Fomos visitar a Domaine du Daley, vinícula em Lausanne, Suíça, onde são produzidas 80 mil garrafas de vinhos por ano. As uvas são todas plantadas ali e envelhecidas em tonéis de madeira de onze a vinte e dois meses, antes de serem engarrafadas na propriedade. Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Noir, Merlot, Cabernet e Syrah são algumas das uvas ali cultivadas.
Aberta em 1392, o Domaine du Daley é considerado a vinícula mais antiga da Suíça.
O que mais chama atenção no lugar é a vista espetacular para o Lago Genebra, tanto que o local é Patrimônio Mundial da Unesco.
Os visitantes podem fazer vários tipos de degustação, acompanhada ou não de uma refeição.
Foi uma tarde inesquecível e onde tivemos um jantar delicioso.
Confira meu vídeo direto da Domaine du Daley, no nosso canal do Youtube e aproveite para fazer sua inscrição e receber nossas novidades.
A vinícula abre de segunda à sábado e as visitas devem ser pré agendadas.
O espaço também pode ser alugado para eventos particulares.
Para mais informações, acesse o site oficial da vinícula.
Aberto em 2006 em um dos museus mais importantes do Rio, o MAM, o Laguiole se firmou por sua excelência em gastronomia.
Sob o comando do jovem chef Ricardo Lapeyere, o restaurante anuncia o que todos esperavam: Laguiole – agora nos fins de semana! , de 12h às 17hs.
Estive lá recentemente e foi mais uma vez um almoço memorável. Depois do simpático amuse bouche, pedi um ceviche de vieiras, levinho e muito saboroso. Entre tantos pratos elaborados no cardápio, foi difícil escolher e acabei optando pela cavaquinha com risoto de quinoa. Arrependimento nenhum, já que estava maravilhosa!
Mas confesso que fiquei de olho grande no prato da minha amiga Ana, uma das especialidades da casa: a releitura do picadinho. Divino! Bete, minha segunda amiga, optou pelo tournedo rossini e disse que também estava ótimo!
Depois disso, dividimos a excelente ganache de chocolate!
Além de ser um ótimo restaurante, almoçar no Laguiole, que agora abre nos fins de semana, pode ser um programa completo, já o MAM se trata de uma obra ícone do arquiteteto Oscar Niemeyer e sempre há uma exposição interessante em cartaz. Aproveitei para ver a maravilhosa exposição do polêmico Ron Mueck. Foi um programa e tanto!
Cidade bucólica no interior deMinas, Tiradentes conseguiu manter intactas suas características da época da inconfidência. Hoje, cada passo na cidade tem um significado especial.
Desde os becos, entre as ruas principais, feitos para que os negros pudessem circular sem incomodar a aristocracia branca, até o calçamento, feito com pedras sem nenhuma regularidade, que foram carinhosamente apelidadas de solteironas, cada pedacinho da cidade vale ser descoberto.
O You Must Go foi convidado para uma press trip na cidade, que é minha antiga conhecida, mas que sempre me encanta de uma maneira diferente. Desta vez o que mais me surpreendeu foi a simples ideia de um grupo de empresários locais, que decidiu se unir com um único objetivo. Promover Tiradentes: sua cultura, culinária, seu povo tão encantador, sua rica (riquíssima) história…
O grupo Tiradentes Maisestá de parabéns. Afinal, a cidade vive 100% do turismo e o fato de ter empresários se unindo, ao invés de tomarem decisões individualistas, é um sinal de que a cidade só tem a ganhar com o tempo. Assim como você e eu, todos os turistas.
São diversas pousadas, restaurantes, lojas de artesanatos e docerias que tornam o projeto possível. Nesses dias que estive por lá pude conhecer alguns e reencontrar outros!
Fiquei hospedada naPouso de Bartolomeu, uma charmosa pousada com uma decoração linda, rústica e aconchegante. Cada detalhe pensado pela elegante e simpática proprietária, Virgínia Bartolomeo. Vocês deveriam ver a porta do banheiro, decorada com cartões postais de locais visitados por ela.
