Nesta quarta feira, dia 20 de agosto, o primeiro PJ Clarke´s do Rio abre as portas no Leblon.
O restaurante antológico de Nova York, desembarca no Rio de Janeiro direto para um dos bairros mais charmoso da zona sul, pertinho da praia. Com 130 anos de história, a casa é famosa por seus hambúrgueres clássicos e traz como grande novidade o Oyster Bar, onde o cliente poderá degustar ostras, acompanhadas dos molhinhos nos sabores chutney com tomate ou vinagrete da casa.
Vale lembrar que além dos famosos hambúrgueres, o PJ Clarkes do Rio traz no cardápio petiscos deliciosos, saladas e sobremesas de cair o queixo. Sem contar, chope Brooklyn, direto da fonte, de uma das cervejarias mais famosas de NY.
O restaurante tentou reproduzir o ambiente nova-iorquino na casa do Leblon, com estilo art déco,quadros pendurados em paredes de tijolos aparentes, toalhas em xadrez vermelho e branco e clima autêntico.
Um dos restaurantes mais antigos de Nova Iorque, o primeiro PJ, como é carinhosamente chamado, foi aberto em 1884 e faz parte da história da cidade, tendo sido frequentado por celebridades, como Nat King Cole e Jack Kennedy. Hoje, são 6 estabelecimentos na cidade.
Seja para a hora do almoço, happy hour ou jantar, o PJ Clarke’s do Rio vai ser sempre uma boa opção. Vamos torcer para que dê certo a promessa de trazer a atmosfera de Nova Iorque para o Rio.
Antes de ser umhotel de luxo em Londres, o Mandarin Oriental Hyde Park é um hotel com alma. Construído em um prédio histórico de 1888, de estilo eduardiano, ele mantém a tradição inglesa e ao mesmo tempo, apresenta elementos de modernidade e ousadia em suas áreas comuns. Não à toa, o Mandarin Oriental Hyde Park é considerado um dos melhores hotéis de Londres.
Mandarin OrientalHyde Park – um dos melhores hotéis de Londres
Inaugurado em 2000, depois de uma super reforma, o MO Hyde Park, um dos melhores hotéis de londres, é muito movimentado, com uma mistura de hóspedes de nacionalidades diferentes e moradores de Londres. Eles passam para tomar um drinque, um chá ou até mesmo almoçar ou jantar.
Localizado em Knightsbridge, uma das áreas mais elegantes de Londres, e com quase 200 quartos, ele tem um super spa, com piscina coberta e oito salas de tratamentos, além dos restaurantes estrelados Bar Boulud (de cozinha francesa, onde você pode ler detalhes aqui) e Dinner by Heston Blumenthal, (tradicional culinária britânica sob o comando de um dos chefs mais importantes da Inglaterra).
Os ambientes
Logo no check in, o hóspede pode escolher se quer seu quarto em um dos melhores hotéis de Londres com vista para o parque ou para o burburinho de uma das avenidas mais movimentadas de Londres. Na decoração, o requinte da tradição inglesa, com obras de arte, papéis de parede e inspiração vitoriana. Enquanto isso, a modernidade fica por conta do excelente sistema de som, dock pra ipod, além da TV a cabo com 200 canais.
Um dos melhores hotéis de Londres conta ainda com um charmoso bar, de design contemporâneo, a começar pela arrojada mesa de mármore, inspirada em uma passarela de desfiles de moda e por onde passamos para tomar para o café da manhã. Servido em esquema de buffet ou à la carte, e com direito à linda vista para o Hyde Park, no verão, é possível comer ao ar livre, enquanto em qualquer época do ano temos a chance de presenciar a cavalaria real que passa de manhã. Tive a chance de comprovar, com seus guardas devidamente fardados em seus potentes cavalos.
O Salão de Chá
Inaugurado recentemente, o elegantérrimo The Rosberry é o salão de chá do hotel que rapidinho virou point, não só dos hóspedes, mas também de encontros de amigos e colegas de trabalho. Além do tradicional chá das cinco, são servidos ali drinques, sanduíches, docinhos e afins. Além disso, a decoração segue o estilo vitoriano sem deixar de lado toques contemporâneos. Como bônus, a vista da movimentada Knightsbridge, um dos símbolos de Londres, através dos janelões de vidro que também dão muita claridade ao local. Não à toa trata-se de um dos melhores hotéis de Londres.
O serviço de um dos melhores hotéis de Londres
Como sempre acontece nos hotéis da cadeia asiática Mandarin Oriental o serviço é impecável, funcionários sempre sorrindo e dispostos a ajudar. Destaque também para a equipe de concierges que me ajudou muito nas sugestões de restaurantes, sempre com boas ideias e up to date.
