere mais um lugar para tomar um bom negroni no Rio: o Rudä, restaurante de comida brasileira contemporânea que também fica em Ipanema. “Um bom drinque sempre ajuda a relaxar num momento de folga. Quando tenho um tempo, passo no Rudä, restaurante vizinho em Ipanema, e peço o negroni da casa, um dos clássicos da coquetelaria”, conta Pépe.
Mixologista Raí MendesNegroni do Rudä, de fato um bom lugar para tomar negroni no RioChef Pepe Lopez
O negroni do japonês Haru, em Copacabana
Que tal um negroni com influências japonesas? Certamente o que encontramos no Haru, do restaurateur e sócio Menandro Rodrigues. “O Wafu Negroni tem partes iguais de Gin, Vermouth Rosso e Campari, e o diferencial é a infusão de Nanco Umê (ameixa japonesa curada com mel) trazendo salinidade e um pouco de acidez, o Katsuobushi (flocos de peixe tradicional da culinária japonesa) é usado para trazer notas defumadas. Ou seja, a infusão é realizada no Campari, não no Negroni inteiro”, conta Menandro. Além disso, quem comanda o balcão do Haru é o mixologista Leonardo Santos, criando drinques autorais com objetivo de obter sabores instigantes e pouco comuns.
Menandro Rodrigues, do HaruO mixologista Leonardo Santos
Portanto, agora você já tem o roteiro completo para tomar os melhores negronis do Rio!
Miami oferece muito mais do que praias deslumbrantes e compras. A cidade tem uma cena gastronômica e cultural em constante evolução, com várias surpresas para os visitantes. Uma delas é o Rubell Museum, um dos museus de arte contemporânea mais importantes de coleções privadas. Localizado no animado bairro de Wynwood, ele merece ser visitado pelos amantes da arte e cultura. Além disso, é conhecido por sua arquitetura única e pelo ótimo restaurante de culinária basca, o Leku. Ou seja, um programa completo! Portanto, leia abaixo todos os detalhes deste museu de arte contemporânea em Miami!
Desde a primeira aquisição em 1965, eles construíram uma das mais significativas e abrangentes coleções de arte contemporânea do mundo, agora com 7.400 obras de mais de 1.000 artistas. Primeiramente, a coleção se distingue pela diversidade e distribuição geográfica dos artistas nela representados e pela profundidade de seus acervos de artistas seminais. São seis antigos edifícios industriais conectados em um único nível. Além disso, o museu de arte contemporânea em Miami reúne 40 galerias, biblioteca e também uma ótima livraria.
Entrada do Rubell MuseumRenata no museu de arte contemporânea em MiamiHá também uma livraria no Rubell Museum
O Rubell Museum conta com instalações importantes e grandiosas de artistas da cena pop, como, por exemplo, japonesa Yayoi Kusama e o americano Keith Haring. Além disso, exibe obras de artistas renomados como Jeff Koons e Damien Hirst.
Tive a oportunidade de participar de mais uma edição da ILTM em São Paulo, a maior feira de turismo de luxo do Brasil e América Latina! No Pavilhão da Bienal no Parque do Ibirapuera, a 12ª edição foi a maior edição da história do evento, com mais de 350 expositores de mais de 50 países. A feira reuniu mais de mil profissionais entre imprensa especializada, agentes de turismo e os principais compradores internacionais para conhecer tudo sobre produtos ligados ao turismo de luxo, como, por exemplo, redes de hotéis, cruzeiros, propriedades e serviços de hospitalidade. Certamente foi uma semana intensa de muito trabalho, produtividade e networking. Pude reencontrar amigos queridos, fazer novos contatos e divulgar, com muito orgulho, minha plataforma do You Must Go!