Com 19 quartos – entre suítes e chalés – e uma piscina com vista para a Serra de São José, visual de tirar o fôlego, a pousada encanta. Mas aviso desde já, com a produção dos bolos, pães (o pão de queijo também!) e biscoitos sendo feita por lá, não dá vontade de sair da mesa do café da manhã.
Pude experimentar alguns restaurantes tradicionais, como o Padre Toledo , o mais antigo em funcionamento na cidade. Que me conquistou com o seu simples frango com quiabo, angu e o torresmo – que veio pra mesa estalando na pedra, servido por Pelé, funcionário ilustre, que trabalha com a família há mais de 40 anos.
Passei também pelo Pau de Angu, um lugar com um ótimo astral e uma linguiça caseira sensacional!
Para animar a noite estive no Templário, um barzinho com uma música ao vivo de qualidade, bons e fartos petiscos e cerveja gelada! Fui ao Estalagem do Sabor, experimentei uma costela suculenta e um aipim que estava digno de capa de revista. E as boas gargalhadas proporcionadas pelo divertido garçom, ótima maneira de terminar a viagem.
Não deixe de conferir o espaço Marcas Mineiras , ambiente encantador para relaxar, tomar um café e fazer umas comprinhas (ninguém é de ferro). Passe na Flor de Lótus, doceria típica mineira que deixa qualquer um perdido.
Diversão, sabor e cultura garantidos! Oh Minas….quem te conhece não esquece jamais.
Por Nina Fernandez
Fotos: Nina Fernandez, Reprodução da Internet e Divulgação
Considerado um dos melhores japas do Rio, o TEN KAI, localizado em ponto nobre de Ipanema, pode sempre surpreender.
Com um cardápio que oferece pratos tradicionais japoneses com um toque contemporâneo, é o tipo de lugar que vale sempre voltar, já que novidades costumam ser frequentes.
Apesar de já ter ido lá várias vezes, fui convidada para um jantar degustação devidamente harmonizado pelos excelentes e variados saquês e fiquei muito bem impressionada. Aliás, a carta de saquês é um must da casa, com mais de 30 rótulos, sem contar os espumantes e licores, e com um charme à parte: os copos variam conforme o estilo da bebida, sendo um mais bonito que o outro.
Começamos com Furicroc, um mini tartar de salmão levemente temperado sobre uma casquinha crocante e com o Usuzukuri de robalo.
Depois vieram os sushis de aji toró, de lula com sal negro e o de salmão brûlèe queimado no maçarico com ikura, meu preferido, disparado, e ainda quentinho.
Em seguida, vieram os yakitoris, os espetinhos grelhados – para acabar de vez com o preconceito de quem acha que em restaurante japonês só tem peixe cru. Comemos um mix: camarão com shishitou ,espeto de lula, espeto de picanha, batata doce,brócolis,couve flor e salmão com shimeji .
Depois veio o Black cod – novidade total, que eu já tinha provado no Zuma, (restaurante asiático super badalado em Miami, e em outras cidades) mas nunca tinha visto no Brasil. Fiquei exultante de provar esta raridade logo aqui, em Ipanema.
E para encerrar os pratos quentes: Kobe beef, uma carne extremamente macia, suculenta, saborosa, com aroma incomparável e uma das mais valorizadas do mundo, chamada assim por vir dos bois originários da cidade de Kobe, no Japão. O prato acaba virando uma diversão, já que nós mesmos esquentamos os pedacinhos no ponto que quisermos no fogareiro de pedra.
De sobremesa, provamos Tempura sorvete , Matcha ice e Anmitsu! Finalizamos, depois de tantas coisas gostosas, com umeshu, licor de ameixa japonesa. Para quem não conhece, o Ten Kai fica na esquina das ruas Prudente de Morais e Paul Redfern, em um simpático casarão de dois andares, com uma decoração intimista e moderna.
