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  • O que fazer em Lucerna, na Suíça

    O que fazer em Lucerna, na Suíça

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    Considerada a mais linda cidade da Suíça, a 70km da capital Berna, Lucerna tem diversas características de outro país europeu, a Alemanha. Nesse post, saiba O que fazer em Lucerna, na Suíça:

    Com 75 mil habitantes e uma localização privilegiada às margens do Lago Lucerna,  atrai aproximadamente 2 milhões de turistas por ano. A cidade, conhecida como “síntese da Suíça”, transborda cultura com a grande variedade de prédios históricos e por isso é destino certo de visitantes de todo o mundo.

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    Na minha primeira visita à cidade, fiquei encantada, apesar do sol não ter colaborado muito.

    Pequena e charmosa, Lucerna é a porta de entrada para o centro histórico da Suíça central, com clima de interior, pessoas andando a pé pelas ruas estreitas e aquela simpatia dos lugares onde todos parecem se conhecer. A apenas 45 minutos de Zurique, os visitantes encontram um diferente lado do país ao desembarcar do trem. Um lugar onde o tempo parece ter parado.

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    A atmosfera às margens do lago e as montanhas Rigi, Pilatus e Stanserhorn, tornam Lucerna o destino preferido de muitos  turistas que percorrem a Suíça central. Com geografia variada, cultura e arquitetura típicas suíças, o  lago tem a mais extensa navegação da Europa, cuja viagem pelo interior dá um panorama fantástico dos Alpes; o rio que atravessa o centro histórico, onde montanhas estão à vista, além de prédios com arquitetura fantástica, e tudo isto pode ser feito a pé, já que é possível andar com muita tranquilidade.

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    Tive a oportunidade de conhecer o Monte Pilatus e enfrentar a subida mais íngreme do mundo, acessível de teleférico e trenzinho, que funciona desde 1889,  leva 35 minutos para chegar e nos brinda com uma vista espetacular de Lucerna. Lá de cima, infelizmente a neblina ofuscou a paisagem, mas foi possível ver muita neve e conhecer o hotel construído no alto, ideal para uma noite romântica.

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    Outro passeio imperdível é o de barco, que pode durar até três horas e passa por dez vilarejos da região. É um visual único, completamente diferente do que estamos acostumados.

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     Voltando pro solo, a melhor maneira de conhecer suas belas paisagens, é através das andanças onde se descobrem os encantos e a história da cidade. Explorando suas ruelas levemente desniveladas e cruzando as pontes que atravessam o Rio Reuss. A mais famosa delas é o símbolo da cidade: a Ponte da Capela, que fazia parte das fortificações erguidas quando Lucerna se separou da dinastia dos Habsburgs, no século XIV. Até o século XVII a ponte era fechada e, quando ela finalmente foi aberta ao público, o artista Henry Wagmann fez pinturas ilustrativas para decorar a passagem. Os painéis, restaurados no século XX, contam lendas, combates e histórias referentes à cidade. No meio da ponte há a Wasserturm – torre de água, que já foi prisão, câmara de tortura, torre de observação e arquivo municipal.

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    Sob forte influência alemã, a capela Hofkirche, com suas duas torres pontudas, também é um belo símbolo da cidade. Essa é considerada uma das igrejas mais valiosas da época do renascimento alemão. Um dos edifícios mais importantes é a Igreja dos Jesuítas, que chegaram a cidade em 1574, fugidos da reforma religiosa ocorrida no país.

    o que fazer em lucerna

    Diferentemente da maioria dos Estados suíços, que aderiram ao protestantismo, Lucerna não o fez. Hoje, ela é metade católica, metade protestante. Próximo à igreja está o Palácio do Governo, construído em estilo renascentista para ser uma casa particular. Uma curiosidade: todas as casas que possuem as janelas pintadas em azul e branco pertencem ao Estado ou têm caráter histórico.

    onde comer em lucerna

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    E já que estamos na Suíça alemã, é imprescindível provar a comida típica. Desde barraquinhas de rua que vendem pretzel e cachorro quente, até o tradicional restaurante Stadtkeller, com direito a show folclórico e tudo.

