Ser convidada para jantar no Hotel Sofitel, com vista para a praia mais famosa do mundo, não chega a ser nenhum sacrifício. Quando o restaurante em questão é Le Pré Catelan, comandado por um dos chefs mais prestigiados da cidade, o francês radicado no Rio Roland Villard, percebemos que é mesmo um privilégio.
Além de ser considerado um dos melhores restaurantes de culinária francesa do Brasil (eleito o melhor francês do Rio pelas revistas Comer & Beber da Veja Rio e pela Época e o melhor francês do Brasil pela Gula), o charmoso espaço recebeu a cotação máxima de três estrelas pelo guia Frommer’s Brasil.
A grande novidade agora é que este virou um programa de certa forma acessível, já que o chef criou um menu especial completo que será servido sempre às terças, com o preço de R$125. Recomendo muito esse menu, o Mardi Catelan (Mardi significa terça-feira), para quem gosta de comer bem, trazendo toda semana opções diferentes. Fui experimentá-lo e a noite foi muito agradável e deliciosa.
Começando a noite, trouxinha de salmão defumado, que estava maravilhosa, e tartare de salmão fresco.
De prato principal, confit de sauté de boi ao vinho tinto e fatias de filé de boi assado, com croquete de batata e cogumelos. A carne estava no ponto, uma delícia!
A sobremesa, mil-folhas de morango com sorvete de maracujá, criada pelo chef pâtissier Ariel Lettieri, foi outra perfeição!
Com ótimo cardápio e ambiente elegante, simplesmente uma magnífica combinação para qualquer um que queira apreciar uma boa refeição. Sem dúvida uma excelente pedida!
Recentemente, saiu no blog da Maria Filó um post meu sobre dicas de restaurantes de Paris. Reproduzo-o abaixo:
Tour gastronômico parisiense
Paris é minha cidade favorita. Também é uma das mais visitadas do mundo, com sua culinária sendo parte das experiências do roteiro de grande parte dos turistas. Por isso, aí vão algumas dicas de onde comer por lá.
O melhor crepe
Você pode achar um dos melhores crepes de Paris em uma pequena porta na rua Francs-Bourgeois, no coração do Marais. Bem fininhos e leves, são servidos no formato quadrado, menos habitual.
O primeiro andar é apertadinho, porém um charme, com cadeiras altas viradas para a cozinha e mesas comunitárias. Se tiver tempo, sentar nas mesas da calçada é melhor ainda, apreciando tanto os sabores salgados quantos os doces, tendo para todos os gostos, por um preço que não assusta!
A melhor mostarda
Já que falamos de gastronomia, uma boa visita é à tradicional loja da Mostarda Maille, que tem quase 300 anos e é uma das mais famosas do planeta!
A marca da região de Dijon está há mais de 15 anos no mesmo endereço, na Praça da Madeleine, no primeiro distrito, bem perto do Opéra. E é um paraíso para quem gosta de mostardas, que são vendidas junto a vinagres, molhos e maioneses.
Na loja ainda é possível degustar e comprar mais de 50 tipos desse produto: com trufas, queijo de cabra, tomate seco, etc., sendo que boa parte só está disponível na França.
Restaurante Ralph Lauren
Só existem dois restaurantes dentro da loja desse estilista no mundo: um em Chicago, e o outro, naturalmente, na Cidade da Luz, mais especificamente em Saint Germain de Près, seu bairro mais badalado.
Foi aberto, num lindo terraço de um edifício do século XVII, com a intenção de ser o “melhor restaurante americano” em Paris, trazendo a carne diretamente do rancho do próprio Ralph Lauren, no Colorado.
O chamado RL é point para ver e ser visto, o restaurante é charmoso, com decoração clássica e um belo bar. No cardápio, opções diversas, que vão do hambúrguer ao foi gras, tornando-o ideal para almoço e jantar, e ainda tendo uma vantagem: podemos fazer umas comprinhas ali mesmo!
Jantando com vista
Se a ideia é aproveitar uma das vistas mais populares do mundo, há restaurantes (que não são baratos) onde você tem esta oportunidade.
Les Ombres, no Museu do Quai Branly (um “jovem” museu conhecido como MQB, que gerou controvérsias com sua inauguração em 2006 e é também uma boa atração para o dia), tem alta gastronomia em uma paisagem sem igual. O ideal, nesta época do ano, é chegar antes das oito, para apreciar o pôr do sol, como fiz.
Com localização mega privilegiada, você fica tão de cara para Torre Eiffel que nem presta atenção no que está comendo.
Outra dica é o Tokyo Eat, dentro do museu Palais de Tokyo, que é menos turístico, menos caro e segue uma linha mais jovem, com decoração moderna e ambiente informal, funcionando na parte de dentro ou de fora, dependendo da temperatura no dia. Nele, a Torre Eiffel já não está tão perto, mas também está ali.
