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Festival Gastronômico de Búzios 2014
Estivemos o ano passado em Búzios para o festival gastronômico e este anos vamos repetir a dose. Quem se anima?O festival acontece nos dias 18 a 26 de julho e conta com a participação recorde de restaurantes. São cerca de 60 servindo pratos em formato degustação e a preços populares.Tanto a Orla Bardot quanto a Rua das Pedras terão instalações com fotos de Brigite Bardot. Além disso, a praça da Praia dos Ossos, local histórico da cidade, receberá o festival pela primeiva vez mantendo o formato de degustações, mas com outras atrações que inclui show musical e instalações de artistas locais. Cada restaurante escolhe que receita servirá, podendo ser uma entrada, um prato principal ou uma sobremesa.Quer saber onde se hospedar em Búzios? Veja nossas sugestões:Para saber sobre o hotel Le Relais La Borie, clique aqui.Também temos dicas do famoso hotel Casas Brancas, é só clicar aqui.Para saber Onde Comer em Buzios, clique aqui.Para conhecer a cerveja Búzios, clique aqui.Fotos: Divulgação -

Westbury: hotel de luxo em Londres
*FECHADO*Aberto em 1955 no coração de Mayfair, uma das áreas mais elegantes de Londres, o Westbury Hotel soube se modernizar sem perder a tradição. Sem dúvida um hotel de luxo em Londres. Primeiro hotel americano cinco estrelas a ser aberto na capital londrina, o Westbury fica na poderosa rua Bond Street, cercado por lojas de luxo e por excelentes restaurantes. Os 246 quartos – sendo 20 suítes – são decorados com estilo e elegância e tem tamanho funcional, com um ambiente de estar, além de mesa de trabalho.Assim que entramos no hotel, chama atenção seu imponente corredor com confortáveis poltronas ao logo dele, além de belos quadros e o teto.
Restaurantes do Westbury
No quesito gastronomia, o Westbury tem nota alta, com dois ótimos restaurantes. O Tskukiji é o restaurante japonês do hotel, também independente, que apresenta no cardápio uma fusão da culinária asiática e sushis e sashimis com uma cara ótima!Last but not least a grande estrela do Westbury é o Alyn Williams, clássico restaurante com uma estrela Michélin que requer muita antecedência para fazer uma reserva. Infelizmente não tive esta sorte mas pude dar uma olhadinha no salão, com capacidade para 45 pessoas e achei deslumbrante!
Conheça o Music British Experience, o Museu da música, em Londres.
O serviço do Westbury
O hotel conta ainda com um bar, afinal, estamos em Londres, e um drinque antes ou depois do jantar é sempre bem-vindo.Como se espera de um hotel cinco estrelas, o Westbury tem serviço exemplar, a começar pelos simpáticos doormen sempre com um sorriso no rosto e dispostos a ajudar, além da excelente equipe de concierges, com sugestões relevantes sobre shows, restaurantes e programas culturais em geral, algo muito útil em uma cidade tão cosmopolita como Londres, onde a oferta é infinita. O Westbury é o único hotel da Europa com dois restaurantes estrelados sob o seu teto.
Localização do Westbury
O grande trunfo do hotel é mesmo sua localização: um cantinho muito charmoso de Londres, cercado por lojas maravilhosas. Mesmo não fazendo compras, é sempre divertido paquerar as vitrines, ou seja, fazer um pouco de window shopping – e ao mesmo tempo, está perto do burburinho de Picadilly e do lindo Hyde Park. Para quem gosta de andar a pé, recomendo alguns excelentes restaurantes walking distance do hotel, como Nobu, Scott’s e Novikok. Wesbury que me aguarde, pois pretendo voltar em breve! Já com saudades do Westbury, hotel de luxo em Londres.Texto e Fotos: Renata AraujoSetembro de 2014Leia mais: -

