Em uma cidade tão grande e diversa, achar o hotel ideal é imprescindível. Pois, fui muito feliz na minha escolha do Radisson Faria Lima, um ótimo hotel em São Paulo.
Muito bem localizado, entre a famosa Avenida Cidade Jardim e a badalada Rua Amauri, à uma quadra da Avenida Faria Lima – região considerada como o novo centro empresarial e de entretenimento da cidade – o hotel me permitiu ir a pé para vários lugares, já que está cercado de restaurantes, bares e do excelente shopping Iguatemi – onde por acaso eu tinha um compromisso.
Ele também está bem perto de lugares centrais, como a Avenida Paulista, Berrini e Nações Unidas, além dos outros shoppings: JK e Cidade Jardim. O staff me pareceu super eficiente, gentil, sempre sorridente e disposto a ajudar. O que faz toda a diferença quando estamos fora de casa a trabalho e temos problemas de última hora a resolver.
Com visual sofisticado e ambiente aconchegante, o hotel tem o lobby integrado à área do bar e do restaurante – onde é servido o farto café da manhã – e conta com 196 apartamentos divididos em 18 andares, decorados em tons amadeirados em um misto de formas clássicas e contemporâneas.
Achei o quarto com um tamanho ideal, fiquei em uma suíte royal, de 64m², no 16o andar, um ambiente funcional, onde tudo parecia muito novo e bem cuidado. Várias tomadas e adaptadores – importantíssimo nos dias de hoje – e um banheiro com tudo que precisamos, inclusive os mimos chiquérrimos da L’Occitane, além de um de mini ofurô para os pés, com sais da marca Granado, convidativo depois de um dia intenso de trabalho.
Nesta categoria de quarto, você pode escolher o jornal de sua preferência e café da manhã no apartamento como cortesia, além de uma lavanderia por dia e serviço de fazer e desfazer malas. Um luxo!
Todos os quartos contam ainda com ar condicionado com aquecedor, TV LCD 42 polegadas, estação de trabalho, luminária, telefone, internet – sinal perfeito, aliás – dock com entrada para ipod e rádio relógio, ferro e tábua de passar, cafeteira elétrica, minibar, secador de cabelo, balança, amenities, garrafa de água, cama de casal ou solteiro e sacada com vista para a região da Faria Lima.
Nota-se que os apartamentos foram reformados recentemente, além de suas instalações terem passado por um completo retrofit.
A Radisson está presente em mais de 77 países e é administrado no Brasil pela rede Atlantica Hotels. Inaugurado há dez anos, o Radisson Faria Lima conta ainda com estacionamento (com manobrista), Fitness Center e piscina climatizada, localizados em uma cobertura com vista privilegiada de 360º para a cidade de São Paulo.
Seja para o hóspede que está a lazer ou a trabalho em São Paulo, o hotel é ideal para quem procura um ambiente moderno, de bom gosto e requinte, bem ao estilo da cidade.
De 6 a 12 de outubro acontece o Encontro Internacional VinhoETC, online e gratuito. O encontro é idealizado pelo publicitário e co-fundador do site VinhoETC Eduardo Rezende, e por Edson Mauro. O evento é para os amantes do vinho que buscam mais conhecimento sobre o assunto e sobre a enogastronomia.
Jean Claude CaraCecilia Aldaz
Durante os sete dias, serão cerca de dezesseis especialistas, nacionais e internacionais, como o franco-brasileiro Jean Claude Cara – mora em Bourgogne, capital dos vinhos, é consultor, chef de cozinha e escritor – a argentina Cecilia Aldaz, que atualmente é sommelier do Restaurante Oro e os brasileiros Dionísio Chaves – um dos mais premiados sommeliers, dono do Restaurante Duo e o Bottega del Vino – e Deise Novakoski – reconhecida primeira sommelier do Brasil. Serão três palestras por dia sobre temas variados a respeito do mundo do vinho. Para participar, é preciso se cadastrar no site e as vagas são limitadas. Por lá você também pode conferir tudo sobre as palestras, como horários, palestrantes e temas.
O cantor Roberto Carlos acabou de se apresentar no Radio City Music Hall, em Nova Iorque. A tradicional casa de shows de NY, estava lotada na última sexta-feira, com um público misto de brasileiros e latinos, moradores da cidade e newyorkers curiosos. Não à toa, Roberto cantou várias músicas em espanhol – uma em inglês – e alternou entre os dois idiomas quando se comunicava com o público.