A autenticidade dos pratos é comprovada pelo chef japonês Satoshi Kaneko, sob o comando do restaurateur Cesar Hasky, com quase 20 anos de experiência no ramo e quem faz compras pessoalmente no Mercado do Peixe, em Niterói, e escolhe cuidadosamente cada peça, pelo menos três vezes por semana, para garantir o frescor e a variedade de pescados a serem servidos.
Gostou? Então, além de comer lá mesmo, saiba que o restaurante oferece buffet a domicílio para ocasiões especiais e não à toa costuma ser contratado para jantares pelo cônsul japonês no Rio. Mais autenticidade nipônica impossível!
Já foi o tempo em que os moradores da Barra precisavam ir até à Zona Sul para comer bem. Cada vez mais surgem restaurantes de excelente gastronomia no bairro e o Padano, na badalada Érico Veríssimo, não foge à regra.
Com uma decoração moderna, assinada pelo arquiteto Leo Shehtman, e seguindo o estilo old design, o restaurante tem ambiente aconchegante e de bom gosto. O espaço é bem amplo,e tem pôsteres pendurados nas paredes, luminárias que caem do teto e excelente espaço entre as grandes mesas. Léo desenvolveu um ambiente rústico, trabalhando a combinação de madeira e metal.
Sob o comando do jovem chef Marcelo Canellas (ex saudoso Club Chocolate e Chez L’Ami Martin), o restaurante não decepciona em nenhum quesito. Não se deixe enganar pelo nome, achando que Padano é um restaurante italiano : O cardápio é farto, com carnes, peixes e até massas frescas da casa. Ele reinventou antigos pratos franceses e italianos, acrescentando elementos brasileiros. No couvert, além de pães quentinhos, deliciosas e crocantes batatas fritas.
Provei também a Burrata Capresse, com endivia e queijo no maçarico, muito saborosa! De entrada a casa sugere Croquete de pato recheado com queijo mascarponea, Cestinha com mix de cogumelos frescos, salteados com bacalhau, nirá e especiarias e o Arancino, um delicioso bolinho de risoto com queijo grana padano.
Já nos principais, pratos bem variados, como Steak de chorizo uruguaio com crosta de alho e Confit de pato ao molho de açaí com tomates assados. Além disso, a o Padano oferece massas frescas omo o Ravioli de bacalhau, e o Gnocchi de abóbora acompanhado de carne seca e molho de catupiry e risotos até em versão vegetariana, com legumes da estação e grana padano!
Tudo isso, sempre muito bem harmonizado. A casa possui cerca de 110 rótulos, que abrangem Portugal, França, Espanha, Itália, Argentina e Chile, sugeridos pelo sommelier Douglas Lima.
As sobremesas são de cair o queixo! Crepe de avelã, com sorvete de creme e farofa de amêndoas, Soufle cascão, de goiabada cascão, com queijo cremoso e sorvete de tapioca, Mix de macarrons (café, chocolate e avelã), com chantilly de kalua, sorvete de baunilha e café expresso e, pra finalizar, os churros, deliciosos!
“Não me considero um fotógrafo”. A negativa me foi dita por Oskar Metsavaht, diretor artístico da Osklen, durante o cocktail de abertura de “in California”, sua primeira exposição de fotos aberta ao público no Brasil, a convite do Governo da Califórnia, em cartaz na Galeria LOGO, São Paulo. Aliás, exposição, não: “Não considero uma exposição de fotografia, mas uma instalação imagética, artística…”, nas palavras do próprio.
Não pude deixar de notar a reação dos californianos presentes no lançamento diante do “California dreaming” de Oskar. Estavam admirados pela originalidade das imagens. As fotos, inéditas, fazem parte de acervo pessoal e foram feitas durante a campanha da coleção Endless Summer da Osklen, de 2013. Antes de São Paulo foram expostas na Art Basel de Miami e na PhotoArt BA, em Buenos Aires.