Tendo chance de ir a algum desses maravilhosos exemplares de boa gastronomia, conta pra gente! E bon apetit!
Muito bem localizado no coração de Ipanema, o restaurante Eccelenza, que já era uma ótima opção de pizza no bairro, agora lança cardápio para o almoço. E nós fomos lá provar, claro!
O menu, criado pela chef Sheila Morgenstern, uma gaúcha que incorpora em sua culinária muito de suas experiências vividas no interior do estado natal. Mas também tem base francesa, já tendo trabalhado com chefs como Flávia Quaresma e Marcos Sodré e atuado no Sawasdee Bistrô por dois anos.
Começamos a refeição com carpaccio de salmão e uma salada Fichi, seleção de folhas, figos flambados no melaço de romã, queijo de cabra assado, parma crocante, redução de vinagre balsâmico e mostarda Dijon.
Como pratos principais, provamos dois raviólis: um de espinafre (famoso verde) recheado de mozzarella de búfala, ao molho de tomate e manjericão frescos, e um de maçã verde caramelizada (recheado também com queijo de cabra), ao molho de manteiga, sálvia e ragú de filet mignon.
Também experimentamos uma dupla de risotos: de gorgonzola, rúcula e tâmaras laminadas, com parma italiano e redução de vinho Cabernet, e um de alho negro e parma, com amêndoas torradas e folhinhas de tomilho.
Para encerrar, uma maravilhosa sobremesa: trouxinha de doce de leite, feita com massa de crepe, recheada com o doce e acompanhada de trio de sorvetes e farofa de castanhas.
Quem nos recebeu e preparou essa degustação especialmente pra gente foi a própria chef, que comanda as duas casas da marca (a outra em Botafogo), colocando em prática um pouco de sua formação também em gestão de restaurantes.
Então, já sabe, estando por Ipanema, não deixe de experimentar o Eccelenza, seja pela pizza ou pelas outras delícias do cardápio! Obrigada, Sheila Morgenstern pelo convite, e Beto Bardawil, pela sempre ótima companhia!
O Tivoli Mofarrej, nos Jardins, faz parte de um dos maiores maiores grupos hoteleiros de Portugal e é sem dúvida um dos melhores hotéís de São Paulo. A unidade brasileira pertence a coleção de hotéis exclusivos da rede: os Tivoli Colections: estabelecimentos atemporais e vanguardistas, que unem qualidade e personalidade, além de conforto e sofisticação com excelente serviço.
Aberto em 2009, em um prédio onde já funcionaram outras redes de hotéis, ele está muito bem localizado, na Alameda Santos, ao lado de vários restaurantes, museus e teatros e faz parte do Leading Hotels of the World. Um hotel que funciona bem tanto para atividade executiva, como para o lazer, já que está no coração de um dos bairros mais charmosos da cidade e a um quarteirão da Avenida Paulista, centro nervoso de São Paulo.
Não é à toa que já se hospedaram ali várias comitivas governamentais de países como Itália, Israel, Chile, Líbia, Síria e Japão, além do rei da Suécia e do príncipe da Bélgica.
Minha suíte tinha um tamanho ótimo, confortável e funcional, além de uma impactante vista de SP.
Além disso, o hotel conta com mais de 200 apartamentos, todos com decoração similar, de bom gosto e funcional e com a vista urbana para a cidade de SP. Como todo hotel de alto padrão, são inúmeros os mimos para os hóspedes, fazendo a estadia ser tornar ainda mais simpática.
O hotel tem a maior suíte presidencial da América Latina, com 750 m2, com três quartos em um só espaço e muito usada para produções e editoriais de moda. Quem se hospeda ali pode desfrutar do conforto de um chef de cozinha particular, além da parceria com a marca Don Perignon, piscina e sauna privativas. A bagatela não sai por menos de R$30 mil a noite.
Como um bom hotel cinco estrelas, o Mofarrej também tem um heliporto no terraço, conforto para quem pode se dar ao luxo de fugir do infernal trânsito de SP.
No quesito gastronomia, o hotel ganha muitos pontos, com o Arola, o primeiro restaurante do renomado chef espanhol Sergi Arola em São Paulo, no 23o andar, com uma vista espetacular da Avenida Paulista, Parque Trianon, Jardins e Avenida 9 de Julho. O restaurante tem uma proposta de tapas gourmet e uma adega de 600 rótulos.
Além disso, o hotel tem o Bistrô Tivoli, mas descontraído e informal, com opções à la carte e buffet, que mudam diariamente e onde é servido o farto café da manhã.
O Narã Bar & Lounge, bem ao lado da charmosa piscina laranja, onde são servidos drinques e coquetéis sofisticados e pratos de gastronomia contemporânea, além de música ao vivo durante o happy hour.
