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  • O que fazer em Nashville, capital do Tennessee

    O que fazer em Nashville, capital do Tennessee

    Conhecida como “Cidade da Música“, Nashville é um importante centro cultural e musical do país, sendo considerada o berço da música country. Mas a cidade que abriga diversos locais históricos e culturais, como o Grand Ole Opry, o Country Music Hall of Fame, o Musicians Hall of Fame, e o Johnny Cash Museum, vai muito além! Nashville é conhecida por sua vibrante cena musical, com inúmeros bares, casas de shows e estúdios de gravação espalhados pela cidade. A avenida Broadway surpreende o turista com seus 200 bares de música ao vivo, com entrada gratuita. Há também diversos monumentos históricos, como o Capitólio do Estado do Tennessee, a Mansão do Governador e o deslumbrante Parthenon. Portanto, a cidade oferece uma variedade de opções de entretenimento, gastronomia e compras. Nashville é uma cidade dinâmica e diversificada, que atrai visitantes de todo o mundo. Sendo assim, vem ver o que fazer em Nashville, destino que pode não ser sua primeira opção mas que certamente vai te seduzir por completo!

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    Os museus de Nashville

    Sendo uma cidade em que se re1spira música, grande parte dos museus gira em torno deste tema. Listei abaixo alguns bem interessantes!

    Country Music Hall of Fame

    Fundado em 1964, este é um dos maiores museus e centros de pesquisa do mundo dedicados à preservação e interpretação da música country. O imponente prédio em formato de piano certamente é um ícone de Nashville. O museu conta com diversas coleções de músicas, vídeos, fotos, roupas e instrumentos musicais, assim como exposições e programas educacionais e interativos para as crianças. Uma das peças mais importantes do museu é o Cadillac de ouro que pertenceu à Elvis Presley, aliás, o cantor tem uma ala do museu dedicada somente a ele. Além disso, no final do museu há ainda o Hall da Fama, com os nomes dos principais expoentes do country exibidos em uma ampla sala circular.

    End: 222 Rep. John Lewis Way S

    The Johnny Cash Museum

    Aberto em 2013, o museu homenageia a vida e a música do super astro country, muitas vezes referido como o “Homem de Preto”. O espaço reúne artigos, cartas, roupas, acessórios, instrumentos, e os maiores hits de Johnny Cash, considerado pela Rolling Stones um dos cem maiores artistas de todos os tempos. Além disso, há totens com tablets e fones de ouvido para que possamos escutar as músicas do cantor!

    End: 119 3rd Ave S

    Frist Art Museum

    Localizado no histórico prédio dos Correios dos EUA, o museu apresenta uma coleção de obras incrível de artistas do Sul do país. Vale a pena entrar no site para conferir as exposições temporárias em cartaz.

    End: 919 Broadway

    Musicians Hall of Fame and Museum

    Museu que homenageia todos os músicos, independentemente do gênero ou instrumento. Nele, estão expostos instrumentos que músicos, como, por exemplo, Frank Sinatra e Os Beach Boys, usaram para gravar muitos de seus sucessos clássicos.

    End: 401 Gay St

    National Museum of African American Music

    Este é o único museu dedicado a preservar e celebrar os diversos gêneros musicais criados, influenciados e inspirados pelos afro-americanos.

    End: 510 Broadway

    Broadway

    A região mais agitada da cidade é a Downtown Nashville, onde está localizado o distrito Honky Tonk Highway, ou seja, bares grandiosos, muitas vezes de três, quatro andares, com música ao vivo e entrada gratuita. É de fato uma avenida que surpeende pela sua dimensão e suas centenas de bares com diversos estilos musicais: há redutos de jazz, rock, blues e música clássica também. Por conta dessa vibe animada e diversificada, a cidade vira um verdadeiro polo cultural e atrai inúmeros visitantes para despedidas de solteiro, festas de aniversário e por aí vai.

    Atrações

    Ole Opry

    A mais famosa casa de shows de música country em Nashville! Você sabia que a música country nasceu em Nashville, capital do Tennessee, nos Estados Unidos? O tradicional Grand Ole Opry é tido como o templo da música country. Um local que representa o passado, presente e o futuro deste estilo musical. Fechado em 2020, devido à pandemia, o Opry ainda oferece diversos tours guiados incríveis pelos bastidores do espaço. De fato, uma experiência memorável!

    The Ryman Auditorium

    Casa de show famosa por ser o berço do ritmo musical Blue Grass! Construído no final do século XIX como uma igreja, o local logo se transformou em palco de apresentações culturais, sobretudo musicais, graças ao poder acústico. Já passaram por lá nomes como, por exemplo, Louis Armstrong, James Brown e Ray Charles.

    End:116 5th Ave N

    Parthenon – dentro do Centennial Park

    Este lindo parque abriga uma réplica em tamanho real do monumento grego Parthenon. Ele foi construído em 1897, por William Crawford Smith, como parte da exposição do Centenário do Tennessee, e hoje abriga um museu de arte, onde fica uma estátua de 13 metros de altura da deusa Athena.

    Passeios pelos arredores de Nashville

    Destilaria Jack Daniel’s

    Na pequena cidade de Lynchburg, este é um programa didático, divertido e organizado. A mais antiga destilaria dos Estados Unidos exporta cerca de 150 milhões de garrafas para o mundo, e tem a mesma produção artesanal desde 1876. O tour é bem completo e acontece várias vezes por dia. A guia conta a história do Jack desde criança, já que ele começou a trabalhar fazendo uísque com 6 anos. Aliás, fiz um post bem completo falando sobre este passeio, clique aqui para ler!

    A cidade histórica de Franklin

    A 40 minutos de carro de Nashville, Franklin é uma charmosa cidade conhecida por sua rica história, arquitetura, e vida noturna agitada. Palco da Batalha de Franklin, da Guerra Civil Americana, lá podem ser encontrados vestígios da época, como a Carter House, de uma família que sobreviveu à guerra, e a Lotz House, que ainda tem uma marca de queimadura no chão de madeira oriundo de uma bala de canhão que caiu pelo teto. Certamente a cidade também tem uma grande influência na cena musical country americana. Na Main Street, há diversos teatros, casas de shows, lojas, bares e restaurantes, como, por exemplo, o tradicional GRAY’S. Vale a pena dar uma passada por lá e comer o famoso bolo de milho que sai quentinho do forno. Ou seja, um passeio sem maiores pretensões porém pra lá de agradável que deve constar no seu roteiro uma vez que for a Nashville.

    Restaurantes e bares em Nashville

    A cena gastronômica claro que precisa constar em uma matéria sobre o que fazer em Nashville e ela é surpreendente! Além dos restaurantes com típica comida do sul dos Estados Unidos, há uma grande oferta de lugares sofisticados e com culinária variada. Alguns que experimentei seguem abaixo:

    Adele’s Nashville – ideal para quem está em busca de uma comida caseira de qualidade, além de drinques muito bem feitos. Há também brunch aos fins de semana.

    End: 1210 McGavock S

    Geist Restaurant – considerado o único “Champagne Garden” de Nashville, este é o lugar para tomar drinques autorais e pratos bem preparados.

    End: 311 Jefferson St

    L.A Jackson – rooftop badalado do Thompson Hotel, no bairro de Gulch, com DJ aos fins de semana. Ótima parada para tomar um bom drinque, apreciar a vista e comer algo prático, como hambúrgueres e petiscos. Além disso, aos sábados e domingos há brunch!

    End: 401 11th Ave S

    Rooftop do Thompson

    Yolan Restaurant – um dos restaurantes do Hotel The Joseph, onde o chef Tony Mantuano, com estrela Michelin, e a especialista em vinhos e hospitalidade Cathy Mantuano trazem refeições italianas autênticas e requintadas.

    End: 403 4th Avenue S

    Hotéis em Nashville, capital do Tenneesee

    De fato, o melhor lugar para se hospedar em Nashville é em Gulch, bairro sofisticado, perfeito para caminhar, repleto de bons restaurantes, lojas e pertinho da Broadway. No entanto, também há ótimas opções de hotéis no Centro de Nashville, em SoBro, e para todos os estilos. Aproveite para ler aqui nosso post completo sobre hotéis em Nashville.

    Four Seasons Hotel and Residences

    Em um imponente arranha-céu no coração do bairro de SoBro, no centro de Nashville, o hotel de luxo conta com 193 quartos, 42 suítes e mais 144 residências particulares. Com decoração elegante e moderna, seus ambientes são repletos de obras de arte. Em termos gastronômicos, conta com um restaurante, bar e rooftop animado. Destaque para a piscina de borda infinita, de 213 m², no sétimo andar do hotel.