Hachiko: viagem gastronômica em pleno Rio Antigo
O Hachiko, restaurante asiático que fica no coração do centro do Rio, pertinho do lindo Paço Imperial, está com novidades. O trio de renomados chefs Ciça Roxo, Joca Mesquita e Ana Carolina Salles, trouxe novas criações para o menu degustação. Sempre inovando e de olho na receptividade dos clientes, os pratos vão variando de acordo com o que eles mais aprovam, já que o proprietário Maurício Eskinasi faz questão de manter uma relação bem próxima com os comensais. Por isso uma ida ao Hachiko sempre irá trazer boas surpresas.
A proposta dos três chefs é oferecer uma autêntica viagem gastronômica. As novas criações nos levam ao Peru, Indonésia, Índia, Japão, passa pela Península Ibérica com pratos inspirados em Portugal e Espanha, e marca presença no Brasil com ingredientes típicos da Amazônia. E são tantas opções na degustação que a sensação é de estar num expresso fazendo uma super viagem por esses países todos!
Começamos bem já na entrada: um mix com maquis de salmão com creme de maracujá, atum com ganache de gorgonzola, spicy salmon, atum caramelizado com castanhas e salmão com foie gras. Difícil dizer qual o melhor! O salmão mais picante e o toque de gorgonzola são pefeitos.
Depois começa a verdadeira viagem. Cada prato tem uma história por trás, uma inspiração na cultura do país onde determinados ingredientes são mais usados. A causa de camarão com salsa de manga, por exemplo, é uma homenagem as “causas” peruanas, quando as mulheres cozinhavam para arrecadar dinheiro enquanto os homens guerreavam. O pincho de milho, uma espécie de muffin, com queijo grana padano com tiras de pimentão vermelho e javali à Alentejana, é muito saboroso e dá vontade de bis. O cubo de mignon de javali e vôngoles salteados representam a cozinha portuguesa e espanhola. É mesmo uma viagem de sabores e culturas!
Algumas sopas e cremes inovam e surpreendem, como a sopa de camarão e manga ao Tucupi com macarrão soba, o maior toque de brasilidade desse cardápio, mas com uma fusão de influência oriental. O confit de pato com frutas em seu próprio molho também vem na medida certa. Destaque especial para o cappuccino de cogumelos. Um mix delicioso que dá um sabor maravilhoso, lembrando a bebida à base de café ao mesmo tempo em que deixa o sabor dos cogumelos muito presentes. Acertaram na textura também. Divino!
Uma das estrelas do menu degustação certamente é o mix do sushi bar, com sua mistura nipônica e peruana. Servido com ceviche de cavaquinha, ceviche de salmão em maracujá, ceviche de peixe branco ao leite de coco, robata de salmão com haddock defumado e salmão skin especial também foi um dos que mais agradou. Em seguida a arraia na manteiga de açafrão com cogumelos salteados e salsa de manga encerra a parte de peixes e frutos do mar.
Mas as criações não param por aí. Ou talvez o melhor tenha sido deixado para o final, já que o cordeiro com purê ao pesto e a costela laqueada com pimenta de abacaxi servidos em seguida são das melhores coisas que já comi. Merece até ser apreciado como prato principal! Vale lembrar ainda que os clientes podem pedir livremente do sushibar peças tradicionais como os cortes de sashimis.
Tudo isso foi muito bem acompanhado de um vinho branco chileno Sauvignon Blanc, o Anakena, da região do Vale Central. Para esse tipo de menu a casa recomenda harmonizar com uvas brancas e uma boa pedida também pode ser um Chardonnay.
E para encerrar uma duplinha na sobremesa: duo de brownie, chocolate branco, chocolate preto, chantilly e raspa de laranja vai muito bem. E acompanhando um mini pavê de limão muito leve e gostoso.
O Hachiko acertou na proposta de viagem pela culinária mundial. O pequeno sobrado em estilo colonial fica na região onde era o chamado Rio Antigo, e recebe a todos com personalidade e um atendimento muito atencioso!
End: TRAVESSA DO PAÇO 10 • SOBRADO • CENTRO • RIO DE JANEIRO+55 21 2533 6366 • 2210 1950
SEGUNDA A SÁBADO: 11:30 ÀS 16:00 • 18:00 ÀS 23:00
Por: Monica Barros
Fotos: Monica Barros e Divulgação
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Casa Momus – ótima opção de almoço no Centro
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A linda Adelaide, na Austrália
Por Claudia Lordão
Quando você pensa em “Austrália“, certamente vem em sua cabeça lugares como Sydney e Melbourne, mas saiba que a linda Adelaide, na Austrália, é uma cidade que merece ser visitada: charmosa, sofisticada e super organizada.
Vim parar aqui por acaso, deveria ficar apenas 2 anos, mas me apaixonei pelas praias espetaculares e vazias e pelas centenas de vinícolas encontradas nas regiões produtoras de vinhos (South Australia é responsável por mais de 50% da produção de vinho de todo o país). Resultado: estou aqui há 7 anos e muito feliz!

A cidade das Igrejas, como é conhecida, foi eleita pela Lonely Planet uma das 10 cidades a serem visitadas em 2014. Tem muita coisa pra ver por aqui!

Antes de listar os meus lugarzinhos e passeios prediletos, é importante dizer que a cidade fica muito diferente no inverno e no verão. Portanto, se você, assim como eu, adora uma praia, vale à pena vir entre Dezembro e Março. Mas, se praia não é a sua, venha nos meses de Abril, Maio, Setembro, Outubro ou Novembro e aproveite o melhor da Primavera ou do Outono “adelaideano”.

Agora vamos ao meu “Guia rápido para conhecer Adelaide e arredores”:
Separe pelo menos 7 dias para conhecer pelo menos o básico. E, se estiver por aqui no verão e tiver tempo, relaxe por mais uns 5 dias em Kangaroo Island – um dos meus lugares prediletos em South Australia.

Passeando pelo CBD – 1 ou 2 dias: Adelaide foi uma cidade planejada, portanto é muito fácil passear pelo centro sem se perder. Dá pra fazer tudo andando!

Comece com um passeio pelo North Terrace, no Cassino de Adelaide, que fica localizado acima da Estação de Trem. Um pouco mais adiante , dobrando na King Willian Road, está o Adelaide Festival Centre, que fica ao lado do Elder Park, um dos meus prediletos. O Elder Park é cortado pelo Rio Torrens, o maior e mais importante rio da cidade. Aliás, passear pelas margens dele, indo do Elder Park até a Praia de West Beach, onde o rio desemboca, é uma delícia de passeio pra quem gosta de andar. São cerca de 15 km e você também pode fazer esse passeio de bicicleta, se preferir. A ciclovia é ótima.

