As vieiras, parentes das ostras e dos mariscos, é um ingrediente que tem sido bastante usado pelos chefs nos restaurantes do Rio. Preparamos, então, um roteiro de vieiras no Rio:
Vapor é a mais nova hamburgueria de São Paulo, onde este tipo de restaurante virou febre! E o que a Vapor tem de diferente das melhores? Nada, a não ser que cozinha tudo, tudinho, no vapor. Bem, o resultado é saúde. Nada de fritura, de grelha ou de chapa. O negócio deles é vapor. O gosto não fica ruim, pelo contrário, é delicioso.
Vamos dar um pause de um minuto no cardápio para eu apresentar a casa. Ela fica na Vila Madalena. Sim, o bairro que ficou conhecido no mundo inteiro durante a Copa do Mundo, pois nem só de boemia vive a Vila: a gastronomia é forte para os lados de lá. Dito isso, saiba que a Vapor está muito bem localizada e ambientada.
Você entra e dá de cara com algumas mesas com apenas um jogo americano de papel. As paredes são de tijolinho à vista, o tronco de uma árvore aparece ao lado do balcão e, perto dele, está o quadro-negro com o informe: tudo aqui é cozido no vapor. Subindo alguns degraus, você chega em um novo espaço com mais mesas, sendo uma coletiva, e a cozinha.
Ao sentar, lhe entregam um cardápio preso em um fichário. Tudo muito à vontade, absolutamente descontraído. Você vai descobrir que eles têm um cardápio de cervejas especiais ao espiar a mesa ao lado ou ao namorar com mais atenção o cardápio. É quase impossível resistir a uma loira encorpada mesmo sendo terça ao meio-dia, como foi o meu caso.
Para começar é aconselhável pedir por uma entradinha. Eu fui de batata cozida (no vapor, é claro), chamada steamed potatoes, com molho gorgonzola. Categoria: impossível comer uma só. Como não como carne vermelha, optei pelo hamburger de salmão, que é de lamber (inevitavelmente) os dedos. Meu parceiro pediu pelo #hashtag Bacon que, além de ser fotogênico, estava delicioso (conforme depoimento). Para os dias quentes, vá de infusão de água com hibisco e gengibre e repare que o copo é um pote de vidro.
Termino dizendo que a hamburgueria Vapor é para se guardar no lado esquerdo do peito. Vá para matar a fome, para consumir saúde, tomar uma cerveja encorpada e curtir um ambiente sem frescura e com muita bossa.
Está aberta a temporada de trufas brancas! Alguns restaurantes do Rio estão servindo pratos exclusivos com a iguaria italiana! Confira:
Alloro
O chef Luciano Boseggia criou um menu especial que tem como atração principal o Tartufo Bianco di Alba. Um dos pratos é o Talharim com manteiga, sálvia e Trufa Branca.
Para a temporada de trufas brancas, a casa está com oito sugestões como o Gnocchi di patate al burro con tartufo e o clássico Capelli d’angelo con tartufo.
O chef Luca criou sete pratos exclusivos, como o carpaccio de caudas de lagostim morno com folhas de trufa branca ou a costeleta de vitela de leite em crosta de pão dorado e molho de trufa branca.
Já o restaurante asiático sugere o sashimi de vieiras canadense aquecidas com manteiga de Trufas e o filé mignon de Wagyu servido com foie gras selado e trufa branca.
Fui convidada peloVisit Californiapara fazer uma viagem pelo estado e depois dar dicas de o que fazer em San Francisco e arredores. Fomos recebidos no aeroporto em grande estilo: uma super limousine esperava pelo nosso grupo de jornalistas brasileiros. Nosso itinerário passou por Berkeley, Oakland, Sonoma e Napa. Certamente foi uma viagem enriquecedora pela Califórnia, onde conhecemos cidades encantadoras, comemos muito bem, ficamos em hotéis charmosos e admiramos paisagens incríveis. Portanto, descubra neste post dicas de San Francisco e outras cidades californianas. Aproveite para ler também:
San Francisco é uma cidade única nos EUA, com uma arquitetura particular, bairros muito diferentes entre si e um estilo de vida saudável e moderno. Como diz a música, não é difícil deixar seu coração por lá.
