Se você está em busca de um destino com boa gastronomia, atrações culturais e fácil acesso, vale incluir Belo Horizonte no seu radar. A capital mineira fica a menos de uma hora de voo do Rio e de São Paulo, o que a torna perfeita para um roteiro de fim de semana ou feriado prolongado. Neste guia com dicas do que fazer em Belo Horizonte, você vai encontrar passeios, restaurantes, bares e hotéis que unem tradição e criatividade — tudo com aquele jeitinho acolhedor que só Minas tem.
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O que fazer em Belo Horizonte: passeios e museus
Conjunto Moderno da Pampulha
Um dos passeios mais emblemáticos de Belo Horizonte. Localizada na região norte da cidade, a Pampulha fica um pouco afastada do centro — por isso, o ideal é reservar pelo menos meio período ou um dia inteiro para explorar tudo com calma. A área tem como destaque a lagoa artificial idealizada por Juscelino Kubitschek, ainda na década de 1930, quando era prefeito da cidade. O projeto urbanístico, assinado por Oscar Niemeyer, deu origem ao Conjunto Moderno da Pampulha, que inclui ícones arquitetônicos como a Igreja de São Francisco de Assis, a Casa do Baile, o Iate Golfe Clube, a Casa Kubitschek e o Museu de Arte da Pampulha (atualmente em restauro, com previsão de reabertura para 2028). Todo o entorno é tombado pelo IPHAN e hoje integra a lista de Patrimônios da Humanidade pela Unesco.
End: Lagoa da Pampulha

Igreja São Francisco de Assis
Também conhecida como Igreja da Pampulha, é um dos grandes cartões-postais de BH. Com paisagismo de Burle Marx e painéis de Portinari, o edifício em curvas revestidas de azulejos azuis é uma obra-prima modernista. Tombada pelo IPHAN, a igreja atrai visitantes do mundo todo e é um dos lugares mais fotogênicos da cidade.
End: Av. Dr. Otacílio Negrão Lima 3000
Casa do Baile
Inaugurada em 1943, foi criada para ser um espaço de lazer com pista de dança e restaurante à beira da lagoa. Após anos de abandono, foi restaurada e hoje funciona como Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e Design, com programação cultural variada.
End: Av. Otacílio Negrão de Lima 751
Museu Casa Kubitschek
Projetada por Niemeyer nos anos 1940, foi residência de fim de semana da família Kubitschek. Hoje é museu e centro cultural que preserva mobiliário da época e revela o estilo de vida da elite mineira no período.
End: Av. Otacilio Negrao de Lima 4200

Praça da Liberdade
Na região da Savassi, a Praça da Liberdade é um dos espaços mais bonitos e simbólicos da cidade. Com palmeiras imperiais, jardins geométricos e arquitetura histórica no entorno, ela é parte essencial do Circuito Liberdade — um dos maiores complexos culturais do Brasil. Além disso, é palco de inúmeros eventos culturais, feiras gastronômicas, festivais e apresentações musicais ao longo do ano. Aos finais de semana, a praça se transforma em ponto de encontro democrático: famílias com crianças, jovens com seus pets, rodas de conversa e até shows ao ar livre. A atmosfera é leve e vibrante, perfeita para caminhar, sentar na grama ou explorar os museus vizinhos. Certamente uma pausa obrigatória para quem visita BH com calma e curiosidade.
End: Praça da Liberdade, s/n – Funcionários
Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB BH
Instalado em um edifício histórico, art-déco, no entorno da Praça da Liberdade, o CCBB BH tem mais de 12 mil metros quadrados, seis salas de exposição, teatro, café e loja. Com programação de qualidade e entrada gratuita, é parada obrigatória para quem gosta de arte e cultura. Funciona todos os dias, das 10h às 22h, exceto às terças.
End: Pça. da Liberdade 450
Museu de Artes e Ofícios
Localizado na Praça da Estação, ocupa o antigo prédio da Estação Central de BH, que, aliás, impressiona de longe. Em um espaço de mais de 15.000 m², seu acervo preserva ferramentas e objetos da era pré-industrial no Brasil. Ou seja, um mergulho na história dos ofícios manuais, com curadoria impecável e ótima estrutura. A entrada é gratuita.
