Em minha recente viagem à California, tive a chance de experimentar dois ótimos restaurantes em Santa Monica, uma das áreas mais agradáveis de Los Angeles. Vida cultural, ótimos shoppings e uma qualidade de vida de uma cidade do interior, com seu calçadão amplo e agradável e sua praia linda e extensa, banhada pelo Oceano Pacífico.
As opções de restaurantes são inúmeras, e fui convidada para conhecer dois que destaco neste post.
Restaurante-bar com clima intimista na Ocean Av, de frente pra praia e literalmente AO LADO do hotel em que fiquei hospedada, o descolado Shore Hotel, estilo boutique.
O restaurante se destaca pelos ingredientes frescos e pela preocupação no cardápio, já que nenhum prato passa de 475 calorias. Ótima ideia, não?
Começamos o jantar com duas sugestões do garçom: uma deliciosa sopa de feijão branco, já que estava meio frio, e um breadstick de lagosta, tipo uma pizza branca, bem boa!
Depois, partimos pros principais: camarão grelhado com risoto de açafrão e filé mignon com cogumelos e espinafre. Tudo ótimo!
E não dá pra esquecer: adorei a apresentação das sobremesas, todas em mini potinhos e também muito saborosas!
No dia seguinte, o almoço foi italiano, em um dos pontos turísticos mais conhecidos: o Píer de Santa Monica.
Reformado há pouco, oferece uma culinária italiana autêntica, o que foi comprovado com seus pratos deliciosos: salada caprese, spaghetti ao pomodoro e ao vôngole.
De quebra, uma linda vista para o Píer e para a praia. Ideal para almoçar em um agradável dia de sol! Nada difícil em Santa Monica, by the way.
Comandado pelo chef holandês Richard Ekkebus, recebeu duas estrelas Michelin e consta na lista dos 50 melhores da Ásia, com um cardápio de culinária francesa contemporânea, mas com influência também da própria cidade.
Com decoração arrojada e ambiente vivo, deixando as luzes encherem o recinto pela manhã e com um teto artístico, aposta também na privacidade luxuosa para conquistar seus clientes.
O restaurante é ponto fixo de reuniões desde o café da manhã – servido à la carte diariamente – e também frequentado por turistas de passagem por Hong Kong, não necessariamente hóspedes do hotel.
Nosso jantar começou com uma saborosa amuse bouche com delicados mini raviólis.
Em seguida provei o pato com foie gras, perfeito!
E de principal, scallops with black truffle, vieira com trufas, simplesmente divino!
Meu marido pediu sea bass (nosso robalo), também muito saboroso, segundo ele.
De sobremesa, mergulhamos em um fondant de chocolate, absolutamente delicioso!
Ah, e não posso esquecer também dos simplesmente maravilhosos pirulitos de foie gras que experimentamos por lá!
Sem dúvida, o melhor jantar de Hong Kong, que vai deixar saudades. E ainda com serviço atento e uma super elegância!
Um restaurante que dialoga muito bem com o luxo e a descrição da marca asiática Mandarin Oriental!
Na semana passada, o You Must Go! foi convidado para um encontro de blogueiros promovido pela LATAM Airlines, que aconteceu no maravilhoso Hotel Windsor Atlântica.
O objetivo do evento era promover os destinos da América do Sul e provocar um intercâmbio cultural sobre moda, viagem, cultura e gastronomia. Antes de qualquer coisa, porém, fomos convidados a visitar a cobertura e apreciar a vista mais que privilegiada do pôr do sol de Copacabana na cobertura do hotel.
Outra finalidade dessa reunião era fazer uma ligação entre bloggers de nacionalidades diferentes. Para isso, houve a participação da RP da LATAM, a super calorosa Megan Kat, e dos blogueiros americanos donos dos sites Ann Street Studio, The Glamourai, Jaunted e What’s Gaby Cooking, todos muito simpáticos e já apaixonados pelo Rio!
Para animar ainda mais a conversa, não haveria melhor lugar para ela acontecer do que no Alloro, o restaurante do Windsor comandado pelo chef Luciano Boseggia e que já foi eleito duas vezes o melhor italiano do Rio.
Começamos muito bem, com couvert e, de entradas, salmão marinado com limão siciliano e laranja e ravióli de mozarela de búfala, com tomate e manjericão.
De prato principal, as opções eram cherne em crosta de amêndoas e risoto de limão siciliano ou filé mignon com cogumelos e batatas rusticas. E devo dizer que todos os pratos ficaram rapidamente vazios!