Estão ali lugares icônicos como Venice Beach,Malibu, Santa Monicae o deserto de Vasquez Rocks, traduzidos pelo olhar particular do diretor criativo, que também assina a curadoria das imagens trazidas pelo Visit California, órgão oficial de turismo do estado, retratando o estilo de vida do Golden State.
Oskar pode não ser fotógrafo profissional, mas sabe exatamente o que faz atrás da câmera. Aliás , ele gosta de ver as cenas se transformando por trás do enquadramento e o resultado, em algumas das cenas, é uma viagem psicodélica. No mais, sua arte conceitual tem ares de poesia cool e deixa a gente com ainda mais vontade de entrar num avião cantarolando como Lulu “Garota eu vou pra Califórnia….”.
Vai lá!
Expo in California por Oskar Metsavaht Gratuito, na Galeria LOGO (Rua Artur de Azevedo, 401 Pinheiros) Até 29 de abril
Viajar é sempre maravilhoso! Imagine quando o luxo e a diversão já começam no voo? É o que propõe a Four Seasons Hotels and Resorts. A marca hoteleira é a primeira da área a ter um avião próprio, e redesenhou um Boeing 757 para levar até 52 passageiros em viagens extraordinárias!
O Four Seasons Jet fornecerá aos passageiros poltronas flat bed, feitas uma a uma na Itália, detalhadamente, e um serviço a bordo que é uma extensão do Four Seasons em terra. A gastronomia será de altíssima qualidade e o Wi-Fi liberado durante o voo garante a programação de spa, eventos culturais e de lazer marcados ainda no avião!-Além disso, os hotéis , excursões e demais pormenores da viagem também já estarão planejados pela companhia. A viagem inaugural será intercontinental: uma viagem de 24 dias explorando nove destinos, de Los Angeles a Londres e com direito a uma parada no Taj Mahal, tendo todas as acomodações em hotéis e resorts do Four Seasons!
Le Relais de Venise – L’Entrecôte é um tradicional restaurante de Paris aberto no século VXII, servindo um único prato: contra filé com batatas fritas. Virou um sucesso desde então e até hoje é reproduzido, não só na França, mas em várias cidades do mundo, como Londres, NY e Lisboa. O segredo sempre foi a receita secreta do molho, que apesar de ter sido publicada na capa do jornal francês Le Monde há anos atrás, ninguém conseguiu copiar ao certo, já que as medidas nunca foram reveladas.
Amante de Paris que sou, frequento o original – e algumas das suas filiais mundo a fora, desde a adolescência – e constantemente sonho com este prato perfeito!
Pois agora, o Rio ganha finalmente seu L’Entrecôte, uma filial do restaurante deSão Paulo e a sexta no país. A mesma salada de folhas temperada por um mix de iogurte e mostarda Dijon e salpicada de nozes, servida na França, está ali, e o contra filé fatiado regado com o delicioso molho, que é servido à vontade, além das crocantes batatas fritas, também. As únicas escolhas do cliente são: o ponto da carne, que podem chegar a seis – recomendo que não peçam bem passada – as bebida e as sobremesas.
É claro que reproduzir o tão famoso molho, que leva 21 ingredientes e 36 horas para ficar pronto, é tarefa árdua, mas a filial do restaurante na nova expansão (inacabada) do Casa Shopping está fazendo bonito, tanto é, que há fila na porta todos os dias. O clima de bistrô é bem simpático, nos dando um gostinho da capital parisiense, dos quadros e pôsteres pendurados, ao uniforme dos atendentes, passando pelos clássicos sofás vermelhos. Destaque para os simpáticos exemplares do herói Asterix na estante. Só recomendo não sentar-se perto da janela, já que a vista de estacionamento e escada rolante do shopping pode comprometer um pouco a experiência, no todo, muito agradável.
A variedade de sobremesas é enorme: nada menos que quinze! Provei duas deliciosas: mil folhas de doce de leite e profiteroles com sorvete de creme e calda de Nutella. Tem ainda clássicos franceses, como crème brûlée e tarte tatin.