São inúmeros os pontos turísticos na cidade e um dos mais conhecidos é o Fisherman’s Wharf, onde, no pier 39, há uma concentração de bares e restaurantes com uma bela vista para a baía.Além disso, de lá saem vários barcos que fazem cruzeiros pelas redondezas, inclusive para a famosa prisão de Alcatraz.
Em San Francisco, almoçamos no Hotel Mandarin Oriental , um dos melhores da cidade, na Brasserie S&. Também ficamos hospedados por lá, de onde se tem uma vista espetacular da cidade.
Pertinho dali, na área de Embarcadero, há um mercado gastronômico bem interessante, onde se compra de tudo um pouco. É o Ferry Building Market place, aberto em 2003.
O que fazer no Ferry Building Market
E para quem é chocólatra, certamente um bom programa no Ferry Building Market Place é fazer o tour do chocolate, que pode durar até três horas e passa por algumas das principais lojas. Aliás, não são poucas, já que a cidade tem um clima propício ao consumo do produto, além de receber facilmente a matéria prima por conta do Porto. Sendo assim, a gente aprende até a harmonizar esta gostosura com vinho e – quem diria – cerveja!
Ficamos hospedados no charmoso Palomar Hotel, estilo boutique, da rede Kimpton, que adoramos. Além de muito bem localizado, no coração da Union Square, o centro comercial mais famoso de SFO, repleto de lojas e restaurantes em volta, o hotel era todo moderninho, com direito a roupões de oncinha e tapete para yoga. Certamente um must!
Compras em San Francisco
Enquanto isso, aproveitamos que estávamos pertinho e fomos até o shopping Westfield, que reúne lojas das melhores grifes americanas e internacionais, além de excelentes restaurantes. Além disso, ele fica em um prédio histórico, do começo do século, com destaque para seu domo.
Oakland – cidade vizinha a San Francisco
E para quem quer dar um passeio pelos arredores de San Francisco, Oakland, a 12 minutos de trem, é certamente uma bela surpresa. Ela foi nomeada pelo NYC Times como a quinta cidade para se visitar nos EUA. Sendo assim, com uma paisagem deslumbrante e apenas 450 mil habitantes, sua população é diversa e portanto, a qualidade de vida, excelente.
Quase não há lojas de cadeias. Além disso, a oferta de restaurantes é variada e sofisticada, junto com sua vizinha, Berkeley. Lá fica uma das mais antigas e melhores universidades americanas, que atrai estudantes do mundo inteiro. Ou seja, para se ter uma ideia, o lema em Berkeley, é: “venha pela cultura, fique pela gastronomia”. Certamente a programação cultural também é intensa e diversificada!
Dormimos em Berkeley no melhor hotel da cidade: Shattuck Plaza, muito bem localizado e com um restaurante estrelado, Five.
A universitária Berkely
Pertinho dali também ficam as cidades berço dos vinhos americanos: Nappa e Sonoma, onde é possível visitar vinículas e fazer desgustações memoráveis, de carro, trem ou ônibus. E nem só de vinho, até uma de queijo nós fizemos por aqui. O tipo de passeio ideal para os amantes da gastronomia e do vinho, ou seja, para que sabe viver bem. Califórnia é isso: um estado diverso, com um ótimo clima e que reúne atividades para todos os gostos. Impossível não ser feliz por aqui. Não à toa, mais de 200 mil brasileiros visitaram aCalifórnia no ano passado.
Em Sonoma, ficamos no melhor hotel de toda viagem, o Fairmont Mission, elegante, em estilo espanhol, muito arborizado, com um super spa e um restaurante maravilhoso!
Foi do lobby do Fairmont que entrei, ao vivo, para o Estúdio I da Globo News.