Sucessos como “Amigo”, “Café da manhã”, “Jesus Cristo”, entre outros, estavam no repertório e levaram a plateia ao delírio. Roberto também homenageou sua terra natal ao cantar “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso, e lembrou a mãe, falecida há 5 anos – notícia que ele soube quando se apresentava no mesmo teatro – ao cantar “Lady Laura”. Um momento emocionante!
Tive a chance de sentar bem em frente ao Rei e pude fazer essa fotos incríveis, além do vídeo que você pode ver a seguir. Me senti uma sortuda ao ganhar uma rosa de Roberto Carlos, cena que já vimos tantas vezes pela TV.
E quando terminou o show, é claro que tinha que ir dar um abraço nele no camarim. Roberto foi muito simpático e recebeu poucos convidados. No backstage, tudo muito bem organizado por sua equipe, super profissional.
Foi uma noite memorável, em que nos enche de orgulho ser brasileiro e só confirma o carisma do Roberto, artista único, que agrada um público internacional e de todas as classes. Destaque para a excelente banda, comandado pelo maestro Eduardo Lage e que o acompanha durante toda a carreira. Vida longa ao Rei!
Quem estiver vindo para Nova Iorque, vale a pena dar uma olhada na programação completa do Radio City Music Hall, é só acessar o site do teatro. De 7 de Novembro a 31 de Dezembro, as famosas Rockettes se apresentam com o show de Natal mais famoso de Nova Iorque.
Estive recentemente na capital americana para onhecer os Hotéis Marriott em Washington DC. É lá que fica a sede da marca. A Marriott chamou um grupo de jornalistas para visitar alguns dos estabelecimentos da cidade.
Ficamos hospedados no hotel Renaissance, hotel boutique da rede, super central. Fizemos um post aqui e adoramos.
Visitamos também o JW Marriott D.C., (primeiro da marca na cidade). Tivemos um super coquetel na suíte Presidencial deste hotel de luxo. Ele é frequentado constantemente pelos presidentes, não só americanos, mas de outros países.
Localizado na famosa avenida Pennsylvania, o hotel tem diárias bem razoáveis, levando em conta seu alto padrão (hoje no site U$189). O JW Marriott fica pertinho de pontos turísticos, como a Casa Branca, o National Mall e o Newseum (museu do jornalismo). Ele conta com o restaurante Avenue Grill, de onde pudemos provar alguns petiscos bem gostosos. Destaque para as ostras e o delicioso crab cake, característicos da região de Maryland.
São mais de 700 quartos, todos decorados em estilo contemporâneo, divididos em 15 andares e com uma linda vista da cidade. Um super hotel, o JW Marriott D.C.
No dia seguinte, visitamos o head quarter da Marriott, onde eles tem o chamado innovation lab, é lá que eles pensam no tamanho, funcionalidade e estilo dos quartos, de acordo com cada marca da rede. Foi bem interessante ver como as características variam, de acordo com o estilo de cada país. Vimos vários protótipos de quartos, bem diferentes entre si. É necessária muita pesquisa para criar o quarto perfeito, o que pode chegar a um ano.
Deu para perceber que a rede é bem preocupada com o conforto e satisfação dos hóspedes e que estão sempre tentando se renovar e ficar up to date, um exemplo é o serviço de mobile check in – ou seja poder fazer o check in através do aplicativo e sem precisar passar pela recepção. Ideal genial e que economiza tempo do viajante, algo precioso.
Foi de lá da sede, que fica em Bethesda, que entrei ao vivo para o Estúdio i, dando dicas da cidade. Agradeço o apoio da equipe do Marriott, aliás. Quem perdeu, é só acessar o link.
De Maryland, partimos para Arlington, em Virginia, estado vizinho, onde conhecemos o Residence Inn Ballston, hotel novo, inaugurado há pouco mais de um ano. A marca Residence Inn é dedicada aos que querem ter uma longa temporada, geralmente quem está se mudando para aquela cidade, os chamados ex patriados. Ou quem tem um trabalho que vai durar um mês, por exemplo. Ou seja, quanto mais tempo o hóspede fica, mais barata sai a diária. Em inglês, se diz extend day property.
E o Residence Inn Ballston, está muito bem equipado para isso. São mini apartamentos, muito bem equipados, com tudo que o “morador” precisa, além de áreas comuns com jardim, academia, piscina, lavanderia, etc. Tudo incluído na diária.
De lá, fomos para o Courtyard Washington DC, de volta à cidade, onde fizemos um pequeno tour. É um hotel também novo, com 149 quartos, ideal para o hóspede que não quer gastar muito. As diárias começam em U$139.