O comércio
Para quem gosta de fazer compras este é certamente o lugar correto, já que o MO Hyde Park fica em frente à Harvey Nichols (sofisticada loja de departamentos). Além disso, está a alguns quarteirões da Harrod’s, a mega loja mais tradicional do país. No caminho, dezenas de lojas de grifes e também outras mais acessíveis, como, por exemplo, Top Shop, Zara, e a charmosa Sloan Square, um cantinho muito simpático, com bares, restaurantes e mais lojas.
Para os amantes de esporte, além da academia do hotel, o Hyde Park está logo ali, onde é possível praticar exercícios quando o tempo permite. De quebra, ele tem uma estação de metrô ao lado, além de ser facilmente acessível por várias linhas de ônibus.
Finalmente, independente do motivo da sua viagem a Londres, o Mandarin Oriental Hyde Park impressiona pelo seu imponente prédio, seus excelentes restaurantes e sua primorosa localização. Portanto, mais do que um hotel, certamente uma experiência de vida na capital inglesa.
A Riviera Maya é um dos lugares mais procurados por turistas no México, por suas praias maravilhosas, de águas claras e calmas e areias brancas. Mas a estadia neste Caribe mexicano é 100% comprometida pelo hotel em que você se hospeda. E são dezenas deles, na mesma avenida, um ao lado do outro, entre Playa del Carmen e Cancun. Mas poucos tem o selo Leading Hotel of the World que atesta o conforto, qualidade do serviço e luxo. O Grand Velas All Suítes & SPA Resort Riviera Maya é um desses.
Sua qualidade é tão alta que não é considerado apenas um cinco estrelas, ele se enquadra na categoria Diamante. Sua imponente entrada já dá sinais do que o lugar tem a oferecer
Confesso que no começo o tamanho – quase 500 suítes – assusta Além do fato de ser um hotel all inclusive Bate aquele medo: será que a comida vai ser boa? Pois o Grand Velassurpreende demais neste quesito. O cuidado com a gastronomia é evidente. São cinco restaurantes gourmet, de excelente qualidade e que fazem o turista esquecer que está dentro de um hotel deste tamanho. A variedade também impressiona: os informais Azul, Bistrô e Chaká onde é servido café da manhã e ficam abertos o dia todo.
Para jantar: Lucca, italiano mediterrâneo, com uma oferta de frutos do mar e massas frescas; Piaf, francês, tradicional, romântico e suntuoso ; Frida, restaurante premiado, moderno, e de culinária típica mexicana; Sen Lin, fusão oriental e Cocina de Autor, de alta gastronomia, com influência Vasca e menu degustação sob chefs renomados.
Restaurante LuccaRestaurante Piaf
Restaurante FridaRestaurante PiafRestaurante Sen Lin
Restaurante Cocina de Autor
Além disso, há vários bares, para todos os gostos, com piano para os mais sofisticados e karaokê, para os hóspedes mais animados. Afinal, tomar um drinque antes do jantar de frente para a praia não é nada mal.
Outro fator interessante é que o hotel é dividido em três áreas: Grand Class – para casais (e jovens a partir dos 12 anos), – Ambassador – para famílias – e Zen – para convenções e com quartos de frente para abundante vegetação e belos canais, ideal para os amantes da natureza. O que funciona perfeitamente porque nunca se tem a impressão do hotel estar lotado e um “grupo” não atrapalha o outro, já que cada uma delas tem total privacidade em relação às outras áreas.
O quarto tem um tamanho ótimo, e pode chegar a 95m2, super espaçoso e bem equipado, do tipo que dá vontade de morar ali dentro: com sala íntima, área de estar, TV de tela plana giratória com DVD, e alguns até com uma pequena piscina particular. Além de banheira de hidromassagem nos imensos banheiros com pisos de mármore. As bebidas no quarto, que vão de tequila a Nespresso, também são liberadas, fazendo parte do sistema all inclusive. Decoração com toques mexicanos mas sem ser over e de acordo com o ambiente praieiro. Isso sem contar a vista deslumbrante.
Além da praia, com serviço exclusivo na areia o tempo todo, o hotel oferece esportes náuticos, como veleiro, caiaque não motorizado, boggie board e quadras de vôlei de praia. Passeios para o centro de Playa del Carmen e arredores também podem ser arranjados, por um preço à parte.
Pela privilegiada localização, o Grand Velas é muito procurado para casamentos e há um departamento que só cuida do assunto. Já imaginou dizer o “sim” com este visual ao fundo?