    End: 100 Demonbreun St

    JW Marriot Nashville

    Um arranha-céu de vidro oval de 33 andares no Centro de Nashville. Este é o JW Marriott, que fica a apenas dois quarteirões da Broadway. São 533 quartos, incluindo 37 suítes, com janelas do chão ao teto. São dois restaurantes, sendo o Stompin’ Grounds mais casual, para café da manhã e almoço, e o Bourbon Steak by Michael Mina, no rooftop. Lá em cima, há também o Bourbon Bar, com linda vista para a cidade, e a piscina.

    End: 201 8th Ave S

    The Joseph, a Luxury Collection Hotel

    Aberto em 2020, este hotel jovem e sofisticado em Nashville, e que faz parte da rede Marriott Bonvoy, já recebeu diversos prêmios, como, por exemplo, de Melhor Hotel de Nashville no Travel + Leisure World’s Best Awards. Em SoBro, com 21 andares, o The Joseph traz em seus ambientes mais de 1.100 peças de arte raras e elementos de design elegantes, de inspiração musical. Além do restaurante Yolan, o hotel conta ainda como The Bar at The Joseph, no lobby, o bar de drinques Four Walls, o Denim, bar no rooftop sazonal, e uma piscina.

    End: 401 Korean Veterans Blvd

    Thompson Nashville, by Hyatt

    Localizado no bairro de Gulch, o Thompson é um hotel descolado e charmoso com 224 quartos bem decorados, elegantes e confortáveis! Ao todo, são dois restaurantes, o sulista Marsh House, no térreo, e o L.A. Jackson, no rooftop. Enquanto isso, no lobby, fica o Killebrew Coffee, ideal para quem precisa de um lanche ou café rápido.

    End: 401 11th Ave S

    W Nashville

    O suntuoso W, hotel cinco estrelas do portfólio da Marriot, é pura sofisticação e bom gosto em Nashville. Com design contemporâneo, os ambientes do hotel reúnem coleções de arte, tapeçaria francesa e paredes com painéis de madeira. Os 346 quartos mesclam decorações modernas e peças clássicas. Enquanto isso, em termos de gastronomia, o hotel conta com dois restaurantes, a churrascaria italiana Carne Mare e o americano The Restaurant at W Nashville. Já o rooftop tem uma vista de tirar o fôlego e o Proof, bar animado aberto também para não-hóspedes.

    End: 300 12th Ave S

    Portanto, se você ainda não conhece Nashville, vale a pena incluir esta cidade americana no seu roteiro! Um lugar único e vibrante, que combina tradição e modernidade de forma surpreendente!

    A jornalista Renata Araújo viajou conectada com O Meu Chip e assegurada pela GTA.

    Por Renata Araújo. Maio de 2024.

    Fotos: Renata Araújo e Divulgação

  • Metzi, premiado restaurante mexicano em Pinheiros

    Metzi, premiado restaurante mexicano em Pinheiros

    Finalmente fui conhecer o Metzi, premiado restaurante mexicano em Pinheiros, em 18º lugar na lista dos 50 melhores restaurantes da América Latina em 2023. Os chefs Luana Sabino e Eduardo Ortiz oferecem um menu de culinária mexicana autêntica, moderna, de alta qualidade, com receitas e técnicas combinados com ingredientes típicos do Brasil. Ou seja , o resultado são pratos criativos e saborosos! Recentemente, o restaurante passou por reformas no ambiente, tanto no bar como na adega, e também no menu degustação que foi totalmente renovado.

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    Premiado restaurante mexicano em Pinheiros

    Logo na entrada, há um bar que recepciona os clientes, com uma carta de drinques autorais assinada pelo premiado bartender mexicano, Allan Suarez, vencedor do World Class México em 2020 e ex-Hanky Panky (bar número 22 no World’s 50 Best Bars). O ambiente é simples mas com alguns elementos mexicanos como, por exemplo, os quadros de Frida Kahlo na parede.

    Há duas opções de menu: à la carte, com pratos que podem variar de acordo com a sazonalidade, e degustação de oito tempos. Este segundo custa R$400 e pode ser totalmente harmonizado com vinhos produzidos exclusivamente na América Latina. A experiência completa sai R$600.

    Aproveite para ler:

    Como nos menus degustação anteriores assinados por Eduardo Ortiz e Luana Sabino, ingredientes brasileiros e mexicanos se misturam harmoniosamente pelos pratos inspirados em receitas e bases clássicas do México. Como, por exemplo, a guacamole, preparada com pedaços grandes de avocado e temperada com queijo feta e ovas de truta, e a cochinita pibil, com carne de porco marinada em urucum e outros condimentos, e cozida dentro de folhas de banana-da-terra.

    Outros destaques são o bocol, uma panquequinha macia feita com queijo e a mesma massa de milho nixtamalizado usada para fazer tacos, que chega à mesa com polvo, papada de porco e creme de avocado e cambuci, e o siri mole vindo da Bahia, empanado em fubá e frito, com mole verde e maxixe.

    O novo bar

    Além disso, outra novidade da casa é o horário estendido até 2h nas sextas e sábados. Neste período, um menu especial fica disponível apenas para o bar com aperitivos como o trio de ostras veneno (R$ 50) para acompanhar a saideira. O mixologista Suarez privilegia os destilados de agave, e vale-se de técnicas e ingredientes da própria cozinha para criar os coquetéis. O refrescante Mexeriqueira, por exemplo, leva tequila, Aperol, licor de ancho negro e cordial de tangerina (R$ 40).

    End: R. João Moura, 861 – Pinheiros

    Por Renata Araújo
    Fotos: Renata Araújo e divulgação
    Maio de 2024

  • Downtown LA além dos clichês: arquitetura, cultura e sabores no coração de Los Angeles

    Downtown LA além dos clichês: arquitetura, cultura e sabores no coração de Los Angeles

    Muito além dos estúdios de Hollywood e das colinas com letreiro icônico, o centro de Los Angeles — ou Downtown LA, como é conhecido — pulsa com identidade própria. Vibrante, multifacetado e em constante transformação, o coração histórico, comercial e cultural da cidade californiana revela surpresas a quem decide explorá-lo com olhar curioso e mente aberta. Num cenário urbano que alterna arranha-céus modernos e edifícios históricos do início do século XX, como a icônica U.S. Bank Tower e o Wilshire Grand Center, Downtown LA mistura passado e presente com autenticidade. É lá que funcionou a antiga “Broadway da Califórnia”, símbolo de uma era em que o centro era o epicentro do comércio e do entretenimento. Hoje, a região abriga museus, teatros, galerias de arte, hotéis elegantes e restaurantes descolados — entre eles, o imperdível Grand Central Market, mercado gastronômico centenário que se reinventou e tornou-se ponto de encontro de culturas e sabores do mundo todo.

    downtown LA
    Downtown Los Angeles

    Downtown LA não esconde seus contrastes. Assim como tantas áreas centrais de grandes metrópoles, a região enfrenta desafios estruturais importantes — da presença visível de população em situação de rua a casos de pequenos furtos. Mas isso não anula seu valor urbano, cultural e histórico. Pelo contrário: visitar o centro é compreender outras camadas de Los Angeles, muito além dos clichês e estereótipos.Porque a grande Los Angeles não se resume a Beverly Hills, Santa Mônica ou West Hollywood. O centro da cidade — muitas vezes evitado por quem a visita superficialmente — merece ser redescoberto. Ali está a cidade real, pulsante, cheia de contradições, mas também de beleza, autenticidade e energia criativa. Explorar Downtown LA é atravessar gerações, estilos e influências culturais, num convite irresistível à descoberta.

    downtown la
    Marco histórico em Downtown LA

    Neste post, você vai encontrar informações sobre:

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    Grand Avenue: onde arte e música se encontram

    A Grand Avenue é uma das principais artérias culturais do centro de Los Angeles, repleta de lojas, restaurantes e museus de peso. Por ali, é possível visitar o renomado Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles (MOCA), o celebrado The Broad Museum e o interativo Grammy Museum. Outro ícone da região é o Walt Disney Concert Hall, projetado por Frank Gehry, que impressiona tanto pela arquitetura arrojada quanto pela acústica impecável — um lugar memorável para assistir a concertos de artistas do mundo todo. Ali perto, ergue-se também o Crypto.com Arena, palco de grandes jogos da NBA e NHL, além de megashows e eventos internacionais. Foi lá, inclusive, que acompanhamos a cobertura da 59ª edição do Grammy, quem lembra?

