Rio é escolhido para ser a sede do Sirha, encontro internacional de chefs, em 2015. Estivemos presentes no lançamento do evento, que foi no apartamento do Consul da França,Brice Roquefeuil, na praia do Flamengo, com direito à uma das vistas mais bonitas do Rio de Janeiro. Mais apropriado, impossível.
Estavam presentes a nata da gastronomia carioca, os chefs Pedro de Artagão (do qual falamos aqui), Rolland Villar (do Le Pré Catelan, post aqui), David Jobert (post aqui), Flavia Quaresma (post aqui) e Claude Troigros (chef do Olympe, do qual falamos aqui), presidente do Sirha, e seu filho Tomás.
O Sirha foi criado em 1983 na França e seu objetivo é levar soluções e inspirações aos profissionais do ramo da alimentação, e também hotelaria. Esta é uma grande oportunidade para profissionais do segmento descobrirem novos produtos, serviços e técnicas, além de encontrarem uns com os outros.
O Bocuse d’Or, mais importante competição culinária do mundo, realizará sua seletiva brasileira no Sirha. O vencedor representará o Brasil na competição Latino Americana do evento em 2016 e estará um passo à frente rumo à final mundial, que acontecerá durante o Sirha Lyon, na França, em janeiro de 2017.
Troigros foi contundente em dizer que a gastronomia carioca se transformou na última década. Os olhos do mundo estão voltados para cá e será um marco para a cidade receber o evento.
LZ Studio apresenta a terceira edição do LZ Arte, dia 11 de setembro, quinta feira,projeto cultural idealizado por Anny Meisler, dona da casa de decoração e design. Localizada em um charmoso casarão dos anos 40, na Rua Barão de Jaguaribe, em Ipanema, a mostra conta com a participação de dez artistas cariocas que irão expor seu trabalho durante quatro meses.
A casa por si só, já chama atenção. Com projeto assinado pelo arquiteto André Piva, há 15 ambientes, onde funcionam uma agência de publicidade, um café aberto ao público, entre outros espaços. O objetivo da casa é ser uma solução e inspiração para profissionais e clientes.
A tarde de inauguração do evento no LZ Studio terá a presença da banda Pablo A Tribo, o lançamento da Revista Wish Casa e os convidados poderão se deliciar com mini Reserva TT Burguer, brigadeiros Fabiana D’Angelo, sucos Do Bem e muito mais.
Se você é fã de arte e ficou interessado, para mais informações, acesse o site LZ Studio.
Em recente viagem, fiz uma incursão em novos restaurantes em São Paulo e voltei a alguns que já conhecia e adoro. São eles:
– Deliqatê – restaurante com vibe de delicatessen, cujo dono é um americano que resolveu trazer aqueles deliciosos sanduíches que sempre vemos em NY mas que aqui no Brasil não são tão comuns. Provei uma deliciosa sopa de abóbora, e fiz uma degustação dos sanduíches, criações do próprio Richard: salmão curado com molho de iogurte e salada de pepino, rosbife com geleia de cebola roxa e gruyere, frango com legumes assados com confit de tomate e abobrinha… Enfim, misturas realmente deliciosas e não muito comuns.
O restaurante também oferece café da manhã a qualquer hora e tem um brunch super disputado nos fins de semana. O iogurte é feito lá mesmo e o ovo mexido com bacon artesanal (que pode ser servido também com salmão) estava divino! Os brownies são outra especialidade da casa. Tudo isso em um ambiente simpático e descontraído.
– Veridiana – não dá para ir a SP e não comer uma pizza. A escolhida da vez foi uma pizzaria já consagrada mas que acaba de abrir uma filial em Perdizes. Localizada em um imponente casarão que foi todo reformado, os três fornos revestidos de tijolos aparentes chama a atenção, assim, como o malabarismo do pizzaiolo. Decoração rústica, belo paisagismo, amplo salão e piano ao fundo dão o toque do lugar. No cardápio, uma variedade de sabores. Pedi uma burrata de entrada, super macia e adorei a Napoli in calabresa e ricotta, com fatias de linguiça calabresa artesanais e molho de tomate fresco e Napoli in Beirut, preparada com queijo de cabra e zátar.
