A cena gastronômica de Londres é um dos atrativos da cidade! A capital inglesa tem restaurantes de todos os estilos, e se você gosta de culinária asiática, não pode perder estas dicas. Confira abaixo nossa lista de 5 restaurantes asiáticos em Londres!
Este moderno restaurante tailandês abriu as portas da sua primeira filial no Soho, em 1999, pelo restaurateur Alan Yau. Tem ótimos preços e é ideal para quem quer jantar depois do teatro, já que fica aberto até tarde. No menu, uma variedade de pratos com sabores ousados e muitos temperos, como curry e noodles. Atualmente, há onze unidades espalhadas por Londres, como, por exemplo, em Shoreditch e Stratford.
De culinária contemporânea peruana, o restaurante tem influências japonesas e chinesas, comandado pelo chef Sanjay Dwivedi, que fez um tour gastronômico de um ano pela América Latina em busca de sabores marcantes. No menu, que muda sazonalmente, encontramos pratos tradicionais peruanos com técnicas culinárias japonesas, chinesas e espanholas, assim como ceviches e opções para compartilhar. Além de Londres, o restaurante também marca presença em Dubai e Mônaco.
Em um ambiente animado, amplo e de bom gosto, este restaurante mescla comida asiática e italiana em um mesmo lugar, o que pode parecer estranho. A parte italiana fica embaixo, em um ambiente separado. Tudo isso em Mayfair, um dos bairros mais elegantes de Londres.
O badalado restaurante asiático foi inaugurado em Londres, em 2001 e é liderado pelo Chef Executivo Tong Chee Hwee desde o início. Aliás, foi o primeiro restaurante chinês a receber uma estrela Michelin. Portanto, quem procura por uma culinária chinesa mais requintada, deve ir ao Hakkasan em Mayfair. São dois andares que acomodam até 220 pessoas, sendo um ambiente mais íntimo, com biombos de madeira, e outro mais descontraído, com o bar. Certamente é uma ótima opção de um jantar animado com drinques. O restaurante também tem casas em outros lugares pelo mundo, como, por exemplo, Las Vegas, Miami, Dubai, Doha e Nova York.
Um dos restaurantes do The Dorchester, um ícone da hotelaria na capital inglesa e certamente um dos melhores hotéis de Mayfair. Especializado em cozinha cantonesa, o ambiente é clássico e elegante, e tem ares que nos remete a Shangai. O menu tem pratos que são a assinatura do restaurante, como Peking Duck e Dim Sum, que são preparados com ingredientes frescos e especiarias tradicionais. Aliás, tem um menu só de Dim Sum, que são pequenas porções de comida servidas em cestos pequenos, ideais para compartilhar.
Quem estiver pela terra da rainha até setembro, não pode perder a mega exposição da Dior em Londres! Depois de fazer o maior sucesso em Paris, no Museu Arts Décoratifs, ”Christian Dior, couturier du rêve”, ou “Christian Dior, o estilista dos sonhos” chega ao Victoria&Albert Museum para explorar o relacionamento da marca francesa com a Inglaterra. Certamente um programa imperdível para quem gosta de moda!
Além de comemorar os 7o anos da maison de luxo, a mostra também aborda a história do fundador Christian Dior e os 6 estilistas que passaram pela marca. Dividida em 23 partes, a primeira conta um pouco a história de vida de Dior, um dos maiores ícones da moda, que surgiu em 1947 propondo uma nova forma de vestir a mulher. O estilista morreu no auge da sua carreira, em 1957. Deixou a marca nas mãos de seu talentoso assistente, o então jovemYves Saint Laurent.
Em seguida, encontramos o look icônico criado por Christian em 1947, chamado de New Look. Um casaco de ombros arredondados e cintura marcada e uma saia longa, rodada e bem volumosa. Certamente uma reação contra a moda dos anos 40 e a rigidez da guerra. São mais de 300 peças clássicas da alta-costura, que dividem espaço com fotografias, croquis, reportagens, cartas, peças publicitárias, móveis e objetos de arte.
Modelos clássicos da alta costuraAs criações ousadas e diferentes da Dior, certamente um marco na história da moda
Moda e história se unem
Aliás, foi criada uma sessão inédita, especialmente para a versão britânica da exposição, contando a relação de Christian Dior com a Inglaterra. Uma das peças mais importantes que podemos encontrar por lá, por exemplo, é o vestido de aniversário de 21 anos da Princesa Margaret, usado em 1950.
Há também uma linha do tempo, dedicada a cada um dos estilistas que assumiram a direção criativa da marca ao longo destes 70 anos: Yves Saint Laurent, Marc Bohan, Gianfranco Ferré, John Galliano, Raf Simons e por último a atual diretora e primeira mulher a assumir o cargo, Maria Grazia Chiuri.
Diferentemente de Paris, os ingressos não estão sendo vendidos online! Uma quantidade limitada de bilhetes é colocada à venda diariamente a partir das 10h na entrada do museu, por ordem de chegada. E valem apenas para aquele dia! Ou seja, vale a pena se programar para chegar com antecedência e garantir seu lugar.
Acabei de voltar de NYC e claro que corri para conhecer o maior empreendimento já construído em Manhattan, o The Vessel Hudson Yards, que acaba de ser inaugurado. O complexo com lojas, restaurantes, residências, escritórios e centro cultural é um projeto urbano bilionário. Ele foi construído pelo Heatherwick Studio, escritório de inglês de design e arquitetura. O Hudson Yards ocupa uma área de 56.000m². Certamente esta novidade em Nova York vai entrar no seu roteiro!