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    Teatros históricos e surpresas musicais

    Downtown LA guarda preciosidades do entretenimento, como seus emblemáticos teatros centenários. O Orpheum Theatre, o Million Dollar Theatre, o Palace Theatre e o Los Angeles Theatre são verdadeiros templos da arte, que já receberam apresentações de grandes nomes da música, comédia e teatro ao longo das décadas. Inclusive, estive no clássico Globe Theatre, fundado em 1913, para assistir a um show de Zeca Pagodinho — prova de que o samba também tem vez em solo californiano!

    Quando o passado encontra a tecnologia

    Outro exemplo dessa fusão entre história e modernidade é a Apple Tower Theatre, uma loja da Apple que ocupa um antigo cinema construído em 1927. Mais do que um ponto de venda, o espaço se tornou uma atração por si só, preservando detalhes originais da arquitetura e ressignificando o uso de um prédio histórico para o século XXI.

    O charme nostálgico de Angel’s Flight

    Nenhuma visita a Downtown LA está completa sem uma passadinha pelo Angel’s Flight, o funicular mais curto dos Estados Unidos. Com apenas 91 metros de trilho, ele se tornou um ícone da cidade — e ganhou fama mundial ao aparecer no filme La La Land. Um passeio breve, mas cheio de charme e nostalgia.

    Murais e grafites: arte urbana a céu aberto

    Desde os anos 60, a arte de rua de Los Angeles evoluiu de forma vibrante e original, tornando-se referência global. Os artistas locais foram pioneiros em expressar temas sociais e culturais por meio de murais e grafites, e hoje Downtown LA é um verdadeiro museu a céu aberto. Por lá, é possível encontrar obras de todos os estilos — do clássico ao punk, do surrealista ao pop — estampando muros, vielas e grandes fachadas da cidade. Um passeio ideal para quem busca inspiração e cor.

    Aproveite para ver nosso vídeo completo sobre Los Angeles e se inscreva no nosso canal do Youtube:

    Grand Central Market: o mundo à mesa em Los Angeles

    No coração do centro de Los Angeles, o Grand Central Market é um dos símbolos mais saborosos da diversidade cultural da cidade. Fundado em 1917 em um edifício histórico do início do século XX, o mercado gastronômico é um verdadeiro mosaico de sabores, refletindo as múltiplas ondas de imigração que moldaram a identidade californiana. Por lá, é possível provar delícias de diferentes cantos do mundo: da cozinha mexicana à havaiana, da chinesa à tailandesa. Frutas frescas, vegetais orgânicos, carnes, frutos do mar, queijos, especiarias, pães artesanais e produtos importados dividem espaço com quiosques de tacos fumegantes, sushis delicados, pizzas generosas e pratos prontos para todos os gostos — tudo em um ambiente vibrante, informal e compartilhado.

    Além da gastronomia, o mercado abriga lojas especializadas, como uma banca de flores, um empório de vinhos e até uma charmosa loja de utensílios de cozinha. Para quem quer sentir o espírito popular e cosmopolita de Los Angeles, o Grand Central Market é uma parada imperdível — onde se come bem e se vive a cidade em sua essência.

    Outras atrações imperdíveis em Downtown LA

    Além das já mencionadas, Downtown LA abriga diversos pontos de interesse que enriquecem a experiência do visitante:
    The Last Bookstore: Uma livraria única, famosa por suas instalações artísticas feitas com livros e por ser um espaço cultural vibrante.
    Bradbury Building: Conhecido por sua arquitetura vitoriana e escadarias ornamentadas, é um dos edifícios mais emblemáticos da cidade.
    Union Station: A principal estação ferroviária de Los Angeles, combina estilos arquitetônicos e é um marco histórico da cidade.
    Olvera Street: Considerada o berço de Los Angeles, esta rua histórica oferece uma imersão na cultura mexicana com lojas, restaurantes e festivais.
    Arts District: Um bairro repleto de galerias de arte, murais coloridos e cafés descolados, ideal para quem busca uma experiência urbana autêntica

    Downtown como ponto de partida

    Além de reunir cultura, arquitetura e gastronomia, Downtown Los Angeles também pode ser uma base estratégica para explorar outras regiões da cidade. Ou seja, embora LA seja conhecida por sua dependência do carro, o centro é uma das poucas áreas com acesso direto à rede de metrô e trens urbanos, facilitando deslocamentos até bairros como Hollywood, Koreatown, Westlake e até a Union Station, de onde partem trens regionais e o FlyAway Bus para o aeroporto (LAX).

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    Union Station

    Para quem deseja vivenciar a cidade além dos cartões-postais tradicionais, hospedar-se no centro permite circular a pé por pontos históricos, usar transporte público com relativa facilidade — e ainda estar a uma distância razoável de carro de bairros como Echo Park, Silver Lake, Arts District, Mid-City e West Hollywood. É verdade que o trânsito pode ser um desafio, mas para quem aprecia praticidade, diversidade e uma experiência mais urbana de Los Angeles, Downtown é uma escolha conveniente e bem conectada.

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    West Hollywood

    Hotéis em Downtown LA – vem ver as melhores opções de hospedagem

    • Conrad Los Angeles: do outro lado da rua do Walt Disney Concert Hall, este hotel foi projetado pelo lendário arquiteto Frank Gehry. São 305 modernos quartos, terraço, spa e dois restaurantes exclusivos do chef José Andrés, além de amplos lounges e um bar na piscina na cobertura.
    • JW Marriott Los Angeles L.A. LIVE: Localizado no complexo L.A. LIVE, é ideal para quem deseja estar perto de eventos esportivos e musicais, além de oferecer restaurantes renomados e um spa completo.
    • InterContinental Los Angeles: localizado no moderno edifício Wilshire Grand, no coração do centro urbano revitalizado de LA, o hotel tem uma silhueta de 335 metros inspirada no Half Dome de Yosemite. Em 70 andares, são distribuídos 889 quartos com janelas que vão do chão ao teto. Além disso, o InterContinental tem infraestrutura completa, com academia, restaurantes, bar e rooftop. Para melhorar ainda mais a estadia, membros do IHG (marca do hotel) tem direito à café da manhã, drinques no happy hour, além de outros benefícios. O hotel também abriga o Spire 73, considerado o bar ao ar livre mais alto do hemisfério ocidental. De tirar o fôlego!
    • Moxy Downtown Los Angeles: Com um design moderno e vibrante, é uma opção mais acessível sem abrir mão do estilo e da localização central.
    • Omni Los Angeles Hotel at California Plaza: Próximo ao Walt Disney Concert Hall e ao The Broad, este hotel oferece acomodações elegantes e vistas panorâmicas da cidade.
    • The Biltmore Los Angeles: Um ícone histórico da cidade, conhecido por sua arquitetura impressionante e por ter sediado os primeiros Oscars.
    • The Ritz-Carlton: no centro de LA, o hotel traz, em sua decoração, uma homenagem à história Art Déco da cidade. São 123 quartos e suítes, spa de mais de 2 mil metros quadrados, com salão de beleza, e no rooftop fica a piscina aquecida e hidromassagem com vista para as colinas de Hollywood.
    • Proper: que conta com o selo da Design Hotel e um rooftop muito concorrido, o Cara Cara. E não é o único, o Perch oferece uma cobertura aberta que vai desde o brunch até o jantar, passando pelo animado happy hour, com vários espaços sempre movimentados.

    Gastronomia californiana: onde comer em Downtown LA

    A gastronomia californiana é, por essência, plural, inventiva e profundamente conectada à identidade local. Em Los Angeles, essa diversidade se intensifica — reflexo direto da mistura de culturas, tradições e ingredientes que chegaram com as ondas migratórias, especialmente da Ásia, da América Latina e do Mediterrâneo. Nos últimos anos, o Guia Michelin tem contribuído para reposicionar a cidade como um polo gastronômico de excelência, destacando endereços que combinam técnica apurada, produtos frescos e propostas autorais. Em Downtown LA, a cena vai muito além dos clássicos turísticos: o que se encontra ali são experiências que traduzem a vitalidade contemporânea da cidade — das cozinhas mais despretensiosas aos rooftops com vista e aos menus estrelados.

    Cara Cara – Instalado no rooftop do sofisticado Proper Hotel, o Cara Cara une uma das vistas mais bonitas de LA a um menu californiano criativo e sazonal. Entre os pratos, aparecem combinações como frango piri piri, tacos de wagyu e ceviche com toque cítrico, acompanhados por drinques autorais. O ambiente mistura clima descontraído e estética elegante — ideal para o fim de tarde.