– Via Emilia – uma nova proposta de culinária italiana onde o carro chefe é a piadina, pão da região milenar, parecido com o pão sírio que na época romana era o único alimento. A chef Laís se inspirou na região que dá nome ao restaurante. No cardápio, são vários os tipos de piadinas, com uma série de recheios diferentes. Mas há também saladas e massas. Destaque para o belo projeto arquitetônico, com um simpático jardim de inverno e várias lambretinhas que viraram o símbolo do restaurante, fofo! O restaurante fica na rua Pinheiros, que se transformou em um novo pólo gastronômico de Sampa.
– La Bagatelle – presente em NY, Los Angeles e Miami, este simpático bistrô nos Jardins nos remete mesmo a outro país e nos faz esquecer do burburinho de SP. Cardápio francês com várias gostosuras, variedade de drinques e uma varanda simpatisíssima. Ao cair da noite, clima de balada paulistana.
– A Bela Sintra – clássico da culinária portuguesa e dos mesmos donos do Antiquárius, endereço certo para quem quer comer bem. Serviço atento, adega farta e pratos internacionais. Ambiente aconchegante em endereço nobre, na rua de mesmo nome nos Jardins.
– Rubaiyat – restaurante que abriu há pouco no Rio, o Figueira Rubaiyat, é um clássico em SP e foi batizado em homenagem à sua árvore centenária. Super espaçoso e com uma varanda agradabilíssima, carnes ou peixes são sempre excelentes. O tradicional couvert é uma delícia, com seu pão de queijo especial. Destaque também para a mesa de sobremesas que enlouquece qualquer fanático por doces.
– Gero – considerado um dos melhores restaurantes de SP, é também um dos meus preferidos e tinha que dar uma passada. Com sua abobrinha frita inconfundível de entrada, e seus pães quentinhos, massas sempre frescas e sobremesas deliciosas, além do ambiente elegante e de bom gosto. Fui de salada caprese de entrada e spaghetti aos frutos do mar, simplesmente divino! E para encerrar, profiteroles, meu preferido!
Sofisticação em Ipanema. Essa é o primeiro pensamento que me vem à cabeça quando tento descrever o Fasano al Mare, um dos melhores restaurantes do Rio, que deixa qualquer amante da boa mesa feliz.
Quer conhecer melhor o restaurante? É só clicar e assistir o vídeo.
Além do ambiente elegante, sem exageros, o restaurante doHotel Fasanoé comandado pelo chef italiano Paolo Lavezini, que faz uma cozinha autêntica de sua terra natal. Apesar de alguns acharem que, pelo nome, é classificado como um restaurante de frutos do mar, na verdade, ele foi batizado em homenagem à praia de Ipanema. Mesmo assim, os peixes e afins tem destaque no cardápio e merecem uma conferida.
O Fasano al Mare conta, na hora do almoço, com o menu mezzo giorno: entrada, prato principal e sobremesa a preço fixo, de segunda à sexta. No jantar, são oferecidos os clássicos italianos e um menu autoral do chef, que muda de tempos em tempos.
Fui convidada para provar as novidades e saí encantada. Foi um almoço de três horas, daqueles bem prazeirosos que a gente não quer que termine, devidamente harmonizado com os excelentes rótulos da casa.
Nossa festa de Babette começou com uma stracciatella de burrata com atum cru, limão siciliano e hortelã, excelente entrada, bem leve. Em seguida, veio o robalo grelhado servido com fregola sarda, ervas e bottarga, muito saboroso, e depois um dos meus favoritos, o tagliolini de massa levemente apimentada, lagostine e ervilha, massa bem al dente e com o toque certeiro de pimenta.
Depois, chegaram a ribollita toscana – uma espécie de minestroni – com ovo poche e queijo pecorino, que deram um gostinho maravilhoso, e em seguida, o super macio agnolotti de “stracotto” de cordeiro, creme de mozzarella e funghi porcini trifolati, com aquele aroma inconfundível das trufas e a massa que parecia derreter na boca. Para encerrar, um delicioso frango caipira alla diavola com legumes no forno e manjericão. Foi muita comida, mas saí com uma sensação de satisfação sem estar empanturrada, exatamente o que devemos sentir depois de uma refeição farta mas sem exageros.
E como ninguém é de ferro, vieram as sobremesas, que tive a chance de comer na piscina, admirando uma das vistas mais bonitas do Rio de Janeiro: o tiramisu Fasano, considerado por muitos o melhor da cidade e o clássico baba ao rhum zacapa, geléia de laranja amarga, fava de cacau e creme de leite batido. Sem palavras.
