A cidade de Piraí, no interior do Rio de Janeiro, volta a respirar cultura e sabores neste fim de semana com a 20ª edição do Piraí Fest, que acontece até domingo, 19, e reúne boa música, gastronomia autoral e valorização da produção local. Entre as principais atrações, a participação de chefs cariocas renomados como Elia Schramm (Babbo Osteria, Francese Brasserie e Jurubeba) e Paula Prandini (Empório Jardim), o evento reforça o protagonismo da gastronomia na programação — e atrai um público que busca mais do que pratos saborosos: uma experiência que conecta território, ingredientes e criatividade.
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Piraí Fest, festival cultural na Serra Fluminense
Na charmosa Praça da Preguiça, que se transforma no principal polo gastronômico do festival, o Restaurante Piraí Fest recebe menus especiais criados também por Bruno Katz (Nosso e Katz-su) e João Diamante (Dois de Fevereiro). Cada um deles assume os almoços e jantares de um dia do evento, com pratos elaborados a partir de ingredientes locais como, por exemplo, macadâmia e tilápia. Dois produtos que definem o sabor de Piraí.
O chef Bruno Katz
Chef João Diamante
Chef Elia Schramm
Além das refeições, os chefs cariocas também participam de aulas-show com degustações ao vivo, e integram o júri do tradicional Concurso Gastronômico, que elege os melhores sabores entre os empreendimentos locais.
Enquanto o público se delicia com a alta cozinha brasileira de raiz, o festival também oferece uma agenda artística intensa. Shows com Zélia Duncan, Mart’nália, Leila Pinheiro, Diogo Nogueira e Xande de Pilares animam o Centro de Eventos. Além de atrações infantis, teatro e a tradicional feira de artesanato e empreendedorismo feminino, que valoriza talentos do próprio município.
12 de outubro, além de ser feriado de Nossa Senhora Aparecida, é uma das datas mais esperadas pelos pequenos! Para quem quer aproveitar o dia em família, preparamos uma seleção especial com os melhores lugares para comemorar o Dia das Crianças no Rio e em São Paulo. Restaurantes, hotéis e espaços culturais estão com programações exclusivas — de oficinas culinárias a brunches temáticos — garantindo diversão para todas as idades. Confira nossas dicas e programe-se para viver momentos inesquecíveis com a criançada!
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Onde comemorar o Dia das Crianças no Rio: Restaurantes e Eventos
Beco do Rato
No próximo domingo, 12 de outubro, o Beco do Rato vai promover uma programação especial dedicada ao Dia das Crianças. A tradicional casa de samba da Lapa abrirá suas portas para uma festa voltada às famílias, com entrada gratuita até 14h para pais e/ou mães acompanhados de filhos. A tarde começa com uma roda de samba inédita, formada exclusivamente por músicos mirins, que já despontam como promessas do gênero. Além da música, o público poderá aproveitar o já tradicional almoço de domingo disponível no cardápio da casa (com destaque para a feijoada – R$ 40, individual) e as crianças terão à disposição brinquedos como pula-pula, garantindo diversão para todas as idades.
End: Rua Joaquim Silva, 11 – Lapa
Os músicos mirins: Moleke Cris e Moleke Badi
Empório Farinha Pura
O Empório Farinha Pura preparou uma programação encantadora para celebrar o Mês das Crianças. O grande destaque é o tradicional Café da Manhã com personagens, que acontece no Dia das Crianças, 12 de outubro (domingo), das 9h às 12h. O evento contará com buffet livre recheado de delícias, pintura de rosto, distribuição de brindes e a presença dos Smurfs, os personagens azuis mais queridos do mundo. Crianças até 3 anos não pagam; de 4 a 8 anos o ingresso custa R$ 49,90; e adultos, R$ 84,90. Além dessa comemoração especial, ao longo do mês de outubro o mercado gourmet promove o projeto Experiências Mirins, com diversas oficinas que unem gastronomia, arte e sustentabilidade.
Vendas e informações: Tel.: (21) 3239-8000 ou WhatsApp: (21) 99500-5776
End: Rua Voluntários da Pátria, 446, loja 1, 2º piso – Cobal do Humaitá – Botafogo
O restaurante italiano do Hotel Fasano terá pratos especiais para o Dia das Crianças deste ano. Para o almoço do dia 12 de outubro, o chef Luigi Moressa apresenta um prato principal e uma sobremesa criados especialmente para o público infantil. De principal, a sugestão é o Farfalle Tricolore Con Polpettine, massa tricolor ao molho branco com mini polpetas (R$ 78). Já de sobremesa, o destaque é o Aquilone (R$ 38), composto por merengue sobre uma cama de algodão doce, chantilly e framboesa, apresentado pelo chef em formato que remete a uma pipa entre as nuvens.
Endereço: Av. Vieira Souto, 80, Ipanema
Aquilone, sobremesa do Gero para o Dia das Crianças
O Grand Hyatt vai oferecer um brunch temático no dia 13 de outubro, com contação de histórias, oficinas criativas e brincadeiras circenses. A trupe do Circo Macaco Prego animará as crianças com muita música e diversão. Além disso, o buffet inclui estações de pratos infantis, como, por exemplo, cheeseburger, pizza e cachorro-quente.
Bebidas não alcóolicas e espumante para os adultos estão incluídos no valor (R$275 por adulto; R$206,25 por adolescente de 13 a 17 anos; R$137,50 por criança de 6 a 12 anos; R$10 por criança de 0 a 5 anos). Reservas pelo link.
Endereço: Av. Lúcio Costa, 9600, Barra da Tijuca
Buffet temáticoDuda Vétere e seu filho, Cauã, curtindo o Dia das Crianças no Grand Hyatt
O restaurante japonês preparou uma novidade especial para celebrar o Dia das Crianças: o Combinado Temarizushi Infantil. Inspirado nas delicadas bolas bordadas japonesas conhecidas como temari, o Temarizushi é uma versão menor e lúdica do niguiri, moldada à mão em pequenas esferas coloridas que encantam pelo visual e sabor. O combinado traz uma seleção de peixes frescos da casa, como atum, salmão, cavala (peixe branco) e barriga de salmão (parte nobre), e para deixar a experiência ainda mais divertida, o menu (R$ 78) inclui uma sobremesa surpresa com algodão doce.
End: Avenida das Américas, 3900 – 3º piso – Barra da Tijuca
O Ninetto preparou uma sobremesa especial para o Dia das Crianças: bolo de chocolate recheado com brigadeiro cremoso e coberto com marshmallow de leite Ninho (R$38). A criação, do chef executivo Juca Duarte, entra no cardápio como um convite para celebrar a data em família.
End: Rio Design Barra- Av. das Américas, 7777 – Barra da Tijuca
Em sua charmosa casa em Botafogo, o Peixoto Sushi preparou um novo cardápio criado com exclusividade pelo chef Isaías Veloso com duas entradinhas feitas especialmente para o Dia das Crianças: o Salmon Ball, com duas unidades (R$ 25), e o Hot Hand (R$ 25). Além delas, o Combo Kids, disponível somente para os pequenos, traz uma seleção deliciosa de 16 peças, incluindo 4 sashimis de salmão, 2 sushis de salmão, 2 gunkans de cream cheese, 4 shakemakis e 4 Philadelphia, tudo pensando no paladar infantil (R$ 80).
A Puli Trattoria convida os pequenos, no dia 12 de outubro, a colocarem a mão na massa em uma atividade deliciosa: confeitar sua própria pizza doce (R$ 42). A diversão inclui uma pizza de chocolate e várias opções de confeitos coloridos — como granulados, mini pastilhas e pérolas crocantes — para que cada criança solte a imaginação e monte sua versão favorita.
End: Rua Marquês de São Vicente, 90 (Villa 90) – Gávea
A criançada se diverte fazendo a própria pizza
Se estiver na Serra, em Búzios ou na Costa Verde..
A pouco mais de 1 hora do Rio, a Casa Marambaia em Corrêas preparou uma programação especial para o Dia das Crianças. Nos dias 11 e 12 de outubro, os pequenos hóspedes podem aproveitar cineminha com carrinho de pipoca e guloseimas, oficina de cupcake, caça ao tesouro e visita guiada na Fazendinha, que oferece contato com animais como lhamas, pôneis, pavões, cabras, perus, coelhos, entre outros. Um parquinho ao ar livre também está disponível para garantir a diversão da criançada. Já no spa, que oferece piscina aquecida, saunas e ducha cromoterápica, há experiências criadas especialmente para as crianças, proporcionando momentos de relaxamento. São quatro opções de protocolos: Dia de princesa, Amana nas Nuvens, Amana Frescor e Amana Colegial. Reservas: (24) 99965-2115
Endereço: Rua Dr. Agostinho Goulão, 2098, Corrêas, Petrópolis
O Hotel Fasano Angra dos Reis preparou uma programação especial para o público infantil, trazendo atividades que incentivam os pequenos a se desconectarem da tecnologia e a vivenciarem experiências imersivas na natureza. O Dia das Crianças deste ano conta com atrativos como, por exemplo, a Observação de Pássaros, um passeio que começa no Campo de Golfe e caminha pelas proximidades em busca de espécies nativas. Além disso, há também o Kids Club, área com brinquedos, jogos e piscina exclusiva para crianças, e o Cine Família, ideal para curtir com os filhos. Para reservas: [email protected]
Endereço: Rod. Gov. Mário Covas, Km 512, Angra dos Reis
Para aqueles que gostam de pôr a mão na massa, a unidade carioca do Le Cordon Bleu, aposta em mais uma edição do Les Petits, curso voltado para crianças, desta vez com o head chef de patisserie Phillipe Brye, no sábado, dia 11 de outubro. Os mini chefs, de 7 a 15 anos, aprenderão a preparar, montar e finalizar um Brownie com ganache de chocolate e Cookies com gotas de chocolate. A aula ainda inlcui 1 avental,1 tourchon, apostila com a receita e certificado de participação. Inscreva-se aqui
No Dia das Crianças, o Nolita Roastery realiza uma oficina especial de confeitaria para crianças de 6 a 14 anos no dia 10 de outubro. Conduzida pelo chef pâtissier Felipe Appia, a aula terá uma receita surpresa escolhida pelo próprio chef, revelada apenas na hora para encantar a garotada. A programação faz parte do projeto “Fantástica Fábrica de Doces” e conta ainda com a presença da mascote esquila Nolita, que estará distribuindo balões para animar a garotada. Após a oficina, os pequenos participam de um lanche kids especial.
Para os pequenos que gostam de experimentar a culinária japonesa, o chef Raul Ono, do restaurante Yusha, vai preparar um Omakase no dia 12, pensado especialmente para a criançada entre 7 e 14 anos. Será um jantar para lá de misterioso e cheio de surpresas, já que o menu não será revelado até o domingo.
Valor: R$ 86 + 12% de serviço. Telefone: (21) 3553-3421
End: Avenida das Américas, 3900 piso L2 - VillageMall - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Omakase infantil
Saiba onde comemorar o Dia das Crianças em São Paulo
Casa Baruk
Para comemorar o Dia das Crianças em grande estilo, a Casa Baruk – novo restaurante do Grupo Baruk – preparou uma opção lúdica e saborosa que promete encantar os pequenos: Mini esfihas (5 unidades) por R$ 35, disponíveis nos clássicos sabores de queijo e carne. As esfihas fechadas, feitas com a massa exclusiva da casa, unem tradição árabe, raízes mediterrâneas e o toque contemporâneo que marca a nova fase do restaurante.
End: Rua Mato Grosso, 408 – Higienópolis
Esfihas fechadas para o Dia das Crianças
Cantaloup
O Dia das Crianças ganha um sabor especial no Cantaloup, que preparou sugestões pensadas pelo chef Valdir Oliveira para agradar aos pequenos – e aos adultos que gostam de reviver clássicos afetivos à mesa. Entre as opções, o restaurante oferece o Risotto cremoso de frango caipira (R$ 108), preparado com delicadeza e pensado para conquistar o paladar infantil, e os Nuggets de peixe com batatas Smiles (R$ 112), que chegam à mesa de um jeito divertido e saboroso. Para adoçar a data, a pedida é o Petit gateau com sorvete de baunilha (R$ 43), sobremesa que continua conquistando todas as idades.
A Confeitaria Dama preparou doces especiais para o Dia das Crianças, como o Bolo de Brigadeiro Belga (R$ 190), decorado com miçangas coloridas. Além disso, cupcakes de chocolate (R$ 35) e brigadeiros de colher (R$ 9,50) estão entre as opções que prometem encantar os pequenos. A confeitaria, que une técnicas francesas e ingredientes brasileiros, oferece essas delícias em suas diversas unidades de São Paulo.
Diversas opções divertidas para as crianças
Endereço: Rua Ferreira de Araújo, 376, Pinheiros, São Paulo
Da Feira ao Baile
Comandado pela chef Roberta Julião, o Da Feira ao Baile preparou uma seleção especial de produtos artesanais para tornar a comemoração mais divertida e inesquecível. Entre as opções, destaque para o Bolo Mickey Cenoura & Brigadeiro (R$112,00), que combina o clássico bolo de cenoura com cobertura de brigadeiro em formato lúdico. Já os apaixonados por brigadeiros podem escolher entre diferentes tamanhos de caixas: 4 unidades (R$30,00), 9 unidades (R$64) ou 16 unidades (R$110). Entre os sabores estão bicho de pé, branco, tradicional, coco e ninho. Há também a opção de Kits Festa: a versão com Brownie, 15 brigadeiros e decoração festiva com balões e cataventos sai por R$228, enquanto o kit só com brigadeiros varia de R$209 a R$215. A linha especial ainda traz os Mini Brownies Belga (R$106) e Mini Brownies Branco (R$102), ambos cobertos com confeitos coloridos que remetem ao universo infantil, perfeitos para compartilhar em família.
Para celebrar o Dia das Crianças, a Ghee Banqueteria apresenta a Picnic Box, uma cesta repleta de delícias doces e salgadas, perfeita para entreter os pequenos e criar momentos especiais em família. A cesta (R$ 690, serve até 4 crianças) inclui itens como mini cheeseburgers, mini dogs folhados, paninis de queijo, waffles com Nutella, brownies, palha italiana com Oreo e uma seleção de guloseimas. Além disso, o kit traz jogos como Dominó e Uno para completar a diversão. As encomendas estão disponíveis até 15 de outubro, com entrega para a capital paulista, interior e litoral de São Paulo.
