Como muitos sabem, acabei de passar dez dias lá a convite do Jordan Tourism Board. Um grupo de cinco jornalistas foi convidado para cruzar o país, conhecer as belezas e os mistérios da Jordânia. Voltamos todos encantados e agora, a tarefa é dividir com vocês as paisagens e a história desta região mágica e supreendente.
A impactante cidade de pedra
Posso adiantar que passar um dia em Petra é algo difícil de descrever em palavras. A cidade construída pelos nabateus há dois mil anos está lá, parcialmente destruída mas nos dá uma ideia de como era na época. O passeio à noite foi um dos destaques da viagem.
As cores fortes de Wadi RumA imensidão do deserto
A ida ao deserto Wadi Rum foi algo tocante. As cores, a imensidão, plenitude e silêncio do deserto nos deixou impactados!
O belo castelo de Ajloun
Uma viagem que recomendo a todos! Para ler o post completo, acesse aqui.
Este é um post da série Quem mora sabe, escrito pela jornalista carioca Isabela Kopke. Ela morou 10 anos em Madri e escolheu escrever sobre Segovia, uma cidade medieval pertinho de Madri.
Banco de España: uma das construções mais emblemáticos de Madri
Um pouco de Madri
Madri é parada obrigatória para quase todos os turistas que vêm à Espanha. E também não é para menos. A cidade é simplesmente um charme e acolhedora. Também não faltam ofertas culturais, gastronômicas, história, moda, tendências, mistura, ritmo e vida. Costuma-se dizer que Madri não dorme. Sem dúvida, uma cidade que tem opções de lazer para todos os gostos e bolsos.
Mas o que muitos viajeros desconhecem é que bem pertinho da capital espanhola, existem cidadezinhas que valem a pena incluir no roteiro de viagem. E o melhor é que, para conhecê-las , não é preciso dedicar tanto tempo, nem gastar muito dinheiro. É o caso de Segovia, declarada Patrimônio da Humanidade.
Segovia, de cor alaranjada pelas fachadas antigas e de estilo medieval, pertence à Comunidade Autônoma de Castilla y León. Ela fica a somente 90 quilômetros de Madri, aproximadamente uma hora e meia de carro. Também é possível ir de ônibus com toda a facilidade, comodidade e rapidez.
A empresa La Sepulvedana oferece serviços diários, das 6h às 23h, por 16 euros ida e volta. O trajeto dura o mesmo tempo que o de carro.
Acueducto de Segovia, o símbolo da cidade
O que fazer em Segóvia
Um dos cartões postais da cidade, e certamente um dos pontos turísticos mais emblemáticos da Espanha, é o Acueducto de Segóvia. É realmente um monumento imponente, que rodeia a cidade e involuntariamente me faz lembrar, como carioca que sou, os Arcos da Lapa do meu Rio de Janeiro querido.
Mas, voltando ao nosso roteiro espanhol, sempre que vou a Segóvia me surpreendo gratamente. Basta caminhar um pouquinho pelas ruas estreitas e de pedra para que o visitante sinta o valor histórico e cultural da cidade.
A bela CatedralO emblemático Alcazar
Catedral de Segóvia
Além do Acueducto, vale a pena incluir no roteiro uma visita à Catedral de Nuestra Señora de la Asunción y San Frutos. O Alcázar de Segovia, um palácio-castelo fortificado que data de inícios do século XII também vale a visita. Ele é a referência mais antiga documentada que confirma a existência desta fortificação.
O crocante conchinillo
O conchinillo, prato típico
Segóvia reserva outras surpresas que agradam não só aos olhos, mas também ao paladar. A cidade, e a região de Castilla y León em si, é famosa pela boa comida. O prato típico é o cochinillo, o que para nós é o conhecido leitão. A curiosidade do prato daqui, é que, a carne do animal, depois de assada lentamente, fica tão macia que os garçons costumam cortá-la em fatias bem fininhas. Eles mostram o prato para comprovar ao freguês que o porco servido está no ponto perfeito. Ou seja, crocante por fora e tão terno por dentro que se desmancha na boca.