Gastronomia em Sonoma
Almoçamos no charmoso The Girl and the Fig onde as pratos são feitos à base de produtos locais, sempre frescos. Depois, visitamos a vinícola Ravens Wood, uma das mais tradicionais da região, onde aprendemos a fazer o próprio vinho.
Por fim, visitamos ainda uma graça de delicatessen, a Eppicurean Connection, onde provamos queijos maravilhosos. De quebra, apreciamos o visual impressionante do cair da tarde no outono em Sonoma. Portanto, uma viagem e tanto pela Califórnia, onde experimentamos o melhor da gastronomia e hotelaria do estado.
Registros da minha entrada ao vivo, como correspondente da Globonews.
São tantas opções de o que fazer em Santorini, uma ilha mágica na Grécia, que a gente fica perdido. Fui convidada pelo Ministério de Turismo da Grécia para conhecer o país e depois escrever sobre ele e fiquei totalmente encantada!
Destino de turistas do mundo inteiro, Santorini tem seu auge no verão europeu, entre os meses de Junho e Agosto, mas mesmo tendo ido no fim da temporada, deu para sentir um pouco do que a ilha tem a oferecer.
A paisagem, sem dúvida, é seu maior atrativo, com seu vulcão no meio do oceano, de cor absolutamente azul, assim como seu céu, em meio a uma arquitetura que reúne casas, hoteis e centenas de igrejas brancas, com suas cúpulas, também azul, naturalmente. De quebra, suas flores de bouganville, de cores vermelho, rosa e branco, espalhadas pela ilha.
A capital de Santorini é Firá, repleta de lojinhas e restaurantes, de onde sem tem uma vista magnífica do pôr do sol no mar do Egeu e que de longe, parece uma pintura.
Já Oia, é uma gracinha de cidade no alto da montanha, lugar bem exclusivo e cheia de ruaszinhas estreitas, lojas restaurantes, galerias de arte e alguns hotéis de luxo. Aliás, recomenda-se sapatos confortáveis em Santorini, já que há muitas descidas e subidas, além de chão de pedra. O vento também costuma ser comum por ali, então, mulheres, preparem seus cabelos!
Firostefáni, pertinho de Firá, é outra parte da ilha repleta de hotéis e onde fiquei hospedada, no incrível Grace Hotel, estilo boutique de luxo, com uma piscina infinita de tirar o fôlego com a vista direto para o vulcão – chamado Caldera – no meio do mar.
Aberto em 2008, o Grace Hotel tem uma localização privilegiada e é acessível somente a pé. O hotel oferece transfer direto do aeroporto e depois um funcionário nos espera no começo da descida para pegar nossa bagagem- por isso mesmo o ideal é levar uma mala pequena. Cinco minutos depois, chegamos em um dos mais charmosos hotéis de Santorini.
Com serviço exemplar e um staff muito simpático, Grace Hotel faz de tudo para que nossa hospedagem seja inesquecível e personalizada. Para isso, assim que o hóspede faz a reserva, recebe por email um questionário com suas preferências, que vão desde a fragrância do quarto, aos produtos de higiene/beleza, travesseiro, bebidas no frigobar e outros mimos, que incluem um kit de ginástica e um robe com nossas iniciais, que pode ser levado para casa. Mais luxo, impossível!
Meu quarto era muito confortável, todo branco, com banheiro também espaçoso, com direito a um bom chuveiro, piscina particular (aquecida), mesa de trabalho, TV de plasma, cafeteira e otras cositas más.
Este hotel boutique de luxo consegue reunir elegância, serenidade e serviço de alto padrão, com destaque para gastronomia, com uma cozinha grega inventiva de alta qualidade, com o uso de produtos locais, super frescos. Tive um welcome dinner com um menu degustação de primeira, realmente impressionante! E o café da manhã à la carte também oferece diversas opcões, tanto de pratos internacionais, quanto gregos.
De tão extraordinária é a vista do Grace Hotel, flagrarmos uma sessão de fotos de um casal de noivos asiáticos à beira da piscina infinita, algo aliás, muito comum na ilha.