Maior feira de turismo de luxo do Brasil e América Latina
O coquetel de abertura aconteceu no Espaço JK, no Shopping JK Iguatemi, e foi um oferecimento da Enite, o turismo da Itália. A decoração, toda florida, teve a cidade de Puglia como inspiração. Na feira, espalhados pelo pavilhão, os estandes dos destinos e hotéis chamavam a atenção, e cada um deles procurava imprimir a sua personalidade como expositor. Neste ano, mais de 100 marcas estavam participando pela primeira vez do evento, além das já habituais que aumentaram sua participação.
Coquetel de abertura da ILTMOs estandes na ILTM 2023No simpático estande do Joali MaldivesEstande da D.O.M Collections
A Suíça, por exemplo, continua sendo uma das maiores delegações da feira, assim como Portugal. Outros destinos que estavam presentes era Nova York e Dubai, que estão cada vez mais recebendo turistas brasileiros. Marcas da hotelaria de luxo também divulgaram novas aberturas, como o Mandarin Oriental, rede asiática que sou fã, que neste ano inaugura o Mandarin Oriental Mayfair, em Londres, e o Emirates Palace, em Abu Dhabi, com dois restaurantes estrelados. Já em outubro, o The Peninsula London abre as portas, próximo ao Hyde Park.
No estande da SuíçaVisit Portugal marcando presençaCom Sylvia Leimann, da Key Partners, e Otavio Furtado, do Maior Viagem
Novidades na hotelaria
As marcas de luxo do Hilton, Waldorf Astoria, LXR Hotels&Resorts e Conrad também marcaram presença com novidades. A Waldorf Astoria abre sua terceira unidade no México, em San Miguel de Allende, e em Guanacaste, na Costa Rica. Já a LXR chega em Bali, com o primeiro hotel da marca no Sudeste Asiático. Enquanto isso, o Conrad Orlando inaugura este ano com 443 quartos. A Marriott também estava em peso na ILTM 2023 com algumas das suas marcas de luxo, como, por exemplo, o W Hotels, que está previsto para inaugurar em São Paulo no próximo ano.
Durante a feira, acontecem também algumas coletivas de imprensa, como da Coréia do Sul, que participou pela primeira vez do evento, e tem crescido bastante como destino no turismo. A marca de hotéis de luxo Belmond também anunciou novidades, como, por exemplo, a inauguração do Belmond Romazzino, na Sardenha, Itália, em 2024, e ainda a reabertura do hotel Maroma Resort & SPA, na Riviera Maya 3, em agosto. Além disso, patrocinadora do evento, a Belmond teve diversas ativações durante a feira por conta dos 100 anos do Copacabana Palace! Já o Rio Grande do Norte chegou forte como destino, oferecendo diversas opções de entretenimento, praias e hotéis.
Eventos oficiais da ILTM
Além disso, a feira também conta com alguns eventos oficiais, como o coquetel oferecido por Portugal, que aconteceu no Consulado do país europeu no Brasil. Já a Aman, marca de hotéis e resorts super exclusivos, preparou um café da manhã para a imprensa, para contar algumas novidades. Em 2022, foi aberto o Aman New York, com 83 suítes e 22 residências particulares. Já em 2025, é a vez do Aman Miami Beach, na Collins Avenue.
Coquetel de PortugalCom o diretor da ILTM, Simon MayleCafé da manhã com Aman
Enquanto isso, a TL Portfolio ofereceu o seu tradicional picnic nos jardins do Ibirapuera. Já em sua 9ª edição, neste ano teve temática italiana, mais precisamente da Puglia, com direito a um talk sobre o destino com as queridas influenciadoras Ju Nakad, do Na Trip da Ju e Nathalia Gomes, do Kids2gether. Além disso, o cardápio com pratos típicos da região da Itália foi preparado pelo chef Domingo Schingaro, do hotel Borgo Egnazia, da Puglia, com duas estrelas Michelin, enquanto um mestre queijeiro fazia mozzarellas ao vivo. A agência representa vários destinos e hotéis de luxo, como por exemplo, Las Majadas, Casa de Uco, East Miami, entre outros.