End: Pça. Rui Barbosa 600

Praça do Papa
Localizada a 1.100 metros de altitude, com vista privilegiada da cidade e da Serra do Curral, a Praça do Papa é uma das mais icônicas de BH. Ganhou esse nome após a visita do Papa João Paulo II, em 1980. O Monumento à Paz, com 24 metros de altura, marca o local da missa histórica. O fim de tarde por ali rende um pôr do sol inesquecível.
End: Av. Agulhas Negras S/N

Mercado Central
Desde 1929, é o endereço mais tradicional para vivenciar os sabores e saberes mineiros. São mais de 400 lojas que vendem de tudo: queijos, doces, cachaças, especiarias, artesanato, utensílios e objetos religiosos. Aos fins de semana, os corredores fervem. Destaque para a Tradicional Limonada (desde 1938), com sabores como groselha e gengibre, mas a clássica continua imbatível: gelada e refrescante, perfeita para acompanhar a visita.
End: Av. Augusto de Lima 744
Mercado Novo
Inaugurado nos anos 1960, passou por um período de decadência até ser revitalizado a partir de 2018 por uma nova geração de empreendedores. Hoje, é referência de ocupação urbana criativa: mistura arte, moda, gastronomia e design em um só endereço. Os andares superiores são ocupados por bares, restaurantes autorais e espaços culturais. Enquanto isso, à noite, o clima é de boemia jovem, com música, chope artesanal e espírito coletivo. Imperdível para quem quer ver o novo pulsando em BH.
End: Av. Olegário Maciel 742
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Onde comer em Belo Horizonte
Se tem algo que Belo Horizonte entende — e valoriza — é o prazer de comer bem. A capital mineira tem uma das cenas gastronômicas mais autênticas e criativas do país, onde tradição e ousadia caminham juntas, do fogão à mesa. Portanto, entre botecos que contam histórias no balcão e restaurantes autorais que reinterpretam os sabores da roça, BH oferece uma culinária afetiva, rica em ingredientes locais e em memória.
Bar Vértice
Inaugurado em abril de 2026, o Bar Vértice é o projeto mais recente dos chefs Gabriella Guimarães e Guilherme Furtado — e segue uma proposta mais descontraída e experimental em relação às outras casas da dupla. Aqui, o foco está na coquetelaria autoral, acompanhada de uma cozinha enxuta, pensada para compartilhar, sem uma identidade culinária fixa. A carta de drinques explora combinações menos óbvias, com ingredientes como missô, shoyu e até gazpacho em releituras bem construídas. Entre eles, o Pecado mistura tequila, Cynar 70, cordial de jalapeño, limão taiti, angostura, clara pasteurizada e gengibre, com equilíbrio entre frescor, acidez e leve picância. Já o Tropicália segue uma linha mais aromática, com Absolut, xarope de manga com maracujá, limão siciliano, hortelã e espumante.
Para acompanhar, o menu traz opções leves e fáceis de dividir, como ceviche, croquetas, sanduíches e alternativas vegetarianas — funcionando bem tanto para começar a noite quanto para uma saideira mais tranquila, sem pressa.
End: R. Santa Catarina, 1141 – Lourdes
Cabernet Butiquim
Um dos bares de vinho mais premiados de BH, o Cabernet Butiquim conseguiu, ao longo de 10 anos, equilibrar a sofisticação dos rótulos com a informalidade dos botecos. O ambiente é despretensioso, com mesas na calçada e clima sempre animado. A cozinha, comandada pela chef Jana Barrozo, trabalha com pratos criativos e sazonais, como, por exemplo, o Mexido do Cab e o arroz de bacalhau, além de entradas como a couve-flor assada, o palmito pupunha e a famosa Prexeca — bolinho de carne suculento em formato de disco. A carta de vinhos é variada, acessível e destaca rótulos mineiros e nacionais. Além disso, a casa ainda tem rótulos próprios, como o espumante Folia e o Merlot do Cab, além de um espaço dedicado à coquetelaria, a Garagem do Cab.