De sobremesa, para os mais saudáveis, havia um leque de frutas da estação. Já para quem resolveu esquecer um pouco das calorias, “Fantasia de sobremesas”, uma amostrinha de diferentes delícias doces do restaurante.
O resultado final, é claro, foi um jantar delicioso e uma noite cheia de recordações. E o Windsor ainda conseguiu tornar tudo melhor com bom serviço e até mimos para todos os presentes!
Este post tem o intuito de reletar as novidades gastronômicas no Rio.
Com o novo ano, algumas marcas resolveram inovar também em seus cardápios, adaptando-os às novidades e ao clima da cidade maravilhosa. Reunimos algumas das nossas preferidas abaixo!
O chef Pascal Jolly lança receitas leves e tipicamente francesas neste verão, para o Chez L´Ami Martin. De entrada, indica ceviche de atum, com vinagrete de maçã verde e torrada, e salada de frutos do mar, de receita autoral do chef. Para o prato principal, as sugestões são: o famoso bijupirá da casa, servido com bananas da terra, arroz basmati perfumado ao capim limão e molho belle meuniére, ou o risoto de limão siciliano, acompanhado de vieiras e camarões grelhados. Para finalizar, a dica é o macarron com recheio de Nougat gelado, servido com calda de frutas vermelhas e frutas frescas.
Se japonês for o que te interessa, o Minimok acaba de lançar seu Menu Experimente. Entre as novidades, entradas, como o sunomono de camarões de harusame e o tartare de salmão. Para acompanhar, saquês da estação, como o Ozeki Junmai Hana Awaka sparkling, que vem em sua garrafinha rosa, e o super rótulo Wakatake Tokubetsu Junmai Genshu. Pra melhorar, outra novidade na filial do Leblon é a opção do cliente fazer a degustação de três tipos de saquê premium, com três shots de rótulos distintos.
Pra quem prefere comida chinesa, no Mr. Lam as sugestões do momento começam com os rolinhos tropicais, releitura do primavera, mas feitos com massa finíssima de arroz importada da China, super crocante e de recheio gostoso (de camarões com creme de abóbora). O prato principal, Frango Lima Limão, vem em tiras finas, é empanado em farinha de arroz e regado por um molho cítrico feito com três tipos de limão e espumante. De sobremesa, uma degustação de oito dos 15 sabores de sorvetes feitos artesanalmente.
Ainda tem a opção tailandesa, o Sawasdee Bistrô, que tem como nova estrela o macarrão celofane. Bem fininho e quase transparente, é feito de soja verde não contém glúten. O chef Marcos Sodré criou para as entradas os crazy noodles, feitos do levíssimo macarrão e servidos sobre uma folha de alface, com picadinho de porco ao curry vermelho e salsa de tomates no topo. Por lá eles também servem frutos do mar ao curry de abóbora e farofa de alho, e, para um final adocicado, cocada Butterscotch (um tipo de caramelo) com calda de maracujá.
Já com o chef Felipe Bronze, as novidades de verão vêm em dose dupla. Nos menus degustação do Oro, chegam as “nitrocaipirinhas”, de frutas brasileiras, e o “leite fermentado”, entrada fria feita à base de leite desnatado fermentado. Entre os principais, há o “Um dia na praia”, homenagem do chef ao Rio de Janeiro, que une biscoito polvilho apimentado (servido sobre maionese defumada), queijo coalho crocante com espuma de queijo coalho queimado, camarão empanado servido frio, pó de amendoim tostado e manjubinha (filé em salmora e espinha desidratada e frita, super crocante), além de uma espuma de mate com limão nitro congelada.
No outro restaurante do chef, o Pipo, que fica pertinho da praia do Leblon, a aposta é nos petiscos bem cariocas e drinques deliciosos. Entre as sugestões, destaque para o mini temaki de atum; os pastéis, de carne seca com pupunha e pimenta dedo de moça; e o queijo Serra da Canastra. Entre os sanduíches, há o Mc Pipo, feito com carne Angus, queijo Canastra, picles de maxixe e cebola; o Ostrix, com ostras crocantes, maionese de ostras, limão siciliano confit e cebola roxa; e o Camarones, com camarões, maionese de gengibre, funcho e abacate. Nos drinques, o restaurante coloca toques bem brasileiros, como na CaipiPipo, feita com limão, rapadura, especiarias e cachaça, e no Gin Tônico, preparado com Hendrick´s, maxixe e especiarias. Para quem preferir cerveja, a boa é experimentar as artesanais da casa: Pipo Summer Ale e Pipo Pale Ale.