Cesta especial para um picnic de Dia das CriançasDiversas opções na cesta
O restaurante italianoLuce, em comemoração ao dia das crianças, apresenta um Menu especial para os pequenos, batizado de L’uccelino. O cardápio contará com os seguintes pratos: Strozzapreti com molho sugo e filezinho mignon (R$49), Spaghettoni com almôndega (R$42), Pizza Brotinho de Mussarela (R$42) e um delicioso gelato com calda (R$22). Além disso, a Princesa Bela e o Homem Aranha, estarão presentes no Luce Higienópolis, das 12:00 às 15:00, nos dois domingos: 05 e 12 de Outubro, no shopping Pátio Higienópolis. Nas duas datas, a sobremesa das crianças será cortesia, um delicioso Bolo de Chocolate.
Espaguete com mini polpetas
End: Rua Oscar Freire, 45 – Jardins
Mercearia do Conde
Colorida, divertida e cheia de detalhes encantadores, a Mercearia do Conde preparou uma sugestão especial para o Dia das Crianças, que promete agradar aos pequenos e transformar a data em um momento ainda mais gostoso em família. O prato criado para a ocasião é a Cestinha de parmesão com gnocchi de mandioquinha e mini polpettas de frango, que chega à mesa acompanhado de um mimo irresistível: três brigadeiros para completar a refeição (R$ 65).
End: Rua Joaquim Antunes 221, São Paulo
Prato Kids: Nhoque de mandioquinha com polpetinhas de Frango ao molho de tomate
No Renaissance São Paulo Hotel, o Terraço Jardins preparou um brunch especial no dia 12 de outubro. O chef Raul Vieira criou um menu com opções como bombom de alcatra, peixe empanado no fubá e escondidinho de legumes. As crianças poderão se divertir com uma estação de mini hambúrgueres e recreação com esculturas de balões. O valor por pessoa é de R$ 169.
Endereço: Alameda Santos, 2233, Jardins, São Paulo
Ambiente interno do terra
Zucco Cucina
O Zucco Cucina, preparou um menu especial para as famílias que desejam comemorar o Dia das Crianças. Entre as opções pensadas para agradar aos pequenos, estão massas clássicas que conquistam paladares de todas as idades, como o Ravioli di Mozzarella al Pomodoro (R$ 60), massa fresca recheada com mussarela e molho de tomate, e a Classica Lazagna alla Bolonesa (R$ 62), preparada com massa fresca e tradicional molho bolonhesa. Outras sugestões que prometem fazer sucesso entre as crianças são o Spaghetti alla Bolonesa (R$ 60), o Penne allo Sugo (R$ 60), com molho de tomate, e o Scaloppe di Filetto con Fettuccini (R$ 75), escalopes de filé mignon servidos com massa fresca na manteiga.
O Caribe sempre ocupa o imaginário dos viajantes com suas águas cristalinas e clima tropical, mas a região vai muito além dos cartões-postais mais conhecidos. Entre ilhas sofisticadas, praias com identidade cultural e até países banhados pelo mar do Caribe — como a Costa Rica, na América Central —, há uma diversidade de destinos que revelam experiências únicas. Do charme francês de Saint-Barth ao lifestyle descontraído da Jamaica, passando pela elegância de Grand Cayman e pela energia vibrante de Porto Rico, reunimos opções que combinam conforto, autenticidade e cenários paradisíacos.
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Areias brancas, mar em tons de turquesa e ventos constantes desenham o cenário paradisíaco de Aruba, país autônomo pertencente ao Reino dos Países Baixos. Para entrar na ilha, brasileiros precisam apresentar passaporte válido e o Certificado Internacional de Vacinação contra a Febre Amarela, exigido já no momento do check-in. Além disso, é obrigatório preencher o ED-Card online antes da viagem e pagar uma taxa de US$ 20, destinada a financiar projetos de sustentabilidade locais. A cada trecho da ilha, uma praia mais encantadora que a outra: Baby Beach, com sua atmosfera tranquila; Eagle Beach, uma das mais famosas do Caribe; e Palm Beach, com águas cristalinas e perfeitas para banho. Fora da orla, também vale explorar o Centro Histórico de Oranjestad, repleto de cores e arquitetura colonial, e o Parque Nacional Arikok, que surpreende com formações geológicas únicas, paisagens naturais preservadas e riqueza cultural.
Palm Beach, em Aruba
Eagle Beach, uma das praias mais famosas de Aruba
Baby Beach
Centro Histórico de Aruba com arquitetura holandesa
Parque Nacional Arikok em Aruba
Duda Vétere e as Divi Trees, cartão-postal da ilha caribenha
Um dos atrativos de Aruba é a Renaissance Island, a ilha privativa do Renaissance Wind Creek Aruba Resort. O acesso é exclusivo para hóspedes, mas também pode ser garantido por não-hóspedes mediante reserva prévia, idealmente feita com meses de antecedência. O refúgio abriga duas praias — uma delas somente para adultos —, com estrutura completa de espreguiçadeiras, redes, cabanas, além de bar e restaurante à beira-mar.
O táxi aquático no meio do lobby do Renaissance Wind Creek
Embora não seja uma ilha do Caribe, a Costa Rica é um país da América Central banhado tanto pelo Mar do Caribe quanto pelo Oceano Pacífico. Essa posição geográfica única resulta em uma das maiores biodiversidades do planeta, reunida em um território compacto e diverso. Para entrar no país, brasileiros precisam apresentar passaporte válido e o Certificado Internacional de Vacinação contra a Febre Amarela, exigido já no embarque. Reconhecida como um dos destinos mais sustentáveis do mundo, a Costa Rica abriga mais de 25 parques nacionais e cerca de 25% do território protegido por leis ambientais. Esse compromisso com a preservação faz com que experiências ao ar livre estejam no centro da viagem: desde trilhas por florestas tropicais e observação de animais silvestres até passeios pelos imponentes vulcões Irazú e Turrialba, que ajudam a compreender a geografia do país.
Parque Nacional Irazú
Trilhas na Costa Rica
Vulcão Turrialba
O povoado de Aquiares, em Turrialba, na Costa Rica
Para quem busca aventura, atividades como canopy zipline, canyoning e rafting são organizadas de forma segura, sempre acompanhadas por guias especializados. Já no litoral caribenho, o vilarejo de Puerto Viejo de Talamanca revela uma atmosfera autêntica, marcada pela influência afrodescendente que se expressa na música, na língua e na gastronomia. Na mesa, destaque para o Gallo Pinto — combinação de arroz, feijão, salsa lizano e coentro, servido até no café da manhã — e para o tradicional Casado, um prato simples e saboroso que traduz o cotidiano local.
Duda Vétere fazendo rapel na Costa Rica
As cascatas em meio as florestas na Costa Rica
Duda Vétere no Rio Pacuare, na Costa Rica
Prato típico da Costa Rica caribenha
Duda Vétere fez aula de surf em Playa Grande, na Costa Rica
Colorida, vibrante e descontraída, Curaçao é um país autônomo do Caribe que integra o Reino dos Países Baixos. Suas praias de águas cristalinas e a arquitetura colonial holandesa em tons pastéis fazem da ilha um destino que combina lazer, cultura e história. Não por acaso, já foi eleita pelo USA Today como uma das regiões com as “melhores praias do Caribe”. Entre as faixas de areia mais conhecidas estão Kenepa Grandi, com seu mar de azul intenso; Porto Mari, que alia beleza natural a boa infraestrutura; Jan Thiel Beach, movimentada e cheia de opções para curtir o dia e Cas Abao, com águas claras e recifes perfeitos para snorkel.
O pôr do sol em Jan Thiel Beach
Porto Mari, em Curaçao
Kenepa Grandi, praia paradisíaca em Curaçao
Mas Curaçao vai além do mar turquesa: o centro histórico de Willemstad, reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, encanta com suas casinhas coloridas e a famosa ponte flutuante. A ilha também oferece experiências variadas — da vida noturna animada em Mambo Beach e Jan Thiel às trilhas do Parque Nacional Shete Boka, onde o mar se choca contra formações rochosas dramáticas. Vale ainda visitar o Sea Aquarium, conhecer a fábrica do tradicional licor azul Curaçao e, para quem busca exclusividade, navegar até Klein Curaçao, uma pequena ilha deserta de beleza intocada. Para aproveitar ao máximo, alugar um carro na ilha caribenha é essencial: assim você descobre praias escondidas e vivencia Curaçao em toda a sua diversidade.
Entre tantos destinos caribenhos, as Ilhas Cayman se destacam pela combinação rara de natureza exuberante, infraestrutura de alto padrão e hospitalidade elegante. Grand Cayman, a maior delas, encanta ao unir águas cristalinas, praias perfeitas e uma atmosfera relaxada que traduz bem o espírito do Caribe. Seu cartão-postal mais famoso é a Seven Mile Beach, constantemente eleita uma das praias mais bonitas do mundo. São quilômetros de areia branquíssima e fina como talco, em contraste com um mar transparente e calmo, que mais parece uma piscina natural — cenário ideal para caminhadas, mergulhos leves e pores do sol inesquecíveis. A hospedagem acompanha o nível da paisagem. O The Ritz-Carlton, Grand Cayman, localizado na própria Seven Mile Beach, eleva a experiência com acomodações de luxo, spa completo, seis restaurantes de alta gastronomia e um serviço impecável. Tudo isso a apenas 1h40 de voo de Miami.
O The Ritz-Carlton, Grand Cayman visto do mar
Definitivamente a Seven Mile Beach superou todas as expectativas!
Piscina do Ritz‑Carlton Grand Cayman
A vista do The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Mas é fora do hotel que Grand Cayman revela algumas das experiências mais marcantes. Uma delas é o passeio até a Stingray City: em cerca de 20 minutos de lancha privativa sobre águas cristalinas, chega-se ao banco de areia onde as arraias nadam livremente em seu habitat natural. Uma vivência transformadora, que mostra como é possível sair da zona de conforto e ainda assim se sentir acolhida. Outro ponto imperdível é a Starfish Point, uma praia quase secreta onde estrelas-do-mar repousam no fundo raso e transparente. Segurá-las debaixo d’água, admirando seus tons alaranjados e texturas singulares, é um exercício de contemplação e respeito à natureza — sempre lembrando que tirá-las do mar compromete sua sobrevivência.
Durante o passeio, o contraste do destino também se revela: de um lado, a natureza em estado puro; de outro, as imponentes mansões que margeiam a região, reforçando o glamour das Cayman, há tempos reconhecidas como refúgio dos “rich and famous”. Entre águas cristalinas e casas cinematográficas, fica a sensação de navegar em um cenário onde luxo e serenidade convivem em perfeita harmonia.
Momento inesquecível: Renata Araújo nadando com as arraias!
Cidade das Arraias nas Ilhas Cayman
Renata Araújo na Starfish Point, paraíso nas Ilhas Cayman
Com praias de águas cristalinas, ritmo contagiante e uma identidade cultural fortemente ligada ao reggae, a Jamaica é um dos destinos mais emblemáticos do Caribe. Localizada a apenas 1h20 de voo de Miami e a 1h50 do Panamá, a ilha não tem ligação aérea direta com o Brasil, mas o acesso é simples por conexões estratégicas. A chegada costuma ser pelo Aeroporto Internacional de Montego Bay, o maior do país e principal porta de entrada dos turistas, embora a Jamaica conte ainda com aeroportos em Kingston (a capital) e em Ocho Rios.
Entre os balneários mais procurados, está Negril, a cerca de duas horas de carro de Montego Bay. Situada na ponta ocidental da ilha, a região encanta com seu clima descontraído, falésias dramáticas e praias de areia clara que parecem não ter fim. A mais famosa é a Seven Mile Beach: com 11 km de extensão, já foi dominada por piratas e hoje figura entre as dez melhores praias do mundo, com faixa de areia segura, familiar e repleta de hotéis, bares e restaurantes.
A praia de Seven Mile, em Negril
Seven Mile Beach na Jamaica
Renata Araújo em Seven Mile, na Jamaica
Em termos de hospedagem em Negril, um dos destaques é o The Cliff, considerado um dos melhores hotéis boutique de luxo do Caribe. Suas vilas sofisticadas oferecem vistas estonteantes para o mar azul-turquesa. Outro ícone de Negril é o Rick’s Café, aberto em 1974 e reconstruído duas vezes após furacões. Localizado nas falésias de West End Cliffs, combina música, mergulhos ousados e um dos pores do sol mais famosos da Jamaica. Para quem deseja explorar além da orla principal, uma boa pedida é o passeio de barco até a pequena Booby Cay, ilhota próxima ao The Cliff. Simples, mas deslumbrante, revela a essência jamaicana: natureza generosa, mar translúcido e a certeza de que os prazeres mais autênticos são, muitas vezes, os mais simples.
Renata Araújo e o por do sol cinematográfico no The Cliff
O penhasco no Hotel The Cliff, na Jamaica
Renata Araújo em uma das piscinas do The Cliff
Renata Araújo no Rick’s Cafe, na Jamaica
Bobby Cay, na Jamaica
San Juan, em Porto Rico
Com uma mistura envolvente de charme colonial e energia cosmopolita, San Juan, capital de Porto Rico, é daqueles lugares que convidam a caminhar sem pressa. O Old San Juan, reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO, é um verdadeiro museu a céu aberto, onde ruas de paralelepípedo levam a casinhas coloridas, igrejas seculares e ícones históricos como o Castillo de San Cristóbal e o Capitólio. Mas San Juan também olha para o presente: o bairro de Condado concentra algumas das marcas mais desejadas do mundo e, a apenas uma hora da cidade, o Puerto Rico Premium Outlets, em Barceloneta, reúne cerca de 90 lojas de grifes internacionais.