Outro ponto alto de Santorini são os vinhos, feitos com uvas raras que crescem no solo afetado pelo vulcão e ainda sofrem influência dos vários tipos de vento que passam por ali. São vinhos brancos excepcionais, com destaque para o de sobremesa, feito com uvas que levam de doze a vinte anos para serem cultivadas.
Tive a chance de visitar a vinícula Canava J Argyros, que produz, desde o início do século, os vinhos Vinsanto, exportados para vários países (mas não o Brasil) onde fiz uma interessante degustação.
Santorini é um destino tão procurado que na alta temporada são mais de dez voos diretos de Atenas (45 min) e inúmeros de algumas cidades da Europa, como Londres, Manchester ou Roma, entre outras. Quem quiser se aventurar a ir de barco, a viagem dura cerca de cinco horas de Atenas.
Seja para uma viagem romântica – lua-de-mel e casamentos são muito frequentes – ou mesmo em família ou com amigos, Santorni é um destino único e inesquecível.
Estivemos no almoço da rede de hotéis de luxo Rosewood, no Rio. Os diretores de alguns dos hotéis Rosewood falaram para um pequeno grupo de jornalistas no restaurante Bazzar, em Ipanema.
Quem nos acompanha, sabe que somos fã da marca Rosewood, e que, inclusive, acabamos de ficar hospedados no Carlyle Hotel, em NY, que pertence ao portfólio da rede.
Mas este encontro foi com diretores de hotéis daqueles que a gente sonha, todos resorts, em lugares paradisíacos! O primeiro é Jumby Bay, na ilha de Antígua, no Caribe, onde já nos hospedamos e adoramos! Com acesso apenas de barco, esta ilha particular tem uma das praias mais lindas que já vi na vida, com areia bem branca e água transparente e calma. O destino ideal para casais em lua-de-mel ou simplesmente para quem estar a fim de relaxar, Jumby Bay, é uma ilha privada de 300 acres de extensão, com 40 suítes privativas e villas com casas de 2 a 4 quartos.
O ideal é pegar um voo de Miami e em três horas, você chega em Antígua. Para ler o post completo de Jumby Bay, clique aqui.
Outro hotel classe A, que adoramos, é o Las Ventanas al Paraiso na Baja California, no México. Com serviço exemplar, comida maravilhosa e arquitetura que dialoga muito bem com a região, o Las Ventanas encanta qualquer hóspede que esteja em busca de paz e dias tranquilos. Ele fica de frente para uma linda praia com mar do Pacífico mas o seu must mesmo são suas belas piscinas, de onde não dá vontade de sair.
Localizado exatamente entre duas cidades: São José del Cabo e Cabo São Lucas, o hotel – destino preferidos de celebridades de Hollywood – está a duas horas de avião de San Diego e três de Los Angeles. Para ler o post completo com nossas impressões do Las Ventanas, clique aqui .
O terceiro hotel da rede e o único que ainda não conhecemos é o Little Dix Bay, nas Ilhas Virgens Britânicas e que acaba de completar 50 anos! Com uma localização privilegiada o acesso é por Miami e San Juan, depois, é só pegar um barco, onde os hóspedes já começam a fazer o check in – um luxo!
Com um mar azul turqueza, cercado de verde, as Ihas Virgens são o lugar ideal para quem quer praticar esportes náuticos e curtir a natureza.
Ao todo são quatro restaurantes com cozinha contemporânea e toques da culinária local, e com uma vista paradisíaca para o mar caribenho. Little Dix Bay,, me aguarde, que pretendo te conhecer em breve!
Em minha recente viagem, fiquei hospedada no Nylo, hotel boutique em NY. Localizado no Upper West Side, na rua 77th com Broadway, Nylo é um hotel boutique novo e muito charmoso. Você pode achar que este não é o endereço mais óbvio para se hospedar em Nova Iorque, mas é uma área bem residencial, com menos turistas e muito bem servida em termos de bares e restaurantes.