No Q, por outro lado, o cardápio foi reformulado pela nova chef Sara Lubliner, trazendo oito novas receitas. Para começar, manjubinha crocante com quiabo e maionese de abacaxi picante e croquete de rabada servido empanado em polenta, acompanhado de coulis de agrião e mostarda Dijon com melaço. De prato principal, tagliatele vegetariano de legumes, com palmito pupunha ao leite de castanha de caju, e risoto de pitu com manteiga de coral e legumes. Entre as carnes, bife rolê com purê de aipim e ratatouille brasileira, e rosbife de filé mignon, servido com um denso molho e acompanhado de risoto de banana da terra, queijo minas e abobrinha. Para terminar bem, pudim de doce de leite argentino, servido com calda de açúcar mascavo, limão e lascas de coco torrado.
O Quadrucci é outro que chega cheio de cor e leveza em novas receitas assinadas pelo chef Ronaldo Canha. Como entrada sugerida, vinagrete de frutos do mar, com polvo, mexilhão, camarão e lula temperados com pimentões e mergulhados em um leve molho cítrico. Para os principais, os peixes, com destaque para o cherne grelhado, servido com mousseline de batata baroa, manjericão, farofinha crocante por cima e acompanhado de um levíssimo gratinado de pupunha. Encerrando, salada de frutas marinada em gengibre e hortelã e finalizada com chantilly de cardamomo, sem adição de açúcar.
Agora, para quem realmente preza pelos doces, aMil Frutas acaba de lançar sua nova coleção, de sabores artesanais, sem adição de corantes e conservantes, sem gordura hidrogenada ou aditivo químico. Apostam em sabores como chocolate branco com maracujá, figo com água de coco, limão siciliano com framboesa, abacaxi com hortelã e o recém-lançado tutti fruti.
Se, por outro lado, o seu negócio for brigadeiro, Fabiana D’Angelo criou uma coleção que mescla frutas aos tradicionais docinhos. Pioneira na produção de brigadeiros premium, oferece os bombons de uva e de morango, em que a própria fruta é o principal ingrediente do recheio e, junto do brigadeiro, é envolta por uma fina camada de chocolate. Já os brigadeiros em formato tradicional podem ser de limão, com o doce branco misturado a raspinhas da fruta, ou com cereja, em que a própria é “embrulhada” por brigadeiro preto.
Uma noite em que a protagonista foi a música. Na verdade, uma maratona em função dela, já que nossa saída do hotel foi ao meio-dia, já devidamente emperequetados, rumo ao Staples Center, em Los Angeles, para ver os pré telecasts, parte do evento que não é televisionada e premia categorias de menor interesse para o público. A apresentadora foi a cantora Cindy Lauper, engraçadíssima, por sinal.
Depois, tivemos um intervalo de uma hora para comer pelas redondezas, a parte mais curiosa do dia, quando mulheres de longo e homens de black tie se acotovelam devorando hambúrgueres e cachorros quente. Glamour passa longe…
Finalmente é hora de entrar no grande evento do Grammy! Há sempre que enfrentar uma certa fila e seguranças bem equipados.
Foram mais de 20 atrações musicais, com destaque para os grandes ganhadores da noite: a dupla francesa de produtores Daft Punk, ao lado do rapper Pharrell, que fez todos se levantarem com seu desempenho ao vivo!
Se apresentaram ainda Madonna, em meio a um emocionante casamento coletivo entre gays e simpatizantes, comandado por Queen Latifah e ao som de “Same Love”, nas vozes do rapper americano Macklemore e da cantora Mary Lambert.
Taylor Swift, linda ao piano, cantando sua música All Too Well de forma intensa.
Katy Perry, Bruno Mars, Beyoncé, que abriu a premiação com o marido Jay Z, entre outros. E só mesmo o Grammy para reunir os ex-BeatlesPaul McCartney e Ringo Starr, representando a banda homenageada com o prêmio Lifetime Achievement! Emocionante!
Mas um dos momentos mais excitantes da noite foi ver Pink se transformar numa trapezista olímpica, sem rede de proteção e com a ajuda luxuosa dos convidados vips e dos próprios artistas. Um número para ficar na história.
Na sua edição número 56, o Grammy consegue, fácil dizer, a difícil proeza de se renovar e apresentar o novo ao lado de lendas vivas. Uma noite para não esquecer jamais.
O Grammy, maior premiação da música americana, acontece este fim-de-semana e, mais uma vez, eu tenho a felicidade de estar em Los Angeles para assistir o evento todo! A cantora e compositora Carole King foi a homenageada no Person of the Year, primeira parte da premiação, que aconteceu na sexta feira, dia 24.