No centrinho de San Juan em Porto Rico
O colorido de San Juan
Renata Araújo no centro de San Juan, em Porto Rico
Na mesa, a culinária porto-riquenha é um capítulo à parte. Sabores marcantes, que unem influências africanas, espanholas e caribenhas, resultam em pratos típicos como o mofongo — feito de banana-da-terra frita e amassada, recheada com carne, camarão ou lagosta — e o arroz con gandules, preparado com feijão-de-pombo e temperos locais. Peixes frescos, frutos do mar e a tradicional sangria complementam a experiência, que pode ser vivida tanto em restaurantes sofisticados quanto em pequenas casas familiares.
E como todo destino caribenho, San Juan também tem praias generosas: largas, limpas e cheias de vida, perfeitas para equilibrar cultura e descanso em uma mesma viagem.Para fechar a experiência com conforto, a dica de hospedagem é o Condado Vanderbilt, um dos hotéis mais clássicos de San Juan. Quartos amplos, piscina com vista para o pôr do sol e um café da manhã bem servido completam a estada com sofisticação e autenticidade.
Renata Araújo em Porto Rico
A vista do Condado Vanderbilt, em San Jaun
Porto Rico, destino que surpreende no Caribe
St-Barth
Pequena no mapa, mas imensa em charme, Saint-Barthélemy — ou simplesmente St. Barth — é uma ilha caribenha famosa por sua atmosfera elegante e por paisagens que combinam mar azul-turquesa, praias de areia branca e uma sutil influência francesa. O resultado é um destino que une sofisticação e tranquilidade, onde o luxo se apresenta de forma discreta, em sintonia com a natureza exuberante. A chegada já anuncia a exclusividade: é preciso voar 15 minutos ou navegar 40 minutos desde St. Maarten para alcançar a ilha. Queridinha das celebridades, St. Barth preserva uma atmosfera única, que mistura o lifestyle descontraído da Riviera Francesa ao cenário tropical caribenho.
Aeroporto de St Barth
Praia de St Barth
Praia em frente ao Le Guanahani
Suas praias estão entre as mais bonitas e preservadas do Caribe. Algumas são praticamente desertas, ideais para quem busca privacidade; outras, perfeitas para contemplar um pôr do sol inesquecível ou simplesmente relaxar sem pressa. Entre trilhas cênicas, mar sempre cristalino e uma cena gastronômica sofisticada, a ilha oferece experiências que falam com todos os sentidos. Para completar, nossa dica de hospedagem é o icônico Rosewood Le Guanahani St. Barth. Um dos hotéis de luxo mais tradicionais da região, combina bangalôs em tons caribenhos com serviço atencioso e localização privilegiada entre a Baía de Maréchal e a Grand Cul-de-Sac Lagoon. Um refúgio que traduz a essência da ilha: exclusividade, conforto e identidade.
Renata Araújo na praia de St Barth
Entrada do Hotel em St Barth
Portanto, explorar o Caribe além do óbvio é perceber que cada ilha tem uma identidade única. Da sofisticação de Saint-Barth à energia vibrante da Jamaica, passando pela elegância de Grand Cayman e pelo colorido de Curaçao, esses destinos paradisíacos no Caribe revelam muito mais do que praias de águas cristalinas. São experiências que unem cultura, gastronomia, natureza e conforto, mostrando diferentes formas de viver o arquipélago mais desejado do mundo. Um convite a viajar com olhar curioso, em busca de memórias autênticas e paisagens inesquecíveis.
Texto e fotos por Renata Araujo e Duda Vétere Setembro de 2025.
Pela primeira vez, o prêmio Melhores da Taça, organizado pela revista Prazeres da Mesa, aconteceu no Rio de Janeiro. A terceira edição reuniu grandes nomes da coquetelaria, sommellerie e cervejaria para uma noite de brindes e reencontros no hotel Fairmont, em Copacabana. E a nossa editora-chefe, Renata Araújo, teve a honra de integrar o júri ao lado de especialistas que ajudaram a eleger os melhores drinques do Brasil, além de cartas de vinhos e cervejas premiadas pela excelência.
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Reconhecimento nacional para cartas e talentos da coquetelaria
Ao todo, 470 finalistas foram indicados por 300 especialistas de todas as regiões brasileiras. Desses, saíram 33 vencedores, além de três homenagens especiais e oito categorias com prêmios adicionais. A apresentação ficou por conta de Isadora Fornari, consultora e especialista em bebidas brasileiras, e Thiago Teixeira, bartender e gestor de bares. Nos selos de excelência — dedicados a vinhos, drinques e cervejas — dezenas de estabelecimentos foram reconhecidos pela qualidade e consistência das cartas ofertadas.
Premiados no ”Melhores da Taça” 2025
O protagonismo carioca e os drinques premiados
O Rio de Janeiro teve papel de destaque na premiação. O Brewteco levou o troféu de melhor bar de cervejas, enquanto a ousada Three Monkeys I’m Sour, com adição de goiaba e pitaia, foi eleita a melhor cerveja do Brasil. Na categoria de destilados, a Academia da Cachaça foi premiada pela melhor caipirinha, e o Bar da Frente brilhou com sua Batida de Coco, eleita o melhor drinque com cachaça, além de ter conquistado também o título de melhor boteco.
Caipirinhas da Academia da Cachaça
Renata Araújo no Brewteco da Gávea
Julio Ferreti e Mari Rezende, do Bar da Frente
Outros drinques premiados também saíram da cena carioca: o Suru Bar conquistou os jurados com o Caju Amigo, enquanto o Quartinho se destacou com seu Old Fashioned. O Suru também garantiu o prêmio de Melhor Carta de Drinques do Brasil. Já o Spirit Copa, bar do Fairmont, recebeu o prêmio pelo Dry Martini. O Elena celebrou em dobro, com o Fitzgerald e o Espresso Martini, e o Nosso foi eleito o melhor bar da região Sudeste. Laura Paravato, do Blue Blazer, foi consagrada como a melhor bartender do país.
Igor Renovato e Raí Mendes, do Suru Bar
Ambiente do Elena, no Horto
O clássico Fitzgerald do Elena
Cassiano Melo, bartender do Spirit Copa Bar, e Sophie Barbara, gerente geral do Santa Teresa MGallery
Nos vinhos, o protagonismo feminino foi notável. Maíra Freire, do Lasai (RJ), foi escolhida melhor sommelière de salão, enquanto Gabriela Monteleone (SP) recebeu o prêmio de melhor sommelière consultora. Já Elaine de Oliveira, consultora da Casa Horto, comemorou a vitória na categoria carta de vinho de grande excelência, voltada a estabelecimentos com mais de cem rótulos. E Sophie Barbara, gerente-geral do Santa Teresa MGallery, celebrou a conquista da carta do Terèze — recentemente reformulada com novos rótulos — na categoria excelência.
A somelliere Elaine de Oliveira, consultora da Casa Horto
Maíra Freire, do Lasai, conquistou o título de melhor sommelière de salão
A carta de vinhos do Lasai tem uma curadoria impecável
Mais do que premiar drinques autorais e vinhos bem selecionados, o Melhores da Taça evidenciou o cuidado e a criatividade por trás das melhores cartas do Brasil. Uma noite que reuniu talentos diversos e reforçou a força da coquetelaria nacional em diferentes estilos, sotaques e combinações.
Confira a lista completa dos vencedores do Melhores da Taça 2025
Vinho Brasileiro de Menor Intervenção: Vivente Cabernet Franc 2022
Vinho Branco Brasileiro: Vinhas do Tempo Chardonnay 2023
A Casa Andorinha no Rio abre as portas em Botafogo com uma proposta sensorial e interativa dedicada ao universo do azeite — ingrediente central da nossa cultura gastronômica. O espaço, aberto ao público com entrada gratuita, combina experiências imersivas, empório exclusivo e criações da chef Katia Barbosa em um pequeno restaurante no segundo andar. As visitas podem ser feitas de sexta a domingo, até 19 de outubro.
Aliás, se você planeja viajar para o Rio de Janeiro não se esqueça de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho!
Casa Andorinha no Rio: uma imersão sensorial sobre o azeite
Logo na entrada, já sentimos que essa não é uma ativação comum. A Casa Andorinha propõe uma imersão nos cinco sentidos, com direito a sala interativa, olival sensorial, estações de aromas, texturas e até degustações guiadas. É possível acompanhar todo o processo de produção do azeite, da colheita ao blend final, e ainda experimentar diferentes tipos com seus atributos únicos: frutado, amargo e picante. Para quem gosta de saber o que está à mesa, é um prato cheio. Além disso, quem quiser também pode produzir seu próprio blend de azeites, a partir das intensidades suave, médio e intenso.
Experiências com Realidade Virtual na Casa Andorinha
Lá, também é possível fazer seu próprio blend de azeites
Todas as etapas de produção, da azeitona ao azeite
Para todos os públicos, sem barreiras
A proposta da casa também é inclusiva. O espaço conta com acessibilidade total: desde rampas e sinalizações até recursos táteis e sonoros, além de materiais em braile. Certamente, uma iniciativa que valoriza a experiência de forma democrática e sensível.
Empório exclusivo com produtos que levam azeite na composição
Já a área do empório é uma surpresa à parte. Por lá, é possível encontrar produtos criados especialmente para o evento, todos com azeite Andorinha na fórmula — seja na gastronomia, na cosmética ou até na moda. Entre os itens estão, por exemplo, cookies com azeite, pipocas com toque especial, trufas, cachaça com azeite, entre outros. Essas criações são fruto de colaborações com marcas de várias partes do Brasil, incluindo nomes cariocas, o que torna tudo ainda mais afetivo para o público local.
Produtos exclusivos com azeite Andorinha compõem o empório da casa.
Restaurante da Casa Andorinha tem menu assinado por Katia Barbosa
Certamente um dos grandes destaques da Casa Andorinha no Rio é o restaurante temporário com menu especial da chef Katia Barbosa, em parceria com o restaurante Sofia. O cardápio foi desenvolvido para mostrar toda a versatilidade do azeite na cozinha brasileira — desde entradas até sobremesas. Claro que o icônico bolinho de feijoada da chef está presente, e com seu sabor inconfundível.
Serviço
Rua Conde de Irajá, 201 – Botafogo, Rio de Janeiro
De 26 de setembro a 19 de outubro
Sextas e sábados: 12h às 21h30 | Domingos: 12h às 19h
A apenas 1 hora e meia da capital fluminense, o Vale do Café reúne uma das maiores concentrações de história, natureza e identidade cultural do Brasil. Pouco conhecido por muitos viajantes, o destino vai além de uma única cidade: é uma região composta por Vassouras, Valença, Paty do Alferes, Miguel Pereira e Engenheiro Paulo de Frontin. E oferece muito mais do que belas paisagens — é uma viagem ao coração do Brasil Imperial, com toques contemporâneos de sustentabilidade, gastronomia e experiências sensoriais.
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Onde fica o Vale do Café e por que visitar
Localizado entre os estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, o Vale do Café é considerado o berço da cafeicultura nacional. Com rios que formam a maior bacia hidrográfica do Sudeste e remanescentes de Mata Atlântica, a região foi responsável por tornar o Brasil economicamente viável durante o século XIX. Hoje, ressurge como um dos destinos turísticos mais autênticos do país, reunindo fazendas históricas preservadas, vinícolas, parques culturais e uma culinária que valoriza ingredientes locais com identidade. Ideal para casais, famílias e viajantes curiosos por cultura e natureza.
Uaná Eté: o jardim sensorial entre arte e natureza
Começamos a imersão no parque ecológico Uaná Eté, localizado em Engenheiro Paulo de Frontin. O nome significa “multidão de vagalumes”, em Língua Geral indígena. Trata-se de um imenso jardim a céu aberto com mais de 135 mil m², 26 jardins temáticos e instalações artísticas que convidam à contemplação, ao som e ao silêncio. A experiência é única: sons que os próprios visitantes produzem ecoam pelo espaço, entre espirais de vidro, portas e janelas de demolição reaproveitadas e uma filosofia que mescla sabedoria grega, música e conexão com a terra. O restaurante no local oferece refeições sofisticadas com ingredientes regionais — e o famoso Chá de Pedras Preciosas, que guarda uma esmeralda no fundo do copo.
Uaná Eté também oferece hospedagem, com quartos que convidam ao descanso absoluto, rodeados por jardins e iluminados apenas por vagalumes à noite.
Prato principal do Uaná Etê Bistrô.
Aline Pacheco na instalação artística decorativa feita com conchas.
Releitura do desenho do ”Homem Vitruviano” de Leonardo da Vinci.
Aline Pacheco na instalação de madeira no Jardim da beira.
Fazendas históricas com hospedagem e experiências
O Vale do Café guarda algumas das fazendas mais icônicas do Brasil, e hoje muitas delas abrem suas portas para hospedagem ou visitas culturais:
Fazenda das Palmas (em Paty do Alferes): luxo discreto com cozinha local e produção própria da cachaça Pindorama, premiada internacionalmente. A casa-sede abriga painéis do artista francês Dominique Jardy.
Fazenda Cachoeira Grande (em Vassouras): remete à era do Império, com objetos de época, jardins projetados e decoração preservada. Uma aula viva de história.
Fazenda Alliança Agroecológica (também em Vassouras): referência em agrofloresta e cafés especiais, com jantar sob as estrelas e risoto de café servido na varanda da casa-sede do século XIX.
Aline Pacheco na sala da Fazenda das Palmas.
Produção da Cachaça Primodora na Fazenda das Palmas.
Degustação da cachaça Pindoroma na Fazenda das Palmas.
Salão principal da Fazenda Cachoeira Grande.
Parte externa da Fazenda Cachoeira Grande.
Objetos de época na sala da Fazenda Cachoeira Grande.
Quarto da Fazenda Alliança.
Quarto da Fazenda Alliança.
Recepção do quarto da Fazenda Alliança.
Gastronomia local e vinhos do Vale
A culinária do Vale do Café é um capítulo à parte. Um dos destaques da viagem foi o Bistrô do Lago, da Quinta do Lago (em Miguel Pereira) — considerado um dos melhores da região, e prestes a inaugurar sua própria vinícola. A produção de vinho artesanal em meio à natureza promete atrair ainda mais visitantes nos próximos meses.
Ainda em Miguel Pereira, a Padaria Artesanal Cesta de Trigo é parada obrigatória para os apaixonados por pães e forno à lenha. O croissant e a pizza justificam o desvio de rota.