    End: Rooftop do Downtown L.A. Proper Hotel, 1100 S. Broadway

    Perch Rooftop – Um clássico do centro de Los Angeles, o Perch é um bistrô francês instalado em um rooftop encantador, com vista para os prédios históricos da cidade. No menu, pratos tradicionais como boeuf bourguignon, steak frites e moules à la crème. O terraço arborizado, a música ao vivo e os coquetéis bem executados completam a experiência — romântica e cativante.

    End: 448 S. Hill St.

    Pine & Crane (DTLA) – Com raízes na culinária taiwanesa, o Pine & Crane aposta em pratos simples, frescos e cheios de identidade. O ambiente é moderno, casual e acolhedor. Os destaques ficam para os noodles artesanais, os vegetais sazonais e os rolls recheados com carne bovina marinada. Uma experiência honesta e autêntica, perfeita para um almoço leve e cheio de personalidade.

    End: 1120 S. Grand Ave., Unit 101

    The Exchange – Localizado no térreo do hotel Freehand, o The Exchange explora os sabores multiculturais de Los Angeles através de uma lente israelense. O menu, liderado pela chef Narita Santos, destaca a abundância sazonal do sul da Califórnia, oferecendo pratos que combinam influências do Oriente Médio com ingredientes locais. O ambiente é acolhedor e moderno, ideal para quem busca uma experiência gastronômica única no centro da cidade.

    End: 416 W. 8th St.

    Recomendações adicionais — premiados e estrelados

    Kato (1 estrela Michelin) – O chef Jon Yao apresenta um menu degustação que funde técnicas contemporâneas com influências da gastronomia taiwanesa. O ambiente é minimalista, o serviço é impecável, e a cozinha é uma das mais respeitadas da nova geração em LA.

    End: 777 S. Alameda St., Suite 114

    Redbird – Localizado em um antigo espaço litúrgico, o Redbird é elegante, imponente e elogiado pela crítica. Seu menu celebra a cozinha americana moderna com toques globais, servidos em um salão de pé-direito altíssimo ou em seu pátio arborizado.

    End: 114 E. 2nd St

    restaurantes downtown la
    Ambiente do Red Bird

    Bestia – No Arts District, o Bestia é um dos italianos mais cultuados da cidade. A cozinha aberta comanda massas artesanais e embutidos feitos na casa, sempre em combinações ousadas. Difícil conseguir mesa — sinal de que o sucesso vai além da crítica

    End: 2121 E. 7th Pl.,

    Girl & the Goat – Filial da premiada casa de Chicago, comandada pela chef Stephanie Izard. Aqui, a proposta é compartilhar pratos ousados com ingredientes locais — da berinjela grelhada ao pato laqueado, sempre com combinações surpreendentes. Informal e criativo na medida.

    End: 555-3 Mateo St.

    Ambiente do Girl & The Goat em LA

    Conclusão: uma cidade em camadas — e o centro é uma delas

    Em uma cidade tão plural quanto Los Angeles, deixar de conhecer o centro é ignorar uma parte essencial da sua história — e do seu presente. Downtown LA não é feita apenas de edifícios altos ou de museus renomados, mas de encontros inesperados, sabores intensos, contrastes autênticos e uma energia difícil de explicar, mas fácil de sentir. Entre ruas que já viram o glamour do século passado e esquinas que hoje abrigam arte urbana e projetos visionários, o centro se impõe como uma experiência real, sem filtros. É ali que a cidade se revela como ela é: imperfeita, vibrante, criativa e em constante reinvenção.

    downtown la
    Downtown LA

    Visitar Downtown LA é entender que a alma de uma metrópole não está só em suas vitrines mais brilhantes — mas também nas camadas que se sobrepõem em sua rotina pulsante, nas fachadas que contam histórias e nos personagens que moldam seu ritmo cotidiano. É nos cafés de esquina, nos murais coloridos e nos mercados efervescentes que se encontra o verdadeiro espírito de Los Angeles. Um convite a sair do óbvio e mergulhar no que realmente dá vida à cidade.

    Por Renata Araújo

    Fotos: Renata Araújo e divulgação

  • Giro: restaurante italiano no Eataly São Paulo

    Giro: restaurante italiano no Eataly São Paulo

    Fãs de culinária italiana, prestem atenção neste simpático e causal restaurante em pleno Eataly. Localizado em um espaço de 4.500 m², o mercado gastronômico de São Paulo reúne o melhor da gastronomia italiana, com restaurantes, cafeterias, confeitaria, sorveteria, bar de vinhos, etc. Desta vez, fui conhecer o Giro Ristobar, o mais novo restaurante italiano no Eataly, com menu autoral do renomado chef Salvatore Loi. Aliás, a proposta da casa é unir a tradicional cozinha da Itália a preços convidativos e uma boa carta de drinques. Portanto, continue lendo o post para saber mais detalhes!

    Portanto, se estiver com planos de viajar para São Paulo, não esqueça de reservar o seu hotel com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho.

    Ambiente do restaurante italiano no Eataly

    O Giro leva este nome por conta de uma famosa prova ciclística disputada no mês de maio, na Itália, com um percurso diferente a cada ano. Assim, o projeto arquitetônico do restaurante italiano no Eataly é de Otávio De Sanctis, e conta com quatro ambientes: salão de entrada, balcão bar, balcão cozinha e salão lounge.

    Na ocasião, sentei em frente à cozinha aberta para acompanhar de perto o trabalho dos chefs. Aliás, o balcão tem formato de bicicleta, cuja proposta é funcionar como uma extensão das mesas que acomodam de duas a quatro pessoas.

    Aproveite para ler:

    A culinária

    No meu almoço, provei a crocante Focaccina con Salmone fresco (R$ 55) e o consistente Tagliolini con Gamberi (R$ 80), uma massa fresca com ovos caipira ao sugo de camarão e abobrinhas. Além disso, para encerrar, experimentei a levíssima Torta con Cioccolato (R$ 36).

    Como o menu é completo, há também opções do Tartar de filet mignon com minis sanduíches de crudo de filet, pistache e manteiga queimada (R$ 55); a Burrata recheada com mini mozarelas, azeitonas pretas desidratadas e raspas de chocolate branco (R$ 69) e a Lasanhetta fina com ragu de vitello com dois molhos, fonduta de grana padano e demi glace (R$ 84).

    Opções de bebidas no restaurante italiano no Eataly

    Por R$ 42, há opções de drinques autorais como Alba (Gin sevilha, Licor Amaretto, cúrcuma, lillet, limão e vinho Chianti); Basílico Noccioline (Gin, nozes, flor de sabugueiro, manjericão e limão); Cocó Negroni Bianco (Gin, mix de Vermute branco, Bitter bianco e coco) e o Donna in Rosso (Bourbon whiskey com noz moscada, mix de Vermute, Amaro, cereja amarena e água com gás).

    Outra opção, no entanto, também pode ser um dos rótulos de vinhos italianos da adega, que é a mesma do Eataly. Certamente, será garantia de garrafas bem selecionadas e com bom custo-benefício!

    Já quero voltar para provar os inúmeros outros pratos que me deixaram com água na boca, elaborados pelo experiente chef italiano radicado no Brasil, Salvatore Loi.

    End: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1489 – Vila Nova Conceição (térreo do Eataly)

    Por Renata Araújo
    Fotos: Renata Araújo e divulgação
    Maio de 2024

  • Le Bulô: novo restaurante francês no Itaim

    Le Bulô: novo restaurante francês no Itaim

    Aberto há pouco menos de dois meses, o Le Bulô é o mais novo restaurante francês no Itaim. O premiado chef carioca Ricardo Lapeyre (que já comandou o Laguiole, Brasserie Lapeyre, Escama, e atualmente está à frente do Salí) desembarcou em São Paulo com sua brasserie do mar. Assim, o foco da cozinha é na brasa e a variedade de frutos do mar, assim como os peixes mais frescos. Enquanto isso, o ambiente aconchegante tem ares novaiorquinos e franceses contemporâneos, bem claro e minimalista. Portanto, uma experiência gastronômica sofisticada e repleta de sabores, que merece sua visita. Leia este post para saber todos os detalhes da nossa experiência!

    Portanto, se estiver com planos de viajar para São Paulo, não esqueça de reservar o seu hotel com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho.