O Hudson Yards fica em Midtown, na 10ª Avenida, entre as ruas W 30th e W34th e muito próximo a uma das regiões mais interessantes em Nova York atualmente, às margens do Rio Hudson. Pertinho dali estão o High Line Park e o Chelsea. É muito fácil chegar até ele. Basta pegar a linha 7 do metrô e descer na estação 34th Street Hudson Yards Subway. Exatamente o que eu fiz.
O que mais chama atenção no novo bairro de Nova York é o Vessel, um edifício com arquitetura futurística e uma verdadeira obra de arte com 45m de altura. Com projeto arrojado, ele é formado por 154 lances de escadas interligadas, 80 plataformas de visitação e 2.500 degraus!! O Vessel pode ser visitado todos os dias, das 10 às 21h. Porém, os ingressos estão super concorridos e eu não consegui comprar os meus. Tive que admirá-lo somente pelo lado de fora…
Certamente um projeto arquitetônico surpreendente!
Como visitar o Vessel?
A entrada para a nova atração de Nova York é gratuita e a reserva dos ingressos deve ser feita através do site. As vagas abrem com duas semanas de antecedência, mas como ele acabou de inaugurar, a fila de espera está muito grande. Certamente você terá que aguardar umas 2 ou 3 horas na frente do computador para conseguir os seus tickets.
Se não conseguir reservar online, ainda há a possibilidade de tentar ingressos para o mesmo dia da visita. Para isso, é necessário entrar no site às 8h da manhã para ver a disponibilidade.
O sofisticado shopping de 5 andares ainda está com muitas lojas fechadas, confesso que fiquei um pouco decepcionada. Mas por lá podemos encontrar nomes como, por exemplo, Louis Vuitton, Dior, Neiman Marcus, Fendi, H&M, Zara, Cartier e Tiffany &Co. Ou seja, tem tudo para ser o novo point de compras em Nova York. A parte do shopping que mais gostei de conhecer foi a galeria de arte com belos quadros à venda.
Muitos quadros!
Além disso, muitos chefs renomados estão abrindo restaurantes por lá. Como, por exemplo o Fuku, restaurante especializado em frango frito de David Chang – nome à frente do asiático Momofuku. Entre as novidades gastronômicas está o Mercado Little Spain, que segue a linha do Le District, de comida francesa, e do Eataly, inspirado na cozinha italiana. Como o próprio nome diz, o Little Spain é o mais novo mercado gastronômico da cidade e que traz o melhor da culinária espanhola através do famoso chef José Andrés e dos Adría Brothers. O mercado funciona diariamente, das 17h às 23h.
O Hudson Yards é o maior empreendimento privado de Nova York desde o Rockefeller Center. Os preços dos apartamentos, por exemplo, variam de US$1,2 a 32 milhões e as novidades não param de surgir. O The Shed é o centro cultural que fica de frente para o High Line Park e terá as primeiras exposições já em abril. Ele conta com teatro, museu, galerias de arte e um espaço público para performances.
Além disso, em junho deste ano será inaugurado o primeiro Equinox Hotel do mundo, que seguirá todo luxo e sofisticação da academia presente nos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.
Uma outra inovação é o prédio principal do complexo (30 Hudson Yards) com 101 andares e terceiro mais alto de Nova York. No 100º andar fica o observatório chamado Edge – Hudson Yards Observation Deck onde os corajosos que conseguirem chegar até essa plataforma de vidro terão uma vista deslumbrante da cidade. A previsão de inauguração é em 2020.
Ícone da hotelaria na capital inglesa, o The Dorchester é sem dúvida o melhor hotel de Mayfair. Aberto em 1931, ele dá nome a uma das principais coleções de hotéis de luxo do mundo, que conta também com o Plaza Athenée e Le Meurice, em Paris e o Bel-Air e o The Beverly Hills em Los Angeles, entre outros. Em frente ao Hyde Park, com serviço primoroso, spa renomado e restaurantes top de linha, oferece uma hospedagem mágica em Londres. Aproveite para ler também sobre 7 restaurantes imperdíveis em Londres.
The Dorchester: melhor hotel de Mayfair, em Londres
O The Dorchester é certamente tudo que a gente imagina e um pouco mais. Um palácio com toda pompa, mas onde os funcionários fazem com que o hóspede se sinta bem à vontade. Um hotel cheio de glamour e com alma, em que o lobby está sempre muito movimentado, já que os restaurantes ficam no mesmo piso. Na porta, educadíssimos doormen uniformizados, comme il faut, com suas elegantes cartolas.
O melhor hotel de Mayfair é também um dos mais tradicionais de Londres. Ele já recebeu até a rainha Elizabeth para jantar e teve o cineasta Alfred Hitchcock como hóspede, por exemplo. Por fim, de celebridades recentes, já passaram por lá Kate Moss, as Kardashians, Mariah Carey, Tom Cruise, Victoria Beckham e Ben Stiller.
Um sublime arranjo de flores chama logo atenção depois da recepção. Achei curioso uma funcionária sempre pendente em deixar as almofadas milimetricamente arrumadas no sofá do lobby. Certamente um sinal do nível de cuidado com os ambientes.
As lindas flores, que certamente chamam atenção logo de cara!
Localização
O melhor hotel de Mayfair fica em frente ao Hyde Park, em uma rua de mão dupla bem movimentada. Além disso, ele também está em frente ao 45 Park Lane, outro excelente hotel da marca Dorchester Collection, como você pode ler na minha review.
