É com prazer que anunciamos a nossa mais nova parceria: You Must Go! e SealBag
Os viajantes mais antenados já sabem dessa novidade, os lacres super necessários da SealBag, Agora também personalizados com exclusividade para o You Must Go! O kit consiste em um lacre de plástico com uma numeração de série e um fio de nylon, que depois de lacrado só pode ser retirado se for cortado. O objetivo é fazer com que, caso a mala seja aberta, no instante em que o passageiro receber sua bagagem irá perceber que a mesma foi alterada. Uma grande vantagem que dá rapidez na hora do passageiro tomar as devidas providências. Dessa forma, ele pode verificar no mesmo momento se algo foi roubado ou se a mala foi danificada, e fazer a reclamação diretamente no aeroporto. Com o lacre violado como prova, as chances do passageiro ser indenizado pelo dano são ainda maiores
Os lacres podem e devem ser usados também por turistas que utilizarem transporte marítimo e rodoviário. Nesses locais as malas também ficam bastante tempo vulneráveis fora do alcance de seus donos. Além disso, em viagens mais longas, é comum os viajantes precisarem deixar seus pertences no depósito do hotel por algumas horas antes de pegar um voo, por exemplo. Os lacres inibem a ação de quem tem a intenção de abrir e roubar algo, e inibem principalmente o velho golpe da “cesária” (aquele em que com uma simples caneta os ladrões conseguem abrir sem nem danificar o fecho).
Para facilitar, os lacres vêm acompanhados de um pequeno cortador que pode ser levado na bolsa de mão. São bastante práticos, basta prender o lacre entre o zíper e a alça. Podem ser usados junto com os cadeados comuns, e funcionam como tag, identificando cada volume através de sua numeração. Tirar uma foto da numeração do lacre antes de despachar a bagagem também é válido. Para amenizar a angústia após despachar as malas e a ansiedade ao esperar elas aparecerem na esteira, essa é uma ótima ferramenta para deixar os viajantes mais tranquilos.
Já experimentamos os lacres daSealbage adoramos! E como parceiros, ganhamos até um cartão de visitas especial que vão ser enviados para os clientes da Sealbag. Adoramos!
Comer bem em Paris é quase uma redundância. Seja qual for sua preferência ou seu orçamento, este é o melhor lugar para satisfazer os desejos gastronômicos mais especiais. Sempre que volto a Paris, tento conhecer novas mesas, mas a verdade é que é praticamente impossível resistir e acabo revisitando antigas paixões.
L’Ami Jean
Foi o caso do bistrôL’Ami Jean. Estive lá pela primeira vez três anos atrás, por indicação de um amigo. Naquela ocasião, cheguei tarde e sem reserva. Por sorte, esbarrei com o chef Stephane Jego se despedindo de um grupo de clientes na porta da casa já quase vazia. Perguntei, incrédula, se ainda poderia entrar para jantar e ele respondeu: vamos lá! A experiência foi tão incrível que desta vez preferi não arriscar. Assim que marquei a viagem, fiz a reserva.
O cenário estava bem diferente. Casa cheia… Lotada! O espaço é pequeno e barulhento, as mesas são coladas umas nas outras e a atmosfera bastante animada e informal. Fui encaminhada para uma mesa comunitária e recebi o cardápio. O restaurante segue a linha “bistronomique“.
Ou seja, ambiente de bistrô e preços econômicos, mas com a ousadia e a sofisticação da alta gastronomia. Começamos com uma Terrine de Campagne…à disposition. Ou seja, a travessa vem inteira para a mesa com uns pãezinhos deliciosos e podemos comer à vontade. Em seguida, pedi uma bochecha de vitela confitada por 7 horas.
Parece estranho, mas é inacreditavelmente sensacional! Minha mãe, que me acompanhava nesta viagem, pediu uma costela com purê. De sobremesa, optamos pelo Choco… choco… choco… Dame Blanche Vanilée. Adoramos o nome! E o doce, uma espécie de sundae de chocolate e baunilha em copo alto, não decepcionou.