Voltando ao CBD, depois de passar pelo Elder Park, vá até a St Peter Cathedral e se perca nos parques em frente à Igreja. De volta ao North Terrace, você pode visitar a Galeria de Arte de South Australia, o Museu da Imigração, o Museu de South Australia e a State Library.

Do outro lado da rua, mais à frente, você encontra a Ayers House, uma mansão datada do século 19, onde você pode ver como vivia uma família de classe media alta na época. Uma verdadeira viagem ao passado. Vale a pena a visita!

No fim da North Terrace você encontra Jardim Botânico de Adelaide. Lindo! Aproveite para deitar sob as árvores, descansar e fazer um piquenique, muito normal aqui por essas bandas. E atenção! Se você estiver por aqui no verão, não deixe de ir ao MoonLight Cinema, no Jardim Botânico. Um programa imperdível!

Uma boa opção para as crianças é o Adelaide Zoo, onde uma das maiores atrações é a dupla de pandas gigantes, Wang Wang and Funi. Você pode pegar um barco – o Popeye – no Adelaide Festival Centre e ir pelo rio até o Zoológico. Diversão garantida pros pimpolhos.

Não deixe de passear pelo Rundle Mall, que é uma rua para pedestres, um shopping aberto em pleno centro da cidade. No verão, principalmente na época do Adelaide Fringe Festival (meados de Fevereiro a meados de Março), você encontra vários artistas de rua se apresentando. Uma delicia!

O Mercado Central, na Gouger Street, também merece uma visita. Abriu suas portas pela primeira vez em 1870 e faz parte da cultura de Adelaide. Uma verdadeira mistura de cultura, sabores e cores. Mas atenção, porque o mercado NÃO abre aos Domingos e Segundas.

Ruas charmosinhas perto do CBD que valem à pena a visita: O’Conell Street, em North Adelaide e The Parade, em Norwood. Ambas têm várias opções de restaurantes e muitas lojas. Uma boa pedida para o jantar.

Adelaide tem praias, praias e mais praias! Quantos dias separar para elas?? Você pode conhecer todas em um só dia. Ou demorar o tempo que quiser em cada uma, a minha opção favorita! A mais popular – Glenelg Beach – fica a apenas 11 km do CBD, onde você pode pegar o bonde na Victoria Square até Glenelg. Passeie pela Jetty Road, experimente a pizza orgânica da Good Life e as delicias de chocolate da Bracegirdles.

Passeando pelo litoral, ainda perto da cidade, não deixe de visitar Grange Beach, Henley Beach, West Beach, Brighton e Seacliff. Todas essas praias são lindas e sem ondas, perfeitas para as crianças. Dica: o sol aqui em South Australia se põe no horizonte. E, durante o horário de verão, o pôr do sol acontece entre 8:30 e 8:45. Não deixe de ver e tirar muitas fotos!

Um pouco mais distante, a partir de 40 km ao Sul do CBD, você encontra praias paradisíacas como Port Noarlunga, Southport Beach (onde o rio encontra o mar, minha favorita), Moana Beach, Maslin Beach (com uma área para os amantes do nudismo), Aldinga Beach (onde você pode estacionar o carro na areia!) e Carrickalinga Beach, que fica cerca de 75km de Adelaide. Estas últimas já fazem parte da região conhecida como Península de Fleurieu.

Diferente do Brasil, não tem ninguém na praia vendendo comida ou bebida, portanto leve o seu lanchinho e bebida suficiente para passar o dia. Nem todas as praias permitem o consumo de bebida alcoólica, então fique atento à sinalização. Em contrapartida, todas as praias tem banheiro público – limpo e com papel higiênico. Super chique.


Separe um dia para conhecer o Deep Creek Conservation Park e Victor Harbour. Sugiro acordar cedo e ir direto ao Deep Creek, que fica a cerca de 102 Km, 1:30 do centro de Adelaide. Existe uma taxa de $10 por carro para estacionar dentro do parque, que tem várias trilhas. A minha predileta é a que leva até a Blowhole Beach. O visual é espetacular!

De lá, vá direto para Victor Harbour e dê a volta em torno da Granite Island. Você pode almoçar em um restaurantezinho que tem na ponta da ilha. Na volta para Adelaide, fique atento a uma placa na estrada que indica o Myponga Reservoir, um reservatório de água que tem um visual imperdível.