O spa é outro ponto alto do hotel, com 42 suítes dedicadas à beleza e ao bem estar, que oferecem uma série de tratamentos, modernos e tradicionais. Destaque para a massagem nos pés com peixes. Pela área do hotel ser muito extensa – 82 hectares – há transporte 24hs de uma ala à outra, que funciona perfeitamente. Aliás, a dedicação dos funcionários é outro quesito que chama a atenção. Todos são sempre muito gentis, dispostos a ajudar e com um sorriso no rosto. Não à toa, passam por um treinamento de 90 dias até serem contratados e conseguirem passar esta simpatia para os clientes.
A decoração de bom gosto também chama atenção, a começar pelas lindas e coloridas bouganvilles, típicas da região e que permeiam todo o hotel. E as piscinas são uma atração à parte. A principal, de borda infinita, também com serviço de concierge, é magnífica! Outras piscinas menores, mas igualmente belas, se espalham pelo resort.
E com toda esta mordomia que você encontra no hotel, não dá para se queixar do preço, que começa em U$250. O Grand Velastambém tem o selo Virtuoso e foi considerado pela revista Forbes como um dos 10 coolest all inclusive resorts no mundo. Um refúgio de luxo com sofisticação à beira-mar, ou seja, Grand Velas é sem dúvida um paraíso no México.
O Kotobuki, um japonês muito além do sushi. Há anos referência em restaurante japonês no bairro de Botafogo, o Kotobuki conta agora com novidades do menu e se revela como uma das melhores opções desse tipo de culinária na vizinhança.
Fomos conhecer o novo menu e tivemos muitas agradáveis surpresas, com misturas inovadoras e sabores marcantes. Entre as muitas opções de otoshis, as entradinhas, foram introduzidos peixes menos comuns e muitas frutas, trazendo combinações surpreendentes. Para começar, um harumaki diferente, o Ise Ebi, feito com lagosta e pimentão defumado. Vale destacar entre essas novidades o pargo com ovas, molho ponzu e brunoise de limão siciliano, que se apresenta quase como um carppaccio. E uma menção especial para o Shake tangerine, composto por salmão recheado com gorgonzola, salada de tangerina e palha de alga. Fechamos muito bem essa introdução com o duo de peixe branco ao gengibre e mel.
Logo no início dessa degustação fomos surpreendidas pelas excelentes sugestões de harmonizações com os novos drinques da casa. À base de saquê de vodka, foram os acompanhamentos certos para esses novos aperitivos. Não deixem de provar o saquê com cointreau, abacaxi e alecrim, e o mais docinho Grey Goose le citron com suco de lichia e geléia de goiaba. Para quem preferir um sabor ainda mais cítrico, a escolha é o shochu hamada com suco de limão siciliano, uva Niágara e gengibre. Até o Bellini, bebida típica de Veneza feita com champanhe e pêssego, faz parte da carta de drinques e combinou muito bem com os peixes brancos.
Sem esquecer da tradição, as iguarias mais conhecidas e adoradas pelo público em geral continuam no cardápio, como os cortes de sashimi, os makis e californias e diversos combinados. Nosso escolhido foi o obrigatório shitake e shimeji no molho shoyo.
Quando chegou a hora de provar os pratos quentes, o acompanhamento não poderia ser outro que não o saquê. Saboreamos uma garrafa de Hakushika junto com a lula recheada com shimeji e nirá ao molho teriaki, uma deliciosa combinação. Esse prato é feito quase de forma artesanal, já que o chef precisa ter muito cuidado no corte da lula. Por ser preparado com um cuidado especial, demora um pouco mais para chegar à mesa. A espera vale muito a pena! Ainda nos quentes, também agradou bastante o salmão com arroz negro e nirá, com molho agridoce com pimenta. A apresentação dos pratos é toda feita com muito esmero pelos sushi men do Kotobuki, trazendo a conhecida beleza dos pratos japoneses para os clientes e deleitando tanto o paladar quanto os olhos. O menu traz ainda a lagosta confitada no saquê com sorbet de damasco e chá verde, e o atum em crosta de ervas selado na chapa com misso e legumes, além é claro dos tempuras e o fiel yakisoba.
O jantar foi fechado com chave de ouro com duas deliciosas sobremesas saboreadas até a última colherada. Quando o maitre nos trouxe uma linda caixinha com motivos orientais, não imaginávamos o que tinha dentro. Ao abrir a chamada Bento box, a surpresa maior: um petit gateau com calda de chocolate, calda de frutas vermelhas, sorvete de macadâmia e amoras por cima completando a montagem. Além de lindo, delicioso! E quando a gente pensa que nenhuma outra sobremesa naquela noite poderia ser superior, chega a terrine de goiabada com creme de mascarpone e fios de açúcar caramelizado. Consistência e sabores perfeitos, impossíveis de resistir. Podem não ser originais da Ásia, mas são criações acertadíssimas do restaurante.