Os leitões utilizados na preparação deste prato espanhol normalmente não ultrapassam os seis quilos e cada peça inteira de cochinillo serve até seis pessoas.
Fila para entrar na Mesón de Candido
Localização privilegidada: ao lado do aqueduto
Onde comer em Segóvia
Um dos restaurantes mais emblemáticos da cidade para desgustar essa iguaria é oMesón de Cándido. Com uma localização privilegiada, ao lado do Acueducto, o estabelecimento é um tradicional assador e foi aberto em 1884, há exatamente 129 anos!!! Em todo esse tempo, passaram por ali fregueses ilustres, como membros da família real espanhola.
Autógrafos da família real
A verdade é que ali se come como um rei. O preço dos pratos é salgado, comparado à outras opções gastronômicas da região, mas vale a pena. A média de preço é de 40-50 euros por pessoa, incluindo primeiro e segundo pratos, bebida e sobremesa. O prato estrela é, sem dúvida, o Cochinillo asado al estilo de Cándido. Custa 21,60 euros.
Mas para quem não é muito chegado à carne de porco, como é o meu caso, o restaurante oferece outras opções de dar água na boca. Como entrada, recomendo confit de cogumelos com trufas e pinhões ou pimientos de piquillo recheados com creme de cogumelos.
Pimiento de pequillo recheado com creme de cogumelosBacalhau apetitoso
Para o segundo prato, recomendo o bacalhau grelhado com cebola, tomate, azeitonas negras e alcaparras. Uma delícia! E tudo isso acompanhado de um bom vinho espanhol, é claro. Para arrematar a comilança, o que não faltam são alternativas calóricas. Que tal uma torta de chocolate quente ou de maçã com creme de canela? Quem quiser, pode encontrar todas essas delícias no seguinte endereço:
Mesón de Cándido
Plaza del Azoguejo, 5
Telefone: (+34) 921 425 911
Devido à enorme procura pelo restaurante, vale a pena fazer uma reserva para não enfrentar fila ou, pior, não conseguir entrar e ficar com água na boca.
Outros restaurantes/assadores recomendados na cidade de Segovia:
Ótima opção gastronômica: Casa Duque
José María
Calle Cronista Lecea, 11 (próximo a Plaza Mayor)
Telefone: (+34) 921 461 111
Casa Duque
Calle Cervantes, 12
Telefone: (+34) 618 804 284
No friozinho típico da região
Então, na sua próxima viagem à Espanha, você já sabe: não deixe de dar uma passadinha em Segóvia e conte pra gente suas impressões.
Além de paisagens espetaculares, um ar de misterioso e um povo amigável, fiquei encantada com as delícias da Jordânia: uma culinária sensacional, típica do Oriente Médio. Acabo de passar dez dias intensos rodando o país, à convite do Jordan Tourism Board e fiquei impressionada com a gastronomia local.
Fachada da Al Sufara
Logo no nosso primeiro dia de viagem, fomos conhecer uma das padarias mais populares de Amã, a Al Sufara Bakery, no bairro de Swifieh Uma tentação para quem é amante de pães e afins. Percebe-se logo como é famosa a padaria pelo itenso fluxo de carros na porta.
O verdadeiro pão árabe, assado no forno por segundos, num calor de 400 graus; pão com ervas, integral, pão com canela, com glúten, sem glúten, aqui há para todos os gostos.
Variedade de grãos de café
Em seguida, visitamos uma coffee shop, bem ao lado da padaria, a Izham Coffee, que existe desde a década de 30 e vende café de vários países do mundo, como Colômbia, Sirilanka e até Brasil. O café é vendido em grão e moído na hora ou em casa.
Especiarias árabes
O colorido das especiarias da mercearia Bazman encantou todo o nosso grupo; ficamos vidrados nos odores e sabores e impressionados com a enorme variedade de grãos, muito frequente na culinária árabe, como gerfilim, cominho, açafrão, etc. Uma mistura de especiarias muito comum, por exemplo, é o baharat.
Fachada da mercearia
Os grãos também são muito usados, além de nozes, castanhas, pinhões, amêndoas, pistaches, etc.