Ainda visitamos o Marriott Georgetown, mais sofisticado, no bairro mais charmoso da região e com um lobby bem vibrante e contemporâneo. Fomos recepcionados com um simpático coquetel, onde provamos drinques e petiscos locais. O restaurante Atrium é conhecido por fazer pratos bem rápidos, inspirado nos viajantes a trabalho, sempre com pressa.
E para finalizar, a cereja do bolo, o elegantérrimo Ritz Carlton, também localizado no histórico bairro de Georgetown, em um prédio dos anos 30. Totalmente reformado, com 86 quartos, ele é o hotel preferido de George Clooney e Bradley Cooper quando estão na cidade.
O lobby tem cara de casa de alguém que a gente conhece, decoração moderna e de extremo bom gosto. Visitamos a sensacional royal suite, de 300 m2, que sai a bagatela de U$16.00 por noite e tivemos um jantar super chique no restaurante Fahrenheit, que foi perfeito para fechar nossa estadia. Com uma mesa muito bem decorada e com representantes da marca de luxo, foi uma noite mais do que agradável.
A marca Marriott está presente em 78 países e ao todo são mais de 4 mil hotéis em todo o mundo. Com tantos hotéis disponíveis, dá até vontade de viajar de novo, não?
Foi inaugurado há poucos meses o Les Jardins de Rio, hotel no Cosme Velho. O hotel boutique foi comprado e restaurado por um casal de franceses, que se interessaram pelo casarão. Ao lado da estação de trem do Corcovado, o hotel oferece hospitalidade aos turistas que preferem o silêncio e a natureza.
Fomos convidados para um brunch de domingo no jardim do hotel, à beira da piscina, com direito a música ao vivo. No cardápio, uma bela mesa de frios com pães variados, antepasto de berinjela servido em delicadas colheres e quiches, como a de queijo com bacon. Para acompanhar, garçons serviam taças de espumante, além de cerveja, vinho, sucos, refrigerante e água. Opções para todos os gostos.
O hotel, com decoração dos anos 70, tem apenas seis quartos. Sua estrutura irregular e suas paredes brancas dão todo um charme ao Les Jardins de Rio. A sala de estar principal é a que mais chama atenção, seja por seus 9m de altura, suas cadeiras coloridas, suas mesas em formato de quebra-cabeça ou o teto solar que nos permite ver o céu.
Os quartos são aconchegantes e coloridos, decorados com objetos de colecionadores, além da linda estante inspirada na Jukebox. Nem os banheiros escapam de uma decoração diferenciada: os espelhos têm luzes em volta, além de todos terem uma banheira. As varandas também estão presentes por todo o hotel.
Outro ponto alto do Les Jardins é o terraço, espaço reservado para os hóspedes que queiram pegar sol ou tomar um drink. Com um formato irreverente, as espreguiçadeiras e cadeiras de madeira têm uma vista para a Baía de Guanabara e para o Cristo Redentor, que infelizmente se escondeu atrás das nuvens neste dia.
Seja estrangeiro ou brasileiro, o fato é que o Les Jardins de Rio é o lugar ideal para quem quer curtir a natureza no meio da cidade grande!
O El Born: um charmoso bar de tapas em Copacabana, fica ali no burburinho bagunçado do bairro da zona sul. Com clima rústico, escuro, e um balcão convidativo, é mais uma boa opção para tomar um drink com os amigos.
Só ao sentar-se percebe-se que é um bar com características espanholas, aberto pelo proprietário de uma das redes mais bem sucedidas da cidade – Belmonte. Com um ambiente descontraído inspirado nos bares do bairro El Born em Barcelona, o cardápio mostra as principais influências catalãs, com direito a releituras e adaptações com ingredientes daqui.
Na nossa visita foi elaborado um menu especial, para que pudéssemos experimentar um pouquinho das especialidades da casa! No El Born, as tapas são denominadas “de autor”, já que são versões contemporâneas e muitas vezes inusitadas. Foi uma noite super agradável, com um atendimento atencioso e deliciosos sabores, que foram acompanhados por sangrias e diferentes (e novos) drinks criados pelo bartender Leonardo Mayrink.
Provamos as croquetas de jamón, bolinha de queijo de anjos, bocadillos variados (torradas com diferentes sabores), papas bravas gourmet, buraco quente e coca (uma espécie de pizza catalã). As croquetas e a coca estavam incríveis!