Com esse menu bastante variado e completo, vale muito a pena visitar a casa tanto no almoço quanto no jantar, lembrando que as amplas janelas do restaurante oferecem uma das vistas mais bonitas da Enseada de Botafogo. Salão espaçoso, um sushi bar e a opção de mesas no chão, como manda a tradição japonesa, compõem o bonito ambiente. A decoração caprichada com uma pequena cascata na entrada e painéis orientais fazem do Kotobuki um lugar super agradável para passar horas degustando uma culinária japonesa que vai muito além do sushi!
Para mais informações, entre no site do Kotobuki, que também tem um endereço Barra e faz entregas a domicílio.
Texto: Monica Barros Fotos: Monica Barros e Divulgação
Uma vida inteira não seria suficiente para conhecer todos os restaurantes bons (!) de São Paulo. Portanto, vamos desistir desta ideia. Ainda assim, é possível fazer check in em vários deles. Para comemorar meu debut como colaboradora paulistana do You Must Go, selecionei alguns endereços gastronômicos que valem a pena estar na sua listinha. Prontos? Bem, como estou apurando meu 14º livro da coleção “101 Lugares para se Conhecer” pelos bairros de Pinheiros e Vila Madalena vou compartilhar com vocês o que tenho provado e, definitivamente, aprovado.
Para os dias descontraídos, vá de Maíz. Para os animados, de Suri. Pizza de domingo? Inove, fuja das pizzarias clássicas e conheça a Mercearia do Conde. Árabe? Bem, em SP está a segunda maior população libanesa do mundo; portanto, a coisa é séria: prove o Saj. Quer comer um sanduba, mas saudável? Rume para o Vapor! A pedida é tomar cerveja artesanal e comer cachorro-quente gourmet, coloque no GPS Brew Dog. A melhor (Ok, uma das melhores) mil-folhas de SP? Confeitaria Dama. E com estas opções você estará bem servido por alguns dias.
Maíz
O Maíz é descolado, sem frescura e delicioso. Ele é tudo isso e consegue ser uma graça. É tamanho P, tem poucas mesinhas, umas 3 ou 4, todas juntinhas umas das outras. E tem um balcão de onde se vê a cozinha e o forno giratório onde são assados os frangos. A proposta é servir comida de rua da Colômbia. No cardápio, reinam as arepas e os tacos, mas o que você não pode deixar de provar MESMO são as papas criolas. Ahhh! Aquelas batatas crocantes por fora e macias por dentro, uma lou-cu-ra! O Maíz fica na rua Matheus Grou. Depois de almoçar, vale dar uma volta pela Desmobília e pelo Estúdio Gloria, ambos com móveis e objetos vintages altamente desejáveis.
O Maíz e o Suri são do colombiano Dagoberto Torres. Se no Maíz o negócio é comer com as mãos e se lambuzar, no Suri a coisa é um pouco mais comportada, mas não menos alegre. Minha sugestão? Não escape do couvert, que é ótimo, e serve chips variados com guacamole e molhinho picante. Peça pelos tiraditos (peixes cortados bem fininhos, crus e bem temperados) e siga com os ceviches (peixes e frutos do mar marinados no limão com temperos andinos). Há pratos quentes, mas o mais bacana é justamente compartilhar os pedidos e, com isso, prolongar a refeição e a conversa. Na minha opinião, o balcão é o melhor lugar para se acomodar e ver a energia contagiante da cozinha. Em tempo: os ceviches são fabulosos!
Ela não é nenhuma novidade na cidade. Pelo contrário, já ganhou a maioridade, existe há mais de 21 anos. Sim, começou como uma mercearia e com o tempo virou restaurante. Costumo dizer que você entra e fica de pescoço para cima olhando as dezenas de mobíles que tomam conta do teto. O cenário é lúdico, parece um circo, colorido e animado. No cardápio, que é excelente, há também a categoria pizza! Ou seja, na cidade famosa por ter as melhores pizzarias do Brasil, e há quem diga são tão boas como as da Itália, a Mercearia também serve as adoráveis redondas sem aquele clima tradicional e filas homéricas.