O Tivoli conta ainda com a joelheria de Karen Mofarrej, da mesma família dona do hotel e com o Element Spa , o primeiro na América do Sul da renomada marca tailandesa de spas de luxoBanyan Tree – com mais de 65 centros pelo mundo – e que já foi eleito o melhor spa de hotel do Brasil pelo Guia 4 Rodas.
Para os hóspedes mais dispostos, há ainda uma academia de ótimo tamanho e com bons equipamentos, mas é preciso pagar por fora para utilizá-la.
A rede Tivoli Hotels & Resorts tem 80 e anos e conta atualmente com 12 unidades em Portugal espalhadas pelo país. No Brasil, além do Mofarrej: o Tivoli Ecoresort, na Praia do Forte, na Bahia.
Tomando isso como inspiração, segue aí um panorama geral do Top 10, pra ter uma noção dessa listagem e conhecer um pouquinho mais sobre os lugares.
1. Bangkok, Tailândia (15,98 milhões de visitantes)
Conquistando a primeira posição, Bangkok ultrapassa destinos europeus tradicionalíssimos e é a primeira cidade asiática a liderar o ranking, mostrando todo o seu potencial.
Maior cidade da Tailândia, mistura tradição e modernidade em um espaço marcado por cultura forte e construções belíssimas. Além disso, é passagem para as ilhas no sul do país e sua atmosfera vibrante já rendeu comparações a metrópoles como Nova York e São Paulo.
A gastronomia local e a vida noturna são marcantes, mas também não se pode deixar de visitar alguns de seus templos budistas, o Grand Palace (palácio que é o ponto turístico mais importante da cidade) e dar uma passadinha num mercado flutuante, entre outros atrativos.
2. Londres, Inglaterra (15,96 milhões de visitantes)
Capital do Reino Unido e uma das cidades mais importantes do mundo, era, ano passado, a líder do ranking, sendo o centro da cultura inglesa, adorada por muitos e por isso reproduzida mundialmente.
Em Londres, alguns passeios são obrigatórios: a Tower Bridge, ver o Big Ben (junto ao Parlamento britânico), Museu de Cera da Madame Tussauds, Palácio de Buckingham e, é claro, o London Eye, a famosa roda gigante que tem uma vista espetacular. O que não falta, na verdade, são lugares pra visitar, estendendo-se até os arredores londrinos.
As cabines telefônicas e os ônibus panorâmicos de dois andares vermelhos (que valem uma volta) são também símbolos da cidade, assim como a guarda real, que faz sua troca todos os dias de maio a julho e em dias alternados no resto do ano, sempre às 11:30 da manhã.
3. Paris, França (13,92 milhões de visitantes)
A Cidade Luzfoi a única da lista a ter um declínio no número de visitantes em relação ao ano passado e mesmo assim conseguiu um terceiro lugar com vantagem, sendo escolha óbvia de muitos turistas de diversos países.
Mãe de movimentos artísticos, pensadores e artistas importantes e frequentemente escolhida como cenário de filmes, Paris é também conhecida como a cidade dos apaixonados. O local une, belamente, romance, história e cultura.
Quando se pensa nela, há imagens muito representativas, entre tantas outras: Torre Eiffel (constante plano de fundo das fotos da maioria dos visitantes que por lá passa), Arco do Triunfo, Museu do Louvre, abrigando sua indecifrável Monalisa, Catedral de Notre Dame e a Avenida Champs-Élysées, uma das mais populares do mundo.
4. Cingapura (11,75 milhões de visitantes)
Um dos destinos mais procurados na Ásia, Cingapura é moderna e ao mesmo tempo verde. Em constante crescimento, tem diversas influências culturais por causa dos estrangeiros que lá vivem, com bairros “temáticos” que merecem uma visita: indianos, mulçumanos, chineses…
Os templos budistas e hindus completam o roteiro dessa nação, que tem a roda gigante mais alta do mundo, a Singapore Flyer, o complexo Marina Bay Sands, que inclui teatros, hotel, museu, entre outras atrações, e o Merlion Park, casa da figura mitológica meio leão meio peixe que é símbolo turístico da cidade-Estado.
A diversidade também está presente nas línguas oficiais (inglês, malaio, mandarim e tâmil), facilitando a comunicação, e na gastronomia local, influenciada por países asiáticos e ocidentais. A união do positivo oriental e ocidental compõe esta nação, transformando-a em uma das mais ricas e seguras do mundo.
5. Nova York, Estados Unidos (11,52 milhões de visitantes)
A cidade mais badalada dos EUA não podia ficar de fora deste ranking. Nova York é cheia de vida e todo mundo – que já a visitou ou não – sabe disso, tendo programações bem diversas, para todo tipo de público.
Como a cidade é uma atrativa localização para se viver o “sonho americano”, várias etnias e culturas se misturam por lá. Comunidades italianas, afro-americanas, judaicas (a maior fora de Israel) e chinesas deixam suas marcas, como a popular Chinatown.