No centro histórico de Vassouras, o novo Museu Vassouras está prestes a ser inaugurado em um prédio de 1848, com a exposição “Chegança”, sob curadoria de Marcelo Campos. Mais do que um museu tradicional, será um espaço interativo, com foco em memória, identidade e pertencimento cultural. Destaque para o bistrô café na área externa, que promete ser um dos novos hotspots da cidade.
Já em Miguel Pereira, o Rancho Quindins é um refúgio lúdico, ideal para quem viaja com crianças. Com mini fazenda, ateliês e atividades educativas em meio à natureza, é um dos pontos mais queridos por famílias.
Fazendinha do Rancho Quindins.
Redes para descanso em Rancho Quindins.
Fogueira ao entardecer em Rancho Quindins.
A imersão no café: visita à Chácara Modelo
Encerramos a jornada com uma aula sobre o café brasileiro. A Chácara Modelo, em Vassouras, é administrada por uma família que há gerações cultiva cafés especiais com manejo sustentável. A visita inclui degustação de café recém-torrado, bolos e doces caseiros, além de uma caminhada pela plantação. A estrutura de torrefação, mantida com rigor técnico, permite ao visitante acompanhar o processo do grão à xícara. Sempre guiado com carinho e conhecimento por quem vive da terra.
Passeio pela plantação.
Processo de produção do café.
Café recém torrado e um bolo caseiro de acompanhamento.
Um lugar que fala com todos os sentidos
Portanto, conhecer o Vale do Café é como abrir um baú do Brasil profundo — mas com surpresas contemporâneas a cada parada. Um destino que preserva o passado com elegância, sem deixar de olhar para o futuro.
Seul é uma daquelas cidades que desafiam definições fáceis. Ao mesmo tempo em que impressiona com seus shoppings futuristas e bairros recheados de grifes internacionais, a capital sul-coreana também preserva vilas centenárias, templos budistas e tradições que resistem ao tempo. Nesta minha recente visita à Coreia do Sul, mergulhei no que a cidade tem de mais autêntico — do design contemporâneo à espiritualidade serena. A seguir, compartilho um pouco dessa experiência fascinante do outro lado do mundo.
Aliás, se você tem planos de viajar para Coreia do Sul não se esqueça de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e dessa maneira você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho.
Mobilidade em Seul: entre o trânsito caótico e a eficiência do metrô
Seul é organizada, limpa e segura de um jeito que impressiona. O trânsito pode ser desafiador em certos horários, mas o sistema de metrô compensa com folga. Seguro, pontual e muito bem sinalizado, é a melhor forma de circular pela cidade. Com o cartão T-Money, você acessa metrô, ônibus e táxis com praticidade e autonomia.
Renata Araújo no metrô em Seul
Metrô em Seul movimentado, mas organizado e silencioso
No metrô em Seul
Metrôs organizados e tranquilos em Seul
Andando de uber em Seul, com trânsito intenso
O que fazer em Seul: atrações e passeios
Myeong-dong: feira de rua, cosméticos e agito internacional
Myeong-dong é a área mais movimentada da cidade, onde turistas e locais se misturam entre dezenas de lojinhas, marcas internacionais e barracas de comida de rua. Diferente do que muitos pensam, não é apenas uma “rua de comércio popular”. Aqui, o agito vem das lojas de departamento luxuosas, do universo dos cosméticos coreanos e do mix entre tradição e inovação.
Lojinhas espalhadas por Myeong-Dong
Renata Araújo em Myeong-Dong
Pelas ruas de Myeong-Dong
Bukchon Hanok Village: uma vila que atravessa dinastias
Em contraste com a vibração moderna, Bukchon Hanok Village guarda 600 anos de história. Suas casas tradicionais — os hanoks — datam da dinastia Joseon e hoje funcionam como centros culturais, casas de chá e até hospedagens. Almocei uma pizza em um dos hanoks e confesso: foi uma das refeições mais inesperadas da viagem. Caminhar por suas vielas silenciosas, com vista para as colinas e telhas de barro apoiadas em estrutura de madeira, é como entrar em outro tempo.
Renata Araújo e as casinhas de Bukchon Hanok Village
Bukchon Hanok Village, em Seul
As lojinhas em Bukchon Hanok Village
Com os hanoks ao fundo, em Bukchon Hanok Village
O charme de Bukchon Hanok Village
Com os hanoks em Bukchon Hanok Village
Certamente Bukchon Hanok Village é uma parada imperdível em Seul
Vestida como uma coreana — e emocionada com o cenário
Uma das experiências mais simbólicas da viagem foi vestir o hanbok, traje tradicional coreano, e fazer fotos em um cenário que parecia saído de um filme histórico. Aluguei o look na loja Hanboknam, que oferece trajes tradicionais com detalhes refinados e atendimento cuidadoso. Com ajuda da guia brasileira em Seul, Roberta, escolhi um modelo elegante e segui para o Palácio Changdeokgung, Patrimônio Mundial da UNESCO, e um dos mais antigos e bem preservados da cidade. O contraste entre os telhados emoldurados, as cores dos trajes e o verde sereno do entorno criou um cenário quase cinematográfico.
Hanboknam, loja de trajes típicos em Seul
Com minha guia, Roberta, escolhendo o look
O Palácio Changdeokgung tem lindos jardins
Renata Araújo no Palácio Changdeokgung
As coreanas com trajes típicos
Palácio Changdeokgung
Com meu hanbok no Palácio Changdeokgung
N Seoul Tower: Seul do alto, com charme e romantismo
Localizada no topo do monte Namsan, a N Seoul Tower é um dos pontos mais icônicos da cidade. A subida até o topo já é uma experiência por si só, seja de teleférico ou por trilhas arborizadas. A vista 360º é especialmente impressionante no fim da tarde, quando Seul começa a se acender sob nossos olhos. Cafés, lojas e o famoso muro dos cadeados completam a experiência.
N Seoul Tower repleta de cadeados nos muros
Vista de Seul do topo do monte Namsan
Cafés e lojas na N Seoul Tower
Renata Araújo e a vista de Seul
A N Seoul Tower vista de baixo
Caligrafia e gastronomia: aprendizados culturais com sabor
Participei de uma aula de caligrafia onde aprendi a escrever meu nome em coreano, guiada por um professor de literatura. No mesmo espaço, tive uma aula de culinária tradicional: preparar e degustar os pratos foi mais um jeito de me conectar com o cotidiano coreano. .A experiência aconteceu em uma casa tradicional charmosa e acolhedora, com jardim interno e atmosfera intimista — típica das hanoks usadas hoje como centros culturais. O equilíbrio entre estética e tradição estava em cada detalhe do ambiente.
Aula de caligrafia em um Hanok
Meu professor coreano de caligrafia
Que tal You Must Go em coreano?
Renata Araújo e o professor de caligrafia em Seul
Nossa próxima atividade foi uma aula de culinária
Aula de culinária tipica coreana!
Após a aula, seguimos para um restaurante típico para experimentar o famoso churrasco coreano. A experiência foi absolutamente deliciosa — grelhamos carnes diretamente na mesa, acompanhadas de uma profusão de banchans (acompanhamentos variados), arroz, sopas e legumes frescos. O mais inusitado? O garçom era um robô! Sim, a tecnologia também está presente nas refeições coreanas, tornando o momento divertido e surpreendente. Almoçar ali, com coreanos simpáticos e curiosos ao redor, foi uma verdadeira imersão cultural.
Restaurante típico coreano
Nosso almoço típico coreano
O churrasco típico coreano é preparado à mesa
Jogyesa Temple: espiritualidade no coração da cidade
No coração pulsante de Seul, o Templo Jogyesa se destaca com suas lanternas coloridas e atmosfera serena. Principal templo do budismo zen coreano, ele é um símbolo vivo da espiritualidade local e um contraponto perfeito à agitação urbana ao redor. A poucos passos de avenidas movimentadas, o Jogyesa oferece uma pausa sensorial — e visual. O teto repleto de lanternas coloridas (e outras brancas, com mensagens de esperança) cria um efeito mágico, quase onírico.
Jogyesa Temple em Seul
Renata Araújo e as lanternas brancas no teto em Jegyosa
Renata Araújo no Jogyesa Temple
Dentro do Templo Jegyosa, em Seul
O colorido Jogyesa Temple
O templo é um lembrete da diversidade religiosa da Coreia do Sul: embora boa parte da população seja secular, há influências fortes do budismo, cristianismo e confucionismo no dia a dia. Visitar o Jogyesa não é apenas admirar sua estética vibrante, mas também entender o papel da fé e da contemplação no coração de uma metrópole hiperconectada.
Arquitetura, limpeza e comportamento urbano
Além da eficiência, Seul impressiona pela segurança quase absoluta e pela arquitetura que mistura vanguarda e tradição. Câmeras por todos os lados e um clima de respeito silencioso moldam o dia a dia. Os jovens são estilosos, arrojados e ocupam os shoppings grandiosos com naturalidade. Um belo retrato da Coreia que olha para o futuro sem esquecer suas raízes.E se a arquitetura impressiona, o consumo também tem seu papel nesse cenário: as lojas de luxo em Seul são verdadeiros templos de design e desejo.
Me impressionou também a paleta de cores dos jovens, sempre neutra
A vaidade e a moda coreana é algo levado muito a sério
Várias lojas-conceito pelas ruas
E também tradição pelas ruas de Seul
A flagship da Dior, por exemplo, chama atenção não apenas pelo acervo impecável, mas também pela fachada arquitetônica quase escultural. E não são apenas as grandes marcas que surpreendem. Entre as ruelas de bairros criativos como Sinsa e Hannam-dong, pequenas multimarcas, lojas-conceito e até papelarias autorais (como a charmosa Point of View) mostram que o bom gosto está em todos os detalhes do cotidiano coreano.
Renata Araújo na flagship da Dior em Seul
Famosa livraria Point of View
Por dentro da papelaria Point of View, em Seul
Lojas conceito em Seul
Lojas diferentes em Seul
Bibliotecas como templos modernos do saber
Visitei duas unidades da icônica Starfield Library: uma dentro da cidade, já conhecida por seu pé-direito altíssimo e estantes monumentais; e outra fora de Seul, igualmente impressionante. Ambas são mais que bibliotecas — são símbolos de como os coreanos valorizam o conhecimento com sofisticação estética. A segunda visita foi ainda mais especial: estive também nas muralhas de Suwon, Patrimônio Mundial da UNESCO, que oferece uma vista panorâmica emocionante da região.
A icônica Starfield Library em Seul
Renata Araújo na Starfield Library em Seul
Em Suwon, a Starfield Library também é impactante
Renata Araújo na Starfield em Suwon
Depois da Starfield, Renata visitou o Templo de Suwon
Templo de Suwon, perto de Seul
No Templo de Suwon
Museu Nacional da Coreia: arte, história e identidade
Para quem deseja entender a fundo a cultura do país, o Museu Nacional da Coreia é uma parada indispensável. Mesmo para quem já visitou museus semelhantes em outras partes da Ásia, a curadoria aqui se destaca pela maneira como conecta passado, presente e futuro da Coreia. Obras de arte, artefatos históricos, objetos do cotidiano e peças arqueológicas dividem espaço em um edifício moderno, bem sinalizado e cercado por jardins que merecem um passeio com calma. É um lugar que fala diretamente com o lado mais profundo da identidade coreana.
Renata Araújo no Museu Nacional da Coreia
Artefatos históricos no Museu Nacional da Coreia
Predio moderno e belíssimo do Museu
Obras de arte locais no Museu em Seul
Obras de arte no museu em Seul
Os corredores do Museu Nacional da Coreia
A vista do Museu Nacional da Coreia
Objetos que contam a história do país
Samcheonggak: silêncio e tradição perto do poder
A poucos passos da residência oficial do presidente, esse pequeno resort nas montanhas é um verdadeiro refúgio. Sua arquitetura tradicional dialoga com a floresta ao redor, que segue praticamente intocada mesmo diante do crescimento urbano acelerado. Ideal para quem busca uma pausa contemplativa, com sabor local e serenidade absoluta. Durante minha visita, participei de uma cerimônia tradicional do chá — um ritual delicado e cheio de significado, que traduz muito da filosofia coreana de acolhimento, estética e presença. Ideal para quem busca uma pausa contemplativa, com sabor local e serenidade absoluta.
Renata Araújo em Samcheonggak
Samcheonggak, um refúgio em Seul
Arquitetura típica em Samcheonggak
Samcheonggak em Seul
Renata Araújo na cerimonia do chá em
Seul: onde beleza e consumo se encontram
Paraíso dos cosméticos
A Coreia é um verdadeiro paraíso para quem ama produtos de beleza. Além das boutiques de luxo, as farmácias mais populares espalhadas por bairros como Myeong-dong — onde você encontra dezenas de opções lado a lado — oferecem um mundo de dermocosméticos e skincare a preços bem convidativos. Marcas como IOPE, Laneige, Nature Republic e muitas outras fazem parte do roteiro obrigatório de quem visita Seul com uma malinha extra só para levar cosméticos.
Variedade incrível de produtos nas farmácias
Renata Araújo na Sulwhasoo, loja de cosméticos em Seul
O luxo por dentro da Sulwhasoo
Seul, o paraíso do skincare coreano
Testando as máscaras coreanas
Renata Araújo nas farmácias de Seul
Beleza e bem-estar no estilo coreano
Fiz questão de experimentar um dos famosos rituais de beleza coreanos. No Juno Hair, vivi um spa capilar completo, com produtos exclusivos e atendimento personalizado. A vaidade coreana é levada a sério, e não apenas como questão de estética: é um estilo de vida.
Juno Hair, em Seul
Tratamento completo no Juno Hair
Salão de beleza em Seul
Renata Araújo no Juno Hair, em Seul
Um verdadeiro SPA capilar em Seul
O elegante Juno Hair, em Seul
Pronta após um tratamento completo no Juno Hair!