Reserve os sofazinhos do segundo salão, em que você pode sentar cruzando as pernas, sem sapatos, bem no estilo das tendas árabes do deserto de Wadi Rum na Jordânia. Pode parecer lugar comum pedir pelos pães, humos, coalhada seca e mhammara, mas a verdade é que este é um comum muito especial. O pão, que é feito na hora e chega quentinho à mesa, é de levitar! Ah, você pode ver o preparo dele pela janela lateral do corredor que liga os dois espaços: vale a pena! As pastinhas são igualmente sublimes. Dá para ficar apenas nesta entrada, mas caso a fome fale mais alto e a curiosidade também, peça pelo delicado falafel e finalize com um doce árabe!
E quando dá aquela vontade de “mandar ver” em um sanduba bem caprichado, daqueles que só profissionais conseguem morder, mas você não quer perder a classe, sair da dieta e exagerar? Para estes casos existe o Vapor. Nada, nadinha é frito por lá. Nem chapa eles usam, o cozimento é feito a vapor e, com isso, o resultado final é muito mais saudável. O melhor? É gostoso igual. O cardápio é preso em uma prancheta, as mesas não levam toalhas, apenas um jogo americano de papel, e dentro do restaurante tem um grosso tronco de árvore e perto dele a explicação: o vapor manda aqui.
Sim, dá para ir paquerar: o bar é movimentado, animado e as cervejas ajudam todos a ficarem mais simpáticos. E que cervejas! Só há rótulos especiais e artesanais. O acervo é expressivo e você certamente verá cervejas inéditas no seu currículo de expert em loiras geladas. Isso sem falar nos ótimos chopes da casa, os Brew Dogs, tirados na torneira. Para acompanhar, há os cachorros-quentes gourmets e vejam só: com opção de salsicha vegetariana! No mais, beba, coma, divirta-se e volte para casa de táxi.
Da primeira à última mordida, o sabor leve permanece o mesmo. Você acaba de comer aquela “Senhora Mil Folhas” e seu paladar não parece doce demais, nem seu estômago fica pesado. Comer duas é fácil e até mesmo recomendado. O recheio de creme delicado e a massa crocante são a melhor das perdições! Ao lado delas, há outras vedetes que devem ser provadas. Quem faz uma mil-folhas espetacular entende do ofício de adoçar paladares.
Que tal um happy hour diferente? No meio da agitação de Copacabana, um lugar para descontrair depois do trabalho com um toque de França e da deliciosa frescura parisiense, o Paradis Délices Français. Sua loja principal fica em Copacabana, mas a casa tem aberto filiais em vários outros pontos da cidade. Afinal, é na Paradis que você encontra os melhores macarons fraceses, hoje também presentes na Barra, Gávea, Tijuca e Niterói.
A Paradis foi uma das primeiras patisseries no Rio totalmente dedicada aos macarons, e logo se tornou notícia na cidade. Sua fachada já atrai pela Torre Eiffel na vitrine. E adentrando a lojinha, uma festa para os olhos: macarons de todas as cores espalhados pelo balcão de vidro, do mesmo jeito que são vendidos na França. Os ingredientes são europeus, a forma de fazer é artesanal, propiciando degustar o doce como os originais.
À frente das receitas está o chef francês Pierre Cornet-Vernet, que se mantém fiel a tudo que aprendeu com sua avó em termos de culinária. E a graça está em combinar sabores de outros países com frutas brasileiras para uma mistura de culturas. A patisserie aproveita também datas especiais para promover novidades. Durante a Copa do Mundo foram criados sabores inspirados nas seleções participantes, como Itália, Espanha, Uruguai e a poderosa Alemanha.
O ambiente também é muito agradável e bem característico das confeitarias francesas. Mesinhas e um confortável sofá com almofadinhas, apoiados num encosto revestido de couro branco que se destaca em meio ao colorido dos balcões. E nos fundos um pequeno lounge com sofá de quatro lugares, algumas cadeiras e uma mesinha de centro. É o lugar perfeito para um happy hour à base de Chandon Rosé ou Brutt, que combinam muito bem com os doces. O espumante quebra um pouco o gosto do açúcar, que não é muito carregado tornando os doces bem leves, um dos segredos das pâtisseries francesas. Belas prateleiras iluminadas compõem essa pequena sala, dando conforto e tranquilidade para um encontrinho de amigas ou de casais apaixonados. Tudo muito charmoso e convidativo.