Para beber, a casa oferece cervejas nacionais e importadas de diferentes países, como Bélgica, Alemanha e França, entre outros. A carta de vinhos traz diversas opções de tintos, brancos, rosés e espumantes que vão muito além dos franceses. Quem é fã de drinques, pode aproveitar o charmoso bar para degustar clássicos como Cosmopolitan, Mojito e Bloody Mary. De resto, é dar asas à imaginação e se transportar para Paris, em plena Barra da Tijuca.
Porto de entrada da Ásia, Hong Kong é sem dúvida a cidade mais internacional do continente, extremamente cosmopolita e fácil de ser explorada. Fica até difícil saber o que fazer em Hong Kong. Antiga colônia da Inglaterra, onde falam o idioma britânico e a sinalização é perfeita, sempre escrita em cantonês e inglês, assim como o nome das ruas.
Considerada uma das cinco cidades mais importantes do mundo, ao lado de Paris, NY, Londres e Tóquio, Hong Kong tem uma população de sete milhões de pessoas – uma das áreas mais populosas do mundo – sendo que 93% são chineses e apenas 7% de outros grupos.
Na minha primeira incursão à cidade, fiquei muito impressionada com o apelo ao consumo: são inúmeros shoppings de luxo e lojas de grifes por toda a parte e também com a cena gastronômica – restaurantes maravilhosos, de todas as nacionalidades. Diria que vale a pena passar pelo menos quatro noites em Hong Kong para conseguir entendê-la e explorar suas inúmeras facetas, que vão de China a Nova Iorque, por assim dizendo.
Há muito o que fazer na cidade, mas vou destacar os ponto altos que valem a pena serem visitados.
Bairros/Áreas:
Central – o coração financeiro de HKK, onde há uma concentração de lojas de grifes e mega shoppings de luxo, além dos melhores hotéis e restaurantes da cidade. Dá pra fazer muita coisa andando, tanto de dia como à noite, o que é ótimo! Mesmo que sua intenção não seja comprar, vale ir no IFC e ver não só as lojas de grife, mas como as de comida, chás, acessórios e o supermercado local, incrível!! Caso faça uma comprinha, não deixe de pegar o tax free.
Hollywood Road – walking distance de Central, uma rua grande, cheia de lojas típicas, restaurantes autênticos, galerias de arte, antiquários e também o templo mais antigo da cidade, o Mo Ho, que não é muito grande e com entrada é gratuita. Destaque para a mid level – uma escada rolante gigante que liga Central ao Soho, bairro onde moram muitos expatriados. A escada rolante é uma atração à parte e vendo tudo do alto, você pode escolher um lugar para comer e até para fazer as unhas o quem sabe, uma massagem. Foi o que aconteceu comigo. Parei, desci e entrei em um dos inúmeros salões e fiz mão e pé.
Pertinho dali, está a Mosque Street, nome dado devido à linda Mesquita construída ali.
Stanley – um pouco distante, mas você tem uma é uma linda área com vista para a Repulse Bay (a praia local) e onde há um mercado bem interessante, essencial para qualquer turista comprar seus souvenirs. Vinte minutos de táxi, do centro, e menos de U$20. Vale se perder por lá umas horinhas e também é acessível de ônibus.
Koloow – fica do outro lado da cidade, acessível de ferry boat, uma curta viagem de apenas 10 minutos. Bem diferente, um bonito jardim suspenso com vista incrível para Hong Kong, mercados e comércio variados, tanto de luxo quando mais barato. Vale passar uma tarde por lá, almoçar seja em um dos inúmeros hotéis ou em um restaurante típico. É lá também que fica a famosa Avenida das Estrelas, ou Avenue of the Stars, uma homenagem à indústria cinematográfica e seus profissionais. Há estátuas de vários artistas, como Bruce Lee, mas não se empolgue muito, porque não há nada de muito impressionante além disso, a não ser o Victoria Harbour. Todos os dias à noite, o local é palco daSymphony of Lights, o maior show de luzes e música do mundo, segundo o Guiness.