Picnic da TL PortfolioTL Talks com Ju Nakad, Nath Gomes e Tina LyraGastronomia italiana preparada ao vivoJornalistas reunidos no picnic da TL
Reuniões de Imprensa
Além das coletivas de imprensa, nós jornalistas tivemos também os chamados roundtable appointments, ou seja, reuniões de quinze minutos cada com destinos e hoteleiros. Ao todo, aliás, foram 18.500 reuniões destas durante a feira. Dos hotéis boutique às grandes cadeias, seja no Brasil ou mundo afora. Pude conhecer mais detalhes de propriedades, como, por exemplo, Maison Delano Paris, na capital francesa, Hotel de L’Europe, em Amsterdam, e Pedras do Patacho, em Alagoas.
Os appoinments com destinos e hoteleirosNa sala de reuniões da imprensaCom Bruno Dieguez, da Xmart, representante de hotéis Com colegas jornalistas na ILTM
Revista Panrotas Especial ILTM Latin America
Durante a ILMT 2023, foi lançada a Revista Panrotas Edição Especial de luxo, com diversas matérias relacionadas ao assunto. Entre elas, uma reportagem completa escrita por mim sobre 10 dos meus restaurantes estrelados preferidos pelo mundo! Você poder ler a versão digital aqui.
A revista PANROTAS com matéria minha!
Paralelo à feira de turismo de luxo do Brasil
Durante a maior feira de turismo de luxo da América Latina, também acontecem uma série de eventos paralelos, como coquetéis, almoços e jantares. Estive no italiano Barolo, nos Jardins, para conhecer mais sobre o Sheraton Maldives Resort&Spa, representado no Brasil pela Boarding Gate. Também tive um jantar espetacular no estrelado japonês Kinoshita, para conhecer outras propriedades nas Maldivas, desta vez o Joali Maldives e Joali BEING. Um convite da agência de RP, Spoke, que também representa outros hotéis e destinos, como o Bal Harbour Shops, em Miami.
No Kinoshita, para o jantar do JoaliCom Flavia Pacheco, da Spoke RP
A marca Belmond também ofereceu uma festa animada, com direito a bandinha de Carnaval e um robô gigante recepcionando os convidados. Já o Las Ventanas al Paraiso, A Rosewood Resort, hotel de luxo em Los Cabos, no México, organizou um almoço para a imprensa no Taraz, restaurante que leva a assinatura do chef Felipe Bronze no Rosewood São Paulo. A Leading Hotels of The World também organizou um evento no Fasano para receber convidados.
Festa da BelmondNo Rosewood, certamente um dos hotéis mais sofisticados de SPO restaurante Taraz
Festa de Encerramento da ILTM 2023
A tradicional festa de encerramento da ILTM aconteceu no Hotel Unique, um dos melhores da cidade. O coquetel teve apoio do Turismo de Madri, com o tema “Madrid, mi amor”. Certamente foi uma noite de festa entre os profissionais do turismo, após uma semana intensa de muito trabalho.
Festa de Encerramento da ILTM, de fato uma das mais animadasBar da festa no UniqueEncerramento ILTM 2023Eduardo Maia, do O Globo, Daniel Ribeiro, do Ovo Idéias, e Shoichi Iwashita
Em 2024, a ILTM Latin America voltará a acontecer no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera entre os dias 7 e 10 de maio. Certamente o YMG! estará lá novamente!
Nesta semana de Dia das Mães, preparamos um post especial contando histórias de mães e filhos que trabalham juntos na gastronomia brasileira. Sabemos que conciliar a vida profissional com a pessoal é uma tarefa difícil, e quando trabalhamos com alguém da nossa família então, a dificuldade pode aumentar ainda mais! Mas, certamente, as mães são fonte de inspiração para os filhos que decidem seguir seus passos na carreira. Vamos conhecer mais destes personagens abaixo!