A “cidade que nunca dorme” honra seu nome, valendo à pena ressaltar, além disso, alguns pontos super famosos, como Central Park, Estátua da Liberdade, Metropolitan Museum of Art, Times Square e outro fantástico número de programas em território nova-iorquino.
6. Istambul, Turquia (10,37 milhões de visitantes)
A antiga Bizâncio é um conglomerado de História e religião. Mistura de Europa e Ásia, é também um mix de novo e antigo, com seus monumentos históricos e centros comerciais modernos.
Na cidade, o metrô é abrangente e uma boa escolha de transporte, valendo usá-lo para explorar a riqueza cultural e visual do lugar, que vem crescendo em relação a restaurantes, bares e galerias. Sua reputação, de quando ainda Constantinopla, de “cidade do desejo mundial” vai sendo, assim, confirmada.
Nomeada Capital Europeia da Cultura em 2010, ao falar de Istambul não se pode deixar de lado a Basílica de Santa Sofia, as ruínas do Grande Palácio de Constantinopla, mesquitas (principalmente a Mesquita Azul) e museus e as Muralhas de Constantinopla, em meio a outras construções cheias de memórias.
7. Dubai, Emirados Árabes (9,89 milhões de visitantes)
Com o maior crescimento da estimativa do número de visitantes em relação ao ano passado, Dubai é também a cidade com crescimento mais rápido da região e uma das mais modernas do mundo, tendo um clima meio futurista e grande apelo turístico.
O lugar é impressionante: metrô extenso, limpeza, opções de lazer (incluindo até esquiar, dentro do Shopping dos Emirados). O que antes era uma rota de passagem, agora se tornou uma atração por si só, com shoppings, restaurantes e hotéis luxuosos.
Além do Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo, Dubai também conta com o Burj Al Arab, um luxuoso hotel símbolo da cidade, o Distrito de Al Fahigi (um de seus patrimônios mais antigos), as feiras ao ar livre, a Mesquita Jumeirah… Tudo isso atraindo turistas!
8. Kuala Lumpur, Malásia (9,20 milhões de visitantes)
Boa parte das pessoas iria ler o nome da capital da Malásia nesta lista e pensaria “o que esta cidade está fazendo aqui?”. Mas fica a dica: KL é um destino diferenciado, uma espécie de resumo da Malásia moderna!
Unindo a arquitetura britânica da época de colônia às ruas movimentadas e prédios modernos, é a perfeita lembrança do avanço do país em conjunto com sua tradição, com isso conquistando seu lugar entre os 10 destinos mais procurados deste ano.
As Petronas Towers, torres gêmeas mais altas do planeta, são a atração principal, mas também chama atenção a Torre de Kuala Lumpur, o Jardim Botânico Lake Garden, o mercado central, a comida típica e as tantas lojinhas e bares espalhados pela cidade.
9. Hong Kong (8,72 milhões de visitantes)
Comumente descrita como o lugar onde “o Ocidente encontra o Oriente”, o local combina as raízes chinesas com a influência dos tempos de colônia britânica, tanto na cultura como na culinária e na língua (sendo as oficiais o chinês e o inglês).
Victoria Harbour, o trecho entre a ilha e a península que formam Hong Kong, é uma parte sua de grande importância. Além do deck de observação local ter uma vista linda para ela, lá também acontece, todas as noites, “A Symphony of Lights”, o show de luzes e sons produzido por prédios dos dois lados da formação.
Mostrando seu lado ocidental, a cidade tem sua própria “calçada da fama”, a Avenida das Estrelas e parques temáticos como Ocean Park e Disney. Por outro lado, entre templos, museus, mercados populares, etc., você encontra também: “The Peak”, o ponto mais alto da ilha, com uma vista incrível; a Clock Tower, monumento local; e o Centro de Convenções, com a escultura do símbolo da região, “The Forever Blooming Bauhinia Sculpture”.
10. Barcelona, Espanha (8,41 milhões de visitantes)
Uma das cidades mais animadas da Europa, Barcelona tem um clima que mistura Mediterrâneo com praia, sendo um lugar onde se come muito bem e, por causa de seu tamanho, tem um leque grande de programas legais possíveis para fazer.
Comece por La Rambla, passarela que leva a várias possibilidades: bares, restaurantes, artistas de rua. De lá, há seções de ruas que te levam ao Mercado La Boquería, tradicional gastronômico da cidade, o Gran Teatro Liceo, Parque Güell, a Praça Real, o Monumento a Colombo, no Porto Velho, etc.
Entre museus, igrejas (com destaque para La Sacrada Família), o Montjuic (pequeno monte com jardim botânico e encantadoras construções), o Tibidabo (montanha com parque, igreja, mirante), a arquitetura belíssima, as obras de Gaudí e outras maravilhas, Barcelonafecha com classe esta pequena lista de lugares incríveis.
