Rio de Janeiro

Onde tomar um bom bloody mary no Rio

Ele tem a cara de Nova York mas sua origem é controversa. Dizem que foi criado no Harry’s Bar, em Paris, nos anos 20, pelo bartender Fernand Petiot. Enquanto isso, o hotel St Regis NYC afirma que ele foi batizado lá em 1934. Reza a lenda que o bloody mary foi inventado a pedido dos americanos. Eles queriam uma bebida perfumada que disfarçasse o aroma do álcool em época de lei seca. Portanto, foi batizado assim em homenagem à rainha da Inglaterra, Mary I, por conta do apelido de sanguinária. Ela era conhecida por ser impiedosa em suas batalhas e destruir seus opositores. Independente da versão da história, o clássico coquetel não passa desapercebido. Enquanto uns o preferem para abrir o apetite e outros juram que ele cura ressaca. Finalmente, hoje ele é o nosso foco neste post sobre onde tomar um bom bloody mary no Rio.

Aproveite para ler também sobre onde beber cerveja no Rio, roteiro de restaurantes com varanda e o novo D’Amicci, na Barra.

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Bloody Mary no Rio

Para a jornalista Carla Lencastre que também é fã do drinque, Bloody combina com almoço demorado de sábado na varanda do Guimas. “Pra abrir os trabalhos com pastel de queijo brie acompanhando.” Aliás, o bistrô da Gávea oferece até delivery do drinque. Ele vai em garrafinhas de 300ml, que corresponde a 1 e ½ long-drink. Os pedidos também podem ser feitos pelo link do goomer, na bio do perfil no Instagram, além de Rappi, iFood e UberEats. Ele custa R$40.

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Bloody Mary do Guimas

O Tokkuri, restaurante da mixologista Jessica Sanchez, é outro lugar para tomar bloody mary no Rio. Lá, o drinque leva pérolas de shoyo e especiarias asiáticas, a R$32. Aliás, o bloody mary da Jessica é um dos preferidos da jornalista Marcella Sobral, amante da coquetelaria. “No Vizinho, o tempero mágico e equilibrado da Jessica me ganha”, conta. Ela complementa com mais duas dicas: “O do Stuzzi (R$36 – vodka Ketel One, suco artesanal de tomate com temperos secretos da Nonna, pimentas e especiarias), com a fumaça defumada é sempre um espetáculo. E para começar o dia num brunch, iria no Bloody da Coltivi”. Aliás, o Bloody Mary San Marzano, preparado pelo barman Yuri Evangelista, leva vodka infusionada com aipo, suco de tomate San Marzano, farinha de Parma, molho Worcestershire artesanal, suco de limão, picles de milho, fios de alho poró e aipo (R$29).

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Bloody San Marzano
Harmonização de Bloody Mary

A relações públicas Sylvia Braconnot, sócia da Documentta Comunicação, destaca o Boody Mary do Lasai, do chef Rafa Costa e Silva. Mas ele é sazonal, ou seja, só entra na carta durante a temporada de tomates. “O Rafa, tem um super diferentão, ele vai com a água estruturada do fruto, ou seja, o drinque ganha uma aparência mais translúcida e leve. Afinal, o drinque precisa ser equilibrado entre vodka e sumo. Quando ganha mais vodka, por exemplo, perde muito em sabor.” Ela também adora a bebida do Vizinho e do Liz, bar do mixologista premiado Tai Barbin, que contou pra gente como é feito o Bloody Mary por lá.

No Liz, ele é harmonizado com ostras no fim de semana

”No Liz a gente sempre segue as receitas clássicas dos coquetéis, então nosso Bloody Mary leva um bom suco de tomate, a vodka à base de gin, pimenta feita na casa, bem defumada, e que também vai nas ostras, que harmonizam com a bebida nos fins de semana do Liz”, conta Tai.

Nosso colunista de vinhos ,Bruno Agostini, confessa que gosta do drinque apimentado e que ele é ótimo para preceder carnes. Portanto, ele aponta o Bloody Malta (R$40), do Malta Beef Club, como um dos seus preferidos. Ele leva gin infusionado com pimentas, suco de tomate temperado, especiarias e pedacinhos de bacon à parte. Bruno também gosta do coquetel do Pobre Juan e do Esplanada Grill.

Blood Malta

O drinque nos bares

No bar Os Imortais, em Copacabana, o drinque elaborado pelo mixologista Thiago Teixeira ganha um toque especial de manjericão e tomilho. Ele é feito com suco de tomate, molho especial da casa e fumaça líquida, guarnecido com aipo, manjericão e o torresmo da casa (R$25).

Bloody Mary

Enquanto isso, no Quartinho Bar, em Botafogo, o Bloody Mary é best-seller: está no top 5 de mais vendidos do bar. Quem diz é o mixologista Greg, que comanda o balcão junto com Milina Lopez. “A Milina produz um suco de tomate reunindo diversos tomates italianos e pelati com temperos e o resultado é delicioso”, conta ele. De fato, um ótimo motivo para ir ao Quartinho!

Curry Porked Blood Mary

O drinque nos hotéis

Nossa editora Renata Araújo adora o coquetel e sempre pede nos hotéis em que se hospeda. “Ele me transporta para NYC e penso também nos filmes americanos. Adoro o do Spirit, no Fairmont, principalmente na hora do almoço”, conta. A carta de drinques é assinada por Cassiano Melo, e o Bloody Mary é o clássico, com exceção do sal de aipo que é feito lá para temperar o drinque. ”E no Spirit ainda temos o plus de tomá-lo enquanto apreciamos a bela vista da praia de Copacabana”, completa Renata.

Bloody Mary no Spirit

E falando em visual, nossa editora também já provou o do 7zero6, no rooftop do hotel Praia Ipanema. Por R$35, o drinque é feito com Vodca, Suco de Tomate, Suco de Limão, Molho Inglês, Tabasco e Pimenta. De fato, um clássico que não tem erro!

No 7zero6

À beira da piscina do Villa Paranaguá, hotel de luxo em Santa Teresa, o coquetel cai muito bem, assim, como, em meio aos jardins de Burle Max na Casa Marambaia, em Corrêas, na Serra Fluminense. O drinque, preparado com tequila prata, suco de tomate, molho inglês, tabasco, pimenta do reino e aipo, custa R$38.

Já no clássico Belmond Copacabana Palace, podemos encontrar o bloody mary no Brunch de domingo, na Pérgula, assim como nos outros restaurantes (Mee e Cipriani). Portanto, no Copa, ele leva suco de tomate, molho Worcestershire, limões, tabasco e sal de Aipo. Ou seja, uma linha bem mais clássica do Bloody Mary tradicional. O valor é de R$48 + 10%, e no brunch, o drinque já está incluso no valor do buffet.

Bloody Mary do Pérgula

+Hotel com a vista mais linda de Ipanema

Por Renata Araújo e Duda Vétere. Agosto de 2021.

Fotos: Eduardo Almeida, Leonardo Guimarães, Renata Araújo, Taís Barros, Tomás Rangel

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Renata Araujo

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