Para aguçar o paladar, chocolates e doces dos mais variados, com castanha, pistache e afins, que fazem muito sucesso entre os turistas.
E na mesma lojinha, uma oferta de caixas e bandejas de lindos mosaicos a preços módicos. Foi impossível não comprar uma de lembrança.
Uma das belas mesquitas de Amã
Foi uma excelente introdução à gastronomia e cultura árabes. Mas isso foi só o começo, ainda vem muitos posts por aí sobre a Jordânia, este país diverso e cheio de constrastes.
Capital da Normandia, Rouen é uma cidade perto de Paris que vale a visita. Famosa por Joana D’Arc, que passou ali seus últimos dias, ela fica a pouco mais de 1 hora, de carro ou trem de Paris. Rouen é bem rústica e nos transporta para uma época passada, com sua arquitetura de pedras e torres belíssimas.
Em Rouen você também consegue ver o Rio Sena, o famoso relógio Gros Horloge e as igrejas Saint-Ouen e Catedral de Notre Dame de Rouen. Pelas ruas estreitas, há diversos museus e restaurantes.
Para quem vai de carro, são apenas 132 km de estrada. Mas uma ótima opção são os trens de alta velocidade (train à grande vitesse), que saem em vários horários com destino à Rouen. As passagens tem um preço ótimo tanto na primeira, quanto na segunda classe. A viagem é super confortável e dura pouco mais de 1 hora. Saímos da Gare Saint Lazare, que fica no 8 arrondissement, perto do teatro L’opera e da loja de departamentos Galeries Lafayette.
Sou particularmente fascinada pelas gares e a de Rouen (Gare Rive Droite), em estilo art nouveau, impressiona.
A bela arquitetura de Rouen
Logo que se pisa em Rouen, a sensação é de voltar no tempo. A cidade foi fundada pelos romanos, no século I d.C. Séculos depois foi invadida pelos vikings e pelo exército inglês, até voltar a fazer parte do território francês.
A torre onde Joana D’arc ficou presa até ser queimada, no ano de 1431, pode ser vista de vários pontos diferentes. Ela tem 35 metros de altura e dá para chegar até o alto da torre subindo a escada com cerca de 100 degraus. Na verdade, a torre foi o que restou de um castelo construído em 1204 pelo rei Filipe Augusto. Depois de um incêndio, ele foi demolido e hoje é aberto à visitação. (Le Donjon de Jeanne Dar’c- rue Bouvreuil e rue du Donjon)
Como o passeio era de apenas um dia, escolhemos conhecer a parte histórica, a Vieux Rouen. As ruas são estreitas, as construções em estilo normando e pelo caminho, muitos antiquários, restaurantes, museus, igrejas.
Anúncio de café da manhã apetitoso!O entardecer em Rouen, cidade perto de ParisComércio local típico de cidade pequena
A Catedral Notre Dame de Rouen é parada obrigatória. Em estilo gótico, tem uma fachada bem diferente, com torres de tamanhos distintos. A construção chegou a ser destruída pelos bombardeios em 1944, mas foi recuperada. Fascinado pela Catedral, o pintor Claude Monet pintou mais de 30 imagens da igreja de pontos diferentes.
Já estava andando para um outro ponto, quando uma outra igreja, imponente, chamou a atenção. Era a abadia Saint-Ouen, fundada no século 8, também em estilo gótico. Lá dentro, vitrais coloridos antiquíssimos, paredes e tetos cheios de detalhes e um dos órgãos mais famosos do mundo. O curioso é uma grande exposição interativa, que mostra a história da abadia desde que foi fundada.
Entrada da Abadia de Rouen, uma cidade perto de ParisAbadia por dentro
A gastronomia em Rouen
Caminhar abre o apetite. Mas isso não é problema. São muitos restaurantes ao longo das ruazinhas do centro histórico, cada um mais aconchegante que o outro. Para aquecer, a tradicional soupe à l’oignon, sopa de cebola gratinada. E já que ainda tem muita caminhada pela frente, de sobremesa você pode comer sem culpa um crème brulée (creme feito com creme de leite, ovos, açúcar e baunilha). Deixamos para o final a região da Place du Vieux-Marchè (Praça do Velho Mercado), o lugar onde Joana D’arc foi queimada no dia 30/05/1431. Exatamente nesse local foi construída uma igreja em homenagem à heroína.