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    o que fazer em lucerna

    Em termos de hospedagem, recomendo o Hotel des Balances , confortável, com uma bela vista e um ótimo café da manhã.

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    bandeira suiça

    Destino atraente, paisagens deslumbrantes, a história contada em sua bela arquitetura, são apenas algumas das razões para conhecer Lucerna e conferir de perto “a mais linda cidade da Suíça”.

    Renata Araújo viajou a convite do governo da Suíça.

    Texto: Renata Araújo e Isabel Vergara

    Fotos: Renata Araújo  e Tomás Rangel

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  • Giuseppe Grill lança no cardápio Prime Rib Hereford

    Giuseppe Grill lança no cardápio Prime Rib Hereford

    O Giuseppe Grill, comandado pelo restaurateur Marcelo Torres, lança no cardápio uma super novidade: Prime Rib, certificada Hereford. O delicioso corte vem de uma criação boutique de gado extra premium, ou seja selecionado, de um produtor de Entre Rios, na Argentina.

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    A raça Hereford é de origem inglesa e, por uma questão genética, essa carne tem uma marmorização maior, ou seja, possui finas camadas de gordura entremeadas na carne, o que lhe atribui enorme maciez e sabor.

    Localização: Av. Bartolomeu Mitre 370, Leblon

    Telefone: (21) 2249-3055

    Foto: Divulgação

  • Deli Delícia, a nova delicatessen de Botafogo

    Deli Delícia, a nova delicatessen de Botafogo

    Um lugar onde se possa encontrar várias comidinhas gostosas e produtos semiprontos, como massas e molhos variados, para levar para casa e poder preparar rapidamente aquele almoço ou jantar especial. Assim é a Deli Delícia, a mais nova delicatessen da cidade, aberta em Botafogo.

    O espaço é um misto de rotisserie, boulangerie e pâtisserie, que conta ainda com uma gelateria exclusiva, com deliciosos sorvetes e picolés de produção própria e fabricados seguindo autênticas receitas italianas.

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    No balcão da pâtisserie, os clientes vão encontrar delicados doces, como éclairs, mil folhas, tortas (chocolate, cheesecake, limão etc), tarteletes, bolos caseiros (especiarias, cenoura com chocolate, laranja, milho, banana etc), mousses e brownies, entre tantas outras delícias de dar água na boca. Todos os doces de chocolate são feitos com o belga Callebaut.

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    Fotos: Divulgação

  • Novidade no Laguiole

    Novidade no Laguiole

    Por Renata Araújo
    Novidade no Laguiole, restaurante do  Museu de Arte Moderna e um dos melhores do Rio.

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    O simpático salão do Laguiole

    Agora, no cardápio, o Robalo Confit, confitado com salada de polvo, vinagrete de ovas e três limões. Apetitoso, não?
    Outra opção é o Namorado grelhado com raízes brasileiras e a Esfera Mueck, sobremesa.
    E para completar, o Laguiole agora anuncia o que todos esperavam: vai passar a abrir também nos fins de semana, de 12h às 17hs.
    Todas essas criações são do chef Ricardo Lapeyere
    Esfera Mueck
    Localização: Av. Infante Dom Henrique, 85, Glória.
    Telefone: (21) 2517-3129
                                                                                                                                                                                                                                       
     Fotos: Divulgação
  • Restô, um charme de restaurante em Ipanema

    Restô, um charme de restaurante em Ipanema

    Por Nina Fernandez e Renata Araujo

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    Uma casinha charmosa, com janelas grandes que permitem a entrada de luz natural e uma decoração divertida, é assim que começa a visita ao Restô, bucólico restaurante localizado no coração de Ipanema. O projeto foi coordenado por Baby Bittencourt e a designer Fabiana Prado que utilizaram móveis que pertenciam a família dos sócios.