Em uma caminhada de cinco minutos, chegamos na Mount St, uma rua acolhedora, quase cinematográfica, repleta de bares, restaurantes e lojas lindíssimas. A menos de 1km fica a movimentada Oxford Street, bem na altura da maravilhosa loja de departamentos Selfridges. Equanto o famoso Picadilly Circus é acessível a 15 minutos a pé.
São 205 quartos espaçosos e confortáveis no melhor hotel de Mayfair. Alguns foram redecorados e têm ambiente mais contemporâneo e elegante. Tive a chance de ver dois: um deluxe, que era excelente de tamanho, 40m² e com banheiro magnífico. Já a suíte Belgravia, de 74m², contava com dois ambientes, decoração mais moderna, com contraste de cores claras e vivas e lindo piso de madeira.
A cama king size era maravilhosa, com seus travesseiros de pluma e lençóis extremamente macios. Duas televisões, duas mesas de trabalho – uma terceira até, de jantar – sofá, poltronas e cadeiras. Além disso, a acústica era perfeita: não se ouvia um ruído nem nos corredores nem vindo do lado de fora.
Não dava vontade de sair da cama!
Mais detalhes da suíte
As grandes janelas traziam muita luz para o quarto e a varandinha, era um charme à parte. Ou seja: um sofisticado apartamento londrino do qual sinto saudades só de pensar.
Curiosamente o banheiro do deluxe era melhor mas isso virou apenas um detalhe levando-se em conta todo o espaço e sofisticação da suíte. Ele era todo em mármore italiano, com duas pias e vários armários e prateleiras – essencial para uma mulher vaidosa. O único porém era o chuveiro – excelente diga-se de passagem – dentro da banheira, sempre um pouco incômodo.
O banheiro!
Os restaurantes
A gastronomia é um grande trunfo do The Dorchester, o melhor hotel de Mayfair. São quatro opções diferentes que agradam até os mais exigentes dos comensais. O The Grill, onde é servido o café da manhã, passou por uma terceira renovação recentemente. Ele tem ambiente sofisticado e moderno e oferece culinária inglesa contemporânea, com souflês, fish and chips e carnes no cardápio. Destaque para o refinado bar. Também adorei a suave música ao vivo tocada nos fins de semana.
O salão é belíssimo!
Detalhes do farto café da manhã! Afinal, nada melhor que começar o dia bem assim!
The Grill à noite
O The Promenade, que fica logo após o lobby, é ideal para tomar o café da manhã ou ou chá tarde (apesar de ficar aberto até meia noite).
Ambiente clássico
Bar e piano
Além disso, os amantes da culinária asiática certamente vão adorar o China Tang especializado em cozinha cantonesa com ares que nos remete a Shangai. E para uma noite inesquecível, o sublime Alain Ducasse, que dispensa apresentações, com três estrelas Michelin, em ambiente elegantérrimo.
O spa
O melhor hotel de Mayfair também oferece um oásis urbano. O spa da marca La Prairie conta com tratamentos estéticos e relaxantes. Além disso, estão disponíveis serviços de manicure e barbearia.
Serviço
O The Dorchester tem um serviço digno de 5 estrelas. Um exemplo foi o cuidado que tiveram ao oferecer um quarto de transição no momento do check in – que era muito cedo – porque minha suíte não estava pronta. Achei de uma extrema delicadeza. O time de concierge foi sempre solícito e com informações na ponta da língua. Aliás, há, inclusive, funcionários dedicados só a compras/reservas de entradas de teatro. Um luxo, certamente digno da terra da rainha.
Londres é certamente uma das principais capitais gastronômicas do mundo. Há uma variedade impressionante de estilos e de culinárias. Hoje vamos falar de uma das mais fazem sucesso: a japonesa. Seja tradicional, ou fusion, antigo ou novo,vamos listar 5 restaurantes japoneses em Londres que tem dado o que falar. Se você é fã como a gente, do sushi ao robatayaki, vai se deleitar.
O restaurante oferece um estilo único de cozinha japonesa, o robatayaki. É um método de cozimento semelhante ao churrasco, em que os alimentos são cozidos em velocidades variadas sobre o carvão quente. Ele está presente em quatro bairros de Londres, como, por exemplo, Covent Garden e Mayfair. Este última, aliás, fica bem perto da movimentada Oxford Street. O ambiente é descontraído e elegante, com a grelha no centro do salão da onde saem espetinhos e carnes como, por exemplo, a costeleta de cordeiro. Além disso, há também a opção de menu degustação.
End: 37 Charlotte St, Fitzrovia, London/30 North Audley Street, London/ 71 Aldwych, London/ 4 Park Pavilion, 40 Canada Square – London
O restaurante do grupo Hakkasan em Mayfair oferece culinária japonesa moderna e autêntica. O ambiente, projetado pelo arquiteto japonês Kengo Kuma, é elegante e contemporâneo, com bambus, madeiras e ondulações de luz através das telas de madeira. O menu à la carte conta com uma seleção de grelhados a carvão, kamameshi, um prato de arroz tradicional japonês e opções quentes. Além, é claro, dos sushis e sashimis que saem fresquinhos do sushi bar.
Nesta lista de restaurantes japoneses em Londres, não poderia faltar um dos melhores e mais famosos do mundo, criado pelo chef nipônico Nobu Matsuhisa na década de 80. Ao todo são três casas do Nobu: na Berkeley St, em Shoreditch e Old Park Lane. O menu traz pratos da alta gastronomia japonesa, com as influências do chef que nasceu no Japão e morou no Peru.