Já sabe: se alguma (ou todas) dessas cidades parecer perfeita para você, planeje suas férias e colabore com as estimativas!
Fotos: Renata Araujo, Ana Catarina Portugal e reproduções da Internet
Um dos motivos que me faz adorar vir para São Paulo é conhecer lugares novos e diferentes. Foi o caso do The Gourmet Tea, no Itaim Bibi, bairro da zona sul da cidade.
Tudo começou com uma loja de chá, até que os clientes começaram a pedir comidinhas para acompanhar e hoje virou também um restaurante, com um cardápio bem variado e 100% artesanal, que inclui sanduíches, quiches, saladas, massas e afins. E isso terminou em quatro unidades ao todo na cidade, sendo duas dentro de shoppings.
Os empresários Leandro Toledano e Daniel Neuman, responsáveis pelas lojas, trazem chás garimpados entre as melhores safras do mundo e alguns exclusivos desenvolvidos para conquistar o paladar brasileiro. Além disso, a dupla faz questão de garantir que as linhas sejam equilibradas, saudáveis e prazerosas.
A decoração é toda inspirada no próprio chá, tudo muito colorido – como convém os saquinhos da bebida mais popular do mundo – e na parede o formato quadradinho, característico da rede, de acordo com as latinhas de chá. O projeto é do arquiteto Alan Chu, que já ganhou prêmios e menções honrosas pelo design de casas da marca.
Começamos a noite pedindo uma degustação de chás gelados, que incluem: white berry, green peach e black plumberry.
Em seguida, vieram bruschettas de tomate de entrada, deliciosas, com o pão artesanal torrado, feito lá mesmo, na medida certa.
Algo muito original que a loja oferece é o kit preparador de infusão. Tudo super prático! Ele vem com o cronômetro já programado para o tipo de chá escolhido. Você põe a erva na água e ele avisa quando a bebida está pronta! O meu ficou ótimo!
Detalhe para as xícaras, todas muito levinhas e de louça de muito bom gosto!
Em seguida, veio meio fettuccine com mel e gran pagano e cogumelos aos quatro queijos, simplesmente delicioso!
Minhas companheiras de mesa pediram um risoto de quinoa e um penne integral ao molho de parmesão. Todos os pratos tinham uma cara maravilhosa, sendo que as porções são bem generosas.
E, para quem gosta de fazer umas comprinhas, a loja vende ainda artigos de casa muito charmosos!
Para fechar, de sobremesa escolhemos uma degustação de brigadeiros e um trio de creme brulée. Todos de cair o queixo!
E não pense que você precisa ser amante de chá para frequentar o The Gourmet Tea – embora seja lógico que ajuda -, já que também há várias outras bebidas, como sucos, cafés e até cerveja! Em conjunto com os mais de 30 tipos de chá disponíveis, claro.
A filial fica na Rua Dr. Mário Ferraz, 213, aberta de 8h à meia noite. E, só de passar na porta e olhar pra ela, dá vontade de entrar!
Com um terraço com jardim e vista para o Morro Dois Irmãos de um lado e o Cristo Redentor do outro, a carioca da gema Kakau Höfke, é a cara do Rio no exterior e de quem já falamos aqui no blog. Isso porque ela usa as belas paisagens da cidade como inspiração para seus trabalhos, sendo o Corcovado, Pão de Açúcar, Pedra da Gávea, entre outros, temas constantes em suas obras.
Como adora estar em casa, a artista plástica foi naturalmente transformando seu apartamento também em local de trabalho: sua “casa ateliê”, no Jardim Botânico. Lá, o espaço para pintar começou em um quarto e, quando já não era suficiente, passou para a sala de jantar, bem no meio da casa.
Kakau, formada em Paris e que já havia morado nove anos na Europa e até dado aula de pintura no Marrocos, resolveu, em 2007, ir além desse tipo de arte: desenvolvendo uma linha de objetos de design usando transparências e uma paleta de cores vivas, refletindo toda a beleza e a magia da Cidade Maravilhosa. Destaca-se um de seus trabalhos, criado para a exposição no Clark Art Center, em Botafogo: uma escultura de luz com acrílicos coloridos sobrepostos com os relevos do Rio de Janeiro.
Recentemente, foi convidada para criar a arte da Macy’s, maior rede de lojas de departamento dos EUA, em campanha homenageando o Brasil, a “Magical Journey”. Seus trabalhos foram aplicados em bolsas que embalavam as compras dos clientes, em 300 filiais americanas, e vistos em produtos, convites, eventos e lojas.
Entre suas exposições, há individuais, no Centro Cultural da Universidade Veiga de Almeida e na Pequena Galeria, do Centro Cultural da Cândido Mendes, e coletivas, como na Casa das Caldeiras, em São Paulo, Mostra Artefacto, MAM, e a Exposição “Morro de Amores, Rio”.