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    Aberto há cerca de quatro anos por dois sócios, o chef  Tande Bittencourt (ex Don Juan, no Jardim Botânico, quem lembra?) e o ator Danton Mello, a casa tem uma proposta de bistrô moderninho, com mini porções, um bar convidativo a experimentar os drinks. O cardápio criado pelo chef Tande tem um ar italiano, passeando pela França (onde Tande estudou culinária) e um toque brasileiro. Estivemos lá na hora do almoço, em plena segunda-feira, e a casa estava cheia. Gostoso de ver que conseguem manter a qualidade e a fidelidade doa clientes, que na maioria das vezes estão ali à noite para tomar os drinks. E afinal, manter um estabelecimento por tanto tempo em ponto nobre em Ipanema, não é para qualquer um.

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    Experimentamos alguns dos petiscos da casa, como os quatro tipos de cogumelos Paris recheados, que normalmente vem em porções de quatro unidades com único sabor. As opções são: do rei – recheado com seu próprio creme e grazinado com parmesão; da rainha – recheados com purê de aipim e brunoise de pimentões coloridos, geléia de pimenta e camarões epicés; do valete – recheado com pimentões coloridos marinados no pesto, cebolas roxas caramelizadas e top-top mayô – o meu preferido! Por último um que era envolto por uma cada de queijo gorgonzola. Em seguida provamos duas bruschettas, uma de confit de pato que é apresentada com lentilhas rosas, laranjas caramelizadas em mel e pimenta e outra de salmão defumado com cream cheese e vinagrete jade. Na hora de pedir nosso prato principal optamos pela parte do cardápio denominada “comidinhas”, as famosas pequeninas porções – ADORO! Pedimos três diferentes na mesa, sempre bom para poder experimentar os pratos um do outro!

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    Renata foi de Risottinho de Camarões, que estava lindo em sua apresentação e um cheiro que me deu vontade de trocar com ela. Outra escolha da mesa foi o Tesouro do Mar, um lindo potinho cheio de lascas de salmão matinadas em cebolas e ervas acompanhado de batata assada, recheada de sour cream, cebolinha e farofa de bacon.

    Eu optei pelas Polpetinhas Exotique, uma panelinha fofa recheada de pequenos polpetones suculentos, creme de batata barôa, molho de tomate e parmesão. Poucas vezes comi polpetones tão deliciosos.

    Para fechar comemos duas sobremesas, uma delas o -sempre ele- brownie com sorvete e a outra foi uma taça que vinha com pedaços de bolo branco, geleia de frutas vermelhas e por cima uma bola de sorvete de manjericão. Uma mistura interessante de sabores que me surpreendeu positivamente. Aconselho apenas a deixar que o sorvete derreta mais, para que possa escorrer até o fundo da taça e se misturar ao restante dos ingredientes.
    Um atendimento atencioso, um clima aconchegante e comida confortante. Vida longa a cozinha do simpático Tande!

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    Fotos: Divulgação / Nina Fernandez/ Renata Araújo

    Restô
    Rua Joana Angélica, 184, Ipanema
    Tel.: (21) 2287-0052

     

  • Onde assistir aos jogos da Copa no Rio

    Onde assistir aos jogos da Copa no Rio

    Vai ter Copa sim, gente! E se você carioca não vai curtir os jogos nos estádios, o Rio traz várias outras opções!

    cidade maravilhosa vai ter programação especial e espaços badalados para quem quer assistir ao mundial fora de casa. Confira abaixo opções quentes em diversos bairros da cidade.

    Terraço Lagoa Lounge

    Unindo futebolgastronomia e festas badaladas, o Terraço Lagoa Lounge, fica no Complexo Lagoon, na Lagoa Rodrigo de Freitas. O novo espaço de 1600 m² exibirá os 64 jogos da Copa do Mundo em um grande painel de led e em diversos televisores espalhados pelo local.

    O espaço funcionará até dia 13 de julho, dia da final da Copa, e contará com música ao vivo e DJs nacionais e internacionais dia e noite, sem contar a vista privilegiada para Lagoa e o Cristo Redentor.

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    O Terraço ainda conta com bares e pratos refinados inspirados no cardápio do Lagoon Gourmet, e estará aberto diariamente das 12h as 24h.