Além disso, pertinho dali, está a estação de metrô da rua 72, o Lincoln Center – com várias opções de programas culturais e muitas lojas, entre elas, a Century 21, excelente loja de desconto.
O Central Park, um dos maiores atrativos de NY também fica walking distance do hotel.
Já no lobby, percebemos a diferença entre oNyloe um hotel convencional, já que a ideia da marca – com hotéis em várias cidades dos EUA – é exatamente dialogar com a cidade em que ele se encontra, sempre com uma decoração arrojada e dando espaço para artistas locais e se auto definindo chic urban.
O ambiente na entrada é bem descontraído, com um bar/café no centro, onde é possível tomar drinques e um leve café da manhã, além de salas informais, onde muitos hóspedes ficam em seus telefones e computadores, já que o uso do wi-fi é grátis.
A decoração é uma homenagem a era do jazz em Nova Iorque – com destaque para o imponente piano vermelho – e consegue unir elegância e conforto ao mesmo tempo, com suas poltronas coloridas, mesas de trabalhos, simpática parede de tijolinhos, com ótima iluminação.
Ao todo são sete categorias de quartos, todos decorados em estilo bem contemporâneo e práticos, equipados com o que hóspede precisa, como TV de plasma, cafeteira, mesinhas e várias tomadas.
Mas seu grande trunfo é a vista espetacular, principalmente do pôr-do-sol, que pode ser apreciado, principalmente da suíte. Destaque para o loft deluxe, onde você tem um espaço enorme de varanda, digno para receber convidados e ideal para quem fuma, já que hoje nos EUA é praticamente impossível achar um hotel para fumantes.
O hotel boutiqueNylo pode ser uma boa opção para quem procura um hotel com boa localização, charmoso e com um bom custo benefício.
De origem inglesa, o Dia das Bruxas é comemorado todo ano dia 31 de outubro. Preparamos um roteiro de Halloween para você comemorar em grande estilo:
Cacau Noir
Para a data, a sugestão é o bombom de chocolate ao leite em formato de caveira.
Capricciosa
Para o dia das bruxas, a sugestão são os profiteroles de chocolate.
Casa do Alemão
A opção é o bombom de amendoim.
Armazém Devassa
O restaurante sugere para o dia das bruxas os drinques rubros, como o Red Moon com suco de laranja, chope loura, doses de vodca e de grenadine e decorado com cereja ou hortelã e o 69 tons de devassa, versão cosmopolitan com a devassa ruiva.
Geneal
As opções são doces variados, como a palha italiana.
Hollandaise
A sugestão para o dia das bruxas é o Blinis com chocolate belga ou doce de leite, pequenas panquecas açucaradas com calda de chocolate belga Callebaut, morangos e sorvete de creme.
Rayz
O restaurante oferece a paçoca de carne-seca, com purê de abóbora, tutu, banana empanada e aipim frito.
Sorvete Itália
A sorveteria sugere o picolé de açaí.
Beth Chocolates
A chef Elizabeth Garber lança para a data chocolates de caveirinha, pirulitos de abóbora, lápidas, múmias e o chocolate amargo em formato de caixão.
Brigadeiros Fabiana D’Angelo
As opções para o dia são os divertidos bombons, cakepop´s e brigadeiros com figuras típicas do dia.
Carla Daudt Pâtisserie
A sugestão para a data são os macarons recheados de frutas vermelhas, doce de leite e trufa.
Congelados da Sônia
Em homenagem ao Halloween, a opção é o doce de abóbora com coco e canela.
O chef Marcos Sodré criou uma sobremesa para o dia: abóbora com manjar de coco, servida com calda de caramelo e flocos de coco.
Torta & Cia
A dica para esse halloween são as balas de caramelo com flor de sal, caramelo duro coberto por chocolate belga, nos sabores branco com macadâmia ou ao leite com amêndoas; e os meteoros crocantes – castanha de caju caramelizada com chocolate belga meio amargo e flor de sal.