End: Rua Levindo Lopes, 22 – Funcionários
Dona Lucinha
Referência nacional em comida mineira tradicional, o Dona Lucinha foi fundado em 1990 por Dona Lucinha e hoje é comandado por sua filha, a chef Márcia Nunes. A casa preserva as raízes da culinária do interior com receitas da fazenda e dos tropeiros, e se tornou símbolo da gastronomia afetiva de Minas. No cardápio, pratos emblemáticos como, por exemplo, frango com quiabo, tutu de feijão, costelinha ao molho de rapadura, angu, couve e o famoso torresmo pururuca. Como manda a tradição, todos os clientes são recebidos com um caldinho de canjiquinha. O ambiente tem atmosfera acolhedora e o serviço atencioso completa a experiência.
End: Rua Padre Odorico, 38 – Savassi
Macaréu
Aberto em 2024, o Macaréu representa a expansão mais recente do chef Leo Paixão na capital mineira. Dividindo a cozinha com o Nicolau Bar da Esquina — mas com conceitos bem distintos — o restaurante aposta em uma cozinha contemporânea de base luso-brasileira, com foco em peixes e frutos do mar preparados na brasa. Portanto, o menu valoriza a origem dos ingredientes e traz combinações que misturam referências portuguesas com produtos brasileiros, incluindo peixes amazônicos. Bolinho de pirarucu defumado, recheado com requeijão e aioli e camarões à “Bulhão Pato”, com vinho branco, alho, azeite e focaccia são algumas das sugestões de entrada. Nos principais, o arroz meloso de pato com defumados e tucupi traz uma leitura mais brasileira, enquanto a cataplana de frutos do mar com tomate, palmito e gengibre reforça a influência portuguesa. Para fechar, o pudim Abade de Priscos, com caramelo e crocantes de laranja, mantém a tradição nas sobremesas.
End: R. Dicíola Horta, 77 – Vila da Serra
Montê Bar
Instalado no Edifício Cento e Quatro, marco da história urbana da capital, o Montê Bar é símbolo da nova ocupação cultural do centro de BH. O espaço reúne música ao vivo, DJ, coquetelaria criativa e petiscos com pegada mineira e contemporânea. A proposta vai além do entretenimento: é também uma aposta na revitalização afetiva do centro, com noites animadas, luz baixa e pista de dança após as 23h nos fins de semana. No menu, destaque para o choripan com sotaque mineiro: pão de queijo em formato de hot dog, linguiça artesanal mineira, requeijão de raspa e picles de cebola roxa — combinação criativa e cheia de sabor. Já os drinques trazem ingredientes e referências locais, como, por exemplo, o Loira do Bonfim, com gin, Cynar, limão capeta e geleia de jabuticaba.
End: Praça Rui Barbosa, 104 – Centro
Nicolau Bar da Esquina
Um dos endereços mais descontraídos do chef Leo Paixão em BH, com uma proposta que combina boa comida, coquetelaria bem executada e clima de encontro. Inspirado nos bares de esquina com atmosfera boêmia, o espaço ganhou destaque ao ser eleito Melhor Bar do Brasil pela revista Prazeres da Mesa. Um dos seus grandes atrativos é o brunch, servido aos domingos, que se tornou um dos mais procurados da cidade, reunindo clássicos do café da manhã com releituras autorais. Entre os destaques, o pão de queijo recheado com pastrami traduz bem a proposta da casa. Na carta de drinques, o clássico Bloody Mary aparece como uma das pedidas, reforçando a vocação do espaço para programas mais longos — seja no brunch ou no fim do dia.
End: R. Dicíola Horta, 77 – Belvedere
Ninita
Também assinado pelo chef Leo Paixão, o Ninita segue uma linha mais leve e afetiva, partindo da cozinha italiana com releituras que incorporam ingredientes mineiros. O nome, aliás, é uma homenagem à avó do chef. O menu mistura massas como risoni e linguini com elementos locais, como porco, quiabo, jabuticaba e ora-pro-nóbis, em combinações que mantêm a base italiana, mas com identidade própria. Entre as entradas, o carpaccio de polvo com ervas, cítricos e torradinhas é leve e equilibrado. Já nos principais, o steak de costelinha de duroc com “risoto” de canjiquinha de milho vermelho e couve traz uma leitura mais brasileira, com textura cremosa e sabor mais intenso. Na parte de bar, os coquetéis seguem a mesma linha criativa, com variações como o negroni com limoncello e o Tiramisù Martini. Para fechar, a panna cotta com doce de leite e o cannoli com sorbet de goiabada reforçam esse encontro entre Itália e Minas.
