As histórias da Disney e da Pixar ganham vida na nova Disney Festival of Fantasy Parade, um tributo à Fantasyland, do Magic Kingdom! Primeira de uma série de novas paradas dos parques da Disney, nela os artistas dançam, andam em pernas de pau, voam… tudo para animar o público, num desfile bem ao estilo Broadway na Main Street, com carros que alcançam alturas de quase três andares e músicas e figurinos feitos pelas melhores empresas de design dos Estados Unidos.
A parada celebra e homenageia o Magic Kingdom, em toda a sua essência. São sete unidades, compostas por nove carros, desfilando pela Main Street do parque, ao som de trilhas sonoras originais escolhidas entre os principais filmes da Disney. O programa, contudo, não se restringe apenas aos mais novinhos, trazendo um pouco de clássicos como Peter Pan, A Bela Adormecida, Pinóquio, Dumbo e Branca de Neve, entre outros.
Fui convidada para comemorar meu aniversário no Mee, o novo restaurante do Copacabana Palace. É claro que o convite era irrecusável! Em primeiro lugar, sou apaixonada pela gastronomia asiática, em segundo, estamos falando do hotel mais charmoso do Rio e, em terceiro, adoro uma novidade!
E a noite não poderia ter sido melhor! Fomos recepcionados pelo simpático gerente Felipe Ishihama, também responsável pelo visual dos garçons. Filho de japonês, Felipe morou muito tempo fora e trabalhou em vários hotéis de luxo pelo mundo. Ele que desenhou tanto as suas roupas quanto de sua equipe: uma mistura da tendência asiática old couture com marcas consagradas como Alexander Wang e Balmain. Adorei!
O Mee – que quer dizer beleza em coreano – tem decoração típica contemporânea do oriente, mas sem exageros. Além disso, são 92 lugares bem divididos, com ótima distância entre as mesas.
As paredes são pintadas com o vermelho das porcelanas chinesas sang-de-boeuf e algumas divisórias palitadas em madeira têm a releitura de biombos asiáticos. Telas do artista belga radicado em Bangkok, Christian Develter, que mostram rostos de traços orientais cobertos por pintura tribal chamam a atenção e nos remetem ao continente asiático.
O novo espaço gastronômico, onde funcionou o Bar do Copa, ficou seis meses em reforma e teve o cardápio elaborado pelo sino-americano Ken Hom. O renomado chef vive entre a França e a Tailândia, onde comanda o restaurante Maison Chin Bangkok. Vencedor de diversos prêmios culinários, Hom ainda tem seu próprio programa no canal BBC e 36 livros publicados em diversas línguas.
Em conjunto com o chef Rafael Hidaka, (ex Kinoshita e Osaka, ótimos restaurantes japoneses de SP), Ken criou uma mistura das culinárias tailandesa, cantonesa, japonesa, vietnamita e por aí vai.
Você pode ficar só nos sushis, (enguia, caranguejo e a vieira na manteiga de trufa, por exemplo), pedir entradinhas, como rolinho primavera – que, aliás, estava divino – e gyosa (frito ou no vapor), ou partir para os pratos principais, como pad thai, Kobe Beef ao molho ponzo ou ainda o pato crocante com copos de alface, o salmão cantonês ao vapor e o arroz frito com abacaxi. E achei bem interessante haver um molho shoyu especial para o sushi e outro para o sashimi.
De sobremesa, frutas e doces com um toque asiático, como a compota morna de manga com sorvete de baunilha, o crème brûlée de gengibre, o sorvete de lichia e ainda as típicas maçãs e bananas carameladas.
Para melhorar a excelente gastronomia, nossa mesa ainda tinha vista direta para piscina, mais glamour impossível!
O chef Hidaka garante que o principal do restaurante será a qualidade e o frescor dos alimentos, já que ele trabalha com os melhores produtos do mercado. Os peixes vêm de São Paulo três vezes por semana e a diferença pode ser notada à mesa.
A carta de saquês (importados do norte e sul do Japão, onde estão as melhores águas) é bem variada e a sommelier Rejane Kawano pretende harmonizar pratos com os mais de 25 tipos diferentes da bebida, algo a que não estamos acostumados, mas que na Ásia é muito comum.