Dica: Todos os lugares, todos mesmo, possuem um Centro de Informação ao Turista. Na maioria, você é atendido por voluntários super prestativos e cheios de boas dicas. Eu sempre paro em todos pra saber as dicas locais! Venha nos visitar e procure por esta placa:
Em breve, você vai descobrir muito mais sobre as regiões vinícolas de Adelaide, Kangaroo Island, o Innes National Park… E se encantar ainda mais!
Fotos: Claudia Lordão, Sérgio Lordão, Suzana Peixoto e reproduções da Internet
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Tupac – novo restaurante em Ipanema
Quem não gosta de uma novidade? Se for de gastronomia então, a gente adora! E foi exatamente isso que pensei ao ser convidada para conhecer o Tupac, novo restaurante de culinária latino americana contemporânea em Ipanema. Para quem é das antigas, no mesmo lugar onde funcionou o primeiro Gula Gula do bairro, na Aníbal de Mendonça, e mais recentemente, o Fiammeta.Sob comando do premiado chef peruano Marco Espinoza, (Lima Gastrobar), o cardápio traz pratos típicos de diversos países latinos, com destaque para as entradas, deliciosas!O almoço começou com um pãozinho delicioso e uma manteiga extremamente saborosa e cítrica. Depois, provamos um ceviche clássico com cebola roxa e milho peruano e excelentes croquetes de pato com purê e abóbora. Experimentamos aidna o trufa tartar, com gran padano e figos em redução e nozes e massinha crocante. Divino!Em seguida, vieram os principais, servidos em linda louça, criada e desenhada exclusivamente para a casa: magret de pato com salsa concentrada asiática, risoto ao curry com salada de manga, amendoim, pimenta de sechuan, abacaxi e coentro, recomendado para quem gosta de carne mal passada. Também provei o peixe do dia com molho de três pimentas, cremoso de batata com pesto cítrico de cuentro, caviar de tomates e azeitonas. Os dois pratos eram um pouquinho apimentados, então, recomendo perguntar antes para não haver sustos na hora da refeição.De bebidas, provei a cerveja Weiss, bem interessante e forte e naturalmente, tive que experimentar o pisco sauer, já que se trata de um restaurante latino. Estava ótimo e ainda é servido em um lindo copinho de cerâmica.E um almoço completo não pode deixar de ter sobremesa, então, pedimos o húmedo de chocolate um delicioso bolo de chocolate, sorvete de chocolate, tangerina, salada quente de morangos e manjericão com caviar de azeite balsâmico, calda de chocolate e bavaroise de chocolate. Adorei!Além da comida, o ambiente chama muita atenção de quem entra no Tupac: são 350m² – e capacidade para 120 lugares – dividido pela varanda, salão principal e lounge – muito bem decorados, com peças de artesanato peruano, feitas em pedra sabão, e uma imponente luminária de arame e tecido. Um lugar diferente e de bom gosto, aberto diariamente para almoço e jantar. Recomendo!Por Renata Araujo
Fotos: Renata Araujo
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Café Carandaí, boa pedida para o fim-de-semana
O charmoso Café Carandaí, nos fundos da delicatessen mais gostosa da cidade, a Casa Carandaí, está em clima de festa junina/julina.
Para começar, vale lembrar que o ambiente é aconchegante, cheio de detalhes. A simpática cozinha aberta permite que a gente veja os chefs trabalhando e no salão, lustres iluminados com garrafas de vinho raras.
Durante o mês de julho a casa está servindo, no café da manhã, quitutes especiais que remetem `a Festa Junina, como broas de milho, pão de batata, bolo de milho, fubá e aipim.
Além das novidades oferecidas na mesa do buffet, você pode saborear ainda tapioca fresquinha e a doce canjica, servida quentinha, que faz lembrar a infância.
Enquanto passeamos pelos sabores da festa junina podemos nos deliciar também com os pães e bolos feitos diariamente na padaria da casa, frutas, ovos e cafés, que fazem parte do café tradicional.
O café da manhã funciona aos sábados, domingos e feriados. Lembrando que depois ainda dá para comprar umas guloseimas na charmosa Casa Carandaí.
Para quem não conhece, o ambiente é aconchegante, cheio de detalhes. A simpática cozinha aberta permite que a gente veja os chefs trabalhando e no salão, lustres iluminados com garrafas de vinho raras.
End: R. Lopes Quintas, 165 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Texto: Nina Fernandez
Fotos: Divulgação
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Fábrica dos relógios Hublot na Suíça
Nos jogos da Copa é impossível não prestar atenção na marca de relógios de luxo e não lembrar da minha viagem à Fábrica dos relógios Hublot na Suíça, um dos patrocinadores, já que ele é o relógio oficial que marca o tempo de cada partida.Durante a minha viagem para Suíça, tive a oportunidade de conhecer a fábrica de uma das marcas de relógios mais famosas do mundo, na cidade de Nyon.Durante a visita, pudemos observar o trabalho minuncioso dos profissionais, função que requer muita técnica e concentração. Pelo menos a vista deve ajudar a insipirá-los. O mote da marca é a fusão entre tradição, e futuro, com seu design, conhecimento e materiais usados em cada relógio.
Criada em 1980 e inovando o mercado de relógios, a Hublot fabrica 150 relógio por dia e 42 mil por ano! E os responsáveis por estes números são os 300 funcionários que ali trabalham durante 8hs por dia.Os relógios mais complicados levam dez meses para ficar prontos e podem ter até 550 componentes. O mais barato custa 5 mil francos (cerca de 12 mil reais) e o mais caro, 5 milhões!
A Hublot não tem estoque, produzem por demanda.A marca tem uma forte ligação com o esporte e já produziram produtos exclusivos com nomes de jogadores, como o de Pelé.Também visitamos a fábrica da Victorinox, conhecida marca de canivetes suíços, criada em 1884. Lá são fabricados 150 mil facas e canivetes por dia. O canivete básico tem dez funções e o mais completo, 141. A Victorinox também faz relógios e até malas. A fábrica que conhecemos fica na cidade de Ibach, perto de Lucerne.Ambas as fábricas só aceitam visitas pré agendadas e não são abertas ao público em geral.Por: Renata AraújoFotos: Renata Araujo, Tomás Rangel e divulgaçãoLeia também: -