    Aconchego Carioca

    O restaurante de comida típica brasileira se uniu à marca Reserva para receber torcedores durante a Copa. O cliente deve fazer reserva de mesas antecipadamente e por R$90 terá direito a uma camiseta exclusiva da grife, bem como porções de caldinho de baroa com couve, mix de bolinhos criados pelas chefs Kátia e Bianca Barbosa entre outras opções gastronômicas.

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    Por fim, chope Therezópolis para acompanhar. A casa também trará decoração temática e duas televisões grandes para todos assistirem e torcerem pela seleção.

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    Empório Jardim

    Para quem quer curtir a Copa de maneira refinada e diferente, a deli e padaria Empório Jardim traz cardápio especial de queijos artesanais e vinhos nacionais nos dias de jogos da seleção. Os clientes podem esperar televisões instaladas na varanda, queijos de cabra do Rancho dos Sonhos para beliscar e taças de vinhos nacionais com preços especiais, como o Cabernet-Merlot Joaquim por R$16.

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    Restaurante Padano

    Com drinks temáticos para Copa, o restaurante Padano se prepara para receber os torcedores. A casa também conta com televisores de alta definição e menu especial para os jogos.

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    Tudo isso em um ambiente rústico e moderno e com culinária que mistura a gastronomia francesa e italiana com toques brasileiros do jovem chef Mauro Canellas. 

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    Zazá Bistrô Tropical

    Ainda para quem gosta de drinks especiais, no charmoso Zaza Bistrô Tropical os clientes receberão taças de espumante por conta da casa todo jogo que o Brasil vencer.

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    Museu de Arte Moderna

    O MAM será o QG oficial da Rússia nesta Copa do Mundo. O país, que será sede do próximo mundial, montará a estrutura em uma área exclusiva de 1.120 metros quadrados de frente para a Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar, além de se localizar ao lado do Aeroporto Santos Dumont e a 15 minutos do Estádio Maracanã.

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    Durante os dias 13 de junho e 13 de julho, o público poderá comparecer à Casa da Rússia, assistir os jogos em tempo real em poltronas super elegantes, com Dj’s russos renomados e apreciar o menu assinado pelo  autêntico chef russo Syrnikov, conhecido por sua cozinha tradicional e fiel, e pelo renomado chef Ricardo Lapeyre, do restaurante Laguiole. Entre as delícias estarão o legítimo Strognaff russo, que vem com purê de batata em vez do arroz. Na carta de bebidas estarão a famosa cerveja Lager da Rússia.Além disso serão servidos três drinks criados com a Tsarskaya, servidos em copos com as cores que remetem à bandeira da Rússia (R$ 29,00).

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    Drink Russia

       

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    Anja

      

    Quem assina o som é a Anja Womso, badalada DJ de Londres, e DJ KTO, que tocou na abertura e encerramento de Olimpíadas de Inverno de Sochi. Sextas e sábados a Casa da Rússia oferece festas a partir das 21h com o conceito guest list. Para entrar basta mandar email para o [email protected] e a entrada é gratuita.

    Palaphita Kitch

    A Suíça montará seu QG no hypado Palaphita Kitch às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas. Com o lançamento da Campanha de Comunicação Swissando 2014-2016, o projeto visa fortalecer a imagem do país e estimular as atividades com o Brasil. Durante o evento, os visitantes poderão desfrutar da gastronomia suíça como raclette, rösti, bratwurst, vinho ou cerveja. Também será servido uma culinária fusion suíço-brasileiros. Para transmitir o ambiente, o Palaphita se transformará com uma ambientação típica, com direito a trenós gigantes, toalhas quadriculadas, vacas cenográficas e uma iluminação especial.

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    No Baixo Suíça, como será chamado,  a parceria entre o chef suíço Christian Zueger, que já cozinhou para a rainha da Inglaterra, e o Mario “Maluco”, do Palaphita Kitch, surgiram várias receitas inéditas que envolvem tradições suíças com o toque brasileiro, como a rosti com pirarucu.

    Por Marina Ferreira, Duda Vetere e Renata Araujo                                                                                                              

     Imagens: divulgação e Renata Araújo

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  • Exposição de Salvador Dalí no CCBB

    Exposição de Salvador Dalí no CCBB

    Por Monica Barros

    À procura de um bom programa cultural  no Rio, que tal visitar a Exposição de Salvador Dalí no CCBB?