Enquanto saboreávamos as comidinhas, experimentamos a sangria de melancia – leve e refrescante! E os drinks: Nona – o queridinho da mesa (tomate cereja, vodca de manga e manjericão fresco), Judite ( tangerina, maracujá, jiló, manjericão com vodca de açaí e pêra). Estranho, eu sei, mas resultou em um drink doce, de cor viva e o jiló…se não estivesse na decoração do copo você nem perceberia!
Para finalizar e adoçar a noite, comemos um delicioso churros, sobremesa tradicionalíssima por lá. Um jantar para acalentar o coração daqueles, que assim como eu, sentem falta da Espanha!
Nosso objetivo de viagem era descansar e, ao mesmo tempo, desfrutar da região onde está localizado o Inhotim, museu a céu aberto com um dos mais relevantes acervos de arte contemporânea do mundo. Depois de alugar um carro no próprio aeroporto, viajamos 1h30 até a pousada Estalagem do Mirante, localizada no alto da Serra da Moeda, a 1.200 m de altitude, com vista para o Vale do Paraopeba.
Lugar perfeito pra quem quer paz, equilíbrio e distância da cidade grande. A Estalagem do Mirante fica a 35 Km do Inhotim, um passeio de aproximadamente uma hora de carro por uma linda estrada (de mão dupla) e pouco movimentada.
O Instituto Inhotim abriga uma série de pavilhões e galerias, com obras de arte expostas ao ar livre. Além de conhecer trabalhos dos principais artistas contemporâneos da atualidade – que vão de Yayoi Kusama e Adriana Varejão a Tunga e Cildo Meireles – o público é convidado a caminhar por belos jardins, onde arte e natureza se misturam de forma orgânica, fazendo da visita um momento daqueles que a gente lembra pra sempre e um programa para toda a família.
Percorremos o trajeto inteiro a pé, em dois dias, mas o parque conta com carrinhos de golfe, cujo passe é comprado junto com o ingresso na entrada. Para aqueles com necessidades especiais ou até mesmo mais preguiçosos, essa é a melhor opção.
O Inhotim merece a sua apreciação. Portanto, viaje com tempo. Pare, contemple e observe as obras de arte, sem olhar no relógio. Aproveite para deitar à beira dos lagos e relaxar nas espreguiçadeiras que estão por toda parte. E separe um tempinho para comer com calma, num dos deliciosos restaurantes do complexo.
Se você puder fazer sua visita ao Inhotim durante a semana, vai encontrá-lo mais vazio. Nós escolhemos a terça (neste dia a entrada é gratuita e o parque fica um pouco mais cheio) e a quarta. Dois dias são suficientes para a visita, mas você pode separar um terceiro para voltar às instalações de que mais gostou e curtir a natureza local, que integra a Rede Brasileira de Jardins Botânicos.
O Inhotim possui obras permanentes e itinerantes. Entre as minhas favoritas está o Galpão Cardiff & Miller, onde você vai encontrar uma intervenção sonora chamada “The Murder of Crows”: 98 caixas de som e algumas cadeiras colaboraram para uma das experiências artísticas mais interessantes e divertidas que já vivi.
O grande trunfo do Inhotim é cativar não só os amantes da arte como também formar um novo público que – depois dessa visita – vai descobrir o gosto por pintura, escultura, fotografia, instalações, ou seja, pela arte em suas mais diversas formas.
Eu diria que Inhotim é uma experiência, acima de tudo, sensorial e divertida. Entregue-se e boa viagem!
The Carlyle: luxo e tradição em NY. Não há maneira melhor para definir este hotel da rede Rosewood. Localizado na parte mais sofisticada da cidade, no Upper East Side, ele está a poucos quarteirões do Central Park, do museu Metropolitan e do lado do Whitney Museum (onde aliás está em cartaz uma exposição maravilhosa do artista Jeff Koons). Além de estar cercado de bons restaurantes e de algumas das melhores lojas de NY.
The Carlyle: Luxo e tradição em NY
A história do Carlyle
The Carlyle: luxo e tradição em NY, foi inaugurado nos anos 30 e se mantém até hoje como referência na hotelaria local. Já na entrada, nos deparamos com seu elegante lobby, reformado há alguns anos, e no mesmo andar seu restaurante, também chamado The Carlyle, onde é servido o café da manhã. e que também abre para almoço e jantar. Ambos com decoração discreta e de bom gosto, ao estilo inglês.
Por ser um hotel tradicional, é um dos poucos que mantém ascensoristas em seus elevadores, fato raro na cidade. Todos muito simpáticos, assim, como o staff no geral, sempre atencioso e disposto a ajudar. Desde os recepcionistas, passando pelos porteiros, como a equipe de concierge, muito bem informada, dando sugestões relevantes sobre a intensa programação na cidade e aptos a resolver problemas de última hora. Um exemplo, foi um sapato meu que arrebentou durante a viagem e eles prontamente resolveram sem que eu precisasse esquentar a cabeça. Ou seja, é o serviço de qualidade que faz toda a diferença quando nos hospedamos em um hotel de luxo.