Mas é claro que, quem preferir, pode ficar no vinho ou ainda experimentar as criações do barman Paulo Freitas, como uma infusão de diferentes ingredientes como manga, vodka e especiarias, figo com camomila e gin, ou então essência de pato com bloody mary.
O Mee tem tudo para ser um sucesso no Rio de Janeiro e virar um restaurante de hotel frequentado não apenas pelos hóspedes, mas também por moradores da cidade, algo cada vez mais frequente em lugares como Nova Iorque, Londres e Paris.
Lembrando que o Copacabana Palace é um hotel associado às marcas Leading Hotels of the World e Belmond. Para fazer reserva no restaurante, só mandar um e-mail ou entrar em contato pelo telefone: [email protected] / (21) 2548-7070 ramal 8494
Fevereiro de 2014
Fotos: Renata Araújo, divulgação e reprodução da Internet
O Astor, rede paulistana que aterrissou no Rio em 2010, é sem dúvida um dos melhores lugares na cidade para se tomar um bom drink. A casa tem um ótimo atendimento, deliciosas bebidas e ambiente descontraído.
Buscando sempre inovar, o Astor realizou a segunda edição do Guest Bartender, trazendo o mixologista italiano Rudi Carraro, que trabalha no Artesian Bar, em Londres, eleito em 2012 e 2013 o melhor bar do mundo pela revista Drinks International. Rudi criou quatro drinks exclusivos, apenas para a noite do evento, e conquistou a todos no balcão com sua simpatia e habilidade nos malabarismos.
Começamos a noite com o Pinga 75. Servido em uma flute, o drink era uma inusitada mistura de cachaça branca, suco de limão e espumante brut, adoçado com xarope de agave. O resultado foi uma bebida inesperadamente suave e refrescante. Rudi escolheu casca de limão e folha de prata para decorar a borda da taça.
Em seguida, fomos de Love tricks. Na receita, Tanqueray gin, vinho sherry Tio Pepe, suco de limão siciliano, xarope de cedarwood e angostura. Visualmente impactante, chamava atenção pela longa crosta de açúcar na borda, que lembrava cristais de gelo e garantia o dulçor até o último gole. Docinho e leve, agradou principalmente ao público feminino.
Continuamos com o Brazilian Mule, onde mais uma vez a cachaça branca serviu de base ao lado dos sucos de maçã e limão, xarope de açúcar e refrigente caseiro. Perfeito em equilibrio – nem muito forte, nem muito fraco -, era decorado com lâminas de maça e folhas de hortelã que garantiam o frescor da bebida. Perfeito para uma noite de verão no Rio de Janeiro.
Finalizamos a noite com o Secrets and lies, o mais marcante dos quatro. Na receita uísque escocês, vermute seco, suco de limão siciliano, xarope caseiro de romã, club soda, Peychoud’s bitter e essência de rosas. A base de uísque foi muito bem mascarada e não apagava o restante dos ingredientes!
Para quem ficou com água na boca, vale a pena ficar de olho na programação da casa, que já recebeu outros nomes da coquetelaria como o eslovaco Rusty Cerven, ganhador da edição 2013 do Bols Around the World. Foi uma deliciosa noite para começar a minha colaboração com o You Must Go!.
Em minha recente viagem à Ásia, fiquei hospedada no Mandarin Oriental Hong Kong – o primeiro hotel do grupo
Hong Kong foi uma cidade que me impressionou muito: bonita, grandiosa, internacional e cosmopolita. Para quem é 100% urbana como eu, um prato cheio! E um dos pontos altos da viagem foi ter sido convidada para me hospedar no Mandarin Oriental de Hong Kong, o primeiro do grupo, que completou 50 anos recentemente.
É um hotel super premiado, que ganhou no ano passado o título de “hotel do ano” pelo Virtuoso (rede de fornecedores de luxo que dá vantagens a seus clientes em agências e nos cerca de mil hotéis filiados pelo mundo). Também ganhou, pelo renomado guia de viagem da Forbes, o status cinco-estrelas quatro vezes em 2014: pelo hotel, pelo spa e pelos restaurantes Mandarin Grill e Pierre, sendo que apenas quatro hotéis em todo mundo conseguiram esta classificação.
O MO HKKé daqueles hotéis que você leva um tempinho para conhecer bem, já que tem 501 quartos e 10 restaurantes! Sem contar o premiadíssimo spa, com direito à academia de ginástica, a barbearia, o salão de belezas….