    Sobre o chef

    Formado em hotelaria pela escola francesa Jean Drouant, Ricardo Lapeyre foi criado dentro da cozinha. Afinal, é filho do respeitado chef francês Claude Lapeyre. Fora do país, já trabalhou na Alain Ducasse Formation e no estrelado restaurante Comme Chez Soi em Bruxelas. No Brasil, trabalhou ao lado de Roland Villard, no Le Pré Catelan e no Laguiole, no Rio de Janeiro, antes de abrir com seu pai a Brasserie Lapeyre (eleito Melhor Francês pelas revistas Veja Rio e Época, em 2015) e, posteriormente o Escama, no Jardim Botânico, considerado o Melhor Restaurante de Frutos do Mar pelo Prêmio Comer & Beber da Veja Rio e pelo Rio Show, do jornal O Globo.

    Aproveite para ler:

    Novo restaurante francês no Itaim

    O Le Bulô (nome que remete à um tipo de concha) tem um ambiente belíssimo, com elementos naturais, teto de vidro e grandes janelas que permitem a entrada de luz natural. O foco do restaurante é a brasa, de onde saem diariamente ao menos 10 variedades do mar: polvos, lulas, camarões, vieiras, cavacas e lagostas, além de diferentes peixes (os que estiverem mais frescos no dia).

    Em clima descontraído, a “formule” da brasserie – como um menu executivo – possibilita compor o prato com uma proteína saída da brasa, um acompanhamento e um molho de sua preferência. Aliás, todos os pratos da brasa vêm acompanhados por um brioche folhado de alho.

    Assim, fomos de Prejereba, mas o difícil mesmo é escolher as guarnições, entre tantas opções. Optamos pelo purê de banana, as fritas brasileiras e a guarnição da Vovó (batatas, bacon e cogumelos puxados na frigideira). Aliás, já quero voltar para provar o risoni de pistache, a farofa cítrica e a tarte tartin de tomate!

    Para começar, sugerimos o clássico plateau de frutos do mar, que vem com um mix de entradinhas, como ceviche de peixe do dia no coco, tartare de atum com chantilly de wasabi, tartare de ostra com vieira e ponzu e maionese de cavaca, que pode ser para 2 ou 4 pessoas. 

    Os insumos

    O chef recebe os insumos duas vezes por semana, diretamente de um pescador parceiro no Rio, e uma comunidade comprometida com a pesca artesanal no Bonete, em Ilhabela. Ou seja, para quem gosta de peixes e frutos do mar, o menu é um parque de diversões!

    Sobremesas e drinques

    As sobremesas também seguem a linha da cozinha tradicional francesa, como o pain perdu e a sugestão de queijo, como manda o serviço clássico francês.

    Já a carta de drinques, de inspiração franco-brasileira, é assinada por uma dupla renomada e já conhecida dos cariocas: a premiada bartender Jessica Sanchez e o mixologista Jonny Paes (ex-Maguje e Nosso). 

    O bar do Le Bulô

    Localizado no centro do salão, o bar, revestido com palhinha e demarcado pelo piso de caquinhos, tem carta com inspiração franco-brasileira assinada pela premiada bartender Jessica Sanchez (ex-gerente do bar do Copacabana Palace, eleita Melhor Bartender da América Latina pela revista Forbes) em parceria com Jonny Paes (ex-Maguje e Nosso), ambos “importados” do Rio. Destaque para a seção de Martínis, onde está a grande aposta etílica da casa, o Oyster Martini, feito com água de ostra e salicórnia, e o Petit Conseil, – uma homenagem etílica ao flamenguista Lapeyre, composto pelas cores do time.

    Novidade gastronômica fresquinha e das boas em São Paulo!

    End: R. Manuel Guedes, 233 – Itaim Bibi 

    Texto e fotos por Duda Vétere
    Maio de 2024

  • 3 chefs de cozinha e suas mães: conheça as histórias

    3 chefs de cozinha e suas mães: conheça as histórias

    Neste Dia das Mães, convidamos 3 mulheres, chefs de cozinha, para compartilharem conosco um pouco da sua relação com suas mães ao longo da vida. Seja no trabalho, no dia a dia, na infância até chegar aos dias atuais, qual a influência que as mães tiveram em suas vidas? Quais ensinamentos elas querem passar para seus filhos? É o que Giovanna Grossi, Paula Prandini e Tati Lund contam neste post recheado de amor e carinho! O You Must Go! deseja um Feliz Dia das Mães a todas!

    3 chefs de cozinha e suas mães

    Giovanna Grossi, do Animus (SP)

    A jovem chef Giovanna Grossi, à frente do Animus, em São Paulo, ficou conhecida por ser a primeira mulher brasileira a participar de uma final do Bocuse D’Or, na França, mais importante concurso de gastronomia para jovens profissionais do mundo (então com 24 anos). Além disso, passou por cozinhas renomadas da Europa, como, por exemplo, o Arc en Ciel e Le Taillevent, na França, e Geranium, na Dinamarca. Giovanna sempre teve em sua mãe um exemplo, de quem sempre se virou muito bem entre o trabalho e a família. “Minha mãe, Marly Grossi, é farmacêutica de formação, mas depois que conheceu o meu pai, começou a trabalhar com restaurantes também e, até hoje, os dois são restaurateurs! Eles começaram em Jaú, com uma confeitaria, mas já tiverem pastelaria, sorveteria, pizzaria…  Hoje, eles tem uma rede no Nordeste que chama Parmegianno, além disso,  uma cachaçaria, a Dona Branca, e um restaurante de comida tradicional nordestina, Cheiro da Terra. Eles sempre trabalharam juntos e têm veia empreendedora mesmo, ralam muito!”, conta a chef.

    Marly e Giovanna Grossi

    Mas, apesar de trabalhar muito, Marly sempre foi muito presente no dia a dia de Giovanna. Por morarem em uma cidade pequena, elas almoçavam juntas todos os dias! “Ela sempre me levava no ballet, nas aulas de teatro, inglês… Muito orgulho dela”, lembra Giovanna. Indiretamente, Marly acabou tendo influência na escolha da filha pela carreira da gastronomia. Nas datas festivas, com os pais trabalhando, muitas vezes as comemorações eram dentro do restaurante. “Quando terminei a escola não sabia muito bem o que eu queria, e ela me incentivou a fazer gastronomia… já era o mesmo meio que eles trabalhavam e acabei me apaixonando pela cozinha! Aprendi muito com a minha mãe, sempre foi uma pessoa muito empática e justa! Isso é uma das qualidades mais lindas dela!”, diz Giovanna.

    Paula Prandini, do Empório Jardim (RJ)

    Chef de cozinha, empresária, comunicadora e mãe da Maria Eduarda. Paula Prandini cursou gastronomia na Alain Ducasse Formation (ADF), e em 2014, criou e inaugurou, ao lado das sócias Branca Lee e Iona Rothstein, o Empório Jardim, premiada casa de café da manhã no Rio, que hoje conta com três unidades e acumula prêmios de melhor café da manhã da cidade. Sua mãe, Rosemari Prandini, é empresária e tem uma loja de decoração em Búzios, chamada ÇaVa Garimpo. “Minha mãe sempre trabalhou a vida inteira, e ainda trabalha. Ela é do tipo que precisa acordar e produzir. Bem caxias por sinal, acorda cedo, precisa trabalhar de 07h às 19h. Mas admiro muito sua ética, a garra e a capacidade de sempre recomeçar“, diz Paula. A chef conta também que a mãe teve total impacto na sua escolha pela gastronomia. “Primeiro ela me apresentou a existência da faculdade de Engenharia de Alimentos, a qual eu cursei 5 períodos, e depois me apresentou a existência da faculdade de Gastronomia, onde me formei. Além disso, ela foi fundamental me aconselhando e me ajudando na decisão de ir estudar na França e na Itália em 2008”, relembra.

    Rosemari, Paula e Maria Eduarda

    Hoje, com uma filha pequena, Paula pretende passar muitos ensinamentos de sua mãe para Duda, como o poder de ter escolhas na vida proporcionado pela independência conquistada com o seu trabalho.

    Tati Lund, do Org. Bistrô (RJ)

    Proprietária e chef do .Org Bistrô desde 2011, Tati Lund é nutricionista formada pela UFRJ e chef vegetariana formada pelo Natural Gourmet Institute for Health and Culinary Arts (NY). Além disso, é especialista em queijos veganos, fermentados, chocolates e sobremesas raw pelo PlantLab na Califórnia. Entusiasta da alimentação consciente, certamente teve a quem puxar. Sua mãe, Marta, sempre teve uma alimentação muito saudável e vegetariana. “Em casa sempre tivemos uma alimentação “limpa” com uma variedade enorme de legumes, grãos, saladas etc. Não era aquela casa tradicional com a cultura da carne”, conta a chef. Marta é fisioterapeuta, massoterapeuta, professora de ioga e atualmente trabalha muito com idosos movimentando o corpo. “Ela ama muito o que faz, leva de uma forma bem tranquila e adora cuidar das pessoas. Está sempre disposta a escutar e ajudar”, conta Tati. Hoje, com o pequeno Caetano, a chef quer que ele seja livre para ser quem quiser, como sua mãe fez com ela. “Quero transmitir isso para o Caetano, assim como a forma de tratar o próximo, com cuidado, gentileza”, diz.