O hotel do Woody Allen
Além disso, por ser uma tradição em NY mas que soube se renovar, o The Carlyle é um dos melhores hotéis para people watching, ou seja, observar o movimento das pessoas, no caso, famosos, que estão sempre circulando por ali. Na minha estadia de uma semana, encontrei Tom Hanks no café da manhã, esbarrei com a atriz Betty Midler no lobby e tive a chance de assistir ao vivo, ninguém menos que Woody Allen que toca no Cafe Carlyle, todas as segundas, há quinze anos. O show estava lotado, mas como hóspede do hotel, é claro que temos preferência. Foi uma noite incrível, ao som da Eddy Davis New Orleans Jazz Band, músico muito conhecido por lá. E é claro que na saída, não resisti e abordei meu diretor de cinema preferido para tirar uma foto. Ele foi simpático, mas bem tímido e retraído.
O Café Carlyle
Quem estava também em curtíssima temporada era o ator e músico Jeff Goldblum, mais conhecido por suas atuações em A Mosca (1986) , Jurassic Park (1993) e mais recentemente Grande Hotel Budapeste (2014). Ele canta e toca piano e pela primeira vez se apresentavam em NY. Inaugurado nos anos 50, o tradicional Café Carlyle é intimisa, reduto de músico conhecidos e tem uma quê de cabaré dos anos 30, bem simpático. Antes de assistir a shows excelentes e tomar drinques variados, é possível também jantar, mesmo que seja sentado no bar. Vale lembrar que para os homens é recomendado o uso de paletó. Afinal, estamos no The Carlyle: luxo e tradição em NY.
Além do Cafe Carlyle, o hotel tem outro bar, com shows diários, o charmoso Bemelmans, frequentado por atores políticos e socialites de Nova Iorque. Ele foi batizado em homenagem ao artista gráfico Ludwig Bemelmans, que faz trabalhos para as revistas Vogue e The New Yorker, e que também ilustrou as paredes do bar, responsável pelo movimento no hotel todas as noites, mas sem incomodar nenhum um pouco os hóspedes. Adorei essa vibe do The Carlyle, sempre animado, com gente entrando e saindo e com música boa rolando todas as noites.
Os quartos do Carlyle
Como acontece em muitos hotéis em NY, os quartos não são muito grandes, mas a vista espetacular da cidade – a qualquer hora do dia e da noite – incluindo o Central Park, faz toda a diferença. Ganhei uma super varanda, que pode ser bem aproveitada, já que ainda não estava frio, e de onde tirei fotos maravilhosas. Com a cortina aberta, a vista acabava dando a impressão de ter mais espaço no quarto. Os mimos, frequentes em hotéis de luxo, também podem ser apreciados, a começar pelas nossas iniciais bordadas nos travesseiros: mais cuidado com o hóspede, impossível!
Em compensação, tive a chance de conhecer a Royal Suite, gigantesca, praticamente um apartamento, onde já se hospedaram Michael Jackson e Lady Di, cedida para minha entrada, ao vivo, para o Estúdio i, programa da Globonews, onde sou colunista de viagem. Fiquei realmente babando com aquele quarto.
O Rooftop
Outra experiência incrível foi ir até o rooftop do hotel – algo infelizmente proibido aos hóspedes comuns – mas que o gerente geral, um italiano simpaticíssimo, casado com brasileira, nos levou, para apreciar ainda mais a vista e tirar fotos. Afinal, eu estava lá a trabalho, então, tive esse direito. E diga-se de passagem, foi de tirar o fôlego.
Além de tudo isso já contado aqui, o hotel conta com um spa, com direito a salão de beleza e que oferece tratamentos variados e uma academia, para os mais animados. Ou seja, o The Carlyle: luxo e tradição em NY é um hotel que soube se renovar e se manter atualizado. Super importante nos dias de hoje.
Eu e Woody Allen no Jornal O Globo
Com o trunfo de uma localização espetacular em Nova Iorque, o The Carlyle é o hotel ideal para os viajantes mais exigentes e sofisticados e que querem ficar longe da confusão do Times Squares e dos centenas de turistas que lotam NY todos os dias.
E para quem não viu, acesse aqui para ler minha matéria especial para a coluna Gente Boa, do Jornal O Globo.