Apesar de seus muitos quartos, por ser um hotel bem amplo, você nem percebe que ele seja assim tão grande e nem parece estar lotado, mesmo em seus dias mais movimentados.
Desta vez, o tratamento VIP começou antes ainda de chegar ao hotel. Assim que saí do avião, já havia um receptivo do hotel me esperando no aeroporto e fui de carrinho até a alfândega. Mais luxo, impossível!
Ao chegar ao hotel, como quase sempre acontece, não precisamos ficar esperando no lobby para fazer o check in. A própria recepcionista nos acompanha até o quarto e resolvi tudo ali mesmo. Um conforto a mais para quem acaba de chegar de uma longa e cansativa viagem.
O hotel fica muito bem localizado, no bairro de Central, colado a shoppings de luxo, ótimos restaurantes, além de ser muito acessível de metrô ou ônibus – no caso de Hong Kong, de dois andares, muito fofos, por sinal.
O que mais chama atenção quando entramos no quarto é a vista estonteante do Victoria Harbour, a do skyline de Hong Kong, com seus arranha céus imponentes. O quarto tem um bom tamanho, assim como o banheiro, e todos os dias havia algum mimo pra gente se deliciar.
Quem já se hospedou em algum hotel da rede Mandarin Oriental, sabe que o serviço é algo fora de série. Pois saiba que, na Ásia, esta atenção especial ainda é redobrada!
Consegui perceber isso antes mesmo de chegar ao meu destino, já que tive problemas com meu voo, que foi cancelado, e a concierge, mesmo de longe e antes de eu ter feito o check-in, me ajudou e fez todos os contatos com a companhia área, me passando informações que sozinha eram difíceis de conseguir. Santa Marianne, uma super concierge que não vou esquecer nunca!
Sua cena gastronômica também é, claro, impressionante: restaurantes de diferentes perfis, sendo 3 estrelados pelo guia Michelin (Pierre, com duas estrelas, – e ainda comandado por Pierre Gagnaire, chef premiado com três estrelas – e Mandarin Grill e o cantonês Man Wah com uma estrela cada). No grupo, o total é de 16 estrelas do guia!
Um dos pontos altos da minha estadia foi o almoço no Man Wah, que oferece especialidades locais de forma extraordinária. Nem preciso dizer que são uma delícia!
O MO Hong Kong, em maio, irá ainda ser o hotel oficial da Art Basel. O evento acontecerá no Centro de Convenções do MO e, para celebrar a parceria, o hotel traz novidades: um pacote especial de hospedagem (incluindo entradas para a feira); um menu “artístico” no Mandarin Grill + Bar; coquetéis e chocolates com o tema “arte”; e uma exposição para angariar recursos para a instituição de caridade Operation Smile China Medical Mission.
O Mandarin Oriental Hong Kong se consagra, assim, como um verdadeiro ícone global. Um hotel que consegue juntar estilo contemporâneo sofisticado com a herança oriental, o que o torna muito especial.
Apesar de ter nascido em Fevereiro e ser uma foliã nata, este ano vou passar o Carnaval fora do Brasil.
Meu coração fica um pouco apertado, mas já estou no México, país que há muito tempo tenho vontade de conhecer melhor.
Minha viagem começou na Cidade do México, onde fui convidada para conhecer dois hotéis: Marquis Reforma, associado à marca The Leading Hotels of the World e St Regis, da cadeia Starwood. Ambos ficam no Paseo de la Reforma, coração financeiro da cidade.
Em seguida, vou para Playa del Carmen, pertinho de Cancún, na Riviera Maya, onde vou me hospedar no resort Grand Velas. Não vejo a hora de mergulhar naquele mar cristalino!
De lá, vamos partir para o interior, em outro resort, o Temozón, também da cadeia Starwood, na Península de Yucatán, que promete ser uma linda região.
Na volta ainda fico uma noite em Playa del Carmen, desta vez no Zoetry. Vamos ver qual será o resort campeão!
Não deixe de acompanhar a viagem pelo instagram, twitter e facebook e use a #youmustgonomexico. Pra quem fica, bom Carnaval!
Quando um restaurante abre num bairro tão popular quanto Ipanema, e bem no coração dele, logo chama a atenção. Foi nesse clima, no encontro da Maria Quitéria com a Redentor, que surgiu o novo Complex Esquina 111.