You Must Go viajando com segurança e estilo
É com prazer que anunciamos a nossa mais nova parceria: You Must Go! e SealBag
Os viajantes mais antenados já sabem dessa novidade, os lacres super necessários da SealBag, Agora também personalizados com exclusividade para o You Must Go! O kit consiste em um lacre de plástico com uma numeração de série e um fio de nylon, que depois de lacrado só pode ser retirado se for cortado. O objetivo é fazer com que, caso a mala seja aberta, no instante em que o passageiro receber sua bagagem irá perceber que a mesma foi alterada. Uma grande vantagem que dá rapidez na hora do passageiro tomar as devidas providências. Dessa forma, ele pode verificar no mesmo momento se algo foi roubado ou se a mala foi danificada, e fazer a reclamação diretamente no aeroporto. Com o lacre violado como prova, as chances do passageiro ser indenizado pelo dano são ainda maiores
Os lacres podem e devem ser usados também por turistas que utilizarem transporte marítimo e rodoviário. Nesses locais as malas também ficam bastante tempo vulneráveis fora do alcance de seus donos. Além disso, em viagens mais longas, é comum os viajantes precisarem deixar seus pertences no depósito do hotel por algumas horas antes de pegar um voo, por exemplo. Os lacres inibem a ação de quem tem a intenção de abrir e roubar algo, e inibem principalmente o velho golpe da “cesária” (aquele em que com uma simples caneta os ladrões conseguem abrir sem nem danificar o fecho).
Para facilitar, os lacres vêm acompanhados de um pequeno cortador que pode ser levado na bolsa de mão. São bastante práticos, basta prender o lacre entre o zíper e a alça. Podem ser usados junto com os cadeados comuns, e funcionam como tag, identificando cada volume através de sua numeração. Tirar uma foto da numeração do lacre antes de despachar a bagagem também é válido. Para amenizar a angústia após despachar as malas e a ansiedade ao esperar elas aparecerem na esteira, essa é uma ótima ferramenta para deixar os viajantes mais tranquilos.
Já experimentamos os lacres da Sealbag e adoramos! E como parceiros, ganhamos até um cartão de visitas especial que vão ser enviados para os clientes da Sealbag. Adoramos!
Por Monica Barros e Renata Araújo
Fotos: Monica Barros
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Restaurantes em Paris
Comer bem em Paris é quase uma redundância. Seja qual for sua preferência ou seu orçamento, este é o melhor lugar para satisfazer os desejos gastronômicos mais especiais. Sempre que volto a Paris, tento conhecer novas mesas, mas a verdade é que é praticamente impossível resistir e acabo revisitando antigas paixões.
L’Ami Jean
Foi o caso do bistrô L’Ami Jean. Estive lá pela primeira vez três anos atrás, por indicação de um amigo. Naquela ocasião, cheguei tarde e sem reserva. Por sorte, esbarrei com o chef Stephane Jego se despedindo de um grupo de clientes na porta da casa já quase vazia. Perguntei, incrédula, se ainda poderia entrar para jantar e ele respondeu: vamos lá! A experiência foi tão incrível que desta vez preferi não arriscar. Assim que marquei a viagem, fiz a reserva.
O cenário estava bem diferente. Casa cheia… Lotada! O espaço é pequeno e barulhento, as mesas são coladas umas nas outras e a atmosfera bastante animada e informal. Fui encaminhada para uma mesa comunitária e recebi o cardápio. O restaurante segue a linha “bistronomique“.
Ou seja, ambiente de bistrô e preços econômicos, mas com a ousadia e a sofisticação da alta gastronomia. Começamos com uma Terrine de Campagne…à disposition. Ou seja, a travessa vem inteira para a mesa com uns pãezinhos deliciosos e podemos comer à vontade. Em seguida, pedi uma bochecha de vitela confitada por 7 horas.
Parece estranho, mas é inacreditavelmente sensacional! Minha mãe, que me acompanhava nesta viagem, pediu uma costela com purê. De sobremesa, optamos pelo Choco… choco… choco… Dame Blanche Vanilée. Adoramos o nome! E o doce, uma espécie de sundae de chocolate e baunilha em copo alto, não decepcionou.
Ze Kitchen Galerie
Outro restaurante que valeu o repeteco foi o Ze Kitchen Galerie, uma estrela no Guia Michelin, em Saint-Germain-des-Prés. Como havia me apaixonado pelas criações do chefe Willian Ledeuil, na primeira vez em que estive lá, resolvi desta vez pedir o menu degustação de seis serviços. Recomendo!
Cada prato melhor que o outro. Começamos com o amuse-bouche, uma saladinha de beterraba com caldinho de gengibre e pepino. Depois, veio a degustação propriamente dita. Para começar, sardinhas marinadas no capim-limão, seguidas de camarões com aspargos e molho de mariscos, spaghettoni com manjericão e lula, dourado com ostras e molho cítrico e codorna com purê de espinafre, cogumelos e mostarda. Finalmente, as sobremesas: um rolinho de gianduia com praliné e caldo de laranja e sorbet de ruibarbo com morangos. Tudo incrível!