    Marta, Tati e Caetano

    O You Must Go! deseja á todas um Feliz Dia das Mães!

    Por Renata Araújo e Duda Vétere. Maio de 2024.

  • Ninetto Trattoria: novo restaurante italiano na Barra da Tijuca

    Ninetto Trattoria: novo restaurante italiano na Barra da Tijuca

    O Rio de Janeiro ganhou mais um restaurante italiano, o Ninetto Trattoria. A casa, que já tem filiais em São Paulo e Recife, chegou na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, no terceiro andar do Rio Design Barra. Na noite de inauguração, o restaurante preparou um ambiente especial para que os convidados pudessem provar diversas opções do menu. Aliás, o Ninetto faz parte do grupo Alife Nino (Aquiles, Da Marino e Nino), que, recentemente, comprou o grupo Irajá, do chef Pedro Artagão. Portanto, leia até o final para conhecer melhor este restaurante italiano na Barra da Tijuca!

    Portanto, se estiver com planos de viajar para o Rio de Janeiro, não esqueça de reservar o seu hotel com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho.

    Culinária do restaurante italiano na Barra da Tijuca

    Com um ambiente aconchegante, que remete às casas tradicionais da Itália, o restaurante italiano na Barra da Tijuca tem o cardápio repleto de clássicos e receitas preparadas com ingredientes frescos. Para entradinhas típicas italianas, experimentamos o arancini e o polpette. Como primeiro prato, não poderia faltar esse que é um dos mais conhecidos: o cacio e pepe. Na versão do Ninetto, provamos um rigatoni cacio e pepe bem levinho, não muito carregado no molho. O outro prato principal foi o Gnocchi pomodoro com burrata. Todos bem saborosos!

    Música e vinho

    Nessa noite de estreia, também teve música pra embalar o jantar. Assim, o Quartetinho MPB Jazz tocou um repertório baseado nos sucessos da MPB. Afinal de contas, estamos no Rio e, apesar de ser uma noite italiana, esse som combina muito com a nossa cidade!

    O vinho tinto servido para acompanhar as massas foi um Carménère chileno. No entanto, ficou faltando um vinhozinho italiano pra completar o tema da noite. Contudo, outras opções de bebidas também foram oferecidas, como espumante, Whisky, Aperol e Soda Italiana.

    La dolce vita

    Para fechar a degustação, chegou a hora do doce. E quando se fala em Itália, nada mais clássico do que um belo Tiramisú de sobremesa. Aprovamos tudo. Muito gostoso!

    Além disso, o espaço tem um estilo rústico e acolhedor, com elementos artesanais, móveis de madeira e objetos garimpados em brechós. Sem dúvida, embarcar no espírito da La Dolce Vita italiana através da sua culinária e ambiente é sempre uma boa pedida!

    Portanto, para quem aprecia massas e outras receitas da cozinha italiana, o restaurante italiano na Barra da Tijuca é mais uma ótima opção no Rio! Não perca!

    Endereço: Av. das Américas, 7777, Barra da Tijuca – terceiro andar

    Por Mônica Barros
    Fotos: Mônica Barros e divulgação
    Maio de 2024

  • Casa Camolese: restaurante no Jockey ganha cardápio ítalo-brasileiro

    Casa Camolese: restaurante no Jockey ganha cardápio ítalo-brasileiro

    Ao entrar na Casa Camolese, nos deparamos com uma fachada que remete ao século XIX, com ruínas históricas e paisagismo conectando a natureza do Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio. Prestes a completar seis anos, o restaurante reúne boa gastronomia, bar, casa de shows e um excelente jardim, que está repaginado pela cenógrafa Gigi Barreto. Por isso, fomos convidados para experimentar o novo menu em uma mesa localizada no renovado ambiente externo, nomeado de “Deck das Ruínas”. O cardápio, assinado pelo chef Jessé Valentim, também ganhou uma cara ítalo-brasileira, compatível para almoço, jantar ou um brinde com amigos. Portanto, leia até o final para conhecer as novidades deste restaurante no Jockey!

    Portanto, se estiver com planos de viajar para o Rio de Janeiro, não esqueça de reservar o seu hotel com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho.

    Remodelado ambiente do restaurante no Jockey

    Ao mesmo tempo que as ruínas da fachada remetem ao século retrasado, o ambiente interno é moderno e descolado. Assim, a Casa Camolese tem um conceito gastronômico-cultural, mesclando casa de shows, bar e restaurante. Com vista para o Cristo Redentor e um belo jardim para eventos, a casa ocupa 850 metros quadrados de um terreno no Jockey, bem atrás de quatro fachadas tombadas de casarios antigos. Aliás, o You Must Go! já fez seu tradicional Happy Hour de fim de ano lá, onde amigos, jornalistas e influenciadores se reuniram para celebrar mais um ano de conquistas.

    Recentemente, às vésperas de completar aniversário, o restaurante no Jockey, que dispões de 300 lugares, ganhou mais um espaço externo. Junto às ruínas da entrada principal, o paisagismo tem como proposta agregar à vegetação local, incluindo um lago com vitórias régias, chafariz e muitas plantas verdes. Aliás, perfeito para um jantar à meia-luz, com velas e música ambiente. Foi nesse clima que experimentamos deliciosas entradas, pratos principais e sobremesas, com a presença do empresário Cello Camolese e do chef Jessé Valentim, que tem passagens pelo Gero e D’Amici.

    No subsolo da Camolese, o Manouche tem sido o hot spot da música, com shows intimistas de artistas como Maria Bethânia e Adriana Calcanhoto, além de apresentações artísticas. Assim, com capacidade para até 220 pessoas, o espaço tem programação plural com curadoria assinada por Alessandra Debs.

    restaurante no Jockey
    Ambiente interno do Manouche

    Aproveite para ler:

    O novo cardápio

    Para começar, boas pedidas são os arancini di mozzarella al tartufo nero (R$ 44), que é um bolinho de arroz arbóreo frito recheado com mussarela, trufas negras e maionese especial; o tartare di tonno (R$ 47), atum fresco cru cortado e temperado, finalizado com caviar de cajaléu; e o steak tartare (R$ 74), com gema caipira e batatas artesanais. Aliás, todos muito saborosos e bem apresentados!

    Entre os principais, destacam-se as massas artesanais como o torteli di manzo al funghi (R$ 82), massa recheada com filé mignon desfiado e servida com cogumelos frescos; p agnolotti di anatra con arancia (R$ 84), massa recheada com confit de pato desfiado ao próprio molho com toque de laranja; o gnocchi dorati con calamaretti e spinaci (R$ 76), de batatas, salteado e servido com anéis de lula e espinafre fresco; e o linguini al mare (R$ 86), massa longa servida com camarões, polvo, lula, mexilhões, molho bisque e tomatinhos. Aliás, o este linguini al mare estava sensacional!

    Para a sobremesa, sugerimos o cannoli siciliano (R$ 36), massa crocante recheada com creme doce de ricota, limão siciliano e calda de frutas vermelhas; o crumble di mele (R$ 36), torta de maçã servida quente com sorvete de baunilha; ou o trio de cocco (R$ 35), bolo caseiro de coco com sorvete artesanal e calda de coco queimado. 

    O bar

    Além da comida, a coquetelaria cosmopolita assinada por Thiago Politi também é marcante no restaurante no Jockey. Entre os drinques autorais, destaque para o Celacanto Provoca Maremoto (R$ 38), gin, mix de cítricos, purê de capim santo com yuzu, limoncello Camolese e buquê de ervas da horta; o Madame Claude (R$ 38), vodka, aperol, redução de maracujá, grenadine e gengibre em pó; e o Girassóis de Van Gogh (R$ 38), com rum envelhecido, gastric de frutas amarelas, Southern Comfort e perfume de absinto.

    Drinques saborosos e refrescantes

    Dito isto, vale super a pena experimentar a Casa Camolese e poder desfrutar de um pacote completo, com ambiente agradável, serviço prestativo e excelente gastronomia! Versátil, o restaurante no Jockey é uma excelente opção para almoço, jantar ou um encontro com amigos!