Ze Kitchen Galerie
Outro restaurante que valeu o repeteco foi o Ze Kitchen Galerie, uma estrela no Guia Michelin, em Saint-Germain-des-Prés. Como havia me apaixonado pelas criações do chefe Willian Ledeuil, na primeira vez em que estive lá, resolvi desta vez pedir o menu degustação de seis serviços. Recomendo!
Cada prato melhor que o outro. Começamos com o amuse-bouche, uma saladinha de beterraba com caldinho de gengibre e pepino. Depois, veio a degustação propriamente dita. Para começar, sardinhas marinadas no capim-limão, seguidas de camarões com aspargos e molho de mariscos, spaghettoni com manjericão e lula, dourado com ostras e molho cítrico e codorna com purê de espinafre, cogumelos e mostarda. Finalmente, as sobremesas: um rolinho de gianduia com praliné e caldo de laranja e sorbet de ruibarbo com morangos. Tudo incrível!
Na mesma rua do Ze Kitchen, Rue des Grands Augustins, na esquina com a margem do Sena, está o Les Bouquinistes, do chef Guy Savoy. Não há como não gostar desta casa, com nome inspirado nas barraquinhas dos livreiros tradicionais na região. Chique, mas sem afetação, cardápio com ótimas opções e serviço primoroso. Entre as opções, escolhemos foie gras com chutney de ruibarbo, peixe com confit de kumquat (uma frutinha japonesa) e aspargos verdes e brancos, bacalhau grelhado com risoto de chanterelles e aspargos verdes. Para fechar, a sobremesa que consideramos a melhor da viagem: uma espécie de fondant de chocolate. Simples e perfeito!
Na noite seguinte, resolvi experimentar o Les Ombres. Já tinha ouvido falar muito bem, principalmente sobre a vista, mas ainda não conhecia. O restaurante fica no topo do Musée de Quai Branly, colado na Torre Eiffel. E, com seu teto todo em vidro, oferece um visual estonteante de qualquer mesa em que se sentar.
O salão é grande e bastante frequentado por turistas. O serviço não é dos mais eficientes e a comida é gostosa, mas não é excepcional. Mas nada disso ofusca a emoção de estar ali, aos pés deste ícone francês. Como eu fui no final de maio, o sol só se punha depois das 9 da noite.
Fiz a reserva para este horário. Chegamos um pouquinho antes, aproveitamos para tirar fotos no terraço e depois nos sentamos. Nos serviram uma taça de champagne e voilà: ela se acendeu inteira e começou a piscar. O timing não podia ser mais perfeito. Esse momento mágico valeu pela noite inteira!
Ainda sob efeito da noite anterior, começamos a planejar o jantar seguinte. Resolvemos, então, conhecer o Jaja, no coração do Marais. Dos mesmos donos do Glou, outro que eu adoro, este bistrô chique comandado por Massimiliano Monaco, mistura clássicos da cozinha francesa e pratos criativos, sempre com ingredientes superfrescos e orgânicos.
A entrada é meio escondidinha na Rue Sainte-Croix de la Bretonnerie, e o jardim na frente da casa já dá uma ideia do charme do local. Pedi de entrada camarões grelhados com creme de agrião e croutons na tinta de lula, e depois um ravioli verde com ricota e lulas. Minha mãe foi de terrine de campagne (de novo!) e o peixe do dia, um dourado, com beterrabas assadas.
Vinhos em taça maravilhosos e, desta vez, resistimos aos doces. Adoramos tudo, ambiente cool e casual, pratos deliciosos, gente charmosa e ótimos preços. Para quem optar pelo almoço, eles fazem menus fechados de entrada, prato principal e sobremesa a 21 euros.
Tokyo Eat
Por falar em almoço, tive alguns memoráveis nesta viagem. Como no Tokyo Eat, restaurante do Palais de Tokyo. Ambiente moderninho e cozinha criativa com inspiração oriental. Pretendo ir novamente, mas da próxima vez à noite para experimentar os drinks da casa.
Outro que faço questão de voltar é o Frenchie to Go. Um amigo chef de cozinha, que tinha acabado de voltar de Paris, me deu a dica e recomendou: “Não deixe de ir”.
