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5 razões para ir ao Vale da Morte, na Califórnia

Já pensou em incluir o Vale da Morte em uma viagem de carro pela Califórnia? Este deserto de paisagens impressionantes recebe mais de 1,6 milhão de visitantes por ano. Entre quatro e cinco horas de Los Angeles e a duas horas de Las Vegas, quase na divisa com Nevada, o californiano Death Valley National Park é o maior parque natural dos Estados Unidos. Portanto, listamos 5 razões para ir ao Vale da Morte, e que certamente você deve levar em conta na hora de planejar o roteiro da sua road trip.

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1) Visitar cenários reais de Guerra nas Estrelas

Os panoramas do Vale da Morte parecem de outro mundo. E às vezes são! A região já fez as vezes do planeta Tatooine, criado por George Lucas, em dois filmes da saga Guerra nas Estrelas. Apareceu primeiro no Star Wars original, o Episódio IV (1977). E, depois, no Episódio VI, o Retorno de Jedi (1983). Uma das locações é o mirante Dante’s View, nas Black Mountains, a 1.668 metros de altitude. O percurso até lá leva uma hora de carro a partir da parte mais baixa do vale. Ou seja, um paraíso para os amantes do filme! Outro cenário são os cânions dourados conhecidos como Badlands, que podem ser percorridos a pé em trilhas de quatro a nove quilômetros. O ponto de partida para as Badlands é o espetacular Zabriskie Point.

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Lindo!

A área do mirante inspirou o cineasta Michelangelo Antonioni e virou nome de filme de 1970, com trilha sonora de Pink Floyd. O lugar está também na capa do álbum The Joshua Tree (1987), da banda irlandesa U2, liderada por Bono Vox. Paisagem inspiradora para pelo menos três grandes artistas não deve ser ignorada. Mas trilha no deserto não é para você? Então um curto caminho pavimentado leva ao mirante. Vistas para os cânions desenhados pela erosão valem a viagem.

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Badlands

2) Caminhar no ponto mais baixo da América do Norte

86 metros abaixo do nível do mar é a altitude da Badwater Basin, ponto mais baixo da América do Norte. Em determinados períodos dá para ver água aqui e ali. Não é miragem! O mais impressionante é a fina crosta de sal a perder de vista. O programa é caminhar sobre o sal, mas siga as placas de recomendação e o bom senso e não faça isso depois das 10h. Afinal, o Vale da Morte é um dos lugares mais bonitos da Terra, mas é também um dos mais quentes.

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BadWater Basin, certamente uma paisagem inesquecível

3) Conhecer outro lado da Corrida do Ouro

O lugar onde fica o Vale da Morte leva este nome, pois em meados do século 19, aventureiros tentavam cortar caminho pelo vale rumo ao ouro californiano. A região árida não ajudava. Portanto, muitos se perdiam e acabavam morrendo. O minério que, durante o final do século 19 e o início do 20, fez a riqueza de seus exploradores foi o bórax, ou borato de sódio. Na primeira metade do século 20, o lucro diminuiu e as empresas de mineração participaram da transformação do vale em destino turístico. Instalações para funcionários foram convertidas em resorts e caminhos abertos para a escoação de minério passaram a ser aproveitados para passeios.

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4) Ver estrelas em um dos céus mais escuros do mundo

O Vale da Morte fica a apenas duas horas ao sul da sempre radiante Las Vegas. Ainda assim, seu céu é um dos mais escuros do planeta e um dos melhores lugares para observar estrelas. Dependendo das condições meteorológicas e da fase da Lua, dá para ver a Via Láctea. Além disso, mesmo em uma noite parcialmente nublada, a quantidade de estrelas é estonteante.

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5) Dormir em um oásis no deserto

O ideal é reservar duas noites para o Vale da Morte. Há algumas opções de hospedagem, com destaque para o Oasis at Death Valley. Como o nome indica, a propriedade fica em um oásis! São dois hotéis: o The Ranch é um resort familiar, com 224 quartos. Já o Inn tem apenas 66 charmosos acomodações e acaba de passar por uma reforma para aliar o glamour do passado a novos padrões de sustentabilidade.

Piscina do Inn

A bonita piscina do hotel é abastecida com água natural a 30 graus Celsius. Sem cloro, depois é usada para regar os jardins do oásis. O hotel tem um bom bar, com uma surpreendentemente criativa carta de drinques, e um restaurante de cozinha internacional. Seus terraços oferecem sofás e poltronas perfeitos para ver estrelas. Ou o nascer do sol, que tinge o deserto de diferentes cores. Aliás, é bom saber que o Wi-Fi é instável e não há sinal de telefone celular no Vale da Morte. Ou seja, aproveite a viagem para um curto detox digital.

Dica YMG:

Evite visitar o Vale da Morte no verão americano. Afinal, nos meses de julho e agosto, a temperatura pode passar dos 50 graus Celsius. A média durante o dia fica em 45ºC e, à noite, em 38ºC. Nos meses de inverno, a média é em torno dos 20ºC, e o termômetro pode chegar a 30ºC. O recorde mundial de calor, registrado no vale em julho de 1913, é de… 57 graus Celsius.

Texto e fotos por Carla Lencastre. Agosto 2019.

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Publicado por
Duda Vetere

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