Além disso, foi a criadora de almofadas e gravuras retratando pontos turísticos do Rio de Janeiro, que decoraram a Casa Brasil, local de divulgação e promoção de nosso país nas Olimpíadas de Londres, e atualmente é responsável pelo visual da rede de lanchonetes BIBI e por uma linha de produtos do grupo de papelarias Papel Craft.
Sempre que vou a SP gosto de conhecer novos restaurantes. Desta vez, fui convidada para almoçar no Miya (que significa templo, em japonês), primeiro restaurante solo do jovem chef Flávio Miyamura, aberto há um ano em Pinheiros, região oeste da cidade.
Sua experiência mais recente foi no espanhol Eñe, eleito em 2010, quando Flávio comandava a cozinha de lá, o melhor de sua categoria na edição “Comer & Beber” da Veja São Paulo, e com uma de suas criações no local, o CochinilloCrujienteconManzana(LeitãoCrocante com Maçã), ganhando o prêmio Paladar 2008 na categoria “Carne de Porco”. Anteriormente, trabalhou noDOM, do mestre Alex Atala, com quem também participou de uma temporada do programa ‘Mesa pra Dois‘, do GNT. Além disso, já com seu negócio próprio, foi o vencedor da categoria Chef Revelação nas premiações das revistas Gosto e Prazeres da Mesa.
Pra que eu tivesse uma ideia geral de seu cardápio – contemporâneo, com um toque oriental – o chef preparou uma seleção especial, que deixou uma ótima impressão. Durante o almoço, por outro lado, a opção do menu executivo sai a R$45 e, tanto no almoço quanto no jantar, há vários petiscos para dividir.
Começamos com um couvert simples, mas ideal para abrir o apetite, com pão quentinho já cortado e pastinhas variadas. Logo após, vieram as entradas: tartar de vieira com chá verde e croquetas de camarão, tudo delicioso!
Depois, veio um saboroso foie gras com doce de leite – mistura que nunca tinha provado e adorei!
Em seguida, provei um creme de curry com lagostin, cheio de personalidade, e o Missô Lamen (caldo a base de pé de porco, frango, cenoura, alho poró, salsão e cebola, servido com ovo, barriga de porco, broto de feijão, cebolinha verde e nori), que achei uma das melhores partes da refeição.
O ambiente do restaurante também chama atenção, procurando traduzir um pouco da identidade de seu dono, tendo sido projetado por Vitor Penha, que criou uma atmosfera rústica e única, com o espaço tendo seu lado sofisticado completo a partir de um enorme mural de azulejos, na parte de cima do restaurante. E nas paredes ainda são expostas imagens de Rogério Voltan, trocadas de tempos em tempos e que podem ser adquiridas pelos clientes.
Encerrando meu almoço, barriga de porco com purê de castanhas portuguesas. E devo dizer que, embora tenham sido muitos pratos ao todo, as porções não eram grandes, o que foi essencial para conseguir degustá-los com prazer.
Para acompanhar minha refeição, fui “obrigada” a provar uma autêntica cerveja japonesa, Hitachino Nest. E, como ninguém é de ferro, por último experimentei uma sobremesa bem criativa: parfait de maracujá com espuma de wasabi, uma combinação de azedinho com uma leve ardência que foi perfeita!
Se estiver indo a São Paulo, vale uma passada no Miya!
Fui chamada para fazer um post para o blog do Chic Outlet, rede de outlets de luxo que adoro, presente perto de várias capitais e líder desse mercado na Europa.
Escolhi escrever sobre Madri, cidade em que morei por três anos e pela qual sou apaixonada!
Além disso, lá tem um dos outlets do Chic, o Las Rozas, com as melhores marcas espanholas e internacionais. Um belo passeio, que pode ser feito de ônibus, trem ou carro e dura cerca de 40 minutos.
Para os booklovers de plantão, é um prato cheio! Principal evento do mercado editorial do país e maior feira literária da América Latina, adotou a pluralidade como foco, com uma programação para todos os públicos, até mesmo aqueles que não descobriram ainda as maravilhas da literatura.
Mesmo com letras indicando “ruas” e autores famosos nomeando “avenidas”, pode ser fácil se perder no lugar, mas os mapas ficam nas entradas e saídas dos ambientes. Há, ainda, opções de lugares para comer entre os pavilhões e ao redor dos estandes, porém é melhor chegar cedo se não quiser enfrentar filas, até pra entrar, porque o lugar fica bem cheio, ainda mais nos finais de semana!
Além de livros, claro, o que mais se vê são leitores de equivalentes digitais. Todo tipo de editora e espaço resolveu apostar na área tecnológica, um diferencial popular em um mar de páginas de papel. Um dos numerosos exemplos é o estande da Kobo, marca de e-Readers e e-Books, com espaço estilosinho e confortável, cheio de amostras de seus produtos.