Eduardo e Teresinha Araújo, do Café 18 do Forte – Copacabana, Rio de Janeiro
Inaugurado em 2010 pela quituteira Teresinha Araújo, o Café 18 do Forte, localizado dentro do Forte de Copacabana, fica de frente para um dos cartões-postais cariocas mais famosos do mundo, a Praia de Copacabana. Naquela época, Teresinha era famosa por vender seus doces para todos que ali passavam. O sucesso foi tanto que a sócia acabou abrindo uma mini porta, por onde eram comercializadas as delícias produzidas por ela. Aos poucos, o pequeno empreendimento foi se expandindo de tamanho e de cardápio.
Teresinha AraújoEduardo Araújo
Foi quando, em 2016, seu filho, Eduardo Araújo, também sócio do Quartinho, Pope e Chanchada, resolveu se unir à sua mãe, assumindo o negócio da família. “No início não foi nada fácil equilibrar questões familiares com profissionais, assim como o choque cultural. Afinal, são duas gerações distantes e diferentes comandando o lugar. No entanto, o que fez a gente se unir ainda mais foi o propósito, de fazer o Café 18 ser uma experiência completa”, conta Eduardo. De lá pra cá, a casa foi se reinventando e hoje é conhecida como um dos principais programas do Rio para tomar café da manhã com uma vista privilegiada. Além disso, o Café 18 do Forte também oferece brunch e almoço, com pratos variados.
Renata Araújo no Café 18 do ForteÓtimas opções de drinques para seu almoço
End: Forte de Copacabana (Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana) – Praça Cel. Eugênio Franco, 1 – Copacabana
Luiz Fernando Ferreira e Tereza Vilela, do Fuska Bar2.0, no Humaitá, Rio de Janeiro
Ponto de encontro de artistas antenados, o Fuska Bar2.0 abriu as portas há mais de 30 anos, na rua Capitão Salomão, no Humaitá. Comandado por Tereza Vilela e seu filho Luiz Fernando Ferreira, o bar ficou conhecido por suas mesas simples na calçada, cerveja bem gelada e programação musical variada. O nome da casa é inspirado no carro e no seu tamanho, claro. São 20 metros quadrados, mas a esquina é como coração de mãe: sempre cabe mais um. Tereza supervisiona a cozinha e é a responsável pelas receitas junto do chef Elmo Oliveira. Já Luiz, chegou em 2015 para assumir o empreendimento ao lado dos pais.
Luiz Fernando e Tereza
Após o falecimento do pai de Luiz, em 2017, o Fuska ganhou uma turbinada e virou 2.0, com uma agenda com apresentações que vão do jazz ao samba. Não à toa, está sempre lotado nos fins de semana. Além disso, o bar também teve a iniciativa de apoiar peças de teatro, o que acabou transformando o botequim em destino de personalidades do mundo das artes.
End: Rua Capitão Salomão, 52 A, Humaitá
Bel Costa e Isabela e Manoela de Faria, do Restaurante Refúgio, em Paraty, RJ
Em frente ao mar, vizinho ao cais de Paraty, em uma daquelas belas casas coloniais está o restaurante Refúgio. A casa que surgiu de uma história de amor entre a paulistana Bel Costa e o caiçara paratiense, Zé Paulo, hoje é comandada por três mulheres: Bel, a mãe e chef, e as filhas Isabela de Faria e Manoela de Faria. Ou seja, o Dia das Mães é sempre de trabalho (e satisfação) para o trio. Juntas, elas aprimoram receitas regionais e mediterrâneas que atravessam gerações. Além de unir o tradicional ao novo, sempre valorizam os pequenos produtores locais, ingredientes orgânicos e frutos do mar selvagens, pescados na baía de Paraty, por pescadores que traçam suas próprias redes e pescam de canoa ou por apneia. Na decoração do Refúgio, estão peças de artistas nacionais e outras produzidas pela própria Bel, que tornam o ambiente ainda mais acolhedor e cheio de personalidade.