O evento ocorreu em um jantar chiquérrimo no Los Angeles Convention Center, no centro. Uma noite emocionante, regada por música e frequentada por famosos – como Tom Hanks e Yoko Ono – e milionários, com caixa e bala na agulha, capazes de fazer o bem para quem precisa.
Antes do show, houve o leilão de recordações, viagens, carros, etc., que arrecadou mais de U$5 milhões de dólares em prol da ONG Musicares, uma entidade sem fins lucrativos que ajuda artistas aposentados e/ou com problemas financeiros.
A entrada da sala do leilão
Depois, vieram os shows apresentando o repertório da cantora americana, que tem 28 álbuns em 56 anos de carreira, além de ser reconhecida por suas obras de caridade. O destaque ficou para a maluquinha Lady Gaga, em uma performance absolutamente extasiante de “You’ve got a friend”.
Alicia Keys também fez bonito e cantaram ainda Gloria Stephen, Pink e, obviamente, o parceiro de toda vida James Taylor, entre outros. Uma noite para ficar na memória!
Quando se fala em Bariloche, se pensa em estações de esqui. Mas recomendo muito, muito mesmo, visitar a cidade na primavera e verão, porque as flores deixam os visitantes maravilhados com as cores, variedade e abundância. Portanto, leia o post a seguir e confira nossas dicas de hotelaria, gastronomia e passeios turísticos e descubra o que fazer em Bariloche, na Argentina.
Não é uma época quente – estamos falando de Patagônia! – e nem tão fria quanto no inverno, os dias são bem mais longos, fazendo com que se possa aproveitar a cidade até mais tarde, e o azul do céu combinando com os tons de azul e verde dos lagos ficarão gravados na retina para sempre.
Nos hospedamos no perfeito Hotel Tres Reyes, bem em frente ao Lago Nahuel Huapi. A vista do salão do café da manhã é de cair o queixo! Aproveite para desfrutar da excelente refeição admirando o principal cartão postal da cidade. Existem ainda várias opções de hospedagem na Av. Bustillo, também em frente ao lago, hotéis lindíssimos, mas um pouco mais afastados do Centro Cívico, que é o coração de Bariloche.
O Tres Reyes fica numa rua transversal à Calle Mitre, onde o comércio se concentra. Estávamos colados à irresistível Rapa Nui Chocolates e diversos restaurantes, farmácias, agências de viagem e casas de câmbio. Para chocolates um pouco mais em conta, a enorme Chocolates del Turista também é uma ótima opção, costumam dar 10% de desconto em todos os itens. Ainda no centrinho da cidade, a bonita rua V.A. O’ Connor é menos conhecida, mas não menos bonita. Lá está a belíssima Catedral Nuestra Señora del Nahuel Huapi, que vale conferir.
Passeios em Bariloche
Nosso primeiro passeio pelos arredores foi ao imperdível Cerro Otto. O quiosque onde se compra o ticket para o teleférico também ficava muito próximo ao nosso hotel na Calle Mitre. Chegando na base da montanha, não pense muito: embarque no teleférico e aprecie a vista fantástica. Por que não pensar? Porque você vai subir 1405 metros e o vento pode fazer o teleférico parar no meio da subida! Você fica suspenso, esperando o vento dar um tempo e o teleférico continuar a ascensão. Dá um frio na barriga, mas a paisagem vale muito a pena!
Lá em cima, entre na Confeitaria Giratória, onde poderá almoçar e ter a oportunidade de ver essa paisagem deslumbrante rodando em 360 graus. Sensacional!
Cerro Campanário – dicas de Bariloche
Outro passeio maravilhoso foi o Cerro Campanário. A “aerosilla” é bem mais tranquila de subir, porém a vista consegue ser ainda mais espetacular. Lá do alto a gente vê as montanhas com picos cobertos de neve emoldurando os diversos lagos. É deslumbrante! Como certamente vai estar ventando muito, aproveite o café local para tomar um chocoñac, mistura de chocolate quente com uma dose certa de conhaque para dar uma esquentadinha. De volta ao centro, há a opção de visitar o Cerro Viejo, no km 1 da Av. Bustillo, e de lá pode-se descer num divertido tobogã.
No dia seguinte, fizemos o passeio aos 7 lagos, de tirar o fôlego de tanta beleza. Não sei dizer qual o mais bonito, se o Lago Espejo, o Correntoso, Falkner, Machónico… a todo momento parávamos para admirar as lindas paisagens e tirar muitas fotos. A estrada é cênica do começo ao fim. No Lago Falkner, é possível parar mais tempo e até fazer um piquenique, pois o local tem uma área perfeita para lazer. No meio do caminho fica a famosa e pequenina Villa La Angostura, em Neuquen (já fora de Bariloche).