    Endereço: Rua Jardim Botânico, 983

    Por Duda Vétere e Leonardo Marchetti
    Fotos: Duda Vétere e Tomás Rangel
    Maio de 2024

  • Si-chou: restaurante asiático em Ipanema

    Si-chou: restaurante asiático em Ipanema

    A dupla de restaurateurs premiados, Elia Schramm e Menandro Rodrigues, acertaram em cheio ao embarcarem em uma viagem gastronômica pela Ásia! Assim, o Si-Chou, inspirado na lendária Rota da Seda e nas influências gastronômicas de países orientais, tem como base as culinárias japonesas, coreanas, chinesas, vietnamitas e tailandesas. Portanto, podemos esperar pratos ricos em sabores, cores e contrastes. Além disso, o restaurante asiático em Ipanema fica em uma simpática casa na Rua Barão da Torre, com dois andares e ambiente elegante.

    Portanto, se estiver com planos de viajar para o Rio de Janeiro, não esqueça de reservar o seu hotel com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho.

    Restaurante asiático em Ipanema

    Elia (à frente ao italiano Babbo) convidou o expert Menandro (Haru Sushi) para fazer parte do projeto, com toda sua bagagem e pesquisa assídua em culinária nipônica. A ideia é trazer receitas até então pouco conhecidas, porém de paladar descomplicado, com bases tradicionais e apresentações contemporâneas.  Para completar o time, a dupla chamou Rodrigo Tristão (ex-chef executivo do Grupo Lilia) para comandar a cozinha quente da casa.

    No ambiente espaçoso e com dois andares, os símbolos asiáticos estão sempre presentes. Assim, o projeto, desenvolvido pela Aia Estudio, conta a história da Rota da Seda através de cinco elementos: barco, pesca, água, mapae esfera. Nas paredes, pinturas feitas em telas de madeira redondas com escotilhas que avistam novas terras, criadas especialmente para o Si-chou. Além disso, há também quadros e peças antigas da cultura asiática, feitos por antigos mestres. 

    Aproveite para ler:

    Menu do Si-Chou 

    Entre recortes, o cardápio do restaurante traz uma variedade de entradas frias, como ostras frescas e ussuzukuris. Já a cozinha quente é dividida em três etapas: entradas, principais e um capítulo todo dedicado a Dim Sum & Bao. Aliás, o KFC (Korean Fried Chicken) (R$42) é uma boa pedida, com frango frito à moda coreana, salteadas na wok com cebola e cogumelos. O Siu Mai (R$39 – 3und), por exemplo, é um dumpling aberto, cozido no vapor, recheado com camarão, broto de bambu e cebolinha.

    Recentemente, novos pratos entraram em cena no menu do asiático em Ipanema, como o Banchan (R$47), típico da Coreia, com quatro acompanhamentos variados do dia e kimchi. Também adorei quando vi no cardápio o Sando del “Niño” (R$96), uma homenagem ao restaurante Niño Gordo, em Buenos Aires, que serve o sanduíche japonês com milanesa de bife de chorizo. Suculento e delicioso! 

    Menu da Semana

    O Si-Chou também conta com menu executivo, de terça a sexta-feira, com entrada, principal e sobremesa (ou café) por R$ 69. Entre as sugestões, que mudam semanalmente, vale a pena pedir o Oniguiri de Berinjela e o Combinado Sushi Bar, que inclui sushis de barriga de salmão, atum e neguitoro. De fato, uma excelente opção de onde almoçar em Ipanema. 

    A carta de drinques do restaurante asiático em Ipanema também merece destaque. Assinada pelo talentoso mixologista Leonardo Santos (chef de bar do Haru), a carta foi feita para harmonizar com os sabores e temperos asiáticos. Assim há os autorais, como o GinYuzzu Collins, com Gin, yuzu, limão siciliano, açúcar e água com gás, e clássicos como o Old Fashioned, com Bourbon whiskey, açúcar e bitter. 

    Portanto, se você gosta de gastronomia asiática, deve incluir o Si-Chou no seu roteiro gastronômico em Ipanema!

    Endereço: Rua Barão da Torre, 472 – Ipanema. 

    Texto e fotos por Duda Vétere e Renata Araújo
    Maio de 2024

  • Goya Zushi: legítimo menu omakase nos Jardins

    Goya Zushi: legítimo menu omakase nos Jardins

    Uma experiência gastronômica japonesa fora de série e delicada é a definição do Goya Zushi! Em um ambiente moderno, o restaurante oferece o legítimo menu omakase nos Jardins, em um balcão de madeira que acomoda até 10 pessoas. São 10 a 15 passos elaborado pelo criativo chef Uillian Goya, que dá nome ao restaurante, em um trabalho sério e minucioso, inspirado na clássica culinária japonesa. Aliás, recentemente o Goya foi nomeado o 26° melhor restaurante do Brasil pela revista Casual Exame, premiação da qual eu e nossa editora-assistente Duda Vétere fomos juradas. Reservas são indispensáveis e pontualidade também, uma vez que quem chega atrasado perde as etapas anteriores do menu. Portanto, continue lendo o post para saber todos os detalhes do meu fantástico jantar no Goya Zushi!

    Aliás, se você tem planos de viajar para São Paulo, não esqueça de conferir aqui nossa seleção dos melhores hotéis e de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho.

    Goya Zushi

    Aberto em Setembro de 2022, o Goya Zushi funciona somente mediante reserva, de terça-feira a sábado, sendo um único jantar na terça e na quarta-feira, às 19h, e dois serviços de quinta-feira a sábado, às 19h e às 21h. A novidade é que agora o restaurante também abre segunda-feira com o Makanai, um menu aberto com pratos que mudam a cada temporada, e sem a necessidade de reservas.

    Com design minimalista, o projeto do restaurante japonês nos Jardins foi pensado pelo próprio Goya, que conta ainda com obras do artista plástico Revolue e cerâmicas Naoko, além de utensílios japoneses dispostos nas prateleiras.

    O itamae-san Uillian Goya carrega a tradição de sua família imigrante. Com mais de 20 anos de carreira e passagens por renomados restaurantes japoneses, como o Murakami, o chef trouxe para o Goya a cozinha japonesa clássica, e segue o estilo kaiseki. Ou seja, que preza pelos meticulosos preparos e apresentações, equilibrando sabores, texturas e cores. O menu omakase do Goya Zushi é preparado a partir de ingredientes sazonais e frescos, disponíveis no dia em que é servido. Dos peixes provenientes de pescas sustentáveis ao wasabi fresco e ao blend caseiro de shoyus, tudo é pensado para reforçar a excelência dos pratos.

    Menu Omakase nos Jardins

    O menu degustação (R$ 490) tem 10 etapas, podendo chegar a 15, considerando os sushis, sempre uma surpresa no menu. O omakase inclui otoshi (entrada do dia), sashimis de três cortes de atum (akami, chutoro e otoro) maturados no próprio restaurante, de 19 a 48 dias, usuzukuri, sushis, temaki e futomaki.

    Já nos quentes, tem o aguemono, que é a fritura japonesa, mushimono, um prato cozido no vapor e que, geralmente, é um chawanmushi, e kamameshi, um tradicional arroz japonês feito em panela de barro japonesa. A sobremesa, que pode ser pudim de café, por exemplo, encerra a sequência.

    Enquanto isso, a carta de saquês da casa conta com nove opções, além de um vinho branco elaborado com leveduras de saquê. Este, aliás, de autoria de Yasmin Yonashiro, consultora em hospitalidade japonesa especializada no destilado tradicional japonês. E no segundo andar do Goya, fica o The Liquor Store, bar de alta coquetelaria do chef Thiago Bañares. Ainda que sejam operações independentes, fica a dica para quem quiser tomar um drinque antes ou depois do jantar.

    De fato, uma experiência memorável que você deveria conhecer em SP! Reservas pelo site.

    End: Alameda Franca 1151, Jardins

    Por Renata Araújo. Maio de 2024.

    Fotos: Renata Araújo, Tati Frison, Thais Vieira

  • O que fazer no Rio depois dos 50 anos, por Kika Gama Lobo

    O que fazer no Rio depois dos 50 anos, por Kika Gama Lobo

    A jornalista, escritora e criadora de conteúdo, Kika Gama Lobo, carioca nata e apaixonada pelo Rio, acaba de lançar seu livro “Crônicas de uma Carioca Grisalha”. Aliás, a obra retrata acontecimentos que a autora observa em seu dia a dia. Assim, Kika, que é porta-voz do tema da maturidade no Brasil, aproveitou para nos dar dicas sobre o que fazer no Rio depois dos 50 anos, entre passeios ao ar livre, restaurantes e programas culturais. “Programas 50+ no Rio se assemelham a outros para jovens adultas. Hoje, nem novas e nem tão velhas, estamos vivendo mais e melhor. Eleger programas para essa faixa etária não é facílimo, mas seguem algumas sugestões”, conta Kika. Portanto, aproveita e já anota aí, porque tem opções para todos os estilos!