    Para comemorar os 25 anos do Centro Cultural Banco do Brasil, a instituição trouxe uma atração de peso: Salvador Dalí. São 150 obras, entre elas fotografias, gravuras, desenhos e contribuições do pintor ao cinema.


    O artista catalão é a expressão máxima do movimento surrealista. Visitar uma exposição dedicada a ele é se deixar levar pela imaginação, sair do convencional e mergulhar no absurdo.
    Para dar um gostinho de como funcionava a cabeça de Dalí, a réplica de uma instalação cujo original está na sua cidade natal Figueras, na Espanha, dá oportunidade ao público de vivenciar esse mundo lúdico. Ela permite que os visitantes “entrem” no rosto de Mae West, estrela do cinema americano na década de 30, e ali encontrem uma sala de estar.

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    A intenção da curadoria é que o público conheça a evolução do pintor e as técnicas que ele utilizava. Estão espalhadas pelo centro cultural fotografias mostrando o making of de algumas de suas obras, além de trabalhos de outras fases, como a cubista.  Faz parte dessa exibição quadros como Autorretrato cubista, Composição surrealista com figuras invisíveis e Paisagem média pagã. Entre os desenhos, estão ilustrações feitas para o livro Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol. Mais surreal impossível.

    Os cariocas podem conferir agora praticamente a mesma exposição apresentada ano passado no Centre Pompidou, em Paris, que atraiu quase 800 mil espectadores. O CCBB se preparou para receber um grande número de pessoas. Organizada pelo Instituto Tomie Ohtake, é a maior já realizada no Brasil, com obras que vão desde 1920 até os últimos trabalhos de Dalí, falecido em 1989. As filas são grandes, mas apenas um número limitado de pessoas entra a cada vez, e um guia faz um resumo do que será visto antes de cada grupo entrar na sala principal da mostra. Bastante organizado.

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    Salvador Dalí ficará em cartaz no Rio até 22 de setembro, depois segue para São Paulo.

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  • Exposições em cartaz em Paris

    Exposições em cartaz em Paris

    Por Bárbara Ariston 

    Caminhar pelas ruas de Paris é como fazer um passeio por um museu a céu aberto: são inúmeros monumentos, obras de arte e ícones da arquitetura. Mas para os apreciadores das artes, a cidade-luz reserva atrações especialíssimas dos mais variados estilos em mais de 200 museus e galerias, com suas coleções permanentes e exposições temporárias da maior qualidade.

    Na última semana de maio, tive a sorte de poder visitar uma seleção de mostras fantásticas em cartaz na cidade. O primeiro museu da minha programação foi o Grand Palais, que por si só já é uma atração incrível. O espaço foi erguido em 1900 e abrange diversos espaços culturais. No dia da minha visita, pude escolher entre uma exposição do grande artista brasileiro Candido Portinari, outra do fantástico fotógrafo Robert Mapplethorpe, entre outras. Mas como o tempo era curto e as filas imensas, optei por essas duas, com as quais me identificava mais.

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    A sala dedicada ao mestre Portinari era impressionante. A exposição abrigava os paineis Guerra e Paz, presentes do governo brasileiro para a sede da ONU, em Nova York, em 1956. Durante quatro anos, Portinari trabalhou na produção de quase 200 estudos e maquetes e depois, em mais 9 meses, pintou dois monumentais paineis de 14 metros de altura e uma superfície total de 280 metros quadrados. A montagem é belíssima e só fica em cartaz até 9 de junho.

    Exposições em cartaz em Paris

    A exposição do fotógrafo Robert Mapplethorpe, um dos grandes nomes da fotografia de arte, fica mais tempo, até o dia 13 de julho. Apesar de ser mais conhecido por seu trabalho com nus, a exposição apresenta toda a dimensão da obra do artista e sua busca pela perfeição estética através de mais de 200 fotografias, produzidas desde o início da década de 70 até a sua morte prematura em 1989. Também estava em cartaz, e continua até 22 de junho, a sexta edição do Monumenta, com a instalação de 2.500 metros quadrados batizada de “Estranha Cidade”, dos artistas russos Ilya e Emilia Kabakovque.