Adorei ter me hospedado no The Carlyle: luxo e tradição em NY. Foi uma estadia memorável!
Costumo dizer que não há no mundo três coisas que me deixem mais feliz: comer, viajar e ouvir música. Reunindo os três seria o paraíso? Pois se você concorda comigo, arrume as malas para New Orleans, uma cidade mágica, e se prepare para nunca mais querer voltar pra casa!
Havia muito tempo que tinha vontade de visitar o berço do jazz na Lousiana, do segundo (ou primeiro, depende do ponto de vista) carnaval mais animado do mundo, de histórias riquíssimas e de uma culinária completamente diferente do que se encontra em outros lugares dos EUA.
Fiquei um mês na cidade e fiz uma imersão na vida dos new orleanians. Desvendando curiosidades que só descobrimos ao conviver com insiders. Aficcionados por futebol americano dia de jogo é sagrado! O time da cidade, New Orleans Saints tem como símbolo a flor-de-lis (também símbolo da cidade) e as cores preto e dourado, escolhidas não ao acaso pelo primeiro proprietário do time que era um magnata do petróleo, conhecido como black gold.
O bairro de Treme, que fica localizado atrás do famoso French Quarter, foi o primeiro bairro afro dos EUA. Por lá você encontra o Parque Louis Armstrong (um dos maiores nomes do jazz mundial), que fica ao lado da Congo Square, que segundo os registros foi onde o jazz americano nasceu. Ao caminhar pelas ruas desse bairro bucólico pude observar que ainda se mantém o estilo de vida pacato, com portas das casas abertas e moradores tocando seus instrumentos e conversando nos degraus do vizinho. Ótimo ponto de partida para conhecer a cidade.
Ali pertinho fica o famoso French Quarter que é sem dúvida o mais turístico bairro da cidade, onde os prédios tem suas charmosas sacadas em sua maior parte floridas e com a bandeira do Saints pendurada, as ruas cheias de lojas de souvenirs, restaurantes e cafés – como o Cafe du Monde, o mais antigo da cidade e que prepara os beignets, típico bolinho (que lembra o nosso bolinho de chuva) coberto de açúcar de confeiteiro. No café você só encontra os bolinhos, cafés (com ou sem leite) e água, vá preparado para uma possível fila.
No coração do bairro fica a Catedral de Saint Louis, inaugurada no ano de 1727 a igreja sofreu um incêndio em 1788 que a destruiu completamente. Em 1789 foi iniciada uma nova construção ganhando então o título de Catedral, a arquitetura que permanece até hoje nos dá a sensação de estar em um conto de fadas.
Na mesma caminhada você pode aproveitar e passar pela Peaches Records, a melhor loja de discos, CDs e DVDs. Os vendedores são incríveis fontes de conhecimento da música local. A Bourbon St. é a rua mais badalada, cheia de hotéis, lojinhas, bares e restaurantes, é onde acontece a badalação e brincadeiras durante o Mardi Gras, quando das sacadas dos prédios e hotéis os homens jogam os famosos cordões coloridos em troca de um aceno (ou algo mais). A brincadeira acontece mesmo fora do período de carnaval.
A boa pedida ali é o tradicional Pt O’Brien, com diferentes ambientes e para todos os gostos a diversão é garantida, principalmente após um copo de Hurricane, o drink mais famoso e querido da cidade.
Não tem como ir a New Orleans e não ir a um show de jazz, as vezes você está passeando na rua e se depara com músicos tocando ali, sentados na calçada. Ir a um bar, sentar em uma mesinha e ouvir boa música é algo inexplicável. A Frenchmen St., pertinho do bairro de Treme, é o coração dos músicos locais e moradores. Uma rua que concentra os artistas mais tradicionais até os jovens, muitas vezes vindos de outras partes do país para tentar a vida na cidade que respira música.
A dica não é específica, apenas desça no início da rua e vá entrando nos bares que te agradam, assista um pouco em cada e depois volte para o que mais te interessou. O entra e sai é contagiante, assim como o som. Se por acaso estiver na cidade em uma segunda-feira não deixe de ir ao Maison, a partir das 22h o palco da casa vira ponto de encontro dos músicos locais que tocam para se divertirem com boa música e bons amigos. Uma experiência e tanto!
Na Mapple St, mais afastada do burburinho, também pode-se encontrar incríveis shows, como o da banda Rebirth Brass Band no bar Maple Leaf Bar todas as terças.