Galleria: luxo coreano com sotaque internacional
Em meio à efervescente cena de consumo de Seul, o Galleria Department Store se destaca não apenas como centro de compras, mas como referência em arquitetura e curadoria de marcas de luxo. Sua fachada, composta por painéis de vidro ondulados, é um espetáculo visual à parte — especialmente ao, e West → fachada de vidro em mosaico, super icônica.entardecer, quando a luz natural interage com as formas refletidas. Além disso, são dois prédios lado a lado: à esquerda, com linhas mais sóbrias e elegantes, e a direita, com a fachada de vidro em mosaico, super icônica. É o tipo de lugar que faz você desacelerar, mesmo entre vitrines de marcas como Prada, Chanel e Bottega Veneta. Mais do que um shopping, o Galleria é um espaço onde moda, arte e lifestyle coexistem de maneira fluida. E se você estiver por ali, não deixe de explorar a K-Star Road, que começa logo ao lado.
Renata Araújo e a fachada do luxuoso Galleria
A loja da grife Miu Miu em Seul
Loja da Dior na Galleria em Seul
Tiffany&Co também está presente na Galleria
Gucci na Galleria em Seul
K-Star Road: onde o K-pop encontra a arte urbana
Ao lado do Galleria, a K-Star Road presta homenagem às estrelas do K-pop com esculturas estilizadas e coloridas — os “GangnamDols”. Um passeio divertido, mesmo para quem não é expert em K-pop. Pena que (ainda) não cruzei com nenhuma celebridade para uma entrevista improvisada…
Renata Araújo na K-Star Road, em Seul
As Gangnam Dolls espalhadas pela rua
Tudo é estilizado na K-Star Road
K-Star Road, em Seul
Onde ficar em Seul: conforto, design e sofisticação
Como especialista em hotelaria, sempre observo com atenção os elementos que realmente fazem a diferença em uma estadia. Me hospedei no Conrad um dos melhores hotéis de Seul, no centro financeiro. O Conrad Seul tem acesso direto a um mall sensacional, com estação de metrô integrada — o que facilita (e muito) a vida do hóspede. Mais do que um centro de compras, o Hyundai Mall é praticamente uma cidade subterrânea: espaçoso, elegante e multifuncional. Portanto, onde a arquitetura, o mix de lojas e a atmosfera urbana criam uma experiência de consumo elegante e prática ao mesmo tempo. Logo na entrada, o que salta aos olhos é o átrio iluminado por luz natural, com um jardim vertical que oxigena — literalmente — a experiência. E aqui vai um aviso: esqueça sua ideia de shopping center. Em Seul, eles fazem parte da cultura urbana de forma integrada. É onde você encontra de tudo, dos cosméticos aos pratos gourmet, dos eletrônicos aos itens de papelaria, sempre em ambientes tão agradáveis que nem parece que você está dentro de um centro comercial.
Renata Araújo no Hyundai Mall, em Seul
Passagens diretas no Hyundai Mall
Os corredores do Hyundai Mall
O tamanho do Hyundai Seul é certamente impressionante
Um verdadeiro centro comercial em Seul
Loja da Dior no Hyundai Mall, em Seul
O prédio do Conrad Seul
No Conrad Seoul, minha suíte reunia tudo o que se espera de um hotel cinco estrelas moderno — e mais um pouco. Espaçosa, funcional e silenciosa, com decoração contemporânea em tons neutros e iluminação suave, ela oferecia uma vista de cair o queixo para a cidade e o rio Han. A banheira com janela panorâmica foi um dos meus cantinhos favoritos.
Renata Araújo no Conrad Seul
Minha suíte no Conrad Seul
A antesala da suíte no hotel de luxo em Seul
O banheiro todo moderno
O living integrado à área de trabalho, o closet amplo e o design inteligente mostravam como o luxo pode — e deve — ser também confortável. Dentro do próprio hotel, os restaurantes do Conrad Seul merecem destaque. Seja para um jantar elegante ou uma refeição mais casual, a curadoria é sofisticada e coerente com o padrão da rede.
Zest, um dos restaurantes do Conrad Seul
Ambiente elegante do Zest e com janelões
Um espetáculo o buffet do Zest
Renata Araújo teve um jantar no Zest
Mais opções de hotéis em Seul
Conheci também o Four Seasons Seoul, com seu bar principal e o speak easy escondido nos fundos. Atmosfera quase cinematográfica, elegância por toda parte, digno do DNA Four Seasons. Este luxuoso hotel em Seul fica no bairro de Jongno-gu, no centro histórico e político de Seul. Ou seja ele está próximo ao Palácio Gyeongbokgung e à Blue House, residência presidencial. A localização é estratégica para quem quer explorar a herança cultural da cidade sem abrir mão do luxo urbano. O hotel traduz com maestria o equilíbrio entre tradição e sofisticação, com um serviço irrepreensível.
Fachada do Four Seasons Seul
Quartos com vista no FS em Seul
O elegante lobby do hotel em Seul
Enquanto isso, o Fairmont Ambassador, vizinho ao Conrad, impressiona pela grandiosidade arquitetônica, lobby impactante e localização privilegiada. Todos oferecem uma leitura sofisticada de Seul.
Renata Araújo e o Fairmont Ambassador em Seul ao fundo
Detalhes do impressionante lobby do Fairmont em Seul
O belo restaurante Mariposa, no 29º andar do hotel
Outra opção que merece destaque é o Mondrian Seoul Itaewon, um hotel moderno, de bom gosto e com atmosfera cosmopolita. A decoração ousada e contemporânea atrai tanto viajantes criativos quanto amantes do design. Uma excelente escolha para quem busca estilo sem abrir mão do conforto, localizado no vibrante bairro de Itaewon, conhecido por sua cena multicultural, vida noturna sofisticada e lojas conceito.
Renata Araújo no bairro de Itaewon, em Seul
O lobby do Mondrian em Seul
Renata Araújo no lobby do Mondrian, em Seul
Quarto do Mondrian Seoul Itaewon
Onde comer em Seul: experiências comedidas e autênticas
A cena gastronômica em Seul é diversa, mas é importante ajustar as expectativas. Comer fora na Coreia tem outro ritmo, outro foco. Às vezes, menos sobre a ocasião e mais sobre o alimento em si. Dito isso, algumas experiências se destacaram: o elegante Café Madang, dentro da loja da Hermes, no bairro Gangnam-gu; o refinado Shuchiku, de gastronomia japonesa impecável; e os excelentes restaurantes dentro do Conrad Seoul, que unem ambiente sofisticado e sabores bem executados.
Renata Araújo no Sushiko, em Seul
Ambiente do Sushiko, japonês em Seul
Renata Araújo na Hermés, em Seul
O sofisticado Café Hermes dentro da loja em Seul
Renata Araújo no Café Hermes, em Seul
Enquanto isso, o restaurante de alta gastronomia Zero Complex, onde jantamos em clima autoral e despretensioso, apresenta uma gastronomia técnica refinada com ingredientes locais, num ambiente minimalista, de serviço preciso e atmosfera acolhedora.
Restaurante Zero Complex, em Seul
Renata Araújo no Zero Complex, em Seul
Alta gastronomia em Seul
Cozinha aberta do Zero Complex
Um bar, meu signo e uma dose de misticismo
E quando achei que já tinha visto de tudo em Seul… fui parar num speakeasy temático de signos! O Zoo Sindang é o tipo de lugar que você jamais encontra por acaso — a entrada parece uma cena de filme de terror com direito a esteiras rasgadas, velas e um altar esquisitíssimo. Mas é só atravessar a porta que o cenário muda completamente: luz baixa, decoração sensorial e uma carta de drinks guiada pelo zodíaco chinês. Pedi o “coquetel do meu signo” (porque é claro que eu não ia perder essa!) e fui surpreendida com uma mistura inusitada de sabores — e uma dose generosa de diversão. Um programa ótimo para sair do roteiro óbvio e brindar ao próprio destino.
Renata Araújo na frente do speakeasy em Seul
No balcão do bar em Seul
Com a querida Roberta, do Planet Korea
Drinques para cada signo do zodíaco
Roberta, da Planet Korea: a guia que transformou a viagem
Uma das decisões mais acertadas da minha viagem foi contratar a Roberta, da Planet Korea Travel, como guia brasileira em Seul. Não se trata apenas de alguém que nos acompanha — ela foi essencial para dar sentido aos lugares, conectar história, tradição e curiosidade de um jeito que só quem viveu consegue transmitir. Através dela eu aprendi pequenas nuances: onde alugar hanbok com respeito, por que certas portas dos templos são pintadas assim, colher dicas reais de horários para evitar multidões, entender o que cada sala do palácio significa, além de situações práticas — transporte mínimo, etiquetas culturais, os “truques invisíveis” que mudam uma visita de boa para inesquecível.
Renata Araújo e a guia Roberta, do Planet Korea, em Seul
Ter uma guia brasileira em Seul faz toda a diferença!
Renata Araújo e Roberta, do Planet Korea
Roberta agregou valor às minhas fotografias, aos passeios que de outro modo teriam sido puramente visuais, e ao conforto de circulação pela cidade. Ter ela comigo foi uma espécie de tradução cultural: me ajudou a ouvir ruídos da cidade que normalmente passariam despercebidos, e a me sentir segura ao explorar cantos menos turísticos. Posso dizer sem hesitar que essa viagem com ela foi muito mais rica do que eu imaginava.
Seul é uma cidade que oferece experiências que vão muito além do clichê asiático. Com tradição preservada, arquitetura arrojada, segurança, tecnologia e um povo que valoriza tanto a estética quanto o conhecimento, a capital da Coreia do Sul me conquistou em muitos aspectos.
Por Renata Araújo. Setembro de 2025. Fotos: Renata Araújo e Divulgação
Referência nacional quando o assunto é culinária amazônica, o chef Saulo Jennings construiu um verdadeiro império gastronômico a partir de um gesto simples: servir lanches artesanais após aulas de kitesurf, à beira do rio Tapajós, em Santarém. O improviso virou restaurante, e hoje a Casa do Saulo soma sete endereços, incluindo unidades no Pará, Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a alma do projeto segue intacta: valorização dos ingredientes locais, incentivo às comunidades ribeirinhas e uma cozinha que respeita e celebra o bioma amazônico. O premiado restaurante amazônico já foi eleito três vezes o melhor da Região Norte pela Prazeres da Mesa e hoje é considerado uma das grandes referências da gastronomia brasileira contemporânea.
O chef Saulo Jennings, além de comandar o projeto com formação pela escola de Laurent Suaudeau, é também Embaixador Gastronômico da ONU Turismo pelo trabalho de valorização da cultura alimentar amazônica. Portanto, entre o Tapajós, a Baía do Guajará e a Baía de Guanabara, é possível viver três versões da Casa do Saulo: a matriz em Santarém, a filial em Belém e o endereço carioca, no Museu do Amanhã. E é isso que contaremos em detalhes abaixo!
Chef Saulo Jennings em Belém
Aliás, se você está planejando uma viagem, não se esqueça de reservar com o Booking, nosso parceiro! Não muda nada e você consegue nos ajudar a monetizar nosso trabalho!
Casa do Saulo no Rio de Janeiro: Amazônia no Museu do Amanhã
A versão carioca da Casa do Saulo ocupa um dos endereços mais simbólicos da revitalização da zona portuária: o Museu do Amanhã. Com projeto arquitetônico de Santiago Calatrava e vista para a Baía de Guanabara, o espaço traduz visualmente a proposta do restaurante: unir regionalidade e contemporaneidade.
Vista da Casa do Saulo no Museu do Amanhã
Por dentro da Casa do Saulo no Rio
No cardápio de entradas, brilham o trio tapajônico (dadinho de tapioca com geleia de cupuaçu, bolinho de piracuí e isca de peixe com geleia de açaí), o carpaccio de pirarucu defumado e o homus de feijão Santarém. O tacacá, servido tanto em Belém quanto no Rio, segue fiel à tradição, sem goma e com camarão regional. Nos principais, maniçoba, pato com tucupi e tambaqui assado com banana-da-terra demonstram o compromisso da casa em manter o DNA amazônico, mesmo em outro bioma. A sobremesa? Tiramissú com bacuri, fruta amazônica de sabor único. Detalhe que revela cuidado: os acompanhamentos são servidos em pequenas porções para evitar desperdício, mas podem ser repetidos à vontade.
Renata Busch na Casa do Saulo, no Rio
Unha de caranguejo
Homus de feijão Santarém e chips de Mandioca
Tambaqui chega inteiro na mesa
End: Praça Mauá, 1 – Centro
Às margens do Tapajós: a Casa do Saulo em Santarém, no Pará
Na praia de Carapanari, a cerca de 27 km da vila de Alter do Chão, fica a Casa do Saulo em Santarém. É possível chegar de carro ou táxi, mas a experiência de ir de barco pelo rio torna o passeio ainda mais especial. O restaurante original combina rusticidade com projeto consciente: amplo, arejado, em meio à mata, com direito a piscina, horta, escadas que levam à praia e uma decoração que equilibra simplicidade local com elementos de design regional. Uma verdadeira imersão na cozinha tapajônica.
À beira do Rio Tapajós
Casa do Saulo, premiado restaurante em Santarém
Trajeto de barco até a Casa do Saulo
A vista da Casa do Saulo em Santarém
A decoração local e rústica da Casa do Saulo
No menu do premiado restaurante amazônico, peixes como, por exemplo, o tambaqui e o pirarucu são protagonistas. Destaque para a linguiça de pirarucu com jambu ao molho de tucupi e mel de melíponas do Arapiuns, e para o prato “Casa do Saulo”, que une filé de peixe com camarões rosa ao molho de castanha-do-Pará. Além do sabor, cada pedido contribui com os projetos sociais liderados pelo chef, como o “Casa do Saulo Amigo” e o “Tapajós Vivo”.
Entradinhas amazônicas da Casa do Saulo
O prato ”Casa do Saulo”, um dos carros-chefe
Linguiça de pirarucu com jambu
End: Rodovia Interpraias, S/N – Km 4 Curuatatuba São Francisco do Carapanari, Santarém
Casa do Saulo em Belém: premiado restaurante amazônico à beira do Guajará
No centro histórico da capital paraense, a Casa do Saulo ocupa um palacete do século 18, conhecido como Casa das Onze Janelas, que também abriga um importante museu de arte contemporânea. O cenário é imponente: mesas internas de pedra que remetem ao período colonial ou varandas voltadas para a foz do rio Guamá e para a Baía do Guajará. Uma localização que une história, cultura e gastronomia.