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    No dia seguinte, passei pelo Institut du Monde Arabe, que fica num edifício projetado por Jean Nouvel, com sua impressionante fachada de paineis fotossensíveis, que abrem e fecham como diafragmas conforme a intensidade da luz solar. Depois visitei o Musée Rodin, um dos meus favoritos, com seus lindos jardins e as maravilhosas esculturas de Auguste Rodin. Coincidentemente, além da mostra permanente, o museu abrigava uma mostra interessantíssima traçando um paralelo entre o trabalho do artista e o de Mapplethorpe, mesmo fotógrafo em exposição no Grand Palais.

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    A mostra que eu estava mais ansiosa para conferir era a do grande Henri Cartier Bresson, um dos principais expoentes da fotografia francesa e mundial, no Centre Pompidou. Mas fui meio amadora e fiz a besteira de seguir para lá num domingo chuvoso. Quase caí pra trás quando vi a fila quilométrica na porta do centro cultural. E o pior, a fila não andava.

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    Neste momento me arrependi de não ter comprado o Museum Pass, como já havia feito em outras viagens a Paris. (Aliás, essa é uma dica preciosíssima: compre o passe com antecedência na internet ou assim que chegar na cidade, nos postos da Paris Convention & Visitors Bureau ou em qualquer loja Fnac. A maior vantagem é o fato de poder furar as filas). Não tive coragem de enfrentar aquelas prováveis horas de espera e fui embora. Resolvi então experimentar uma estratégia diferente. Entrei nos sites dos museus que ainda pretendia ir e comprei os ingressos individualmente.

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    No dia seguinte, voltei ao Pompidou, que diferentemente de outros museus, abre às segundas-feiras e fecha às terças. Fiquei satisfeita de não precisar encarar a fila para a compra do ingresso, mas ao chegar à sala reservada para a mostra do Bresson, a surpresa: outra fila. Mas desta vez encarei, afinal não teria outra oportunidade. E valeu cada minuto dos 90 gastos ali. Com mais de 350 fotos, a retrospectiva apresenta a potência e a diversidade de suas imagens. Imperdível! Só até 9 de junho. Depois disso, em novembro, o Pompidou organiza a primeira retrospectiva na Europa de Jeff Koons, um dos mais famosos e controversos artistas contemporâneos.

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    Finalmente, reservei uma tarde para voltar ao Musée d’Orsay. Amo este lugar, a antiga estação de trem Gare d’Orsay, um exemplo da art nouveau e, desde 1986, lar de coleções impressionistas e pós-impressionistas de artistas franceses e mundiais. Naquele dia, meu maior objetivo era checar a exposição Van Gogh/Artaud. A exposição, em cartaz até 6 de julho, é baseada no trabalho do escritor Antonin Artaud sobre o gênio holandês. São mais de 30 quadros de Vincent Van Gogh, além de desenhos e cartas do mestre ao seu irmão.

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    Enfim, seja qual for o período da estada em Paris, vale a pena dar uma olhada nos guias de programação da semana, como o Pariscope, à venda em bancas de jornal, para não deixar passar mostras maravilhosas como estas. E, obviamente, aproveite para ver ou rever as lindas coleções destes e outros museus e galerias, como o Louvre, o Quai Branly, o Picasso, o Palais de Tokyo, a Maison Euopéenne de la Photographie, a Pinacothèque, o Carnavalet, o Musée de l’Orangerie, o Jeu de Paume…

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    Fotos: Bárbara Ariston 


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  • Hotel Marquis: luxo na Cidade do México

    Hotel Marquis: luxo na Cidade do México

    Inaugurado há mais de vinte anos e com 209 quartos, o Hotel Marquis: luxo na Cidade do México é uma excelente opção de hospedagem. Muito bem localizado, no Paseo de la Reforma, uma das principais avenidas da cidade, o hotel foi remodelado no ano passado e tem quartos amplos, com TV de plasma, cafeteira nespresso e um bom banheiro com direito a ducha e banheira. Se você não sabe onde ficar na Cidade do México, agora já tem uma boa dica.