Em 2013, as atividades estão mais dinâmicas que nunca! Para isso, foram adicionados três novos espaços: o Placar Literário, dedicado à literatura futebolística; o Acampamento na Bienal, para adolescente, que trata de tecnologia e cultura de convergência (livro que vira filme, game, site, livro…), mostrando a narrativa no cotidiano; e o Planeta Ziraldo, para os pequenos (e grandes) fãs, homenagem lúdica ao autor, presente em todas as edições desse que é nosso mais importante evento cultural.
Além desses, há os territórios já conhecidos das antigas bienais: o Conexão Jovem, onde tal público pode encontrar seus ídolos, além de no acampamento; o Mulher & Ponto, levando novidades aos bate-papos sobre diversos aspectos do universo feminino; e o tradicional Café Literário, com debates descontraídos sobre livros, estilos e ideias, dos quais fazem parte os mais celebrados autores, com participação do público.
O ponto alto do evento é mesmo a interatividade. Com 950 expositores, sua grade inclui bate-papos, sessões de autógrafos, debates e apresentações de autores nacionais e internacionais (como Nicholas Sparks, Emily Griffin, James C. Hunter e o moçambicano Mia Couto). Mas estandes e espaços especiais também apresentam seus próprios meios de interação.
A Petrobrás, comemorando seus 60 anos, possibilita máquinas para que os visitantes tirem fotos próprias dizendo o que os inspira e colando essas em seu “painel de inspirações”, à vista de todos que por ali passam.
O iba, maior loja online de conteúdo digital do país, em seu estande, apresenta máquina de algodão doce e um fundo verde, para que as pessoas possam tirar fotos e depois escolher qual cenário literário colocar. Ao seu lado, está o da CBN, em que você pode criar sua própria reportagem.
Enquanto a Estante Virtual, maior acervo de livros online do Brasil, faz um desafio (com os ganhadores recebendo uma ecobag e um marcador de livro), a Light, empresa fornecedora de energia, aposta em tablets e num jogo de tabuleiro no próprio chão em sua parte.
Há também a Máquina de Ler, dispositivo em que cada pessoa que entra lê um trecho do livro Capitães de Areia, de Jorge Amado, tendo som e vídeo gravado e indo para o blog, sendo uma forma de contar a história de maneira inovadora e divertida.
Com tanto a ser visto em três pavilhões do Riocentro, os compradores são atraídos por inúmeras características. Entre promoções, homenagens (como a da Panini aos 50 anos da personagem Mônica, de Maurício de Sousa), cores e “arquitetura” chamativas e personagens em tamanho real, as editoras lançam mão da criatividade, criando uma festa literária!
Três pequenos destaques são: a Rocco, que tem um grafite da escritora Thalita Rebouças (que colaborou na revista A Sua Viagem), com um quadro para seus leitores infantojuvenis deixarem recadinhos, e uma imagem de Clarice Lispector, com frases suas; a LeYa, que traz um grande trono da série de livros do autor George R.R. Martin; e a Cortez Editora, de estande sustentável, de papelão, em sua maior parte, e tendo atendentes entregando um papel que, depois de lido, pode ser picado e plantado em casa, por nele ter sementes de Boca de Leão.
Não podemos deixar de lado, é óbvio, o país homenageado desta edição do evento, a Alemanha. A Feira de Frankfurt este ano homenageia o Brasil, então, em parceria como oInstituto Goethe, um estande alemão foi montado, com uma oferta variadíssima nos quesitos artístico e literário.
A parte de cima da homenagem é decorada com lâmpadas coloridas, dando um efeito adorável, e um grupo de autores alemães participa das ações dedicadas à sua nação. No grande espaço reservado, a atração principal, no entanto, é a exposição multimídia Alemanha de A a Z, com as letras do alfabeto representando palavras em alemão.
Com um evento incrível desse por só mais um final de semana, você não pode perder! Eu fui e adorei!
A pizzaria Mamma Jamma, no Jardim Botânico – uma das mais concorridas da cidade – está sempre trazendo novidades e fazendo intercâmbio com outros restaurantes, uma iniciativa muito simpática, por sinal.
Desta vez, o renomado chef Jan Santos, do restaurante espanhol Entretapas, foi chamado para criar uma pizza especialmente para o restaurante.
Esta ideia não foi à toa; o Entretapas, que já existe em Botafogo, vai abrir ali do lado, na Saturnino de Brito, ou seja o Mamma Jamma ganhará um vizinho de peso e quis antecipar as boas vindas de uma maneira simpática.
Inspirada na gastronomia catalana, a pizzaEntretapas y Jamma (R$ 63) leva ingredientes tradicionais da região como chorizo, jamón serrano, cebolas caramelizadas, berinjela, azeitona preta e pimentão. O formato é o mesmo das cocas de escalivada, típica massa da região da Catalunha. Feita originalmente com as sobras de massas de pães que não inchavam, é preparada em formato oval, como manda a tradição.