Empreitada do grupo Slash/Slash, responsável pela rede Complex, que é sucesso no Rio Grande do Sul, o lugar te conquista de imediato, com uma varandinha que acolhe os clientes em cadeiras e mesas na calçada, adotando uma atitude bem confortável.
Ao entrar, no primeiro andar, a gente se depara com um grande bar, que se estende até o fim do salão, e há mais mesas. Subindo as escadas, está uma área multiuso: até certo horário, é onde funciona a Escola de Atividades Criativas Perestroika, mas, após as aulas, vira o segundo ambiente do gastrobar, mais despojado e onde ocorrem exposições e tocam DJs e músicos convidados.
O cardápio, é claro, tinha de ser tão dinâmico e informal-chique quanto o próprio Esquina. De petiscos a pratos mais elaborados, o prestigiado chef Fábio Batistella criou comidas simples, mas com seu próprio toque de inovação, combinadas ainda com os drinques personalizados de Gustavo Stemler.
Começamos a noite com um bolinho de risoto de açafrão com carne seca, que pode até lembrar o conhecido “aipim com carne seca”, mas da forma mais deliciosamente elegante que você verá na vida!
Depois, partimos para o ceviche de peixe branco com crisps de barôa e páprica. Super macio e com uma pitada de limão, combinava perfeitamente com a batata, que ainda tinha um toquezinho de pimenta. A vontade era repetir!
Em seguida, experimentamos o mix de cogumelos na manteiga com torradinhas de focaccia e o risoto de linguiça toscana, em duas texturas e que leva abobrinha, reconfortante e quentinho.
Por último, experimentamos o Hambúrguer Esquina, diferente dos monstruosos comuns que costumamos ver por aí. E ele segue a regra: é realmente a estrela, honrando o nome da casa!
Fugindo do habitual barzinho, o Complex Esquina 111 veio pra deixar Ipanema ainda mais eclética. Ótimo para diversos públicos e programas, é receita de diversão e comida boa com a cara do Rio. Mas corre, porque ele fica aberto só até 1h!
Pra quem quer fugir do burburinho do Rio, a Pousada Locanda della Mimosa oferece um pacote especial de Carnaval.
Entre os serviços oferecidos estão café da manhã, uma refeição por diária para duas pessoas, chá da tarde e duas massagens. O valor total do pacote à vista e com taxas é R$ 6.500,00 + 12% de taxa. Mais informações pelo telefone (24) 2233-5405.
Um lugar mágico, um castelo na Toscana, em meio a uma paisagem deslumbrante, em uma construção de 4.200 acres, de mais de mil anos. Este é o Castello di Casole, um hotel de luxo na Toscana, inaugurado há pouco mais de um ano, em uma antiga vila italiana, pertencente à nobre família Bargagli. Com quarenta e uma suítes, é o lugar ideal para quem viaja pensando em relaxar, curtir a natureza e comer bem,ou seja, aproveitar o que a vida nos oferece de melhor.
Muito bem localizado, entre Siena e San Geminiano, o Castello oferece uma vista típica italiana, que lembra um quadro renascentista: montanhas esverdeadas, em um céu azul piscina. A piscina infinita é daquelas que não dá vontade de sair, onde que nos vemos forçados a focar na leitura ou na conversa para desviarmos o olhar do visual inebriante.
Os quartos nos dão a impressão de sermos hóspedes na casa de alguém, de tão acolhedores. Aliás, nem podemos chamar de “quartos” porque são verdadeiras casas. Banheiros amplos e de extremo bom gosto.
A quarenta minutos de Florença, o hotel oferece dois restaurantes, com perfis bem diferentes: uma típica pizzaria toscana com forno à lenha – onde até esquecemos que estamos dentro de um hotel – e ainda nos permite degustar do mais verdadeiro sorvete italiano de sobremesa e um restaurante gastronômico, para quem quer “jantar de verdade”. O Castello tem ainda um bar onde também é possível fazer refeições leves, e provar dos mais diversos vinhos e drinques. Você pode variar tranquilamente sem se cansar, neste verdadeiro castelo, que leva a marca americana Timbers Resorts, conhecida por seu padrão de qualidade de serviço.