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    Único estabelecimento na cidade da marca Leading Hotels of the World, o Marquis tem dois restaurantes que oferecem café da manhã: buffet e à la carte, lugar muito procurado para reuniões de trabalho. O Los Canários tem um cardápio que mistura as culinárias espanhola e mexicana. Há ainda o Nicksan, um japonês com toques mexicanos, e o Sikeros, um sport bar com uma agradável varanda.

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    O hotel oferece ainda o belo Spa Marquis, com 1.500 metros, com direito a tratamentos variados, entre shiatsu e banho egípcio, sauna e piscina aquecida, meditação e aulas de Chi-Kung, bem como banhos rituais.  Um centro de fitness e um bem equipado salão de beleza, também estão disponíveis, os dois abertos a não hóspedes.

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    Além de tudo isso, o grande trunfo do Marquis é sua localização central. Dali, é possível ir caminhando para alguns dos museus mais importantes de DF e marcos históricos, incluindo o Parque de Chapultepec e a Torre Mayor. Além de estar perto do bairros mais descolados, com restaurantes e lojas variados. Melhor, impossível!

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    Texto e fotos por Renata Araujo


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  • Mandarin Oriental de Cingapura

    Mandarin Oriental de Cingapura

    Por Renata Araújo

    Cingapura é uma cidade única do mundo: futurista, organizada, extremamente limpa, sem trânsito e com um arquitetura muito interessante. Na minha primeira vista à cidade, fui convidada para me hospedar no excelente hotel Mandarin Oriental de Cingapura, muito bem localizado, walking distance de alguns dos principais pontos turísticos da cidade.


    Aberto há 26 anos e construído na forma de um leque – o símbolo da marca – o hotel passou por uma reforma multi milionária em 2004 e é um dos hotéis mais luxuosos da cidade.

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    Ao chegar no quarto, o que mais impressiona é a vista estonteante da baía de Cingapura e seus arranha céus. O conforto típico da marca MO também está ali: bastante espaço, uma ótima cama e amplo banheiro.

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    Nos andares altos ficam os quartos “club”que dão acesso ao Oriental Club Lounge, uma espécie de executive floor super elegante onde é possível  tomar um café da manhã mais exclusivo.

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    São 527 quartos, dois lounges e cinco restaurantes:  o Dolce Vita, italiano, à beira da piscina, o japonês Wasabi, a Morton’s Steak House (o primeiro da tradicional rede de restaurantes de carne americanos aberto fora dos EUA ), o Melt, onde é servido o farto café da manhã, e o delicioso Cherry Garden, um autêntico cantonês onde tive um ótimo almoço, acompanhada pela gerente de vendas do hotel, Carla Goke, por acaso, brasileira e adorável.

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    O lindo spa oferece seis salas de tratamento, com diversos tipos de massagem, além de sauna e jacuzzi,  serviços de manicure e pedicure e excelentes produtos da linha MO. Na dúvida de que tipo de massagem escolher, o terapeuta está ali para ajudar a fazer a que melhor se encaixa no seu perfil. Optei pela relaxante tradicional e adorei!

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    O hotel oferece ainda uma bela piscina – algo imprescindível em uma cidade onde faz calor o ano inteiro – que conta com a incrível vista urbana de Cingapura e simpáticas cabanas para os hóspedes, onde é possível degustar um drinque ou tomar um café.

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    Mas a localização é realmente um dos seus pontos altos. Da famosa Raffle’s Street é possível ir andando para o mega complexo Marina Bay Sands (que reúne, além de hotel, restaurantes, lojas,  cassino e um observatório imperdível no terraço), para a roda gigante, o Singapore Flyer, o Garden by the Bay (famoso jardim suspenso) e para o  Art and Science Museum. Do outro lado da rua, a dica é  pegar os ônibus de turismo que rodam a cidade e são sempre úteis aos visitantes de primeira viagem e com pouco tempo na cidade.

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    Há alguns minutos dali, está ainda a Orchard Road, principal área de comércio da cidade, com vários shoppings centers.