Para quem quiser variar um pouquinho, outros doces típicos também são vendidos. O Mademoiselle vem recheado com marshmallow e diversos sabores a escolher, como praliné, chocolate belga, frutas vermelhas e limão com hortelã. Uma das estrelas do Paradis é o Montmartre: chocolate crocante e geladinho por fora e no interior também vários sabores para nos tentar: brownie com praliné, chocolate branco com maracujá, tarte tatin entre outros. Os chocolates belgas e éclairs são bastante procurados. Uma escolha menos tradicional fica por conta do sorvete de macaron, que vem num pirulito como um picolé! Mas o grande show fica mesmo a cargo dos macarons! Sempre há um novo sabor a se provar. O de amarena dá a sensação de estar comendo a própria frutinha, e o de limão siciliano é simplesmente irresistível.
Todos esses mimos podem ser levados pra casa em lindas caixinhas finamente decoradas, ou dados de presente. Quem não gostaria de ganhar uma Torre Eiffel tamanho médio inteirinha feita de chocolate belga?!
Nada melhor do que o encontro de dois grandes feras da mixologia para divulgar a coqueteleria brasileira. Esse encontro aconteceu no Rio de Janeiro com o lançamento da primeira edição do Guest Bartender. O Paris Bar foi o palco dessa iniciativa que pretende divulgar e valorizar ainda mais os conceituados bartenders brasileiros, que vem desenvolvendo um excelente trabalho nos melhores restaurantes do país.
Esse primeiro encontro reuniu os premiados Alex Mesquita do Paris Bar, no Rio de Janeiro, e Jean Ponce do D.O.M., o estrelado restaurante de Alex Atala em São Paulo. A ideia dos dois é apresentar ao público drinques clássicos repaginados e também novas criações, e principalmente valorizar os produtos brasileiros. Por isso, os dois trouxeram bebidas à base de cachaça que surpreenderam quem esperava a tradicional caipirinha. Misturando bebidas clássicas como Vermute e Bourbon, e ingredientes como castanhas brasileiras, canela, abacaxi e maracujá, a reação de quem saboreava era de surpresa e satisfação. As criações também ganharam nomes que remetem à cultura nacional: Martini Priprioca, Revolução, Connection e Arte Líquida. No momento em que Jean Ponce começou a defumar o licor de amêndoas usado em um dos drinques, o delicioso aroma invadiu o ambiente.
A próxima etapa desse projeto será em São Paulo, onde Jean Ponce irá receber o convidado Alex Mesquita para oferecer belos drinques em um dos restaurantes onde comanda o bar. O Guest Bartender vai seguir com essa troca entre os bares de diversas cidades para continuar promovendo esse setor que vem crescendo e brilhando cada vez mais, mas ainda precisa de mais incentivo para chegar até o público de forma mais abrangente.
As exclusivas criações dos dois bartenders foram muito bem acompanhas por um pequeno menu desenvolvido por Tiago Flores, do Paris Gastrô. O chef também estava presente incrementando ainda mais a noite com seus pratos com muitos toques da culinária brasileira. Ótimas combinações feitas, entre outras, com creme de queijo da Serra da Canastra, risoto com coco e polvo e hambúrguer de barriga de porco com molho tártaro. Arrancou até aplausos dos presentes, deixando a certeza de que esse projeto será um sucesso.
Zurique é um dos maiores centros financeiros da Suíça e é considerada uma das cidades mais caras do mundo. Apesar disso, a cidade dos relógios e das contas bancárias ultra sigilosas tem atrações para todos, dos magnatas ao simples mortais viajantes. Vale a pena a visita.
A cidade fica entre o Lago Zurique e o Rio Limmat, e é possível a vista dos Alpes Suíços de diversos pontos da cidade. Paisagens naturais não vão faltar e para quem gosta, o Botanischer Garten é um jardim botânico com variedade de espécies e pouco visado por turistas, garantindo um passeio tranquilo e bonito nas quatro estações do ano.
Mais badalado, um dos bairros mais visitados da cidade é Altstadt, conhecido como Zurich’s Old Town. Esse bairro histórico no centro de Zurique une a arquitetura renascentista aos clubs modernos e é ideal para quem gosta de compras ao ar livre. Durante o dia, reencontre o passado visitando catedrais como a Grossmünster e suas famosas torres e à noite curta boa música e bebidas no bar exclusivo Kaufleuten, coração da nightlife da cidade.
Para os amantes de chocolate, relógios e souvenires, não pode faltar a visita a Bahnhofstrasse, principal aérea de compras da cidade. Lá você encontra diversas lojas de departamento, boutiques e artigos tipicamente suíços com variedade de preços. Para os mais alternativos, vale conferir a Timme Tunel, loja de roupas e acessórios retro, que conta até com cabelereiros, tudo num ambiente vintage com toques modernos.
