Tive o prazer de ter sido convidada para uma degustação de vinhos argentinos na Bottega del Vino, no Leblon. O enólogo Mariano di Paolo, da vinícola Rutini, deu uma verdadeira aula sobre os vinhos da região de Mendonza.

A Rutini é uma das vinícolas mais antigas da Argentina, criada em 1925 pela família italiana de mesmo nome. Seus vinhos foram os primeiros a chegar no Brasil, na década de 80. Seu vinho ícone é o Felipe Rutini, o patriarca, durante muitos anos o único argentino conhecido no Brasil, muito antes dos 1,8 litros per capita que consumimos hoje.

Aos pés dos Andes, os vinhedos passam  vários micro climas e produzem vinhos ricos em frutas e cores intensas. Dali saem Malbecs, Cabernets Sauvignons, Merlots e Chardonays. A extensa linha de vinhos é dividida em três grupos principais: Trumpeter, uma linha mais simples e moderna, voltada para o público contemporâneo; Rutini, os vinhos clássicos e os mais exportados e a terceira, oferece três vinhos ícones assinados por Mariano:  Felipe RutiniRutini Apartado e Rutini Antologia.

Durante o almoço, provamos:

– Rutini Chardonnay 2010

– Rutini Merlot 2008

– Rutini Cabernet Sauvignon 2007

– Antologia 2009

– Apartado 2006, corte de cabernet sauvignon, malbec e Shiraz

– Felipe Rutini

E comemos, de entrada:

Polenta Toscana  com ragu de cordeiro e pecorino e arancini; croquete de arroz ao açafrão recheado com ragu de cordeiro e pecorino e  carpaccio de filé ao molho de mostarda.

Como primeiro prato, um delicioso penne “Amatriciana” com bacon, tomate fresco e cebola.

E como segundo: contra filé grelhado, com batata corada, cogumelos e ervilha fresca.

E como ninguém é de ferro, de sobremesa, um mix de doces:  creme caramel; tiramissu e panacota.

Quem gostou e quiser comprar os vinhos, é só acessar o site da importadora Zahil.

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