Bel Costa e as filhas Isabela e ManoelaRestaurante Refúgio, em Paraty
Portanto, todos estes fatores, somados à força materna e empoderamento destas mulheres, além, é claro, de boas receitas, fazem deste restaurante em Paraty um sucesso há 30 anos!
Gina von Hertwig, Christian e Luciana, da assessoria de imprensa Gina
Já que estamos falando de chefs e empresários tomamos a liberdade de incluir também esta querida família. Em 1991, a empresária Gina von Hertwig criou, em São Paulo, sua agência de assessoria de imprensa com o próprio nome e focando em gastronomia, enogastronomia e hotelaria. Competente e com olhar certeiro, Gina logo se tornou um dos principais nomes desse mercado. Hoje, ela tem ao seu lado os dois filhos, Christian e Luciana, para juntos dar consultoria de comunicação a dezenas de clientes. Entre eles, por exemplo, os italianos Luce e La Serena. Ou seja, das redes de fast food aos restaurantes mais autorais. “Trabalhar com eles é um desafio muito gratificante. São talentos diferentes com o mesmo objetivo. Buscamos o sucesso, a realização pessoal, geramos empregos, pagamos impostos e contribuímos dessa forma para um mundo melhor”, diz a “chef”. Por sinal, o almoço desse domingo vai ter um brinde ainda mais comemorativo: Antônio, o recém nascido filho de Luciana, é o novo integrante dessa receita.
Então, estas foram as histórias de mães e filhos que trabalham juntos na gastronomia brasileira, e certamente fazem um ótimo trabalho. Feliz Dia das Mães!
End: Praça da Bandeira, 5 – Centro Histórico, Paraty – RJ
Mais uma dica gastronômica imperdível em São Paulo! Fui conhecer o Huto, japonês estrelado em Moema, do restaurateur Fabio Yoshinobu Honda. Aberto em 2007, ganhou uma estrela Michelin no ano de seu nascimento, e que se mantém até os dias de hoje. Com ambiente pequeno e intimista, o restaurante oferece tanto o omakase (menu degustação japonês) quanto opções à la carte. De fato, a experiência fica ainda mais exclusiva ao sentarmos no balcão, onde podemos acompanhar de perto o trabalho minucioso do chef. Além disso, o Grupo Huto conta com duas outras casas em SP: Huto Kohi, no Itaim, e Huto Izakaya, em Campo Belo. Portanto, veja abaixo mais detalhes deste japonês formidável em São Paulo.
Pupilo de Jun Sakamoto, Fabio Honda trabalhou por seis anos com o renomado chef japonês, com quem certamente aprendeu muito. Assim, construiu sua identidade própria e abriu, em 2007, o Huto, em Moema. Apesar de também cozinhar, quem comanda o restaurante no dia a dia é o talentoso chef Sergio Miyai.
Chef Sergio Miyai do Huto
O ambiente do Huto é elegante e discreto, com paredes de pedra. Além de algumas mesas no salão, há o balcão, onde escolhi sentar, e algo que adoro fazer em restaurantes japoneses, para acompanhar de perto todo o trabalho dos sushimen. O chef Sergio, inclusive, nos mostra os peixes frescos que serão servidos no menu.
Jantar no balcão do HutoPeixes frescosHuto: premiado japonês em Moema
Menu Omakase do Hotu
Neste japonês estrelado em Moema, são três opções de omakase, sendo o I com cinco pratos e oito sushis, o II com dois pratos e quinze sushis variados, e o III, no qual o chef escolhe o que será servido, de acordo com o que está disponível no dia.
Menu omakase incrivel do HutoRisoto de uniPratos surpreendentesCertamente uma experiência gastronômica
Entre os sushis, uma seleção dos mais frescos como carapau, barriga de salmão, e algumas iguarias, como, por exemplo, o bluefin toro e mekajiki. Já entre os pratos, as vieiras canadenses e o delicado risoto de uni e yuzu surpreenderam. Os menus omakase também contemplam sobremesas, como os tradicionais motis recheados, feitos com massa de arroz. Aliás, vale mencionar também as belíssimas louças de cerâmica onde são servidos os pratos.