Outra atração imperdível é o famoso Gros Horloge, o Grande Relógio, construído em 1389. Um dos relógios mais antigos da França, que tem no mostrador os dias da semana, as horas e até as fases da lua.
Curiosa em ver a cidade do alto, encarei a escada em caracol com degraus de pedra que dá acesso ao interior do relógio. E valeu muito a pena! Além de toda a história do Gros Horloge, o visitante pode conhecer os mecanismos usados para que ele funcionasse, os dois grandes sinos e outras engrenagens. O relógio funcionou da mesma forma até 1928, quando o mecanismo elétrico substituiu o original.
O sol já estava quase indo embora quando chegamos às margens do Rio Sena. Do lado direito da cidade, o gramado é o ponto perfeito para se ter uma das vistas mais bonitas de Rouen.
Rouen, do outro lado do rio, uma cidade perto de Paris
Era meu aniversário, tinha passado essa data especial com minha mãe e meu irmão. E fui embora com a certeza de ter conhecido um lugar fascinante. Quero voltar a Rouen. Quem sabe no próximo aniversário?
Estou há menos de uma semana na Jordânia, a convite do Jordan Tourism Board e já me sinto completamente apaixonada pelo país. É uma viagem exótica, rica em cultura, história e gastronomia árabes, em um país com atrativos diversos, que reúne mar e montanha e proporciona um contato direto com a natureza.
Vista de Amã, a cidade branca
Um passeio pela Jordânia
Podem esperar vários posts detalhados sobre os passeios que nosso grupo de jornalistas está fazendo pelo país. Este aqui é apenas um aperitivo para vocês saberem o que vem por aí e uma maneira de compartilhar as belas imagens que venho capturando no Oriente Médio.
Um das muitas mesquitas de Amã
A primeira parada foi na capital, Amã, cidade branca, como é conhecida, cheia de contrastes entre o antigo e o moderno.
Castelo de Ajlun – parada obrigatória a caminho de JerashTípicas adolescentes jordanianas
Fomos também a Jerash, cidade de 6.500 anos!
O tesouro – símbolo de PetraMeio de locomoção comum para quem quer evitar longas caminhadas
Petra foi um dos pontos altos da viagem, sendo que a visita à noite é algo mágico, difícil de descrever. Durante o dia, a cidade se transforma em outra, com centenas de turistas vindos de todas as partes do mundo. Considerada uma das sete maravilhas do mundo, Petra é metade construída e metade esculpida em pedras, desde aproximadamente o século VI AC.
As cores impactantes do desertoPôr do sol de Wadi Rum
Surpeendentemente, depois de Petra, as imagens do deserto não me saem da cabeça. Em Wadi Rum, a areia é vermelha, cercada por rochas gigantes em tons de terra e a luz do entardecer dá um ar mágico ao lugar.
Pronta pra enfrentar o deserto, com a tenda de beduínos atrás
Jantar com beduínos no meio do deserto olhando o céu com lua cheia e recheado de estrelas, pareceu cena de ficção, mas foi real. Momentos que vão ficar guardados para sempre na memória. Agora é esperar para ver o que nos aguarda no Mar Morto.
Montmartre é conhecido por ser o bairro mais boêmio de Paris. Fica ao norte da cidade, no alto de uma colina, e tem contrastes bem interessantes. O lugar tem uma grande movimentação de gente dia e noite. Aliás, é nessa região que fica o Moulin Rouge, o famoso cabaré inaugurado em 1889. Na época o bairro não tinha uma boa fama, e a idéia foi trazer as bailarinas de can-can para atrair a elite parisiense. Ou seja, deu tão certo que o Moulin Rouge é certamente hoje um dos símbolos de Paris! Portanto, neste post vamos falar sobre o que fazer em Montmartre. Aproveite para ler também sobre 11 Restaurantes com vista para a Torre Eiffel em Paris e +11 cafés e restaurantes em Saint-Germain
Além disso, é em Montmartre também que fica a Basílica de Sacré-Coeur, um dos monumentos mais visitados da França. Imponente, ela foi construída entre 1875 e 1914, toda em mármore travertino e por isso a tonalidade branca. Para chegar até a igreja você pode subir pelas ruazinhas de trás, pelo bondinho ou pela escadaria. Entretanto, prepare-se: são mais de 230 degraus!