Atrações:
– Peak Terrace – um dos prédios mais altos de Hong Kong, a 428 metros acima do mar. Acesso via peak tram (um funicular que foi inaugurado em 1888) direto de Central. Imperdível! Lá de cima, você tem uma vista espetacular de HKK. E antes de chegar, você passa por uma espécie de shopping de vários andares, com muitos restaurantes e lojas de souvenirs.
Onde ficar:
A rede Mandarin Oriental inaugurou seu primeiro hotel na cidade há 50 anos – glamuroso, com uma vista espetacular e super bem localizado em Central. O hotel tem um spa maravilhoso, salão de belezas e ainda dez restaurantes, com estrelas Michélin. Para ler o post completo do hotel, clique aqui.
Há minutos dali, há menos de dez anos, foi aberto o The Landmark Mandarin Oriental, menor, estilo hotel boutique, com pouco mais de cem quartos, mas muito charmoso e exclusivo. Dali, dá para ir andando para vários ótimos restaurantes. Para ler o post completo do hotel, clique aqui.
Onde comer:
Yung Kee – restaurante de tradicional comida cantonesa perto de Hollywood Street. Man Wah – restaurante cantonês estrelado do Mandarin Oriental, comida excelente e serviço exemplar. Amber – restaurante de culinária francesa contemporânea do The Landmark Mandarin Oriental que consta como na lista dos melhores da Ásia, Imperdível! Zuma – um dos asiáticos mais famosos do mundo, fica no prédio The Landmark, onde está o hotel e também um shopping de luxo. One Harbour Road (Hyatt) – ao lado do centro de convenções, é um hotel bem antigo, mas com um ótimo restaurante e ainda tem uma vista magnífica da baía de HKK. Duddles – na lista de um dos melhores da cidade, achei um bom restaurante, com bela decoração e walking distance do The Landmark.
Com tanta variedade gastronômica e opções de passeios, é impossível não ser feliz na superlativa Hong Kong. Um laboratório para começar a entender a Ásia e seus mistérios.
Não recomendo:
– Não resisti e fui conhecer o Horizon Plaza, um outlet que me recomendaram, mas achei muito caído. A maioria das lojas é de móveis e artigos de decoração. Pertinho dali, há um mini outlet da Prada, para quem quiser arriscar.
– Fui ao restaurante Ruy Gin que fica em um complexo de restaurante de alta gastronomia, chamado de Sky Dining 101, mas apesar de constar em vários guias como um dos melhores restaurantes de Hong Kong, não gostei de experiência. Paguei caríssimo pelo menu degustação – a única opção, por sinal – mas não fui feliz. O prédio é lindo e impactante e não cheguei a conhecer os outros restaurantes.
Buscando disseminar a cultura cervejeira, a marca St. Gallen vem promovendo diferentes eventos com foco em cervejas especiais e gastronomia, em Teresópolis.
Em sua segunda edição, a cerveja da estação foi desenvolvida pelo mestre cervejeiro da casa, Gabriel Di Martino, e harmonizada com uma criação do chef convidado Kiko Faria.
Para o outono, Gabriel se inspirou no tradicional estilo rauchbier, típico da regiãoalemãde Franconia. Com característicos sabor e cheiro de defumados, que na criação da casa estavam presentes de maneira suave. “Ainda precisamos acostumar o paladar do brasileiro a cervejas mais pesadas”, disse Gabriel.
Para harmonizar com o chope, o chef Kiko (Quadrifoglio) optou por uma costela de porco marinada em ervas (durante horas) com molho de seu próprio osso e servida com batatas (podendo acompanhar também um glaceado de legumes).
A perfeição!
A costela derretia na boca e os sabores eram realçados com a combinação da cerveja!
Um lugar mágico, a Vila St. Gallen – onde funciona a fábrica – faz você se sentir uma criança novamente – não fosse pela cerveja na mão. Um passeio que vale a pena para quem curte subir a serra.