Fico feliz de ter seguido seu conselho! O pequeno restaurante, situado na Rue du Nil, é o que há de mais badalado atualmente na cidade. As filas na porta ao longo do dia são prova disso. Trata-se da terceira casa do chef Gregory Marchand e é especializada em sanduíches gourmet, como o delicioso Reuben, de pastrami e cheddar. Mas tudo lá é maravilhoso, como o hotdog feito com 100% de carne bovina e o fish & chips. No dia em que fui conhecer, o chef dividia a atenção entre os pedidos dos clientes e as gravações com uma equipe de TV australiana. Mas nada que pudesse atrapalhar o resultado… Fantástico!
E hoje é dia de falar das novidades na hotelaria em Miami.
O Grand Beach Hotel Surfside foi recentemente inaugurado. A obra durou 18 meses e teve investimento de mais de US$ 100 milhões. O hotel oferece 340 quartos em dois prédios: um de frente à praia e outro beirando a Collins Avenue. Os hóspedes podem aproveitar a praia, os jardins do hotel, o deck da piscina principal e a hidromassagem. A Skypool, piscina localizada na cobertura só para adultos, tem vista para o Oceano Atlântico e para a cidade de Surfside. O hotel fica próximo às lojas de Bal Harbour e dos restaurantes do Surfside Business District.
O Trump Hotel Collection e a Esquared Hospitality uniram forças para abrir o BLT Prime no Trump National Doral. O novo restaurante do resort agora oferece diariamente café da manhã, almoço e jantar em um ambiente com vista para o campo de golfe Blue Monster. O menu é comandado pelos chefs Dustin Ward e Paul Niedermann, cuja carreira com a família BLT começou após ganhar a nona temporada do Hell’s Kitchen em 2011.
O The Spa at Mandarin Oriental Hotel Miami, eleito spa cinco estrelas peloForbes Travel Guide, lança uma série de pacotes de bem-estar. Cada programa inclui acomodações luxuosas por duas noites, café da manhã, almoço em embalagens individuais customizadas servidas à beira da piscina, aula de ginástica, dicas nutricionais e quatro horas de tratamentos personalizados. Os hóspedes podem escolher entre seis pacotes diferentes, cada um com objetivo específico.
Nós, que somos fãs da rede Mandarin Oriental, grande parceiro do blog, já experimentamos este maravilhoso spa. Para ler o post completo, clique aqui.
Uma das cidades sede que mais se agitou com a chegada da Copa do Mundo foi Belo Horizonte. A capital mineira atraiu muitos torcedores do mundo todo, até a realeza inglesa! Hotéis com ocupação lotada, ruas tomadas de gente, barzinhos cheios de pessoas com muita energia para ver as partidas do campeonato. No dia do jogo da Argentina, mais uma vez os hermanos mostraram que não estão pra brincadeira e dominaram a cidade. Só se ouvia o sotaque espanhol por lá. E hoje, no jogo contra a Alemanha, a cidade vai ferver outra vez.
Quem optou em ir para BH nessa época não se arrependeu. São muitos os atrativos da cidade, além de vários passeios aos arredores sugeridos pelos guias de turismo oficiais. O principal deles atualmente é o Instituto Cultural de Arte Contemporânea Inhotim, indicado até mesmo pelo jornal inglês The Guardian como local de visitação obrigatório. Em cerca de 3 ou 4 dias dá para conhecer boa parte dessas atrações, e o ideal é alugar um carro para ter mais flexibilidade e pôr em prática o roteiro aqui sugerido.
Belo Horizonte
Lagoa da Pampulha – O mais conhecido cartão postal da cidade, abrangendo uma área bastante grande. Ao seu redor, várias atrações: Igreja de São Francisco de Assis da Pampulha, idealizada por Oscar Niemeyer em 1943; Parque de diversões com direito a roda gigante; pista de caminhada e corrida, Museu de Arte da Pampulha; Estádio do Mineirão, famoso por ser palco de grandes disputas e local dos jogos da Copa do Mundo. O Príncipe Harry esteve lá! Atenção apenas para os dias de jogos, pois as ruas próximas costumam ficar interditadas para carro.