Por dentro da Casa do Saulo Onze Janelas
Renata Busch na Casa do Saulo em Belém
Casa do Saulo Onze Janelas, em Belém
Entre os destaques do cardápio estão o Gin Tapajônico, preparado com cumaru, cupuaçu e a erva amazônica conhecida como orelha de macaco; o pastel de queijo do Marajó; e, claro, o tacacá, servido no estilo característico da casa — com tucupi, jambu e camarão regional, mas sem a goma. Nos pratos principais, opções como o canelone de pirarucu com queijo do Marajó reforçam o protagonismo dos ingredientes amazônicos.
Pastel de Queijo Marajó
Canelone de Pirarucu da Casa do Saulo
O clássico Tacacá do Saulo
End: R. Siqueira Mendes, S/N – Cidade Velha, Belém
Compromisso social e sustentabilidade
Mais do que uma experiência gastronômica, a Casa do Saulo se define também por seu compromisso social. Cada prato servido ajuda a manter iniciativas que unem educação, sustentabilidade e valorização da cultura local. Entre elas, o projeto “Casa do Saulo Amigo”, uma parceria público‑privada que colabora com a educação de 75 crianças em uma escola comunitária, e o “Tapajós Vivo”, que promove treinamentos conscientes de manejo e cultivo orgânico. Há ainda a “Cozinha Tapajós”, programa de imersão em que chefs de toda a América Latina trocam experiências com cozinheiros da região, fortalecendo a cadeia produtiva amazônica. Além disso, boa parte da matéria‑prima utilizada nas unidades fora de Santarém vem diretamente do Pará. Garantindo, assim, renda para comunidades ribeirinhas e reafirmando a importância de uma gastronomia com propósito.
Portanto, seja à beira do Tapajós, diante da Baía do Guajará ou em frente à Baía de Guanabara, a Casa do Saulo entrega a mesma essência: gastronomia amazônica com identidade e propósito.
Por Duda Vétere, Renata Busch e Daniella Cavalcanti Fotos: Daniella Cavalcanti, Renata Busch, Divulgação
Poucos países reúnem tanta diversidade em um território tão compacto quanto a Costa Rica. Localizada na América Central, entre o Pacífico e o Caribe, ela é um destino que pode não estar no radar imediato dos brasileiros, mas merece toda a atenção, sobretudo para os turistas aventureiros. O país detém cerca de 6,5% da biodiversidade do planeta, mais de 25% de áreas protegidas, 30 parques nacionais, e uma política de sustentabilidade que a tornou referência mundial — desde energia limpa até o fato de viver sem exército desde 1948. Além disso, a Costa Rica é marcada pelo espírito “Pura Vida”, expressão que vai além de um slogan turístico: é uma filosofia de vida que transmite presença, gratidão e simplicidade, algo que senti em todos os lugares por onde passei. Para quem se pergunta o que fazer na Costa Rica, a resposta está justamente nessa combinação única: vulcões ativos, praias preservadas, florestas exuberantes e um estilo de vida acolhedor que transforma cada experiência em uma descoberta.
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Como chegar na Costa Rica
Para os viajantes que partem do Brasil, o caminho mais comum é voar até o Aeroporto Internacional Juan Santamaría (SJO), localizado a cerca de 20 km da capital. Desde 2023, a Gol oferece voo direto de São Paulo (Guarulhos) para San José, além das conexões tradicionais operadas por companhias como Copa Airlines e LATAM via Panamá, Bogotá ou Lima. Brasileiros não precisam de visto para curtas estadias, apenas passaporte válido. Mas é obrigatório apresentar o certificado internacional de vacinação contra febre amarela, exigido ainda no check-in no Brasil. Sem esse documento, o embarque não é permitido.
Sobrevoando a região do Panamá
Voo Panamá – San José, na Costa Rica
Conexão no Panamá rumo à Costa Rica
E quando ir à Costa Rica? O país tem duas estações bem definidas. A estação seca, de novembro a abril, é a mais indicada para quem busca sol, trilhas e praias — especialmente na costa do Pacífico. Já a chamada estação verde, de maio a outubro, traz chuvas mais frequentes, mas também revela a natureza em seu auge de exuberância, além de preços mais baixos e menos turistas.
San José: a porta de entrada da Costa Rica
A capital da Costa Rica, por onde chegam os voos internacionais, costuma ser mais uma cidade base ou de passagem. É um lugar estratégico para se aclimatar, descansar e mergulhar em uma dose de cultura local antes de seguir rumo às praias do Pacífico, ao Caribe ou aos parques nacionais. San José conta com mercados centrais, praças movimentadas e museus como, por exemplo, o do Ouro e o do Jade, além do belíssimo Teatro Nacional.
Teatro Nacional em San José, na Costa Rica
Museo Nacional em San José
Museo del Jade, na capital da Costa Rica
Para quem busca conforto e localização prática, uma boa dica de hospedagem é o histórico Hotel Presidente, no coração da Avenida Central. O edifício foi todo revitalizado e o hotel foi renovado recentemente, combinando design contemporâneo com toques urbanos, quartos modernos, e ainda um restaurante no rooftop, com ambiente descontraído, onde você pode experimentar a cena gastronômica local.
Fachada do Hotel Presidente, em San José
Detalhes do lobby do Hotel Presidente
Restaurante onde é servido o café da manhã
Rooftop do Hotel Presidente
Uma das suítes do Hotel Presidente, em San José
Quarto Deluxe no Hotel Presidente
O que fazer na Costa Rica: Região Central e os vulcões
A Costa Rica abriga cinco vulcões ativos, e dois deles estão na região central, a cerca de 50 km da capital. O Vulcão Irazú é o mais alto do país, com 3.432 metros de altitude. Antigo — com mais de 600 mil anos — já perdeu sua forma cônica, mas impressiona pelo tamanho e pelos diferentes pontos de observação. Suas erupções estão documentadas desde 1723, sendo a mais impactante a de 1963, quando cinzas encobriram San José por quase dois anos. O Parque Nacional Irazú permite visitar os diferentes crateres e caminhar por trilhas que revelam a força da geologia costarriquenha.
Parque Nacional Volcan Irazú, na Costa Rica
Uma das crateras do vulcão Irazú, na Costa Rica
Duda Vétere no Parque Nacional Volcan Irazú
Ventos espalham as cinzas vulcânicas pelas áreas do Parque
Já o Vulcão Turrialba, conhecido como “irmão ativo do Irazú”, tem 3.340 metros de altitude e registra erupções recorrentes. Entre 2014 e 2016 viveu um ciclo intenso, mas hoje expulsa pequenas nuvens de fumaça quase diariamente. Seu parque nacional, com 16 km², é lar de mais de 80 espécies de aves e 11 de mamíferos, e foi reaberto em 2020 com regras rigorosas: visitas guiadas e reservas obrigatórias.
Aos pés do Vulcão Turrialba
Vulcão Turrialba, o segundo maior da Costa Rica
Hospedagem em Turrialba
Localizada no vale de Turrialba, a cerca de 1h45 de carro de San José, a Casa Turire é uma ótima dica de hospedagem na região, principalmente para quem quiser descansar nesta parte de viagem. Em uma fazenda, o hotel boutique fica em uma casa colonial, às margens do Lago Angostura e com as montanhas do vulcão Turrialba ao fundo. Jardins bem cuidados, piscina em meio às árvores, horta própria, aula de yoga, bicicletas e opção de passeio a cavalo são alguns dos destaques deste hotel em Turrialba. São cerca de 16 quartos, muitos com varanda e decoração clássicas mas que harmoniza com o entorno natural. Certamente um lugar perfeito para desacelerar após os passeios aos vulcões.
Meu quarto na Casa Turire
A entrada da Casa Turire, em Turrialba
O pátio central da casa
O chef da Casa Turire na horta da propriedade
Piscina da Casa Turire, em Turrialba
Bicicletas disponíveis para os hóspedes
Café da Costa Rica: tradição sustentável
A Costa Rica transformou o café em símbolo nacional — com grãos 100% Arábica, produção consciente e fazendas que funcionam como verdadeiros refúgios sensoriais. O país é considerado um case mundial de produção sustentável e regenerativa, com projetos de carbono neutro, agrofloresta e certificações como Rainforest Alliance. Uma das experiências mais completas para conhecer esse universo é a Fazenda Aquiares, situada nas encostas do Vulcão Turrialba. Com 600 hectares de plantações de café à sombra e outros 200 hectares de mata protegida, ela abriga cerca de 130 espécies de aves e 70 espécies de árvores nativas. A fazenda alcançou neutralidade de carbono em 2016 e atualmente captura mais carbono do que emite.
A fazenda oferece diferentes passeios que vão desde tours de 2 horas até experiências de dia inteiro. Há ainda a opção de passeio a cavalo entre as plantações — que foi a que fizemos — combinando natureza, café e paisagens. Encerramos com uma degustação, provando diferentes variedades do café costarriquenho.
Degustação de café em Aquiares, na Costa Rica
Visitando a fábrica de café Aquiares
A maioria dos cafés produzidos em Aquiares são exportados
O povoado de Aquiares, em Turrialba, na Costa Rica
Duda Vétere pronta para cavalgar em Aquiares
Passeio de cavalo nas plantações de café
Turismo de Aventura na Costa Rica: adrenalina com alma
Se tem um lugar do mundo que conseguiu transformar o turismo de aventura em experiência segura e bem organizada, é a Costa Rica. O país é berço do canopy zipline — a tirolesa criada originalmente para observar a floresta de cima, que hoje é um clássico dos passeios de aventura. Fiz também canyoning, combinação de rapel em cachoeiras, trilhas por rios e contato direto com a selva. Tudo com guias experientes e protocolos de segurança. Mesmo sendo minha primeira vez em atividades como o rapel, me senti totalmente à vontade. A natureza exuberante ao redor torna a experiência ainda mais intensa.
Duda Vétere se aventurou na Costa Rica
Duda Vétere fazendo rapel na Costa Rica
As cascatas em meio as florestas na Costa Rica
Ponte suspensa entre as árvores
Os bosques tropicais da Costa Rica
Outro destaque foi o rafting no Rio Pacuare, considerado um dos melhores do mundo para a prática. O rio corta a Cordilheira de Talamanca e segue até o Caribe, atravessando florestas densas, quedas d’água e cânions dramáticos. Entre uma corredeira e outra, avistamos tucanos, macacos e até borboletas azul-morfo. Foram momentos em que me senti dentro de um filme, pequena diante da grandiosidade da natureza. Para quem busca uma imersão ainda maior, há tours de dois dias que incluem hospedagem em eco-lodges integrados à selva. Definitivamente um exemplo perfeito de por que a Costa Rica é referência mundial em viagens de aventura.
Rafting no Rio Pacuare, na Costa Rica
Duda Vétere fazendo rafting na Costa Rica
Todos prontos para percorrer o Rio Pacuare, na Costa Rica!
Fizemos todos esses passeios com a agência ExplorNatura, especializada em turismo de aventura na região. O serviço foi excelente: equipe experiente, sempre gentil e atenciosa, com foco total na segurança e no bem-estar dos viajantes.
Os preparativos para o rafting no Rio Pacuare
O cenário das trilhas pela Costa Rica
Coletes, capacetes e equipamento completo
Eric, da ExplorNatura, passando as orientações do rapel
Caribe Sur: praias e cultura afro-caribenha
No sul do país, Puerto Viejo de Talamanca mostra uma Costa Rica diferente: rústica, vibrante e marcada pela influência afrodescendente. As cores, os sabores e os sotaques criam uma atmosfera única, menos turística e mais autêntica. A gastronomia também muda: pratos com leite de coco, pimentas e peixes frescos refletem a herança cultural caribenha. Enquanto isso, as praias são um espetáculo à parte. Playa Negra, de areia escura e mar intenso, contrasta com a delicadeza de Punta Uva, famosa pelas águas calmas e azul-esverdeadas. Já Playa Chiquita é mais reservada, cercada por vegetação tropical que chega até a areia.
Parque Nacional Cahuita, no Caribe Sur da Costa Rica
As cores caribenhas em Puerto Viejo
Praia em Puerto Viejo, na Costa Rica
Fiz também uma aula de surfe na Playa Grande, lembrando que a Costa Rica é reconhecida internacionalmente pelas suas ondas — algumas, como a de Salsa Brava, em Puerto Viejo, são respeitadas até pelos surfistas de elite. Outro ponto de interesse é o Parque Nacional Cahuita, com trilhas que levam a recifes de corais, onde também é possível fazer snorkel. Não conseguimos fazer o passeio devido ao tempo, mas é uma recomendação importante para quem organiza um roteiro no Caribe Sur da Costa Rica.
Trilha no Parque Nacional Cahuita
Duda Vétere fez aula de surf em Playa Grande, na Costa Rica
Snorkel em Puerto Viejo, na Costa Rica
Hospedagem recomendada: Le Cameleon
Para aproveitar Puerto Viejo com conforto e estilo, ficamos no Le Cameleon Boutique Hotel. É um hotel boutique próximo à Playa Cocles, com três piscinas externas, beach club, spa, academia, restaurante à beira mar, e estrutura que permite tanto relaxar quanto explorar a natureza. Os quartos têm decoração minimalista, muitos com vista para a floresta ou para o mar, suficiente para renovar o fôlego depois de dias repletos de atividades no Caribe.
Duda Vétere em uma das piscinas do Le Cameleon
A entrada do Gigi Beach Club, que faz parte do hotel
Quarto do Le Cameleon Boutique Hotel
Detalhes no hall de entrada do hotel em Puerto Viejo
Entrada do Le Cameleon em Puerto Viejo
A gastronomia na Costa Rica
A culinária costarriquenha é marcada por ingredientes frescos, tempero marcante e raízes que se entrelaçam: indígenas, espanholas e afro-caribenhas dão vida a um sabor acolhedor e autêntico. Em muitos momentos, aliás, ela lembra a nossa gastronomia. O Gallo Pinto é o protagonista do cardápio local. Essa mistura de arroz, feijão (preto ou vermelho, dependendo da região), Salsa Lizano e coentro está presente até no café da manhã, geralmente acompanhada de ovos, queijo frito, bananas ou tortillas. Já o Casado cumpre o papel do “PF” costarriquenho: arroz, feijão, uma proteína (frango, peixe ou carne), salada fresca e plátanos fritos. Simples, mas nutritivo e cheio de sabor.