End: 19 Old Park Ln, Mayfair, London/15 Berkeley St/10-50 Willow St, London
O restaurante é especializado em udons, ou noodles, aqueles grossos macarrões japoneses, que podem ser servidos frios ou quentes. Além de um saboroso caldo de peixe, o prato pode ter também ovo cozido, tofu frito e nacos de carne de porco, por exemplo. Vale ressaltar que o ambiente é pequeno, não aceita reservas, e costuma estar sempre cheio! Então, é melhor ir com tempo. Ao lado, fica um bar anexo, também com ambiente informal e um balcão.
End: 49 Frith St, Soho, London/10-12 Bloomberg Arcade, London
Considerado um dos melhores restaurantes japoneses do mundo e com filiais em outras cidades, como, por exemplo, Miami e Dubai, o bar costuma ficar lotado para o happy hour. Localizado em Knightsbridge, uma das áreas mais elegantes de Londres, o ambiente é todo inspirado em Tóquio, tem uma arquitetura minimalista e a cozinha é aberta, separada do salão apenas por um vidro, o que, certamente dá um charme a mais. Além das mesas, há também um balcão de frente para o sushi bar e o bar, de onde saem diversos coquetéis. Pertinho da Harrod’s, um clássico londrino.
É difícil encontrar alguém que não goste de coxinha, né? O petisco é quase uma unanimidade entre os brasileiros! E por isso mesmo, encontramos por aí diversas versões da tradicional, feita com massa, frango e às vezes requeijão/catupiry. Portanto, listamos aqui 7 coxinhas nos restaurantes do Rio que você precisa provar! Certamente vai valer a pena.
7 coxinhas nos restaurantes do Rio que você precisa provar
Cobre Humaitá
Para comemorar o aniversário de um ano da casa, o cardápio ganhou algumas novidades, como, por exemplo, as coxinhas de costela (R$32), na seção “Rapidinhas”. As coxinhas crocantes não tem massa e são recheadas de costela premium e catupiry, acompanhadas de barbecue de Jack Daniel’s.
A de costela, que certamente é um recheio delicioso
Cortés Asador
No restaurante especializado em cortes na parrilla, as coxinhas preparadas com frango na parrilla (R$16 a meia porção e R$22 porção inteira) estão entre as opções de entradas para compartilhar.
End: Av. Afrânio de Melo Franco, 290, lojas 410/411/ Leblon
O restaurante, comandado pelo chef Rodrigo Schweitzer, valoriza os peixes e frutos do mar, além de ter uma boutique com tudo fresco à venda, assim como temperos, massas e bebidas. No cardápio da casa, uma das opções de entrada é a coxinha de frutos do mar com batata baroa (R$18).
End: Av. Olegário Maciel nº 366, Loja C e Loja D, Barra da Tijuca.
Dizem que é lá que comemos uma das melhores costelas do Rio! Portanto, vale a pena também experimentar a coxinha de costela, feita com costela desfiada, catupiry, alho, cebola, salsinha, cebolinha e alguns outros temperos, como páprica e cominho, por exemplo.
End: CADEG – R. Cap. Félix, 110 – Lojas 8 e 10 – Benfica
De costela super recheada, certamente uma boa pedida
Le Dépanneur
A Le Dépanneur é um misto de padaria, delicatessen e bistrô, e o ambiente é super charmoso e agradável. Além de café da manhã, a casa também oferece pães e salgados, como, por exemplo, a coxinha feita de batata doce com recheio de frango.
End: Rua Voluntários da Pátria, 86 – loja A – Botafogo./Avenida Afrânio de Melo, 290, piso 0, Shopping Leblon.
O espaço de mais de mil m² no Vogue Square tem cardápio com clássicos de botequins, sob responsabilidade de Toninho Laffargue, chef do premiado Bar do Momo. Entre as opções, estão as coxinhas de galinha e caranguejo.
End: Avenida das Américas, 8585 / SS101 – Barra da Tijuca
Tasca do Filho d’Mãe
Inspirada nos pequenos bares e restaurantes da terrinha, a casa apresenta no cardápio algumas opções mais descontraídas, como, por exemplo, a coxinha de bacalhau (R$8, unidade | R$30, quatro unidades).
End: Av. das Américas, 8585 – Vogue Square (Barra da Tijuca)
Coxinha de Bacalhau é certamente um recheio diferente!
Por Duda Vétere. Março 2019
Fotos: Angelo dal Bó, Rodrigo Azevedo, Roma Miranda, Vitor Faria, Yasser Regis
Pegar o avião já com o seu chip internacional na mão é uma dicas que sempre damos por aqui! Você já chega conectada ao seu destino e não tem que ficar dependendo de Wi-Fi de aeroporto. E o melhor é que dá para comprar direto aqui com a gente, simples e rápido! É só clicar nesse link aqui ou no logo da Easysim4u no You Must Go. E ela está com novos planos de chip de celular 4G para a Europa, portanto, se você está de viagem marcada para lá ou planejando, esta dica é para você:
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Aliás, vale ressaltar que o limite de dados do plano é para todo o período. Ou seja, não há limite diário de consumo. No site, a forma de comprar não muda, apenas será removida a restrição atual de 10, 20 ou 30 dias. Você escolhe a quantidade de dias que quiser pelo calendário, e os valores variam de acordo com eles. Por exemplo, o pacote de dados 4G de 5 dias é $55, enquanto o de 10 dias e 10GB é $60. Veja abaixo na tabela:
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Sabe aquele lugar ideal para relaxar com conforto e curtir uns dias conectada com a natureza? É a Pousada Pegada da Onça, localizada dentro da Reserva do Legado das Águas, em Tapiraí, no interior de São Paulo. São 150 km de distância da capital paulista, ou seja, cerca de 2 horas de carro. Certamente uma ótima dica para quem quer dar aquela escapada no fim de semana:
Chegamos pouco depois da meia-noite, sob uma chuva fina porém intensa, aquele frio gostoso de serra. Ditão, um senhor falante e – logo descobriríamos – sempre bem disposto, nos recebeu no portão. Ao estacionarmos, nos ofereceram guarda-chuvas e nos levaram com as bagagens até o nosso quarto. Quer dizer, suíte. E que suíte! Os primeiros impactos foram a música ambiente calma e a temperatura na medida, pois eles haviam deixado o ar quente ligado à nossa espera. Caldinho para dar uma forrada antes de deitar? Mandioquinha para mim, feijão para o meu marido, porque ninguém é de ferro. Além disso, ainda teve um saboroso welcome drink de frutas, sem álcool, e estaríamos prontos para dormir no silêncio que só a natureza proporciona.