Há, claro, bluefin toroPeixes com muita qualidade no HutoMoti: clássico bem feitoSobremesas incríveis servidas em louças de cerâmica
De fato, uma experiência gastronômica japonesa irretocável neste estrelado em Moema!
Fomos descobrir uma recente experiência gastronômica que leva a assinatura do renomado chef Bruno Katz! O novo asiático no Jardim Botânico, Katz-su, chega com uma proposta diferente ao bairro, com ambiente descontraído e a mistura dos sotaques cariocas e asiáticos com as gastronomias tailandesa, coreana e japonesa como pilares. Além disso, a carta de drinques é assinada pelo premiado Daniel Estevan. Certamente um lugar que promete ser precursor na cultura oriental, trazendo pratos que se descolam do tradicional.
O espaço do Katz-Sū tem capacidade para 88 pessoas e uma decoração toda no estilo industrial, com tubulações aparentes, pé direito alto, aço nas cadeiras e alumínio na fachada. Enquanto isso, a varanda conta com teto retrátil e bancos laterais de madeira.
Ambiente interno do Katz SuVaranda do novo asiático no Jardim BotânicoRenata Araújo no Katz SuBar do Katz SuAmbiente interno do Katz-Su
Entusiasta da cozinha oriental, Bruno Katz já usava ingredientes e técnicas em alguns preparos nas outras casas que comanda (Nosso e Chanchada) e, agora, consegue dar protagonismo a uma das culinárias que mais gosta.
O cardápio do Katz-Sū
O menu faz um verdadeiro passeio pela Ásia com pratos contemporâneos que agradam a todos os gostos. Destaque para a seção das entradas, com diversas opções saborosas ideais para compartilhar. Portanto, entre as sugestões estão o Ceviche Pan Thai (R$38), um tiradito de peixe branco com leite de tigre tailandês, capim limão, abacate, pimenta dedo de moça e azeite verde, e o Hommus de edamame com wasabi sob conserva asiática de cogumelos com pão pita (R$36). Também pirei no Atum Picado do Koma (R$44), tataki de atum, com farelo de tempura, furikake, oleo de gergelim, cebolinha e gochungaru e a Costeleta de milho (R$29) com manteiga de missô coreano e mel.
Atum picado de KomaHommus de edamameCeviche Pan Thai
Vale mencionar também as Asinhas Ling (R$41), asinhas de frango frita, glaze de gochujang picante e furikake e o Harumaki Fuji &Okinawa (R$43) com camarão, porco, kewpiae, molho katzsu, pó de nori e katsobushi. Ou seja, de fato o difícil vai ser decidir entre tantas opções apetitosas. Já entre os principais (disponíveis a partir das 15h), há o Arroz frito de porco (R$55) com ovo 63º gohan, kimchi, cenoura, milho, acelga e maionese kewpie, e a Macarronada Katz-Sū (R$58) com ragu de costela, gochujang, nori, gema curada, cebolinha, picles e gergelins.
Adorei esse milho crocante!O harumaki certamente é uma ótima pedidaA macarronada do Katz Su
Além disso, de terça a sexta-feira, há o menu executivo, de 12h às 15h. Quem optar por ele ganha uma soda e, por um valor adicional, pode degustar um dos sorvetes do dia.
Doces e drinques
As sobremesas também seguem o conceito do menu, e a Banana split no missô (R$27), por exemplo, chega à mesa acompanhada de doce de leite com missô, farofinha de amendoim e sorvete de chocolate belga. Além disso, há também os sorvetes e sorbets feitos na casa, nos mais variados sabores, como melona com gengibre e limão, maracujá com capim limão e rabanada asiática, com croutons de doces de sourdough, nibs e doce de leite de missô.