Como um bom hotel de luxo, é claro que um spa muito bem equipado não poderia faltar, além de uma boa academia. Pra quem prefere ficar zen, há aulas de ioga e, para os mais dispostos, caminhadas, passeios de bicicletas e até de balões.
Também são oferecidas aulas de pintura e cerâmica e, para os que levam jeito, aulas de culinária. No charmoso anfiteatro em estilo grego, são apresentados concertos ao ar livre de vez em quando.
E a graça de ficar em um hotel desses – com diárias que começam em 325 euros – é poder passear por uma das regiões rurais mais bonitas da Europa. Cidades como Volatare e Casole D’Elsa são piccolas e graciosas e merecem a visita.
Lembrando que para desfrutar de toda esta paisagem o clima precisa ajudar. Por isso, o hotel fecha durante os meses frios, reabrindo quando a temperatura fica mais amena, a partir de Março.
O Castello di Casole oferece ainda vilas para serem alugadas. Já imaginou poder passar um mês neste paraíso? As casas são todas decoradas com muito bom gosto, misturando a tradição italiana com móveis de vanguarda. Peças de mármore carrara e alabastro dão o toque de sofisticação aos cômodos, todos com direito à uma vista de cair o queixo. Cada vila comporta a partir de quatro pessoas, com direito à cama extra e quem sabe até piscina particular.
Na minha estadia presenciei um lindo casamento de apaixonados sueco, para apenas trinta pessoas, cerimônia simples mas elegante e animada e posso garantir que o local escolhido foi perfeito. Já imaginou poder dizer o “sim”, em meio a um pôr do sol toscano? Mais romântico, impossível! Em um lugar assim, o “sim” acaba virando palavra de ordem, mesmo para quem não é recém casado.
Escrevi esta matéria também para o Caderno Ela do O Globo, e você pode ler aqui.
A partir de hoje contamos com um super apoio em São Paulo: a jornalista, repórter e apresentadora Carla Fiorito, a mais nova colaboradora do You Must Go!.
Carla já passou pelo Multishow, TV Cultura, Fashion TV Brasil e TAM Nas Nuvens. Entre viagens pessoais e profissionais, visitou dezenas de países e perdeu a conta de quantas cidades passou. Mas uma certeza ela tem: quanto mais viaja, mais tem vontade de conhecer o mundo! Ela estreia neste post delicioso sobre a Celebrity Cruises.
Por Carla Fiorito
São Paulo entrou na rota de um dos mais sofisticados cruzeiros do mundo! Pelo menos por uma noite. Explico: é que a Celebrity Cruises, frota composta por onze luxuosos navios que regularmente levam viajantes para destinos como Austrália, Havaí e Ilhas Galápagos, entre outros, trouxe uma amostra de um dos seus diferenciais até a capital paulista. No último dia 17, no Museu da Casa Brasileira, tive a oportunidade de experimentar alguns dos pratos servidos a bordo dos modernos e luxuosos navios da companhia.
A Celebrity Cruises, empresa do grupo Royal Caribbean International, leva a gastronomia a sério. Prova disso é o renomado chef venezuelano Rufino Rengifo, que veio especialmente de Miami para elaborar as receitas por aqui.
Simpático, ele me contou que o primeiro prato do menu, a burrata com tomate confit, geléia de pimentão vermelho e manjericão, tem inspiração no norte da Itália. A entrada, servida a bordo no restaurante Tuscan Grille, estava tão deliciosa quanto bonita!
Em seguida, provei o risoto de cogumelo selvagem com azeite trufado e espuma de parmesão. Divino!
Dando continuidade a degustação, Rengifo preparou um equilibrado robalo missô com purê de batatas e camarões sobre nage de lagostas. Resultado: um prato leve e saudável, como manda a filosofia do restaurante Blu.
Para finalizar, carré de cordeiro com crosta de ervas, repolho roxo doce e purê de mandioquinha, ao melhor estilo Murano, o restaurante de um dos navios inspirado na paixão francesa pela gastronomia.
Admito que a experiência me deixou com gostinho de quero mais. Ou melhor: de quero muito mais! Pra ser perfeito mesmo, só viajando em um navio com direito a mordomo pessoal, bebidas premium e suíte com vista pro mar… Tudo ao melhor estilo Modern and Luxuryda Celebrity Cruises!