Mas a suíte… ah! Nos hospedamos na Beija Flor e passamos a maior parte do tempo nesse aconchegante ambiente de 80 m². Afinal, nosso maior objetivo era descansar. O clima parecia conspirar e tínhamos tudo o que era necessário ali: não bastassem quesitos mais “básicos” como, por exemplo, uma cama ultraconfortável e chuveiro forte e bem quente, contávamos ainda com mimos como lareira, ofurô e varanda com vista para o lago…
A Pegada da Onça é daquelas pousadas que agradam tanto os hóspedes mais tranquilos (ou melhor, cansados!) até os agitados, pois tem uma piscina de água natural e outra aquecida e coberta, saunas seca e úmida, salão de jogos e bastante espaço verde e de lazer, inclusive para seus visitantes caninos e felinos, já que é pet-friendly. Aliás, vale ressaltar que os peludos são muito bem recebidos por lá.
Para os mais “zen”, digamos assim, as suítes – 10 no total – são perfeitas pois estão equipadas com cama king size, lençóis 500 fios egípcios, travesseiros de pluma, roupões, ar-condicionado, TV 46 polegadas com canais a cabo, frigobar e máquina de café Dolce Gusto, além do combo maravilha ofurô para casal + lareira. Então, sair para que, não é mesmo?
Aí entra um capítulo especial: a gastronomia. Do café da manhã, servido à francesa, ao jantar, tudo recebe o carinho e o capricho do chef Jean e de sua equipe. Desde a concepção do cardápio, com opções para todos os gostos, a culinária é um ponto alto da Pegada e não deixa espaço para que se cogite sair dali para ir comer em outros lados. Nós ficamos encantados com a primeira refeição do dia, um deleite para os sentidos que se inicia com suco de laranja, frutas cortadinhas e um creme servido em uma tacinha (provamos de papaia e de manga), iogurte, mel e cereais. Em seguida, uma cesta de pães saídos do forno, inclusive de queijo, ovos preparados ao seu gosto e bebidas quentes. Para fechar, bolo caseiro.
Nos almoços fomos de frango à moda caipira a peixe, passando por um maravilhoso risoto de alcachofra. Ingredientes frescos, tempero delicioso, porções generosas. Importante: as refeições podem ser feitas de acordo com o seu próprio relógio, sem horários fixos, e a cozinha só fecha quando todos os hóspedes vão dormir, de modo que você come a hora que quer e quando sente fome. Acrescente-se, então, o verbo “comer” ao “descansar”, que até aqui reinava sozinho.
Existe, no entanto, outro aspecto que não pode ser deixado de fora – se já não ficou evidente a esta altura, neste relato. Os funcionários da Pegada – Ditão e Jean, sem nos esquecermos dos demais, que atuam no anonimato – são de uma gentileza e delicadeza raras. Sorriem e zelam para que as coisas estejam no lugar, da forma como se deseja, mas ao mesmo tempo mantêm a simplicidade típica do interior.
Assim, o que se chamaria atendimento por convenção vira uma relação de visita genuinamente desejada, com direito a bate-papo descontraído, do tamanho da nossa curiosidade pelas peculiaridades do lugar e da região. No nosso caso, por exemplo, o descansar e o comer foram permeados por momentos breves, porém singelos de troca. Portanto, com baterias recarregadas, difícil pegar a estrada para voltar à realidade. Mas, tudo bem, já sabemos como seguir as pegadas da onça, nossa nova amiga.
Como chegar
Saindo de São Paulo, deve-se pegar a Rodovia Raposo Tavares sentido Ibiúna/Piedade.
*Flavia Perin é jornalista, já trabalhou em redação e hoje “está” assessora de imprensa, mas sempre gosta de pensar que é as duas coisas ao mesmo tempo.
Saint-Germain de Près é uma das regiões mais conhecidas em Paris e muito agradável para passear, fazer compras e claro, tomar um café e comer alguma coisa sem se preocupar com a vida e deixando o tempo passar. O coração do bairro é o Boulevard Saint-Germain, nos arrondissements 6 e 7 de Paris. Portanto, como nunca é demais saber onde comer em Paris, vamos à nossa lista de 14 cafés e restaurantes em Saint-Germain. Afinal, quem nunca se imaginou passeando por ali como o personagem Gil Pender (vivido por Owen Wilson), do filme de Woody Allen, Meia-Noite em Paris?
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Um dos restaurantes do famoso chef Cyrill Lignac, um ao lado do outro. Nascido no sul da França, ele foi apresentador de vários programas de TV, trabalhou com os geniais Alain Passard, Pierre Hermé e Alain Ducasse e, além disso, é muito querido entre os franceses. O Aux Près é um bistrô no estilo vintage, com cozinha internacional, mas sem negar as raízes francesas do chef.