A chef Maria Victória criou pratos, doces e bebidas para a data. O arroz negro com camarões e alho poró, uma devil cake com caldas de frutas vermelhas e calda de chocolate escuro e o Nice em Pânico, com espumante e sorbet de limão.
O melhor enólogo chileno da atualidade, Marcelo Papa, recebeu convidados para uma degustação dos vinhos Marques de Casa Concha no Gero Ipanema, onde apresentou uma edição limitada de alguns deles. O You Must Go participou do evento exclusivo e pôde conhecer alguns rótulos que chegarão ao mercado brasileiro em breve. O Brasil é o terceiro país que mais consome o vinho Marques, da linha Premium, e os vinhos chilenos, em geral, são bastante apreciados por aqui. Essa linha em especial, alcançou marcas impressionantes em avaliações importantes como a Wine Spectador.
No ambiente clássico do Gero, a degustação começou com a apresentação desses vinhos, acompanhados do couvert do restaurante com levíssimos chips de abóbora.
Primeiro, foi um tinto mais leve e suave, com boa acidez. Segundo Marcelo, é um vinho ideal para se beber bastante gelado no verão, e que até pessoas menos apreciadoras de vinho costumam gostar bastante.
Depois, um tinto Cabernet Sauvignon da região do Alto Maipu, mais encorpado. O ideal é deixa-lo decantando por trinta minutos para que tenha contato com o ar e “solte” todo seu aroma frutado. Esse vinho ainda está sem rótulo porque não está concluído. Mas no primeiro semestre de 2015 já estará sendo comercializado para o Chile, Brasil e Inglaterra, e possivelmente Estados Unidos.
Depois de toda a explicação do conceituado enólogo, o almoço foi servido juntamente com outros rótulos Marques de Casa Concha, agora harmonizando perfeitamente com os pratos selecionados pelo restaurante. De entrada, uma salada verde com tartar de atum deliciosa. O vinho foi um Chardonnay 2012. Esse branco acabou sendo o meu preferido. Extremamente agradável com um delicioso aroma, foi possível sentir as notas de framboesa e baunilha ao saboreá-lo.
Para a massa, foi servido o tradicional ravióli com vitela no próprio molho com parmesão derretido, juntamente com o vinho Carmenere 2011. A massa é tão leve e saborosa que quase rouba a cena do vinho, mas aqui a harmonização também foi bastante feliz.
O prato principal foi uma palheta de cordeiro assada com risoto a parmegiana, sem dúvida muito bem acompanhada de um Cabernet Sauvignon 2012. Um vinho que marca sua presença, mas de forma a realçar o sabor da carne. Realmente uma combinação divina.
Para finalizar, foi levado à mesa o vinho branco Concha y Toro Late Harvest, extremamente saboroso. Foi o acompanhante da sobremesa, uma massa folhada recheada com creme pâtissière e calda de baunilha. Bastante frutado, esse vinho traz aromas de laranja e mel, quando vem para a mesa, na taça antes de provar já é possível sentir todo seu perfume.
Sendo uma das principais marcas da Concha y Toro, o Marques de Casa Concha pertence merecidamente a linha Premium. Um grande privilégio poder apreciar em primeira mão algumas das novidades dessa vinícola. Agora é aguardar ansiosamente a chegada desses excelentes rótulos ao mercado!
Fomos convidados para provar o novo menu de Roland Villard no Le Pré Catelan, um chef inspirador, criativo e surpreendente! Há muitos anos à frente do excelente Le Pré Catelan, no Hotel Sofitel, em Copacabana, ele agora nos apresenta seu novo menu, o Villegagnon. Com apresentação exclusiva do próprio Roland Villard, o jantar foi servido enquanto o chef explicava cada uma de suas criações.