(35, rue du Chevalier-de-La-Barre, 75018, Paris)
A certamente deslumbrante Sacre Coeur de Paris
Quando estiver nas escadarias que dá acesso à basílica, preste atenção ao redor. Violinistas, pintores e artistas em geral se apresentam ao ar livre. Portanto, não tem quem não pare pra ver.
Músico típico de MontmartreCena cotidiana: pintor faz charge de casal
Cenas de Amélie Poulain
Andar pelas ruas de Montmartre certamente me dá a sensação de estar dentro do cenário de um filme. Amélie Poulain, um dos meus preferidos, houve muitas cenas gravadas aqui. Lembram do carrossel?
A simpática Amélie PoulinO tradicional carrossel
O que fazer em Montmartre
A dica é andar sem rumo pelas ruas de paralelepípedos, cheias de lojinhas, cafés, galerias de arte. A uns 3 quarteirões de distância da Basílica, por exemplo, uma grata surpresa: entrei na pequena loja atraída pela arrumação impecável dos doces que são a cara da França. Macarons coloridos,feitos com massa fina e recheios muito cremosos. Esses aqui derretem na boca! Difícil é resistir e não provar vários de uma vez só. Afinal, todos são muito bons, mas preferi o de baunilha e o de framboesa. A loja em Montmartre é uma das 4 do chocolatier Christophe Roussel ( 5 rue Tardieu- Paris- tel. 01 42 589101)
Uma parada que vale a penaApetitosos macarons
As ruas de Montmartre, o bairro boêmio de Paris
Por fim, o bom de andar a pé é que dá para observar os mínimos detalhes. Uma das ruas mais conhecidas é a rue Lepic. Ali viveram os pintores Van Gogh e Picasso, e até hoje a região abriga muitos artistas. As lojinhas vendem objetos coloridos e lembrancinhas como imãs de geladeira. Quem tiver se programado para ficar mais tempo na cidade acaba voltando a Montmartre. E mesmo com o tempo apertado vale se despedir de um dos bairros mais charmosos de Paris.
Hoje é um dia muito especial, já que estou embarcando para um destino incrível e inusitado: Jordânia! E outros cinco jornalistas, fomos convidados pelo Jordan Tourism Board, em parceria com a Interamerican Network, para conhecer e divulgar o país. Vamos para Amã, Petra e outras cidades e em breve, vocês lerão muitos posts aqui.
Enquanto isso, para acompanhar a viagem é só acessar minha página no Facebook e também me seguir no Instagram e no Twitter, com a #viagemajordania.
Deixo vocês com algumas imagens de Paris, uma das minhas cidades preferidas no mundo, onde faço escala, e passarei algumas horas na volta. Até!
Sou apaixonada pela culinária japonesa e uma fã ardorosa do chef Nobu Matsuhisa’s. Onde ele abre um restaurante, vou atrás para conhecer e saber se é melhor e mais interessante que o anterior.
A fachada do restaurante
Desta vez, em Los Angeles, consegui reservar o novo Nobu Malibu, que além de manter o estilo fusion traducional do chef, é lindo, de frente para uma das mais belas praias da cidade.
O bar com os sushi men em açãoDeliciosas seleções de sushis e sashimis
Os pratos tradicionais, como: Tiradito, Yellowtail Sashimicom Jalapeño, Black Cod com Miso e o Rock Shrimp Tempura, estão todos lá, além de algumas novidades criadas pelo chef local Gregorio Stephenson, como o Ribeye com molho de trufas amanteigado e o as cebolas crocantes de Maui.