Mirante das Mangabeiras – O pôr do sol em BH é velho conhecido. Apesar de não ter praia, a cidade proporciona uma das mais belas vistas ao fim do dia, mostrando porque foi batizada com esse nome. Para chegar ao Mirante e ter uma visão panorâmica, é preciso subir o bairro de Mangabeiras. É nessa área também que fica o Palácio das Mangabeiras, residência do governador.
Parque das Mangabeiras – Uma grande área verde próxima a Serra do Curral, com opções de lazer e paisagismo projetado por Burle Marx. É patrimônio cultural da cidade e um dos preferidos dos moradores, oferecendo áreas de descanso e esportes. Considerado um dos parques mais importantes da cidade, é parada obrigatória para os turistas.
Praça da Liberdade – Famosa praça que costuma encher aos domingos. É muito bonita, com belas árvores, um chafariz e coreto, onde nos finais de semana ocorrem apresentações de música. Ao seu redor encontra-se também o Edifício Niemeyer e a Biblioteca Pública.
Centro Cultural Banco do Brasil BH – Fica bem em frente à Praça da Liberdade. Sempre com exposições interessantes, o vistoso prédio de 1926 passou a abrigar o CCBB em 2009. Com sua escadaria interna e belos vitrais, vale uma visita.
Mercado Central – É aonde as pessoas vão em busca de comidas típicas e artesanato. Desde 1929 o mercado recebe mineiros e pessoas de fora querendo conhecer um pouco mais da “intimidade” da capital. Tem opção de restaurante para quem quiser um tempero local.
Savassi – Região nobre conhecida por ter a noite mais animada de BH. Concentra um grande número de barzinhos e restaurantes. Em época de Copa do Mundo, o lugar ferveu e lotou! Todos em busca de bons chopes e telões para ver os jogos
Lourdes – Restaurantes sofisticados e calçadas que oferecem um desfile para os olhos. Local de gente bonita, esse bairro de classe média alta é um polo gastronômico onde é possível encontrar, entre outros, opões de culinária francesa e cozinha mineira “chique”. Edifícios residenciais altamente valorizados são encontrados aqui, suas ruas arborizadas tornam essa região bastante disputada.
Arredores
Gruta da Lapinha – Localizado em Lagoa Santa, a cerca de 20 min do centro de BH. Além da famosa lagoa muito procurada para lazer nos finais de semana, é onde fica o Parque Estadual do Sumidouro. Sua principal atração é a Gruta da Lapinha, onde são feitos tours de cerca de 1h com guias autorizados, que levam os turistas a conhecer as incríveis formações rochosas. Com estalactites e estalagmites milenares, a gruta é toda iluminada por dentro, proporcionando uma visão impressionante. Foi nessa região que os primeiros habitantes do Brasil se estabeleceram, há milhares de anos. Muitos fósseis de animais e seres humanos foram encontrados aqui, como o de Luzia, a mais antiga ancestral brasileira.
Serra do Cipó – Para quem curtepasseios em contato com a natureza e atividades esportivas, esse é o lugar ideal. Situado no Parque Nacional da Serra do Cipó, a cerca de 90 km de da capital de Minas Gerais, há muitas opções de trilha e belas cachoeiras. Guias especializados podem ser contratados para os passeios, que devem ser reservados com antecedência. Muitos consideram que algumas das cachoeiras mais bonitas do Brasil estão aqui.
Inhotim – O Instituto Cultural de Arte Contemporânea Inhotim, inaugurado em 2006, tem deixado a todos que o visitam maravilhados. O museu foi construído na pequena cidade de Brumadinho, a 60 km de BH, ocupando uma impressionante área de 786 hectares, e se firmou como um dos mais importantes acervos de arte moderna da América Latina. Com obras de conceituados artistas, entre eles, Adriana Varejão, Vik Muniz, Tunga, Hélio Oiticica, Chris Burden e Yayoi Kusama, todas são surpreendentes e de dimensões muito grandes.
Talvez a obra mais inusitada seja a sensacional “O som da Terra”, de Doug Aitken. Trata-se de uma grande sala redonda de vidro isolada numa das partes mais altas do parque. Entrando no recinto pede-se silêncio absoluto. Enquanto ficamos lá dentro olhando para o espaço vazio, escutamos a Terra vibrar e produzir sons, muitas vezes bastante altos, captados ao vivo através de vários microfones instalados cerca de 200 metros abaixo. É absolutamente emocionante.