O personagem que inspirou esse novo cardápio é conhecido de todos, já que aprendemos sobre ele ainda na escola: Nicolas Durand de Villegagnon. O processo criativo de Villard é fascinante. Ele imaginou a partir de intensas pesquisas, como teria sido o banquete preparado pela comitiva do Almirante Villegagnon para a inauguração do Forte Coligny no Rio de Janeiro. Villegagnon chegou ao Brasil em 1555 com uma frota de dois navios, numa missão para estabelecer aqui a “França Antártica”. Os pratos servidos na época provavelmente misturaram o que havia disponível em terras brasileiras com a técnica trazida pela Haute Cuisine francesa. Roland Villard quis homenagear a história comum entre França e Brasil recriando esse cardápio tão especial.
O resultado nós conferimos e adoramos. Começando pelo couvert, com um delicado creme de mandioca com crocante de couve e peixe marinado com pimenta de cheiro e batata doce. Para entrada, salada de feijão “manteiguinha” com óleo de pequi e tartare de atum. O crustáceo veio representado por um camarão grelhado com batata baroa e folha de taioba, e emulsão de crustáceos no urucum. Surpreendente e delicioso.
Depois, um filé de robalo com palmito caramelizado e banana da terra acompanhada de caldo de tucupi. Parece redundante falar, mas estava realmente perfeito. Em seguida, nos foi servido um gravite, sorvete de graviola com champanhe. Roland preparou ainda uma carne de caça, pois nos séculos 16 e 17 eram muito presentes na culinária europeia. Provamos um leitão confitado em crosta de caju e ragu de feijão de corda.
Para manter a mescla entre a cozinha francesa e brasileira, o chef preparou o feijão de corda como se fosse um cassoulet, prato muito típico na França que lembra a nossa feijoada (mas utilizando feijão branco). Ele aprimorou ainda mais esse prato com um toque original de leite de coco, conferindo um resultado bastante exótico.
Como todo banquete que se preze, ainda vinha mais pela frente. Para a carne, entrecôte com vinho tinto e açaí, farofa e croquete de cará com queijo azul francês. Novamente, a mistura perfeita de sabores dos dois países. E para terminar de forma magnífica, uma sobremesa arrebatadora, daquelas que a gente não esquece mais. Mil folhas de mousse de cupuaçu, fondant de chocolate com fava de Tonka e o toque especial do sorvete de maracujá para dar o equilíbrio magistral entre o doce e o azedinho da fruta. A Tonka, também conhecida como cumaru, tem sido difícil de encontrar entre os fornecedores locais, tornando esse prato do Le Pré Catelan ainda mais exclusivo.
Um menu impecável do início ao fim, estrelando agora ao lado do consagrado menu Amazônia, que permanece ativo. Roland Villard tem paixão pelo que faz e isso transparece claramente em sua cozinha e seu trabalho. Perfeitamente adaptado a era das redes sociais, ele mantém uma conta no Instagram onde a cada dois dias apresenta uma de suas criações, através de fotos que ele mesmo produz em seu escritório. Com isso, já são cerca de 150 pratos catalogados. Suas fotos são o convite perfeito para conhecer o lindo restaurante que tem vista total da Orla de Copacabana, e provar seus pratos ricamente pensados e preparados.
Já que a Ilha de Villegagnon desapareceu para dar lugar ao aeroporto Santos Dumont, está aí uma ótima oportunidade para conferir no Le Pré Catelan o novo menu de Roland Villard, que nos oferece não só o que há de melhor na gastronomia carioca, mas um pouco de história também.
A loja francesa de doces, especializada em macarons, a Paradis, acaba de abrir em SP. Portanto, se você é aficionado por este doce tipicamente francês, leia este post até o final e fique por dentro desta novidade paulista. Afinal, trata-se de um pedacinho da França na metrópole brasileira.
A nova boutique, em plena badalação da Rua Hadock Lobo, é discreta, porém muito elegante. Aberta há menos de dois meses, é certamente uma perdição para os amantes de doces.
São mais de 20 tipos diferentes de autênticos macarons, feitos à mão, de maneira artesanal, com técnicas genuinamente francesas e ingredientes de diversas nacionalidades. Cada um sai a R$4,60. Alguns sabores foram feitos especialmente para o mercado brasileiro, como, por exemplo, brigadeiro e doce de leite.