Este é o restaurante japonês de Lignac, com sushis e sashimis extremamente frescos, além de alguns pratos contemporâneos. Pequeno e acolhedor, oferece lugar tanto no sushi bar quantos nas mesas.
Provavelmente o mais clássico quando se fala em cafés e restaurantes em Saint-Germain de Près, já que foi inaugurada em 1880! Inicialmente era chamada de Brasserie des bords du Rhin, mas durante a guerra teve seu nome trocado pelo atual. O café também já foi ponto de encontro de poetas e intelectuais da época, como Saint-Exupéry e Proust, por exemplo. O ambiente tem decoração no estilo Art Nouveau, com azulejos de cerâmica na parede, enquanto os tetos foram pintados por Charly Garrey. No cardápio você encontra pratos típicos franceses, como steak tartare e terrines, por exemplo.
É o restaurante mais importante do Hotel Lutetia, reaberto depois de uma reforma milionária que durou 4 anos. Como o nome sugere, é uma típica brasserie francesa, sob o comando do Chef Patrick Charvet, que traz um menu de clássicos com toques contemporâneos. Aberto do café da manhã ao jantar, ele tem um terraço ao ar livre e ambiente interno lembra a história Art Déco do hotel.
Certamente um dos cafés mais emblemáticos deParis! Desde 1887, já foi frequentado pelo escritor Hemingway, a romancista Zelda Fitzgerald, a escritora, ativista e filósofa Simone de Beavouir, por exemplo. Nos anos 60, Jane Fonda e Brigitte Bardot eram algumas das habitués do local. Um café tradicional parisiense que respira história, cultura, e portanto merece ser conhecido! O ambiente tem decoração art deco, com grandes espelhos e cadeiras vermelhas, bem clássicas. No cardápio da brasserie, pratos típicos franceses, como a sopa de cebola, e uma farta boulangerie, por exemplo. Seja para tomar um café ou uma taça de espumante, tente uma mesinha na calçada para a experiência ser completa! E o melhor: como acontece em todos os cafés de Paris, ninguém te expulsa se você estiver sentado só lendo, batendo papo ou ainda assim observando o movimento.
Com ambiente elegante e acolhedor em dois andares, o salão tem decoração clássica com cadeiras vermelhas, muita madeira e lustres imponentes. O café também pode ser um lounge, restaurante, e até biblioteca, já que há uma estante repleta de livros que você pode pegar para ler enquanto toma um chá. Não poderiam faltar as mesinhas na calçada, típico de um café francês. O Les Éditeurs oferece café da manhã todos os dias e brunch aos sábados, domingos e feriados. Além disso, há menus com preço fixo, com direito a entrada, prato principal e sobremesa. Portanto, ideal para todas as horas do dia! Um café moderno em um área muito gostosa de Paris.
O mais novo restaurante do famoso chef francês Cyril Lignac. O asiático Dragon tem ambiente refinado que nos transporta imediatamente ao oriente. A cozinha é fantástica e durante a semana é oferecido menu executivo na hora do almoço.
End: 29 Rue du Dragon
Ambiente interno Dragon
Renata Araújo no Dragon em Saint-Germain
Pratos pan-asiáticos no restaurante em Saint-Germain
Le Comptoir
Bem em frente ao Café des Editeurs, ficam duas casas do grupo ”Le Comptoir”, do chef Yves Camdborde: o L’avant Comptoir De La Mer, dedicado aos peixes e frutos do mar, e o Le Comptoir du Relais, bistrô do Hotel Le Relais Saint-Germain. O mais recente deles é o Avant Comptoir du Marché, localizado no Mercado de Saint Germain, com mesas altas, uma grande adega e plaquinhas penduradas no teto com opções do cardápio. Que, aliás, é praticamente baseado no porco, com opções como, por exemplo, presuntos, patês e terrines.
Assim como o Café de Flore, também foi muito importante para a vida cultural de Paris, já que foi ponto de encontro de artistas da época como Sartre e Pablo Picasso, por exemplo. Antes de ser um café, em 1884, Les Deux Magots era uma loja de tecidos que funcionava desde 1812. O salão interno é decorado com quadros bem coloridos e as estátuas deux Magots, que deram nome ao local. Na calçada, mesinhas simpáticas dão o tom parisiense. No cardápio, há a opção de um café da manhã completo, assim como sanduíches e croissants. Anualmente, o café é palco do prêmio literário Prix de Deux Magots, que existe desde 1933.
End: 6 Pl. Saint-Germain des Prés
Fachada Les Deux Magots
Detalhes do restaurante Les Deux Magots
Parte interna aconchegante do restaurante em Saint-Germain
Este clássico bistrô de Paris foi renovado, e agora conta com um terraço maior e novidades no cardápio. A decoração ainda é a típica de um charmoso bistrô francês, com ambiente aconchegante, paredes espelhadas, pratos com monogramas e mesinhas na calçada. No menu, um mix de pratos clássicos de bistrô, como, por exemplo, o confit de pato e alguns menos previsíveis como os cogumelos girolles.
Dizem que é lá que se come o melhor suflê de Paris! Neste elegante bistrô francês com mesinhas na calçada, o chef Gérard Idoux prepara mais de 15 variedades da iguaria, para todos os gostos. O ambiente interno é decorado com quadros de Milan Kundera e pinturas do artista pós-moderno Erró. No cardápio, suflês salgados como, por exemplo, lagosta e champignon, e os doces, como caramelo e pistache. Além disso, há também suflês sem glúten e opções de pratos sem ser o suflê, como o boeuf au poivre.