Tochas por todo ladoA varanda, em clima de loungeO belo jardim de inverno na entradaPaisagismo de muito bom gosto
E apesar de ser inverno, deu para apreciar a linda paisagem do restaurante, que está localizado na famosa Pacific Coast Highway – um pouco distante da civilização, mas em uma casa deslumbrante, com linda vista para o mar. Como toda novidade, é imprescindível fazer reserva.
Pacific Coast HighwayPôr do sol em Malibu
Sugiro ir ao entardecer para poder apreciar o lindo pôr do sol californiano.
NOBU MALIBU
22706 Pacific Coast Highway, Malibu, CA 90265 +1.310.317.9140
Desembarcamos em Narita e pegamos logo um limousine bus direto para o Grand Hyatt; dica do próprio hotel. Funcionou super bem, já que o aeroporto fica muito fora da cidade, os táxis são caros e andar de metrô, depois de horas e horas de viagem, carregando mais de uma mala cada um, não é a sensação mais agradável do mundo. O transporte custou cerca de U$40 por pessoa, levou uma hora e nos deixou na porta do hotel.
Um das torres vizinhas ao hotel
A rua do hotel toda iluminada
O Grand Hyatt fica no bairro de Roppongi Hills, uma área de 28 acres, que foi reurbanizada há alguns anos e reúne arranha céus impressionantes, como as torres de mesmo nome e que são abertas para visitação. É um bairro internacional, com muita vida e várias opções de entretenimento que ficam abertas até tarde.
Um dos restaurantes com acesso interno
Além disso, o próprio hotel fica dentro de um complexo de bares, restaurantes e lojas e está cerca de quinze minutos de metrô de Ginza, o bairro chique, das lojas de grife – a Quinta Av. local.
Esculturas na entrada dos elevadoresO segundo lobbyEntrada do restaurante e lounge
Quando chegamos no Grand Hyatt Tokyo, o que mais nos surpreende é sua grandiosidade! O hotel tem 21 andares e 387 quartos. Ficamos hospedados no andar… Já no lobby percebemos que é um hotel de estilo contemporâneo, de bom gosto e que aparenta ser mais novo do que é, na realidade: sete anos. Prova de que a manutenção funciona e bem.
Belo projeto de paisagismo
O projeto de arquitetura foi feito por Takashi Sugimoto, conhecido por Super Potato, especialista em hotéis na Ásia e um mestre do design.
Mimos para uma blogueira de viagem
No quarto, com decoração moderna e de bom gosto, nos esperavam várias caixinhas de chocolate e morangos – combinação que adoro. Primeiro sinal da gentileza japonesa.
Cama confortável, ao lado da janelaBanheiro super moderno com luz que ascende sozinha e outros gadgets
Como se sabe, os japoneses moram em espaços mínimos. Levando isso em conta, o quarto era ótimo, com um bom banheiro, com direito à banheira e tudo.
Restaurante do café da manhãOferta de frios e sucos variados
A chef que prepara o delicioso café todos os diasVista do restaurante
O restaurante onde é servido o café da manhã é o Grand Louge, no mesmo andar do nosso quarto, bem prático, com uma vista bem cosmopolita da cidade.
A espaçosa suíte presidencialTorre de Tóquio, um dos ícones da cidade, uma das vistas da suíteSala de jantar e de estar: conforto total!Last but not least: uma gigantesca piscina privativa!O enorme banheiro, todo de mármore
Fui convidada para fazer um tour pelo hotel e vistei as suítes presidenciais, que são de cair o queixo e custam a bagatela de U$5 mil por noite. É pra quem pode! No caso: Madona, Tom Cruise, George Clooney e Cameron Diaz, alguns dos hóspedes que passaram por ali.
A recepção do spaA grande piscina aquecidaE uma das salas de tratamento
O spa de 1.300 metros quadrados, que conta com piscina e sala de ginástica, fica no quinto andar e é frequentado por hóspedes e sócios privados. Os tratamentos são maravilhosos! Tive a chance de provar uma das massagens relaxantes e adorei!
Foto tirada no estúdio fotográfico do hotel
No Japão é muito comum casamentos serem celebrados em hotéis. Só no Grand Hyatt, são cerca de 600 por ano! De dez a doze casamentos por fim-de-semana, uma loucura!