O ambiente do Fasano al Mare é um capítulo à parte. Com assinatura do francês Philippe Starck e peças garimpadas pelo próprio Rogério Fasano, o espaço tem lindas mesas de jacarandá, poltronas com pés palito e colunas de mármore branco nacional; como as do Aeroporto Santos Dumont, ideia do empresário, que quis um ambiente que remetesse à época da bossa nova dos anos 50/60.
O bar chama atenção com sua estante vazada e revestida por espelho, deixando um pouco da visão do mar do lado de fora.
Dia 11 de setembro, estréia nos cinemas o filme “Rio, eu te amo“. E a partir do dia 5 até o dia 28, dez restaurantes cariocas colocarão no cardápio o Menu Rio, Eu Te Amo, que irá homenagear a cidade e o cinema. Confira algumas das novidades:
Bibi Sucos
A casa de sucos criou o “A Musa”, suco que leva figo, banana, gengibre e chá de hibisco, homenageando Fernando Meirelles.
Complex Esquina 111
O chef Fabio Battistella criou um drinque inspirado no voo de asa-delta de Wagner Moura na história de José Padilha, “Inútil Paisagem”, composto por Gin Bombay Sapphire, suco limão siciliano, limão tahiti, laranja pera e água tônica.
Pavelka Deli-43
Homenageando a personagem “Dona Fulana” de Fernanda Montenegro, o restaurante fez a versão do sanduíche de mortadela com queijo minas na chapa e mostarda feita na casa com mel.
Cafeína
O homenageado da vez é o Pão de Açúcar, que ganhou sua versão em um pão doce recheado com doce de leite e coberto com coco ralado.
Cais Gourmet
O chef Eduardo Castro preparou um pernil de cordeiro desossado, que chega à mesa com cuscuz marroquino e creme de iogurte fresco, em homenagem à diretora libanesa Nadine Labaki e sua história “O Milagre”.
Meza Bar
Foi criada uma versão caseira do drink “Bloody Mary” com direito a tomatinhos assados e redução de molho inglês, para a história do sul-coreano Sang-soo Im, “O Vampiro do Rio”.
Paris Bar
O mixólogo Alex Mesquita, em homenagem à história de Carlos Saldanha rodada no Theatro Municipal, criou o “Pas de Deux” que reúne Gin Bombay Sapphire, Vermute Carpano Punt e Mes, Licor Luxardo Maraschino e Bitter de Laranja, decorado com duas cerejas amarenas.
Boteco D.O.C
O chef Gabriel de Carvalho criou um trio de mini hambúrgueres “tex-mex” com queijo cheddar, cebolas empanadas, guacamole e tomate picante para “Texas”, história do diretor mexicano Guillermo Arriaga.
Restaurante Sá
Inspirado na história do italiano Paolo Sorrentino, “La Fortuna”, o restaurante criou uma posta de garoupa confitada, que acompanha vinagrete de caviar mujol, creme de espinafre e mil folhas de batata baroa.
Albamar
O tradicional restaurante homenageia a história de John Turturro, rodada na Ilha de Paquetá, com um Forandale de Frutos do Mar, que reúne camarões VG, lulas, lagostines e postas cherne guarnecidos por cuscuz marroquino.
Fotos: Divulgação
Para mais infos sobre o filme, acesse o site e bon apetit!
Provamos em primeira mão o Festival de Comida Rústica no Arab, restaurante em Copacabana. Durante 11 dias, será possível experimentar receitas com ingredientes não industrializados preparados de uma maneira simples. No cardápio do restaurante que já existe há 15 anos, a Chef e dona Vivian Arab aposta nas receitas tradicionais da família, de origem palestina.
Começamos com o Chancliche – pasta de ricota temperada com pimentão vermelho e záhtar, pão pita da casa – picante na medida certa e o Hommus com espinafre – hommus com salada de espinafre e grão de bico, pão pita da casa.
Logo em seguida, vieram a alcachofra recheada com carne e coalhada e a salada camponesa, bem gostosa e saudável com pepino, tomate, cebola, salsa, cebolinha e toque certo de queijo feta ralado. Refrescante! Também degustamos os quibes sequinhos de sabores variados e até pizza árabe! Quem diria?
Com ambiente aconchegante, destaque para a louça exclusiva com desenhos vindos do Marrocos.
De pratos principais, as opções foram o peixe trilha com molho taratur, o Maqluba com cordeiro, com arroz, carne e legumes e o Hrisse, feito com trigo, frango cozido, canela e manteiga.