Um dos mais tradicionais restaurantes em Saint-Germain, fundado em 1959, que serve apenas um prato: o entrecôte com batatas fritas. O segredo sempre foi a receita secreta do molho, que apesar de ter sido publicada na capa do jornal francês Le Monde anos atrás, ninguém conseguiu copiar ao certo, já que as medidas nunca foram reveladas. O ambiente segue o padrão clássico de bistrô parisiense, com toldos vermelhos, mesas na calçada e salão interno elegante com cadeiras acolchoadas na cor vermelha. O restaurante não aceita reservas, portanto, é comum encontrar filas pela calçada e ter que esperar um pouco para conseguir uma mesa.
End: 20 Rue Saint-Benoît
Fachada Le Relais de L’Êntrecote
Pratos clássicos mas surpreendentes no restaurante em Saint-Germain
Em um lindo terraço de um edifício do século XVII, foi aberto com a intenção de ser o “melhor restaurante americano” em Paris, trazendo a carne diretamente do rancho do próprio Ralph Lauren, no Colorado. O ambiente é charmoso, com decoração clássica e um belo bar. Portanto, um point para ver e ser visto! No cardápio, opções diversas que vão do hambúrguer ao foie gras, tornando-o ideal para almoço e jantar, e ainda tendo uma vantagem: fazer umas comprinhas ali mesmo! Quando a temperatura permite, sentar ao ar livre é um must! Portanto, um programa completo!
A brasserie, inaugurada em 1902 pelos irmãos Frédéric e Camille Chartier, na época fazia parte de uma rede de “bouillons” – os chamados restaurantes de caldos e pratos tradicionais a preços acessíveis do final do século 19. O interior do restaurante é classificado como Monumento Histórico desde 1983. A decoração, típica do estilo art-nouveau, conta com espelhos de molduras entalhadas, muitos detalhes em dourado, como ganchos de bronze ornamentados que servem como porta-casaco. No cardápio, encontramos tanto pratos de brasserie como tradicionais da cozinha francesa. Um clássico quando se fala em cafés e restaurantes em Saint-Germain.
O Goût de France, festival de gastronomia francesa que acontece todo ano, será no dia 21 de março! A 5ª edição do evento é realizada no mundo inteiro, com 5 mil chefs participantes, responsáveis por criar um jantar típico francês, com aperitivo, entrada, prato principal, queijo e sobremesa. Acompanhado, é claro, de vinhos e champanhes franceses.
Festival que celebra a gastronomia e cultura da França, certamente uma ótima iniciativa!
Festival de Gastronomia Francesa
O tema deste ano é “Desenvolvimento sustentável através da gastronomia e o engajamento dos chefs com a preservação do planeta”. Além disso, será prestigiada a região da Provence, localizada no sudoeste da França, e conhecida não só pelos seus campos de lavanda, mas também pela rica gastronomia e feirinhas de produtos locais.
No Brasil, o objetivo é reunir mais de 100 restaurantes inscritos, de norte a sul, e chefs renomados, como, por exemplo, Érick Jacquin e Laurent Suaudeau. Entre alguns estabelecimentos já confirmados, estão Parigi Bistrot, TonTon, TasteIt Food & Lounge e La Casserole, em São Paulo. No Rio de Janeiro, Laguiole, Miam Miam e La Villa. Certamente será uma boa maneira de conhecer ainda mais a gastronomia francesa!
Laguiole, no Rio, é um dos participantes do Gout de France
Os menus
Alguns restaurantes já estão com o menu preparado para este Festival de Gastronomia Francesa! O restaurante Rendez-vous, em SP, por exemplo, vai servir de entrada a polenta grelhada com molho de queijo e ervas e, de principal, o peixe branco grelhado com Beurre Blanc e legumes. Já o Les Épices, do Sofitel Jequitimar Guarujá, oferece duas opções de entrada: torta fina de tomate, mussarela ,manjericão ou lula recheada e vinagrete de repolho roxo.
Além disso, também em SP, o Esther Rooftop sugere de prato principal a pesca do dia, mousseline de beterraba , vinagrete de mirtilo e pimentas, e de carne a alcatra assada no forno, legumes da fazenda santa adelaide e molho de manteiga noisette.
Além do jantar que acontece em mais de 150 países no dia 21, o Goût de France também promove diversos eventos na França até o dia 24 de março, como, por exemplo, mercados, degustações, piqueniques e visitas culinárias. Enquanto isso, em Paris, uma conferência dedicada ao futuro da gastronomia e ao local da comida será organizada no dia 23 de março. Estarão presentes grandes chefs, críticos gastronômicos, filósofos e sociólogos da alimentação e jornalistas.
Nesta minha última ida a Paris, fui conferir a exposição do Van Gogh no Atelier des Lumières! Depois do sucesso da mostra imersiva do pintor austríaco Gustav Klimt, chegou a vez do pintor holandês Vincent van Gogh. A exposição digital oferece uma imersão na imensa produção do artista, que pintou mais de 2.000 quadros durante os últimos 10 anos de sua vida. Certamente um ótimo programa cultural para quem estiver em Paris até o fim do ano! Aliás, se precisar de ajuda com reservas para hotéis, restaurantes ou atrações, é só falar com a gente e mandar um email para [email protected]. Aproveite para ler também sobre novo chef do restaurante Relais, no Plaza Athénée e 11 restaurantes com vista para a Torre Eiffel.