End: R. Bárbara Heliodora, 71 – Lourdes
Ōkinaki
Também idealizado pelos chefs Guilherme Furtado e Gabriella Guimarães, o Ōkinaki segue uma linha completamente diferente do Parallel e reforça a versatilidade da dupla. Aqui, a proposta é explorar a street food asiática contemporânea, com influências que passam por Japão, China, Tailândia e Coreia, sempre com leitura própria. Entre os destaques, o Ssäm de atum traz a versão da casa para o clássico coreano, com tartare bem temperado, maionese de gochujang, alface, picles de cenoura e arroz crocante. A lula ao molho Osaka, salteada na wok, chega com molho cítrico à base de ostra, dashi e óleo de gergelim. Além disso, o restaurante também se destaca pela carta de saquês, uma das mais completas da cidade.
End: Av. Álvares Cabral, 1303 – Lourdes
Parallel
Entre as novidades mais interessantes de BH, o Parallel aposta em uma cozinha espanhola com base sólida e execução precisa. A casa foi idealizada pelos chefs Guilherme Furtado e Gabriella Guimarães, que viveram por sete anos na Espanha, o que reflete de forma clara no menu, tanto na escolha dos ingredientes quanto no respeito às técnicas tradicionais. A experiência começa por clássicos bem feitos, como o pan con tomate, simples e equilibrado, enquanto a torrada com boursin de queijo de cabra, oliva recheada e picles de pimenta-de-cheiro traz contraste e frescor. Já o jamón pata negra 100% bellota, curado por 36 meses, reforça o cuidado com produtos de origem e sabor mais profundo. Nos quentes, os camarões na brasa, finalizados com azeite e ervas de alho, chegam suculentos e bem preparados, mantendo o foco no produto e na execução.
End: R. Santa Catarina, 1155 – Lourdes
Rex Bibendi
O que começou como uma importadora de vinhos virou um dos endereços mais charmosos da Savassi. O Rex Bibendi combina gastronomia, coquetelaria autoral e curadoria de rótulos com um ambiente sofisticado e descontraído. A chef Jana Barrozo assina o menu, que mistura ingredientes mineiros a técnicas e inspirações vindas da França, Itália e Portugal. Entre os destaques, por exemplo, está o clássico Arroz de Pato da casa, assim como o Wellington de pato, e as tábuas de queijos e charcutaria artesanal mineira. O restaurante também tem um espumante brut próprio e oferece menu executivo durante a semana, com ótimo custo-benefício.
End: Rua Antônio de Albuquerque, 917 – Funcionários
Terraço Niê
Localizado no topo do arranha-céu projetado por Oscar Niemeyer na Praça Sete, o Terraço Niê foi inaugurado em 2024, e combina vista panorâmica da cidade com coquetelaria refinada, cardápio autoral e ambiente elegante. Ideal para curtir o pôr do sol ou um jantar especial! O menu, assinado pelo chef Victor Zulliani, traz pratos inspirados nos países por onde Niemeyer deixou sua marca, como França, Itália, Portugal, Líbano e Brasil. Já a carta de drinques, assinada por Camila Wanderley, aposta em coquetéis clássicos e autorais, como o Noite em Ouro Preto, que leva gin, vermute e Campari. Além disso, o espaço tem programação de DJ’s, iluminação suave e um visual interno que dialoga com a estética modernista de Niemeyer. Portanto, vale para almoço, café da tarde ou para começar (ou terminar) a noite com estilo.
End: Rua Rio de Janeiro, 471 – Centro
Uaiê Sorvetes
Obra de arte ou sobremesa? Na Uaiê Sorvetes, do chef Pedro Barbosa (vice-campeão do reality Mestre do Sabor), cada criação é pensada como uma experiência sensorial. A sorveteria aposta em ingredientes regionais e combinações surpreendentes, como, por exemplo, o requeijão moreno do Norte de Minas com doce de leite Os sabores mudam constantemente, respeitando a sazonalidade das frutas e o trabalho de pequenos produtores locais. Nada de gordura hidrogenada ou saborizantes artificiais. Outro destaque é a casquinha de fubá com canela, assada na hora, que perfuma o ambiente e completa a experiência mineira com afeto e originalidade.