O chef Jan Santos explica a criação: “Juntei ingredientes tradicionais da culinária espanhola com um método de preparo da Catalunha. Adaptei a coca de escalivada à receita base da pizza, porém mantendo o formato original da coca. Escalivar significa assar, geralmente se refere a legumes feitos na brasa da fogueira que adquirem um sabor defumado”. A pizza fica no cardápio até Setembro.
Além da pizza, muito original, por sinal, provamos uma deliciosa entrada: shitake à Provence, assados no forno com azeite grego e ervas da Provence servidos sobre crostata de azeite. Simplesmente perfeitos! Sempre acompanhado de um vinho espanhol, é claro: Tempranillo, de 2010.
E para encerrar a noite em grande estilo, uma pizza de doce de leite, simplesmente divina!
Agora, é aguardar a chegada do novo Entretapas, que está prevista para Outubro.
A Winebrands, há cinco anos no mercado e especializada na importação de vinhos de grandes produtores, promove, nos dias 2 (em São Paulo, no Museu da Casa Brasileira) e 3 (no Rio de Janeiro, no MAM) de setembro, a 2ª edição do Wine Lounge, encontro de enólogos e produtores de grandes vinícolas com o público, num ambiente moderno e informal.
Com coquetel diferenciado e degustação de grandes rótulos, o ingresso custa R$ 270 e, de 4 a 30 de setembro, seu valor pode ser revertido em descontos para compras de produtos do portfólio Winebrands, com descontos que vão de 5 a 9%.
Para divulgar esse evento, entrevistamos o produtor Paulo de Carvalho, um mineiro que foi estudar na Itália, se apaixonou pelo mundo dos vinhos e hoje em dia é diretor comercial e de marketing da Falesco, uma das maiores vinícolas de Úmbria, na Itália, e que estará representada no Wine Lounge. Abaixo estão as perguntas que fizemos para ele, com suas respostas.
– Você trabalha para uma grande vinícola há algum tempo. Você diria que estar o tempo todo rodeado por toda essa produção mudou seu pensamento e relação com os vinhos?
Certamente sim. Essa convivência me ajudou a crescer, sobretudo profissionalmente. Aprendi a apreciar a qualidade, a entender melhor os processos envolvidos desde a produção até a distribuição e promoção do vinho. São aspectos muito importantes e fundamentais.
– Como você descreveria a paixão das pessoas, e a sua, particularmente, pelo mundo dos vinhos?
Eu diria que o vinho é um produto pelo qual é muito fácil se apaixonar. O aspecto poético ou romântico é evidente, não existe nenhum outro produto capaz de unir as pessoas e influenciar de modo positivo o encontro e o compartilhar de certos momentos. A emoção de uma boa taça de vinho é um prazer ímpar.
– Morando no Brasil, às vezes as pessoas tem pouco contato com vinícolas e enólogos, quando em comparação a outros países, como os europeus. Qual a importância que você dá a eventos como o Wine Lounge, que dão uma chance para que as pessoas que realmente gostam de vinho conheçam mais sobre o produto e sua produção?
Acho fundamental dar a oportunidade as pessoas de estabelecer um contato com a história de cada vinho ou cada vinícola. Somente deste modo o consumidor pode se apaixonar ainda mais e apreciar a qualidade de uma maneira mais consciente.
– Qual a expectativa da Falesco para a Wine Lounge e o contato com o público?
As expectativas são as melhores possíveis. Acredito seja uma grande oportunidade para o nossos vinhos. É uma ocasião para passar a todos a emoção escondida em cada garrafa Falesco.
– Sendo conhecedor do ramo, qual você diria que é a diferença da proposta deste evento para outros semelhantes?
O sucesso de um evento como o Wine Lounge depende muito do trabalho feito durante a organização. A escolha do local, a divulgação, o envolvimento da imprensa especializada e de formadores de opinião. As pessoas que participam devem sair com uma ideia clara dos vinhos e das vinícolas, sem espaço para improvisações.
A diferença é feita pela equipe Winebrands que está sempre alerta para que tudo dê certo, garantindo profissionalismo aos clientes e aos produtores.
– O consumo de vinho do brasileiro mudou nos últimos anos? Qual a expectativa pros próximos?
Acredito que mudou drasticamente. Hoje quase ninguém lembra daquele vinho alemão da garrafa azul. O consumidor viaja muito, é mais exigente e sabe o que quer. Apesar disto, há muito a se fazer. O mercado pode e deve crescer nos próximos anos, mas a qualidade deste crescimento depende da lucidez das instituições e da capacidade dos profissionais do vinho de educar novos enófilos.
Se quiser outras informações sobre o Wine Lounge e vendas de ingresso, entre em contato pelo telefone 0800-7715556 ou pelo e-mail [email protected].