San Martin de los Andes
Seguindo mais 100 km chega-se a linda San Martin de los Andes. Essa cidade é uma pequena jóia, com casinhas de madeira que parecem de conto de fada, flores gigantescas por todos os lados, restaurantes, praças tão arborizadas que dão a sensação de estar num bosque e tem até praia! Recomendo certamente pernoitar aqui para poder passear com calma pelas deliciosas ruas da cidade, desfrutar os restaurantes e curtir a praia formada pelo Lago Lacar, onde é possível praticar caiaque e outros esportes.
Por fim, em nosso último dia fizemos o tour ao Tronador, vulcão imponente que domina mesmo a paisagem. O passeio consiste em ir até o parque de onde se pode ver o degelo da neve acumulada no vulcão, formando o Rio Manso que deságua no Pacífico. Além disso, demos sorte de pegarmos sol todos os dias, o que fez com que a imagem do Tronador todo coberto de neve contra um céu de azul profundo ficasse ainda mais majestosa.
Atrações em Bariloche
Finalmente, Bariloche oferece ainda muitas outras atrações, como Porto Blest, onde está o tradicional Hotel Llao Llao, o tour à Ilha Victoria e cavalgadas. Por isso, programar no mínimo uns 5 dias é um bom começo. Essa região patagônica é muito rica em paisagens, gastronomia e cultura, dá pra ficar vários dias explorando sem cair na mesmice. O que significa que voltei de lá com um super gostinho de quero mais, já que fiquei 4 dias apenas. E seguramente essa é uma das melhores sensações de uma viagem, quando voltamos tão apaixonados pelo lugar que mal podemos esperar a hora de voltar!
Onde se hospedar: Hotel Tres Reyes
Passeios: Catedral Nuestra Señora del Nahuel Huapi, Cerro Otto, Cerro Campanário, Cerro Viejo, 7 lagos, Villa La Angostura, San Martin de los Andes, Tronador, Porto Blest, Ilha Victoria
Onde comer: Rapa Nui Chocolates, Chocolates del Turista, Confeitaria Giratória
Fomos descobrir o que fazer em Cuba. Havana é uma cidade bonita onde você tem a nítida sensação que o tempo parou. Nela, os carros que circulam são antigos, modelos chiques dos anos 50, alguns em bom estado de conservação, outros não.
Um city tour por La Habana é recomendável para se ter uma ideia da cidade, mas Havana Velha é onde a cidade realmente acontece.
Lá, temos o Museu da Revolução e o novíssimo Museu de Belas Artes. Caminhar por Havana Velha é um programa interessante e culturalmente diferente. O Capitólio Nacional, por exemplo, fica no coração de Vieja. Depois, é seguir caminhando pela ruelas e desfrutar a cidade.
O La Floridita foi um dos bares frequentados por Ernest Hemingway e é um oásis no meio de Havana. Frequentado por turistas, serve o melhor daiquiri da cidade, segundo o escritor, e na Bodeguita del Medio o mojito era o vencedor.
Existem também praças bonitas, em especial a Praça San Francisco de Assis e a da Catedral, bem perto da Bodeguita del Medio e que encanta pela beleza. Há ainda um restaurante onde cadeiras são colocadas ao lado de fora e, além de uma refeição, pode-se ouvir uma legítima música cubana.
A música, aliás, além de ser ótima, é algo de que eles têm muito orgulho. Em quase todos os bares e restaurantes existe um grupo de músicos e cantores que animam seu drink ou jantar.
Enquanto em Cuba, é preciso conferir também a praia de Varadero, que é linda! Uma faixa de areia branca de 20km, água cristalina e sol compõe um cenário perfeito. Resorts e hotéis de várias bandeiras hospedam russos, canadenses e europeus principalmente.
Depois do check in, curta sua praia e relaxe nos all inclusives. Há atividades aquáticas como hobby cat, pedalinho, vôlei e caiaque nas praias dos hotéis. Os restaurantes dos all inclusives servem comida internacional e são ótimos! Vale super a pena!
Uma hospedagem no Hotel Majestic em Roma é garantia de luxo e conforto.
Criado em 1889, o Hotel Majesticé um dos Leading Hotels of the World. Muito bem localizado, fica no centro, sendo o primeiro na charmosa Via Venetto, considerada o Champs Elysee ou a Quinta Avenida de Roma.