End: R. Padre Odorico, 78 – São Pedro
Onde se hospedar em Belo Horizonte
A cena hoteleira de BH também vive um bom momento, com opções que vão do clássico ao contemporâneo, do luxo discreto ao design descolado. Seja na região da Savassi, ideal para quem quer explorar a cidade a pé, ou em bairros mais tranquilos, a cidade oferece hospedagens confortáveis com identidade própria.
Hotel Fasano Belo Horizonte
Elegância, serviço impecável e localização estratégica definem o Fasano Belo Horizonte, que ocupa um edifício discreto no bairro de Lourdes. A arquitetura combina traços contemporâneos com o estilo clássico da marca, e os interiores têm atmosfera sofisticada e acolhedora. Entre os destaques, o restaurante Gero, um dos melhores da cidade, o spa com tratamentos personalizados e a excelência no atendimento, já característica dos hotéis Fasano. Ideal para quem busca conforto com assinatura de tradição.
End: R. São Paulo, 2320 – Lourdes
Ouro Minas Hotel Belo Horizonte
Com localização estratégica na principal avenida de acesso a Belo Horizonte, o tradicional Ouro Minas Palace Hotel faz parte da história da capital mineira. Inaugurado há mais de 30 anos, foi um dos primeiros hotéis de alto padrão da cidade e hoje integra a marca Dolce by Wyndham, que reúne hospedagens com identidade local e conforto internacional. O hotel em Belo Horizonte mantém sua relevância como um marco da hotelaria na capital — ideal para quem busca praticidade, estrutura completa e um toque de nostalgia mineira.
End: Av. Cristiano Machado, 4001 – Ipiranga
TRIBE Belo Horizonte Savassi
Primeiro hotel da marca TRIBE no Brasil, que faz parte da Rede Accor, o TRIBE Belo Horizonte abriu as portas em setembro de 2025 com uma proposta urbana, moderna e cosmopolita. São 79 apartamentos que mesclam design arrojado e funcionalidade, instalados em um prédio contemporâneo no bairro de Lourdes — a poucos minutos da Praça da Liberdade e cercado por bares, restaurantes e centros culturais. O café da manhã, servido no restaurante Trintaeum, certamente é um dos pontos altos da experiência: buffet generoso com produtos 100% mineiros, menu de ovos à la carte e releituras da culinária tradicional com pegada contemporânea. Aberto também para não hóspedes. Além disso, no lobby, o café Broa oferece opções rápidas durante o dia, e em breve o rooftop será inaugurado, prometendo vista e coquetelaria.
End: Av. Álvares Cabral, 967 – Lourdes
Conclusão
Portanto, Belo Horizonte é daquelas cidades que não precisam se esforçar para conquistar: basta um bom prato, uma roda de amigos ou um entardecer na Praça da Liberdade para a experiência já valer a visita. Com uma cena cultural vibrante, gastronomia criativa e hospitalidade de sobra, a capital mineira é perfeita para uma escapada de fim de semana — ou para quem quer descobrir o Brasil por outros ângulos.
E se sobrar um tempinho, vale esticar o passeio até Inhotim, em Brumadinho, a apenas uma hora de carro. Considerado um dos maiores museus a céu aberto da América Latina, o Instituto Inhotim reúne arte contemporânea, arquitetura e natureza de forma única, com pavilhões imersivos e jardins assinados por Burle Marx. Uma experiência que completa o roteiro com beleza e respiro.
Por Duda Vétere. Outubro 2025.
Fotos: Duda Vétere e Divulgação


Comentários
4 respostas para “O que fazer em Belo Horizonte: guia completo de passeios, onde comer e onde ficar na capital mineira”
Deu muita vontade de ir também. Gostei mt!
Oba! S2
Sou de BH e apenas acrescentaria no seu roteiro uma visita a uma das cervejarias artesanais como a Backer ou a Walls que são muito premiadas, até por que BH é capital dos bares. E claro aquele pulinho de mineiro, ao Inhotim. Gosto muito dos seus posts. Abraços
Oi Pedro! Com certeza Inhotim não pode faltar. Deixamos para fazer um post só de lá =)
Obrigada!
Abraços