E um bairro que não dá pra deixar de visitar é o Zurich West antiga área industrial que virou alternativa. Tem mercado gastronômico, lojinhas modernas, restaurantes e bares descolados. Bem legal e de fácil acesso!
Em termos de hospedagem, gostei muito do Hotel Schweizerhof, super bem localizado, em frente à estação de trem e do ladinho da Bahnhofstrasse – rua cheia de lojas e com muito movimento – e com um excelente café da manhã.
Fiquei apenas uma noite na cidade, então, não deu para experimentar muitos restaurantes, mas indico, sem sombra de dúvidas a Cantina Antinori, italiano de primeira! Sinto até hoje o cheirinho das minhas trufas.
Dicas preciosas:
Zurique tem um dos melhores sistemas de transporte do mundo. Faça todos os seus passeios de bonde ou trem e aproveite a vista!
No verão, não hesite em alugar uma bicicleta no centro da cidade. Elas são de graça e você pode entrar nas ruas mais estreitas e conhecer cada cantinho!
Leve uma garrafa d’água e aproveite para enchê-la nas mais de 1200 fontes de água potável espalhadas por Zurique. Economize para as compras! Uma garrafa de plástico custa em média 13 reais por lá!
Com o Zurich Card você ganha passe para 39 museus + transporte com um desconto generoso! Outras informações em zuerich.com.
A Swisscom lançou um serviço de wi-fi portátil para turistas, procure saber ao chegar no aeroporto! No plano básico, você tem internet de 2GB, por 5 dias e usa em até 5 aparelhos simultaneamente. Custa 78 reais e o aparelho pode ser devolvido em qualquer caixa de correio!
Nos dias 13,14 e 15 de agosto, o restaurante L’etoile traz ao Brasil o chef francês Guy Krenzer. Localizado na cobertura do hotel Sheraton, um dos mais tradicionais do Rio, no bairro de São Conrado, o restaurante, aberto este ano, tem uma vista incrível.
Convidado pelo chef do restaurante, Jean Paul Bondoux, os dois vão preparar um menu especial para as três noites de evento e prometem arrasar!
O menu terá como couvert uma maionese de caranguejo real do Alasca com gaspacho de alface romana e de entrada, será servido um Foie Gras com mascarpone, suco de limão da pérsia e maçã granny smith. Além do prato principal, da sobremesa e dos vinhos sugeridos pelo sommelier. O restaurante já está aceitando reserva para os três dias, mais detalhes no site do hotel.
Localizado em uma área nobre, na rua Barão da Torre próximo à esquina da Garcia D’ávila, em um simpático casarão, o Le Vin Bistrô é um sucesso de restaurante francês em Ipanema.
Tivemos a oportunidade de almoçar no bistrô, e as expectativas foram correspondidas. O chef Fred Barroso, muito simpático, veio nos cumprimentar e o menu ficou por conta dele! Logo que sentamos, o couvert veio à mesa com pão quentinho acompanhado de manteiga e patê. De entrada, dois pratos foram servidos: o fricassée de champignons com molho foie gras e o steak tartare com batatas fritas, ambos deliciosos! Como prato principal, foi servido o cordeiro com vagens francesas e purê de batatas. De sobremesa, o clássico pudim de caramelo. Tudo isto acompanhado de um vinho tinto chilenos, Los Vascos.
O ambiente do bistrô é muito aconchegante e ainda conta com uma varanda super charmosa. O salão principal do restaurante dispõe de uma adega com capacidade para 1.500 garrafas.
Nos dias de semana, o bistrô oferece um menu executivo no almoço, além de um quadro negro com sugestões do chef para quem ficar na dúvida do que pedir, já que são tantos pratos diferentes!
E ainda fomos presentadas pelo chef, com o livro do Le Vin Bistrô, que reúne fotos e receitas dos pratos, além de toda a história da família proprietária da rede Le Vin. Adoramos!
A filial aberta em 2007, em um casarão tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional não é a única. O Le Vin está presente em outros 12 endereços, entre Rio e São Paulo.
Um almoço em um bistrô francês em plena Zona Sul carioca é uma experiência agradável que com certeza iremos repetir a dose!
Nas últimas semanas, dois novos restaurantes asiáticos no Rio receberam a imprensa em eventos especiais para apresentar suas novas casas e deram o que falar. Um deles não é exatamente novo. Trata-se do já tradicional Sawasdee, que abriu uma filial na Rua Barão da Torre, em Ipanema. O outro, o primeiro restaurante da rede americana P.F. Changs’s no Brasil, já é considerado uma das grandes novidades da cena gastronômica carioca.