Na mesma rua do Ze Kitchen, Rue des Grands Augustins, na esquina com a margem do Sena, está o Les Bouquinistes, do chef Guy Savoy. Não há como não gostar desta casa, com nome inspirado nas barraquinhas dos livreiros tradicionais na região. Chique, mas sem afetação, cardápio com ótimas opções e serviço primoroso. Entre as opções, escolhemos foie gras com chutney de ruibarbo, peixe com confit de kumquat (uma frutinha japonesa) e aspargos verdes e brancos, bacalhau grelhado com risoto de chanterelles e aspargos verdes. Para fechar, a sobremesa que consideramos a melhor da viagem: uma espécie de fondant de chocolate. Simples e perfeito!
Na noite seguinte, resolvi experimentar o Les Ombres. Já tinha ouvido falar muito bem, principalmente sobre a vista, mas ainda não conhecia. O restaurante fica no topo do Musée de Quai Branly, colado na Torre Eiffel. E, com seu teto todo em vidro, oferece um visual estonteante de qualquer mesa em que se sentar.
O salão é grande e bastante frequentado por turistas. O serviço não é dos mais eficientes e a comida é gostosa, mas não é excepcional. Mas nada disso ofusca a emoção de estar ali, aos pés deste ícone francês. Como eu fui no final de maio, o sol só se punha depois das 9 da noite.
Fiz a reserva para este horário. Chegamos um pouquinho antes, aproveitamos para tirar fotos no terraço e depois nos sentamos. Nos serviram uma taça de champagne e voilà: ela se acendeu inteira e começou a piscar. O timing não podia ser mais perfeito. Esse momento mágico valeu pela noite inteira!
Ainda sob efeito da noite anterior, começamos a planejar o jantar seguinte. Resolvemos, então, conhecer o Jaja, no coração do Marais. Dos mesmos donos do Glou, outro que eu adoro, este bistrô chique comandado por Massimiliano Monaco, mistura clássicos da cozinha francesa e pratos criativos, sempre com ingredientes superfrescos e orgânicos.
A entrada é meio escondidinha na Rue Sainte-Croix de la Bretonnerie, e o jardim na frente da casa já dá uma ideia do charme do local. Pedi de entrada camarões grelhados com creme de agrião e croutons na tinta de lula, e depois um ravioli verde com ricota e lulas. Minha mãe foi de terrine de campagne (de novo!) e o peixe do dia, um dourado, com beterrabas assadas.
Vinhos em taça maravilhosos e, desta vez, resistimos aos doces. Adoramos tudo, ambiente cool e casual, pratos deliciosos, gente charmosa e ótimos preços. Para quem optar pelo almoço, eles fazem menus fechados de entrada, prato principal e sobremesa a 21 euros.
Tokyo Eat
Por falar em almoço, tive alguns memoráveis nesta viagem. Como no Tokyo Eat, restaurante do Palais de Tokyo. Ambiente moderninho e cozinha criativa com inspiração oriental. Pretendo ir novamente, mas da próxima vez à noite para experimentar os drinks da casa.
Outro que faço questão de voltar é o Frenchie to Go. Um amigo chef de cozinha, que tinha acabado de voltar de Paris, me deu a dica e recomendou: “Não deixe de ir”.
Fico feliz de ter seguido seu conselho! O pequeno restaurante, situado na Rue du Nil, é o que há de mais badalado atualmente na cidade. As filas na porta ao longo do dia são prova disso. Trata-se da terceira casa do chef Gregory Marchand e é especializada em sanduíches gourmet, como o delicioso Reuben, de pastrami e cheddar. Mas tudo lá é maravilhoso, como o hotdog feito com 100% de carne bovina e o fish & chips. No dia em que fui conhecer, o chef dividia a atenção entre os pedidos dos clientes e as gravações com uma equipe de TV australiana. Mas nada que pudesse atrapalhar o resultado… Fantástico!
Fotos e texto: Bárbara Ariston
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Novidades na hotelaria em Miami
Por Duda Vétere
E hoje é dia de falar das novidades na hotelaria em Miami.
O Grand Beach Hotel Surfside foi recentemente inaugurado. A obra durou 18 meses e teve investimento de mais de US$ 100 milhões. O hotel oferece 340 quartos em dois prédios: um de frente à praia e outro beirando a Collins Avenue. Os hóspedes podem aproveitar a praia, os jardins do hotel, o deck da piscina principal e a hidromassagem. A Skypool, piscina localizada na cobertura só para adultos, tem vista para o Oceano Atlântico e para a cidade de Surfside. O hotel fica próximo às lojas de Bal Harbour e dos restaurantes do Surfside Business District.
O Trump Hotel Collection e a Esquared Hospitality uniram forças para abrir o BLT Prime no Trump National Doral. O novo restaurante do resort agora oferece diariamente café da manhã, almoço e jantar em um ambiente com vista para o campo de golfe Blue Monster. O menu é comandado pelos chefs Dustin Ward e Paul Niedermann, cuja carreira com a família BLT começou após ganhar a nona temporada do Hell’s Kitchen em 2011.
O The Spa at Mandarin Oriental Hotel Miami, eleito spa cinco estrelas pelo Forbes Travel Guide, lança uma série de pacotes de bem-estar. Cada programa inclui acomodações luxuosas por duas noites, café da manhã, almoço em embalagens individuais customizadas servidas à beira da piscina, aula de ginástica, dicas nutricionais e quatro horas de tratamentos personalizados. Os hóspedes podem escolher entre seis pacotes diferentes, cada um com objetivo específico.