Com design de Gaetano Koch, conhecido, naquele tempo, como o príncipe dos arquitetos, se destacou como um dos líderes do setor de hotelaria da região desde aquela época. Nos anos 1920, era escolha padrão de membros da alta sociedade quando passavam pela cidade, por causa de seu conforto e detalhes luxuosos.
Perto de vários pontos turísticos, como os Spanish Steps, a Fontana di Trevi, os Jardins da Villa Borghese e a superchique Via Condotti, recheada de grifes, dá pra explorar andando as redondezas. Dá até para ir à famosa Piazza del Popolo, se você topar uma boa caminhada.
É bem próximo também de ótimas lojas, cafés e restaurantes, como o Colline Emiliane, super tradicional e com ótima comida! Além disso, conta com um restaurante próprio, o Massimo Riccioli Ristorante Bistro, que aposta na excelência de sua cozinha e na tradição das matérias primas, e um bar, também chamado Majestic, que une modernidade e sofisticação em sua atmosfera.
Seu ótimo café da manhã na varanda, com guloseimas apetitosas e um capuccino perfeito, é mais um ponto positivo, acrescentado aos quartos elegantes e de bom tamanho e ao serviço de qualidade.
Esse hotel histórico é, assim, um novo conceito de maravilha italiana!
Quem me acompanha no FB, Twitter e Instagram sabe que estou fazendo um roteiro de viagem pela Ásia, minha segunda incursão pelo continente. Ano passado, pisei pela primeira vez no continente, ao conhecer o Japão, sonho antigo.
Fiquei impressionada com a grandiosidade de Tóquio, sua limpeza, organização e gastronomia nota 10! Fiquei hospedada em dois hotéis maravilhosos: o Mandarin Oriental e o Grand Hyatt.
Depois parti para Kyoto, onde você tem contato com as tradições japonesas e seus templos incríveis! Desta vez o hotel era o Regency Hyatt, o melhor da cidade.
O ano mal começou e a glamurosa cadeia Mandarin Oriental, me convidou para conhecer os hotéis que deram origem à marca: o de Hong Kong e o de Bangkok.
Hong Kong é uma cidade única no mundo, a mais internacional da Ásia, mistura de ocidente e oriente e com muita influência inglesa, o que facilita muito a vida do turista.
O Mandarin Oriental, que completou 50 anos em 2013, tem uma vista maravilhosa para baía, dez restaurantes, sendo que 3 com estrelas Michélin e um spa premiadíssimo.
Depois de passar ali duas noites, me mudei para o The Landmark Mandarin Oriental, hotel bem mais novo, com pouco mais de cem quartos, muito charmoso e elegante, também no bairro de Central, coração financeiro da cidade e de onde dá para ir andando para Hollywood Road, lugar incrível cheio de restaurantes típicos, lojinhas, muitos salões e spas.
Era a hora de dizer adeus à China e partir para a Tailândia! Bangkok é uma cidade cheia de contrastes, suja, bagunçada, porém, mágica. Os tailandeses conquistam qualquer um com seu sorriso cativante sempre a postos. A culinária é sedutora e seus canais, um dos pontos altos da cidade. Fiquei impressionada com a variedade e riqueza dos templos, difícil de descrever em palavras.
O Mandarin Oriental é um dos melhores do mundo! Com um lobby lindo, bem decorado ao estilo tailandês e restaurantes à beira do rio Chao Praya, o hotel tem um spa maravilhoso e barco à disposição dos hóspedes.
A parada seguinte foi Cingapura, em mal cheguei e me apaixonei! Cidade futurista, com arquitetura incrível que faz a gente não saber para onde olhar. Continuo por aqui desbravando este lugar incrível!
O MO, mais uma vez, muito bem localizado, ao lado de grandes atrações da cidade e com uma vista impressionante!
Então continuem me acompanhando nas redes sociais e, em breve, post completo das cidades e dos hotéis!
Nada como começar 2014 já pensando em viajar, algo que quase todo mundo gosta! Então, este post é para incentivar vocês a começarem a fazer planos para este ano da melhor maneira possível. Por isso, aqui estão algumas sugestões de hotéis maravilhosos que fiquei em minhas recentes viagens.
Europa
Paris – a cidade luz nunca tem erro. Linda em qualquer época do ano, é uma das melhores cidades para se andar e apreciar a paisagem no mundo. Se você ainda tiver a chance de se hospedar no Mandarin Oriental, a estadia só melhora! O hotel fica na Rue Saint Honoré, área chiquérrima de Paris.