Estúdio profissional para os noivos
Eles estão tão bem preparados que tem até estúdio fotográfico profissional para os noivos fazerem o registro do momento mais marcante de suas vidas.
Capela onde são realizados os casamentosE no estilo budista
O hotel oferece dois tipos de celebração, da maneira ocidental, em uma capela e o budista, religião mais comum no país, junto com o xintoísmo.
Um dos belos e modernos restaurantes
Além de tudo já mencionado, o Grand Hyatt ainda conta com DEZ restaurantes. Mas isto é assunto para um próximo post. Só posso dizer que fui muito bem recebida nos meus primeiros dias em Tóquio. Obrigada, Hyatt, adorei!
Acabo de passar quatro dias em Florianópolis, ou melhor, Jurerê Internacional, cobrindo o 4o Encontro do Cinema Nacional, pelo Telecine. É um evento organizado pelo canal e pela Imagens Filmes, que reúne diretores, produtores, atores, exibidores e imprensa, para mostrar os grandes lançamentos brasileiros de 2013.
A piscina vista do meu quartoA torre do Il Campanario, o símbolo do hotelA badalada praia de Jurerê Internacional, deserta, às 7 da manhã
Ficamos hospedados no Il Camparino Resort, – onde eu já ficado uma vez – um agradavél hotel bem atrás da praia, com três piscinas (sendo uma aquecida), sala de ginástica, salão de jogos, etc. Os quartos são bem espaçoso, com direito à cozinha e tudo.
Entrada da P12, na noite de abertura do eventoDJ animando a noite na P12Almoço no agradável Café de la Musique
Além disso, o hotel está perto dos lugares mais badalados da região, como o P12 e o Café de la Musique, chamados de beach clubes e que no verão, ficam lotados. São lugares bem arejados e com clima praieiro, com destaque para a comida do Café, que é ótima!
Bruno Mazzeo e Natália Lage dão entrevista sobre o filme “Vai que dá certo”Bruno Barreto e Glória Pires falam de “Flores Raras”Equipe do filme “Somos tão jovens”, sobre Renato Russo
O esquema de trabalho era assim: assistíamos aos filmes no Floripa Shopping, depois, corríamos para o hotel para as entrevistas e à noite, sempre tinha um jantar que reunia todo mundo.
Entre os filmes, o maravilhoso”Somos tão jovens“, que conta a trajetória de Renato Russo em Brasília, antes da fama; “Vai que dá certo“, uma comédia engraçadíssima, com Bruno Mazzeo, Fábio Porchat, Lúcio Mauro Filho, entre outros, e “Flores Raras“, um filme belíssimo, de Bruno Barreto, sobre o romance da arquiteta Lota de Macedo Soares com a escritora Elizabeth Bishop, no Brasil dos anos 50-60.
Com Danilo Gentile, que faz seu primeiro filme “Mato sem cachorro”Eu e equipe, com o ator Lúcio Mauro FilhoEntrevistando Leandra Leal, que está no elenco de “Mato sem cachorro”
Foi uma agenda bem corrida, mas o trabalho foi ótimo e as entrevistas renderam bastante. Vocês vão poder conferir a partir desta sexta-feira, no Telecine Premium e Telecine Pipoca, Não percam!
Fotos: Renata Araújo e Geraldo Protta (divulgação)
Acabo de estrear como colaboradora do blog da Maria Filó, marca de roupas brasileira. A cada quinze dias, vou escrever sobre dicas de viagem mundo a fora. Meu primeiro post foi sobre a região de Napa Valley, na Califórnia. Uma viagem que fiz recentemente e adorei!
Saindo de SF pela Golden GateEntrada de Napa ValleyFachada do hotel na principal rua de Napa
Aluguei um carro em San Francisco, e em menos de duas horas, estava em downtown Napa, onde fiquei num hotel super charmoso e bem localizado, chamado Andaz.
Paisagem constante em Napa
A região é belíssima, com vinhedos incríveis e excelentes opções de alta gastronomia. Prepare-se para comer muito bem!