Enquanto isso, para beber, a carta de drinques elaborada pelo mixologista Daniel Estevan também conta com influências orientais. O Collins Nero (R$22) por exemplo, leva gim, limão siciliano, calda de açúcar, conserva de gengibre nero e água com gás. Já o Sour do China (R$24) é feito com gim, purê de pera, limão taiti e matchá. Há também opções de saquê, vinho, batida, cerveja e chope.
Drinques bem elaborados no Katz SuÓtimos drinques no Katz SuTavinhu Furtado, do Maior Viagem, Renata e Daniel Estevan
Portanto, para quem busca uma refeição autêntica e original, o novo asiático no Jardim Botânico é o lugar perfeito!
End: Rua Von Martius, nº 325, loja F – Jardim Botânico
Aberto em 2020, o Luce é um simpático restaurante italiano na Oscar Freire, uma das ruas mais movimentadas e elegantes dos Jardins. Portanto, muito bem localizado. Com ambientes aconchegantes, oferece uma gastronomia moderna mas revisitando clássicos do país da bota, sob o comando do chef executivo Marcelo Schomer (que já passou pela cozinha do Hotel Emiliano e de restaurantes renomados na Espanha). Certamente um lugar descontraído, onde você vai comer bem! Além disso, conta com ótimos drinques autorais, e carta de vinhos!
O projeto arquitetônico é de Rodolfo Yamamoto (Roya Arquitetura), que buscou inspiração em Capri para criar os ambientes das casas, tanto dos Jardins como a de Higienópolis. A varanda, salão e bar são totalmente integrados. Aliás, o belíssimo bar é ideal para tomar um drinque enquanto você espera a sua mesa, caso o restaurante esteja cheio.
Entrada do LuceO belo bar do Luce, italiano na Oscar FreireSalão do Luce
Todas as massas, farinhas e insumos utilizados nas receitas vêm direto da Itália. No menu, entradinhas muito saborosas, como, por exemplo, a Burrata a legna (R$76), com mortadela de Bologna IGP com pistache, pesto e limão siciliano. Há também a focaccia, e a Lasanha Bites (R$53), cubos de lasanha de espinafre e mozzarella de búfala com dip de tomate San Marzano. Aliás, destaque para as louças próprias do restaurante, que são lindas e deixam a experiência ainda mais rica.
Focaccia para começar o jantarA Burrata, de fato é uma ótima opção de entrada
Entre os principais, apostei em um dos carros-chefe do restaurante, o Luce Signatures Gnocchi (R$79), gnocchi de cebola caramelizada com fonduta de Pecorino, salsa de trufas, cebola brulée e crocante de pão, e ainda gratinado no forno a lenha. Há opções de peixes, carnes massas de fermentação natural assadas no forno a lenha importado da Itália, e pizzas.
Adorei o gnocchi do LuceGnocchi de cebola caramelizada e Filet do Luce
Sobremesas e bebidas do Luce
De sobremesa, destaque para a Banoffee (R$45), banana assada no forno a lenha, gelato de baunilha artesanal, crumble de avelãs e marshmallow fatto in casa, finalizada com calda de caramelo, e servida na própria casca da fruta. Para encerrar a refeição, nada mais italiano que uma dose de limoncello, digestivo típico! O restaurante italiano na Oscar Freire também conta com ótimas opções de drinques, tanto clássicos como autorais, como, por exemplo, o Florense (R$42), que leva rum envelhecido, mel de Jerez, vermute Rosso e Bitter Angostura.
Renata Araújo com o drinque no LuceLimoncello no Luce
Recentemente, os donos também abriram o Panifício Luce, nos Jardins, restaurante que tem o pão como protagonista, com opções para o dia inteiro. Desde o café da manhã, passando pelo happy hour até o jantar, há opções de pizzas, sanduíches, massas. Ou seja, já fiquei animada para conhecer mais uma opção gastronômica nos Jardins.