O museu é quase todo interativo, adultos e crianças se divertem com instalações como Magic Square, Bisected Triangle, Cosmococa e Beam drop.
Inhotim é também um jardim botânico. Sua área verde é lindíssima, envolvente, as pessoas passeiam agradavelmente à beira dos imensos lagos, admiram os inúmeros bichos que ali vivem de forma livre, e relaxam nos magníficos assentos feitos de enormes troncos de madeira.
Com tudo isso, o Instituto conta também com vários bares e lanchonetes, já que os visitantes passam o dia inteiro lá, e os elegantes e modernos restaurantes Oiticica e Tamboril são ótimas opções gastronômicas. Em breve será inaugurado um hotel no local, que terá o conceito de vila, com piscina, restaurante e espaço para eventos, tornando esse centro cultural ainda mais completo.
Um lugar que atrai cada vez mais brasileiros e estrangeiros, Inhotim é sem dúvida um passeio totalmente imperdível!
Em uma já saudosa viagem de fevereiro, fui conhecer San Andrés, lindo destino no Caribe colombiano, que está agora sendo mais conhecido pelos brasileiros. Digo isso a respeito de nossos compatriotas porque vi muitos deles por lá, mas não ouço muita gente falando sobre estailha. Mas parece que isto será por pouco tempo, pois vale muito a pena conhecer. Mesmo não sendo tão badalado quando os outros “Saint” e “San” localizados na região do Caribe, certamente não perde em beleza para nenhum de seus outros vizinhos.
Falando um pouco sobre geografia, San Andrés possui 26 km² de território. Curiosamente, a ilhapossui um formato de cavalo marinho no mapa e todo ele pode (e deve) ser explorado sem muita dificuldade. No local há uns carrinhos de golfe disponíveis para aluguel e o serviço dura o dia inteiro. Com um mapa na mão e muita disposição no corpo, dá para ir aos lugares mais distantes sem ter que ficar se deslocando a pé. E também não te deixa restrito à região de Sprat Bight, a praia mais famosa. Só precisa levar sua carteira de motorista, dinheiro en effectivo (a maioria dos lugares não aceita cartão, só dinheiro em espécie mesmo) e um espelho. Um espelho? Sim, pois – não sei se por falta de sorte minha – meu carrinho não tinha retrovisor rs.
Já falei de geografia, agora vou citar fatos históricos. Sabe como surgiu o nome San Andrés? A lenda diz que o local foi descoberto em um dia 30 de novembro: dia de Santo André. A partir de 1629, a ilha foi ocupada por puritanos ingleses e antigos escravos africanos, levando sua cultura que é conservada até hoje pela população. A primeira parada de meu passeio foi a Casa Museo Isleña. Apesar de não constar nos mapas como sugestões de pontos turísticos, fui muito bem recebida pelos simpáticos funcionários da casa. O local possui reproduções do que seria uma casa de uma típica família de colonos ingleses do século XVIII.
Entrada do MuseuReprodução de uma sala no interior do Museu
San Andrés é conhecido por seu mar com vários tons de azul e a areia muito branquinha, tipicamente caribenha. O artesanato também é um ponto forte da ilha. Mesmo não tendo entrado em todos os lugares que pesquisei antes, concluí o passeio em aproximadamente 2h e 30 min, e percorri a ilha inteira. Sem engarrafamento, sem estresse. Só apreciando a paisagem e aproveitando o momento. Esta é uma dica para fugir do que já é tão manjado em viagens: lugar badalado + compras.
Já que toquei no assunto de compras, San Andrés é famosa pelos baixos preços dos importados. Honestamente, não vi essa “pechincha” toda nos produtos que procurava. Mas isso é até positivo, pois podemos destinar o dinheiro conhecendo melhor o local e, assim, levar para casa mais lembranças e fotos, no lugar de mercadorias.