Meca das compras nos EUA
Até compras, dá pra fazer já que lá, já que tem uma filial do Premium Outlets.
Se a ideia é uma viagem para relaxar, prepara-se para conhcer nossas melhores dicas do Caribe.
Quando chegamos ao resort Jumby Bay, em Antígua, temos a nítida impressão de termos aterrisado no paraíso. A paisagem é inacreditável: uma praia perfeita, de areias brancas e mar calmo azul turqueza, com palmeiras ao redor, em um clima sempre moderado. Peguei um voo de Miami que durou umas três horas e custou cerca de U$500.
A chegada na deslumbrante ilhaA praia perfeitaO mágico entardecer na ilha
Durante quatro dias, tive a chance de desfrutar do melhor desse maravilhoso resort – administrado pelo grupo Rosewood há dez anos – em uma ilha privada de 300 acres de extensão. São 40 suítes privativas e villas com casas de 2 a 4 quartos,.
Meu “quarto” visto do lado de foraChampanhe de boas vindas!A sala: ideal para ver TVA confortável cama king sizeDuas pias: fundamental para boa conviência do casalOs detalhes do banheiroMimos de higiene para os hóspedesBanheira ao ar livre
Os quartos funcionam como se fossem casas: espaçosos, sempre com vista e com decoração de bom gosto. Os banheiros são amplo e claros e tem uma charmosa banheira do lado de fora.
Os quartos vistos de longeO bar fincado na areiaEspreguiçadeiras sempre à disposiçãoBatidas de morango geladinhas
O serviço na ilha é impecável e não dá para ficar entediado em nenhum momento. Na praia, além das bebidas no cardápio que podemos sempre pedir, os funcionários volta e meia passam com sorvetes, sucos ou coquetéis para refrescar.
Cama do spa Sense prontinha para ser usada
O spa do Jumby Bay é um capítulo à parte: oferece inúmeros tratamentos, com profissionais muito bem treinados. Ganhei uma massagem de presente e voltei para o quarto tão relaxada que quase não conseguir sair para jantar.
Pool Grill: o restaurante à beira da piscinaDelicioso almoço leve…… à beira da deslumbrante piscina
Falando em jantar, há três restaurantes no Jumby Bay e as refeições estão incluídas nas diárias. Gostei muito da opção do Pool Grille, onde você pode comer ainda na piscina. E à noite, você pode variar entre os dois outros restaurantes: The Verandah e The State House, que tem um cardápio bem internacional.
Várias modalidades de esporte à vela disponíveisUm mergulho de alegria
O hotel oferece também várias atividades, como passeios de barco, aulas de culinária e esportes náuticos, entre outros. Durante a minha estadia, tive a chance de ir à uma exposição de artistas locais, em uma das mansões de Jumby Bay, que foi muito interessante. Aliás, os artistas que moram em Antígua, muitos expatriados – são bem ativos e vários desses trabalhos fazem parte da decoração do hotel.
O chef prepara sucos frescos e outras guloseimas no café da manhã…… como essas deliciosas panquecasPratos típicos do regiãoNoite caribenha: cantor vai de mesa em mesa
E à noite, semanalmente são organizados jantares temáticos. Participamos de uma “noite caribenha”, com direito à música ao vivo, bem divertida!
Rebanho comportado convive bem com os hóspedesBicicletas na porta de cada quarto: o meio de transporte mais comum na ilhaFlores típicas da regiãoÀs vezes parece que estamos no campo
Outra coisa que chama muita atenção dos hóspedes, é como a ilha é bem cuidada. O paisagismo é belíssimo, lindos jardins permeiam toda a área e a manutenção é constante. Não é à toa que cerca de 500 funcionários trabalham ali.
Impossível não sorrir em Jumby BayPaisagem que parece um quadro…… ou cenário de filme.
Uma vista que vai deixar saudades
Jumby Bay é o lugar ideal para passar uns dias tranquilos e mágicos, seja em lua-de-mel ou mesmo namorando o marido. Obrigada pela convite! Essas foram nossas dicas do Caribe. Se você também um resort prefirido por lá, conte pra gente.
Para saber os preços das diárias, é só acessar o site do hotel.