Nós, que somos fãs da rede Mandarin Oriental, grande parceiro do blog, já experimentamos este maravilhoso spa. Para ler o post completo, clique aqui.
Fotos: Divulgação
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Belo Horizonte foi palco de vários jogos da Copa
Por Monica Barros
Uma das cidades sede que mais se agitou com a chegada da Copa do Mundo foi Belo Horizonte. A capital mineira atraiu muitos torcedores do mundo todo, até a realeza inglesa! Hotéis com ocupação lotada, ruas tomadas de gente, barzinhos cheios de pessoas com muita energia para ver as partidas do campeonato. No dia do jogo da Argentina, mais uma vez os hermanos mostraram que não estão pra brincadeira e dominaram a cidade. Só se ouvia o sotaque espanhol por lá. E hoje, no jogo contra a Alemanha, a cidade vai ferver outra vez.
Quem optou em ir para BH nessa época não se arrependeu. São muitos os atrativos da cidade, além de vários passeios aos arredores sugeridos pelos guias de turismo oficiais. O principal deles atualmente é o Instituto Cultural de Arte Contemporânea Inhotim, indicado até mesmo pelo jornal inglês The Guardian como local de visitação obrigatório. Em cerca de 3 ou 4 dias dá para conhecer boa parte dessas atrações, e o ideal é alugar um carro para ter mais flexibilidade e pôr em prática o roteiro aqui sugerido.
Belo Horizonte
Lagoa da Pampulha – O mais conhecido cartão postal da cidade, abrangendo uma área bastante grande. Ao seu redor, várias atrações: Igreja de São Francisco de Assis da Pampulha, idealizada por Oscar Niemeyer em 1943; Parque de diversões com direito a roda gigante; pista de caminhada e corrida, Museu de Arte da Pampulha; Estádio do Mineirão, famoso por ser palco de grandes disputas e local dos jogos da Copa do Mundo. O Príncipe Harry esteve lá! Atenção apenas para os dias de jogos, pois as ruas próximas costumam ficar interditadas para carro.
Mirante das Mangabeiras – O pôr do sol em BH é velho conhecido. Apesar de não ter praia, a cidade proporciona uma das mais belas vistas ao fim do dia, mostrando porque foi batizada com esse nome. Para chegar ao Mirante e ter uma visão panorâmica, é preciso subir o bairro de Mangabeiras. É nessa área também que fica o Palácio das Mangabeiras, residência do governador.
Parque das Mangabeiras – Uma grande área verde próxima a Serra do Curral, com opções de lazer e paisagismo projetado por Burle Marx. É patrimônio cultural da cidade e um dos preferidos dos moradores, oferecendo áreas de descanso e esportes. Considerado um dos parques mais importantes da cidade, é parada obrigatória para os turistas.
Praça da Liberdade – Famosa praça que costuma encher aos domingos. É muito bonita, com belas árvores, um chafariz e coreto, onde nos finais de semana ocorrem apresentações de música. Ao seu redor encontra-se também o Edifício Niemeyer e a Biblioteca Pública.
Centro Cultural Banco do Brasil BH – Fica bem em frente à Praça da Liberdade. Sempre com exposições interessantes, o vistoso prédio de 1926 passou a abrigar o CCBB em 2009. Com sua escadaria interna e belos vitrais, vale uma visita.
Mercado Central – É aonde as pessoas vão em busca de comidas típicas e artesanato. Desde 1929 o mercado recebe mineiros e pessoas de fora querendo conhecer um pouco mais da “intimidade” da capital. Tem opção de restaurante para quem quiser um tempero local.
Savassi – Região nobre conhecida por ter a noite mais animada de BH. Concentra um grande número de barzinhos e restaurantes. Em época de Copa do Mundo, o lugar ferveu e lotou! Todos em busca de bons chopes e telões para ver os jogos
Lourdes – Restaurantes sofisticados e calçadas que oferecem um desfile para os olhos. Local de gente bonita, esse bairro de classe média alta é um polo gastronômico onde é possível encontrar, entre outros, opões de culinária francesa e cozinha mineira “chique”. Edifícios residenciais altamente valorizados são encontrados aqui, suas ruas arborizadas tornam essa região bastante disputada.
Arredores
Gruta da Lapinha – Localizado em Lagoa Santa, a cerca de 20 min do centro de BH. Além da famosa lagoa muito procurada para lazer nos finais de semana, é onde fica o Parque Estadual do Sumidouro. Sua principal atração é a Gruta da Lapinha, onde são feitos tours de cerca de 1h com guias autorizados, que levam os turistas a conhecer as incríveis formações rochosas. Com estalactites e estalagmites milenares, a gruta é toda iluminada por dentro, proporcionando uma visão impressionante. Foi nessa região que os primeiros habitantes do Brasil se estabeleceram, há milhares de anos. Muitos fósseis de animais e seres humanos foram encontrados aqui, como o de Luzia, a mais antiga ancestral brasileira.
Serra do Cipó – Para quem curte passeios em contato com a natureza e atividades esportivas, esse é o lugar ideal. Situado no Parque Nacional da Serra do Cipó, a cerca de 90 km de da capital de Minas Gerais, há muitas opções de trilha e belas cachoeiras. Guias especializados podem ser contratados para os passeios, que devem ser reservados com antecedência. Muitos consideram que algumas das cachoeiras mais bonitas do Brasil estão aqui.