O chef Marcos Sodré, do Sawasdee, que nos recebeu na linda casa de dois andares, onde antes funcionava um curso de inglês, abriu os trabalhos com um refrescante guacamole cítrico, acompanhado de mandiopã frito. Depois preparou uma deliciosa sopinha de frango com leite de coco e gengibre e o tataki de pato com tartare de manga. Em seguida, continuamos a degustação com a costela caramelizada e sate de camarão com paçoca e chili. Para finalizar, o ponto alto da noite: arroz de jasmin frito, com lombinho de porco e ovo. Saborosíssimo e surpreendente!
O P.F. Changs’s já é sucesso há mais de 20 anos nos Estados Unidos, e soma 256 filiais espalhadas em 16 países em todo o mundo. A casa conta com uma decoração do tipo cenográfico e um variadíssimo cardápio com 70 pratos. Phillip Chiang, idealizador da marca, e simpatíssimo, esteve presente neste evento para a imprensa.
Ele, que nasceu em Shangai e foi criado no Japão, hoje vive em Los Angeles, e supervisiona a criação de novos pratos, sendo responsável por todo o menu atual. Chiang fez questão de apresentar alguns dos carros-chefe do cardápio. Entre as entradas, destaque para os famosos chicken lettuce wraps, uma deliciosa combinação de frango, cogumelos, cebolinhas e castanha d’água, preparada na wok e acompanhada de folhas frescas de alface para que o cliente prepare os rolinhos com as mãos. Também experimentamos os dumplings de porco, rolinhos primavera e os dynamite shrimps (camarões picantes), especialmente saborosos.
Em seguida, vieram os pratos principais. Um dos pratos mais populares da casa é o Chang’s Spicy Chicken (cubos de frango em molho levemente apimentado), mas também são muito gostosos o Mongolian Beef (lâminas de carne caramelizadas a base de molho shoyo, o Walnut Shrimpwith Melon (camarões com nozes e melão) e o Oolong Premium Fish (peixe marinado em chá e servido com espinafre). Para fechar o almoço, rolinhos primavera de banana e o Great Wall of Chocolate, um maravilhoso bolo de chocolate de seis camadas com chips de chocolate e calda de frutas vermelhas.
Outra grande atração no menu do restaurante são os drinques variados, coloridos e bem originais, como o Sichuan Mary, versão asiática do clássico bloody mary, feita com vodka importada, suco de tomate bem temperado, suco de limão, molho de pimenta Sriracha, shoyu e molho inglêstanto. Pela variada carta de drinques e o belo bar, a ideia é que o restaurante também seja palco de animados happy hours.
E uma surpresa aos que acham que este tipo de comida não é saudável, há várias opções de pratos sem glúten no cardápio. O primeiro PF Chang’s do Brasil fica no Casashopping, na Barra e tem capacidade para atender 320 clientes.
A partir do próximo dia 14, o jornal O Globo apresenta o novo Rio Gastronomia. Em parceria com o Sindicato dos Hoteis, Bares e Restaurantes (SindRio) e a Riotur, o evento contará com a participação dos melhores restaurantes da cidade, num total de 325 estabelecimentos, que vão oferecer a seus clientes cardápios a preços especiais. Uma grande festa de abertura para convidados, no Jockey Club, será o ponto de partida do evento e nós estaremos lá para depois contar todas as novidades para você.
Nesta noite especial, serão apresentados os vencedores do Prêmio Rio Show de Gastronomia, que há 12 anos escolhe os melhores restaurantes e chefsdo Rio e teve como jurada em sua última edição a jornalista Renata Araújo, editora do You Must Go.
Até o dia 24 de agosto, o público também poderá aproveitar o Circuito Rio Gastronomia, com aulas de chefs renomados, como Felipe Bronze (Oro), Pedro de Artagão (Irajá), Jan Santos (Entretapas) e Thomas Troigros (Olympe), além de shows gratuitos e uma área com filiais de restaurantes e botecos premiados nas edições anteriores.
Outra atração bastante aguardada é a Cozinha Show. O caminhão equipado como uma espécie de cozinha itinerante passará por oito pontos da cidade com aulas de culinária e degustações comandadas por algumas das maiores referências da gastronomia carioca, como os chefs Paolo Lavezzini (Fasano) Frederic de Maeyer (Eça), Nao Hara (Seidô) e Luciano Boseggia (Alloro), entre outros.
Então, para quem gosta do assunto, como nós, esta é a época para se dedicar a comer bem, provar novos pratos e quem sabe até aprender a cozinhar. Você que nos acompanha, sabe ênfase que damos ao assunto e como estamos sempre em dia com as novidades dos restaurantes cariocas.