    O Mandarin Oriental Singapore é o único hotel da cidade a ganhar cinco estrelas no quesito acomodações e spa, por três anos consecutivos, pelo renomado guia da Forbesalém de ostentar os títulos de um dos 500 melhores hotéis de 2014 pela revista Travel & Leisure e estar na lista dos 25 tops hotéis do Sudoeste Asitático, pela Condé Nast Traveler 2013 Reader’s Choice Award. Resumindo: não existe lugar mais indicado para ficar.

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    O aeroporto fica a 20 minutos do hotel, que oferece um confortável transfer, pago à parte, para os hóspedes que tiverem interesse. Uma cidade que impressiona e cada vez mais atrati turistas do mundo inteiro e um hotel que não deixa nada a desejar nos quesitos conforto, gastronomia, serviço e luxo.

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    Fotos: Renata Araújo

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  • Bar d’Hotel, muito mais que um restaurante de hotel

    Bar d’Hotel, muito mais que um restaurante de hotel

    Por Renata AraújoComo uma vista privilegiada para a praia do Leblon, o Bar d’Hotel, no Marina,  é muito mais que simplesmente um restaurante de hotel.
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     Lugar ideal para tomar drinques, jogar conversa fora com os amigos em um jantarzinho casual, ele também é uma ótima opção para almoço, o que pude comprovar recentemente ao experimentar o novo cardápio mediterrâneo da chef Maria Vitória.
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     Ela se baseia em experiências pessoais e memórias de infância para criar seus pratos e escolheu ingredientes leves, de cores claras, típicos dos países desta região.
     Adorei o ceviche de frutos do mar (polvo, cmarão e peixe branco) de entrada, temperados com limão siciliano, azeite, ervas e pimenta biquinho, acompanhado de nachos super crocantes que não dão vontade de parar de comer. Fiquei de olho na salada verde peras caramelizadas e queijo de cabra, mas vai ficar pra próxima.
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    Acabei provando também as vieiras grelhadas, servidas com três versões do caju: a fruta caramelizada,  o purê de castanha bem cremoso, e a própria castanha tostada. Delícia total!
     
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    Minha companheira de mesa escolheu os camarões com purê de batata baroa defumada, com molho de laranja e azeitonas pretas, que também tive a chance de provar e estava ótimo!
     
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    Já que entre os principais, peixes e frutos do mar são as grandes estrelas, fui direto na lagosta grelhada com capellini e tomates assados, e é temperada com azeite de alhos assados em baixa temperatura, feito na casa, e alecrim. Super saborosa e a massa, bem levinha!
     
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    E de sobremesa, simplesmente uma mousse de chocolate quente com doce de leite e sorvete, de comer de joelhos!

     
    Para outras infos, é só acessar o site do hotel.Fotos: Renata Araújo

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  • A cerveja Jefrrey ganha o próprio espaço

    Por Renata Araújo

    Comercializada há um ano em alguns dos melhores restaurantes do Rio, como Mr Lam, Mee, Minimok e Irajá, a cerveja Jeffrey ganha  próprio espaço.

    cerveja artesanal


    Baseada na tradicional receita belga mas com um toque mais leve, uma interpretação carioca, que inclui coentro e raspas de limão siciliano, a bebida já caiu no gosto de quem mora na cidade e foi até a mais pedida no verão na piscina do Copacabana Palace.

    cerveja artesanal


    Definida como “loja conceito”, pelo sócios, a Jeffrey foi aberta na inusitada rua Rua Tubira, no Leblon, conhecida como rua das Oficinas e promete romper com o padrão da sua localização.

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    A ideia é que as pessoas possam degustar ali mesmo a cerveja e ao mesmo tempo apreciar as obras de arte que estiverem em exposição no local.

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     “Não há nada parecido por aqui e as atrações são inúmeras: todo mês haverá uma exposição de arte acontecendo – a agenda já está completa até 2015”, conta Bloise, um dos sócios. A primeira exposição já está acontecento! É “A Luz”,  feita em parceria com o coletivo de arte Novecinco, com entrada franca.
     
    Fotos : Divulgação
     
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