Inhotim – O Instituto Cultural de Arte Contemporânea Inhotim, inaugurado em 2006, tem deixado a todos que o visitam maravilhados. O museu foi construído na pequena cidade de Brumadinho, a 60 km de BH, ocupando uma impressionante área de 786 hectares, e se firmou como um dos mais importantes acervos de arte moderna da América Latina. Com obras de conceituados artistas, entre eles, Adriana Varejão, Vik Muniz, Tunga, Hélio Oiticica, Chris Burden e Yayoi Kusama, todas são surpreendentes e de dimensões muito grandes.
Talvez a obra mais inusitada seja a sensacional “O som da Terra”, de Doug Aitken. Trata-se de uma grande sala redonda de vidro isolada numa das partes mais altas do parque. Entrando no recinto pede-se silêncio absoluto. Enquanto ficamos lá dentro olhando para o espaço vazio, escutamos a Terra vibrar e produzir sons, muitas vezes bastante altos, captados ao vivo através de vários microfones instalados cerca de 200 metros abaixo. É absolutamente emocionante.
O museu é quase todo interativo, adultos e crianças se divertem com instalações como Magic Square, Bisected Triangle, Cosmococa e Beam drop.
Inhotim é também um jardim botânico. Sua área verde é lindíssima, envolvente, as pessoas passeiam agradavelmente à beira dos imensos lagos, admiram os inúmeros bichos que ali vivem de forma livre, e relaxam nos magníficos assentos feitos de enormes troncos de madeira.
Com tudo isso, o Instituto conta também com vários bares e lanchonetes, já que os visitantes passam o dia inteiro lá, e os elegantes e modernos restaurantes Oiticica e Tamboril são ótimas opções gastronômicas. Em breve será inaugurado um hotel no local, que terá o conceito de vila, com piscina, restaurante e espaço para eventos, tornando esse centro cultural ainda mais completo.
Um lugar que atrai cada vez mais brasileiros e estrangeiros, Inhotim é sem dúvida um passeio totalmente imperdível!
Fotos: Monica Barros
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San Andrés, lindo destino no Caribe
Por Kelly Bizerra
Em uma já saudosa viagem de fevereiro, fui conhecer San Andrés, lindo destino no Caribe colombiano, que está agora sendo mais conhecido pelos brasileiros. Digo isso a respeito de nossos compatriotas porque vi muitos deles por lá, mas não ouço muita gente falando sobre esta ilha. Mas parece que isto será por pouco tempo, pois vale muito a pena conhecer. Mesmo não sendo tão badalado quando os outros “Saint” e “San” localizados na região do Caribe, certamente não perde em beleza para nenhum de seus outros vizinhos.
Falando um pouco sobre geografia, San Andrés possui 26 km² de território. Curiosamente, a ilha possui um formato de cavalo marinho no mapa e todo ele pode (e deve) ser explorado sem muita dificuldade. No local há uns carrinhos de golfe disponíveis para aluguel e o serviço dura o dia inteiro. Com um mapa na mão e muita disposição no corpo, dá para ir aos lugares mais distantes sem ter que ficar se deslocando a pé. E também não te deixa restrito à região de Sprat Bight, a praia mais famosa. Só precisa levar sua carteira de motorista, dinheiro en effectivo (a maioria dos lugares não aceita cartão, só dinheiro em espécie mesmo) e um espelho. Um espelho? Sim, pois – não sei se por falta de sorte minha – meu carrinho não tinha retrovisor rs.
Já falei de geografia, agora vou citar fatos históricos. Sabe como surgiu o nome San Andrés? A lenda diz que o local foi descoberto em um dia 30 de novembro: dia de Santo André. A partir de 1629, a ilha foi ocupada por puritanos ingleses e antigos escravos africanos, levando sua cultura que é conservada até hoje pela população. A primeira parada de meu passeio foi a Casa Museo Isleña. Apesar de não constar nos mapas como sugestões de pontos turísticos, fui muito bem recebida pelos simpáticos funcionários da casa. O local possui reproduções do que seria uma casa de uma típica família de colonos ingleses do século XVIII.

Reprodução de uma sala no interior do Museu San Andrés é conhecido por seu mar com vários tons de azul e a areia muito branquinha, tipicamente caribenha. O artesanato também é um ponto forte da ilha. Mesmo não tendo entrado em todos os lugares que pesquisei antes, concluí o passeio em aproximadamente 2h e 30 min, e percorri a ilha inteira. Sem engarrafamento, sem estresse. Só apreciando a paisagem e aproveitando o momento. Esta é uma dica para fugir do que já é tão manjado em viagens: lugar badalado + compras.
Já que toquei no assunto de compras, San Andrés é famosa pelos baixos preços dos importados. Honestamente, não vi essa “pechincha” toda nos produtos que procurava. Mas isso é até positivo, pois podemos destinar o dinheiro conhecendo melhor o local e, assim, levar para casa mais lembranças e fotos, no lugar de mercadorias.
Fotos: Divulgação e Kelly Bizerra
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