Já os Patacones, fatias de banana-da-terra verde esmagadas e fritas, são presença constante como acompanhamento. Crocantes por fora e macios por dentro, costumam vir com guacamole ou feijão preto. De fato, a banana aparece em quase todas as refeições, criando um elo curioso com nossa própria cozinha tropical.
Casado, que é como o PF brasileiro
Patacones com frijoles
Ceviche caribenho em Puerto Viejo
Banana Frita com avocado
Prato típico da Costa Rica caribenha
Já no litoral, o ceviche ganha versões variadas, sempre com respeito à diversidade de frutos do mar. No Caribe, por exemplo, o destaque é o Rondón, ensopado cremoso que mistura peixe, frutos do mar, leite de coco e raízes — prato que traduz a herança afro-caribenha da região. Portanto, com simplicidade e frescor, a gastronomia costarriquenha conquista pelo sabor que reflete a identidade do país.
Conclusão: viver a Pura Vida
Compacta, biodiversa e acolhedora, a Costa Rica é um destino de aventura que oferece muito mais do que se imagina. Seja nos vulcões da região central, nos cafezais que contam histórias de sustentabilidade, nas aventuras pelo Rio Pacuare ou nas praias caribenhas de Puerto Viejo, este pequeno país na América Central entrega experiências únicas e autênticas. Viver a Pura Vida é entender que a Costa Rica vai além de um destino turístico: é uma imersão em uma filosofia de vida que celebra presença, gratidão e simplicidade.
A Bodega Norton, tradicional vinícola em Mendoza, celebra 130 anos de história. Fundada em 1895, foi a primeira a se estabelecer em Luján de Cuyo, região considerada berço do Malbec argentino, e pioneira também no cultivo de variedades pouco comuns no país, como a uva austríaca Grüner Veltliner. Localizada aos pés da Cordilheira dos Andes, a Bodega Norton possui mais de 1.200 hectares de vinhedos próprios distribuídos em diferentes terroirs, o que garante diversidade e autenticidade em seus vinhos. Reconhecida internacionalmente, a vinícola combina tradição centenária com inovação, sendo um dos grandes símbolos da enologia argentina. Para comemorar a data, a tradicional vinícola em Mendoza realizou um evento exclusivo no Rio de Janeiro, reunindo convidados para um dia de celebração.
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Tradicional vinícola em Mendoza
A experiência no Rio incluiu uma degustação dirigida de quatro vinhos icônicos da marca e o lançamento de um rótulo especial de aniversário: um Malbec varietal único, produzido em edição limitada de apenas 2 mil garrafas Magnum, envelhecido por 12 meses em barricas de carvalho. O enólogo David Bonomi, referência no cenário do vinho argentino e responsável técnico da Bodega, conduziu a apresentação. Ele destacou a trajetória da Norton, sua relevância na viticultura de Mendoza e a parceria de longa data com a Casa Flora, distribuidora oficial da marca no Brasil.
A degustação começou em clima de celebração, com um brinde de espumante Norton. Em seguida, os convidados apreciaram o Grüner Veltliner 2022, um branco fresco e elegante, seguido pelo Privado 2022 (blend de Malbec, Cabernet Sauvignon e Merlot). O momento ganhou ainda mais intensidade com o Gernot 2019 (Malbec, Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon) e foi coroado pelo aguardado Malbec 130 anos, verdadeiro símbolo da tradição e da inovação que acompanham a Bodega desde sua fundação.
130 anos da tradicional vinícola em Mendoza
Gernot 2019, da Bodega Norton
Enoturismo na Bodega Norton, em Mendoza
Localizada a apenas 20 minutos da cidade de Mendoza, a Bodega Norton convida visitantes a viver experiências inesquecíveis aos pés da Cordilheira dos Andes. A vinícola abriga a maior adega subterrânea da América do Sul, vinhedos centenários exclusivos e jardins emblemáticos assinados pelo renomado arquiteto paisagista Carlos Thays. Há diversas experiências, como, por exemplo, visitas guiadas seguidas de degustação, fazer o seu próprio vinho e passear de bicicleta pelos vinhedos, além do restaurante La Vid, que harmoniza pratos regionais com os grandes vinhos da casa.
Uma homenagem à paixão pelo vinho e ao legado de uma das vinícolas mais emblemáticas da Argentina!
Entre tantos destinos caribenhos, as Ilhas Cayman se destacam pela combinação rara de natureza exuberante, estrutura de alto padrão e hospitalidade elegante. Mas foi no Ritz‑Carlton Grand Cayman que encontrei o que pode ser descrito, sem exagero, como o melhor hotel das Ilhas Cayman. Localizado na famosa Seven Mile Beach, o resort oferece uma infraestrutura completa para quem busca conforto com identidade: são cerca de 365 quartos e suítes elegantes, um spa luxuoso com tratamentos autorais, duas piscinas que se alternam entre tranquilidade e animação, seis restaurantes com propostas variadas — incluindo o premiado Blue by Eric Ripert — além de uma equipe atenta, que cuida dos mínimos detalhes para transformar a estadia em experiência. Seja para casais em clima de romance, famílias em férias ou viajantes solo em busca de bem-estar e boa gastronomia, o Ritz‑Carlton consegue unir sofisticação e naturalidade em uma medida que poucos hotéis conseguem equilibrar. E o melhor: tudo isso a apenas 1h40 de voo de Miami.
Renata Araújo no Ritz‑Carlton Grand Cayman
Piscina do Ritz‑Carlton Grand Cayman
No lobby do Ritz‑Carlton Grand Cayman
Refúgio tropical nas Ilhas Cayman: The Ritz-Carlton
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Acomodações que unem conforto absoluto e sofisticação
Com aproximadamente 365 acomodações entre quartos e suítes, divididas em diversas categorias com vista para o jardim, piscina ou mar, o Ritz‑Carlton Grand Cayman oferece opções para diferentes perfis de viajantes. Ao entrar na minha suíte, senti de imediato aquele silêncio bom, que só os hotéis com isolamento acústico de qualidade oferecem. A cama king size, com lençóis macios e travesseiros que abraçam, convida a um descanso reparador. A decoração segue um estilo contemporâneo com toques caribenhos sutis, e a funcionalidade do quarto impressiona: armários amplos, gavetas espaçosas, uma TV de plasma bem posicionada e cortinas blackout que escurecem totalmente o ambiente — ideal para quem gosta de dormir até mais tarde, como eu.
Mesa de apoio, TV e bancada no quarto
Minha suíte com cama king size no Ritz-Carlton Grand Cayman
Sala de estar The Ritz-Carlton Suite
O banheiro de umas das suítes do The Ritz-Carlton
Detalhes que fazem a diferença
Outro diferencial: o turn down service todas as noites, aquele cuidado silencioso que transforma o retorno ao quarto numa experiência ainda mais acolhedora. O banheiro, todo em mármore claro, tem duas pias, amenities premium, toalhas felpudas e roupões confortáveis. Portanto, um ambiente que transmite cuidado nos mínimos detalhes.
Banheiro da suíte no Ritz‑Carlton Grand Cayman
Banheiro do Ritz‑Carlton Grand Cayman
Roupões disponíveis no banheiro
Me hospedei no andar mais alto do hotel, e isso fez toda a diferença. A vista da varanda era de tirar o fôlego: a piscina em primeiro plano e o mar do Caribe se estendendo até o horizonte. Era praticamente impossível desgrudar os olhos daquele cenário — uma pintura viva, em movimento, que começava com luz suave pela manhã e se transformava em espetáculo ao entardecer.
O visual do meu quarto no The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Que tal ter esta vista ao acordar no The Ritz-Carlton, Grand Cayman?
E claro, a cafeteira Nespresso no quarto tornou esse momento ainda mais especial, com cafés silenciosos entre céu, mar e sofisticação. Além disso, o quarto contava com um frigobar completo, que trouxe ainda mais conforto à experiência. Como gesto de boas-vindas, recebi um kit exclusivo com bolsa de praia, protetores solares, camisas à prova d’água e até uma garrafa de vinho. Fui, sem dúvida, extremamente mimada — e cada detalhe parecia pensado para me surpreender com carinho e elegância..
Mimos na chegada ao Ritz‑Carlton Grand Cayman
Minibar com cafeteira e guloseimas
Frigobar recheado
Gastronomia de altíssimo nível, com toque autoral
O resort abriga seis restaurantes, todos com propostas distintas e ambientes cuidadosamente desenhados para atender diferentes momentos do dia.
Alta gastronomia no Blue e jantar à beira-mar no Saint June
O elegante Blue by Eric Ripert, único com classificação AAA Five Diamond no Caribe, oferece alta gastronomia marinha em ambiente interno, sob comando do chef italiano Michele Tenzone. Técnica refinada, apresentação impecável e ingredientes locais traduzem a filosofia de Eric Ripert com sofisticação e leveza — uma verdadeira experiência para quem aprecia menus degustação em ritmo de ritual. E o que complementa tudo isso é o serviço irretocável: discreto, atento e absolutamente afinado. A equipe conduz cada etapa da noite com precisão e gentileza, criando uma atmosfera de respeito e celebração à boa mesa.
O renomado Blue no Ritz‑Carlton Grand Cayman
Delicadeza na apresentação dos pratos
Renata Araújo e o chef italiano Michele Tenzone
Alta gastronomia no The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Um jantar romântico no sofisticado Blue, dentro do RC Grand Cayman
Renata Araújo e o chef Eric Ripert, na premiação gastronômica francesa La Liste
Mas foi no Saint June, de frente para a praia, que vivi um jantar memorável em todos os sentidos. O restaurante, com menu inspirado na culinária sul-americana e atmosfera elegante à beira-mar, foi o cenário de um pôr do sol inesquecível. Provei um camarão suculento e perfeitamente grelhado, experimentei o pão de queijo local — surpreendente na textura e no sabor — e encerrei com churros crocantes por fora, macios por dentro. Antes disso, participei de uma animada aula de coquetelaria com a equipe do bar. Dois momentos completamente diferentes — e igualmente marcantes.
No bar do Saint-June, no The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Aula de coquetelaria no The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Hora de degustar o drinque, acompanhado de nachos e guacamole
Saint-June, restaurante à beira da praia
Renata Araújo e um pôr do sol cinematográfico nas Ilhas Cayman
Pratos locais e snacks no Saint-June
Churros de sobremesa no jantar no Saint-June, no Ritz-Carlton, Grand Cayman
Restaurantes para além do Caribe
Para quem busca um jantar mais clássico, o Seven combina cortes premium de carne Niman Ranch com um ambiente sofisticado e vista para o mar. É também onde é servido o excelente café da manhã do hotel, com buffet farto e pratos à la carte preparados na hora — uma combinação de variedade, frescor e serviço impecável. Já o Taikun é o japonês da casa — refinado, com ingredientes autênticos e apresentações impecáveis. O Silver Palm, bar no coração do resort, é ideal para um fim de tarde com rum caribenho, charutos selecionados e música ao vivo — e foi ali que tive uma aula sobre rum inesquecível.
Restaurante Seven no The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Ambiente elegante do Restaurante Seven
Renata Araújo e marido Marcelo Castello Branco no jantar no Seven
Ambiente interno do Taikun, no The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Sommelier do Taikun, restaurante japonês do The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Rolls variados no Taikun
O bar Silver Palm
Com o mixologista na minha aula de rum
Nossos acessórios para a aula de rum no Silver Palm
No almoço, minha melhor surpresa foi no Andiamo Circolo Sportivo, restaurante italiano à beira da marina. Em sua versão recém-renovada, a casa celebra a tradição das massas frescas e oferece um ambiente casual-chique com ótima vista.
Renata Araújo no Andiamo
Massas frescas no restaurante italiano do The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Detalhe para o carrinho de sorvetes na área externa
Restaurante Andiamo Circolo Sportivo, no The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Vale lembrar que em janeiro o hotel sedia o Cookout Cayman, festival gastronômico que reúne grandes chefs internacionais — incluindo o próprio Eric Ripert — e transforma o resort em um polo efervescente de alta gastronomia à beira-mar.
Bem-estar completo: spa, esportes e praia
Durante minha estadia, tive a chance de explorar o lado mais relaxante e revigorante do hotel. No spa Silver Rain, experimentei dois tratamentos que se complementaram perfeitamente: um facial profundamente hidratante e um corporal relaxante com toques caribenhos, ambos conduzidos por terapeutas experientes em salas elegantes e silenciosas. A academia do resort é moderna, ampla e muito bem equipada, perfeita para manter a rotina mesmo em viagem. Além disso, participei de uma aula de yoga (que pode ser ao ar livre )— mas o calendário de bem-estar ainda inclui pilates, meditação guiada e treinos personalizados.
Hora da massagem no SPA do Ritz Carlton
Sala de massagem no SPA
Aula de Yoga no The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Academia bem equipada no The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Com a instrutora de yoga
Para quem prefere o mar, o Ritz Carlton oferece uma seleção variada de esportes náuticos, com segurança e assistência constantes. E para aproveitar a praia com conforto, as opções são generosas: espreguiçadeiras estrategicamente posicionadas e cabanas privativas à beira-mar garantem sombra, serviço e silêncio. Passei um dia inteiro em uma dessas cabanas, sendo mimada como em um verdadeiro “dia de princesa” — com direito a snacks, bebidas geladas e vista de cinema.
Cabana privativa do The Ritz-Carlton, Grand Caymanm!
A praia paradisíaca em frente ao hotel
O The Ritz-Carlton, Grand Cayman visto do mar
Renata Araújo na praia em frente ao hotel
Uma das piscinas do The Ritz carlton grand cayman
Uma praia que parece piscina
A Seven Mile Beach, eleita constantemente como uma das praias mais bonitas do mundo, é uma presença constante no horizonte do hotel. A areia branquíssima, como talco, contrasta com o mar transparente e calmo — que mais parece uma piscina natural. Aliás, muitas vezes deixamos as piscinas do hotel de lado justamente por isso… embora elas também mereçam destaque: uma mais tranquila, perfeita para relaxar com um livro; outra mais vibrante, com bar molhado e serviço atencioso.