Para finalizar, as sobremesas deliciosas, entre elas o Fatayer de morangos frescos com queijo de cabra!
O Festival começa dia 4 de setembro e vai até o dia 14!
Aberto há menos de dois anos, na estreita Teófilo Otoni, o L’Atelier du Cuisinier é um autêntico restaurante francês no Centro do Rio. Sob comando de David Jobert, chef francês, que já trabalhou em restaurantes de hoteis de luxo mundo a fora e treina a equipe brasileira no renomado concurso de culinária Bocuse D’Or. Ele também já comandou a cozinha dos Hoteis Intercontinental no Rio e em SP.
O restaurante, de apenas 26 lugares, abre só na hora do almoço e oferece diariamente três opções de prato do dia, a R$68, onde o cliente escolhe entre risotto, peixe ou carne.
Fui convidada pelo Circuito Elegante, selo de qualidade de hotéis e restaurantes no Brasil e parceiro do You Must Go, para conhecer o L’Atelier, já que ele faz parte da associação de viajantes. Meu almoço começou com pães bem quentinhos, de couvert, e depois chegou uma saborosa sopa de brócolis com alho crocante. Em seguida, veio a trilogia de salada que faz parte do prato do dia: tomate seco e mozzarela de búfala, salmão marinado com camarão e saladas de folhas com lombo canadense. Bela apresentação e uma ótima combinação de entradas frias. Depois, veio meu prato principal: risotto de alho poró com friassé de camarão, bem cremoso e com camarões de verdade, conprados no mercado de Niterói.
De sobremesa, outro trio de dar água na boca: sorvete de iogurte com frutas vermelhas, creme brûlée de chocolate com doce de limão e torta de tiramisú, uma combinação que consegue agradar chocólatras, amantes de sabor azedinho e fãs da patisserie francesa.
David Jobert faz tudo com muito cuidado e carinho, o que podemos comprovar ao vê- lo cozinhar na sua petite cuisine aberta, de frente para o salão. O chef também comanda o Restaurante Galeria do luxuoso Insólito Hotel, em Búzios.
Aos interessados em conhecer o L’Atelier, ele lembra que convém reservar, de 12hs às 14:30, já que o espaço é mesmo pequeno. Uma surpresa encontrar um autêntico pedacinho da França no Centro do Rio.
O Dia do Cachorro Quente é comemorado em 9 de setembro, e não poderíamos deixar de fazer um super roteiro com restaurantes que oferecem receitas variadas do sanduíche mais amado dos brasileiros!
Astor
O bar em Ipanema tem uma série de sanduíches especiais, entre eles o Vesper Dog, salsichão grelhado com queijo e acompanhado de fritas.
Botequim Informal
O clássico hot dog ganha nova versão criada pela chef Karla Keide, acompanhado de salsicha Frankfürter, relish de pepino, queijo cheddar, mostarda escura e catchup e servido no pão de leite.
Complex Esquina 111
O gastrobar em Ipanema oferece o Hot Dog, servido na baguette com salsicha Eder, creme de parmesão, mozzarella, dijon com mel e tartare de tomate, acompanhado por fritas ou salada da casa, à escolha do freguês.
Deli 43 – Pavelka
Na tradicional lanchonete e delicatessen, o cachorro-quente pode vir no pão de leite com linguiça suína ou salsicha Frankfürter podendo adicionar molho de mostarda e mel , batata palha e queijo prato.
Empório Jardim
Na padaria, deli e bistrô, o cachorro-quente é feito com duas salsichas especiais tipo Frankfurt, queijo brie derretido, molho de mostarda Dijon e molho a campanha especial no brioche, acompanhado de fritas ou saladinha verde.
Santa Satisfação
A chef Carol Caldas aposta no Hot Cheese Dog, tradicional cachorro quente servido com queijo derretido e batata palha na baguete.
Torta & Cia
A marca oferece opções de salgadinhos, como o “mini doguinho”, pãozinho recheado de salsicha assado no forno.
¡Venga!
Primeiro bar de tapas no Rio, o ¡Venga! apresenta o perrito caliente, uma versão espanhola de cachorro–quente, com pão de miga, linguiça chistorra e mostarda Dijon.
Geneal
Com 50 anos de história, a aposta é a velha e boa fórmula do pão fresco, servido junto com a salsicha quentinha na embalagem de plástico.Para os mais apaixonados a marca conta com cachorro-quente duplo, uma versão maior do tradicional.