Conheci a Helena Rizzo em Barcelona, em 2003 na casa de amigos em comum, no Bairro Gótico. Ela chegou pra satisfazer um desejo comum a muitos brasileiros que vivem longe do país: comer feijoada! Lembro dela com a mão na “massa”, debruçada sobre o panelão na nossa cozinha praticamente comunitária. Lenço amarrado na cabeça, desse mesmo jeito estiloso de hoje. Aquele momento me marcou: ali tinha dedicação. Estava ali alguém que usava a alma pra cozinhar! Nunca me esqueço da cena seguinte: eu sentada no chão da sala (ela também), os amigos reunidos cada qual se deliciando com a melhor feijoada que provavelmente todos haviam provado em muito tempo.
A encantadora Barcelona
Onze anos se passaram. Helena hoje é considerada a melhor chefe de cozinha do mundo, em prêmio concedido por uma das maiores revistas especializadas no assunto: a britânica Restaurant. Mais de uma década depois, aqui estou eu de novo, sentada ao lado dela, desta vez em um dos melhores restaurantes de São Paulo, comandado por Helena e pelo marido também chef, o espanhol Daniel Redondo.
O Maní, amendoim em Espanhol, é o quadragésimo sexto na lista dos TOP 50 do mundo, ou seja, destino obrigatório para os amantes da boa mesa, aqui elaborada com produtos originalmente brasileiros, associados a técnicas de alta gastronomia.
Já no corredor de entrada do Maní, a chef mostra seus talentos. Aqui como pintora!A famosa cesta com as incomparáveis lascas de polvilho
Se naquela época ela almejava essa posição? A gaúcha, super easy going apesar da fama e prestígio que alcançou, responde: “Claro que não!”. E como uma modelo publicitária que chegou a capital paulista aos dezoito anos, depois estudante de arquitetura, trilhou o caminho da gastronomia? Nada a ver com herança de família, coisas do tipo: “cresci vendo minha avó cozinhar….”. Não. Helena aprimorou o talento e o prazer que sempre teve em cozinhar. Fez estágios em restaurantes importantes, como o El Celler de Can Roca, em Girona, na Catalunha, eleito o melhor do mundo em 2013. Depois, trabalhou na cozinha do Moo, no hotel Omm, em Barcelona. Por aqui, ganhou experiência ao lado de Emannuel Bassoleil e Neka Barreto.
A top chef Helena Rizzo em ação
Hoje, acredita que o Maní ainda tem muito a melhorar e divide os louros do restaurante sempre cheio com toda a equipe: “somos como uma banda que não pode desafinar”.
O delicioso chips de batata com rosbife e mostarda dijon
Inventiva, a chef está envolvida hoje com as chamadas “plantas alimentícias não convencionais” e estuda trazer ao cardápio do Maní ingredientes como taioba, lírio do brejo e vinagreira. E em meio às suas pitadas de modernidade, garante: “eu podia passer o dia limpando peixe!”.
Falando nele: Peixe do Dia a Baixa Temperatura no Tucupí, com banana da terra e migalhas do ManíO Ovo: a criativa e ESTUPENDA sobremesa feita com sorvete de gemada, espuma de coco e coquinhos crocantes
E o que o futuro próximo garante a essa moça tão especial? Ainda em 2014 tem o livro do Maní saindo do forno, retomando pratos que fizeram história desde a abertura do restaurante, em 2006. O Maní também chega à Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em versão restaurante-café. E pra fechar, o bairro de Pinheiros vai ganhar uma pequena padaria Maní, com pães do dia, tapioquinha, cafezinho servido como se fosse em casa… Falando em casa, voltei a me lembrar daquela cena de anos atrás, da gente ali, sentada com prato de feijoada no colo e, mesmo depois de provar receitas tão requintadas, agora no Maní, tenho certeza absoluta: há muito Helena já estava no topo!
A Casa da Rússia, QG localizado no Museu de Arte Moderna, recebe nos dias 5,6 e 7 de julho o conceituado e premiado chef russo Maxim Syrnikov, conhecidos pelos pratos autênticos na gastronomia local e com oficina gratuita.
Já no Baixo Suíça, QG localizado no Palaphita Kitch da Lagoa, receberá na próxima semana aulas de gastronomia com o chef suíço Christian Züeger, que serviu a rainha da Inglaterra. Será um evento totalmente gratuito e ainda com samba e capoeira.