Madri – cidade também ótima para caminhar. Mesmo no inverno, sempre faz bastante sol. O Ritz é um dos melhores hotéis da cidade, com mais de cem anos! Impossível não gostar! Ainda fica na encantadora avenida Paseo del Prado, ao lado dos melhores museus da cidade.
Roma – é impossível alguém não gostar da capital da Itália, onde, além de respirar história e cultura a cada minuto, você come muito bem! Da última vez, me hospedei no Hotel Majestic e gostei muito! É na charmosa Via Venetto e dá para ir andando para vários lugares ótimos!
Nova Iorque – são hotéis que não acabam mais, para todos os gostos e bolsos. No Upper West Side, pra ficar bem perto de algumas das melhores ruas para se fazer compras (como a Quinta Avenida e a Madison Avenue) e ainda ir a pé pra Broadway, o escolhido é o The London, com uma vista bem urbana, ambiente cheio de sofisticação e o restaurante do chef Gordom Ramsay.
Por outro lado, para quem quer fugir do tumulto, sugiro o charmosíssimo The Surrey, no Upper East Side, o lado mais glamuroso de NY. Os quartos são espaçosos e o hotel ainda conta com o excelente restaurante do chef francês Daniel Boloud. Não dá pra perder!
Miami – Quase minha segunda cidade, de janeiro a abril tem a temperatura perfeita! Dá para ir à praia e, à noite, só fica um pouquinho mais frio. Entre junho e agosto, está muito calor, o que a torna um pouco desagradável, e setembro e outubro são os meses com risco de furacão, então é preciso escolher bem!
São incontáveis bons hotéis, com destaque para o The Hotel, sempre com ótimos preços, super bem localizado em South Beach e pertinho da praia.
Detalhe: se você fizer reserva no The Hotel,e usar o código youmustgo você consegue uma série de benefícios, como café da manhã incluído, cadeiras e toalhas na praia à disposição, wi fi gratuito e ainda um drinque de boas vindas! Olha que beleza! E pra completar, a gerente de vendas do hotel é a Nara, uma brasileira super simpática!
Agora, se o que você procura é luxo, que tal passar dias inesquecíveis no Mandarin Oriental, em Downtown, com uma vista linda para a Biscayne Bay e restaurantes sensacionais?
Los Angeles – sou louca por esta cidade que respira cinema e TV! Alugar um carro é indispensável, porque as distâncias são grandes e a Los Angeles é bem espaçada. Meu lugar favorito é, incontestavelmente, Santa Monica, com um estilo de vida que lembra muito nossa cidade maravilhosa. Uma praia que já foi considerada uma das mais bonitas do mundo, calçadão largo e lindo, muita gente praticando esporte, lojas, bares e restaurantes pertinho. Provavelmente é o único lugar da cidade em que dá para fazer tudo andando. Para hotel, sugiro o Fairmont e oLoews, ambos muito bem localizados e cheios de conforto.
Las Vegas – como estou sempre por lá cobrindo o Grammy Latino, é bom ter um hotel pra ficar – e indicar! Quem salva, mais uma vez, é o Mandarin Oriental, com sua super localização, na avenida principal da cidade, e vários mimos para os hóspedes. É um bom descanso de toda a confusão da agitada Vegas.
Antígua – um pedaço de paraíso merece um hotel ainda mais maravilhoso. Jumby Bay é exatamente tudo que você precisa, em um resort de praia perfeita, clima bem moderado e serviço impecável. Quase da vontade de ficar lá pra sempre.
Barbados – grande diversidade cultural, praia e povo super simpático definem essa ilha que atrai milhares de turistas por ano. O The Crane, primeiro resort a abrir por lá, une charme, beleza natural e acomodações de luxo, sendo uma opção muito boa pra quem quer curtir em grande estilo o sol e o mar.
Muita gente tem dúvida em como chegar a Machu Picchu, certamente um dos destinos turísticos mais procurados no mundo, a 2.430 metros acima do mar. E de fato, não é um lugar muito fácil. É preciso pegar um avião até Cusco, de lá um trem e depois um ônibus. Provavelmente um trajeto longo e cansativo mas que vale a pena. Afinal, não é todo dia que a gente se depara com uma das 7 maravilhas do mundo.