Renata Araújo na paradisíaca Seven Mile Beach
Seven Mile Beach, certamente uma das praias mais bonitas do mundo
Na piscina do The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Serviço de bar na praia do The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Em uma das praias mais deslumbrantes que já vi: Seven Mile Beach
Um mar sem igual na Seven Mile Beach
Atividades para todos os estilos
Apesar de ser um hotel ideal para casais em clima de romance — e o jantar ao pôr do sol é prova disso — o melhor hotel das Ilhas Cayman também é extremamente receptivo para famílias e viajantes ativos. Fiz caminhadas longas pela praia, corri descalça na areia e contemplei demais a infinita paisagem. Enquanto isso, para quem preferir, os esportes náuticos são organizados com excelência e agradam adultos e crianças.
Piscina infantil com brinquedos aquáticos no The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Quadra de basquete no The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Mergulho com arraias e estrelas-do-mar: entre o frio na barriga e o coração cheio
Durante minha estadia no Ritz-Carlton, reservei um dos passeios mais clássicos das Ilhas Cayman — e não imaginava o quanto ele me marcaria. Embarcamos numa lancha privativa, com todo o conforto e atenção da equipe local, e em apenas 20 minutos de navegação sobre águas cristalinas, chegamos ao ponto mais famoso da região: a Stingray City. Ou seja, Cidade das Arraias.
Passeio de barco no Quadra de basquete no The Ritz-Carlton, Grand Cayman
Renata Araújo chegando na Stingray City
Cidade das Arraias nas Ilhas Cayman
O local é formado por bancos de areia no meio do mar, onde as arraias nadam livremente em seu habitat natural. Ao ver as primeiras se aproximando, confesso que hesitei. São grandes, silenciosas, elegantes — e um pouco intimidantes no início. Bateu aquele frio na barriga típico de quem sabe que vai viver algo novo. Pensei, por um instante, em apenas observar de longe. Mas, com a delicadeza dos instrutores e a sensação de segurança que transmitiam, fui me soltando, pé ante pé, até entrar na água. E que bom que entrei.
Ao encostar pela primeira vez em uma arraia, senti uma mistura de adrenalina e respeito. A pele macia, quase gelatinosa, o movimento sutil e a leveza com que elas circulavam ao nosso redor criaram uma conexão rara. Foi uma daquelas experiências que mudam algo em você — me lembrou que é possível sair da zona de conforto e, ainda assim, se sentir acolhida.
Momento inesquecível: nadar com as arraias!
Com as arraias nas Ilhas Cayman
Um dia inesquecível nas Ilhas Cayman
Depois, seguimos para outro ponto mágico: a Starfish Point, uma praia quase secreta onde estrelas-do-mar repousam no fundo raso e transparente. Lá, tudo convida à contemplação. Segurei duas delas com delicadeza, ainda submersas, admirando os tons alaranjados e as texturas singulares. A orientação é clara: jamais tirá-las da água, pois isso compromete sua sobrevivência. A consciência ambiental está presente o tempo todo, e isso fez toda a diferença.
Starfish Point, paraíso nas Ilhas Cayman
Orientações importantes sobre as estrelas do mar
Renata Araújo com as estrelas do mar
Não podemos tira-las da agua, apenas tocar!
Renata Araújo na Starfish Point
Passeio de barco na Starfish Point
Foi, sem dúvida, uma das vivências mais impactantes que já tive em viagens — e pensar que quase perdi tudo isso por medo me faz sorrir agora. Brinco que o susto inicial virou carinho, e que as arraias, que pareciam assustadoras, acabaram me ensinando a flutuar num lugar onde o mar e a memória se encontram.
Além disso, durante o passeio de barco também passamos por algumas das mansões imponentes que margeiam a região. É curioso ver como as Ilhas Cayman carregam esse contraste: de um lado, a natureza em estado puro, do outro, o glamour de um destino que há muito tempo conquistou o coração dos “rich and famous”. Entre águas cristalinas e casas dignas de filmes, fica a sensação de estar navegando em um cenário onde o luxo se mistura à serenidade caribenha.
Mansões nas Ilhas Cayman
Passeio de barco pelas Ilhas Cayman
Mansões à beira-mar nas Ilhas Cayman
Destino de rich and famous no Caribe: Ilhas Cayman
Conclusão do melhor hotel das Ilhas Cayman
O hotel mais sofisticado e completo das Ilhas Cayman é aquele que oferece luxo com alma, paisagens com poesia e experiências que ficam na pele. O Ritz‑Carlton Grand Cayman consegue tudo isso — com o toque certo de elegância, autenticidade e acolhimento. E a experiência já começa no desembarque, com o transfer exclusivo do hotel nos esperando quase que na porta do avião!
Transfer do The Ritz-Carlton, Grand Cayman super eficiente
Grand Cayman fica apenas 1h40 de Miami!
Ilhas Cayman definitivamente superou todas as expectativas!
As Ilhas Cayman ficam a apenas 1h30 de voo de Miami, com voos diretos diários partindo dos Estados Unidos — o que torna o destino ainda mais acessível para quem já estiver por lá. Para viajantes que saem do Brasil, o caminho mais comum é voar até Miami, Panamá ou Cidade do México e seguir com uma conexão para o aeroporto de George Town, capital das Ilhas Cayman. Uma travessia tranquila que entrega, no destino final, mar azul turquesa, serviço impecável e certamente dias de puro deleite caribenho.
Texto: Renata Araújo. Setembro de 2025 Fotos: Divulgação e Renata Araújo
Com infraestrutura de primeiro nível, alma caribenha e paisagens surpreendentes, o Panamá revela muito mais do que se imagina — especialmente para quem decide explorar sua capital com tempo e curiosidade. Portanto, o que fazer na Cidade do Panamá? A resposta passa por hotéis sofisticados, passeios que equilibram natureza e história, rica gastronomia e boas oportunidades de compras. Moderna, vibrante e cercada por verde, a capital panamenha é daquelas que surpreendem logo na chegada. O skyline arrojado contrasta com o charme colonial do Casco Antiguo, ideal para caminhadas a pé. E entre um rooftop contemporâneo e uma tarde de compras em shoppings bem estruturados, fica claro: trata-se de um destino plural, que vai muito além do famoso canal.
O Panamá pode até ser passagem para muitos, mas é ponto de chegada para quem sabe observar. Confira, então, este roteiro completo para quem busca cultura, conforto e autenticidade — seja em um stopover estratégico ou em uma viagem com mais tempo.
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Como chegar ao Panamá
Voos diretos da Copa Airlines saem diariamente do Brasil rumo à Cidade do Panamá. O Aeroporto Internacional de Tocumen é um dos mais bem conectados das Américas, ideal para quem combina roteiros ou opta por stopover. Com a possibilidade de permanecer até sete dias sem custo adicional, o Panamá se torna uma excelente escolha tanto para estender a viagem quanto como destino principal.
Renata Araújo na executiva da Copa Airlines
Aeroporto Internacional de Tocumen
O que fazer na Cidade do Panamá
Poucos lugares reúnem, com tanta naturalidade, o dinamismo de uma metrópole e a cadência de um destino tropical. Por lá, os arranha-céus se contrastam com o céu caribenho, enquanto bairros históricos revelam o passado colonial em contraste com restaurantes contemporâneos, galerias de arte e cafés de esquina. Ali, o urbano e o natural convivem em equilíbrio. Seja para famílias que querem combinar cultura, natureza e relaxamento; Para viajantes curiosos, que gostam de unir história e lifestyle ou Para executivos em trânsito que buscam conforto e bons restaurantes. O Panamá é plural, e sabe receber todos com eficiência.
A vista do Edificio Administrativo da Cidade do Panamá
Renata Araújo na Cidade do Panamá
Centro Moderno da Cidade do Panamá
Passear pelo Casco Antiguo: charme histórico com alma caribenha
Também conhecido como Casco Viejo, o bairro fundado em 1673 é Patrimônio Mundial da UNESCO. Passear por suas ruas de pedra é como voltar no tempo: igrejas coloniais, praças elegantes e construções restauradas hoje abrigam hotéis boutique, cafés autorais e galerias de arte. Vale parar na Catedral Basílica Santa María la Antigua, a igreja mais importante da Cidade do Panamá, que fica na bela Plaza de la Independencia. Sua construção começou em 1688, pouco após a fundação do Casco Antiguo, e levou quase 108 anos para a conclusão da obra.
Centro histórico da Cidade do Panamá
A Plaza de la Independencia
Arquitetura no Casco Viejo, na Cidade do Panamá
Renata Araújo no Centro Histórico da capital panamenha
Outra igreja que certamente vale a visita é a Igreja de San José, construída entre 1671 e 1677, com seu altar folheado a ouro. Uma imersão charmosa, onde o passado encontra o presente com harmonia. Além disso, é também no Casco Viejo que ficam as ruínas do Antigo Convento de Santo Domingo, mais conhecido como Arco Chato. A igreja foi construída em 1678 e atingida por um incêndio em 1756.
Igreja de San José na cidade do Panamá
Detalhes em ouro na Igreja San José
Renata Araújo nas ruínas do Antigo Convento de Santo Domingo
Ruínas históricas na Cidade do Panamá
Conhecer o Canal do Panamá: grandiosidade e história
Mesmo se você tiver pouco tempo na cidade, conhecer o Canal do Panamá é um passeio imperdível. Uma das maiores obras de engenharia do mundo, o Canal foi criado em 1914 para conectar o Oceano Atlântico com o Pacífico, poupando assim, os navios de terem que dar toda a volta no continente. Atualmente, este canal movimenta cerca de 6% de todo o comércio marítimo global, quase 14 mil navios por ano, encurtando rotas, tempos e custos em volumes que aquecem mercados e abastecem famílias.
Equipamentos e navios no Canal do Panamá
Renata Araújo no Canal do Panamá
Vendo de perto o funcionamento do Canal
Visitei as imponentes eclusas de Miraflores, que são como elevadores gigantes, onde é possível observar de perto o funcionamento do canal e o tráfego dos navios. É admirável observar a precisão das comportas, o trabalho dos rebocadores e a proximidade com embarcações gigantescas que passam a poucos metros. Já o impressionante edifício administrativo do Canal do Panamá, uma construção de beleza arquitetônica e importância histórica, abriga órgãos-chave desde 1914 e me encantou com seu lobby imponente e relevância simbólica.
Canal do Panamá
Detalhes da história do Canal
Renata Araújo no Canal do Panamá
Detalhes no teto do Edificio Administrativo
Nos pilares lindos do Edificio
Navegar pelo Lago Gatún
Outra atividade que também dá para fazer no Canal do Panamá é o passeio de barco pelo Lago Gatún, corpo de água artificial que surgiu em 1913 com a construção do canal do Panamá. Naveguei entre paisagens exuberantes da fauna e flora locais e da região de Gamboa, que abriga uma cidade e a famosa Gamboa Rainforest Reserve, e avistei até macacos e pássaros. Tudo isso em meio à vegetação luxuriante que cerca o lago artificial símbolo da construção do Canal.
Renata Araújo no passeio de barco no Panamá
Passeio de barco no Lago Gatún
Iguana no caminho do passeio
Fazer compras nos outlets
Com grandes shoppings como o Albrook Mall, Multiplaza e os outlets da cidade, o Panamá também atrai quem busca compras com preços competitivos. Marcas internacionais, boas ofertas e estrutura confortável garantem um intervalo interessante entre passeios culturais.
Albrooks Mall, o maior shopping do Panamá
MultiPlaza na Cidade do Panamá
Onde ficar na Cidade do Panamá
The Santa Maria, a Luxury Collection Hotel & Golf Resort– Da rede Marriott, o hotel é um verdadeiro refúgio urbano que une sofisticação, conforto e identidade local. Localizado no bairro Santa Maria e a 15 minutos do aeroporto, conta com 182 quartos e suítes amplos, campo de golfe com 18 buracos, SPA, três opções gastronômicas e um paisagismo muito bem cuidado. Leia aqui nossa experiência completa neste hotel de luxo na Cidade do Panamá.
Renata Araújo no The Santa María
Café da manhã completo no The Santa Maria
Suíte no The Santa Maria
W Panama– Elegância urbana com toque cosmopolita em pleno coração do distrito financeiro da Cidade do Panamá. O W conta com rooftop vibrante, design contemporâneo, 203 acomodações e vista panorâmica do skyline moderno da cidade.
Suíte com vista no hotel no Panamá
Restaurante do W Panamá
Onde comer na Cidade do Panamá
Maagoo Fish Tacos – Um achado local para quem valoriza sabor autêntico sem firulas. Com ambiente descontraído e menu focado em peixes frescos, a casa é referência em tacos bem temperados, tortillas artesanais e molhos feitos na hora. Ideal para um almoço leve ou pausa entre passeios — sem perder o sabor panamenho de verdade.
Restaurante super descontraído e tipico
Tacos simples mas saborosos na Cidade do Panamá
Restaurante Mestizo – The Santa Maria – Premiado com o World Luxury Restaurant Award 2024, o restaurante do hotel The Santa Maria é aberto também a não hóspedes e aposta na culinária panamenha contemporânea. Os ingredientes locais ganham novas texturas e interpretações em pratos autorais, criativos e cheios de personalidade. Serviço atencioso, ambiente elegante e uma carta de vinhos que faz jus à experiência.
Charmoso restaurante Mestizo no The Santa Maria, no Panamá
Renata Araújo no Mestizo
The Grill House Fish and Steak – The Santa Maria – Também dentro do hotel e vencedor do World Culinary Award 2024, o restaurante é especializado em cortes nobres de carne e frutos do mar frescos. O ambiente sofisticado é ideal para jantares especiais. Os acompanhamentos mantêm o mesmo nível de excelência e a adega impressiona pela variedade e curadoria.
Renata Araújo no The Grill House
Menu de excelência no The Grill House
Portanto, se você ainda não considerou o Panamá como parte do seu próximo roteiro, talvez seja hora de rever os planos. Seja entre voos ou como parte do roteiro, vale aproveitar e explorar com calma esse destino.
Por Renata Araújo. Setembro de 2025. Fotos: Renata Araújo e Divulgação