O passeio pela Universidade de Tulane é imperdível, fundada em 1834 seu campus arborizado e suas construções em estilo neo-românico permite uma caminhada aprazível e encantadora. Podemos observar o vai e vem dos estudantes, a correria dos professores, os resquícios do Mardi Gras, e se der sorte ainda pode se deparar com uma partida de quadribol, sim o jogo dos bruxinhos de Harry Potter.
A entrada principal da universidade fica na St. Charles Avenue, uma das mais charmosas da cidade com casarões e árvores centenárias, a dica é pegar o street car para percorrer toda a extensa avenida. Entre tantos atrativos, a visita ao museu The National World War II Museum é estonteante e consegue contar toda a história com uma leveza impressionante. Outra atração turística, um tanto quanto peculiar, são os cemitérios espalhados pela cidade.
Audubon Park – as margens do rio Mississipi, delicioso para uma caminhada no final da tarde. Outra atração no mesmo parque é o Audubon Zoo, considerado um dos melhores do país.
Outros pontos para caminhar são o Canal Street – a rua dos hotéis mais badalados, muitas lojas, bares e restaurantes turísticos e por onde circula uma linha do street car ; French Market – originalmente um ponto de troca de mercadorias, hoje abriga lojas de música, souvenirs e comida e Magazine St. – uma rua arborizada, com lindas casas que concentra ótimas lojas e antiquários. Aproveite para comer um donuts no District Donuts– o melhor que já comi, além do ambiente ser uma graça!
Além da riqueza musical, NOLA, como é chamada pelos íntimos, tem também a culinária no sangue dessa gente tão alegre. Com uma comida crioula e cajun, os sabores da cidade são fortes e muitas vezes picantes. Não é a toa que a pimenta TABASCO é originária da cidade. Por ser uma cidade costeira seus pratos são ricos em frutos do mar, como o crawfish – uma espécie de mini-lagosta que é abundante na região.
Conhecida como o paraíso das ostras é possível encontrá-las de todas as maneiras – crua, na chapa coberta com queijo, cozida misturada no prato e etc. O jambalaya, prato típico feito em todas as casas, é feito a base de arroz com frango, frutos do mar e vegetais. Na verdade não existe uma receita única, cada família tem a sua.
Peche foi disparado o melhor restaurante que comi durante minha estadia na cidade, com as melhores ostras que já experimentei! Lindo, amplo, simpático (aquele que te faz querer ficar a tarde toda), comida excelente e atendimento incrível. Inaugurado em meados de 2013, foi eleito o Restaurante Revelação.
O Acme Oyster House é um restaurante muito popular entre os moradores que buscam a autêntica comida da região. Famoso também pela preparação do jambalaya em seu autêntico estilo. O Mother’s Restaurant é mais um frequentado por locais com uma cozinha deliciosa. O forte da casa é o jambalaya e os sanduíches po’boys, feitos com um pão especial.
O Café Amelie é uma bela casa construída em torno de 1830 por uma família nobre que hoje abriga o café/restaurante com um menu simples porém sofisticado. O Tableau é um restaurante super sofisticado, com uma comida deliciosa e super bem localizado na esquina do French Quarter.
Atenção: fique atento à numeração do seu destino, as ruas e avenidas são extensas e costumam cruzar toda a cidade, passando por regiões mais desertas. O google maps é um ótimo aliado fornecendo alertas em áreas que é preciso uma atenção redobrada. O transporte público, de alta qualidade, é uma ótima opção pra deslocamentos.
Deixo vocês com a trilha sonora da minha viagem, um jazz incrível que me foi apresentado na cidade por pessoas queridas. Trombone Shorty é um grupo de jovens músicos nascidos no bairro de Treme que estão conquistando o país com seu jazz moderno e sensacional. Enjoy!
O Harmonize na Vila St.Gallen pode ser um ótimo programa neste tempo frio. O templo da cerveja em Teresópolis criou o evento que acontece toda última quinta feira do mês. O próximo é no dia 25 de setembro, com direito à harmonização de cervejas e alta gastronomia.
Lucas Mendes, nosso chef executivo, convida um chef renomado a cada mês para preparar os pratos a serem degustados por no máximo 30 pessoas. Para reservas é só ligar no tel 2642-1575
O chef convidado do mês foi o premiado Jan Santos, do bar EntreTapas, que criou um menu especial para o evento. Alguns dos pratos escolhidos foram Canelón de Mango con Tartar de Atún e Flor de Arzak: ovo cozido com azeite trufado acompanhado de mouse de támaras e chorizo espanhol, migas granadinas , jamón espanhol crocante e pimentão verde frito. O Harmonize na Vila St Gallen parece uma ótima pedida, não? Para ficar ligado na programação, é só acessar o site.