A rede Tierra Hotels lançou uma promoção em suas redes sociais que dará uma viagem para o Atacama ou a Patagônia como prêmio. Usando apenas 100 palavras (ou menos) e uma foto, o viajante pode compartilhar sua experiência em uma das redes sociais (facebook, instagram ou twitter) da cadeia hoteleira chilena e concorrer a uma viagem completa para um de seus hotéis com direito a passagens aéreas e três noites de hospedagem para duas pessoas em sistema all inclusive,com refeições, bebidas não alcoólicas, vinhos da casa e tours.
O resultado da promoção #travelstory será divulgado em agosto e o ganhador pode escolher entre o Tierra Atacama Hotel & Spa, em San Pedro de Atacama, no deserto chileno ou o Tierra Patagonia Hotel & Spa, em Torres del Paine, na Patagônia.
A Casa Fat Radish , instalada numa mansão no alto de Santa Teresa, tem noite em prol da Gastromotiva. A casa foi decorada por artistas e designers brasileiros e tem um dos restaurantes mais hypados de Nova Iorque. Ela se associou à Gastromotiva para deixar um legado social e transformar vidas. Duas ex-aprendizes da organização – Mirella Vieira e Liliane Bittencourt, estão trabalhando com a equipe do Fat Radish NY durante todo o seu mês de funcionamento.
No dia 7 de julho, o espaço receberá uma noite em prol da Gastromotiva, organização social fundada pelo chef David Hertz. Todos os presentes vão contribuir para a formação de novos talentos da gastronomia que farão parte da próxima turma do programa. Esta noite beneficente combinará um coquetel especial desenvolvido para a data, com a ajuda das alunas cariocas, e um line-up com DJs convidados.
Em Nova Iorque, a Fat Radish é um espaço múltiplo, com restaurante, bar, aberto para almoço, jantar e brunch. Ela fica na 17 Orchard St, NYC. Tel: (212) 300 – 4053
É certamente uma alegria quando abre um restaurante novo no Rio. Agora, quando a localização é boa, a comida excelente, as bebidinhas deliciosas e a gastronomia autêntica, não temos do que reclamar. É o caso do La Carioca, cevicheria no Rio que já existia no Jardim Botânico e abriu há pouco em Ipanema. Com culinária típica da América Latina, tendo o ceviche como prato principal, a casa não poderia ter escolhido melhor lugar para abrir suas portas: rua Garcia D’Ávila, rua nobre do bairro.
Cevicheria no Rio
Com uma varanda bem agradável e um charmoso bar, onde são feitos saborosos piscos sauer e outros drinques, o ambiente é certamente aconchegante e de bom gosto.
No cardápio, inúmeros tipos de ceviches, idealizados pelo chef peruano Patricio Benevides, que começou a sua carreira em restaurantes em Lima. Ele sempre volta ao país natal em busca de novidades. O resultado, portanto, são pratos bem saborosos, para se comer de “garfo e faca”, com costumo dizer.
Os Pratos
Provei o Quinoto de los Incas – salmão grelhado com risoto de quinua, cogumelos paris, cebola caramelizada e queijo parmesão. Além disso, gostei bastante do Arroz Oriental – arroz salteado com shoyu, óleo de gergelim, cebolinha e gengibre, servido com peixe branco empanado e adorei!
O gastrobar apresenta uma comida peruana adaptada à carioca e brinca com as possibilidades de marinados, pimentas e frutos do mar.
“A cultura da marinada não é exclusiva do Peru, por isso acabamos expandindo as fronteiras, mas mantendo o conceito e preservando o nosso DNA inca”, conta o chef Patricio. Ele se inspirou em receitas de outros cantos do mundo. Sendo assim, criou opções como a punheta de bacalhau, por exemplo, que foi apelidado de Ceviche do Porto, e o Ahi Poke, do Hawaii, que ganhou o nome de Ceviche Havaiano.
Entre as opções de bebidas exclusivas da casa, estão, por exemplo, as cervejas artesanais nos sabores Weiss e Pilsen. Um dos diferenciais é que foram pensadas para harmonizar com o ceviche, que é especialmente ácido e picante.