A exposição do Van Gogh certamente é um passeio imperdível em Paris
Exposição do Van Gogh no Atelier des Lumières
A exposição revela em detalhes as pinceladas poderosas e expressivas do pintor holandês, além das cores ousadas e fortes de suas telas. Além disso, as projeções exploram todos os lados e estilos de Van Gogh, com suas obras como, por exemplo, Comedores de Batata (1885), Girassóis (1888) a Noite Estrelada (1889) e O Quarto (1889).
Então, se você quer uma dica fresquinha de Paris, esta exposição do Van Gogh é uma!
O itinerário remonta as diferentes etapas da vida do pintor, desde seus primórdios até sua maturidade, passando por suas estadias em Arles, Paris e Saint-Rémy-de-Provence, suas paisagens ensolaradas, e seus retratos. Além, também, de seus auto-retratos e naturezas-mortas.
Inaugurado em abril de 2018, o espaço cultural recebe grandes exposições imersivas. São 2 salas com 3.300 m² de área de projeção, incluindo, além das paredes, o piso e o teto, por exemplo. A primeira sala, Halles, é voltada para o trabalho dos grandes nomes da história da arte, enquanto a segunda apresenta o trabalho de novos artistas.
O Atelier des Lumières fica no 11ème arrondissement, em um prédio de 2.000 m² onde funcionava antiga fundição criada em 1835. Para chegar, você pode pegar as seguintes linhas de metrô: lignes 9 (Voltaire, Saint-Ambroise), 3 (Rue Saint-Maur) et 2 (Père Lachaise). E as linhas de ônibus 46, 56, 61 et 69.
Além disso, o bairro é muito simpático e bem residencial. Portanto, se quiser dar uma caminhada, em quinze minutos chega à animada Republique e em meia hora você está no charmoso Marais.
A exposição do Van Gogh vai até o dia 31 de Dezembro de 2019.
Endereço: 38, Rue Saint-Maur – Paris, Ile de France 75011França. Serviço: Aberto todos os dias de 10h as 18h; sextas e sábados até as 22h. Ingresso: 14,50€ (adultos a partir de 26 anos); 11,50€ (estudantes); 9,50€ (pessoas de 5 a 25 anos); 13,50€ (pessoas acima de 65 anos), clique aqui para comprar.
Fomos conhecer a nova loja modelo do Supermercado Zona Sul, na Barra da Tijuca, inaugurada há pouco mais de dois meses para comemorar os 60 anos da rede. Localizada no condomínio Santa Mônica, o complexo interativo reúne atividades e experiências gastronômicas, além de uma preocupação com a sustentabilidade. Podemos dizer que segue o modelo do Whole Foods, nos Estados Unidos, e o LeBon Marche, na França. Ou seja, um presente e tanto para nós, cariocas! Aproveite para ler também sobre +7 restaurantes na Barra e o Vogue Square.
O espaço já chama a atenção pela sua grandiosidade! O projeto arquitetônico tem um pé direito altíssimo, com as tubulações aparentes e muita luz natural por meio de uma grande claraboia. O ambiente integra ilhas, restaurantes e gôndolas organizados de forma circular. No centro, foi instalado um café, da marca Santo Grão, que torra os grãos diariamente. Pensa no cheirinho bom de café, rs! Além disso, há também um bar de sucos com insumos da estação e água de coco, tudo fresquinho.
Ao redor, o hortifruti com legumes, verduras e frutas frescas. Duas oliveiras naturais completam as cores do salão, e há também uma estante de azeites onde você pode preparar o seu próprio blend. Olha só que diferente! Ah, amantes de queijo, preparem-se: logo em frente fica a ilha de queijos e frios com o Mozzarella Lab, onde a mussarela é feita na hora, na frente do cliente. Certamente um espetáculo ao vivo. Tem até um sino que eles tocam para avisar!
Em termos gastronômicos, se você quiser almoçar ou jantar, opções não faltam. Há um sushibar delicioso assinado pelo chef Carlos Ohata, uma rotisseria com frango assado, antepastos e acompanhamentos, pizzaria, spaghetteria com massas frescas e até café da manhã com pães e confeitaria artesanais. Aliás, o Zona Sul Santa Mônica tem um pão único e exclusivo, feito com fermentação natural, e somente lá. Vale a pena experimentar!
Além disso, é na sala “Estação Sabores” que acontecem aulas gratuitas de culinária com chefs renomados, basta se inscrever pelo número (21) 97901-6886. Sob o comando do chef francês Christophe Lidy, o Zona Sul conta com um time de experts, responsáveis pela curadoria e qualidade dos produtos, como, por exemplo, Dominique Guerin na pâtisserie, Dionísio Chaves nos vinhos, e Marcelo Scofano no azeite e temperos.
A iluminação natural foi pensada para economizar recursos ambientais. As placas solares, localizadas no estacionamento, captam energia natural e, ao mesmo tempo, funcionam como proteção para os veículos contra a luz solar. O Zona Sul também implantou um sistema moderno de captação de chuva, além de utilizar fossas naturais, e construir uma área segregada para separação do lixo em orgânico e recicláveis. Outra ação sustentável é o Caixa Verde. O cliente que não quiser utilizar bolsas de plástico terá prioridade e não enfrentará fila para fazer o pagamento.
Portanto, além de ser um lugar para fazer as suas compras, a nova loja modelo do Supermercado Zona Sul é um espaço para você almoçar, tomar um café, um lanche ou até mesmo aprender com as aulas de culinária!
Por Duda Vétere. Março 2019
Fotos: Duda Vétere, Carolina Oliveira e Divulgação