Zot Gastrobar
Destaque para o Zot Dog – salsicha Frankfurter, servida com molho de mostarda escura e mel.
Casa do Alemão
A boa pedida é o cachorro-quente de linguiça com queijo derretido na chapa.
Joe & Leo’s
O restaurante é famoso por seus hambúrgues, mas o Bacon Doggie é destaque: um cachorro-quente preparado com uma salsicha especial enrolada com bacon crocante e queijo cheddar derretido no pão careca acompanhado de batata raquete.
Armazém Devassa
A sugestão é o Cachorrona – pão especial, duas salsichas artesanais, queijo derretido e cubos de tomates frescos.
A capital americana acaba de receber o título de cidade mais cool dos EUA, dado pela revista Forbes.A pesquisa levou em conta a oferta de entretenimento por pessoa, para chegar neste resultado. Portanto, resolvemos listar 10 coisas para fazer em Washington DC. Só no National Mall, esplanada arborizada, onde ficam os famosos monumentos, há mais de 30 museus e a maioria, de graça. O destino pode não estar como primeira opção na lista dos brasileiros que vão para os EUA, mas deveria! A variedade de programas culturais é grande! Além disso, os parques e os monumentos são belíssimos e contam um pouco da história dos Estados Unidos.
Entre outros assuntos, o museu mostra a evolução do sistema de transporte e também a história da gastronomia, com direito à réplica da cozinha de Júlia Child. Foi ela quem revolucionou a culinária americana, e foi interpretada no cinema por Meryl Streep. A entrada é gratuita. Nossa primeira opção de coisas para fazer em Washington DC.
Outro museu que faz parte do Smithosonian e tem um dos acervos mais importantes dos EUA. Além disso, há belos jardins, com diversas obras ao ar livre. Portanto, no verão é certamente pura diversão!
3. Dar um pulo no Newseum
E aprender sobre os principais fatos históricos dos últimos tempos, como a queda do muro de Berlim e o 11 de Setembro. Além disso, é possível ver capas de jornais de diversos países – inclusive do Brasil – e até dar uma de repórter por um dia. Há também exposições temporárias.
4. Conhecer Wharf DC
Um complexo recente em Washington, com bares, restaurantes e espaço para shows e recreação. No verão, é certamente uma sensação! No inverno, a gente aprecia, do píer, a impactante vista do rio Potomac, parcialmente congelado.
5. Passear pelo histórico bairro de Georgetown – coisas para fazer em Washington DC
Fazer umas comprinhas nas charmosas lojas com cara de antiguinhas e também almoçar no River Front, de frente para o rio Potomac. Além disso, dali você vai ver os barquinhos passar e comer um dos cup cakes mais famosos do mundo.
O Capitólio, famoso no mundo inteiro e onde acontecem as reuniões do congresso americano, fica no National Mall e data de 1793! Portanto, é lá o lugar onde as principais decisões do país acontecem e teria que estar nesta lista de coisas para fazer em Washington DC. Você pode fazer tours guiados pelo complexo e ver algumas das obras de arte, como por exemplo, estátuas de personagens famosos do passado político dos EUA.
7. Passear pelas ruas J, F e 11th
Em Downtown encontramos diversas lojas, desde às baratas Forever 21 e H&M às sofisticadas Anthropology e J Crew. Além disso, outra dica é visitar o Museu de Cera Madame Trusseau e caminhar até Chinatown, onde há vários restaurantes autênticos.
Pertinho da Casa Branca, ele leva o selo The Leading Hotels of the World e foi nele que o ex-presidente Barack Obama se hospedou com a família antes de tomar posse ao cargo, por exemplo. O hotel foi renovado em 2010, porém manteve a arquitetura com estilo renascentista dos anos 20. Além disso, conta com 145 quartos, em um prédio de oito andares. O terraço do Hay-Adams é um dos lugares mais procurados para casamentos e o restaurante The Lafayette é certamente um dos mais prestigiados da capital americana!
O restaurante mais antigo de D.C., de 1856, está sempre cheio de lobistas, turistas e também locais. Seja para almoço, jantar ou happy hour, ele oferece drinques variados e também pratos típicos da culinária americana, por exemplo.Portanto, se a vontade é de um bom cheeseburger, você chegou ao lugar certo!