Os drinques
Já o Pisco Sour é preparado com os piscos macerados em infusões inusitadas como capim limão, canela, pimenta e casca de limão siciliano. E em época de Copa, foi criado um especial, com manga e licor de maçã verde.
As jarras de sangrias são as mais pedidas em dias quentes. A “La Carioca” mistura cítricos e hortelã e espumante moscatel e segundo os sócios “é mais refrescante que uma ducha nas Paineiras”. Impossível não ser feliz en La Carioca!
E os Estados Unidos também estão contaminados pela Copa do Mundo.
Um dos melhores hotéis de Miami, O W South Beach, está oferecendo aos hóspedes um kit exclusivo“crie sua própria Caipirinha” à base da Cachaça Leblon para que possam sentir um pouquinho do gosto do nosso Brasil.
Além disso, ao longo da estadia, os hóspedes saborear um Mini Mix de churrasco brasileiro, com feijão preto e chimichurri e como do pacote “Timeout Getaway”, os também poderão experimentar dois coquetéis especiais por dia, inspirados nos países que competem na Copa do Mundo.
As partidas do Mundial serão transmitidas em todos os quartos do hotel, no Bar Living Room e em algumas cabanas selecionadas na beira da piscina, estas, com reservas feitas pelo service Whatever, Whenever do W South Beach.
Considerado um dos melhores hotéis de Miami, o St Regis Bal Harbour fica em uma área super valorizada da cidade, de frente para o mar e para o shopping mais luxuoso de Miami.
Inaugurado em 2012, o hotel já ganhou 5 estrelas e 5 diamantes pela renomada revista Forbes. Referência no quesito luxo e elegância em Miami Beach. Ele também foi votado como “Best Luxury Hotel in North America” e “Hottest New Hotel” pela Condé Nast Traveler.
Ainda não tive a chance de ficar hospedada ali, mas fui convidada para um day spa maravilhoso! Pude comprovar porque ele é tido como um dos mais completos de Miami.
Com 14 mil metros quadrados, o Remede Spa oferece tudo que o cliente precisa e um pouco mais. Com design contemporâneo, todo em tons pastéis, a decoração soft chama a atenção. Já na entrada, nos deparamos com paredes de mármore creme, tapetes macios e sofás acolhedores. No vestiário, todo tipo de mimos para as clientes que você possa imaginar. E na sala de espera, frutas, castanhas e bebidas para antes e depois do relax.
São inúmeros tratamentos faciais e corporais, incluindo serviço de manicure, depilação e um pacote especial para as noivas. Cada cliente deve explicar para a terapeuta seu objetivo e assim escolher o tratamento mais recomendado, seja de relaxamento ou revitalização. Escolhei a tradicional relaxante e fui muito feliz!
Depois da massagem, o cliente tem a chance de experimentar um super chuveiro Vichy, sauna finlandesa e/ou uma suíte VIP para casais, com uma ducha inesquecível, banheira de imersão e área de pentear. Os lounges privativos, junto com a piscina e o salão de relaxamento à beira mar, garantem repouso certeiro para antes e depois do tratamento. Para os mais dispostos, há ainda a academia de ginástica com direito a aulas de pilates e ioga com vista do oceano. É recomendado que o hóspede chegue ao Remède Spa pelo menos 30 minutos antes do horário marcado para aproveitar toda esta mordomia.
O diferencial do day spa do St Regis, aberto para não hóspedes, é a “vila” particular, ou seja, cabanas privativas, que na verdade, são minis apartamentos, com varandas e tudo que vc precisa para depois da sua massagem: um bom chuveiro, uma bela cama, caso queira dar uma descansada, com direito à som e TV, para quem preferir. Tudo isso, pertinho da praia de águas calmas e cristalinas de Miami Beach.
É possível almoçar ali mesmo, com o cardápio de influência latino-americanado do Fresco Beach Bar and Grill ou no restaurante, o J&G Grill, by Jean Georges, de culinária internacional. Exatamente o que fiz.
O hotel conta com o restaurante Atlântico, além de um um simpático bar, onde, nos fins de semana, apresentam competentes trios de jazz e bossa nova. Enquanto ouvimos a boa música, podemos saborear drinques variados e um variedade de petiscos e sushis. Programa super agradável!