    Portanto, se estiver com planos de viajar para o Rio de Janeiro, não esqueça de reservar o seu hotel com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho.

    O que fazer no Rio depois dos 50

    • Assistir a uma missa de canto gregoriano no Mosteiro São Bento
    • Fazer uma aula de HiDance no Espaço Vibre em Ipanema. De fato, mexa o corpo ao som das melhores músicas dos anos 80!
    Kika Lobo e suas filhas no Espaço Vibre
    • Curtir a Praia do Leme ou Posto 6. Copacabana bem vintage, fim de tarde, mar sempre calmo. Aliás, a Prainha também é linda.
    O que fazer no Rio depois dos 50
    Aliás, o fim de tarde na Praia do Leme é lindo
    • Fazer uma aula particular de ioga com Adriana Camargo. Certamente, olhar ela fazendo as poses já vale o exercício.
    • Frequentar a livraria Travessa do Shopping Leblon ou Janela no Shopping da Gávea, com ajuda dos livreiros locais. Aliás, a preferência é dia de semana.
    Kika Gama Lobo lançando um de seus livros

    Mais programações do que fazer no Rio

    • Entrar para o grupo de pedal. Melhor lugar para acasalar pós 50 anos.

    Aproveite para ler:

    • Se você ainda fuma, vá ao Esch Café à tarde para dar de cara com homens maduros.

    Tomar café no Empório Jardim da Casa Firjan. Um sonho de locação.

    • Passear na Casa Roberto Marinho e ver obras perpétuas do local.
    Jardim da Casa Roberto Marinho
    • Jantar no Apê da Lapa, restaurante que oferece menu degustação para grupos de até 8 pessoas.
    • Ir nas feiras livres. Certamente o melhor lugar para elevar baixa auto estima. Aliás, é cantada na certa.
    • Nadar em mar aberto em Copacabana!
    O que fazer no Rio depois dos 50
    Mar da Praia de Copacabana

    Segue as dicas!

    • Ver uma exposição no Museu do Pontal.
    • Visitar igrejas no Centro, a pé, bem como roteiro Pequena África acompanhado de guia.
    • Tomar o sorvete de caramelo com sal do Mil Frutas.
    Kika Lobo experimentando um sorvete
    • ⁠Tomar uma água de coco em algum quiosque da orla.
    O que fazer no Rio depois dos 50
    Água de coco na orla, um programa bem carioca
    • Que tal um café da manhã as 6h no Cristo Redentor, organizado pelo hotel Fairmont, antes do santuário abrir?
    • Conhecer o novíssimo Museu Jardim Botânico.
    o que fazer no rio depois dos 50
    Museu do Jardim Botânico
    • Ir até a Pedra do Telégrafo em Guaratiba. Certamente, uma experiência!
    • Comer casadinho na Colombo do Centro.
    • Entrar no Real Gabinete de Leitura e, de fato, babar com as obras literárias.
    o que fazer no rio depois dos 50
    Aliás, a parte interna do Real Gabinete é bem imponente
    • Investir em reposição hormonal e em melatonina para dormir bem.
    Se cuidar é sempre importante!
    • Voltar pra análise!
    • Andar de pedalinho Cisne Negro na Lagoa.
    Certamente um passeio de pedalinho na Lagoa não tem idade!
    A icônica piscina do Copa
    • Comprar um vibrador pra chamar de seu!
    O que fazer no Rio depois dos 50
    A jornalista, escritora e criadora de conteúdo, Kika Gama Lobo
    • Frequentar rodas de samba em bares da Praça São Salvador ou Botafogo. Aliás, super divertidas!
    • Ficar de olho nas edições do Casa Cor Rio, Rio Open, Rock in Rio, Art Rio e se jogar nos eventos!
    Renata Araújo no Rock in Rio

    Portanto, como diz uma amiga nos 50+, é melhor ter um bom plano de saúde, as contas ajustadas e alguma saúde pra dar conta de viver!

    Por Kika Gama Lobo
    Fotos: Kika Lobo, Renata Araújo, Leonardo Marchetti, divulgação e reprodução
    Maio de 2024

  • Os melhores restaurantes do Brasil, na lista da Casual Exame

    Os melhores restaurantes do Brasil, na lista da Casual Exame

    Que alegria fazermos parte, mais uma vez, do júri da revista Casual Exame, que elege os 100 melhores restaurantes do Brasil! Para nós, é uma honra poder votar em uma premiação tão relevante e prestigiar a gastronomia brasileira, que só faz melhorar, se sofisticar e apresentar casas de extrema qualidade em nosso país. Muitas dela fora do eixo Rio – São Paulo, como em Belo Horizonte, Curitiba e Recife. Portanto, nesta 3ª edição, tivemos um vencedor inédito e carioca: o restaurante Lasai, do estrelado chef Rafa Costa e Silva, que faz um trabalho autoral do qual somos fãs! Já em 2º lugar, está o merecido Origem, de Salvador, dos queridos chefs Fabricio Lemos e Lisiane Arouca. Completando o pódio, na 3ª posição ficou A Casa do Porco, dos chefs Janaina Torres e Jefferson Rueda, eleito o quarto melhor restaurante da America Latina pelo 50 Best.

    Aliás, se você tem planos de viajar para o Rio de Janeiro, não esqueça de conferir aqui nossa seleção dos melhores hotéis e de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e desta maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho.

    Top 10: melhores restaurantes do Brasil

    Apaixonadas pelo tema que somos, frequentamos todos os lugares ao longo do ano e claro que todas as experiências estão aqui no site do You Must Go!, assim como no nosso Instagram. E o resultado você confere nesta lista tão bem apurada e elaborada por colegas de profissão e experts no assunto. Em 4º lugar, ficou o Oteque, restaurante do chef Alberto Landgraf, em Botafogo, seguido do Maní, em SP, da chef Helena Rizzo. Em 6º lugar, está o Nelita, da jovem e competente chef Thássia Magalhães, que faz uma culinária autoral e contemporânea. Na 7ª posição, ficou o restaurante Manga, em Salvador, seguido do Evvai, em SP, do criativo chef Luiz Fillipe Souza, em 8°, e o Fame Osteria, também na capital, em 9° lugar. Fechando o Top 10 dos melhores restaurantes do Brasil, está o Manu, em Curitiba, da renomada chef Manu Buffara.

    No ranking da Casual Exame, também entraram restaurantes como o tradicional Mocotó, em SP, de comida sertaneja nordestina, do chef Rodrigo Oliveira, e o Ocyá, no Rio, do chef Geronimo Athuel, que faz um trabalho brilhante com peixes e frutos do mar. Ambos empatados na 14° posição.

    Casas de diferentes estilos

    Já em 16° vem o Metzi, SP, da chef Luana Sabino, que oferece uma cozinha mexicana moderna. Quem ocupa o 19º lugar é o Murakami, excelente japonês nos Jardins, do chef Tsuyoshi Murakami, e que conta com balcão para apenas 12 lugares. Continuando em SP, em 26° está o Goya Zushi, que conhecemos recentemente, e oferece um menu omakase minucioso, e o Banzeiro em 30°, o restaurante de comida amazônica do chef Felipe Schadler. Certamente ótimos lugares que você precisa incluir na sua lista, caso ainda não conheça!

    Gastronomia carioca

    Seguindo mais um pouco na lista dos melhores restaurantes do Brasil, aparecem casas cariocas das quais somos fãs. Como o Haru, em 40° lugar, premiado japonês em Copacabana, e o ToTo, em 42°, o restaurante autoral mais descontraído do chef Thomas Troisgros em Ipanema. E alta gastronomia d’A Casa 201, no Jardim Botânico , do chef João Paulo Frankenfeld também foi contemplada, em 46° lugar.

    De fato, são muitos lugares incríveis, não só no Rio e São Paulo, mas também em outros cantos do Brasil, como Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Tiradentes (MG), Porto Alegre, entre outros. Portanto, a lista completa com os 100 melhores restaurantes do Brasil, segundo a Casual Exame, você encontra aqui!

    Por Duda Vétere. Abril de 2024.

    Fotos: Renata Araújo e Duda Vétere.