Um motivo a mais para fugir do burburinho da cidade e respirar um pouco de ar puro, na encantadora Vila St Gallen, que nos remete até às verdadeiras cidades alemãs.
O Ano novo judaico e o Dia do Perdão são comemorados este ano nos dias 25 de setembro e 4 de outubro, respectivamente. Separamos sugestões para o jantar de Rosh Hashaná e Yom Kipur, confira:
The Bakers
A casa preparou pratos especiais para a data. De salgados, um dos destaques é o Arenque Marinado, com creme de leite, cebola e especiarias. Já nas opções doces, tem a torta de figo decorada com a Estrela de David e a torta da Vovó Judaica, torta de maçã recheada com maçãs assadas, passas, canela e outras especiarias.
Kurt
A confeitaria destaca algumas sugestões como a Picada de Abelha – bolo do norte da Alemanha recheado de creme de baunilha com um pote de mel de marzipan e cestas com produtos que simbolizam sorte e prosperidade para o ano novo, como pão de mel, financier, biscoitos, bombons de chocolate, etc.
Buffet Monique Benoliel
A chef Monique Benoliel, primeira a lançar as linhas Kosher e judaica na cidade, criou um menu exclusivo para a data. São diversas opções como a salada Israel, com tomate, pepino, berinjela, vinagrete e cheiro verde e bolinhas de falafel, coalhada seca e purê de batata doce com gengibre e mel.
Beth Chocolates
A chef chocolatière Elizabeth Garber, de família judaica, aposta em produtos cercados de simbolismos e boas intenções para a data, como maçãs importadas verdes e/ou vermelhas, que podem ser cobertas com chocolate ao leite ou chocolate branco.
Brigadeiros Fabiana D’Angelo
A doceira criou vários produtos para o Rosh Hashaná, como caixas de bombons personalizadas além de pirulitos recheados.
A chef Iona, responsável pela padaria do bistrô, criou uma Chalá especial, que é o pão judaico. Normalmente feito com passas, ganhou gotas de chocolate belga e amêndoa laminada. Além disso também foi desenvolvido pela casa um macaron exclusivo para o Rosh Hashaná e Yom Kipur de maçã com mel.
Mil Frutas
A sorveteria, para as comemorações judaicas, aposta no sorvete pão de mel, pois de acordo com a cultura judaica, se uma pessoa deseja uma vida doce, ela deve comer alimentos doces no Ano Novo, sendo o mel um dos mais consumidos.
Cacau Noir
A marca preparou uma linha especial de presentes gastronômicos como frutas secas em formato de símbolos judaicos, caixas com ganaches sortidas e temáticas e o Fluden – doce típico judaico – feito com massa folhada, nozes, damasco e passas.
Katz
No Via Parque, a loja criou doces especiais como pão de mel e o cachepot de cerâmica com biscoito tubinho e chocolates ao leite.
Dia 23 de setembro é comemorado o Dia do Sorvete! Para celebrar o aniversário de uma das sobremesas mais amadas do país, listamos sugestões de restaurantes que irão homenagear a data!
Arab
A chef Vivian Arab se inspirou na culinária árabe para criar as sobremesas, como o sorvete de sabor Almíscar – servido com crepe marroquino com calda de damasco, com fatayer com damasco ou morango e queijo de cabra charolais.
Mil Frutas
Para a data, a sorveteria lançou a edição limitada do trio de sorvetes, podendo escolher entre os sabores de tapioca, manga e jabuticaba ou chocolate amargo, cereja e torta de limão.
Sorvete Brasil
A sorveteria lançou o sorvete de banana com creme de avelã e chocolate, para celebrar a data e a chegada da primavera.
Sorvete Itália
A sorveteria lançou uma promoção especial para o dia. O cliente que comprar um picolé da linha Gold nos sabores: chocolate branco, doce de leite, trufa de amendoim, trufa de chocolate etc, ganha outro de qualquer sabor da linha Itália.
Paris 6
A pedida do restaurante é o Grand Gateau Chocolat Au Eskimode Chocolat Au Lait À La Creme de Noisette a Paloma Bernardi grand gateau chocolat ao picolé Diletto de chocolate italiano, calda de creme de avelã francês Casino ao leite condensado e morangos picados com avelãs granuladas.
Joe & Leo’s
A sugestão é a Banana Split, preparada com sorvetes de chocolate, morango e creme com caldas de chocolate, morango e caramelo, marshmallow, creme de chantilly e castanha de caju picada acompanhada de banana.