A chef Ludmilla Soeiro está de volta ao Zuka, um dos melhores restaurantes de cozinha contemporânea no Rio, na badalada Dias Ferreira. Ela, que trabalhou 12 anos ali, passou uma temporada no Recife, e agora retorna à casa como sócia, e cheia de novidades, como um menu de sugestões renovado todo mês, em que as receitas mais pedidas poderão ganhar lugar fixo no cardápio.
Tarefa às vezes um pouco difícil, já que são muitos os pratos que agradam a clientela. Fomos lá provar alguns desses pratos e adoramos! Meu jantar começou com as torradinhas quentinhas de pão árabe, sempre bem vindas e de amuse bouche, um delicioso caldinho de vitela com jerez.
Depois, de entrada, o trio de vieiras canela & bacon (mistura ousada), vinagrete (minha preferida) tabasco, limão e azeite. Em seguida, uma delicada trouxinha de camarão e chutney de manga com pimenta dedo de moça, uma ótima combinação. De pratos principais: paleta de cordeiro em crepine de acelga, basmati indiano com especiarias e molho de yogurt caseiro, surpreendentemente leve.
Para encerrar, nhoque de batatas ao jamon ibérico, aspargos e creme de limão tahiti, bem gostoso.
O jantar foi muito harmonizado, começando com o espumante gaúcho Adolfo Lorna – que vem ganhando merecidamente vários prêmios – passando por excelentes vinhos portugueses das regiões do Dão e Douro, terminando com um levíssimo sauterne Mouton Cadet, um dos mais prestigiados vinhos de sobremesa.
De sobremesa, maçãs carameladas em verrine, tão gostosa, que deu até para esquecer o tradicional brigadeiro de colher, servido de maneira parecida e uma das mais populares do Zuka.
Este menu está disponível até o dia 7 de Setembro. Depois, é aguardar o próximo. O Zuka, um restaurante que reúne ótima comida e agradável ambiente, agora nos dá ainda mais um motivo para irmos almoçar ou jantar.
Há um ano, o Rio de Janeiro ganhou um restaurante gostoso, divertido e original, o Volta. A ideia de comidinhas da nossa avó, aquelas que nos remetem à infância, em meio à uma decoração vintage, com mesas e cadeiras estilo anos 50 e 60, garimpadas em feiras e antiquários, deu super certo! Não à toa, os donos, os irmãos Fernandoe Roberto Kaplan e Daniel Oelsner resolverem dar uma festa para comemorar um ano do restaurante Volta.
O sobrado de dois andares, no bairro do Jardim Botânico, com projeto do arquiteto Chicô Gouveia eiluminação de Maneco Quinderé -com incríveis luminárias feitas com bules, xícaras e pratos antiguinhos, que parecem esculturas – foi palco de uma noite divertida, com muita gente interessante, comidinhas deliciosas e luxuoso pocket show de Dado Villa Lobos, ex-guitarrista do Legião Urbana.
O clima boêmio tomou conta da rua Visconde de Carandaí, com convidados na calçada até altas horas. Os saborosos petiscos do chef Fernando Pavan agradaram em cheio e a bebida era farta e variada, com destaque para os famosos drinques da casa.
Um noite de comemoração, onde a música encontrou a gastronomia carioca. Melhor, impossível. Vida longa ao Volta!
Fotos: Renata Araújo e Juliana Rezende (Glamurama)
Localizados no Hotel Santa Teresa, o Bar dos Descasados e Térèze têm novidades no cardápio!
Térèze
O chef argentino Pablo Ferreyra, desde março no posto do Hotel Santa Teresa, imprime aos poucos seu estilo no cardápio do Térèze. Desde julho, novos pratos e adaptações estão disponíveis na casa, como por exemplo o Duo de Ceviche, versão oriental de atum no limão siciliano e picles de pepino com ceviche peruano de cherne marinado no leite de coco com cebola roxa. Como prato principal, a aposta é o Parmentier do bosque, opção vegetariana.
Bar dos Descasados
O menu do bar também ganha opções como o Risoto de moqueca com camarão e coco fresco e os Mini Churros com doce de leite argentino.
Então, se você está a fim de um programa diferente, dê um pulo a Santa Teresa e não deixe de ir no Bar dos Descasados e no Térèze checar as novidades no cardápio. Além disso, vale um passeio no deslumbrante Hotel Santa Teresa, da marca Relais Chateaux e parte do Circuito Elegante, selo de estabelecimentos de luxo no Brasil.