A viagem de trem até Machu Picchu Pueblo, antiga Aguas Calientes, é longa e chatinha. Saindo da estação de Poroy, dura cerca de 3 horas; de Urubamba, 2 horas e meia; de Ollantaytambo, 1 hora e meia. Depois de tudo isso, você ainda tem que pegar um ônibus, que sobe uma ribanceira tremenda. Em 25 minutos você está no Santuário. Ir de Cusco a Machu Picchu em esquema de bate-volta é viável, mas não é o ideal. Entretanto, foi o que eu fiz. Certamente a visita a Machu Picchu fica bem mais agradável se você passar uma noite por lá.
Sobre Machu Picchu, uma das 7 maravilhas do mundo
Machu Picchu é um dos sítios arqueológicos mais importantes da terra. Acredita-se que a cidadela tenha sido erguida no século XV e abandonada após a chegada dos conquistadores espanhóis ao Peru. A sangrenta investida da Espanha sobre o Império Inca começou em 1532.
Um guia é recomendável, já que é um lugar enorme e cheio de história. Surpreendentemente, Machu Picchu só foi aberto ao turismo em 1911.
Agora, você que já sabe como chegar a Machu Picchu, vai se programar pra ir, né?
Minha experiência em Machu Picchu
Depois de saber com como chegar a Machu Picchu, você vai conhecer minha experiência no Santuário.
Fui no trem Orient Express, o mais luxuoso que tem. É caro, cerca de U$800, mas extremamente seguro, confortável e divertido.
Saímos de manhã cedo de Cusco e voltamos à noitinha, mas há outros horários, além da opção de passar a noite em Machu Picchu, como já mencionei. E, pra quem não quiser desembolsar tudo isso, certamente há outros trens mais baratos, é claro.
A aventura começa na estação de trem de Cusco, onde um coquetel de boas-vindas nos espera com uma banda típica peruana dando o clima da viagem.
Ao entrar no trem, reparamos que não há simples assentos, são mesas de dois ou de quatro lugares, onde os passageiros são acomodados e podem desfrutar da linda paisagem.
O Luxo do Orient Express
Na ida é servido um almoço e na volta o jantar, sempre com direito a open bar (claro que um pisco sauer não pode faltar) e belisquetes típicos peruanos. Mas o ponto alto é a banda que fica tocando clássicas músicas latinas para ajudar a passar o tempo e entreter os passageiros. Na minha viagem a Machu Picchu, o pessoal era animado e até dança rolou! Um divertimento à parte que nos fez sentir em um cenário de filme.
O trem Hiram Bingham
O ingresso do trem Hiram Bingham além de incluir o ônibus que vai até Machu Picchu, dá ainda o serviço de um guia para cada grupo de seis passageiros – o que funciona muito bem – e a entrada para o santuário (cerca de R$ 85 se comprar separado), e é obrigatória a apresentação de um documento de identidade.
O Santuário Machu Picchu
Ao chegar lá, não há como não se impressionar com a arquitetura cheia de detalhes dos incas junto a uma paisagem de montanhas deslumbrante. Cada um explora o lugar do seu jeito, é claro, mas o tempo de 2 a 3 horas – sugerido pelo Orient Express – achei o suficiente para conhecer uma das maravilhas do mundo.
Convém checar a temperatura – peguei calor e frio no mesmo dia – e ir preparado, com boné, água e mesmo casaco, se for o caso. Com sol ou nublado, “a cidade perdida dos incas“, como é chamada, atrai turistas do mundo inteiro e por isso é uma disputa para tirar fotos do melhor ângulo, mas todo mundo acaba conseguindo.
E, para quem ficou curioso, voltei pra Cusco e passei a noite lá no maravilhoso hotel Palácio Nazarenas – assunto para um próximo post – e, diferente do que a maioria imagina, Cusco é mais alta do que Machu Picchu e lá é comum sentirmos tonteira, falta de ar ou dor de cabeça. As reações são diversas e variadas, por isso, convém passar pelo menos um dia na cidade histórica antes de ir para Machu Picchu.
Agora que você já sabe como chegar a Machu Picchu, se animou a ir? Depois conta pra gente!
Enquanto isso, Inka terra é outro ótimo hotel na região. Perto da linha de trem, o hotel fica escondido a rica vegetação que caracteriza a área de transição dos Andes para a Amazônia.
O Belmond Sanctuary Lodge é certamente impecável! Ele fica em frente ao Santuário e é o único hotel de luxo por ali.
Já o Aranwa Sacred Valley às margens do rio Vilcanota, era uma antiga fazenda colonial do século XVII. Ele fica a uma hora e meia e Cusco, a 30 minutos da estação de trem de Ollantaytambo.
Renata Araújo viajou para o Peru a convite da ABC Tour. Para conhecer a agência de viagens, visite seu blog e curta sua página no Facebook.