Dia das Mães no Luce
Já no domingo de Dia das Mães, o Luce vai oferecer um jantar harmonizado com vinhos da vinícola Antinori. A Antinori Experience, servido nos dois endereços (Oscar Freire e Higienopolis), será um menu em 4 tempos (R$580 por pessoa), com receitas do chef Marcelo Schomer (Emiliano e os espanhóis Calima – Madrid e Abac- Barcelona). É necessário fazer reservas pelo telefone: (11)-994574554.
End: Rua Oscar Freire 45. Panifício Luce – Alameda Tiete 151.
Fomos conhecer o premiado bar no Baixo Gávea: o Brewteco. Foi inaugurado há quase 12 anos pelo empresário Rafael Farrá e seu grupo de amigos, e é sinônimo de cerveja gelada e aquela energia carioca. Além disso, o Brewteco tem também unidades na Barra, Botafogo e Tijuca e é conhecido pelas centenas de chope. Na unidade do Baixo Gávea são 36 torneiras dos mais variados sabores e níveis.
Ideal para um encontro com amigos, seja no almoço ou fim de tarde, o Brewteco tem um dos chopes mais cobiçados do Rio e tem um ambiente super agradável e espaçoso. O bar conta também com varanda e mesas do lado de fora e com atendimento muito simpático, ágil e solícito. Em conversa com o sócio Rafael Amaral, foi explicado que o segredo para o sucesso do bar é a diversidade, que claramente reparei na minha ida. Além disso, na parte de cima do Brewteco, tem o novo rooftop Rufi, que são servidas pizzas a partir das 17h, um bar com variados drinques e música ao vivo diariamente. Válido constar que o nome faz uma brincadeira com boteco e “brew” -tradução: brassar-
Atendimento ágil no BrewtecoRooftop RufiO Brewteco
O menu
O bar conta com uma variedade de petiscos, sanduíches, saladas e, claro, pratos para compartilhar como carnes da parilla, feijoada, picadinho de carne… De entrada, apostei na porção de pão de alho, no delicioso bolinho de arroz com queijo e geléia de pimenta e, o que não pode faltar em uma ida no Brew; os pastéis. O escolhido foi o de costela com queijo mas também tem ótimas opções como de costelinha suína com barbecue, queijo com cebola e camarão com alho poró.
Claro que não desperdiçaria provar uma das pizzas do rooftop, uma boa pedida é a de marguerita artesanal. Além disso, tem diversos sabores como pesto, calabresa, 4 queijos, pepperoni e abobrinha. Importante citar que tem várias opções vegetarianas ótimas.
Finalmente, de sobremesa, o Brewteco reúne deliciosas opções, das clássicas até as mais requintadas. Optei pelo clássico brownie com sorvete e calda de chocolate, que é perfeito para quem gosta do básico bem feito e também, a rabanada de doce de leite com sorvete de canela que estava incrível. Além disso, dispõe de brigadeiro de colher, pudim, banana split e picolés. Ou seja, vale muito a pena reservar um espaço para experimentar uma das sobremesas apetitosas de lá.
Brownie e Rabanada do BrewtecoSobremesas de dar água na boca
O bar
Provei alguns chopes diferentes que eles tem parceria, por exemplo, o Golden Hour e o Begê, ambos com 4,5% de teor alcoólico. Entretanto, o Brewteco possui uma variedade imensa de chopes, na unidade da Gávea, são 36 torneiras. Tem chopes leves de 4% de teor alcoólico mas também opções de 7,5% a 9%, para quem é fã de chopes mais fortes. Além disso, claro, a carta de drinques e vinhos é super extensa e dispõe dos clássicos como negroni, gi tônica, aperol, moscow mule, mojito, de batidas da casa e caipirinhas autorais diferentes.
Chope Golden Hour do BrewÓtimos drinques no Baixo Gávea
Então, é claro que vale a ida no Brewteco, um autêntico bar e um patrimônio do querido Baixo Gávea. Portanto, já quero voltar para experimentar mais do cardápio!