E outros, exclusivos para a nova sede em SP, como por exemplo, o Harmonie (Cointreau com chocolate meio amargo), Belucci (Amarena – tipo de cereja silvestre – com Pistache), MonAmour (Framboesa com Rosa) e o “Chuau” (macaronfeito com o melhor chocolate do mundo, elaborado na Itália a partir da melhor seleção do cacau do tipo Criollovindo da Venezuela). Este, simplesmente me matou. Seria capaz de comer uma dezena deles.
Mas nem só de macarons vive a Paradis, lá, também são vendidos chocolates, Mademoiselles (bombom de Marshmallow e Eclairs Gourmet: com uma fina casquinha de chocolate na cobertura.
Quem comanda a cozinha da Paradis – que já é um sucesso no Rio, com seis lojas – é o chef de cozinha Pierre Cornet-Vernet. Ele já trabalhou no restaurante sede da Maison Christian Dior, em Paris. Foi contratado por quatro amigos franceses, que tiveram a iniciativa de abrir a loja. Afinal, os Macarons da Paradis chegam em SP!
O belo projeto de arquitetura tem assinatura de Chicô Gouveia, que certamente soube levar o clima sofisticado, porém, aconchegante da confeitaria parisiense, ao elegante bairro dos Jardins. A Paradis consegue unir, com criatividade, a tradição da pâtissière francesa com o gostinho das típicas sobremesas brasileiras. Agora que você já sabe que os Macarons da Paradis chegam em SP, vai lá conhecer?
Escola tri campeã do Carnaval carioca, a Unidos da Tijuca escolheu a Suíça como enredo para o Carnaval 2015, é o projeto Suissando.
O governo da Suíça ofereceu um belíssimo coquetel para apresentar os projetos de menção à cultura Suíça e apresentou o enredo “Um conto marcado no tempo – o olhar suiço de Clóvis Bornay”.
O evento começou no museu Casa Daros, em Botafogo, um charme à parte, com pátio externo com praça rebaixada cercada pelas palmeiras centenárias, tombadas pelo patrimônio histórico. No coquetel, assinado pelo restaurante Mira!, os quitutes suíços deram um toque especial à noite. Dentre as opções, estavam a mousse de alho poró com torradas de pão de pita e tortelete de peixe fresco com pérolas de molho shoyu. Os convidados puderam conferir ainda as obras da artista plástica Iole de Freitas, que foram desenvolvidas em um projeto de residência da profissional na Casa Daros. O local tipicamente suíço apresenta atualmente exposições de Ilusões com artistas latino americanos da coleção Suíça. No final, o Embaixador da Suiça no Brasil Andre Regli, fez um discurso empolgado com o Carnaval carioca.
Já na quadra, uma brincadeira chamava a atenção: ela estava envelopada com 3.200 m², adesivos, que fazem uma alusão à Suíça, na verdade, como se fosse uma rota da Suiça ao Rio de Janeiro, passando por cidades como St Moritz, Basel, Lucerna, Zurique, e claro, chegando na Tijuca. Além de fotos estampadas dos dois países. Tudo isso para o Rio se sentir na Suíça… e deu certo… O Rio sambou de pé no chão e apresentou novidades tipicamente suíço-carioca, como o metrô alocado nos novos camarotes.
A quadra da Unidos da Tijuca, na Leopoldina, foi ao auge quando a rainha de bateria, Juliana Alves, fez uma apresentação triunfal por volta das 2h30 da madruga. E a partir das 3h, rolou uma bela queima de fogos. Dos muitos convidados, a presença do Embaixador da Suíça Andre Regli, o Consul geral da Suíça Giancarlo Fenini, que não resistiram e também foram para o meio da quadra reverenciar a porta bandeira Rute e o mestre sala Julinho. De uma forma tipicamente carioca, Andre beijou a bandeira da escola. A Tijuca é Swuissamba!